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ATERRAMENTO

ELÉTRICO

Por que os sistemas elétricos devem ser aterrados?

fonte principal: Procobre Adaptação: Profª Margareth

• A palavra aterramento refere-se à terra propriamente dita. O aterramento é o fio ou a

A palavra aterramento refere-se à terra propriamente dita. O aterramento é o fio ou a barra de cobre enterrado que tem o propósito de formar um caminho condutor de eletricidade, tanto quanto assegurar continuidade elétrica e capacitar uma condução segura qualquer que seja o tipo de corrente.

Os sistemas elétricos em geral não precisam estar ligados a terra para seu funcionamento de fato. Porém, nos sistemas elétricos quando indicamos as tensões, geralmente elas são referidas a terra que, neste caso, representa um ponto de referência (ponto de potencial zero) ao qual todas as outras tensões são referidas. Aterrar significa controlar a tensão em relação a terra dentro de limites previsíveis.

Quando alguém está em contato com a terra, seu corpo está aproximadamente no potencial da terra. Se a estrutura metálica de uma edificação está aterrada, então todos os seus componentes metálicos estão aproximadamente no potencial de terra.

• Quando se diz que algum aparelho está aterrado(ou eletricamente aterrado) significa que um dos fios

Quando se diz que algum aparelho está aterrado(ou eletricamente aterrado) significa que um dos fios de seu cabo de ligação está propositalmente ligado à terra. Ao fio que faz essa ligação denominamos "FIO TERRA".

O aterramento dos sistemas elétricos visa à proteção das pessoas e do patrimônio contra uma falta (curto-circuito) na instalação e oferece um caminho seguro, controlado e de baixa impedância em direção à terra para as correntes induzidas por descargas atmosféricas.

Quando uma das três fases de um sistema não aterrado entra em contato com a terra, acidentalmente ou não, a proteção não atua e nenhum equipamento para de funcionar. Nesse sistema é possível energizar a carcaça metálica de um equipamento com um potencial mais alto que o da terra, colocando as pessoas que tocarem o equipamento e um componente aterrado da estrutura simultaneamente, em condições de choque.

• Qualquer que seja a finalidade do aterramento, proteção (constituído pelas medidas destinadas à proteção contra

Qualquer que seja a finalidade do aterramento, proteção (constituído pelas medidas destinadas à proteção contra choques elétricos provocados por contato indiretos) ou funcional (aterramento de um condutor do sistema, geralmente o neutro, objetivando garantir a utilização correta e confiável da instalação) o aterramento deve ser único em cada local da instalação.

Conforme orientação da ABNT a resistência deve atingir no máximo 10 Ohms, quando equalizado com o sistema de pára-raios ou no máximo 25 Ohms quando o sistema de pára-raios não existir na instalação.

É obrigatório que todas as tomadas tenham o seu fio terra. Normalmente elas já vêm com o fio terra instalado, seja no próprio cabo de ligação do aparelho à tomada, seja separado dele. No primeiro caso é preciso utilizar uma tomada com três polos onde será ligado o cabo do aparelho.

• O aterramento é obrigatório e a baixa qualidade ou a falta do mesmo invariavelmente provoca

O aterramento é obrigatório e a baixa qualidade ou a falta do mesmo invariavelmente provoca queima de equipamentos. Suas características e eficácia devem satisfazer às prescrições:

de segurança das pessoas,

• O aterramento é obrigatório e a baixa qualidade ou a falta do mesmo invariavelmente provoca
 desligamento automático,

desligamento automático,

 desligamento automático,
 desligamento automático,
 cargas estáticas

cargas estáticas

 cargas estáticas
 cargas estáticas
 equipamentos

equipamentos eletrônicos

 equipamentos
 equipamentos
 equipamentos
 controle de tensões

controle de tensões

 controle de tensões
 controle de tensões
 controle de tensões
 E ainda: transitórios O TERRA DE REFERÊNCIA SEMPRE SERÁ A TERRA? Nem sempre. O terra

E ainda: transitórios

 E ainda: transitórios O TERRA DE REFERÊNCIA SEMPRE SERÁ A TERRA? Nem sempre. O terra

O TERRA DE REFERÊNCIA SEMPRE SERÁ A TERRA?

