You are on page 1of 51

DOENÇAS EXANTEMÁTICAS VIRAIS

RUBÉOLA

RUBÉOLA

RUBÉOLA: aspetos gerais

A rubéola é uma doença infeciosa aguda, causada por um vírus, o vírus da rubéola.

RUBÉOLA: aspetos gerais  A rubéola é uma doença infeciosa aguda, causada por um vírus, o

É contagiosa e benigna ,na maioria dos casos não deixa sequelas nem mata, mas é grave durante a gravidez.

Menos contagiosa que o sarampo e muitas crianças nunca chegam a ter esta doença.

RUBÉOLA: aspetos gerais

É

própria

da

infância,

atinge habitualmente

crianças em idade escolar e adolescentes (entre 5 e 9 anos de idade), nos países onde não existe vacinação.

Embora

frequência,

com

menos

pode

afetar

adultos não vacinados e que não tenham tido a

doença

na

infância.

RUBÉOLA: modo de transmissão

A rubéola transmite-se da mesma forma que uma

gripe. -
gripe.
-

O vírus é transmitido para outras pessoas através:

gotículas de saliva

-

secreções nasais

-

da tosse ou respiração

ou por contacto com o doente que apresenta vírus nos vários líquidos orgânicos (urina, sangue, etc.)

-

RUBÉOLA: modo de transmissão  A rubéola transmite-se da mesma forma que uma gripe. - O
RUBÉOLA: modo de transmissão  A rubéola transmite-se da mesma forma que uma gripe. - O

RUBÉOLA: modo de transmissão

Pode ser transmitida também durante a gravidez, passando através da placenta, em casos onde uma mãe doente transfere o vírus ao feto

RUBÉOLA: modo de transmissão  Pode ser transmitida também durante a gravidez, passando através da placenta,

Uma

mulher

infetada

durante

as

primeiras

16

semanas

(particularmente as primeiras 8 ou 10 semanas) de gravidez pode abortar, dar à luz um bebé morto ou ter um bebé com deficiências congénitas.

Entre 10 % e 15 % das mulheres adultas jovens nunca tiveram

rubéola,

pelo

que podem correr

o

risco

de

ter

filhos com graves

deficiências congénitas se forem infetadas no início da gravidez.

A

tem

rubéola

pessoa

uma

vez,

porque

o

organismo infetado cria anticorpos que a protegem para sempre de outro ataque, tornando-a imune à doença.

RUBÉOLA: sinais e sintomas

A rubéola é uma doença que se manifesta em duas fases distintas

RUBÉOLA: sinais e sintomas  A rubéola é uma doença que se manifesta em duas fases
RUBÉOLA: sinais e sintomas  A rubéola é uma doença que se manifesta em duas fases

fase inicial que se caracteriza exantemática

fase chamada

pelo aparecimento de sintomas

que se caracteriza pelo

como febre e mal estar

aparecimento de uma erupção

na pele (o exantema da rubéola).

RUBÉOLA: sinais e sintomas

O exantema

da

rubéola é uma erupção

na pele

constituída por pequenas manchas de cor rosada,

pequenas como cabeças de alfinete, localizadas

inicialmente na cabeça e

no

pescoço,

que

se

espalham rapidamente pelo tronco e pelos membros, atingindo todo o corpo ao fim do primeiro dia.

RUBÉOLA: sinais e sintomas  O exantema da rubéola é uma erupção na pele constituída por

Esta erupção

palmas

das

não causa comichão, não atinge as

mãos

nem

as

plantas

dos

pés

e

desaparece ao fim de dois ou três dias.

Rubéola

Um quarto dos doentes com rubéola não apresentam a erupção típica e, como os sintomas gerais são ligeiros, a doença pode passar despercebida

Rubéola  Um quarto dos doentes com rubéola não apresentam a erupção típica e, como os
Tratamento Tratamento Rubéola  Como acontece com muitas outras doenças virais não existe um tratamento específico

Tratamento

Tratamento

Rubéola

Como acontece com muitas outras doenças virais não existe um

tratamento específico para a rubéola, que é uma doença auto

limitada, ou seja, que evolui espontaneamente para a cura ao fim de

alguns dias.

