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Diagnóstico e Tratamento da Mielopatia

Cervical Espondilótica no Idoso

28 DE MARÇO DE 2016 – SÃO PAULO

Marcelo Luis Mudo
MD
MD PhD
PhD

São Camilo Hospital
Brazil

neuromudo@gmail.com

• Termo mielopatia reúne todas as formas de comprometimento
crônico da medula espinhal e pode ser de diversas etiologias:
• Vasculares
• Inflamatórias
• Carenciais
• Pós-RTX
• Compressivas (degenerativo ou traumático)

MIELOPATIA CERVICAL : Termo mais restrito e
reservado ao comprometimento crônico da
medula espinhal relacionado ao estreitamento
do canal raquiano, principalmente por artrose
cervical sendo que sozinha representa mais de
50% dos casos de mielopatia nos adultos acima
de 50 anos

Idoso: Segundo a definição da OMS Indivíduos com mais de 65 aos .

Idoso: Segundo a definição da OMS Indivíduos com mais de 65 aos Mielopatia cervical espondilótica Doença típica da quinta década a frente .

Constitucional acomete frequentemente homens mais que mulheres.Etiologia Doença se manifesta após os 50 anos. sua frequência aumenta Artrose cervical com a idade e é uma das principais causas de incapacidade funcional OLP Pós-trauma Outras no idoso .

H. TORG. . Inc.Etiologia Isoladamente não é causa de mielopatia cervical Constitucional Exceção se extremos Artrose cervical para estenose os casos congênita como na acondroplasia Fator OLP de faz predisponente para o aparecimento da mielopatia cervical Pós-trauma Outras PAVLOV. et al. The Journal of Bone and Joint Surgery 78:1308-14 (1 © 1996 The Journal of Bone and Joint Surgery.

Etiologia Espondilose cervical se inicia no adulto jovem e é a principal causa Constitucional de Mielopatia cervical. É mais frequente em situações que ocorre Artrose cervical hipermobilidade dos segmentos (rúgbi. pacientes com movimentos OLP anormais) Pós-trauma Outras Se inicia pelo disco intervertebral .

Scand. Nachmenson.41:589-607 1970.Etiologia Constitucional Artrose cervical OLP Pós-trauma Fisiopatologia Fisiopatologia da da degeneração degeneração discal discal Degeneração Degeneração inicia-se inicia-se na na infância: infância: Desaparecimento da vascularização Desaparecimento da vascularização do do disco* disco* Diminuição Diminuição dos dos poros poros da da placa placa terminal terminal ** ** Alteração Alteração quantitativa quantitativa ee qualitativa qualitativa na na Matriz Matriz Aumento Aumento Keratin-sulfato Keratin-sulfato Queda de Condroitin Queda de Condroitin Sulfato Sulfato Kramer KramerIntervertebral IntervertebralDisc DiscDisease.Acta ActaOrthop OrthopScand.1970.41:589-607 Outras Se inicia pelo disco intervertebral . Disease. Thiem.1990 1990 Nachmenson.Thiem.

Etiologia Constitucional Artrose cervical OLP Pós-trauma Fisiopatologia Fisiopatologia da da degeneração degeneração discal discal Deformação Deformação do do disco disco intervertebral intervertebral Prolapso Prolapso discal discal elevação elevação do do periósteo periósteo formação formação de de osso osso sub sub periostal periostal osteófito osteófito Outras Se inicia pelo disco intervertebral .

Etiologia Constitucional Artrose cervical OLP Pós-trauma Outras Se inicia pelo disco intervertebral .

podendo se estender a toda coluna . acometendo frequentemente os segmentos mais móveis (C5-C6 E C6-C7).Etiologia • Se inicia no disco (hérnia mole) • Evolui com calcificação (hérnia Constitucional dura) • Artrose do processo unciforme Artrose cervical • Hipertrofia facetária posterior • Espessamento OLP Pós-trauma Outras e calcificação ligamentar O conjunto de alterações leva a estenose e compressão medular.

