You are on page 1of 58

Anfetam inas

Psicopatologia II

Introdução
▪ A natureza hum ana é caracterizada pela busca da felicidade, pela fuga
de am bientes pouco hospitaleiros e pela tentativa de evitar situações
desagradáveis ou dolorosas. Enfim , busca principalm ente o prazer.
▪ Todavia nunca se com entou tanto sobre estresse, subnutrição,
condições precárias de vida, am bientes com petitivos, tensão social,
desem prego, insegurança, violência, consum ism o, frustração, m iséria,
riqueza, solidão em m eio à m ultidão.
▪ Tudo isso contribuipara que algum as pessoas sejam infl u enciadas pela
fantasia de um a busca fácile rápida de soluções para seus problem as.
Assim penetram no estranho m undo das drogas.

Muitos são os fatores que podem contribuir para que um indivíduo fique
sujeito ao uso de drogas:

▪ Adquirir coragem ou se sentir m ais forte frente às difi
culdades.

▪ D esejo de ser aceito em um grupo.

▪ C uriosidade.

▪ B usca de sensação de segurança ou de euforia.

▪ Fugas.

▪ Sentir-se m ais calm o e estim ulado.

▪ Fácilacesso as drogas.

▪ Falta de inform ações corretas sobre os efeitos das drogas.

▪ D escontentam ento com a postura fam iliar, principalm ente com a dos pais ou da sociedade em que vive.

S eg u n d o a O rg an ização M u n d ial d a S aú d e d rog a é:
▪ Toda substância naturalou sintética que, introduzida no organism o vivo,
pode m odifi
car um a ou m ais de suas funções.
▪ N os term os do artigo 1º, parágrafo único da Lei11. 343 de 26-08-2026,
“drogas são substâncias ou produtos capazes de causar dependência,
assim especifi cados em leiou relacionados em listas atualizados
periodicam ente pelo Poder Executivo da U nião”, e, pelo exposto, notam os
que o term o drogas substituia expressão “substâncias entorpecentes”.

Q uando o uso torna-se abuso???

▪ Entende-se por abuso de drogas o uso indevido ou o uso por motivos não
medicinais.
▪ As drogas estão cada vez mais acessíveis e usadas socialmente. Por isso fica
muito difícil ao jovem, decidir se deve ou não experimenta-la e questionar o
uso de uma droga que faz sentir-se tão bem.
▪ A questão envolve como a pessoa consegue lidar com seus problemas:
depressão, baixo nível de autoestima e etc.
▪ O usuário, dificilmente pensa que é dependente, normalmente pensa que
pode parar quando quiser.
▪ A família sempre hesita em interferir, mesmo tendo alguma suspeita.

Essas injeções podem ser repetidas a cada duas ou três horas. ▪ U so con stan te em b aixas d oses. elevar o ânim o durante o cum prim ento de tarefas im portantes ou sim plesm ente para fi car alegre. Esse estágio caracteriza-se por um a “aceleração” logo após a injeção. ▪ U so in d evid o em altas d oses. e quando há difi culdades para dorm ir com pensam com o uso de depressores com o o álcool ou barbitúricos.O s usuários obtêm norm alm ente suas bolinhas com receita m édica para controle de peso. sendo esse tipo de com portam ento m uito perigoso.N esse estágio o indivíduo usa a anfetam ina com o objetivo de evitar a fadiga. três a quatro vezes a recom endada.consiste no consum o de um ou duas vezes por sem ana. . recuperar-se de um a ressaca. tornando o com portam ento do usuário violento. procurando assim sustentar um estado de euforia. por vários dias seguidos.O que corresponde a 4 bolinhas. o que é ainda m ais perigoso. Com o uso diário da anfetam ina. seguida por exaustão e reação depressiva. em baixas doses. m as passam a tom ar doses m aiores. o indivíduo com eça a acreditar que não sobrevive sem ela. Estágios do uso indevido das anfetam inas ▪ U so ocasion al.por via intravenosa.Corresponde ao consum o de doses de 400 a 100 m g. de 5 a 20m g.

