Conceituação Cognitiva

Sarah Karenina
Psicóloga – CRP

A conceituação cognitiva fornece a estrutura para o entendimento de um paciente pelo terapeuta. fisiológicas e comportamentais? • Que aprendizagens e experiências antigas contribuem para seus problemas hoje? • Quais as crenças subjacentes e pensamentos? • Que mecanismos cognitivos. Hipóteses • Qual o diagnóstico do paciente? • Quais seus problemas atuais? • Como esses problemas se desenvolveram? • Que pensamentos e crenças disfuncionais estão associados ao problema? • Quais as reações emocionais. afetivos e comportamentais ele desenvolveu para enfrentar essas crenças disfuncionais? • Que estressores contribuíram para seus problemas psicológicos? .

O terapeuta começa a construir uma conceituação cognitiva durante seu primeiro contato com um paciente. .

Modelo Cognitivo • A terapia cognitiva baseia-se no modelo cognitivo. • O modo como as pessoas se sentem está associado ao modo como elas interpretam e pensam sobre uma situação. que levanta hipóteses por sua percepção dos eventos. (percepção as situação) • O terapeuta deve interessasse pelo nível de pensamento que opera simultaneamente com o nível mais óbvio e superficial do pensamento .

são consideradas como verdades absolutas . Essas. outras pessoas e seus mundos. as pessoas desenvolvem determinadas crenças sobre si mesmas.Crenças • Começando na infância. • As crenças centrais são entendimentos que são tão fundamentais e profundos que as pessoas frequentemente não os articulam. sequer para si mesmas.

Desse modo.Crenças • As crenças centrais são o nível mais fundamental de crença. rígidas e supergeneralizadas • A tendência é de focalizar seletivamente informações que confirmem a crença central. . elas são globais. desconsiderando ou descontando informações que são contrárias. ele mantém a crença mesmo que ela seja imprecisa e disfuncional.

Atitudes. Regras e Suposições Pensamentos automáticos Crenças centrais Crenças intermediárias (atitudes. regras e suposições) .

.Atitudes. Regras e Suposições • As crenças influenciam a visão de uma situação. o que. e às novas crenças mais embasadas na realidade e funcionais. que podem não ser aprendidas. • O mais importante para o terapeuta cognitivo referese as crenças disfuncionais. sente e se comporta. que podem ser desenvolvidas e aprendidas através da terapia. por sua vez. influencia o que ele pensa.

• Então. envolve uma ênfase inicial sobre pensamentos automáticos. • O terapeuta ensina o paciente a identificar. as crenças disfuncionais que estão por trás dos pensamentos disfuncionais tornam-se foco do tratamento. avaliar e modificar seus pensamentos.Atitudes. as cognições mais próximas à percepção consciente. . a fim de produzir alívio de sintomas. Regras e Suposições • A trajetória usual do tratamento. na terapia cognitiva. • A modificação profunda de crenças mais fundamentais torna os pacientes menos propensos a apresentar recaída no futuro.

Relacionamento do comportamento com os pensamentos automáticos Crença Central Crença Intermediária Situação Pensamento Automático Emoção .

afim de determinar como proceder na terapia (metas. técnicas) .Relacionamento do comportamento com os pensamentos automáticos • Crenças centrais inarticuladas influenciam a percepção da situação. • O terapeuta deve aprender a conceituar as dificuldades do paciente em termos cognitivos.

Relacionamento do comportamento com os pensamentos automáticos • O terapeuta deve se perguntar: • Como esse paciente veio parar aqui? • Que vulnerabilidades e eventos da vida foram importantes? • Como enfrentou essas vulnerabilidades? • Quais são seus pensamentos automáticos? .

Relacionamento do comportamento com os pensamentos automáticos Crença Central Crença Intermediária Situação Pensamento Automático Reações Emoção Comportamento Fisiológica .

.Relacionamento do comportamento com os pensamentos automáticos • Uma conceituação cognitiva correta auxilia em determinar quais as principais caminhos e como percorrer. • As hipóteses levantadas são confirmadas e desconfirmadas à medida que novos dados são apresentados.

18 anos. .Estudo de caso Sally. universitária.

Referência .

Sarah Karenina Psicóloga CRP 15/3785 MBA em Gestão Estratégicas de Pessoas .