Etiologia Acometimento frequente entre asiáticos (11% acima dos 60 anos). Predisposição genética(?) tendência Artrose cervical familiar e entre gêmeos. Constitucional obesos e diabéticos. Frequentemente se inicia na porção OLP Pós-trauma Outras posterior de C5 se estendendo por toda cervical continua ou descontinuamente .

Acredita-se na formação da calcificação semelhante ao osteófito (osso neo formado por elevação do periósteo) . Artrose cervical Menos de 15% apresentam sintomas e sinais neurológicos que OLP Pós-trauma Outras necessitam de tratamento cirúrgico Patogênese incerta.Etiologia Apresenta evolução clínica imprevisível Constitucional 80% pacientes permanecem estáveis por anos (10 ou mais).

Etiologia • Deve-se diferenciar das formas anteriores reveladas após um Constitucional traumatismo. Trata-se de lesões não Artrose cervical diagnosticadas ou tratadas inadequadamente OLP Pós-trauma Outras • Pseudo artroses com instabilidade crônica • Calos ósseos que reduzem o canal medular • Discopatias pós traumáticas .

menos frequentemente subaxial Artrose cervical • PEA • Gota tofo de articulações OLP Pós-trauma Outras posteriores • Hiperostose vertebral anquilosante (doença de Forestier) • PARKINSON • hiperostosis • Doença de Paget • Pós diálise .Etiologia Deve-se destacar: • Artrite reumatóide Constitucional acomete principalmente C1-C2.

Fisiopatologia Ocorre direta ou indiretamente em todos Compressão mecânica os cervical casos de (diminuição mielopatia do canal medular) Constatada experimentalmente : Compressão Microtraumatismos crônica (gatos) Após 9 semanas Fenômenos Vasculares medular 20% densidade neuronal 25 semanas 35% Antes de três semanas nenhuma alteração (White & Panjabi) Spine 13:856-860.1988 .

parede 5 cm Microtraumatismos posterior anterior 1.1988 .Fisiopatologia O segmento cefálico realiza centenas de movimentos de flexão Compressão mecânica e extensão com vários graus de rotação associada diariamente.5 cm Estiramento medular. Flexão máxima. Tais movimentos em pacientes Fenômenos Vasculares predispostos (osteófitos anteriores e/ou hh lig amarelo) causam microtraumas que possuem correlação direta com mielopatia cervical (White & Panjabi) Spine 13:856-860.

Fisiopatologia Alterações degenerativas levam à instabilidade crônica (identificada Compressão mecânica em radiografias dinâmicas) Produzem movimentos de cisalhamento na medula Microtraumatismos Fenômenos Vasculares (White & Panjabi) Spine 13:856-860.1988 .

Fisiopatologia Estase venosa parece ter papel importante na gênese da MCE.1988 . Microtraumatismos Isquemia arterial pura parece mais improvável devido à rica rede Fenômenos Vasculares anastomótica cervical (White & Panjabi) Spine 13:856-860. Compressão mecânica A dificuldade de drenagem pode levar a uma hipertensão venosa e edema associado a isquemia por comprometimento arteriolar.

dif coordenação. claudicação.Quadro Clínico Doença se manifesta após os 50 anos. queda.F Am. sua freqüência aumenta com a Exame Físico de sintomas variáveis: idade sendo precedida por meses ou anos Dor cervical Torcicolo MMSS MMII Esfíncter Apresentação Cervicobraquialgia Sintoma inaugural: Distúrbio da marcha (cansaço.2000 canal lombar) . parestesias) Pode ser facilmente confundido com Apraxia de marcha (hidrocefalia pressão compensada) Claudicação neurogênica (estenose do Young W. acomete mais freqüentemente homens que Sintomas iniciais mulheres.Physician 62:1064-1073.Fam.