▪ 6.evidências de tolerância de talform a que doses crescentes de substâncias são requeridas para alcançar os efeitos originariam ente produzidos por doses m ais baixas.abandonos progressivos dos prazeres e interesses alternativos em favor do uso da substância. ▪ 2.um forte desejo ou senso de com pulsão para consum ir a substância. ▪ 5. ▪ 4..difi culdades de controlar o com portam ento de consum ir a substância em term os de seu início..um estado de abstinência quando o uso da substância cessou ou foireduzido. ▪ 3. Anfetam inas e o vício Segundo Arthur G uerra de Andrade. .] O M S estabeleceu alguns critérios para o diagnóstico de dependência que são. em seu artigo “D RO G AS” a: [. ▪ 1. térm ino ou níveis de consum o. evidenciado pela vivência de sintom as físicos e psicológicos desagradáveis.persistência do uso.

•Convulsões. •Insônia.A síndrom e de abstinência surge quando o viciado suspende o uso da droga e passa a sofrer distúrbios físicos e com portam entais. •Ansiedade. •Tonturas. . •D elírios. •Perda do apetite. •Sudorese. sintom as esses que desaparecem com pletam ente assim que o viciado usa novam ente a droga. Em geralpodem os citar. •Trem ores.

▪ A prim eira a ser fabricada (1928) D -anfetam ina. ▪ Foisintetizada pela prim eira vez em 1887 na Alem anha. ▪ Foram introduzidas no m ercado em 1930 (congestionante nasal). . 1928) passou a ser utilizada por m édicos para evitar a fadiga. H istórico ▪ São produzidas em laboratório. ▪ 40 anos depois (aprox.

H istórico ▪ 1932 foilançado na França com nom e de Benzedrine na form a de inalador. ▪ 1970 passou a ter venda controlada (considerada com o droga). ▪ Após controle e declínio de seu uso. ▪ 1945 após G uerra o m undo foiinvadido pela anfetam ina (m elanfetam ina – Pervitin) (fenm etrazina – Perludin). ▪ ‘speedball’ m istura injetávelde anfetam ina e heroína. ▪ D escoberto efeito de dependência. . ▪ 1937 foifabricado com com prim ido para elevar estados de hum or. ▪ Estim ulam o sistem a nervoso central. ouve aum ento do consum o da cocaína.

Farm acocinética e M ecanism o de Ação .

o aviam ento. a exportação. a m anipulação. a prescrição. o com ércio e uso de anfetam inas. a dispensação.▪ AN VISA – Resolução RD C 52/2011 – vetou a fabricação. a distribuição. . a im portação.

renal .absorção rápida e com pleta ▪ Atravessa barreira placentária e hem ato- encefálica ▪ Excreção . Farm acocinética ▪ Via oral.

.O s derivados anfetam ínicos podem agir de diversas m aneiras. m as agem principalm ente aum entando a liberação de neurotransm issores (D opam ina e Serotonina).

 Mediante o estímulo apropriado a DA é liberada no espaço sináptico e se liga aos receptores (3) no neurônio pós- sináptico. desencadeando diversas rep ostas metabólicas. Após exercer sua ação. o neurônio pré- sináptico produz e armazena em vesículas(1) neurotransmissores(2). . parte da DA  volta para o neurônio pré-sináptico mediante o sistema de recaptação(4). Acima. neste caso dopamina (DA).A figura esquematiza a comunicação sináptica entre dois neurônios.

.  Na presença de cocaína. esta bloqueia o sistema de recaptação (1) o que leva a um aumento na quantidade de DA no espaço sináptico potencializando os efeitos metabólicos no neurônio pós-sináptico.

