Instrumentação Industrial

Dep. Eng. Electrotécnica

Instrumentos

Instrumentação Industrial
Exactidão (Accuracy) (The difference between a measurement reading and the true value of that measurement) Precisão (Precision) (The degree to which an instrument will repeat the same measurement over a period of time) Resolução (Resolution) ± quanto consegue µresolver¶ ± valor relativo (The smallest change in a measured value that the instrument can detect) Sensibilidade (Sensivity) ± valor absoluto (the smallest change in the input (stimulus) that causes a discernible change in the output ) Histerese (Hysteresis) (The delay between the action and reaction of a measuring instrument ) Linearidade (Linearity) (The amount of error change throughout an instrument's measurement range) Repetibilidade (Repetability)

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(The ability to obtain consistent results when measuring the same part with the same measuring instrument) Gama (escala) (Range) (The limit of measurement values that an instrument is capable of reading ) Estabilidade (Stability) (The ability of a measuring instrument to retain its calibration over a long period of time) Tolerância (Tolerance) (The unwanted but acceptable deviation from a desired dimension)

Instrumentação Industrial
(accuracy)

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exactidão

Precisão

Exactidão

ª
precisão

©

©

ª

ª

ª

©
Erros aleatórios

©
Erros sistemáticos

Instrumentação Industrial
Resolução

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O contacto do potenciómetro não desliza ao longo da totalidade do fio ± ³salta´de um ponto de uma espira para um ponto na espira seguinte. Admitindo que a totalidade do fio tem uma resistência de 100 ; e que existem 1 000 espiras, cada volta tem uma resistência de:

100 ; ! 0,1 ; / esp 1000 esp

Quando o contacto se move de uma espira para outra, a resistência varia de 0,1 ; Assim, o potenciómetro pode ser ajustado de 0 a 100 ;, com uma resolução de 0,1 ;.

Instrumentação Industrial
(algumas) características dinâmicas

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‡ Tempo de resposta (³response time´) ‡ Tempo de subida (³rise time´) ‡ Tempo de estabilização (³settling time´)

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Instrumentos Analógicos
(leitura contínua)

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Galvanómetro D¶Arsonval (microamperímetro)

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Corrente eléctrica ˆ Campo magnético ˆ Força (binário)

escala

ponteiro Força controle Força deflectora bobine

mola espiral

Valores típicos:

Consumo ± 25 QA (25 QW a 200 QW) Exactidão ± 2% a 5% (fundo de escala)

Instrumentação Industrial
Galvanómetro D¶Arsonval é um instrumento de corrente contínua

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valor real

valor real

f

[Hz]

f
0

[Hz]

0 

Não ligar directo à tensão (Rg PP)  Não ligar terminais invertidos  Começar por escalas mais elevadas

Instrumentação Industrial
Sendo microamperímetro, como medir ampéres ?

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I IS

Ig

RS

Rg

Malhas:

VS = Vg ISRS = IgRg I = IS + Ig

RS !

I g Rg IS

Nodos:

RS !

I g Rg I  Ig
I = m.I¶

m!

Rg  RS RS

Corrente máxima do galvanómetro

Instrumentação Industrial
Escalas múltiplas

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Rg

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Voltímetro

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R

I
1V 2V 40 mA 0 50 mA

V

Rg

V I! Rtot

Rtot = Rg + R

 

Ig P

Extensão de escala

Impedância (de entrada) R1
(R2 // Rg)

I

R2 R3 R4

R2 ™ Rg

V
Rg

R2

Rg
5 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0
0 10 20

R2  Rg

log

30

40

50

60

70

80

90

Instrumentação Industrial
Medição de corrente alternada

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Rectificação
Nota: pressupõe-se que os díodos são ideais (i.e. lineares)

valor eficaz (RMS) Imax

I eficaz !

2 ™ I max ! 0,707 ™ I max 2 ! 0,636 ™ I max

valor médio

I cc !

2 ™ I max T

(apenas para sinusoidais !) Calibrar para aqueles valores

Instrumentação Industrial

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Valor médio { { valor médio sinusoidal
Um instrumento com detecção de valor médio, fornecerá um valor incorrecto, para qualquer sinal diferente de um sinal sinusoidal !

