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GESTÃO E

TRATAMENTO DE
ÁGUAS E
EFLUENTES
Gabriela Andrade Teixeira

Gestão e Tratamento de Água
3 aulas
Aula Laboratório 10/03 JALECO!!!!
Visita técnica ao DMAE 04/03
Prova Bimestral

Gestão e Tratamento de Efluentes
3 aulas
Visita Técnica Ambev, ou JBS ou Cargill
Prova final

ETA e ETE

metais) biológicos ( patogênicos doenças.objetivo- Cumprir normas de rejeitar no esgoto ou rio Reutilizar em algum processo Adequar qualidade ou padrão . Tratamento de efluentes Efluente – Água + impurezas Impureza  físicas (pedras. fungos) químicos Doméstico ou industrial Tratar pra que -.

TRATAMENTO DE ÁGUA .

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Ciclo da Água .

.CONAME 357 – portaria 518 Classifica a água em quatro tipo de acordo com a sua utilização final E de acordo com esses classes estipula os padrões de qualidade.

à irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de película. esqui aquático e mergulho. classe 1: águas que podem ser destinadas  ao abastecimento para consumo humano. conforme Resolução CONAMA no 274. tais como natação. após tratamento simplificado. de 2000.  à proteção das comunidades aquáticas. e à proteção das comunidades aquáticas em Terras Indígenas. . à recreação de contato primário.

com os quais o público possa vir a ter contato direto. conforme Resolução CONAMA no 274. c) à recreação de contato primário. plantas frutíferas e de parques. . e e) à aqüicultura e à atividade de pesca. esqui aquático e mergulho. d) à irrigação de hortaliças. jardins. após tratamento convencional. campos de esporte e lazer. de 2000. b) à proteção das comunidades aquáticas. tais como natação.classe 2: águas que podem ser destinadas: a) ao abastecimento para consumo humano.

b) à irrigação de culturas arbóreas. . cerealíferas e forrageiras. c) à pesca amadora. d) à recreação de contato secundário. e e) à dessedentação de animais.classe 3: águas que podem ser destinadas: a) ao abastecimento para consumo humano. após tratamento convencional ou avançado.

e b) à harmonia paisagística. .classe 4: águas que podem ser destinadas: a) à navegação.

após tratamento convencional. . após tratamento convencional ou avançado. ÁGUA PARA ABASTECIMENTO PÚBLICO • Classe 1: ao abastecimento para consumo humano. • Classe 3: ao abastecimento para consumo humano. • Classe 2: ao abastecimento para consumo humano. • Classe 4: não é destinada para o consumo humano. após tratamento simplificado.

ÁGUA POTÁVEL Água não é encontrada pura na natureza Chuva já tem contaminantes do ar Rios com matérias orgânicas Água potável PORTARIA Nº 518/GM Em 25 de março de 2004 Padrão de potabilidade . fisico quimicos e biológicos . requisitos fisicos. quimicos.

Propriedades físicas água potável Inodora. Fresca. quando em pequena quantidade e azulada quando em grande quantidade. isto é. . De sabor indefinível. sem cheiro. sensação que depende da temperatura ambiente. Incolor. sem cor. isto é. mas que permite distingui-la de qualquer outro líquido.

Propriedades quimicas agua potável Ser arejada. Conter sais minerais. tem que conter certa quantidade de oxigênio. não deve conter grande quantidade para não torná-la pesada ou dura. . isto é. Não conter nenhum sal tóxico. com pequena quantidade de cálcio e magnésio.

Propriedades Biológicas Água potável Não contenha organismos patogênicos .

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matéria orgânica Grande quantidade de sólidos Coloração Verde escura – Matéria Orgânica Leitosa – Produtos Químicos Sabor .detergente Turvação  Argila. algas.Propriedades físicas água poluída Cheiro decomposição da matéria orgânica (podre) Produto Químico .

Propriedades biológica água poluída Presença de agentes patológicos vivos Laboratório – Coliformes Fecais .

como é o caso da cólera. . Esses métodos domésticos de purificação devem ser aplicados principalmente em épocas que ocorrem surtos de doenças graves transmitidas pela água. Importância do Tratamento Domiciliar Filtro doméstico Desinfecção Fervura Importante: A filtração e a fervura da água que sai da torneira muitas vezes complementam o tratamento das estações.

Examinar periodicamente a água de poços (cisternas). já que ela não recebe tratamento e substitui a água encanada. Pode conter gases e sais minerais que fazem bem à saúde . POÇOS ARTESIANOS Provém de lençóis bastante profundos. .  Só necessitam de uma desinfecção. localizados entre as rochas.