▪ os níveis de dopam ina. prejudicam . além dos estím ulos prazerosos. que governa a atenção e regula a im pulsividade.▪ A d op am in a é o principalneurotransm issor do Sistem a Lím bico onde se localiza o Sistem a de Recom pensa. sexo e dinheiro. . com o os alim entos. m uito elevados pela ação das drogas. o C ortex Pré-frontalO rbital. m ediador da tarefa de avaliar o estím ulo am bientale o C ortex Pré- frontalLateralD orsal. ou m esm o destroem as seguintes áreas cerebrais: o G iro Anterior C ingulado. m as ela sinaliza tam bém . com o a percepção do perigo e o m edo. os estím ulos aversivos. que governa as funções executivas e decisórias.

▪ C om o uso continuado. causadora da sintom atologia clínica referida. um aum ento da concentração desses neurotransm issores na fenda sináptica. . produzindo ataques de pânico. insônia. da m esm a form a em que fazem aum entar a liberação de noradrenalina. ▪ N esse estágio atua com o um alucinógeno. m udanças de hum or. visão turva e m ovim entos involuntários com os olhos. produzindo distúrbios da locom oção. ▪ Tam bém ativam os receptores da serotonina aum entando a sua liberação. U m a dosagem m aior pode levar ao bloqueio dos receptores. as anfetam inas podem causar problem as com a locom oção. com o a cocaina. psicose tóxica. episódios paranóicos e depressão pós-anfetam ínica. As difi culdades sexuais agravam os estados paranóicos e as depressões. irritabilidade e alucinações. náuseas.▪ As anfetam inas bloqueiam a recaptação da dopam ina proporcionando.

tem am inas. e podem vir a apresentar depressão psíquica. . ficam exaustos noradrenalina e dopam ina.▪ A anfetam ina é agonista ▪ O s usuários privados da de ação indireta das droga ficam sonolentos. especialm ente apetite voraz. exem plo. ▪ As drogas sem elhantes à ▪ A tolerância desenvolve-se anfetam ina revelaram um rapidam ente de m odo que os padrão típico de usuários abusivos podem abstinência.m anifestado tom ar doses m aiores em por sinais e sintom as que com paração àquelas usadas são o oposto daqueles com o anorexígenos por produzidos pela droga.

Rebite ou bolinha .

O rebite afeta várias áreas com portam entais do organism o. As anfetam inas. Após passado o efeito. m uitos tom am outra dose para continuar seus afazeres. fazendo com que o organism o trabalhe de form a excessiva e ácida de suas condições reais. fraco e sem condições de m anter a disposição desejada. que só podem ser vendidos sob p rescrição m éd ica e com a retenção da receita (D G ). são rem édios com tarja preta. perda de apetite. A pessoa apresenta um quadro de insônia. fala rápida. porém a droga passa a ter sua eficiência reduzida pelo fato de que o organism o já está cansado. . sente-se revigorado.

os m otoristas de cam inhão utilizam o reb ite. um a droga que pode ser considerada com o um dos p rin cip ais in im ig os das estradas. sem descanso. para cum prir prazos pré-determ inados ou até faturar um extra no fi n al de cada viagem . Q uem usa?? Com objetivo de dirigir várias h oras seguidas. . São usadas tam bém por estudantes que passam dias e noites estudando e por pessoas que querem em agrecer por conta própria.

Delírio . Q uais os efeitos provocados??? Nariz e boca Perda de Desnutrição Ansiedade ressecados peso Aumento de Dilatação das batimento pupilas Dor de cabeça Tontura cardíaco e de Quanto pressão aos efeitos arterial provocado Problemas Inquietação Sensações de Lesões s por irreversíveis gástricos motora pânico rebites. a no cérebro relação inclui: Visão Confusão de Alucinações.

• Com depressão. . Com o afeta o organism o? O uso contínuo dessa droga leva o organism o a acostum ar-se com tal substância. Caso haja um consum o exag erad o d a d rog a. Tal fato atenta para o vício e para a síndrom e da abstinência. • D esorientação. Algum as pessoas quando não consom em a droga fi cam depressivas ou irritadas. • M ais agressivo. entretanto. o usuário pode fi car: • Irritado. fazendo com que o usuário tom e doses cada vez m aiores. não é um a regra geral.

Ecstasy ou Êxtase .

