PREVENÇÃO CONTA SINISTRO E
COMBATE A INCÊNDIO

Acidentes/Sinistros
 Todos envolvidos na sociedade sofrem
com acidentes do trabalho e sinistros
de grandes proporções, seja estado(
governo municipal, estadual e federal),
Empresa e principalmente o trabalhador
como o todo.

DEFINIÇÃO
“Prevenção de Incêndios é uma série de medidas utilizadas para eliminar
ou controlar os riscos de incêndios, suas causas, os meios de
propagação e os fatores necessários para que eles ocorram”.
Incêndios (e catástrofes naturais) são classificados como situação de
emergência. (Outros exemplos de emergência são explosões,
terrorismo e sabotagem, derrames de produtos químico perigosos).

A Norma Regulamentadora 23 (NR 23) trata especificamente do tema
e tem as seguintes disposições gerais:
“Todas as empresas deverão possuir:
a) Proteção contra incêndio;
b) Saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço,
em caso de incêndio;
c) Equipamento suficiente para combater o fogo em seu início;
d) Pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos.

Estado/ Governo  04% do PIB e gasto com acidentes de trabalho  Super lotação dos hospitais públicos  Déficit na previdência social  Conseqüentemente falta de Investimento em Moradia. . Educação. Segurança Pública e outros. Saúde.

motorista. Absenteísmo  Custos com Transporte. Empresa  Perca de Tempo para executar Função  Atestados Médicos. Primeiros socorros  Efeito negativo no ambiente de trabalho .

Trabalhador  Perca de Visão.  Encaminhamento ao INSS  Financeiro: Remédios. sequelas para sempre  Preocupações familiares: Esposa. . Transporte . parte do corpo. Filhos. Pais etc.Alimentação adequada e outros.

sob controle.  Fogo: e o evento com geração de chamas. fora do controle Existem 03 tipos de icêndio sendo os seguintes: . Incêndio/Fogo  Inicialmente devemos conhecer a diferença entre Incêndio e fogo.  Icêndio: e o evento com geração de chamas.

Acidental.Impericia as Normas de Segurança .Imprudencia.Negligência.

Agentes Natural .Natural.

Proposital.Intencional.Criminoso .Premeditado.

SEC XVII: A matéria possuía um elemento extremamente leve ( flogístico ). fenômeno meteorológico  Teoria mitológica da idade da pedra: O fogo era uma entidade divina.  Teoria Flogístico .Histórico do fogo  Homen primitivo: Força misteriosa.  Teoria dos Alquimistas – Idade Média: O fogo era um elemento básico como a terra.divina. e o fogo era apenas a perda ou a liberação desse elemento. água e o ar. .

que quando submetido a um agente ígneo libera energia térmica e luminosa .  Teoria moderna: Fogo é uma reação físico-química resultante da reação de um combustível com um comburente.Histórico do fogo  Teoria de Lavosier. 1868: O fogo era o resultado de um combustível reagindo com o oxigênio submetidos a ação de um agente ígneo.

ou ambas”. .FOGO “É uma reação química que favorece a combustão de um material. os seguintes elementos: COMBUSTÃO COMBURE CALO NTE de qualquer daqueles elementos A falta ou insuficiência R fará com que o fogo se apague. concomitantemente e em quantidade mínima. produzindo emissão de calor acompanhada de fumaça ou chama. Para que haja Fogo. CAUSO: Como apagar os incêndios nos poços de petróleo na 1ª Guerra EUA – IRAQUE ? Com explosões que consumiram o oxigênio ao redor. é necessário que se tenha.

1.COMBUSTÍVEL É toda matéria suscetível de queimar como por exemplo: . Conceitos Básicos 1.