Tratamento Tratamento Rubéola  Como acontece com muitas outras doenças virais não existe um tratamento específico

Rubéola

O tratamento tem apenas como objectivo o alívio dos sintomas

presentes (controlo da febre se esta for elevada e alívio das dores

articulares, se estão presentes).

Rubéola  O tratamento tem apenas como objectivo o alívio dos sintomas presentes (controlo da febre

O paracetamol, tem simultaneamente efeito sobre a febre e a dor

Prevenção Prevenção Rubéola  A vacina contra a rubéola faz há vários anos parte do Plano

Prevenção

Prevenção

Rubéola

A vacina contra a rubéola faz há vários anos parte do Plano Nacional

de Vacinação, sendo por isso uma vacina gratuita. A sua

administração deve ser feita aos quinze meses.

O reforço desta vacina é feito entre os cinco e os seis anos de idade,

com excepção para as crianças nascidas antes de 1993, que

seguem o esquema de vacinação anterior, fazendo o reforço entre os

onze e os treze anos de idade.

Rubéola

O principal objectivo da vacinação contra a rubéola é a prevenção

da rubéola congénita, ou seja, da infecção que atinge o feto durante

a gravidez.

Rubéola  O principal objectivo da vacinação contra a rubéola é a prevenção da rubéola congénita,

Rubéola

As mulheres em idade fértil que não tiveram rubéola e que não se

encontram vacinadas, podem e devem fazer a vacina antes de

engravidar.

Para isso, deve ser confirmado através de uma análise que não

tiveram rubéola, e a mulher deve utilizar um método contraceptivo

eficaz nos dois meses anteriores e nos dois meses posteriores à

vacinação.

Rubéola

Em comunidades isoladas (com pouca ou nenhuma assistência

médica), é comum, quando uma mulher tem rubéola, receber

visitas frequentes de outras mulheres (principalmente

adolescentes) que ainda não manifestaram a doença.

Por ser uma doença não recorrente (cujo contágio se estabelece

apenas uma vez), a prática de se adquirir a doença antes de uma

concepção (gravidez) proporciona imunidade contra o vírus,

evitando riscos gestacionais.

Complicações: Complicações: Rubéola  As complicações mais graves da rubéola estão associadas ao aparecimento da doença

Complicações: Complicações:

Rubéola

As complicações mais graves da rubéola estão associadas ao

aparecimento da doença durante a gravidez

Outras complicações como:

artrite (inflamação das articulações),

encefalite (infecção do cérebro)

ou trombocitopénia (alteração da coagulação do sangue por

diminuição das plaquetas),

são possíveis, embora extremamente raras nas crianças

SARAMPO

SARAMPO

SARAMPO

O sarampo é uma infecção víral muito contagiosa que produz

diversos sintomas e uma erupção característica.

SARAMPO  O sarampo é uma infecção víral muito contagiosa que produz diversos sintomas e uma

SARAMPO: modo de transmissão

SARAMPO: modo de transmissão  As pessoas adquirem o sarampo principalmente ao inalar micro gotas de

As pessoas adquirem o sarampo principalmente

ao inalar micro gotas de uma pessoa infetada

que se encontram no ar depois de terem sido

expelidas pela tosse.

SARAMPO: modo de transmissão  As pessoas adquirem o sarampo principalmente ao inalar micro gotas de

SARAMPO: período de contagio

Uma

pessoa

com

o

vírus

do

sarampo é

contagiosa entre 2 e 4 dias antes que a erupção

apareça

e

continua

a

sê-lo

desaparecimento.

SARAMPO: período de contagio  Uma pessoa com o vírus do sarampo é contagiosa entre 2

até

ao

seu

Sarampo

Sarampo mais Idade frequente para o o seu aparecimento  Os surtos costumam ocorrer em: 

Idade mais

Idade

mais frequente

frequente para

para oo seu

seu aparecimento

aparecimento

Os surtos costumam ocorrer em:

adolescentes e em adultos jovens previamente imunizados

crianças pequenas de idade pré-escolar que não tenham sido

imunizados

bebés demasiado pequenos para a vacina

Sarampo

A mulher que tenha tido sarampo ou que tenha sido vacinada

transmite a imunidade (em forma de anticorpos) ao seu filho.