D roga do am or. ▪ Em 1960 foidescoberto com o elevador de estado de hum or e de ânim o. ▪ N o Brasilé m isturado. Bala. . no form ato de pó pode ser cheirado e absorvido pelo ânus.▪ N om e: M D M A (m etilenodioxim etanfetam ina) ▪ É um a droga sintética ▪ O utros nom es dados ao Ecstasy: H elena. porém nunca foiusado para este fi m. ▪ Foidescoberta em 1914 por M erck.com o um supressor de apetite.

vários m odelos e tam anhos e é ingerido por via oral. m as causa hipertensão arterial que pode levar ao óbito por que esta droga ataca diretam ente o sistem a nervoso central.▪ É encontrada em qualquer lugar até na internet. ▪ Pode não causar dependência física im ediata. ▪ Pode ser m isturada com M etanfetam ina. m as seu uso contínuo e abusivo pode levar a um a dependência. . ▪ P R EÇ O : D e 30 a 70 reais. ▪ Tem efeito alucinógeno e em longo prazo provoca alterações do hum or e do sono. ▪ È m uito usado em festas ex: Raves. heroína e ácido do LSD .

▪ Excitação e Alucinação ▪ Vontade de C ontato Físico e Sexual ▪ Perda da noção de espaço ▪ A pessoa fi ca cheia de am or aparentem ente. com difi culdade de ereção e de orgasm o. . ▪ D esidratação fazendo a pessoa beber m uita água ex: 20 litros. Sensações Causadas ▪ Insônia ▪ Euforia.Bom hum or ▪ Falta de apetite ▪ Trem ores ▪ N áuseas ▪ H iperterm ia ▪ Fadiga ▪ Tonturas ▪ D esejo de se com unicar. desinibição ▪ M elhoria na percepção m usicale visual.

Idéias Suicidas . Insônia. Irritação. D eterioram ento da personalidade.Seu uso continuo leva á: Efeitos após 20 m inutos que podem durar de 4 á 8 horas: ▪ C onvulsões ▪ D epressão ▪ Acidentes C erebrais Vasculares ▪ Convulsões ▪ Em agrecim ento ▪ Ataque de Pânico ▪ H epatite Efeitos Causados após 24 horas ou m ais: Cansaço. Transtorno de Ansiedade.

Pessoas predispostas à esquizofrenia podem ter. . N a intoxicação aguda o indivíduo pode perder a noção de realidade. na experiência destas substâncias. o risco psiquiátrico m ais im portante é o desencadeam ento de transtorno m ental grave na pessoa com predisposição.Para todas estas drogas sintéticas. se expondo a situações de perigo. o desencadeante da doença.

U so da anfetam ina na redução de peso .

. podendo causar anorexia. Além disso. fem proporex e m azindolatuam no sistem a nervoso central. esse efeito não é sustentado devido ao desenvolvim ento de tolerância. ▪ As drogas anoréticas do tipo anfetam inas. existe a realpossibilidade de os usuários desenvolverem psicodependência com o uso crônico. aum entando a liberação de noradrenalina.Contudo. com o anfepram ona.

incluindo-se pressão cerebral. foipublicado que o consum o de anfetam inas em pessoas jovens é tão ou m ais perigoso de causar acidente vascular cerebral do que a m aconha e a cocaína.▪ Em 2007. vasculites e vasoespasm o . Isso se deve a seus efeitos diretos na circulação cerebral. arterialelevada.

acontece. e conduzem a um a perda de peso de 2 a 10 kg dependendo da cada pessoa. o uso de m edicam entos para a perda de peso é efi caz. aos 6 m eses do início do tratam ento. esta quantidade pode ajudar a reduzir os fatores de risco da obesidade com o hipertensão e diabetes. A m áxim a perda de peso que se costum a conseguir.▪ Em geral. . em geral. Alguns pacientes obesos que utilizam a m edicação perdem m ais de 10% de seu peso corporalinicial.