Ex. Fatores que afetam a combustão de sólidos:  Composição: os elementos Carbono. mas os vapores que ele libera a partir do Ponto de Fulgor. Exemplos de gases combustíveis: Acetileno. Hidrogênio. maior a facilidade de inflamar. embora o fogo não se sustente. Combustíveis sólidos: o que entra em combustão não é o corpo em si.  Dimensões: quanto mais fragmentado. Combustão de gasosos: os gases podem ser encontrados armazenados liquefeitos. Fatores que afetam a combustão de líquidos:  Quantidade de vapores. temperatura. Propano etc.: madeira e serragem de madeira. Ponto de Fulgor: temperatura a partir da qual o material começa a liberar os primeiros vapores inflamáveis. Ex. Combustíveis líquidos: também não é a massa líquida que entra em combustão. superfície exposta. 2. comprimidos e encanados. Enxofre e Hidrogênio favorecem.Materiais Combustíveis 1. . A maioria dos óleos combustíveis tem PF = 66°C.: borracha e papel. 3. volatilidade. mas sim os vapores que ela libera na sua superfície.

o Cloro. Os comburentes mais conhecidos são: o Oxigênio e.COMBURENTE É todo agente químico que conserva a combustão.2. sob determinadas condições. . Conceitos Básicos 1.

LEMBRETE  De 8 a 13% . . a concentração de oxigênio é crítica:  De 0 a 8% . de carvão vegetal na ALCOA (corrente de ar consumiu o carvão). • Combustão lenta: não desprende luz (oxidação do ferro). CAUSO: O Corpo de Bombeiros de La Paz. CAUSO: Estocagem.O Comburente Para que haja combustão viva. ao ar livre.s/ combustão. DEFINIÇÕES: • Combustão viva: desprende luz e calor.  78% Nitrogênio.  1% outros gases.  21% Oxigênio.combustão lenta. Composição do ar:  De 13 a 21% .combustão viva.

É o mecanismo de transmissão mais potente entre os três. Convecção: o calor se transmite pela movimentação de um gás ou liquido. As partes mais quentes dessas massas sobem. Radiação: todo corpo ou ambiente com temperatura acima do zero absoluto irradia calor. geladeira. Quanto maior a velocidade. ventos. maior a quantidade de calor transmitida. cal. trans. as mais frias descem. Temperatura é uma medida do nível de agitação das moléculas de um corpo. 1. sol. Ex. 3.Fontes de Calor: Mecanismos de Transmissão de Calor Calor é uma modalidade de energia que entra em trânsito devido à diferença de temperatura entre os corpos / ambientes. [ 0 K = -273. num movimento contínuo.15 °C ] . Ex. que não precisa de um meio material para se propagar. 2. Temperatura é diferente de Calor. através de uma parede etc. Condução: o calor se transmite de uma molécula para outra.: uma barra de metal. sendo necessário contato! Ex. no mesmo corpo ou entre corpos diferentes.

ou seja extingüimos o fogo.Podemos imaginar o fogo como um quebra-cabeças de três peças: . .Combustível. comburente (oxigênio) e calor. .Se retirarmos qualquer uma destas peças desmontamos o quebra-cabeça.Conhecendo o FOGO .

Fases de um Incêndio PROPAGAÇÃO: CONSEQÜÊNCIAS: IGNIÇÃO Vertical e Perdas humanas e Horizontal materiais Exemplos de focos de ignição: • Cabos elétricos • Instalações elétricas sem proteção • Derramamento de combustíveis • Armazenamento inadequado de solventes • Tabagismo em áreas proibidas • Motores e máquinas com manutenção deficiente • Incompatibilidade de Produtos Químicos • Eletricidade estática .