Sarampo  A mulher que tenha tido sarampo ou que tenha sido vacinada transmite a imunidade

Esta imunidade dura quase todo o primeiro ano de vida.

Sarampo  A mulher que tenha tido sarampo ou que tenha sido vacinada transmite a imunidade

Sarampo

Sarampo Período de de incubação  O período de incubação do sarampo é entre uma a

Período Período dede incubação incubação

O período de incubação do sarampo é entre uma a duas semanas,

ou seja, os sintomas do sarampo começam aproximadamente entre

o 7.º e o 14.º dias depois da infecção.

Sarampo

Sarampo e e Sintomas: Sinais  Podemos considerar que o sarampo também ocorre em duas fases

Sinais ee Sintomas:

Sinais

Sintomas:

Podemos considerar que o sarampo também ocorre em duas fases

fase inicial

Sarampo e e Sintomas: Sinais  Podemos considerar que o sarampo também ocorre em duas fases

com sintomas inespecíficos

e outros sintomas

Sarampo e e Sintomas: Sinais  Podemos considerar que o sarampo também ocorre em duas fases

segunda fase

erupção pelo corpo

Sarampo

Sarampo  Uma pessoa infectada primeiro sente:      febre, congestão nasal, irritação

Uma pessoa infectada primeiro sente:

febre,

congestão nasal,

irritação na garganta,

tosse seca

e apresenta vermelhidão dos olhos.

2 a 4 dias mais tarde aparecem minúsculas manchas brancas

(manchas de Koplik) na boca.

Sarampo  Uma pessoa infectada primeiro sente:      febre, congestão nasal, irritação

Sarampo

Sarampo  3 a 5 dias depois dos sintomas começarem, aparece uma erupção que dá uma

3 a 5 dias depois dos sintomas começarem, aparece uma

erupção que dá uma comichão ligeira à frente e por baixo das

orelhas e dos lados do pescoço e adopta o aspecto de superfícies

irregulares, planas e vermelhas que rapidamente começam a

crescer.

Sarampo  3 a 5 dias depois dos sintomas começarem, aparece uma erupção que dá uma

Num ou dois dias espalha-se para o tronco, para os braços e para

as pernas, enquanto começa a desaparecer da cara.

Sarampo

No ponto de maior desenvolvimento da doença, a pessoa sente-se

muito doente, a erupção é extensa e a febre pode ultrapassar os

  • 40 o C.

Ao fim de 3 ou 5 dias, a temperatura diminui, a pessoa começa a

sentir-se melhor e qualquer mancha restante desaparece

rapidamente.

Sarampo

Diagnóstico Diagnóstico

O diagnóstico baseia-se nos sintomas típicos e na típica erupção.

Não se fazem exames especiais.

Sarampo Diagnóstico Diagnóstico  O diagnóstico baseia-se nos sintomas típicos e na típica erupção. Não se

Sarampo

Sarampo Tratamento Tratamento  Uma criança com sarampo deve manter-se sempre quente e cómoda.  Para

Tratamento

Tratamento

Uma criança com sarampo deve manter-se sempre quente e

cómoda.

Para reduzir a febre pode-se administrar paracetamol ou ibuprofeno.

Se aparecer uma infecção bacteriana secundária, necessita de um

antibiótico

Sarampo

Sarampo Prevenção Prevenção  A vacina contra o sarampo é uma das imunizações que se aplicam

Prevenção Prevenção

A vacina contra o sarampo é uma das imunizações que se aplicam

sistematicamente na infância

A vacina é administrada em geral juntamente com a da parotidite e a

da rubéola e é injectada no músculo da coxa ou na parte superior do

braço.

PAPEIRA

PAPEIRA

Papeira

A parotidite (papeira) é uma infecção víral contagiosa que provoca

uma dilatação dolorosa das glândulas salivares.

Papeira

A infecção pode afectar também outros órgãos, sobretudo nos

adultos.