Nem sempre. O terra de referência pode ser, às vezes, um condutor metálico de aterramento. Em certas ocasiões, o potencial de terra pode ser muito diferente daquele do condutor de aterramento.É muito importante que as tensões de toque e de passo sejam expressas em relação ao terra de referência mais apropriado. Se assim não fosse, como um avião em vôo possui um terminal de aterramento, sem que haja terra no espaço?

ATERRAMENTO ÚNICO O aterramento está presente em diversos sistemas de proteção dentro de uma instalação elétrica:

ATERRAMENTO ÚNICO

O aterramento está presente em diversos sistemas de proteção dentro de uma instalação elétrica: proteção contra choques, contra descargas atmosféricas, contra sobretensões, proteção de linhas de sinais e de equipamentos eletrônicos e proteções contra descargas eletrostáticas.

Normalmente, estuda-se cada proteção mencionada separadamente, o que leva, em alguns casos, a imaginar que tratam-se de sistemas completamente separados de proteção. Isso não é verdade. Para efeito de compreensão, é conveniente separar os casos, porém, na execução dos sistemas, o que existe é um único sistema de aterramento.

Dessa forma, veremos a seguir os principais aspectos de cada item e, no final, iremos reuní-los em um só aterramento.

ESQUEMAS DE ATERRAMENTO A NBR-5410 classifica os sistemas de distribuição em baixa tensão Em função das

ESQUEMAS DE ATERRAMENTO

A NBR-5410 classifica os sistemas de distribuição em baixa tensão Em função das ligações à terra da fonte de alimentação (geralmente um transformador) e das massas, de acordo com a seguinte simbologia, constituída de 2 ou 3 ou, eventualmente, 4 letras:

A primeira letra representa a situação da alimentação em relação à terra:

T = um ponto diretamente aterrado.

I

=

isolação de todas as

partes vivas em

relação à

terra ou

aterramento de um ponto através de uma impedância;

A segunda letra representa a situação das massas da instalação elétrica em relação à terra:

T = massas diretamente aterradas, independente do aterramento eventual de um ponto da alimentação.

N

=

massas ligadas

diretamente ao ponto da alimentação

aterrado ( em CA o ponto aterrada é normalmente o neutro );

• outras letras indicam a disposição do condutor neutro e do condutor de proteção: S =

• outras letras indicam a disposição do condutor neutro e do condutor de proteção:

S = funções de neutro e de proteção asseguradas por condutores distintos;

C = funções de neutro e de proteção combinadas em um único condutor (condutor PEN).

As instalações elétricas de baixa tensão devem ser executadas de acordo com os esquemas TT, TN (podendo ser TN-S, TN-C ou TN-C- S) e IT.

OBS: NUNCA UTILIZE O NEUTRO DA REDE ELÉTRICA COMO TERRA, A NÃO SER EM CASOS ESPECÍFICOS – CONDUTOR PEN ( ver 5410)

ESQUEMA TN Este esquema possui um ponto de alimentação diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a

ESQUEMA TN

Este esquema possui um ponto de alimentação diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a esse ponto através de condutor de proteção:

TN-S, o condutor neutro e o de proteção são distintos;

TN-C, o condutor neutro e o de proteção são combinados em um único condutor ao longo de toda a instalação.

