PELAGENS DOS EQÜINOS

Hermógenes A. Santana Júnior ± Graduando em Zootecnia/UESB Fabrício Bacelar L. Mendes - Mestrando em Zootecnia/UESB Alyson A. Pinheiro ± Doutorando em Zootecnia/UEM

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O que seria a pelagem? 

Pelagem é o revestimento externo do animal caracterizado pela coloração do conjunto formado por pele, pêlos, crina e cauda. cauda. A pelagem é determinado pelos genes individuais que são em número de 30, formando 30, assim diferentes combinações. combinações. 

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CAVALOS ORIGINAIS SELVAGENS 

Pelagem padrão Domesticação Conceitos heranças Preferências
3   

Importância da pelagem 

Raças Beleza Econômica  

4

Importância da pelagem $$$$$$$ =
Pelagem falsificada

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DETERMINAÇÃO DAS PELAGENS 

Nomenclatura Brasil
confusa  regionalizada  



Fichários dos haras Associações de Registro Genealógico
Presente  Futuro  Padronização 

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ABECEDÁRIO DA GENÉTICA

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ABECEDÁRIO DA GENÉTICA
Genes da Série C (Color)  O C é responsável pela produção do pigmento melânico, pois permite que a reação bioquímica, descrita a seguir, aconteça em todas as suas etapas:
Tirosina + Dopa tirosliase+cobre Melanóide + Proteína =MELANINA 

 

C é o dominante e o c é o recessivo cc esses esses animais são chamados de albinos e possuem pêlos brancos, pele e olhos róseos Pseudoalbinos
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ABECEDÁRIO DA GENÉTICA
Genes da Série B (Black) 
Alelos

desta série, B e b, são responsáveis pela cor do pigmento produzido, (bb) leva à produção do pigmento vermelho. Com este vermelho. conhecimento será possível definir os genótipos das pelagens preta e alazã 

Pelagem

Preta: CCBB CCBb  Pelagem Alazã: CCbb
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ABECEDÁRIO DA GENÉTICA
Genes da Série A (Aguti)  Os alelos desta série são responsáveis pela produção da feomelanina, que determina clareamento da pelagem em áreas específicas Ex: Ex: crina e cauda de cor diferentes da pelagem do corpo Genes da Série D (Dilution)  A ação do alelo dominante (D), desta série, é provocar diluição na tonalidade da pelagem, agindo na intensidade de produção e distribuição do pigmento produzido. Ex: Pêlo de rato produzido. Ex:
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ABECEDÁRIO DA GENÉTICA
Genes da Série E_ (Extension)  O alelo E é um fator de extensão, e determina que o pigmento produzido seja uniformemente distribuído em toda extensão do corpo. Ex: corpo. Ex: o tordilho, o rosilho e o pedrez Genes da Série G (Gray)  O alelo dominante da série G é responsável pela pelagem tordilha  Quando acontece na forma homozigota (GG) ou heterozigota (Gg), o animal nascerá com a pelagem determinada por esse genótipo e terá aparecimento gradativo de pêlos brancos até se tornar completamente branco  Um animal para ser tordilho terá, obrigatoriamente, um de seus pais também tordilho
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ABECEDÁRIO DA GENÉTICA
Genes da Série LP (Leopard) 

A pelagem apalusa é resultante do alelo dominante LP nas formas homozigota ou heterozigota (LPLP / LPlp), os pares LPLP e LPlp determinam as malhas brancas regionalizada e outro alelo (ainda não conhecido) que é responsável pela presença ou não das pintas existentes nessas malhas

Genes da Série M (Markings)  Os genes responsáveis pelo aparecimento das particularidades das pelagens (calçamentos, estrela, cordão etc) 12

ABECEDÁRIO DA GENÉTICA
Genes da Série O (Overo)  Nesta série o alelo 0, na forma heterozigota dominante (Oo), é responsável pelo aparecimento de malhas brancas na pelagem  Essas malhas se confundem com o restante da pelagem e não são bem delimitadas como acontece na pampa

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OBSERVAÇÃO  

Quando em homozigoze dominante (00) provoca a 00) síndrome letal do ´potro brancoµ. Esses potros nascem brancoµ. saudáveis, são completamente brancos, com olhos azulados e morrem no máximo 3 dias após o nascimento, em conseqüência de uma extensa (30cm) 30cm) constrição no intestino que não permite a eliminação das fezes (aglanglionose ileocólica) A seleção para pelagem Oveira deve ser evitada para prevenir a ocorrência dessa síndrome no rebanho, pois o acasalamento de dois animais de pelagem Oveira terá 25% de chance de nascer potros com aglanglionose 25% ileocólica
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ABECEDÁRIO DA GENÉTICA
Genes da Série P (Paint) 