impotência funcional e Exame Físico dificuldades de realizar movimentos finos.Quadro Clínico Sintoma inaugural II : Distúrbios do MMSS geralmente associados à Sintomas iniciais dor e parestesias de padrão radicular. Schneider) tetraplegia incompleta de predomínio MMSS até diplegia braquial . MMSS MMII Esfíncter Apresentação Sintoma seguida de inaugural um III: trauma Aguda leve semelhante a uma contusão centro medular (S.

sensitivos quando dor (objetivos presentes mecânica. . Sinais de frequentes liberação com piramidal reflexos são patológicos presentes nos casos francos (Hoffmann.Quadro Clínico Devido à sua fisiopatologia. Sintoma subjetivos) parestesias. os achados topográficos Sintomas iniciais Exame Físico MMSS MMII Esfíncter Apresentação nem sempre tem relação direta com o local da lesão. Sintomas motores: de origem radicular (mais raro) ou por compressão do corno anterior da medula podendo se assemelhar a formas iniciais de ELA. e (70%) : neuropática noturna uni ou bilaterais quase sempre assimétricas. Geralmente distais e sem fibrilações.

equilíbrio e tendências a quedas. Lhermitte) sensibilidade vibratória podendo apresentar sinal de Romberg .Quadro Clínico Relacionados ao distúrbios de marcha. Comprometimento cordonal posterior: parestesias e dores à flexão do pescoço (S. Sintomas iniciais Comprometimento piramidal raramente responsável por déficit motor Exame Físico importante: Paraparesia hipertônica MMSS MMII Esfíncter Apresentação sinal de espástica geralmente associados à Babinski mascarado na (que pode estar associação de polineuropatia periférica ou estenose de canal.

Muitas associados a outras causas que não a mielopatia : prostatismo no homem e incontinência senil na mulher. .Quadro Clínico Presentes em 30 a 40% dos casos. polaciúria. são os Exame Físico principais vezes MMSS MMII Esfíncter Apresentação sintomas. Sintomas iniciais são subestimados diagnosticados e sub Disúria. Devem ser pesquisadas ativamente com a realização de US pós-miccional para verificação de resíduo. incontinência de esforço.

DD ELA MMSS MMII Esfíncter Apresentação • Pareto espástica: espasticidade pred MMII sem alterações sensitivas • Brown Sequàrd: comprometimento unilateral medular • Em surtos: com piora sub aguda recorrente e períodos de remissão. DD EM . MMSS subclinicos. Dist sens discretos. DD EM Exame Físico • Amiotrófica: predominante nos MMSS.Quadro Clínico Pleomórfica • Ataxo-espasmódica: + freq com distúrbios Sintomas iniciais de marcha e equilíbrio.

• 20% evoluem progressivamente em um período de tempo não muito longo • 5% têm casos catastróficos com grave após descompensação trauma intensidade de aguda menor . Escalas Evolução imprevisível • 75% pioram descontinua com de maneira períodos de estabilidade por vários anos.Evolução Não há remissão espontânea Porém.

Evolução Escalas NURICK (1972) Grau Definição 0 Comprometimento radicular sem sinais medulares 1 Sinais medulares sem comprometimento da marcha 2 Dificuldade de marcha sem comprometimento de atividades domésticas ou profissionais 3 Dificuldade de marcha com comprometimento parcial de atividades domésticas ou profissionais 4 Marcha com ajuda ou aparelhos 5 Restrição a cadeira de rodas .

JAPANESE ASSOCIATION SOCIETY Evolução Escalas .

Exames Menoprezadas atualmente Complementares Porém. Radiologia Rx Tomografia IRM Mielografia Neurofisiologia EMG PESS • Maneira mais fácil de se oter informação sobre a estabilidade segmentar • Permite visibilização global da coluna • Melhor método de se avaliar a curvatura fisiológica cervical. .

Exames Exame de escolha para Complementares o estudo do canal raquiano Radiologia Rx Tomografia IRM Mielografia Neurofisiologia EMG PESS • Mensuração do canal ( estreito abaixo de 12 mm AP) • Cortes axiais: Calcificação hipretrofia facetária • Reconstrução sagital permite realizar todas medidas pre-op. .