Classes de Incêndio Cla Agentes Características sse extintores Materiais que queimam em superfície e em A profundidade. potássio. Ex.: líquidos B inflamáveis (gasolina e óleos).: óleos Acetato de K vegetais. devido aos riscos de incêndio em cozinhas pela co-presença de uma fonte de calor e de elementos combustíveis (gás.: C chuveiro. óleos). Incêndios em cozinhas (kitchen). Ex. gorduras. CO2. que também se acumulam em coifas. Ex. Materiais que queimam em superfície. jato de neblina.: gases Depende do D liquefeitos. É muito comum a retomada do incêndio nas cozinhas. papel. CO2 Requerem técnicas especiais.: madeira. A “Classe K” foi criada em 1998. Ex. pano etc. dutos etc. caso. Água Espuma. motores. . Aparelhos elétricos em funcionamento. Ex. geradores etc. metais etc.

.FONTE DE IGNIÇÃO Trata-se do provocador da reação entre combustível e comburente. Conceitos Básicos 1.3.

Conceitos Básicos
2- PROPORCIONALIDADE

Para que se inicie o fogo é preciso haver adequada
proporcionalidade entre os componentes da reação. Essa
proporcionalidade é a determinante básica do fogo.

Conceitos Básicos
Limites de inflamabilidade
2.1- LIMITE INFERIOR DE EXPLOSIVIDADE OU DE
INFLAMABILIDADE (LIE) - “MISTURA POBRE”
Mínima concentração de gás ou vapor que, misturada ao ar, é capaz de provocar
a combustão do produto, a partir do contato com uma fonte de ignição.
Concentrações de gás ou vapor abaixo do LIE não são inflamáveis, pois, nesta
condição, tem-se excesso de oxigênio e pequena quantidade do produto para
queima.

Conceitos Básicos
Limites de inflamabilidade
2.2- LIMITE SUPERIOR DE EXPLOSIVIDADE OU DE
INFLAMABILIDADE (LSI) - “MISTURA RICA”
Máxima concentração de gás ou vapor que, misturada ao ar, é capaz de provocar
a combustão do produto, a partir de uma fonte de ignição. Concentrações de gás
ou vapor acima do LSI não são inflamáveis, pois, nesta condição, tem-se excesso
de produto e pequena quantidade de oxigênio para que a combustão ocorra.

Conceitos Básicos
Limites de inflamabilidade
2.3- LIMITE DE EXPLOSIVIDADE OU DE
INFLAMABILIDADE – “MISTURA IDEAL”
Concentração percentual, em volume, de gases ou vapores inflamáveis no ar, em
condições ambiente de pressão e temperatura, que podem-se inflamar com uma
fonte de ignição. A menor e a maior concentrações de gases ou vapores no ar que
podem-se inflamar indicam, respectivamente, o limite inferior de explosividade
(LIE) e o limite superior de explosividade (LSE).

Conceitos Básicos Mistura Pobre Mistura Ideal Mistura Rica pouco GÁS muito GÁS CHAMA muito AR pouco AR Não ocorre Ocorre a Não ocorre a a combustão combustão combustão .

Conceitos Gerais 1. geralmente. em voláteis e não voláteis.VOLATILIDADE Os combustíveis líquidos são classificados. .

Todo produto que emana vapores a temperatura ambiente é denominado produto leve. éter. Conceitos Gerais 1. hexano. à temperatura ambiente.etc. Exemplos: gasolina. emana vapores capazes de se inflamarem.1. nafta. . benzeno.COMBUSTÍVEL VOLÁTIL Diz-se que um combustível é volátil quando. tolueno.

.COMBUSTÍVEL NÃO VOLÁTIL Diz-se que um combustível não é volátil quando não emana vapores a temperatura ambiente.etc.2. Todo produto que não desprende vapores a temperatura ambiente é denominado produto pesado. Exemplos: óleo combustível. Conceitos Gerais 1.

Nesse tipo de reação.a combustão se interrompe quando se afasta a fonte externa de calor. .PONTO DE FULGOR É a temperatura mínima na qual os elementos combustíveis começam a desprender vapores. Conceitos Gerais 2. que podem se incendiar em contato com uma fonte externa de calor.

entram em combustão e continuam a queimar mesmo se retirada a fonte de ignição. . ao tomarem contato com uma fonte externa de calor. Conceitos Gerais 3.PONTO DE COMBUSTÃO É a temperatura mínima na qual os gases desprendidos dos elementos combustíveis.