TN-C-S, o condutor neutro e o de proteção são combinados em um único condutor em uma parte da instalação;

a) a) Esquema Esquema TN-S TN-S T T N N ( ( as as massa são
  • a) a) Esquema

Esquema TN-S

TN-S

TT

NN ((asas massa

a) a) Esquema Esquema TN-S TN-S T T N N ( ( as as massa são

massa são

são ligadas

ligadas àà terra

terra através

através dodo neutro)

neutro)

PEPE
PEPE

massas ligadas

massas

ligadas

aoao neutro

neutro

ponto neutro

ponto

neutro

ligado àà terra

ligado

terra

a) a) Esquema Esquema TN-S TN-S T T N N ( ( as as massa são
b) b) Esquema Esquema TN-C TN-C
  • b) b) Esquema

Esquema TN-C

TN-C

b) b) Esquema Esquema TN-C TN-C
c) c) Esquema Esquema TN-C-S TN-C-S
  • c) c) Esquema

Esquema TN-C-S

TN-C-S

c) c) Esquema Esquema TN-C-S TN-C-S
c) c) Esquema Esquema TN-C-S TN-C-S
  • c) c) Esquema

Esquema TN-C-S

TN-C-S

c) c) Esquema Esquema TN-C-S TN-C-S
ESQUEMA TT (neutro aterrado) Este esquema possui um ponto de alimentação diretamente aterrado, estando as massas

ESQUEMA TT (neutro aterrado)

Este esquema possui um ponto de alimentação diretamente

aterrado, estando as massas da instalação ligado à eletrodos de

aterramento eletricamente distintos do eletrodo de aterramento da

alimentação.

TT TT ((neutro neutro àà terra) terra) massas massas àà terra terra neutro neutro ligado ligado
TT
TT ((neutro
neutro àà terra)
terra)
massas
massas àà terra
terra
neutro
neutro ligado
ligado
àà terra
terra
Esquema IT (neutro isolado ou aterrado por impedância) Este esquema não possui nenhum ponto de alimentação

Esquema IT (neutro isolado ou

aterrado por impedância)

Este esquema não possui nenhum ponto de alimentação diretamente

aterrado, somente as massas da instalação são aterradas.

II TT (neutro (neutro isolado) isolado) massas massas àà terra terra neutro neutro isolado isolado ouou
II
TT (neutro
(neutro isolado)
isolado)
massas
massas àà terra
terra
neutro
neutro isolado
isolado
ouou aterrado
aterrado através
através
dede uma
uma resistência
resistência
dede valor
valor elevado
elevado
Esquema IT (neutro isolado ou aterrado por impedância) Este esquema não possui nenhum ponto de alimentação
• APLICAÇÃO DOS ESQUEMAS TT,TN E IT Quando a instalação possui um transformador ou gerador próprio,

APLICAÇÃO DOS ESQUEMAS

TT,TN E IT

Quando a instalação possui um transformador ou gerador próprio, como é o caso das indústrias e de certos prédios institucionais e comerciais de porte, via de regra, a opção é pelo esquema TN. Mas, quando o prédio é alimentado por transformador exclusivo de propriedade da concessionária, tem-se que consultar a concessionária a respeito da utilização de seu neutro como condutor PEN.

Para instalações alimentadas por rede pública de baixa tensão, caso das residências e pequenos prédios de todos os tipos, devido ao aterramento recomendado para o neutro, o esquema IT fica eliminado e o TT é o mais indicado.

Quando existirem equipamentos com elevado nível de correntes de fuga, o esquema TT não é recomendado, em virtude da possibilidade de disparos intempestivos dos dispositivos DR’s e quando existirem equipamentos com elevada vibração mecânica, o uso de um esquema TN não é indicado, devido à possibilidade de rompimento dos condutores.

CHOQUES ELÉTRICOS Chamamos de choque elétrico a sensação desagradável provocada pela circulação de corrente no corpo

CHOQUES ELÉTRICOS

Chamamos de choque elétrico a sensação desagradável provocada

pela circulação de corrente no corpo humano. As conseqüências de

um choque elétrico podem variar de um simples susto até a morte,

dependendo da intensidade de corrente e da duração desta.

