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revisão para prova bimestral

aula 22/09/2016

pauta resumida
- apresentação de tópicos de conteúdo para prova
- comentários sobre estrutura das questões
- exibição de vídeos
- sistematização de informações

cidades antigas

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3 dimensões ou planos do tempo histórico em Fernand Braudel .

permanências e continuidades .estrutura longa duração temporal. mudanças lentas.

entrevistados pescador historiador relação água: com mar personage m .

conjuntura mudanças e oscilações cíclicas. ciclos com duração “média” (geralmente contados em décadas) e rítmos moderados .

mudanças cíclicas DESLOCAMENTOS decupage m 1:00’ 5:00’ .

fatos de “curta” duração. com mudanças que se processam em tempo acelerado . acontecimentos.evento episódios.

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2a ed. A longa duração.para saber mais BRAUDEL. . São Paulo: Perspectiva. 1992. “História e Ciências Sociais.” In Escritos sobre a História. Fernand. pp 41-78.

Mediterrâneo: área cultural .

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UNIDA DE .

NAVEGAÇÃO intercâmbio trocas comerciais s culturais GUERR AS .

o mosaico e a cerâmica. fundação de cidades. atividades econômicas .o pescado e a agricultura. que caracterizam a relação entre o homem e o meio na longa duração.a visão do mundo . cosmologia .O Mediterrâneo: área cultural O que define o Mediterrâneo como uma área cultural é um conjunto de elementos ou traços culturais. Exemplos dos traços culturais: dieta alimentar. artes .como a tapeçaria.

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“o todo e as partes”

quem são os habitantes de Tebas? Procure identificar personagens que representam os diferentes grupos sociais que compõem os habitantes da pólis… .Leitura dramática: análise de documentos e recortes De acordo com os personagens que dialogam em diferentes cenas da leitura dramatica.

Leitura dramática: análise de documentos e recortes Nos diálogos de Édipo Rei. os participantes do coro são chamados de cidadãos… Quem são as pessoas chamadas de cidadãos na Tebas de Édipo? É possível comparar o status de cidadania de cidades estados de diversas regiões do Mediterrâneo? Quem são os cidadãos das Poleis? Quais as semelhanças e diferenças entre a cidadania greco-romana e a cidadania contemporânea? .

” (MORALES: 2008.um todo marcado por contradições entre partes não homogêneas. inclusive. O estudo do modo de articulação destas contradições dentro da polis permitiria.Habitantes das poleis Pólis: “um todo formado por partes” “.. P 184) . nativos/estrangeiros. como entre proprietários/nãoproprietários. livres/escravos.. homens/mulheres. repensar o conceito de política e de cidadania para além da “multidão de cidadãos.

habitantes da pólis cidadãos não cidadãos naturais estrangeiros homens mulheres livres escravos ricos e pobres adultos mendigos crianças/jovens .

categorizações (agrupamentos / grupos sociais) estamentos - ordem jurídica status - ordem ética e moral classes - ordem econômica .

modelos historiográficos .

representações da pólis político-pólis : multidão dos cidadãos geo-pólis : conjunto dos habitantes (cidadãos e não-cidadãos) .

militares e religiosos .representações da pólis multidão dos cidadãos direitos políticos conjunto dos habitantes direitos civis.

cidade consumidora-estamental (Finley) .cidade de classes (Ste Croix) .cidade moderna (Rostovtzeff) .cidade filosófico-existencial (Meier) .cidade institucional (Glotz) .cidade religiosa (Coulanges) .modelos historiográficos .

primitivistas X modernistas .

baseada na agricultura cidade religiosa (Coulanges) cidade consumidora-estamental (Finley) .modelos historiográficos primitivistas economia “primitiva”.

modelos historiográficos modernistas economia mercantil.cidade de classes (Ste Croix) .cidade moderna (Rostovtzeff) .cidade filosófico-existencial (Meier) .cidade institucional (Glotz) . capitalista .

índice de produtividade e outras. médios e longos). sec. modo de produção que combina muitas variáveis econômicas (taxas de lucro. ciclos curtos. composição orgânica e técnica do capital. XIX) o estágio final do desenvolvimento do capitalismo. mais valia. como modernistas consideram a experiência histórica européia da Revolução Industrial (Inglaterra.modelos historiográficos Tanto primitivistas. . salário e acumulação.

mas sem lucros baseados em taxas de juros.modelos historiográficos Na perspectiva primitivista. . as formações sociais da antiguidade representariam um estágio anterior ao capitalismo. tal como as sociedades européias do século XVII. Do ponto de vista modernista. e com racionalidade econômica baseada na agricultura. com produção de excedentes. o da revolução neolítica. as poleis passaram por uma revolução comercial. com acumulação primitiva.