▪ N o que se refere ao tratam ento m edicam entoso da obesidade. os sedativos e um a série de outros produtos freqüentem ente recom endados com o “fórm ulas para em agrecim ento”. os laxantes. fazendo com que o paciente retorne ao peso anterior ou até ganhe m ais peso que o inicial. Essa estratégia. é im portante ressaltar que o uso de um a série de substâncias não apresenta respaldo científi co. Entre elas se incluem diuréticos. além de perigosa. . não traz benefícios em longo prazo. os estim ulantes.

.

Anfetam inas e TD AH .

Cinco anos m ais tarde. com o nom e de Benzedrine. então denom inado hiperatividade ou disfunção cerebralm ínim a (RIBEIRO .na form a de pó para inalação. SILVA. ▪ Foilançada na França a prim eira versão com ercialda droga.o propósito era o tratam ento do tran storn o d e d éf i cit d e aten ção e h ip erativid ad e (TD A H ). o Benzedrine surgiu na form a de pílulas. 2006). 2002). M ARQ U ES.▪ N a década de 30. . chegando a vender m ais de 50 m ilhões de unidades nos três prim eiros anos após sua introdução no m ercado (FREITAS.

Sobre o desem penho cognitivo. . tem sido am plam ente utilizado um derivado anfetam ínico conhecido com o m etilfen id ato.

▪ Trata-se de um estim ulante do sistem a nervoso central.TD AH (D AFN Y. Atualm ente. . está sendo usado para m elhorar o estado de alerta em crianças que apresentam difi culdades de aprendizagem . derivado da piperidina e estruturalm ente sem elhante à anfetam ina. YAN G . 2006). O m ecanism o de ação do m etilfenidato é sim ilar ao da cocaína. com portam entais e em ocionais no Transtorno do D éficit de Atenção e H iperatividade . Este fárm aco foi prim eiram ente sintetizado em 1944 e inicialm ente usado com o estim ulante do sistem a nervoso centralpara alguns tipos de com a induzidos por barbitúricos.

m uitas delas da fam ília das anfetam inas. no Brasil(CARLIN Iet al. Já nos Estados U nidos. atualm ente. ▪ Até aproxim adam ente 2012.. de 12 de m aio de 1998 que regulam enta sua com ercialização.  . lista “A3” (psicotrópicos) da Portaria nº 344. com os nom es com erciais de R italin a e C on certa. o tratam ento m edicam entoso do TD AH no Brasilera quase que exclusivam ente feito por m eio da droga psicoestim ulante M etilfenidato.▪ O m etilfenidato pertence à lista de substâncias sujeitas a controle especial. A com ercialização é feita por duas grandes indústrias farm acêuticas. desde m uito tem po há disponívelum a gam a bem m aior de substâncias. 2003).

com o por exem plo o A d d erall. abuso e dependência. apetite e cansaço.br/tratam ento/venvanse.dda-defi citdeatencao.  ▪ O V en van se foicriado com o um a alternativa às anfetam inas que. (Fonte:http://w w w . m uito conhecidas por suas capacidades de inibir o apetite e dim inuir drásticam ente o sono. atuam diretam ente sobre o neurotransm issor dopam ina. concentração. Assim com o o m etilfenidato.▪ As anfetam inas são drogas m uito potentes. por isto seus efeitos de m aior energia.com . tem alto índice de tolerência. um a com binação de sais de anfetam ina. no tratam ento para TD AH .htm lAcesso em : 18/10/2016) . redução do sono. euforia.

com m enos fom e e aum enta a atividade de vários órgãos. agitada.▪ Adderall. Isso deixa a pessoa m ais desperta. ou adderallXR.br/saude/tudo-sobre/21413-adderall-substancia-e-usada-no-tratam ento-de-tdah Acesso em : 18/10/2016) . do tipo das anfetam inas. para o tratam ento de pacientes com Transtorno de D éfi cit de Atenção e H iperatividade (TD AH ) e em alguns casos de narcolepsia . com o noradrenalina.m inhavida. com o o coração. é um m edicam ento estim ulante do sistem a nervoso central. dopam ina e serotonina. Ele é usado em diversos países. com o nos Estados U nidos. ▪ O Adderallcontém um a m istura de sais de anfetam ina e dextroanfetam ina (estim ulantes) e seu efeito consiste basicam ente do aum ento da atividade de neurotransm issores (m oléculas que fazem a com unicação de um neurônio com outro). (Fonte: http://w w w .que é um distúrbio do sono em que a pessoa tem m uita sonolência durante o dia e até episódios tem porários de fraqueza m uscular.com .