Exames Exame de eleição para diagnosticar Complementares compressão medular • Subestima lesão calcificada Radiologia Rx Tomografia IRM Mielografia Neurofisiologia EMG PESS • Avalia com precisão hipersinal medular (sem correlação direta com prognóstico) • Imagem pond T1 é a melhor para avaliar a anatomia medular. • Imagem em T2. valoriza o contraste entre o LCR . os pontos de compressão e a medulaç .

valoriza o contraste entre o LCR .Exames Exame de eleição para diagnosticar Complementares compressão medular • Subestima lesão calcificada Radiologia Rx Tomografia IRM Mielografia Neurofisiologia EMG PESS • Avalia com precisão hipersinal medular (sem correlação direta com prognóstico) • Imagem pond T1 é a melhor para avaliar a anatomia medular. os pontos de compressão e a medulaç The Spine Journal 3 (2003) 33-45 . • Imagem em T2.

ct . • Possibilita imagens dinâmicas.Exames Exame utilizado quando não há Complementares possibilidade de se realizar IRM • Invasivo Radiologia Rx Tomografia IRM Mielografia Neurofisiologia EMG PESS • Atualmente associado com tomografia • Fornece ( informações quando realizados precisas com helicoidal).

• Possibilita imagens dinâmicas. ct .Exames Exame utilizado quando não há Complementares possibilidade de se realizar IRM • Invasivo Radiologia Rx Tomografia IRM Mielografia Neurofisiologia EMG PESS • Atualmente associado com tomografia • Fornece ( informações quando realizados precisas com helicoidal).

. mais alterados PESS.Exames EMG Complementares Pouco útil no diagnóstico de MCE . Potencial normal n medianoassociado a bom prognóstico Motores: Capacidade de detecção sub clínica e diagnóstico topográfico preciso. Importante no DD ELA Radiologia Rx Tomografia IRM Mielografia Neurofisiologia EMG PESS Potenciais Evocados Sensitivos: comprometidos 100% MMII Relacionados com prognóstico: quanto mais grave a MCE.

Tratamento Pode ser utilizado nos estágios iniciais da doença ou em pacientes Clínico que têm contra-indicação formal para tratamento cirurgico Sintomático • Analgésicos Cirúrgico e relaxantes musculares. • AINH. Corticóides indicação (efeio pouca colateral na faixa etária). • Fisioterapia The Spine Journal 6 (2006)175S-181S melhora a sarcopenia • Imobilização nos casos de .

Clinical features and surgical outcomes of cervical spondylotic myelopathy in patients aged 80 years or older: a multi-center etrospective study Eur Spine J (2011) 20:240–246 .

Clinical features and surgical outcomes of cervical spondylotic myelopathy in patients aged 80 years or older: a multi-center etrospective study Eur Spine J (2011) 20:240–246 .

Clinical features and surgical outcomes of cervical spondylotic myelopathy in patients aged 80 years or older: a multi-center etrospective study Eur Spine J (2011) 20:240–246 .

Clinical features and surgical outcomes of cervical spondylotic myelopathy in patients aged 80 years or older: a multi-center etrospective study Eur Spine J (2011) 20:240–246 .

pp E139–E147 . anterior and/or posterior cervical fusion or laminoplasty Measures demographics. (NIS) analysis from 2001 to 2010.The Impact of Advanced Age on Peri-Operative Outcomes in the Surgical Treatment of Cervical Spondylotic Myelopathy A Nationwide Study Between 2001 and 2010 Retrospective multicenter database review. outcomes hospital-related data Three groups 25-65 65-76 +76 SPINE Volume 41. Number 3.

pp E139–E147 . higher comorbidity burden. SPINE Volume 41. Number 3. more procedure related complications. This study provides clinically useful data for surgeons to educate patients and to improve outcomes.The Impact of Advanced Age on Peri-Operative Outcomes in the Surgical Treatment of Cervical Spondylotic Myelopathy A Nationwide Study Between 2001 and 2010 Conclusion. and higher charges. longer hospital course. Patients aged 65fl years undergoing CSM surgical management have a higher mortality risk.

pp E139–E147 .The Impact of Advanced Age on Peri-Operative Outcomes in the Surgical Treatment of Cervical Spondylotic Myelopathy A Nationwide Study Between 2001 and 2010 SPINE Volume 41. Number 3.

pp E139–E147 . Number 3.The Impact of Advanced Age on Peri-Operative Outcomes in the Surgical Treatment of Cervical Spondylotic Myelopathy A Nationwide Study Between 2001 and 2010 SPINE Volume 41.