Também conhecido como To (Tobiano)

O alelo P dominante determina ausência de produção da melanina em diversas áreas do corpo e, como conseqüência, o animal apresentará malhas brancas despigmentadas, caracterizando a pelagem Pampa Na seleção para pelagem Pampa é importante considerar: considerar:  Para que um potro tenha pelagem Pampa, um de seus pais deverá ser também de pelagem Pampa. Pampa.  O gene P tem efeito somativo e portanto no cruzamento entre pampas os produtos (PP) tendem a nascer com maior proporção de malhas brancas
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ABECEDÁRIO DA GENÉTICA
Genes da Série R(Roan)  O alelo dominante desta série (R) é responsável pela pelagem Rosilha Genes da Série W (White)  O W dominante é responsável pela pelagem branca  Tem característica de epistasia, ou seja, mascara o efeito de todos os outros genes que já foram mencionados
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OBSERVAÇÃO 

Os cavalos brancos ocasionados pelo alelo W apresentam pêlos brancos, olhos azulados, castanhos ou amarelados e apenas algumas áreas do corpo pigmentadas. Esses indivíduos são pigmentadas. sempre heterozigotos (Ww). (Ww).  Os fetos portadores do genótipo WW são reabsorvidos ou abortados. Essa combinação abortados. gênica leva à deficiência de assimilação do cobre e o feto morre de anemia, em conseqüência da importante função desse mineral na formação da hemoglobina
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CLASSIFICAÇÃO DAS PELAGENS
o

SIMPLES - São as pelagens formadas por pêlos e crinas da mesma cor. Ex: Branco, alazão e preto.

Branco

Alazão

Preto
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CLASSIFICAÇÃO DAS PELAGENS
o

SIMPLES DESUNIFORME ² Pelagens formadas por crina e cauda diferentes. Ex: Castanho, Baio, entre diferentes. Ex: outros. outros.

Castanho

Baio

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CLASSIFICAÇÃO DAS PELAGENS
o

COMPOSTAS - Pêlos bicolores misturados, com crina e cauda diferentes. Ex: Lobuno, libuno ou lobeiro, diferentes. Ex: Lobuno, lobeiro, tordilho e o rosilho. rosilho.

Lobuno

Tordilho

Rosilho

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CLASSIFICAÇÃO DAS PELAGENS
o

JUSTAPOSTAS OU CONJUGADAS - Malhas e pintas de contorno irregular, mescladas com branco. branco. Ex: Ex: oveiro, pampa, apalusa, leopardo e o pedrez

Oveiro

Apalosa

Pampa

Pedrez

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Resenha

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Resenha
Resenha é um recurso importante para identificação dos eqüinos
Definição: Descrição pormenorizada de características visíveis na pelagem dos eqüinos, incluindo particularidades em seu corpo

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Resenha
Ficha modelo para resenha

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As pelagens podem ter sua coloração alterada por fatores como:
Sexo Idade Nutrição Estação do ano Clima Luz Saúde Trato

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Classificação das pelagens dos eqüinos
Categoria
1º Categoria: Simples e Uniformes

Tipo
Branca Preta Alazã Castanha Baia Pêlo de Rato Tordilha Rosilha Lobuna Ruão Pampa Persa Apalusa Oveira

Variedade
Pseudo-Albina Maltina e Azeviche Diversas Diversas Diversas Claro e Escuro Diversas Diversas Clara e Escura Claro e Escuro Diversas Diversas Diversas Diversas

2º Categoria: Simples e Uniformes com Crina, Cauda e Extremidades Pretas 3º Categoria: Compostas: São formadas pela interpolação de pêlos de duas ou três cores diferentes, distribuidas no corpo do animal 4º Categoria: Conjugadas: Caracterizase pela presença de malhas brancas despigmentadas em qualquer outra pelagem

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 1º Categoria
Composta exclusivamente de pêlos brancos. Os cavalos brancos verdadeiros são os que possuem o gene W, que quando em homozigose dominante (WW), causa perda embrionária ou morte logo após o nascimento.
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Branca:

Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 1º Categoria

Preta Maltina:

É a pelagem preta com reflexos avermelhados nas regiões do flanco e axilas, mas com cabeça de tonalidade preta.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 1º Categoria

Preta

Azeviche:

Pêlos pretos de tonalidade forte, com reflexos azulados.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 1º Categoria

Alazã:

Pêlos, crina e cauda de tonalidade vermelha, que pode variar de escura a amarela. A crina pode ser de tonalidade mais clara.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 1º Categoria

Alazã

Amarilha:

Pêlos de tonalidade amarelada, que pode variar da clara a escura podendo ou não ser avermelhada com crina e cauda branca ou creme.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 1º Categoria