▪ Associado ao m etilfenidato podem ser usados antidepressivos tricíclicos e inibidores seletivos da recaptação de serotonina. 2008). A dose habitualvaria entre 10 e 60 m g/dia (M AH O W ALD . as anfetam inas são geralm ente eficientes durante longos períodos de tem po sem produzir vício ou dependência física. . ▪ O m etilfenidato é o m edicam ento utilizado no tratam ento farm acológico da narcolepsia. BO R N EM AN N . N o m ercado brasileiro. alucinações hipnagógicas e fragm entação do sono (C O ELH O et al. podendo associar- se a paralisia do sono.. Algum as vezes são usadas para potencializar a terapia antidepressiva em pacientes resistentes ao tratam ento (C AR N EIR O et al. 2005). Se utilizada dentro dos lim ites terapêuticos. a narcolepsia é defi n ida por sonolência excessiva diurna e cataplexia. Atualm ente. para controle da hipersonolência diurna. com m eia-vida ao redor de 4 horas.. sendo usados de 2 a 3 vezes ao dia e form as de liberação lenta de 20 e 30 m g. encontram os form ulação com com prim idos de 10 m g. D erivados Anfetam ínicos N o Tratam ento D a N arcolepsia ▪ As anfetam inas tam bém fazem parte do tratam ento para narcolepsia. 2007).

Tratam ento Farm acoterápico .

.

.

. D efi n ição de D R O G A N a defi n ição da O rganização M undialda Saúde: D RO G A é “qualquer produto lícito ou ilícito que afeta o funcionam ento m entale corporaldo indivíduo e que pode causar intoxicação ou dependência”.

. A abordagem do tratam ento difere para intoxicação.o abuso ou a dependência de anfetam ínicos e depende do quadro clínico apresentado especifi cam ente por cada indivíduo.

se agitação: ▪ Benzodiazepínicos (ansiolíticos): D iazepan. Tioridazina ▪ resfriam ento corporal. Lorazepan ▪ N eurolépticos (antipsicóticos): H aloperidol(H aldol). Intoxicação aguda O tratam ento se baseia em m edidas de suporte gerais: ▪ reposição de volum e sanguíneo (soro). C lonazepan (Rivotril). se PA aum entada ▪ sedativo. C lorprom azina. se desidratação ▪ anti-hipertensivo. se consum o da droga ocorrido a m enos de 1 hora . se suspeita de hipertem ia m aligna: ▪ -D antrolene ▪ -Carvedilol ▪ lavagem gástrica com carvão ativado.

Abuso e D ependência: Prem issas: ▪ N ão existe antídoto para anfetam ínicos ▪ N ão existe farm acoterapia efetiva (não tem um rem édio que vai tratar especificam ente) .

Paroxetina. se sintom as depressivos m aiores ▪ N eurolépticos (antipsicóticos): Clorprom azina. Im ipram ina.por anfetam ina e m etanfetam ina) ▪ N altrexona (Revia): m elhora adesão ao tratam ento e evita recaídas ▪ Evitar os benzodiazepínicos (ansiolíticos) nesta fase por risco de abuso e dependência de benzodiazepínicos ▪   . O tratam ento farm acológico é direcionado para os sintom as apresentados ▪ Antidepressivos: Fluoxetina.craving . Citalopram . H aloperidole Tioridazina ▪ Topiram ato (inibe o consum o de ecstasy) ▪ Vigabatrina (reduz a fi ssura .