The Impact of Advanced Age on Peri-Operative Outcomes in the Surgical Treatment of Cervical Spondylotic Myelopathy A Nationwide Study Between 2001 and 2010 SPINE Volume 41. Number 3. pp E139–E147 .

nterior corpectomy and reconstruction with titanium mesh cage nd dynamic cervical plate for cervical spondylotic myelopathy elderly osteoporosis patients Arch Orthop Trauma Surg (2011) 131:1369–13 .

nterior corpectomy and reconstruction with titanium mesh cage nd dynamic cervical plate for cervical spondylotic myelopathy elderly osteoporosis patients Arch Orthop Trauma Surg (2011) 131:1369–13 .

omparative study of anterior versus posterior decompression elderly patients of cervical myelopathy with co-morbid nditions Eur J Orthop Surg Traumatol (2009) 19:3 .

Eur J Orthop Surg Traumatol (2009) 19:397–4 . Laminoplasty is a good alternative to laminectomy Anterior decompression is the gold standard. However. in medically unfit patients with multilevel circumferential compression posterior laminectomy is an equally rewarding option .omparative study of anterior versus posterior decompression elderly patients of cervical myelopathy with co-morbid nditions Posterior decompression is a safe and useful option in high-risk patients with multilevel circumferential degenerative cervical myelopathy.

Tratamento Clínico Cirúrgico OBJETIVO • Ampliar as dimensões do canal medular • Descomprimir estruturas neurais • Correção da curvatura fisiológica • Estabilizar os segmentos • Interromper a progressão dos sinais e sintomas da MCE .

sendo que a escolha Clínico da via de abordagem é controversa depende de uma série de fatores e análise clinica e de imagens Cirúrgico Emery SE..Tratamento Indicada maioria dos casos sintomáticos. • Via Posterior • Laminectomia com e sem instrumentação • Laminoplastia e suas variações • foraminotomia . J Am Acad Orthop Surg .2001 Cultural Ocidente X Oriente • Via Anterior • Discetomia simples e variáveis • Corpectomia e suas variáveis • Associação das técnicas.

Tratamento Indicada maioria dos casos sintomáticos. sendo que a escolha Clínico da via de abordagem depende de uma série de fatores e análise clinica e de imagens Cirúrgico Cultural Ocidente X Oriente • Via Anterior • Discetomia simples e variáveis • Corpectomia e suas variáveis • Associação das técnicas. • Via Posterior • Laminectomia com e sem instrumentação • Laminoplastia e suas variações • foraminotomia .

sendo que a escolha Clínico da via de abordagem depende de uma série de fatores e análise clinica e de imagens Cirúrgico Cultural Ocidente X Oriente • Via Anterior • Discetomia simples e variáveis • Corpectomia e suas variáveis • Associação das técnicas.Tratamento Indicada maioria dos casos sintomáticos. • Via Posterior • Laminectomia com e sem instrumentação • Laminoplastia e suas variações • foraminotomia .

• Via Posterior • Laminectomia com e sem instrumentação • Laminoplastia e suas variações • foraminotomia . sendo que a escolha Clínico da via de abordagem depende de uma série de fatores e análise clinica e de imagens Cirúrgico Cultural Ocidente X Oriente • Via Anterior • Discetomia simples e variáveis • Corpectomia e suas variáveis • Associação das técnicas.Tratamento Indicada maioria dos casos sintomáticos.