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Alguns parâmetros

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factor de for a (" for

factor ") !

Valor eficaz (C .A.) Valor édio (C . A.)

para uma onda sinusoidal:

f.f.!

VRMS VCC

2 ™ Vmax 2 ! ! 1,11 2 ™ Vmax T

Vef = 1,11.Vmed Vmed = 0,9.Vef

Instrumentação Industrial
Alguns parâmetros ± factor de crista (³crest factor´)

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Vef 1

Vef 2

Vef 1 § Vef 2 no entanto, o sinal 1 é um sinal muito mais distorcido que o sinal 2

@ recorre-se ao factor de crista (³crest factor´)

fc !

Vp Vef

(noção da distorção de uma onda)

fc = 1,414

2

fc = 1,43

fc = 4,68

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Voltímetro TRMS(1) (fc < 3)

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(1)

TRMS = ³True RMS´ (verdadeiro valor eficaz)

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Ohmímetro

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Rlim

R
I

Raj

Rg

I! I!

V R V Rlim  Rg  R?

ctes

R? !

V  Rlim  Rg I

1 R? ! f I

Nunca ligar o Ohmímetro a um circuito sob tensão !

10.000 ;/V

Instrumentação Industrial

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0 +2 V 1,4 V 0 1 2 3 4 [ms]

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-2 V

+2 V

0 -1,5 V -2 V

3

2

4

1

5

9

6

8

Sensibilidade: 2 cm/V

7

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Pontas de prova
RS

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O cabo coaxial pode introduzir um aumento de até 100 pF, à capacitância de entrada do osciloscópio (30 pF, 1 M;)

‡ Não atenuadoras ± 1:1 (apenas uma ponteira convenientemente isolada)

CC VS
fonte do sinal

Ci

Ri

cabo coaxial

entrada do osciloscópio

mandatório: Ri >> RS

atenuador 9 M; CC Ci Ri

‡ Atenuadoras ± 10:1 (normal, embora existam outros factores de atenuação)

RS VS fonte do sinal

cabo coaxial

entrada do osciloscópio

Cabo blindado de baixa capacitância 9 M; 5 ± 30 pF Base da ponta de prova 40 pF 1 M;

Ponteira

Instrumentação Industrial
Distorção em altas frequências
CC ca

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cc 0,2 Qs

Ri

‡Declives de subida e descida ‡Arredondamentos dos cantos

A distorção nota-se quer em modo CA quer em modo CC Deve-se à combinação de RS (R interna do gerador) com Ci ({ CC)

RS Ci gerador pulsos

X =RSCi
Tempo de subida: ts =2,2.RSCi

Resolução:

‡ Gerador com RS ‡ Ponta de prova atenuadora

Instrumentação Industrial
Distorção em baixas frequências
CC ca

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cc 50 ms

Ri

CC

ca

cc

Ri

O condensador CC impõe uma pequena distorção

X = Ri x CC

Ri } 1 M; CC } 0,1 QF

X = 100 ms = ½ T

(dito tilt ou slope ou sag, em inglês)

É uma distorção nas baixas frequências, devida á carga/descarga do condensador CC Para evitar distorções em baixas frequências, a largura do pulso não deve ser inferior a (0,1xRiCC)

Le

1 Ri CC 10

Instrumentação Industrial
Input coupling

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Colocando o selector na posição DC mostra o sinal com as componentes AC e DC. Colocando o selector na posição AC bloqueia-se a componente DC (sinal centrado nos zero Volts)

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Trigger

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Onda de entrada

Pulso de disparo Sinal de varrimento
Exemplo da sinal sem controle de trigger

É necessário que o varrimento se inicie num ponto fixo da onda, opara que se veja um traço estável

‡ Fontes de disparo: ‡Internas
‡ CH1, CH2 ‡ VERT MODE

‡ Modos de disparo: ‡ AUTO ‡ NORM ‡ TV
No caso de ser utilizado com uma TV, para sincronização entre ambos

‡Externas
‡ EXT

Instrumentação Industrial
Positive/negative trigger ± fonte: o próprio sinal

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