PONTO DE IGNIÇÃO É a temperatura mínima na qual os gases desprendidos dos elementos combustíveis entram em combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar. independentemente de qualquer fonte de calor. . Conceitos Gerais 4.

papel. Ex. .: Madeira.. . Classes de FOGO Classe "A" Materiais que queimam em superfície e em profundidade. tecido..

: Alcool. Queimam na superfície. Ex. gasolina. . querosene.. . Classes de FOGO Classe "B" Os líquidos inflamáveis..

Ex. . motores. . Classes de FOGO Classe "C" Equipamentos elétricos e eletrônicos energizados.: Computadores... TV.

Ex. Sódio. Classes de FOGO Classe "D" Materiais que requerem agentes extintores específicos. magnésio.: Pó de zinco. ... .

Técnicas de Extinção do Fogo Quando se retira um dos elementos. . Tecnicamente. a extinção pode ser por Abafamento. Resfriamento ou Retirada do Combustível. a extinção é provocada pelo desequilíbrio na proporção dos elementos da combustão. Assim. está se processando a extinção do incêndio.

mas instalações fixas e de petróleo. Geralmente. Mantas: abafam incêndios em pessoas. resfriamento. automáticas também podem ser necessárias. como incêndios em postos portáteis. . Areia: atua como abafador e ajuda a fogo. O calor pode ser eliminado pelo 2. o combate a princípios de 3. Explosivos: utilizados em casos muito incêndios é feito com extintores especiais. conter o escoamento de líquidos. basta eliminar Outros agentes extintores: um dos três elementos do triângulo do 1. Agentes extintores Para se extinguir o fogo. enquanto o Oxigênio Não podem ser fabricadas em pode ser eliminado por abafamento. material sintético.

. como o caso resfriando. oxigênio. um incêndio. estamos retirarmos o estamos isolando. retirando o de se abrir uma trilha (acero) no componente mato para que o fogo não passe. .Ao abafarmos.Ao separarmos o combustível.Ao jogarmos água em . Métodos de Extinção do FOGO . componente calor.

RESFRIAMENTO Quando se baixa a “temperatura de ignição”. Extingui-se o fogo por resfriamento.Técnicas de Extinção do Fogo 2. Exemplo: .

Exemplo: .Técnicas de Extinção do Fogo 1.ABAFAMENTO Consiste em impossibilitar a chegada de oxigênio à combustão. o fogo se apaga. Desta maneira.

conforme o caso.RETIRADA DE COMBUSTÍVEL A retirada do combustível.Técnicas de Extinção do Fogo 3. que poderá ser parcial ou total. Deve-se salientar que a utilização dessa técnica nem sempre é viável. diminui o tempo de fogo ou extingue o incêndio. Exemplo: .

Prevenção e Combate a Incêndios • Extintores Portáteis • Hidrantes • Sprinkler .

. Prevenção e Combate a Incêndios Identificação doso Agentes Extintores Os extintores são identificados através de Discos de Sinalização.

o gás é liberado pressionando a água. o que dá pressão a água geralmente é o gás carbônico ou nitrogênio.O agente extintor é a água. . 2. Pressurizado É um cilindro com água sob pressão. uma vez aberto o registro da ampola. Prevenção e Combate a Incêndios Extintores Portáteis Extintor de Água . A Pressurizar Nestes extintores há uma ampola de gás e. Há dois tipos: 1.

Gatilho ou Pistola 4 . Extintor de Água A água é utilizada em fogos de classe “A” 1 .Cilindro Composição: Água .Mangueira 2 . Prevenção e Combate a Incêndios Extintores Portáteis 3.Manômetro 3 .Alça de Transporte 5 .

