You are on page 1of 47

Universidade Federal Fluminense

Mestrado em Educação
Disciplina Educação Brasileira

Seminário sobre formação dos
profissionais da Educação

Maria Fernanda Muller
Viviane Florentino de Melo

A Escola Normal
A primeira Escola Normal brasileira foi criada
em Niterói, Rio de Janeiro, no ano de 1835. O
Curso Normal criado em 1835 tinha o objetivo
de formar professores para atuarem no
magistério de ensino primário e era oferecido
em cursos públicos de nível secundário (hoje
Ensino Médio). A partir da criação da escola no
Município da Corte, várias Províncias criaram
Escolas Normais a fim de formar o quadro
docente para suas escolas de ensino primário.

O pedagogium
Em 1890 pelo Decreto 981 foi criado no Distrito
Federal por Benjamim Constant o Pedagogium com o
objetivo de constituir-se o primeiro centro de
aperfeiçoamento de magistério, organizado no país,
após a Proclamação da República.
Apesar de ser a primeira iniciativa do poder central no
sentido de organizar os estudos pedagógicos em nível
superior, teve duração efêmera e se transformou em
órgão central de coordenação das atividades
pedagógicas no país.

Segundo BRZEZINSKI dentro do contexto do
Manifesto dos pioneiros da Educação Nova,
surgiram várias reformas que abrangeram o
aperfeiçoamento dos professores
vislumbrando a elevação dos estudos
pedagógicos ao nível superior por iniciativa do
poder público. A primeira delas deu-se com a
reforma realizada por Sampaio Dória, no
estado de São Paulo, pelos Decretos
n°1.750/1920 e n° 3.356/1921 que
sustentavam a criação da Faculdade de

Primeiras tentativas de preparar os profissionais da Educação em nível superior

o desejo de formar professores em nível superior ficou somente no papel. transformada em Instituto Pedagógico de São Paulo.Apesar do exaustivo esforço do legislador em regulamentar a Faculdade de Educação. . O que frutificou foi a iniciativa de criar um modesto curso de aperfeiçoamento na Escola Normal da Capital. depois denominado Instituto de Educação Caetano de Campos (Decreto n° 5.846/1933).

instituiu-se o curso de aperfeiçoamento para o preparo técnico de inspetores. delegados de ensino.888/1931. Esse curso de aperfeiçoamento foi a primeira etapa do caminho percorrido pelo Instituto de Educação da USP. diretores e professores da Escola Normal. . constituindo assim o marco histórico.Pelo Decreto n°4. do preparo de profissionais da educação em nível superior. em território paulista.

professores de todos os graus de ensino. vão se instalar tardiamente. Segundo esse princípio. toda a formação de professores primários e secundários deve ser efetivada em escolas ou cursos universitários. deveria assentar-se no princípio da unificação. dada em estabelecimentos secundários.Os estudos pedagógicos em nível superior nos regulamentos das universidades As faculdades de Educação públicas. Segundo BRZEZINSKI para os Pioneiros. . sobre a base de uma educação geral comum. embora criadas por lei desde 1931. somente com a reforma universitária de 1968. a formação dos educadores.

Afirmavam que a formação universitária dos professores de todos os graus de ensino não era apenas uma necessidade. mas o único meio de abrir seus horizontes. .

formaria professores. Ciências e Letras Esta faculdade foi criada pelo Decreto n° 19. particularmente os do ensino normal e secundário.Criação da Faculdade de Educação. e a incluída entre os principais institutos que compõem a Universidade. Semelhante ao Instituto de Educação. Apesar da insistente ênfase do ministro Campos em seu caráter formador ela não chegou a ser instalada. .851/1931 do Estatuto das Universidades Brasileiras.