Tratamento de Água Metais Orgânicos Pesados Resíduos Água Doce os Particulas em Microorganism Suspensão Manancial Estação de Tratamento de água .

lençol freático Abastecimento Público . Represa. Mananciais Fontes de Água superficial ou subterrân Rio. Lago.

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Bacia Hidrografica Rio Paranaíba .

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A área total da bacia hidrográfica é de 2000 km2. possuindo 49 afluentes. Bom Jardim e Rio das Pedras. sendo os mais importantes os ribeirões Beija- Flor.Uberaba. Rio Uberabinha Manancial utilizado para o abastecimento de água de Uberlândia. Nascentes . .

através de adutoras. 2 A água contaminada contém microrganismos Imagem : SuzanneKn/Public Domain transmissores de muitas doenças. Manancial . pode estar insalubre. ou seja. algumas bastante graves. Tratando água insalubre A água captada dos mananciais. pode originar doenças por estar contaminada e poluída por esgotos.

Partes de um Sistema de Abastecimento de Água .

Estações Elevatórias Permite elevar a água para uma cota superior. .

As estações de tratamento de água Processo físico-químicos Adequar normas de consumo Potabilidade Livre de conaminação .doenças .

• Tratamento simplificado: adição de cloro e flúor na água antes da distribuição à população. antes de ser distribuída à população. correção de pH. • Tratamento convencional: A água bruta passa por tratamento completo em ETA. pré-oxidação. processo conhecido como cloração. membranas filtrantes. processo conhecido como fluoretação. • Tratamento avançado: clarificador de contato. dotado dos processos de floculação. desinfecção (cloração) e fluoretação. . filtração. centrifugação. TIPOS DE TRATAMENTO • Tratamento com simples desinfecção: adição de cloro na água antes da distribuição à população. decantação. flotação.

sabesp.br/uploads/file/flash/tra tamento_agua.http://site.swf .com.

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Fluxograma do Processo .

Fluxograma do Processo Agente oxidante Alcalinizante Coagulante Polímero Mananci Coagulação Floculação Sedimentação al Polímero Agente oxidante Correção de pH Fluoretação Desinfecção Filtração Alcalinizante Agente oxidante Flúor Água Final .

Estação de Tratamento de Água (ETA) Água recuperada Adensado Clarificad r or lodo Aterro Lodo Centrífug Sanitário desidratado a Tratamento do lodo .

Correção pH 41 . Estação de Tratamento de Água (ETA)  Corte longitudinal Coagulação Floculação Filtração Sedimentação Desinfecção. Lodos Fluoretação.

ETA .

5 mm). GRADAGEM Consiste na remoção de sólidos de grande dimensão (> 12.50 a 20 mm finas . que poderiam afectar o equipamento mecânico a jusante. Utilizam-se barras COAGULAÇÃO / FLOCULAÇÃO metálicas paralelas grades grossas .20 a 5 mm Controle de Velocidade .150 a 50 mm médias .

COAGULAÇÃO /
FLOCULAÇÃO
A coagulação consiste na adição de
produtos químicos que têm por
finalidade agrupar partículas de
dimensões microscópicas (coloidais).

A floculação consiste na formação de
agregados maiores e mais pesados
(flóculos), devido a uma agitação
moderada da água.

COAGULAÇÃO

• A coagulação é um processo físico-químico em que a substância
coagulante adicionado à água, num processo de mistura rápida,
proporciona formação de coágulos.

• Na coagulação se processa a desestabilização das partículas
coloidais e em suspensão, com a remoção das forças que as mantém
separadas. O processo se inicia logo após a aplicação dos
coagulantes, através de um processo de mistura rápida e dura poucos
segundos.

COAGULAÇÃO
• Objetivos:

• Remoção da turbidez orgânica e inorgânica, que não pode ser
eliminada por simples sedimentação.

• Remoção de cores, aparente e verdadeira da água.

• Eliminação de bactérias, vírus e organismos patogênicos
susceptíveis de serem separados por coagulação.

• Eliminação de algas e plânctons presentes nas águas.

• Eliminação de substâncias produtoras de gosto e odor na água.