Os choques podem ser por contatos:

Diretos: quando a pessoa toca diretamente um condutor energizado.

Indiretos: quando a pessoa toca a massa de um equipamento que

normalmente não está energizada, mas que, por falha da

isolação principal, ficou energizada.

Causas dos contatos diretos: ignorância, imprudência ou negligência. Características dos contatos indiretos: imprevisíveis e freqüentes, representam

Causas dos contatos diretos: ignorância, imprudência ou

negligência.

Características dos contatos indiretos: imprevisíveis e

freqüentes, representam maior perigo e recebem uma importância

maior na Norma.

Dispositivo “DR” São dispositivos que detectam a a soma fasorial das correntes que os os condutores

Dispositivo “DR”

São

São dispositivos

dispositivos que

que detectam

detectam aa soma

soma fasorial

fasorial das

das correntes

correntes que

que

percorrem osos condutores

percorrem

condutores VIVOS

VIVOS dede umum circuito

circuito num

num determinado

determinado

ponto. OO módulo

ponto.

módulo dessa

dessa soma

soma fasorial

fasorial éé aa chamada

chamada “Corrente

Corrente

Diferencial-Residual”(DR)

Diferencial-Residual(DR) ..

Dispositivo “DR” São dispositivos que detectam a a soma fasorial das correntes que os os condutores
• QUE MESMO O O CIRCUITO TRIFÁSICO SEJA DESEQUILIBRADO, NA NA AUSÊNCIA DE DE FUGAS: I

MESMO QUE

MESMO

QUE OO CIRCUITO

CIRCUITO TRIFÁSICO

TRIFÁSICO SEJA

SEJA DESEQUILIBRADO,

DESEQUILIBRADO, NANA

AUSÊNCIA

AUSÊNCIA DEDE FUGAS:

FUGAS:

 

I

1

I

2

I

3

I

N

0

COM

COM FUGA

FUGA DEDE CORRENTE

CORRENTE (CORRENTE

(CORRENTE DEDE FUGA

FUGA == IDR):

IDR):

  • I 1

I I I I

2

3

N

DR

IDEAL

IDEAL

• COM FUGA DE DE CORRENTE (CORRENTE DE DE FUGA = = IDR): I 1 

IDR == 00

IDR

   
  0 0 (CORRENTES IDR DE DE FUGA - - NATURAIS) = = I

IDR 00 (CORRENTES

IDR

(CORRENTES DEDE FUGA

FUGA -- NATURAIS)

NATURAIS)

IDR == II nn (CORRENTE

IDR

(CORRENTE DIFERENCIAL-

DIFERENCIAL- RESIDUAL

RESIDUAL NOMINAL

NOMINAL

REAL

REAL

ATUAÇÃO

ATUAÇÃO

• • REAL ATUAÇÃO

DEDE ATUAÇÃO)

ATUAÇÃO)

II DRDR

0,5

0,5

..

II nn

TEMPO-CORRENTE ZONAS DOS EFEITOS DE DE CORRENTE ALTERNADA ALTERNADA (( 1515 AA 100 100 Hz

ZONAS TEMPO-CORRENTE

ZONAS

TEMPO-CORRENTE DOS

DOS EFEITOS

EFEITOS DEDE CORRENTE

CORRENTE

ALTERNADA

ALTERNADA

(( 1515 AA 100 100 Hz Hz )) SOBRE SOBRE PESSOA PESSOA IEC IEC 479 479
(( 1515 AA 100
100 Hz
Hz )) SOBRE
SOBRE PESSOA
PESSOA
IEC
IEC 479
479
Nenhum efeito
perceptível
 Efeitos fisiológicos
geralmente não danosos
 Efeitos fisiológicos notáveis
(parada cardíaca,
parada respiratória,
contrações musculares)
geralmente irreversíveis.
 Elevada probabilidade de
efeitos fisiológicos graves
e irreversíveis:
- fibrilação cardíaca,
- parada respiratória.
C1:
C1: não há fibrilação do
coração.
C2:
C2: 5% de probabilidade de
fibrilação
C3:
C3: 50% de probabilidade de
fibrilação.
DR DR OU OU DISJUNTOR INTERRUPTOR DR DR SENSIBILIDADE ALTA ( (   30mA)

