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DRENAGEM URBANA

Grupo 6:
Bernardo Salazar
Carlos Cezar
Liliane Pessoa
Maria Antonia
Mariana Seidel

HISTÓRIA
• Revolução Agrícola
• Revolução Urbana
• Grécia
• Roma Antiga
• Idade Média
• Revolução Industrial
• Saturnino de Brito

Galerias na Roma Antiga

Canal 1 – inaugurado em 1907

Cidades medievais

Canal 1 – inaugurado em 1907

A cidade do Recife era quase toda saneada • Século XX .O planejamento da rede de drenagem não acompanhou a expansão populacional da cidade • Enchentes Praça de Casa Forte – cheia de 1966 Década de 70 .DRENAGEM URBANA NO RECIFE • Século XIX .

do Tejipió .4 canais. do Beberibe .HIDROGRAFIA • A hidrografia do Recife é constituída por um sistema de macrodrenagem formado pelas bacias: do Capibaribe .20 canais.20 canais.5 canais. e propiciou o despejo de efluentes e de resíduos sólidos.sofre com constantes inundações e alagamentos no período chuvoso. causando prejuízos ao meio ambiente e à drenagem pluvial .17 canais • Bacia do rio Capibaribe . do Jordão . O desmatamento e a ocupação de suas margens acarretaram o assoreamento do rio e de seus afluentes. e bacia do Jiquiá .

bocas de lobo. galerias de águas pluviais e canais de pequenas dimensões Partes constituintes • • • • • • Bocas-de-lobo Poço de Visita Tubos de ligação Galerias Sarjetas Sarjetões . guias e sarjetas.MICRODRENAGEM   A Microdrenagem inclui a coleta e afastamento das águas superficiais ou subterrâneas através de pequenas e médias galeria Sistema de drenagem inicial composto pelos pavimentos das ruas.

RUA • • • Permeabilidade Declividade Sentido do Escoamento SARJETAS A capacidade de condução da rua ou da sarjeta pode ser calculada a partir de duas hipóteses: • a água escoando por toda a calha da rua. ou • a água escoando somente pelas sarjetas .

Sua função é receber as águas pluviais que correm pelas sarjetas e direcioná-las à rede coletora POÇO DE VISITA .BOCA DE LOBO São dispositivos em forma de caixas coletoras construídas em alvenaria.

GALERIAS Retangular Trapezoidal SARJETÕES Nos cruzamentos. Tal procedimento permite o desvio do excesso de vazão em determinada rua para outra com capacidade de escoamento superficial ociosa. de forma a minimizar a quantidade de galerias Circular . para orientar o sentido de escoamento superficial das águas. serão instalados sarjetões necessários.

valas e galerias Obras usuais de macrodrenagem:  Retificação e ampliação das seções de canais naturais • Construção de canais artificiais • Construção de canais artificiais • Galerias de grandes dimensões • Estruturas auxiliares de controle • Dissipação de energia • Amortecimento de picos • Proteção contra erosões e assoreamento • Travessias e estações de bombeamento . dando prosseguimento ao escoamento dos deflúvios oriundos das ruas. sarjetas.MACRODRENAGEM Destinam-se à condução final daságuas captadas pela drenagem primária.

CANAL GALERIA PLUVIAL EM “V” .

geológico (encostas) e sanitário Sistema de alerta sonoro .SISTEMAS DE ALERTA E MONITORAMENTO Sistema de Alerta e Defesa Civil: para a população em áreas de risco é necessário que haja planos de alerta e evacuação que a deixem a salvo. hidrológico. Isto inclui monitoramento ambiental pluviométrico.

Vídeo .

▪ Art. 91. não podendo ser inferior a 20% (vinte por cento) da área do lote ▪ Art. A LUOS fixará o índice de área de solo virgem no interior dos lotes. além dos limites mínimos necessários. 92. através de ações voltadas à saúde do indivíduo e da coletividade.LEGISLAÇÃO ▪ O serviço urbano de drenagem pluvial deve obedecer ao Plano Diretor de Drenagem do município do Recife. conforme as diretrizes estabelecidas no PDCR. As vias públicas locais que apresentem impermeabilização em nível superior ao estabelecido no caput deste Artigo terão a impermeabilização reduzida ao valor indicado. . será desestimulada a impermeabilização de áreas privadas. Nas vias públicas de tráfego local da planície do Recife a impermeabilização não poderá exceder a 70% da área da via. Na Planície do Recife. quando da execução de obra de reforma ou de recapeamento. devendo ser asseguradas à população condições necessárias para uma melhor qualidade de vida. exceto nos casos onde as vias forem utilizadas pelo Sistema de Transporte Público de Passageiros.

minimizando o impacto ambiental devido ao escoamento das águas pluviais ▪ O PDDU deve contemplar: Visão do plano e gestão integrada Prioridade nas medidas não-estruturais: legislação. prevenção e gestão Participação pública Plano por sub-bacia urbana Gestão municipal ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ .PLANO DIRETOR ▪ O Plano Diretor de Drenagem Urbana (PDDU) é o conjunto de diretrizes que determinam a gestão do sistema de drenagem.

ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO .

PROBLEMAS ENCONTRADOS NA BOA VISTA Declividade e Profundidade das Sarjetas Posicionamento das Bocas de Lobo .