A parotidite é provocada por um paramixovírus, parente do vírus do

sarampo.

A parotidite é menos contagiosa que o sarampo.

Papeira

Papeira Modo de de transmissão  Transmite-se ao respirar microgotas que contêm o vírus e que

Modo Modo dede transmissão transmissão

Papeira Modo de de transmissão  Transmite-se ao respirar microgotas que contêm o vírus e que

Transmite-se ao respirar microgotas que contêm o vírus e que

pairam no ar, procedente dos espirros e da tosse, ou então pelo

contacto directo com objectos contaminados por saliva infectada.

Papeira Modo de de transmissão  Transmite-se ao respirar microgotas que contêm o vírus e que

Papeira

Papeira Idade mais frequente para o o seu aparecimento  Embora a doença possa ocorrer em

Idade Idade mais mais frequente frequente para para oo seu seu aparecimento aparecimento

Embora a doença possa ocorrer em qualquer idade, a maioria dos

casos afecta crianças entre os 5 e os 15 anos de idade.

A doença não é frequente em menores de 2 anos.

Papeira

Papeira de de contágio Período da da papeira  O vírus infecta as glândulas salivares. 

Período dede contágio

Período

contágio dada papeira

papeira

O vírus infecta as glândulas salivares.

Os sintomas começam entre o 14º e o 24º dias depois da infecção.

Papeira

Papeira  Frequência Frequência Em zonas muito povoadas podem registar-se casos durante todo o ano, mas

Frequência Frequência

Em zonas muito povoadas podem registar-se casos durante todo o

ano, mas é mais frequente no final do Inverno e no início da

Primavera.

Podem produzir-se epidemias quando várias pessoas propensas

vivem juntas.

Papeira

 Uma infecção pelo vírus da parotidite normalmente proporciona imunidade para toda a vida.
Uma infecção pelo vírus da parotidite normalmente proporciona
imunidade para toda a vida.

Papeira

Papeira Sinais e e sintomas:  12 a 24 horas antes que uma ou mais glândulas

Sinais Sinais ee sintomas: sintomas:

12 a 24 horas antes que uma ou mais glândulas salivares comecem

a inflamar-se, a criança pode ter:

calafrios,

dor de cabeça,

falta de apetite,

sensação de mal-estar geral

e uma febre baixa ou moderada

Papeira

No entanto, 25 % a 30 % das pessoas não têm estes sintomas.

Os primeiros sintomas de infecção das glândulas salivares são:

a dor ao mastigar

ou ao engolir, sobretudo ao engolir líquidos ácidos, como sumos

de laranja ou de limão

glândulas dolorosas ao tacto.

Papeira

Nesta fase, a temperatura normalmente sobe até aos 39,4ºC ou

Papeira Nesta fase, a temperatura normalmente sobe até aos 39,4ºC ou

Papeira

Papeira Diagnóstico Diagnóstico  O médico pensa numa parotidite quando a pessoa tem as glândulas salivares

Diagnóstico Diagnóstico

O médico pensa numa parotidite quando a pessoa tem as glândulas salivares inflamadas.

O diagnóstico é muito provável se tal suceder durante uma epidemia desta doença.

Noutras situações é possível que seja necessário alguma análise para fazer o despiste doutras causas possíveis.

As análises laboratoriais podem identificar o vírus da parotidite e os seus anticorpos, mas raramente são necessárias para chegar ao diagnóstico.

Complicações Complicações Papeira  Quase todas as crianças com parotidite recuperam totalmente sem problemas, mas raramente

Complicações Complicações

Papeira

Quase todas as crianças com parotidite recuperam totalmente sem

problemas, mas raramente os sintomas podem piorar de novo ao fim

de aproximadamente duas semanas.

As complicações podem afectar outros órgãos em vez das glândulas

salivares, sobretudo em pessoas que são infectadas depois da

puberdade.

As complicações podem ocorrer antes, durante ou depois da

inflamação das glândulas salivares, ou até sem que estas sejam

afectadas.