Funcionam ento do Sistem a de Fiscalização de D rogas .

a Junta exam inou a situação da fi scalização de drogas no Brasil. M éxico e Peru. O Brasilé utilizado para o contrabando por ar e m ar aos países da África O cidentalde parte considerávelda cocaína produzida na Bolívia (Estado Plurinacionalda Colôm bia e Peru). dando m aior atenção aos avanços registrados nesses países. . N ão há indícios que existam laboratórios de fabricação de cocaína no território brasileiro. bem com o as m edidas adotadas pelos governos desses países para aplicar o tratado de fi scalização internacionalde drogas. m as a proxim idade com a costa N O RD ESTE do Brasilda África O cidentaltem feito com que esta zona se torne atraente para as organizações sul-am ericanas envolvidas no tráfi co de drogas. e insta o governo a redobrar os esforços nesse sentido. A Junta observa que o governo está determ inado a continuar com batendo o contrabando de cocaína e outras drogas no país.• Em 2010. a Junta considerou toda inform ação possívelsobre o tem a. •O Brasilcontinua sendo utilizado com o um im portante país para o trânsito de rem essas de drogas ilícitas destinadas aos Estados U nidos e a países da África e Europa. Ao fazê-lo.

O bserva que o governo tem adotado m edidas destinadas a frear o uso indevido dessa substância. em m aio de 2010. principalm ente nos m unicípios de regiões de fronteira. A Junta insta o governo a prosseguir com o trabalho nessa esfera e que a m antém inform ada sobre os avanços realizados na luta contra o uso indevido de cocaína e outras drogas. N o m arco desse plano. . o governo vem destinando recursos consideráveis para adoção de m edidas destinadas para com bater o tráfico de drogas. dos centros de tratam ento do uso indevido de drogas e reinserção socialpara dependentes quím icos. entre elas o lançam ento. bem com o a am pliação e a m elhoria.•A Junta observa com preocupação o aum ento nos últim os anos do uso indevido do crack (um derivado obtido do cloridrato de cocaína) no Brasil. um plano de ação integrada contra o uso indevido de crack e outras drogas.

im portação. A Junta observa que o Brasilvem adotando nos últim os anos m edidas para frear o consum o de anorexígenos. entre eles o Brasil. m odifi cando a legislação nacional para m elhorar a fiscalização da distribuição interna dessas substâncias e pela aplicação da rigorosa exigência de receitas m édicas.•D urante m uitos anos os níveis de consum o de estim ulantes presentes na Lista IV da Convenção de 1971. . fi g uraram entre os m ais altos do m undo. A esse respeito. A Junta incentiva o governo a continuar adotando todas as m edidas necessárias para que os anorexígenos sejam utilizados unicam ente para fi n s m édicos. nos países das Am éricas. bem com o para im pedir que sejam utilizados de form a indevida e receitados indiscrim inadam ente. a Junta apoia m edidas adotadas pelo governo em agosto de 2010 com o fi m de estabelecer novas regras voltadas para fortalecer a fi scalização da fabricação. com ercialização e receita de estim ulantes do tipo anfetam ínico no país.

Tam bém vem sendo observados avanços na cooperação que o governo tem prestado a Junta. •Em setem bro de 2010. . o Suprem o Tribunal Federal do Brasil determ inou que considerasse a possibilidade de im por pens alternativas a pessoas declaradas culpadas pelo crim e de tráfi co de drogas em pequena escala seria inconstitucional. A Junta confi a que o governo adotará m edidas apropriadas para aprim orar essa cooperação. inclusive o fornecim ento obrigatório de inform ação estatística com o consta nos tratados internacionais de fi scalização de drogas. O G overno do Brasil tem feito investim entos consideráveis em tecnologia para apoiar a vigilância de cultivos ilícitos para a produção de drogas no seu território.•Circunstâncias recentes apontam que o governo brasileiro tem avançado na luta contra os problem as de fi scalização de drogas no país. bem com o as atividades da Polícia Federal para com bater o tráfico de drogas.

Alunos: ▪ Ana Reis ▪ Daiane Vieira ▪ Elisa Mara ▪ Geovana ▪ Leonardo Maia ▪ Lucas Marques ▪ Thais Turm a N .