DISJUNTOR DRDR OUOU

DISJUNTOR

INTERRUPTOR

INTERRUPTOR DRDR

ALTA SENSIBILIDADE

ALTA

SENSIBILIDADE (( 30mA)

30mA)

BAIXA SENSIBILIDADE

BAIXA

SENSIBILIDADE (( >> 30mA)

30mA)

DR DR OU OU DISJUNTOR INTERRUPTOR DR DR SENSIBILIDADE ALTA ( (   30mA)
ATENÇÃO dispositivos DR DR não limitam a a corrente do do choque elétrico a a valores

ATENÇÃO

ATENÇÃO:: dispositivos

dispositivos DRDR não

não limitam

limitam aa corrente

corrente dodo choque

choque elétrico

elétrico

aa valores

valores inferiores

inferiores aa II

nn ,, mas

mas apenas

apenas oo tempo

tempo que

que aa corrente

corrente

circula

circula nas

nas pessoas.

pessoas. Sua

Sua ação

ação éé aa dede interromper

interromper oo circuito

circuito tão

tão mais

mais

rapidamente rapidamente quanto quanto maior maior for for aa corrente corrente diferencial-residual. diferencial-residual.
rapidamente
rapidamente
quanto
quanto
maior
maior
for
for
aa
corrente
corrente
diferencial-residual.
diferencial-residual.
Dispositivo “DR” (IDR) • Especificação:  In In (A)  I I   n n

Dispositivo “DR” (IDR)

Especificação:

InIn (A)

(A)

II nn (mA

(mA ouou A)

A)

UnUn (V)

(V)

Iint

Iint (A(A ouou kA)

kA)

ff (Hz)

(Hz)

pólos

pólos

Dispositivo “DR” (IDR) • Especificação:  In In (A)  I I   n n
Dispositivo DR (DDR) • Especificação: Especificação: • Interruptor • + + • Disjuntor

Dispositivo DR (DDR)

Especificação:

Especificação:

Interruptor DRDR

Interruptor

++

Disjuntor

Disjuntor

Dispositivo DR (DDR) • Especificação: Especificação: • Interruptor • + + • Disjuntor
Disjuntor Disjuntor + + Bloco Diferencial Bloco Diferencial

Disjuntor

Disjuntor

++

Bloco Diferencial

Bloco

Diferencial

Disjuntor Disjuntor + + Bloco Diferencial Bloco Diferencial
Dispositivo “DR”: recomendações • • utilizado quando apenas os os IDR’s, a a proteção contra sobrecorrentes

Dispositivo “DR”: recomendações

quando utilizado

quando

utilizado apenas

apenas osos IDR’s,

IDRs, aa proteção

proteção contra

contra sobrecorrentes

sobrecorrentes

temtem que

que ser

ser assegurada

assegurada por

por dispositivo

dispositivo específico,

específico, atendendo

atendendo àsàs

prescrições dada NBR

prescrições

NBR 5410,

5410, ee oo IDR

IDR terá

terá que

que suportar

suportar asas solicitações

solicitações

térmicas ee mecânicas

térmicas

mecânicas provocadas

provocadas por

por correntes

correntes dede falta

falta depois

depois (a(a

jusante)

jusante) dede sua

sua posição

posição nono circuito;

circuito;

aoao serem

serem instalados

instalados DR’s

DRs nana proteção

proteção geral

geral ee dos

dos circuitos

circuitos

terminais, aa seletividade

terminais,

seletividade dede atuação

atuação temtem que

que ser

ser bem

bem coordenada.

coordenada.