COAGULANTES EMPREGADOS • Sulfato de alumínio (sólido ou líquido) • Cloreto férrico (líquido) .5) • Cloreto de polialumínio (sólido ou líquido) • Coagulantes orgânicos catiônicos (sólido ou líquido) .Águas ácidas (pH 4) ou alcalinas (pH 11). • Sulfato férrico (líquido) . fortemente coloridas e que contenha ácido sulfúrico.Águas ácidas (pH 3.

a turvação e. os microrganismos presentes. dando origem a dióxido de carbono gasoso. porque ocorre uma reacção química com os carbonatos da água. Nesta operação consegue-se remover a cor. o que provoca uma diminuição do pH:  AI2(S04)3 (aq) + 3 Ca(HC03) (aq)  2 AI(OH)3 (s) + 3 CaS04 (aq) + 6 C02 (g) . Durante a adição do sulfato de alumínio é necessário ajustar o pH da água. em certa medida.Coagulação Os coagulantes contêm alumínio ou ferro. sendo o sulfato de alumínio o mais utilizado.

DOSAGENS DE COAGULANTE USUALMENTE EMPREGADOS NO TRATAMENTO DE ÁGUA DE ABASTECIMENTO • Sulfato de alumínio (5 mg/l a 100 mg/l) • Cloreto férrico (5 mg/l a 70 mg/l) • Sulfato férrico (8 mg/l a 80 mg/l) • Coagulantes orgânicos catiônicos (1 mg/l a 4 mg/l) .

SULFATO DE ALUMÍNIO ADQUIRIDO NA FORMA SÓLIDA • Dosagem (5 mg/l a 100 mg/l) • Produto adquirido na forma sólida • Sacos com 25 kg e 40 kg de massa • Pureza: 90% a 95% • Massa específica aparente: 700 a 800 kg/m³ .

Hugo Guedes .SULFATO DE ALUMÍNIO ADQUIRIDO NA FORMA SÓLIDA Prof.

SULFATO DE ALUMÍNIO ADQUIRIDO NA FORMA LÍQUIDA • Dosagem (5 mg/l a 100 mg/l) • Produto adquirido na forma líquida • Caminhão tanque • Pureza: 50% • Massa específica aparente: 1.300 kg/m³ .

Adição de Sulfato de Alumínio Vertedeouro .

Calhas Parshall .

onde também se adiciona hidróxido de cálcio (cal apagada) para neutralizar o pH. Além disso. a adição de sulfato de alumínio ocorre na câmara de mistura rápida. a agitação também garante as condições de mistura necessárias à dispersão do coagulante.flóculos (floculação). Por isso. .Agitaçao A agitação moderada da água favorece a colisão entre as partículas coloidais e a formação de agregados maiores e mais pesados .

Coagulação e floculação Características do coagulante  Condições de temperatura Turvação Acidez (pH entre 6.5 e 7) Grau de agitação da água. .

FLOCULAÇÃO • A floculação é um processo pelo qual as partículas (coágulos formados) se aglutinam em pequenas massas. . formando coágulos porosos (flocos). formando flocos. para que façam contato entre si. com peso específico maior do que o da água. Nesse processo as partículas desestabilizadas chocam-se umas às outras e formam os coágulos maiores (flocos). • Ela se caracteriza pelo transporte das partículas dentro do líquido. através de um processo de mistura lenta.

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PROCESSO DE FLOCULAÇÃO • Floculadores Hidráulicos .Fluxo helicoidal: Alabama .Fluxo vertical .Fluxo horizontal .

PROCESSO DE FLOCULAÇÃO – FLOCULADORES HIDRÁULICOS .

FLOCULADOR HIDRÁULICO DE FLUXO HORIZONTAL – ETA DUARTINA (SABESP) .

FLOCULADOR HIDRÁULICO DE FLUXO HORIZONTAL – ETA DUARTINA (SABESP) .

FLOCULADOR HIDRÁULICO DE FLUXO VERTICAL – ETA RIBEIRÃO DA ESTIVA .

FLOCULADOR HIDRÁULICO ALABAMA– ETA ALDEIA DA SERRA .

FLOCULADOR HIDRÁULICO ALABAMA– ETA ALDEIA DA SERRA .

PROCESSO DE FLOCULAÇÃO – FLOCULADOR ALABAMA .

PROCESSO DE FLOCULAÇÃO • Dispositivos mecânicos .Agitadores de fluxo radial e axial .Agitadores de fluxo radial .Agitadores de fluxo axial .

SISTEMAS DE AGITAÇÃO ESCOAMENTO RADIAL E AXIAL .

AGITADORES MECANIZADOS – ETA ALTO DA BOA VISTA .

AGITADORES MECANIZADOS – ETA ALTO DA BOA VISTA .

5 e 7) Grau de agitação da água.Coagulação e floculação Características do coagulante  Condições de temperatura Turvação Acidez (pH entre 6. .