Nos homens Papeira  Aproximadamente 20 % dos homens infectados depois da puberdade desenvolvem uma dolorosa

Nos homens

Papeira

Aproximadamente 20 % dos homens infectados depois da puberdade

desenvolvem uma dolorosa inflamação num ou em ambos os

testículos (uma doença chamada orquite).

Quando se cura, o testículo afectado pode encolher.

Em alguns casos, os testículos ficam lesionados para sempre.

A lesão de ambos os testículos pode provocar esterilidade.

Papeira

Papeira Na mulher  A inflamação de um ou de ambos os ovários nas mulheres (

Na mulher

A inflamação de um ou de ambos os ovários nas mulheres (ooforite) é outra complicação.

Papeira Na mulher  A inflamação de um ou de ambos os ovários nas mulheres (

provoca dor abdominal ligeira

Papeira Na mulher  A inflamação de um ou de ambos os ovários nas mulheres (

e, em casos excepcionais, infertilidade.

Papeira

A parotidite pode provocar uma inflamação víral de diferentes órgãos,

como:

do cérebro ou então da membrana que o reveste (encefalite ou

meningite)

Papeira  A parotidite pode provocar uma inflamação víral de diferentes órgãos, como:  do cérebro

o que provoca dor de cabeça, rigidez no

pescoço, sonolência, coma ou convulsões.

Entre 5 % e 10 % das pessoas com parotidite desenvolvem meningite e a maioria recupera completamente. Cerca de 1 em cada 400 a 6000 pessoas com parotidite contrai encefalite. Quem a contrai provavelmente sofre uma lesão cerebral ou nervosa permanente, como surdez ou paralisia dos músculos faciais. Estes problemas normalmente afectam só um lado do corpo.

Papeira

No final da primeira semana pode aparecer uma pancreatite, que

é uma inflamação do pâncreas. Esta doença pode provocar

náuseas ou vómitos com dores abdominais ligeiras ou intensas.

Estes sintomas desaparecem em aproximadamente uma semana

e a pessoa recupera por completo.

Pode afectar os rins, podem ser eliminadas grandes quantidades

de urina diluída.

A inflamação articular pode provocar dor numa ou em mais

articulações.

Papeira

Papeira Prevenção Prevenção  Vacinação  A vacina contra a parotidite é administrada na infância 
Papeira Prevenção Prevenção  Vacinação  A vacina contra a parotidite é administrada na infância 

Prevenção

Prevenção

Vacinação

Papeira Prevenção Prevenção  Vacinação  A vacina contra a parotidite é administrada na infância 

A vacina contra a parotidite é administrada na infância

Em geral, injecta-se no músculo juntamente com as do sarampo e da

rubéola.

Tratamento Tratamento Papeira  Devido ao aumento das glândulas torna-se doloroso mastigar, pode ser necessário comer

Tratamento Tratamento

Papeira

Devido ao aumento das glândulas torna-se doloroso mastigar, pode

ser necessário comer alimentos moles.

Os alimentos e os líquidos ácidos, como os sumos de limão e de

laranja,

Tratamento Tratamento Papeira  Devido ao aumento das glândulas torna-se doloroso mastigar, pode ser necessário comer

fazem com que a glândula salivar produza mais saliva,

Tratamento Tratamento Papeira  Devido ao aumento das glândulas torna-se doloroso mastigar, pode ser necessário comer

o que pode provocar dor.

Papeira

Para aliviar a dor de cabeça e o mal-estar podem ser usados

analgésicos como paracetamol e ibuprofeno.

Se a pancreatite provocar náuseas e vómitos intensos, podem ser

administrados líquidos intravenosos.

Papeira

As crianças ou os adultos com inflamação testicular devem:

repousar na cama

pode-se suster o escroto com uma fita adesiva protegida com algodão que forme uma espécie de
 

pode-se suster o escroto com uma fita adesiva protegida com

algodão que forme uma espécie de ponte entre ambas as coxas

algodão que forme uma espécie de ponte entre ambas as coxas

pode-se acalmar a dor utilizando cubos de gelo.

pode-se suster o escroto com uma fita adesiva protegida com algodão que forme uma espécie de