CRISTOLOGIA

IPBA - Rev. Emiliano
Cunha

03
Cristo
As Naturezas de

Cl. 1.15-20

I Desde o Concílio Esta doutrina
de Calcedônia sempre foi e
N
(451 d.C.), a continuou sendo um
T igreja confessa a artigo de fé, muito
R doutrina das acima da
O duas naturezas compreensão
de Cristo. humana.
D
U Até o século XVIII, a ICAR e os
Ç protestantes caminham juntos, nesta
à confissão, ao que depois tornou-se alvo
O de ataques.

A idade da razão iniciou-se e se declarou
que era indigno do homem aceitar, pela
autoridade da Escritura, o que era
claramente contrário à razão humana.

Filósofos e Manter esta doutrina,
teólogos como foi formulada pelo
tentaram Concílio de Calcedônia
oferecer à igreja (451 d. C.) é da máxima
um substituto importância e consta dos
da doutrina das nossos padrões
duas naturezas. confessionais.

6 história insistem um Messias Jr.01 Provas Bíblicas da Divindade No Velho Testamento. 23. Dn. 2. . 5.7 pré-cristão.1 Os mais recentes VT tenha especialistas em predições de Is. Negar que o Sl. 45.2 para o judaísmo Sl.6 que a doutrina divino é de um Messias insustentável. 13.6 Zc. 7.6-12 Mq. 110. 9.13 super-humano era coisa natural Sl.

No Novo Testamento. 5.14. 1.1-3 historicidade Cristo.18 Os críticos negar que procuram João e Jo. 2. de João e a Gl. 18 Hb.28 escapar da Paulo Rm. É impossível Jo. 20. 1. 3. . 1. 1.7 doutrina ensinam a negando a divindade de 1 Co.1-3 1 Tm. 1.20 autenticidade Jo.16 de várias epístolas de Jo.1-3 Paulo.

6 O Cristo dos sinóticos é tão divino quanto o Cristo de João. 11. Mt. Nos Sinóticos Cristo sobressai como o Filho do homem.38 . mas também como o Filho Mt. 16. 8.17 de Deus.33 Mt.16-17 Mc. 14.27 Mt. Mt. 5. 9.

como estão registradas nos evangelhos. A consciência própria de Jesus.37 Jo. 21.27 Jo.37 palavras. 8. 6.13 Jo. 3. Só é possível Mt. 5.34 .17 conhecer essa consciência de Jesus por meio de Suas Mt. 11. Jo. Existe a tendência de negar que Jesus estivesse em plena consciência de que era o Messias ou Filho de Deus.

divindade. . A única divindade que muitos ainda atribuem a Cristo é simplesmente a de Sua humanidade perfeita. mas no verdadeira presente ninguém humanidade. em questiona seriamente sua prejuízo de sua verdadeira humanidade.02 Provas Bíblicas da Humanidade A realidade e a Há hoje em dia integridade da natureza uma excessiva humana de Cristo já ênfase à Sua foram negadas.

14 foi manifestado na carne e nestas passagens o termo ‘carne’ denota natureza humana. e esplendor da Sua assim foi chamado por divindade a ponto outros.2 Jo. 8.15 I Co.21 A Bíblia diz que o Senhor veio ou I Jo.22 humanidade.40 At. 15. 5. 2. de obscurecer a Sua verdadeira Jo. Rm. . 4. Não se deve Jesus chamou-se salientar o homem a Si próprio. 1.

10.33 Sede . ‘Filho sujeito aos do homem’.8 elementos essenciais experiências da natureza humana: normais da um corpo material e vida. por certo sofrimentos indica também sua e verdadeira humanidade.O auto-tratamento mais Estava Lc. 52 comum de Jesus.39 Jo.40. Fome Dor Lc. 2.18 Hb. 5. 11. uma alma racional. 24. necessidades Jesus possuía os Passou pelas Hb 2.

todavia. mas também que 1 Pe.35 Jo.22 1 Jo.30 o pecado (potuit 2 Co.03 Provas da Impecabilidade Cristo pode evitar Lc. . devido eticamente estava livre à ligação essencial tanto da depravação entre as naturezas hereditária como do humana e divina. 14. 1. 2.5 Lhe era impossível pecar Jesus fez-se pecado (non potuit judicialmente. pecado fatual. 5. 4. 3.15 non peccare).21 Hb. peccare).

somente cabível ao homem. era necessário que o homem sofresse a penalidade e o pagamento da pena envolvia sofrimento de corpo e alma. A Necessidade das Duas 04 Naturezas de Cristo A necessidade das duas naturezas de Cristo decorre daquilo que é essencial à doutrina escriturística da expiação. 1) A Necessidade de sua Humanidade Desde que o homem pecou. .

não somente com homem sem todas as suas propriedades pecado. 12. 4. 9. pecador.18 Hb. pois essenciais.14 Hb. 18 Hb. devia descer às poderia fazer profundezas da degradação expiação por em que o homem tinha caído. 3. 2. 2.17.27 At. depois da Queda. Hb. assim.15-5. outros. não e.22 Era necessário que Cristo Era preciso assumisse a natureza que fosse um humana.Jo.2 . mas também com um homem todas as debilidades a que que fosse está sujeita.

. pela fé. 2) A Necessidade de sua Divindade No plano divino de salvação era absolutamente essencial que: 1) Ele pudesse 2) Ele 3) Ele pudesse apresentar um pudesse aplicar os sacrifício de sofrer a ira frutos da Sua valor infinito de Deus obra e prestar para livrar consumada perfeita outros da aos que O obediência à maldição da aceitassem lei de Deus. lei.

redentora de não pode Deus. pecado. O homem. 130. nem mas não pode prestar Sl. terá que nem cumprir sofrê-la O a pena do eternamente. Ele pode sofrer a Sl.3 sofrê-la de molde perfeita a abrir um obediência a caminho de Deus. livramento. . 49.7-10 CONCLUSÃ com a sua ira de Deus e. vida exceto pela graça arruinada.

Emiliano Cunha 04 Cristo Quarta Na Próxima A Unipersonalidade de .Rev. CRISTOLOGIA IPBA / Itanhaém .

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