Farinha de

Carne
Farinha de
Penas
Eduardo Esperança
Luiza Mariano Leme
Profª Draª Adriana Droval

Farinha de
Carne

urina e conteúdo digestivo  Destinado a nutrição de aves.  Sem cerdas. peixes e PetFood .Farinha de Carne  Resultante da secagem e cozimento do produto fresco.

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a Aumento de 3. Para cada tonelada cerca de 300 kg são descartados (subprodutos). Segundo o relatório Projeções do Agronegócio.6% ao ano. produção de carnes deverá crescer 35 % no período.Passando de 26. entre 2013-2023.Brasil 2012/2013 a 2022/23. .8 milhões de toneladas.5 milhões de toneladas para 35.

para rações animais (FOA). açougues e graxaria. independente ou produzindo sebo integrada a frigoríficos e industrial e farinhas abatedouros. que pode ser casa de carnes.A indústria que recicla os resíduos de origem Sua função básica é a animal (ROA) é de processar resíduos conhecida provenientes dos tradicionalmente por frigoríficos. .

. Pecuária e Abastecimento – MAPA: Instrução Normativa Nº 34/2008.As atividades produtivas das graxarias são reguladas e fiscalizadas pelas autoridades sanitárias do Ministério da Agricultura.

subprodutos. resíduos do abate de um bovino de 400kg. .Tabela 1 : produtos.

resíduos do abate de um suíno de 90kg. subprodutos. .Tabela 2: produtos.

resultante do processamento de resíduos animais. higiênico-sanitários. que atenda ao padrão de identidade e qualidade preestabelecido. nos aspectos nutricionais.A Instrução Normativa 34/2008. tecnológicos e . declara: o Farinha: subproduto não comestível.

o excesso de sangue.o Não se admite e são consideradas adulterações: o adição de pêlos. o pó de chifre ou cascos. o Couro. . o conteúdo gastrintestinal.

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Farinha de Penas .

O que é? Produto resultante da cocção. obtidas como resíduo do abate de aves. isento de materiais estranhos e microrganismos patogênicos . sob pressão. de penas limas e não decompostas.

a farinha de penas deve passar por um processo de hidrólise. aumentando a disponibilidade de nutrientes .Nutrição Animal  Fonte proteica  Alto teor de proteínas brutas  Proteína de baixa qualidade  Farinha de penas crua  Baixa digestibilidade  Proteínas não degradáveis no rúmen  Baixa disponibilidade de nutrientes Portanto.

Processamento Recepção de penas úmidas Prensagem Hidrólise (digestores) Secagem Moagem .

Recepção e prensagem Processamento .

5 lb/pol² durante uma hora 15 lb/pol² durante 20 min  Digestores  Equipamentos mecânicos que realizam a cocção das penas Intensidade Digestibilidade do processo Hidrólise proteica Processamento excessivo: produto com baixo teor proteico devido a perda de aa Processamento insuficiente: hidrólise incompleta – proteínas não digeríveis . tornando-a digerível Pressão e tempo variável: 3.Processamento Hidrólise  Hidrólise  Ruptura das ligações entre os aminoácidos que compõem a proteína (queratina).

Processamento Hidrólise .

Processamento Secagem Entrada: Penas hidrolisadas com 54% de umidade Saída: Penas hidrolisadas com 8% de midade .

Moagem Processamento .

Qualidade da farinha de penas  Qualidade da matéria-prima  Tempo entre sacrifício e processamento  24 a 48 horas entre o abate do lote e o processamento de seus subprodutos  Contaminação cruzada  Processo de putrefação .

insetos e mo patogênicos  Farinhas com alto tempo de umidade têm grande facilidade de decomposição. umidade.: histamina)  São formadas a partir da degradação da proteína  Se consumidas em grandes quantidades é tóxica  Odor fétido  Tempo de estocagem  Necessário alto controle de T.Qualidade da farinha de penas  Aminas biogênicas (ex. aumentando a população microbiana e acidificação do produto . roedores.

diminuindo seu valor nutricional  Umidade muito baixa: sinal de excesso de processamento  Contaminação microbiana  Salmonella sp  Temperatura do processamento é suficiente para eliminar contaminação microbiana  Pode ocorrer recontaminação .Qualidade da farinha de penas  Umidade  Teor de umidade das farinhas: 4% a 6% (8% limite máximo)  Umidade elevada pode levar a oxidação lipídica do produto.