Escola pioneira na elevação dos estudos pedagógicos para o nível universitário Anísio Teixeira. em 1935. como diretor da Instrução do Distrito Federal. criou a Escola de Professores do Instituto de Educação do Rio de Janeiro. em 1932. e a Universidade do Distrito Federal (UDF). Esse modelo de Escola de Professores organizava-se com uma estrutura verticalizada de formação de professores numa única escola. .

médio e superior e ao preparo de especialistas em educação”. “destinada à licença do magistério de nível primário. ao mestrado e ao doutorado em Educação. Os graus universitários correspondiam ao bacharelado e à licenciatura em magistério. ficou conhecida por “Universidade de Educação”.Apesar de sua breve existência. . ela marcou o sentido de uma escola profissional. e também à especialização profissional. Dada sua destinação.

em decorrência de atitudes repressivas do governo autoritário. após a Intentona Comunista. em cursos de dois anos.A experiência da Universidade do Distrito Federal foi interrompida em 1938. Apesar da breve duração. . após o secundário. a Escola de Professores Anísio Teixeira foi a primeira escola formadora de professores primários em nível superior.

nas antigas Faculdades de Filosofia nos aos 30. com duração de 3 anos. em que as disciplinas de natureza pedagógica. Elas surgiram seguindo a fórmula “3+1”. principalmente como consequência da preocupação com a regulamentação do preparo de docentes para a escola secundária. cuja duração prevista era de um ano. no Brasil. estavam justapostas às disciplinas de conteúdo. .A criação das licenciaturas As licenciaturas foram criadas.

190/1939. sendo os 3 anos dedicados às disciplinas de conteúdo. O curso de Didática. Desde seu início formava bacharéis e licenciados em Pedagogia. destinado a todos os cursos de licenciatura. nos termos do Decreto-Lei n. . 1. e foi definido como lugar de formação de “técnicos em educação”. para os próprios fundamentos da educação. ou seja. no 4° ano..A criação do curso de pedagogia O curso de pedagogia foi regulamentado pela primeira vez.

Possivelmente daí vem a origem da “famosa” dicotomia teoria x prática. provocando assim uma separação.O bacharel em Pedagogia era preparado para ocupar cargos técnicos da educação. sendo que o curso de Didática foi reduzido à forma de ensinar a se dar aulas. Aparentemente havia uma separação entre as disciplinas do bacharelado e as da licenciatura. . enquanto o licenciado era destinado à docência. como se os dois não fossem dependentes um do outro.

.741.Criação da CAPES A Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual Capes) foi criada em 11 de julho de 1951. pelo Decreto nº 29. com o objetivo de "assegurar a existência de pessoal especializado em quantidade e qualidade suficientes para atender às necessidades dos empreendimentos públicos e privados que visam ao desenvolvimento do país".

. incapaz de fugir às pressões dos interesses privatistas.024/1961 1ª LDB De acordo com BRZEZINSKI a qualificação de professores para o ensino superior inaugurada com a criação da CAPES contrapunha-se à “desqualificação” oficializada pela LDB de 1961. O legislador.Lei 4. como exigência para o exercício do magistério. somente o registro dos professores em órgão competente. oficializou a “leigalização” do magistério do ensino médio quando prescreveu. Nas disposições transitórias. os artigos 115 e 116 faziam concessões a professores não formados em razão do insuficiente número de habilitados para atuar na escola primária e de nível médio .

Criação das licenciaturas curtas As licenciaturas curtas surgiram em outubro de 1964 por meio de Indicação. Nesta perspectiva mais valeria uma formação aligeirada do que formação alguma. Com duração de 3 anos. . do Conselho Federal de Educação. Segundo Nascimento a prioridade deveria ser a política de valorização e reformulação das Faculdades de Filosofia e suas licenciaturas e a “aplicação sistemática do exame de suficiência tendo em vista o maior número de professores a curto prazo”. em primeiro momento. em “caráter experimental” e emergencial. surgiu. proposta pelo Conselheiro Newton Sucupira.

. apesar de possuírem o mesmo nível de formação. pois não tinha sequer uma especialização ao exercerem funções de supervisão. A reforma universitária criou também os institutos de “conteúdos específicos” e a Faculdade de Educação.540/1968 foi criado o cargo de especialista em educação. administração. No entanto. Segundo a conselheira Nair Fortes Abu-Merhy os especialistas foram chamados assim de forma inadequada. julgavam-se superiores ao professor. orientação. inspeção e planejamento.Reforma universitária Com a lei da reforma universitária lei n° 5.