Spine 1991:16:494-502 Miyasaki K & Kirita Y Spine variações 1986.Tratamento Indicada maioria dos casos sintomáticos. sendo que a escolha Clínico da via de abordagem depende de uma série de fatores e análise clinica e de imagens Cirúrgico Cultural Ocidente X Oriente • Via Anterior • Discetomia simples e variáveis • Corpectomia e suas variáveis • Associação das técnicas.11:531-42 • foraminotomia . • Via Posterior • Laminectomia com e sem instrumentação • Laminoplastia e suas SaitoT et al .

• Via Posterior • Laminectomia com e sem instrumentação • Laminoplastia e suas variações • foraminotomia .Tratamento Indicada maioria dos casos sintomáticos. sendo que a escolha Clínico da via de abordagem depende de uma série de fatores e análise clinica e de imagens Cirúrgico Cultural Ocidente X Oriente • Via Anterior • Discetomia simples e variáveis • Corpectomia e suas variáveis • Associação das técnicas.

Laminoplastia Open door Oyama & Hatttori(1973) described the first laminoplasty :Z-Plasty Hirabayashi(1988): Unilateral open –door laminoplasty Lee TT(1988) reported the used rib allograft French Door Introduced by Kurokawa(1982) Sodeyama et al.(1999)measured spinal canal 3 mm good clinical outcome .

J Neurosurg (Spine 3) 98:230–238.D. RATLIFF.Cervical laminoplasty: a critical review JOHN K. COOPER.. AND PAUL R. M.D. 2003 . M.

RATLIFF. J Neurosurg (Spine 3) 98:230–238. COOPER. 2003 Conclusão: Literatura não fornece dados da superioridade da laminoplastia sobre outra modalidades de via posterior.. M. Evolução neurológica e alinhamento vertebral são semelhantes Pacientes laminoplastia tem submetidos limitação de a ROM semelhantes aos de outras vias posteriores .D.Cervical laminoplasty: a critical review JOHN K. M.D. AND PAUL R.

Tratamento Indicada maioria dos casos sintomáticos. sendo que a escolha Clínico da via de abordagem depende de uma série de fatores e análise clinica e de imagens Cirúrgico Cultural Ocidente X Oriente • Via Anterior • Discetomia simples e variáveis • Corpectomia e suas variáveis • Associação das técnicas. • Via Posterior • Laminectomia com e sem instrumentação • Laminoplastia e suas variações • foraminotomia .

Pacientes jovens e formas evolutivas necessitam cirurgia precoce Mais que idade.Indicações de Cirurgia Formas frustras ou iniciais em pacientes idosos podem ser tratadas clinicamente com acompanhamento rigoroso. é o tempo de evolução que determina os resultados PO • Fatores a serem considerados na escolha da via de abordagem • Origem da compressão • Presença ou Perda da Lordose Cervical • Números de segmentos . gravidade da MCE ou escore préop. níveis operados.

Sagital balance Straight Kyphosis Lordosis .A.

1999 1996 38 anos Dor cervical moderada Não incapacitante Eventual crise de dor no ombro 2010 .

Indicações de Cirurgia VIA ANTERIOR • Sintomatologia predominantemente cervical com ou sem radiculopatia • Compressão anteror • Compressão em um ou dois niveis • Necessidade de correção cifose • Calcificação LLP > 60% de .

Indicações de Cirurgia VIA POSTERIOR • Compressão em múltiplos níveis • Calcificação LLP • Compressão predominantemente posterior • Preservação da lordose .

Indicações de Cirurgia Circunferencial (Dupla ou Tripla via) Compressão anterior > 3 níveis. Compressão anterior e posterior com perda da lordose Compressão anterior com má qualidade óssea Franca instabilidade pré-op Cifose pós laminectomia Swan-neck deformity Deformidade cifótica com banda de tensão posterior preservada .