Para isto,

Para

isto, obedecidos

obedecidos osos limites

limites fixados

fixados nana norma,

norma, oo DRDR dede menor

menor

sensibilidade (menor

sensibilidade

(menor IDID NN )) deve

deve ser

ser instalado

instalado nono circuito

circuito terminal

terminal

e, consequentemente,

e,

consequentemente, oo dede maior

maior sensibilidade

sensibilidade nono circuito

circuito dede

distribuição; distribuição;

dependendo dos

dependendo

dos níveis

níveis das

das correntes

correntes dede fuga

fuga dodo sistema

sistema para

para aa

instalação, aa escolha

instalação,

escolha dada sensibilidade

sensibilidade dos

dos DR’s

DRs temtem que

que ser

ser

cuidadosa, pois,

cuidadosa,

pois, principalmente

principalmente quando

quando instalados

instalados nana proteção

proteção

geral, poderão

geral,

poderão seccionar

seccionar intempestivamente

intempestivamente aa alimentação

alimentação dede toda

toda

aa instalação.

instalação.

Detalhes de Ligação de “DR”

Detalhes de Ligação de “DR”

Detalhes de Ligação de “DR”
Detalhes de Ligação de “DR”
Detalhes de Ligação “DR” Notas: 1) Cada setor / DR possui o seu próprio neutro não

Detalhes de Ligação “DR”

Detalhes de Ligação “DR” Notas: 1) Cada setor / DR possui o seu próprio neutro não

Notas:

1) Cada setor / DR possui o

seu próprio neutro não

devendo misturá-los.

2) O condutor de proteção é

comum

3) Os interruptores

diferenciais, têm que ser

protegidos contra curtos-

circuitos.

Detalhes de Ligação “DR”

Detalhes de Ligação “DR”

Detalhes de Ligação “DR”
Detalhes de Ligação “DR”
Detalhes de Ligação “DR”

Detalhes de Ligação “DR”

Detalhes de Ligação “DR”
Resumo das prescrições-choque elétrico (NBR 5410) • • • Proteção contra contatos diretos Proteção contra contatos

Resumo das prescrições-choque elétrico (NBR 5410)

Proteção contra contatos diretos

Proteção contra contatos indiretos

Proteção complementar (contra contato direto) por dispositivo

"DR"de alta sensibilidade (In 30mA)

Deve ser objeto da proteção complementar:

a) circuitos em locais contendo banheira ou chuveiro

b) tomadas em áreas externas

c) tomadas em áreas internas equip.externos

d)tomadas em cozinhas, copas-cozinhas, lavanderias, áreas de

serviços, garagem (local interno molhado ou sujeito a lavagens).

Exclusões:

luminárias em altura > 2,5m

tomadas para refrigeradores e congeladores;

• Seccionamento automático Esquema TN:  dispositivo de proteção a sobrecorrente  dispositivo "DR“ • 

Seccionamento automático

Esquema TN:

dispositivo de proteção a sobrecorrente

dispositivo "DR“

Seccionamento automático Esquema TT

dispositivo "DR“

A garantia total de proteção contra choques não se confere apenas

com o aterramento das massas, porém ele é extremamente

necessário para a boa proteção em grande parte das aplicações,

quando associado a dispositivos de proteção adequados.

ESQUEMAS TIPO DE OPERAÇÃO PRINCÍPIO EXIGÊNCIAS VANTAGENS DESVANTAGENS BÁSICO DE COMPLEMENTARES PROTEÇÃO DAS PESSOAS TT Seccionamento

ESQUEMAS

TIPO DE OPERAÇÃO

PRINCÍPIO

EXIGÊNCIAS

VANTAGENS

DESVANTAGENS

BÁSICO DE

COMPLEMENTARES

 

PROTEÇÃO DAS

PESSOAS

TT

Seccionamento à 1ª

Ligação do neutro

Seletividade com DR’s, se

Facilidade de

Custos dos DR’s (custo

falta

ao terra da

necessário.

projeto.

adicional).

alimentação e das

Exigência de

Possibilidade de disparos

massas a terra(s)

pessoal de

intepestivos , qualidade

independente(s)

manutenção com

de serviço diminuída.

em associação

preparação

com dispositivos automáticos de seccionamento.

mínima.