Alazã Amarilha Apatacada: Pêlos de
tonalidade amarelada normalmente escura com crina e cauda branca ou creme com manchas arredondadas que lembram patacas (moedas antigas).
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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 1º Categoria

Alazã Cereja:

Pêlos de tonalidade vermelha, lembrando a cor de cereja.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 1º Categoria

Alazã Sobre Baia ou acima de Baio:
Cabeça, pescoço e tronco amarelados, com crina, cauda e extremidades avermelhadas.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 1º Categoria

Alazã Tostada: Pêlos
do corpo, crina e cauda de tonalidade vermelha escura, lembrando a cor de café torrado.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 2º Categoria
Presença de pêlos vermelhos na cabeça, pescoço e tronco, lembrando a cor da castanha madura, com crina, cauda e extremidades pretas.

Castanha:

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 2º Categoria
O vermelho da pelagem é de tonalidade clara com cauda e membros pretos sendo que a tonalidade preta dos membros não pode atingir toda a canela.

Castanha Clara:

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 2º Categoria

Castanha Escura:
O vermelho da pelagem é de tonalidade escura com cauda e membros pretos.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 2º Categoria

Castanha Pinhão:
Pelagem de tonalidade vermelha bem escura, quase preta. Pode ser diferenciada da preta maltina avaliandose a cabeça, que na castanha pinhão tem presença de pêlos vermelhos e na preta maltina é coberta de pêlos pretos.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 2º Categoria
Caracterizada pela presença de pêlos amarelos que variam do claro ao bronzeado na cabeça, pescoço e tronco. Com crina, cauda e extremidades pretas.

Baia:

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 2º Categoria
Pêlos de tonalidade amarela clara, com crina, cauda e membros pretos.

Baia Clara:

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 2º Categoria

Baia Palha:

Pêlos amarelos bem claros, lembrando a coloração da palha do milho.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 2º Categoria

Baia Escura Apatacada: A
tonalidade do amarelo é escura, quase marrom. Diferencia-se da castanha clara porque o marrom da baia escura é amarelado e na castanha é avermelhado.
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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 2º Categoria

Pêlo

de

Rato:

Caracterizada pela presença de pêlos cinza na cabeça, pescoço e tronco, lembrando a cor do rato de esgoto, com cauda e crina e extremidades pretas. Esta pelagem não é encontrada na espécie eqüina, só e encontrada em asininos e muares.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 3º Categoria
Interpolação de pêlos brancos em todo o corpo do animal. Característica importante é que é um gene epistático, ou seja, sempre que estiver presente no genótipo, vai se manifestar no fenótipo.
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Tordilha:

Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 3º Categoria

Tordilha

Negra:

Tordilho que apresenta pelagem preta com poucos pelos brancos. Acontece no início do clareamento.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 3º Categoria

Tordilha Clara :
Interpolação de pelos brancos e pretos sem predomínio do preto.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 3º Categoria

Tordilha

Pedrês:

Quando os pêlos vermelhos ou pretos formam pequenos tufos no fundo branco.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 3º Categoria

Rosilha

Baia:

Caracterizada pela interpolação de pêlos brancos na pelagem baia, esta interpolação é menor nas extremidades. Esta pelagem não tende ao clareamento completo como no tordilho.
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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 3º Categoria

Rosilha Alazã Crinalva: Caracterizada
pela interpolação de pêlos brancos na pelagem Alazã crinalva, esta interpolação é menor nas extremidades.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 3º Categoria

Lobuna

Clara:

Caracterizada pela interpolação de pêlos amarelos e pretos. Essas duas tonalidades podem estar presentes no mesmo pêlo. Na cabeça há um predomínio de pêlos pretos. Na clara a tonalidade é mais amarelada.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 3º Categoria

Lobuna

Escura:

Caracterizada pela interpolação de pêlos amarelos e pretos. Essas duas tonalidades podem estar presentes no mesmo pêlo. Na cabeça há um predomínio de pêlos pretos. Na escura a tonalidade é mais voltada para preto.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 4º Categoria

Pampa de Preto:
Conjugação de malhas pretas bem delimitadas, em torno de uma pelagem branca despigmentada.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 4º Categoria

Preta

Pampa:

Conjugação de malhas brancas despigmentadas e bem delimitadas, em torno de uma pelagem preta.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 4º Categoria

Pampa de Alazão:
Conjugação de malhas alazã bem delimitadas, em torno de uma pelagem branca despigmentada.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 4º Categoria

Alazã

Pampa:

Conjugação de malhas brancas despigmentadas e bem delimitadas, em torno de uma pelagem alazã.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 4º Categoria

Castanha Pampa:
Conjugação de malhas brancas despigmentadas e bem delimitadas, em torno de uma pelagem castanha.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 4º Categoria

Pampa de Tordilho:
Conjugação de malhas Tordilhas bem delimitadas, em torno de uma pelagem branca despigmentada.