Resultados
Cirúrgicos

Melhora clínica é mais relacionada
a uma boa descompressão que
pela escolha da via de acesso
• Fatores prognósticos
• Idade não influi
• Intensidade dos sintomas tb.
Não
• Hiper sinal em T2: NÃO
• Instabilidade pré-op NÃO

1973
Melvin D. Law, Jr., M.D.a, Mark Bemhardt, M.D.b, and Augustus A.
White, III, M.D.

Resultados
Cirúrgicos

Melhora clínica é mais relacionada
a uma boa descompressão que
pela escolha da via de acesso
• Fatores prognósticos
• Idade não influi
• Intensidade dos sintomas tb.
Não
• Hiper sinal em T2: NÃO
• Instabilidade pré-op NÃO
• O que importa:
• Qualidade de descompressão
• Duração dos sintomas
• Diâmetro mínimo do canal

Complicações Cirúrgicas Podem ser dividas em: • Gerais • Menos 1% ( a despeito de acometer população mais velha) • Específicas • Neurológicas • Radiculopatia C5 5 15% • Piora do quadro neurológico 0.5 a 2.5% Muitas vezes durante o posicionamento do paciente HOJE ESSENCIAL ELETROFISIOLOGIA • Fístula liquórica OLLP .

Complicações
Cirúrgicas

Podem ser dividas em:
• Gerais
• Menos 1% ( a despeito de
acometer população mais velha)
• Específicas
• Mecânicas
• Deslocamento de enxerto 2 a
5%
• Deslocamento do material de
síntese 3 a 6 % ( cir dep)
• Fibrose pós laminectomia
• Deformidade pós-op
• Degeneração do nível
adjacente (maioria
assintomática)

Wang M.C et al Spine 32,342-347

Case 1
 E.C.L. 47 y male heavy worker.
 Gait disturbance 3 years feeling stiff,

numbness in both arms
 Loss of strength in left arm 3 mos.
 Exam
 Babinski bilateral Hoffmann Wartemberg +
 MS 4/5 Right arm

Case 1
 Upper motor

3

 Lower motor

1

 Sensory
 A. Upper

1

 B. Lower

0

 C. Trunk

0

 Bladder

TOTAL

3
8

Plain x ray .

MRI .

MRI C3-C4 C4-C5 C5-C6 C6-C7 .

? .

 Young patient  Myelopathy  Kiphosis  Unstable  Multilevel  Both sides of compression .

Skin Incision .

Skin Incision .

Skin Incision .

Approach .

Final X ray Discharge X Ray .

Discharge CT .

Discharge CT .

VJ fem 62 anos dona de casa QD: dificuldade de deambulação há 2 anos HPMA. refere que há anos vem sentindo uma piora progressiva da marcha ( não sabe precisar) associada a alguns meses de formigamento nas mãos e dificuldade para realizar atividades domésticas. Sem dor .

VJ fem 62 anos dona de casa QD: dificuldade de deambulação há 2 anos HPMA. Sem dor . refere que há anos vem sentindo uma piora progressiva da marcha ( não sabe precisar) associada a alguns meses de formigamento nas mãos e dificuldade para realizar atividades domésticas.

59 anos Tetraparesia franca com sinais de liberação piramidal .

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SR 76 ANOS aposentado QD: perda de força nas mãos apõs queda no banheiro HPMA Refere que há cerca de 3 anos vem notando dificuldade progressiva para realiza trabalhos manuais Ex físico tetraparesia com predomínio distal em MMSS Hoffmann Wartemberg .

SR 76 ANOS aposentado QD: perda de força nas mãos apõs queda no banheiro HPMA Refere que há cerca de 3 anos vem notando dificuldade progressiva para realiza trabalhos manuais Ex físico tetraparesia com predomínio distal em MMSS Hoffmann Wartemberg .

48 anos Dor cervical há 5 anos Irradiação para MSE há 1 ano Padrão C5 intratável Hiperreflexia Hoffmmmann Wartemberg + .

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78 anos Cardiopata grave Mielopatia classica .