TN

Seccionamento à 1ª

Ligação do neutro

Definições de comprimentos

Possibilidade de

Maior dificuldade no

falta

e das massas ao

máximos de circuitos em

economia de

projeto.

terra da

função das condições de

material (TN-C).

Maior investimento a nível

alimentação em

seccionamento.

Possibilidade de

de projeto.

associação com

Complementação de segurança

utilização dos

Exigência de pessoal

dispositivos

por ligações eqüipotenciais ou

dispositivos de

especializado de

automáticos de

outras medidas.

proteção contra

manutenção.

seccionamento.

as

Massas sujeitas a

sobrecorrentes

sobretensões do neutro

na proteção

da alimentação.

contra os

contatos

indiretos.

IT

Seccionamento à 2ª falta

Neutro isolado ou impedante; massas ligadas a terra(s) independente(s) em associação com dispositivos automáticos de seccionamento e com dispositivos de controle.

Necessidade de vigilância permanente do isolamento. Necessidade de limitação de sobretensões. Necessidade de complementação de segurança(ligação eqüipotencial). Definição de comprimentos máximos de circuitos em função das condições de seccionamento (à 2ª falta).

Possibilidade de utilização dos dispositivos de proteção contra as sobretensões na proteção contra os contatos indiretos (seccionamento à 2ª falta)

Maior dificuldade no projeto. Maior investimento Exigência de pessoal especializado de manutenção Exigência de equipamentos suplementares de segurança e controle Limitação do comprimento dos circuitos

EXEMPLO

EXEMPLO

EXEMPLO
Fig. 7 – Detalhe de ligação no quadro
Fig. 7 – Detalhe de ligação no quadro

Fig. 7 – Detalhe de ligação no quadro

PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO DO TERRA(MÉTODO DA QUEDA DE TENSÃO)

PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO DO TERRA(MÉTODO DA QUEDA DE TENSÃO)

PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO DO TERRA(MÉTODO DA QUEDA DE TENSÃO)
Este método consiste na aplicação de uma determinada corrente no sistema de aterramento em teste (T)

Este método consiste na aplicação de uma determinada corrente no

sistema de aterramento em teste (T) fazendo-a circular através do

eletrodo de corrente (C). A corrente I provocará a aparição de

potenciais na superfície do solo. Esses potenciais são medidos através

do eletrodo P. Os potenciais ao longo do trecho TC terão o aspecto da

figura 2, assumindo, por conveniência, que o potencial em T é zero.

Este método consiste na aplicação de uma determinada corrente no sistema de aterramento em teste (T)
As resistências aparentes R = V/I ao longo do trecho TC terão a mesma configuração. A

As resistências aparentes R = V/I ao longo do trecho TC terão a

mesma configuração.

A resistência do sistema de aterramento em teste é o valor em ohms

do trecho da curva que tem valores constantes, constituindo um

patamar.

Para se obter o valor real da resistência é preciso se instalar o eletrodo

de potencial P fora das áreas de influência do sistema em teste

(trecho A da curva) e do eletrodo de corrente (trecho B).

Comprova-se que o patamar é atingido quando :

X = 0,618 . d

A distância “d” deverá ser a maior possível para que o patamar seja

formado com clareza.

Os valores práticos dos espaçamentos a serem utilizados estão

indicados no item seguinte.