Contra-indicado para as classes "B" e "C". EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZADA / ÁGUA- GÁS Indicado com ótimo resultado para incêndios de classe "A".Extintores de incêndio Requerem uma ação rápida e para pequenos focos. Modo de usar: Pressurizado: Rompa o lacre e aperte o gatilho. Processo de extinção: Resfriamento. visto o seu rápido esvaziamento. O de Água-gás possui uma pequena ampola de ar comprimido. dirigindo o jato para a base do fogo. Água-gás: Abra o registro da ampola de gás e dirija o jato para a base do fogo. . O pressurizado é como o da figura ao lado.

Prevenção e Combate a Incêndios Extintores Portáteis 2. 1 .Manômetro 4 . O agente propulsor utilizado é o gás carbônico ou o nitrogênio.Gatilho ou Pistola 3 .Alça de Transporte 5 .Mangueira 2 . Extintor de Pó químico Seco (PQS) O pó químico utilizado nos extintores é o bicarbonato de sódio.Cilindro Composição: Pó Químico Seco .

Modo de usar: Pressurizado: Rompa o lacre e aperte o gatilho. . O "a pressurizar" é como o da figura ao lado. dirigindo o jato para a base do fogo. sem grande eficiência para a classe "A". Processo de extinção: Abafamento. Não possui contra-indicação. O pressurizado é igual o da primeira figura "água pressurizada".EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO SECO Indicado com ótimo resultado para incêndios de class “B” e "C" . A pressurizar: Abra o registro da ampola de gás e dirija o jato para a base do fogo.

Gatilho ou Pistola 2 .Alça de Transporte 3 .Cilindro Composição: Gás Carbônico .difusor 7 .Mangueira 4 .Empunhadura 6 .Cinta ou Braçadeira 5 . Prevenção e Combate a Incêndios Extintores Portáteis 1. 1 . Extintor de Gás Carbônico (CO2) Nestes tipos de extintores o Gás Carbônico é mantido dentro de um cilindro a alta pressão.

Não toque no difusor. Processo de extinção: Abafamento. dirigindo o difusor para a base do fogo. sem grande eficiência para a classe "A".EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO Indicado para incêndios de classe "C" e”B”. Incêndios de classe "D" requerem extintores específicos. Não possui contra-indicação. poderá gelar e "colar" na pele causando lesões. Modo de usar: Rompa o lacre e aperte o gatilho. podendo em alguns casos serem utilizados o de Gás Carbonico (CO²) ou o Pó Quimico Seco (PQS) .

Abafamento Abafamento Abafamento Resfrimento Principal Efeito . CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EXTINTORES CO² GÁS PÓ QUÍMICO ESPUMA ÁGUA CARBÔNICO SECO Alcance do Jato 1a2 2a4 9 a 18 9 a 20 metros metros metros metros Substância Extintora Pó químico seco Espuma Água Bióxido de CO² produzido formada por Carbono pelo pó em bolhas contato com fogo consistentes e cheias de CO².

Prevenção e Combate a Incêndios Utilização de Extintores TIPO DE EXTINTOR CLASSE DE INCÊNDIO ÁGUA ESPUMA CO2 PÓ QUÍMICO A SIM SIM NÃO NÃO B NÃO SIM SIM SIM C NÃO NÃO SIM SIM D NÃO NÃO NÃO SIM Pó Químico especial .

