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Momento

Mariano
Tema:
Maria de
A Parábola da Águia chamada Circunstância

A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beira do ninho. Seu
coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que
sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões.
Porque a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? -
Pensou ela...
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo,
somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes.
E se justamente agora, isso não funcionar? – Ela pensou.
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão
estava prestes a se completar, restava ainda um tarefa final: o empurrão.
A águia enche-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem
suas asas não haverá propósito para a sua vida. Enquanto eles não
aprenderem a voar não aprenderão o privilégio que nascer águia.
E então, um a um, ela precipitou para o abismo...

... E eles voaram...!
Repensando o texto:

• As circunstâncias da vida, muitas vezes,
nos impelem a uma tomada de decisão.
• O que fez a águia, Circunstância?
• Reflete, questiona, corre o risco
precipitando seus filhotes para o abismo.
E eles voaram...

A parábola da águia Circunstância
retrata a condição humana.
Maria, Senhora de Nazaré

Maria, Senhora de Nazaré,
Aumenta a luz da nossa fé!

O anjo de Deus se fez visível
E a grande notícia te falou
Sabias que a Deus tudo é possível
E o teu coração acreditou

Enquanto Jesus anunciava
Seu plano de amor e salvação
A sua mensagem tu guardavas
Com fé, em teu grande coração

Sabias que tudo acontecia
Por obra das mãos do teu Senhor
Queremos contigo, mãe Maria
Firmar nossa fé e nosso amor
Maria de Nazaré

Maria de Cléofas, Maria de Tiago, Maria de Magdala...
O nome da Virgem era Maria. (Lc. 1,26-27)
Ela também se chamava Maria como muitas outras mulheres do
povo.
Maria de Nazaré, Maria do Povo, Maria do Povo de Deus.

Nazaré – pequena aldeia insignificante no País do Norte da
Palestina. Uma fonte no centro do povoado rodeada por um
campo relativamente fértil.
Maria de Nazaré – humilde, modéstia, serenidade e paz...
Na Casa de Nazaré
Maria cheia de Graça
Não teme o que possa vir
“Palavra de Deus não passa
Sem antes tudo florir”.

Na casa de Nazaré
Um sim ecoou sereno
Na casa de Nazaré
Deus mesmo se fez pequeno.

José não temeu agrura,
Maria foi sempre forte
E Deus encontrou ternura
E o povo uma nova sorte.

Maria foi resistente
Falou pelo povo seu.
“O braço do prepotente
Deus mesmo desmereceu”.

Maria, toda humildade,
Não foge nem mesmo à cruz
Confia: Deus é bondade,
Perdão, Fortaleza e Luz.
No sexto mês o anjo Gabriel foi enviado da parte de
Deus para uma cidade da Galiléia chamada Nazaré (...)
a uma virgem comprometida em casamento a um
homem chamado José (...).
O nome da virgem era Maria.
(Lc. 1, 17-26).
Maria diante do Mistério da
Anunciação

Reações e sentimentos de Maria:

Medo Fé Confiança em Deus
Questionamento Coragem
Serenidade Abertura à graça
Disponibilidade para servir
Responsabilidade...

Maria, comprometida com sua missão, assumiu o risco.

“Eis a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a Tua Palavra”.
Há semelhança entre o comportamento da
águia Circunstância e a atitude de Maria
diante da Anunciação?
(técnica do cochicho)
Comprida a sua missão...