ESPAÇAMENTO ENTRE ELETRODOS Os espaçamentos entre os eletrodos T, P e C da montagem indicada na

ESPAÇAMENTO ENTRE ELETRODOS

Os espaçamentos entre os eletrodos T, P e C da montagem indicada

na figura 1, dependem da dimensão do sistema de aterramento a ser

medido.

A tabela I, a seguir, fornece os espaçamentos sugeridos para as

configurações dos sistemas de aterramento mais usuais. Quando o

espaço disponível no local não permitir tais distâncias, utilizar os

espaçamentos mínimos da tabela II.

Nos casos especiais nos quais as configurações dos sistemas de

aterramento não se assemelham a nenhuma das constantes dessas

tabelas, pode ser utilizada a regra geral de que o eletrodo de corrente

poderá ser instalado à uma distância igual a cinco vezes a maior

dimensão ou diagonal do eletrodo, ou da malha.

Os valores indicados nas tabelas I e II foram montados com os seguintes dados : -

Os valores indicados nas tabelas I e II foram montados com os

seguintes dados :

  • - comprimento das hastes : 3 m

  • - diâmetro da haste : 0,016 m

  • - espaçamento entre hastes : 3 m

PROCEDIMENTOS DE CAMPO 1 - A montagem no campo deverá seguir o esquema de medição semelhante

PROCEDIMENTOS DE CAMPO

1 - A montagem no campo deverá seguir o esquema de medição

semelhante ao da figura 1, com as seguintes observações :

A - os espaçamentos entre eletrodos estão indicados nas tabelas I e II.

Sugere-se, entretanto, usar sempre que possível os cabos de 50 m

e 80 m, que servem para qualquer configuração de aterramento. Os

cabos adquiridos com o aparelho são: 2 cabos de 18 m, 2 cabos de

50 m e 1 cabo de 80 m;

B - as hastes de prova devem ser fincadas o mais profundo possível

(aproximadamente 30 cm já que as hastes padronizadas medem

40cm);

C - o alinhamento dos eletrodos (em teste, de tensão e de corrente) é

desejável, porém, não rigorosamente necessário.

2 - Após realizar a medição adotando os espaçamentos estabelecidos em tabelas, realizar mais duas medições

2 - Após realizar a medição adotando os espaçamentos estabelecidos

em tabelas, realizar mais duas medições deslocando o eletrodo de

tensão de uma distância “0,1d” em relação ao ponto da primeira,

pois devem estar no patamar, de acordo com o explicado em item

3.

Se ocorrem diferenças sensíveis, será necessário aumentar as

distâncias “d” e “x”.

2 - Após realizar a medição adotando os espaçamentos estabelecidos em tabelas, realizar mais duas medições
Exemplo: Quando estiver sendo usado d = 80 m e x = 50 m, as novas

Exemplo: Quando estiver sendo usado d = 80 m e x = 50 m, as novas

medições deverão ser feitas aproximadamente em x = 42 m e x = 58 m.

3 - Se não se conseguir medições, tentando-se as várias escalas do

equipamento, (considerando que o aparelho e a bateria estão em bom

estado), será preciso verificar a resistência dos eletrodos de prova.

Para testar a resistência do eletrodo de tensão basta trocar entre si, no

aparelho, as conexões dos cabos que ligam o eletrodo em teste e o

eletrodo de tensão (figura 4).

A resistência do eletrodo de tensão não poderá suplantar 1kΩ, qualquer

que seja o equipamento usado.

4 - Se forem notadas medições discrepantes ou a existência de interferências, outra medição deverá ser

4 - Se forem notadas medições discrepantes ou a existência de

interferências, outra medição deverá ser feita na direção

perpendicular em relação a anterior.

5 - Nem sempre a existência de muros, pequenas edificações e

outros obstáculos impedem a realização das medições. Muitas

vezes esses obstáculos podem ser contornados ou suplantados

pelos cabos permitindo fincar-se as hastes em locais

aparentemente escondidos, montando-se assim o esquema da

figura 1.