em diversas etapas. os argumentos apresentados pelos modernistas para a construção de seus modelos. permitiram revisões na perspectiva diacrônica… daí. Tais relações não-capitalistas observadas em uma perspectiva histórica sincrônica.modelos historiográficos Alguns economistas dividem o desenvolviemento do modo de produção capitalista. Estes estudiosos também consideram que há relações não-capitalistas no tempo presente. . nas sociedades ocidentais do século XIX até os dias atuais.

modelos alternativos macro-politica micro-política público privado (cotidiano) .

cidadãos & estrangeiros .

confusões cidadãos e estrangeiros estrangeiros e escravos .

status & cotidano .

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os nomes podem ser indícios para a falta de liberdade. libertos ou escravos. No caso de uma taça procedente de Vulci (hoje nos Museus Estaduais de Berlim). datada entre 490 e 480 a. a fisionomia e. se houver inscrição.“Jerzy Kolendo. como escravo.20 tenta identificar o estatuto das personagens através os seus trabalhos. Mas.22” (BIENSFELD. O de manto é interpretado como livre. Um deles está vestido com um manto enrolado nas ancas e o outro está nu.C. por causa de sua postura. investigando imagens da escravidão na arte grega e romana. é muito dificil distinguir se são livres. como escravo. principalmente em cenas que mostram artífices ou oficiais no trabalho. de pernas escarranchadas.. a posição isolada numa cena de grupo. que consideram indigna de um homem livre.21 Recentemente Leonhard Schumacher especificou cinco critérios para a identificação de escravos: a estatura. trabalhos típicos de escravos. Mais dois operários ocupam-se de polir uma estátua. o despido (que tem um rosto feio). que mostra o trabalho em uma fundição de minério (Figura 5). 2009: pp 35-36) . os investigadores costumam interpretar o operário sentado no chão.

“mithistória” .

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Aquiles. . um prisioneiro troiano e Caronte Pintura vermelha etrusca. fins de IV-início III a.C .

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Decupagem A História de Tróia (NATGEO) Questões “boas para pensar” A Tróia de historicamente? Homero existiu O que podemos aprender sobre as relações entre as cidades mediterrânicas através desse filme? .

Decupagem A História de Tróia (NATGEO) Expedições arqueológicas: SCHLIEMANN (1873-1890) BLEGEN (1932-1960) ROSE e equipe de Cincinatti e () .

máscaras mortuárias e sacórfagos .descoberta de tesouro de Príamo .elmo com presas de javali (objeto e poema) .Decupagem A História de Tróia (NATGEO) 18:22’-25:58’ SCHIELIMANN: escavações na Turquia/Hisarlik (1873) e Peloponeso/Micenas (1876) .descoberta de 9 cidades (a Tróia de Homero corresponde a Tróia VI e VII) .

produtos de agricultura) resultantes dos tributos cobrados aos navios mercantes (“pedágio”) 25:30’-32:05’ .localização e riquezas de Tróia (ouro.Decupagem A História de Tróia (NATGEO) Para refletir sobre as questões: .a guerra entre gregos e troianos entrelaça em sua trama motivações alianças matrimoniais e rapto de mulheres (triângulo Menelau-Helena-Páris). e também disputas por pontos estratégicos para o comércio e a cobrança de impostos pela aristocracia .

aristo (melhores) + kratia (poder) .

cruzamento de dados da arqueologia (objetos de cultura material e sítios) com fontes escritas (poemas de Homero e tabuletas hititas) .Decupagem A História de Tróia (NATGEO) Para refletir sobre as questões: 32:07’-34:13’ .

a pesquisa de campo das equipes chefiadas por esses arqueólogos (Universidade de Cincinnati) comprovam o cerco a Tróia. - . a do cerco descrito por Homero).Decupagem A História de Tróia (NATGEO) 34:40’-36:48’ BLEGEN (1932-1938) e ROSE (1992-hoje): dados da pesquisa de campo (prospecções em Hisarlik e arredores) são a base da interpretação para as camadas estratigráficas Tróia VI (rica cidade) e Tróia VII (cidade destruída e pobre.

Decupagem A História de Tróia (NATGEO) 36:50’-46:06’ equipes das universidades de Tubingen/Alemanha e Cincinnati/EUA (1992-hoje) MURALHAS DESTRUÍDAS POR TERREMOTO OU CAVALO COMO SÍMBOLO .

CAVALO transformações movimentos na cosmologia PRAIA .ZEUS .TOURO (mito de Europa) .POSSEIDON .MURALHA .