visto ser esta uma instituição geral de educação superior. constituindo um elo a ligar os diversos setores básicos da universidade Promover a atualização de professores e especialistas atuantes nas escolas e nos sistemas de ensino. . mediante cursos de extensão.As funções da Faculdade de Educação Formar professores e especialistas em educação Desenvolver pesquisas capazes de formular categorias próprias de uma educação genuinamente nacional Promover a integração nas licenciaturas entre estudantes de diversas áreas do saber em um local comum para o preparo pedagógico Disseminar a concepção de educação que deve iluminar a universidade. graduação e pós-graduação.

não conseguiam vagas nas outras habilitações que poderiam encaminhar para o 3º grau. O curso de formação de professores de 1ª a 4ª série foi transformado na “Habilitação Magistério”. .692/1971 2ª LDB Essa lei transformou todo o 2º grau em profissionalizante e por isso a Escola Normal foi desativada. por suas notas mais baixas.Lei 5. que na prática passou a ser reservada aos alunos que.

Foram organizados encontros regionais e nacionais para debater a questão. nos anos 70. e portanto transitório. Essa proposta do MEC fomentou o debate a respeito da formação de professores no país.Professor polivalente Nos anos 60 as licenciaturas curtas surgiram com um caráter emergencial. . ela surge como um processo regular de formação de professores e ganha inclusive uma justificativa pedagógica: a de formar o professor polivalente.

na desvinculação das disciplinas de conteúdo e pedagógicas e no distanciamento existente entre a formação acadêmica e as questões colocadas pela prática docente na escola. refletido a separação entre ensino e pesquisa. a médio ou longo prazo e a não autorização do funcionamento de novos cursos dessa natureza.A cada ano os documentos finais dos encontros nacionais desse movimento reafirmavam a necessidade de extinção das licenciaturas curtas e parceladas. . Sobre os demais problemas das licenciaturas destacavam-se o complexo problema da dicotomia teoria e prática. no tratamento diferenciado dispensado aos alunos do bacharelado e da licenciatura.

Klinke & Silva a afirmação da Educação como um direito constituiu uma referência central. . Segundo Palafox.Constituição de 1988 Na carta constitucional de 1988 a Educação é definida como uns dos direitos sociais fundamentais. E que é dever do Estado e da família assegurar o exercício deste direito. balizadora no desenvolvimento e implementação de políticas de educação a partir dos anos 1990.

Dentro desta perspectiva. especialmente no governo de Fernando Henrique Cardoso (1994-2002). . que disseminam o discurso da eficiência e de adequação dos objetivos educacionais às novas exigências do mercado internacional. há a necessidade de preparar os professores para formar alunos capazes de se adequar a esse mercado. Influência de organismos internacionais.Políticas para a formação de professores na década de 1990 Contexto: Consolidação do neoliberalismo no cenário internacional e implementação de políticas neoliberais no Brasil. como o Banco Mundial.

Estabelecem-se metas de ampliação da rede de ensino.Conferência Mundial Educação para Todos. o Brasil traçava metas locais a partir do acordo firmado em Jomtien e . do acesso universal e melhoria dos resultados de aprendizagem. SHIROMA et al. jovens e adultos. (2007) 1993.Plano Decenal Educação para TodosBrasil “Com esse plano. Constatou-se que 100 milhões de crianças estavam fora da escola e que havia mais de 900 milhões de analfabetos no mundo.Tailândia Declaração que se compromete a assegurar uma educação básica de qualidade a crianças.1990.

Defesa da criação de institutos de educação para a formação de professores.1995. formação e profissão Críticas à formação de professores. Brasil -Seminário Internacional: Professores. às faculdades de educação e à natureza das licenciaturas. consideradas falidas. a partir da constatação de que as Universidades não realizavam essa tarefa adequadamente. .

as principais orientações da política oficial de formação de professores. d) Indução à privatização da formação de professores. 2004. b) retirada da formação de professores do âmbito da universidade.. sob o modelo neoliberal são: a) forte regulação do Estado (Estado normativo e avaliador).“. 121) .. p. c) Aligeiramento do conteúdo e da duração da formação. (CARNEIRO.

 62. ” Como formar um enorme contingente de professores em nível superior? .394/96 e a formação de professores Art. de graduação plena. como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental. em universidades e institutos superiores de educação. na modalidade Normal. admitida. “A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior. em curso de licenciatura.A LDB 9. a oferecida em nível médio.