PROBLEMAS ENCONTRADOS NA BOA VISTA Falta de manutenção das Bocas de Lobo Uso de Grelha Falta de manutenção das Sarjetas Uso de Grelha no concreto linear .

DRENAGEM NA BOA VISTA N N Área de Intervenção .

DRENAGEM NA BOA VISTA N Pontos de Alagamento na Área de Estudo VIA ARTERIAL PRINCIPAL VIA ARTERIAL SECUNDARIA VIA COLETORA VIA LOCAL .

ESTUDOS DE CASO Estádio Mané Garrincha Armazenamento da água que incide sobre a coberta do estádio Utilização de diversas tecnicas de drenagem ecológica numa escala local .

ESTUDOS DE CASO RIO CHEONGGYECHEON No processo de recuperação do rio que passa no centro de Seul houve preocupação em recuperar a vegetação ribeirinha e amplicar a calha do rio .

ESTUDOS DE CASO RIO CHEONGGYECHEON No processo de recuperação do rio que passa no centro de Seul houve preocupação em recuperar a vegetação ribeirinha e amplicar a calha do rio .

 Deve-se conciliar novas estruturas de drenagem urbana com outras existentes .APLICAÇÕES NA ÁREA DE ESTUDO  É necessário um planejamento urbano que valorize as áreas verdes existentes e que proponhas outras novas áreas.

meio ambiente Investimentos limitados pelo orçamento Taxa de drenagem e de lixo Controle da poluição: sistema separador Controle da poluição: sistemas unitários ou mistos. retardar. Buscar o reequilíbrio dos ciclos naturais. infiltrar. abastecimento. ocupação territorial. estéticos e ecológicos CONCEITO CLÁSSICO CONCEITO SUSTENTÁVEL Drenagem e afastamento dos esgotos Manejo sustentável de águas urbanas Visão higienista Visão ambiental Afastar a água Conviver com a água Rio = conduto Rio = ambiente de lazer. armazenar.DRENAGEM SUSTENTÁVEL    Conceito Clássico X Drenagem Sustentável Sustentabilidade: Não transferir os impactos à jusante. renaturalizar Gestão isolada Gestão integrada: esgotos. manancial Solução: canalizar Solução: reter. Resultar em benefícios econômicos. revitalizar. desenvolvimento de ecossistemas. contemplação. tratar. Implementar planos com visão integrada de bacia e saneamento. tratamento das águas da primeira chuva . lixo.

AÇÕES NÃO ESTRUTURAIS São essenciais no traçado para a Drenagem Sustentável ▪ Participação da sociedade ▪ Educação ambiental ▪ Regulamentação das áreas inundáveis ▪ Legislação AÇÕES MITIGATÓRIAS ▪ ▪ Buscam compensar os efeitos da urbanização sobre os processos hidrológicos com benefícios para a qualidade de vida e preservação ambiental Funcionam pela retenção e infiltração da água precipitada .

filtrar. independentes do porte. Na Boa Vista pode ser usada em novas construções. armazenar e disponibilizar esta água para uso em área externa ou interna A captação da água que cai sobre os telhados diminuem a sobrecarga da rede de drenagem. para aliviar o saturado sistema existente .Exemplos: CAPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA ▪ ▪ ▪ Captação e aproveitamento da água da chuva a partir da cobertura de qualquer tipo de edificação O sistema consiste em recolher.

sempre que possível ser captada e usada para outros fins. • .PISOS PERMEÁVEIS Aumentam a área permeável nos centros urbanos e assim reduzem o impacto das enchentes • Procura-se aumentar a área de solo permeável. isso faz com que a água siga se curso natural e não sobrecarregue as redes de drenagem • A água que cai sobre edifícios pode.

construído com os objetivos de reduzir o volume das enxurradas Sedimentam cerca de 80% dos sólidos em suspensão e o controle biológico dos nutrientes Reservatórios de detenção podem ser construídos para evitar cheias após grandes tempestades.BACIAS DE RETENÇÃO E DETENÇÃO ▪ ▪ ▪ Tanque com espelho d´água permanente. como nesse reservatório que se transforma em pista de skate . No restante do ano podem ser áreas de recreação.

cobertura morta e solo em um jardim da chuva combinam processos naturais físicos. químicos e biológicos para remover poluentes do escoamento .ÁREAS VERDES ▪ Retenção de parte das águas da chuva. diminuindo o escorrimento superficial e alimentando o lençol freático BACIAS DE INFILTRAÇÃO ▪ São uma depressão no terreno com as finalidades de: reduzir o volume das enxurradas. remover alguns poluentes e promover a recarga da água subterrânea ▪ As plantas.

proteção contra o excesso de ventilação e insolação. recreação. controle de erosão. circulação não-motorizada. redução de ruídos urbanos.OCUPAÇÃO DE ÁREAS ALAGÁVEIS ▪ As áreas de fundo de vale podem ser utilizadas para lazer. bem como para proteção dos cursos d’água. entre outros . promoção de educação ambiental e cidadania. amortecimento de inundações. abrigo de fauna. manutenção da qualidade do ar. proteção da vegetação e mata ciliar.

JARDINS DE CHUVA • Solução de além de benéfica para a drenagem é para o paisagismo e qualidade do ar .