“O anjo afastou-se dela”
(Lc 1,38).
Entremos, com infinita
Reverência, no interior de
Maria e contemplemos a
Sua fidelidade ao Senhor
Em todos os momentos de
Sua vida.
Maria percorreu na fé os
Os mesmos caminhos que
Nós. Também ela precisou
Buscar em sombras o
Verdadeiro rosto de Jesus.
Os imprevistos na vida de Maria

O evangelista Lucas narra que terminada sua missão junto a Maria, “o
anjo afastou-se dela” (Lc 1,38). A partir daí, a mãe de Jesus passou a
viver da fé, merecendo, justamente por isso, um elogio de Isabel:”Bem
– aventurada és tu que creste!” (Lc 1,45). Os evangelistas
testemunharam alguns imprevistos vividos por Maria:

•A visita do anjo em Nazaré (Lc 1,26-38);
•Nascimento de Jesus numa estrebaria (Lc 2, 1-7);
•Canto dos anjos e a visita dos pastores (Lc 2, 8-20);
•A visita dos magos do Oriente (Mt 2, 1-12);
•A espada predita por Simeão (Lc 2, 344-35);
•A fuga para o Egito (Mt 2, 13-23);
•A perda de Jesus, quando estava com 12 anos (Lc 2, 41-52);
•A paixão, morte, ressurreição e acessão de Jesus (Jo 18-21 e At 1).
Maria, minha mãe, Maria
Maria, minha mãe , Maria
Mulher que da fé viveu
Acreditou no seu Deus
E isso nunca esqueceu.
Nem tudo pode entender
Em tudo acreditou.
Maria que soube ser
Aquilo que Deus sonhou.

Foi pobre, não teve nada,
O pão pra o filho amassou,
Também por causa do Filho
Maria, às vezes chorou

Foi rica toda de Deus,
só fez o que ele pediu
E quando a dor torturou,
Maria não desistiu.

O fogo que nos transforma,
Maria soube esperar.
Também de tempo pra Deus,
Achou tempo pra rezar.

Foi à fonte, teve amigas,
Foi pra todos irmã
Maria é e será na igreja
o sol da manhã
Maria, modelo a imitar

Maria foi e é, com certeza, uma criatura
especial na história da humanidade porque
foi escolhida para ser a Mãe de Jesus, o
Filho de Deus. Porém não devemos
divinizá-la, colocando-a, numa altura
inacessível, acima das outras mulheres
para não corrermos o rico de perder o
melhor: ver nela o modelo para a nossa
vida.
Maria é merecidamente honrada com culto
especial pela Igreja. Com efeito, desde
remotíssimos tempos a Bem – aventurada
virgem é venerada sob títulos de Mãe de
Deus, sob cuja proteção os fiéis se refugiam
em todos os seus perigos e necessidades.
(Lg 66).
Um pequenino beija – flor triste sonhava
Com vôos largos como as águias rumo ao
sol
Cada manhã o mesmo sonho despertava
Ao despertar um novo dia no arrebol
Mas bem sabia pequenino no tamanho
Não ter da águia asas nem dela o fulgor.
Sabendo embora não renunciava o sonho
Beijar no infinito o sol como uma flor.
Voa, voa, voa, voa, águia voa
Quem me dera como tu voar além
Voa, voa, voa, voa, águia voa
Quem me dera rumo ao sol voar também

Numa manhã veio pousar mesmo ao seu lado
Aquela águia do seu sonho qual visão.
Voa, voa, voa, voa, águia voa
Teve a idéia de esconder-se bem calado
Quem me dera como tu voar além
Nas suas penas e assim voar então.
Voa, voa, voa, voa, águia voa
E lá se foi buscando ao sol o esplendor
Quem me dera rumo ao sol voar também
Mas já bem próximo quis a águia voltar
Ali tão perto mesmo só o beija-flor voou e Assim é minha história igual maravilhosa
Conseguiu a flor do sol beijar. Eu sou um beija-flor pequenino a sonhar
E tu Maria és a águia poderosa
Na qual eu posso ao sol de Deus enfim chegar.

Voa, voa, voa, voa, águia voa
Coração também foi feito pra voar
Voa, voa, aos braços de Maria, voa, voa
Que ela vai fazer de Deus também beijar.
Espelhando-nos em
Maria, com Maria,
contemplemos o seu
Filho – “SOL
Nascente, LUZ do Alto
(...) a iluminar os
nossos passos no
caminho da paz.”
(Lc 1, 78-79).