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PT 59 anos mecânico QD Quedas frequentes e sensação de dormencia pelo corpo há 3 anos Ex físico Tetraparesia franca com sinais de liberação piramidal Alteração difusa da sensibilidade sem mnível sensitivo .

PT 59 anos mecânico QD Quedas frequentes e sensação de dormência pelo corpo há 3 anos Ex físico Tetraparesia franca com sinais de liberação piramidal Alteração difusa da sensibilidade sem mnível sensitivo .

47 anos Cervicalgia Radiculopatia C6 esquerda .

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51 anos ex atleta Importante limitação de marcha Francos sinais de liberação piramidal .

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Paraparesia grave espástica Com pouco comprometimento em mmss .

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55 anos Perda progressiva da função das mãos com retenção urinária aguda .

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Anterior approach  Y.A.  71 years old  Progressive weakness of lower and upper limbs  Severe myelopathy .

Anterior approach Neutral Extension Flexion .

Preoperative .

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Postoperative .

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Anterior approach 2 leveldiskectom y  F.J.  71 years old .

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T  55 years old  Neck pain 10 years before  Progressive weakness of legs  No sphincter disfunction  Physical examination:  Tetraparesis Motor Strengh grade IV . T.

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 E.E.Y.
 Female
 51 years old
 Progressive limb numbness and

paresis

 Male  72 years old  Progressive spastic tetraparesis . S. R.

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Indications of Circunferencial cervical fusion  Anterior decompression more than three levels  Anterior and posterior compression of the spinal cord with loss of lordosis  Anterior compression with poor bone quality  Pre –operative instability  Post-laminectomy kyphosis  Swan-neck deformity  Kyphotic deformity with intact posterior tension band .

75 y  Tetraparesis .W. J..

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H istoria .

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A.R.P.
A.R.P. 52
52 years,
years, Male.
Male.
Bilateral
Bilateral Cervicobrachialgy
Cervicobrachialgy -- 66 months
months
Paresthesias
Paresthesias in
in arms
arms

O.G.S.
O.G.S. 64
64 years
years old,
old, Male.
Male.
Progressive
Progressive spastic
spastic tetraparesis
tetraparesis –– 11 year
year

A.A.S.
A.A.S. 43
43 years
years old,
old, Female.
Female.
Paresthesias
Paresthesias in
in arms
arms 11 year
year ago
ago

.

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Cervicalarthroplasty in m anagem ent ofCSM Especially for patient of single level disease Sekon (2003).7 to 15.5 Complication: two heterotopic ossiffication .reported use of Bryan Disc in 7 cases Follow-up 1 –17 month found 5/7 excellent and 2 good Wang.Y et al (2006) in 83 patients with one or two level involvement ODSM`scale improvement and JOA Score increased 8.

THANK YOU .

48 anos Dor cervical há 5 anos Irradiação para MSE há 1 ano Padrão C5 intratável Hiperreflexia Hoffmmmann Wartemberg + .

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Anos Dificuldade para deambular há 7 anos. . trito a cadeira de rodas há 8 meses com alteração urinária raparesia espástica grave.

C2 C3 C4 C5 .

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2012 . Given that the posterior segmental instrumentation confers significant stability to a multilevel cervical corpectomy. J Neurosurg: Spine / March 16. the surgeon should strongly consider the placement of segmental posterior instrumentation to significantly improve the overall stability of the fusion construct after a 2-level cervical corpectomy.Conclusions. This study demonstrates that segmental plate fixation (3-level discectomy) affords the same stiffness and ROM as circumferential fusion in 2-level cervical spine corpectomy in the immediate postoperative setting. This obviates the need for staged circumferential procedures for multilevel cervical spondylotic myelopathy.

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Green BA. Neurosurgery 2004. Cervical myelopathy: current diagnosis and treatment strategies. Riew KD. Open-door cervical expansile laminoplasty. Hilibrand AS.3:68–81. Anderson PA. Wang MY. Spine J 2003. . Vacarro AF.54:119–24.Edwars CC.

60 anos cervicalgia sem sintomas de mielopatia com francos sinas de liberação piramidal .