. sem agitação. formando lamas. e é facilitado aumentando o tamanho e a densidade das partículas e esperando um tempo suficiente para que se depositem no fundo. por acção da gravidade (sedimentação). que se depositam no fundo de um tanque. A sedimentação ocorre em decantadores (tanques de sedimentação).SEDIMENTAÇÃO DECANTAÇÃO Consiste na remoção da matéria suspensa na forma de flóculos.

DECANTADORES .

TIPOS DE DECANTADORES • Convencional: • Fluxo horizontal: seção retangular • Fluxo vertical: seção circular • Alta taxa • Fluxo ascendente (mais usual) • Fluxo descendente .

DECANTADORES CONVENCIONAIS EM ETA’S .

DECANTADORES CONVENCIONAIS EM ETA’S .

REMOÇÃO DO LODO Formas de remoção: • Contínua • Intermitente • Periódica. com descarga por ciclos .

REMOÇÃO DO LODO Tipos de remoção: • Manual • Hidráulica (pressão hidrostática) • Mecânica  Raspadores  Sifão flutuante .

REMOÇÃO DO LODO Manual: • Prever o volume no fundo do decantador para acúmulo de lodo por um período de 60 dias. • Fundo com declividade mínima de 5%. no sentido do local da tubulação de descarga. • Prever dispositivo para lavagem com jateamento de água. .

• Diâmetro mínimo da tubulação de descarga de 150 mm. • Carga hidráulica mínima de 1. REMOÇÃO DO LODO Hidráulica: • Fundo inclinado com ângulo superior a 60° com o plano horizontal.50 m (mais as perdas de carga na tubulação de descarga). .

 Poço de lodo na entrada do decantador. dotado de tubulação para descarga do lodo coletado. após a cortina de distribuição de vazão. • Lodo coletado ao longo de decantador. REMOÇÃO DO LODO Mecânica: • Com raspadores:  Seleção a ser feita em catálogos de fornecedores. . • Sifão flutuante: • Seleção a ser feita em catálogos de fornecedores. com lançamento numa calha lateral superior posicionada ao longo do seu comprimento.

REMOÇÃO DO LODO Esgotamento do decantador para limpeza: • Tubulação dimensionada para esgotá-lo em 2 (duas) horas. embora a norma recomende até 6 (seis) horas. • Área da tubulação .

FILTRAÇÃO Processo de separação sólido-líquido utilizado para promover a remoção de material particulado presente na fase líquida. .

SISTEMA DE FILTRAÇÃO SABESP – ETA RIO GRANDE Sistema de filtração !!! .

SISTEMA DE FILTRAÇÃO SABESP – ETA RIO GRANDE .

SISTEMA DE FILTRAÇÃO SABESP – ETA GUARAÚ Sistema de filtração !!! .

SISTEMA DE FILTRAÇÃO SABESP – ETA ABV .

FILTRAÇÃO Classificação dos processos de filtração  Com relação ao tipo de filtração  Com relação ao tratamento  Com relação ao sentido do escoamento  Com relação ao meio filtrante  Com relação ao seu controle hidráulico .

CLASSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE FILTRAÇÃO Com relação ao tipo de filtração: Filtração em membrana  Osmose reversa  Nanofiltração  Ultrafiltração  Microfiltração .

FILTRAÇÃO EM MEMBRANAS SISTEMA DE OSMOSE REVERSA .

CLASSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE FILTRAÇÃO Com relação ao tratamento: Filtração convencional Manancial Coagulação Floculação Sedimentação Água final Filtração .

CLASSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE FILTRAÇÃO Com relação ao tratamento: Filtração direta Manancial Coagulação Floculação Sedimentação Água final Filtração .

CLASSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE FILTRAÇÃO Com relação ao tratamento: Filtração em linha Manancial Coagulação Floculação Sedimentação Água final Filtração .

CONCEPÇÃO DA ETA EM FUNÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA BRUTA .

CLASSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE FILTRAÇÃO Com relação ao sentido de escoamento: Filtração Filtração .

CLASSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE FILTRAÇÃO Com relação ao meio filtrante: Antracito Areia Antracito ou Antracito Areia Areia Garnet Camada simples Dupla Tripla .

FILTRO RÁPIDO POR GRAVIDADE .

SISTEMA DE FILTRAÇÃO SABESP – ETA ABV .

SISTEMA DE FILTRAÇÃO
SABESP – ETA ABV

SISTEMA DE FILTRAÇÃO
SABESP – ETA ABV

SISTEMA DE FILTRAÇÃO
SABESP – ETA RIO GRANDE

granulometria e altura. . PARTES CONSTITUINTES DE UM SISTEMA DE FILTRAÇÃO • Materiais filtrantes: composição.