III programas de educação continuada para os profissionais de educação dos diversos níveis. 63.394/96 e a formação de professores Criação dos Institutos Superiores de Educação. inclusive o curso normal superior. os institutos superiores de educação manterão: I .A LDB 9. II programas de formação pedagógica para portadores de diplomas de educação superior que queiram se dedicar à educação básica. Art.cursos formadores de profissionais para a educação básica. destinado à formação de docentes para a educação infantil e para as primeiras séries do ensino fundamental. .

87 do Título das disposições Transitórias.394/96 e a formação de professores art. dentre outros aspectos. somente serão admitidos professores habilitados em nível superior ou formados por treinamento em serviço”. que: “§ 4º Até o fim da década da Educação. Foi instituída a chamada década da Educação que previa. (Revogado em 2013) .A LDB 9.

Resoluções de 1997: apontam a necessidade emergencial de formação de professores para atender à falta destes profissionais nos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio. Contempla a possibilidade de formação de professor para profissionais de outras áreas. Pontuam também os problemas que as licenciaturas passavam. . esta última podendo ser oferecida à distância. Tais programas têm duração mínima de 540 horas. das quais 300 horas são de prática e 240 de formação dita teórica. Resolução CNE nº 2/97: Criação de programas especiais de formação pedagógica de docentes para o ensino fundamental e médio.

CARNEIRO.se já não é fácil a adequada combinação entre teoria e prática nos cursos regulares. 42) ..“Essa grosseira banalização da formação de professores fragilizou o já difícil processo de construção da identidade profissional do magistério..”(LINHARES. bem mais dificíl será garanti-la em cursos a distância. p. 1998..44) “.. p. (LÜDKE. 2003.

9 66.5 21.Ensino Fundamental. -1ª a 4ª Brasil sériesSem formação1998 Com formação Acima da mínima mínima formação mínima* 11. Fonte: MEC/INEP/SEEC .6 *A formação mínima é o Ensino Médio Completo.Grau de formação docente. Acima da formação mínima estão os docentes com formação de nível superior.

8 *A formação mínima é o curso superior completo.5ª a 8ª série. Fonte: MEC/INEP/SEEC .Ensino fundamental.2 75. Brasil1998 Sem formação Com formação mínima mínima* 24.Grau de formação docente.

Resolução CNE nº 1/99. Além disso. de setembro de 1999. Exige-se titulação de mestre de apenas 1/10 do corpo docente. na oferta de cursos de pós-graduação. continuada e complementar (através de programas especiais) de todos os professores da educação básica. Tal resolução considera os ISEs como entidades de formação profissional do magistério. de caráter profissional. voltados para a educação básica. podendo atuar. os ISEs podem realizar a formação inicial. inclusive. .

.276/99  Art. 3º § 2o  A formação em nível superior de professores para a atuação multidisciplinar. far-se-á exclusivamente em cursos normais superiores. destinada ao magistério na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental.Decreto 3.

“Com isso.. institutos. Por decorrência. os centros. p. o curso de pedagogia perdeu a prerrogativa de formar o professor.) Outra consequência desse decreto é o prejuízo que acarreta à formação docente ao privá-la das atividades de pesquisas que devem caracterizar o ensino superior. (..” SHIROMA et al. setores ou faculdades de educação são estimulados a oferecer cursos normais superiores e a abandonar a formação docente em curso de pedagogia. como reza o decreto. (2007. 85) .

Decreto 3. destinada ao magistério na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental.000 § 2o  A formação em nível superior de professores para a atuação multidisciplinar. preferencialmente. far-se-á. em cursos normais superiores .554 de 2.

. definiram as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação dos Profissionais do Magistério. passava por problemas institucionais e no âmbito curricular.Parecer CnE/CP 009/2001 e resoluções CnE/CP 01/2002 e 02/2002. com predomínio de uma concepção restrita de prática. relativas aos cursos de licenciatura e de graduação plena. em nível superior. a formação de professores no Brasil. De acordo com o Parecer.

de modo a possibilitar uma formação que se realizasse na articulação entre ensino. pesquisa e extensão. que se responsabilizariam pela formação de professores para a educação básica. Incentivo à criação dos Institutos Superiores de Educação.M et al.Propôs três princípios orientadores para a reforma da formação de professores: a concepção de competência como nuclear na orientação do curso de formação de professores. PALAFOX. a coerência entre a formação oferecida e a prática esperada do futuro professor e a pesquisa como elemento essencial na formação profissional do professor. G. (2013) . em detrimento de uma política de formação que privilegiasse a formação de professores em universidades.