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 4º Categoria
Qualquer pelagem que apresentar malha branca despigmentada na garupa. Essa malha poderá se estender atingindo outras regiões do corpo (dorso, lombo, cernelha e espáduas).

Apalusa:

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Resenha
1. Classificação das pelagens dos eqüinos 4º Categoria
Malhas de despigmentação em fundo de qualquer pelagem. Essas malhas apresentam contorno irregular e não são bem delimitadas como na pelagem pampa. Se infiltram com a pelagem de fundo.
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Oveira:

ACORDEMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

ACORDEMMMMMMMMMMMMMMMM

Tenha calma já está acabando.
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Resenha
2. Caracterização das particularidades CABEÇA

Pêlos brancos na fronte: Pêlos brancos
esparsos localizados na região da fronte.

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Resenha
2. Caracterização das particularidades CABEÇA

Estrela:

Pequena malha branca localizada na região da fronte.

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Resenha
2. Caracterização das particularidades CABEÇA
Grande malha também situada na fronte com pele despigmentada.

Luzeiro:

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Resenha
2. Caracterização das particularidades CABEÇA

Filete:

Listra fina de pêlos brancos, geralmente com pele pigmentada, localizada na região do chanfro.

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Resenha
2. Caracterização das particularidades CABEÇA

Luzeiro com Filete:
Grande malha também situada na fronte unida a uma Listra fina de pêlos brancos, geralmente com pele pigmentada, localizada na região do chanfro.

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Resenha
2. Caracterização das particularidades CABEÇA
Listra grossa de pêlos brancos, com pele despigmentada, localizada no chanfro.

Cordão:

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Resenha
2. Caracterização das particularidades CABEÇA

Frente Aberta:

Malha branca despigmentada que recobre toda a fronte e chanfro.

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Resenha
2. Caracterização das particularidades CABEÇA

Beta:

Mancha branca isolada, entre as narinas.

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Resenha
2. Caracterização das particularidades CABEÇA

Bebe branco:

Lábios superior e o inferior brancos.

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Resenha
2. Caracterização das particularidades CABEÇA

Bebe Superior :
brancos.

branco
Lábio superior

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Baixo

Calçado

:

Malha branca despigmentada que recobre o membro até o boleto.

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio

Calçado

:

Malha branca despigmentada que recobre o membro até o joelho ou jarrete.

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Alto Calçado :

Malha branca despigmentada que recobre o membro acima do joelho ou jarrete.

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Malha branca despigmentada que recobre o membro apenas acima da coroa do casco.

Calçado coroa :

sobre

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Alto Calçado Incompleto dos Posteriores

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Alto Calçado dos Anteriores

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Alto trialvo incompleto anterior direito e médio calçado incompleto anterior esquerdo cascos brancos
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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Baixo Calçado Arminhado

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Baixo calçado com casco mesclado

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Baixo calçado incompleto arminhado com respectivo casco mesclado
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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Baixo calçado lateral esquerdo

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Calçamento sobre coroa incompleto

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Casco branco casco mesclado

e

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio calçado com casco mesclado

85

Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio calçado diagonal anterior direito
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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio calçado incompleto com casco branco
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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio calçado, arminhado

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio manalvo

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio Pedalvo

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio quatralvo arminhado

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio quatralvo

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio trialvo anterior esquerdo

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Médio trialvo arminhado posterior direito e alto calçado arminhado posterior esquerdo
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Resenha
2. Caracterização das particularidades Membros

Zebruras médio calçado incompleto arminhado do anterior direito

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Outras peculiaridades

Listra de Burro

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Outras peculiaridades

Vestígio de Listra de Burro

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Resenha

2. Caracterização das particularidades Outras peculiaridades 

Rodópios ± Cabeça, pescoço, peito e flanco  Espiga ± normal ou lancetada normalmente encontrado no bordo superior do pescoço Seta ± espiga que não está no pescoço
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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Bebe em branco inferior

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Bebe em branco

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Beta

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Estrela com Cordão e ladre

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Estrela com filete e beta

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Estrela com filete

104

Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Estrela com início filete

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Estrela na fronte

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Estrela na

testa
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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Filete

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Frente Aberta Bocalvo

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Luzeiro com cordão

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Luzeiro com filete desviado para narina direita
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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Luzeiro com filete e ladre

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Luzeiro com início de cordão, beta e bebe em branco inferior
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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Luzeiro com início de filete

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Luzeiro e Beta

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Luzeiro

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Malacara

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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Pêlos brancos na fronte
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Resenha
2. Caracterização das particularidades Cabeça

Vestígio de Estrela na fronte

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Asininos

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Muito obrigado!!!
hsantanajunior@hotmail.com

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