PARTES CONSTITUINTES DE UM SISTEMA DE FILTRAÇÃO • Camada suporte: granulometria e altura. .

PARTES CONSTITUINTES DE UM SISTEMA DE FILTRAÇÃO • Fundo falso: coleta da água filtrada e introdução de água de lavagem. .

saída de água filtrada e introdução e coleta de água de lavagem . PARTES CONSTITUINTES DE UM SISTEMA DE FILTRAÇÃO • Tubulações. válvulas e comportas de entrada de água decantada.

de modo econômico. dos micro-organismos patogênicos presentes na fase líquida. . DESINFECÇÃO Processo de eliminação.

DESINFECÇÃO

DESINFECÇÃO

AGENTES DESINFETANTES

Agentes físicos Agentes químicos
 Temperatura  Fenóis
 Radiação  Alcoóis
 Filtração  Halogênios
 Ácidos e bases

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DE UM AGENTE DESINFETANTE  Atividade antimicrobiana  Solubilidade  Estabilidade  Inocuidade para o homem e os animais  Ausência de combinação com material orgânico estranho. .

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DE UM AGENTE DESINFETANTE  Apresenta toxicidade para os micro- organismos em temperatura ambiente  Ausência de efeitos corrosivos e tintoriais  Disponibilidade  Baixo custo .

PRINCIPAIS AGENTES DESINFETANTES UTILIZADOS NO TRATAMENTO DE ÁGUA  Cloro (cloro gasoso. Hipoclorito de Sódio e Hipoclorito de Cálcio)  Cloraminas  Dióxido de Cloro  Ozônio  Radiação Ultravioleta .

MODO DE AÇÃO DOS AGENTES DESINFETANTES  Lesão da parede celular  Alteração da permeabilidade celular  Inibição da ação enzimática  Alteração das moléculas de proteínas e de ácidos nucleicos .

EFICÁCIA DO PROCESSO DE DESINFECÇÃO  Avaliação do processo  Monitoramento da concentração de micro- organismos patogênicos  Monitoramento da concentração de micro- organismos indicadores .

MICRO-ORGANISMOS INDICADORES EM ENGENHARIA  Grupo Coliformes Totais  Grupo Coliformes Fecais ou Termotolerantes  Contagem de bactérias heterotróficas .

Sulfetos)  Desinfecção  Remoção de cor real  Controle de gosto e odor em águas de abastecimento Prof. Mn+2. Hugo Guedes . APLICAÇÃO DO CLORO COMO AGENTE OXIDANTE E DESINFETANTE  Oxidação de compostos inorgânicos em estado reduzido (Fe+2.

Gás)  Hipoclorito de sódio (Solução líquida)  Hipoclorito de cálcio (Sólido) Prof. Hugo Guedes . APLICAÇÃO DO CLORO NO TRATAMENTO DE ÁGUAS DE ABASTECIMENTO  Cloro gasoso (Líquido .

APLICAÇÃO DO CLORO EM ETA’S HIPOCLORITO DE SÓDIO .

APLICAÇÃO DO CLORO EM ETA’S CILINDRO DE 90 KG .

APLICAÇÃO DO CLORO EM ETA’S CILINDRO DE 900 KG .

APLICAÇÃO DO CLORO EM ETA’S CAMINHÃO TANQUE DE 18 TON .

APLICAÇÃO DO CLORO EM ETA’S TANQUES ESTACIONÁRIOS DE 50 TON .

UNIDADES DE DESINFECÇÃO .

Hugo Guedes .UNIDADES DE DESINFECÇÃO Prof.

. FLUORETAÇÃO Processo que garante uma concentração mínima e máxima de íon fluoreto em águas de abastecimento a fim de que seja possível a manutenção da saúde dental da população.

0 em custos odontológicos (AWWA. são economizados potencialmente $80.0 gasto em processos de fluoretação. . 1999). FLUORETAÇÃO Benefícios: Para cada $1.

APLICAÇÃO DE FLUORETO EM ÁGUAS DE ABASTECIMENTO  Fluoreto de Sódio (NaF)  Fluoreto de Cálcio (CaF2)  Fluossilicato de Sódio (Na2SiF6)  Ácido Fluossilícico (H2SiF6) .

APLICAÇÃO DE FLUORETO EM ÁGUAS DE ABASTECIMENTO Prof. Hugo Guedes .

S.. . Apresentações da disciplina de Saneamento I. Acesso em: 06/05/2016.S. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. REFERÊNCIAS PIVELI. São Paulo.P. R. FERREIRA FILHO.