. execução. O Curso de Pedagogia deve estar integrado à docência e também proporcionar a formação para a participação na gestão e avaliação de sistemas e instituições de ensino em geral. acompanhamento de programas e de atividades educativas e na produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo educacional. na elaboração.Aprovação do Parecer CnE/CP 05/2005 e da resolução CnE/CP 01/2006. que definiram e instituíram as diretrizes Curriculares nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia.

O objetivo é assegurar a qualidade da formação dos professores que atuarão ou que já estejam em exercício nas escolas públicas. atribui à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) a responsabilidade pela formação de professores da educação básica – uma prioridade do Ministério da Educação.A Lei nº 11. de julho de 2007. além de integrar a educação básica e superior visando à qualidade do ensino público.502. . A Política Nacional de Formação de Professores tem como objetivo expandir a oferta e melhorar a qualidade nos cursos de formação dos docentes.

Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência.2007 Criação do PIBID. Inserção dos estudantes no contexto das escolas públicas desde o início da sua formação acadêmica para que desenvolvam atividades didáticopedagógicas sob orientação de um docente da licenciatura e de um professor da escola. .

cerca de 330 mil professores da educação básica que ainda não possuíam curso superior. entre 2010 e 2015. 6. . O objetivo proclamado para esta política era o de formar. prevendo a colaboração entre união.Decreto n. estados e municípios. Institui-se o Parfor (Plano Nacional de formação de professores da Educação Básica). para a elaboração de um plano estratégico de formação inicial para os professores de escolas públicas. de 29 de janeiro de 2009: Política nacional de Formação dos Profissionais da Educação Básica.755.

localizada em 397 municípios do País.000 professores da educação básica frequentando os cursos em turmas especiais do Parfor. Há 54.Os resultados do Programa: Até 2012. o Parfor implantou 1920 turmas. Parfor: Números de alunos frequentes por Região em 2012 (Fonte: Plataforma Freire) .

Fernando . 2013. W. março 2012. Karina . representações e poder. W.).). A criação das licenciaturas curtas no Brasil. v. Pedagogia. 2007. . P. . p. SHIROMA. Olinda. (Org. 2000. n. 1998. . Rio de Janeiro: Lamparina. 2004. Campinas. In: M de Paula. CARNEIRO. ed. G. (Org. Políticas de currículo. P.E. p.Rio de Janeiro: CEP. rev. 2. v. Série Formação do professor). Belo Horizonte: Autêntica. Formação de professores em nível superior: disputa sem desfecho no Rio de Janeiro. Florianópolis: Insular. (Org. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação. Sarita Schaffel. . SILVA. Thiago Rodrigues. Brasília: Plano. São Paulo: Cortez. 4ª ed  .M. 2000. ed. 45. Pedagogos e Formação de professores. MORAES. Formação de profissionais da educação: o novo contexto legal e os labirintos do real. Formação de professores: Pesquisas. CARNEIRO. M. CARNEIRO. 29. Maria Célia. 1a. Revista HISTEDBR On-line. CARNEIRO. S. História da educação. 133-145. 305-325.D. PAIVA. Célia . Eneida. 2003. 2º grau. W.) . Iria. GHIRALDELLI JÚNIOR. 2007. p. KLINKE. Debatendo a universidade. formação e valorização dos profissionais da educação pós-Constituição de 1988: um breve balanço [ISSN: 1678-166X]. PALAFOX. EVANGELISTA. NASCIMENTO. 1996. 35-56. .Referências Bibliográficas BRZEZINSKI. p. Política Educacional. 1. Formação Docente: diferentes percursos. Formação de professores: travessia crítica de um labirinto legal.340-346. . Niterói: EDUFF. In: Julio Cesar Gomes. ed.. (Coleção Magistério. Política de Formação de Profissionais da Educação no Brasil e a questão da pesquisa na formação de professores. PEREIRA. LINHARES. São Paulo: Papirus. 167p. 1ed. W. v. J. .