abrir pelos testar sistemas de sinalização sonora.Portas corta-fogo: demonstrar e testar o abandono dos locais.20m 1°) Acionar sistema de alarme  Abertura p/ fora 2°) Chamar Bombeiros 3°) Desligar máquinas e aparelhos elétricos (se isso não 2. 1.Requisitos Específicos da NR-23 (resumo) 1.  Devem proteger as caixas de escadas. 3. Para isso.Combate ao Fogo:  Largura mín. dois lados e fechar automaticamente. Alerta. não-combustível. 4.Portas: representar um risco)  Devem ser de batentes ou corrediças laterais 4°) Iniciar combate direto ao foco de incêndio  Abertura p/ fora Obs. para acostumar o pessoal com a situação. plataformas e patamares: É recomendada a realização planejada de Exercícios de  Devem ser de mat. .:  Ao abrirem não devem obstruir a passagem nos Algumas máquinas e equipamentos NUNCA deverão corredores ser desligados. treinar pessoal com tarefas e responsabilidades específicas.Escadas. deve haver indicação específica próximo às suas fontes de energia.Saídas: 5.

Manter sob vigilância setores onde há 7. Evitar o uso de “benjamim’ validados e em quantidade suficiente 9. 4. Disponibilizar extintores adequados. Ter cuidado ao abrir portas e janelas. Defesa Civil etc. 3. Realizar manutenção adequada das pois a entrada de ar pode aumentar o instalações elétricas. incêndios caixa de primeiros socorros etc. Manter locais de trabalho em ordem e de emergências: Bombeiros. . mecânicas e fogo prediais 11. 5. desligar risco máquinas e equipamentos 2. Implementar sinalizações adequadas. inclusive das rotas de fuga 10. limpos Polícia. Hospitais. Treinar funcionários no combate a lava-olhos. Conhecer a localização dos extintores. chuveiros de emergência. Manter à vista os números de telefones 6. 8.Boas Práticas de Prevenção de Incêndios 1. Ao final da jornada de trabalho.

antes que se torne necessário lançar mão de maiores recursos. os focos de incêndios. de maneira imediata. . Manejo dos Extintores de Incêndio A finalidade de um extintor é combater. Eles não substituem os grandes sistemas de extinção e devem ser usados como equipamentos para extinguir os incêndios no início.

. Manejo dos Extintores de Incêndio O êxito no emprego dos extintores depende: a) De uma distribuição apropriada dos aparelhos pela área a proteger. c) Do treinamento contínuo do pessoal que irá utilizá-los. b) De um sistema adequado e eficiente de manutenção. d) Do combate imediato dos focos de incêndio.

Observar a direção do vento .Manejo dos Extintores de Incêndio (Água pressurizada) Levar o extintor ao local do fogo.

Manejo dos Extintores de Incêndio (Água pressurizada) Retirar o pino de segurança .

Manejo dos Extintores de Incêndio (Água pressurizada) Empunhar a mangueira .

Manejo dos Extintores de Incêndio (Água pressurizada) Atacar o fogo dirigindo o jato para a base do fogo .

Manejo dos Extintores de Incêndio (Dióxido de Carbono – CO2) Levar o extintor ao local do fogo. Observar a direção do vento .

Manejo dos Extintores de Incêndio (Dióxido de Carbono – CO2) Retirar o pino de segurança .

Manejo dos Extintores de Incêndio (Dióxido de Carbono – CO2) Retirar o difusor .

Manejo dos Extintores de Incêndio (Dióxido de Carbono – CO2) Atacar o fogo dirigindo o jato para a base do fogo e movimentando o difusor .

procurando cobrir toda a área atingida com a movimentação rápida da mão A BR NÃO UTILIZA EXTINTOR PORTÁTIL A PRESSURIZAR . Observar a direção do vento Prender a pistola firmemente com a mão Acionar a válvula do cilindro de gás Empunhar a pistola difusora Atacar o fogo.Manejo dos Extintores de Incêndio (Pó Químico) Levar o extintor ao local do fogo.

para que o agente extintor desliza suavemente a massa líquida incendiada. Manejo dos Extintores de Incêndio (Espuma Química) Levar o extintor ao local do fogo. Observar a direção do vento Virar o extintor de cabeça para baixo Atacar o fogo. procurando lançar a espuma contra um anteparo. A BR NÃO UTILIZA EXTINTOR PORTÁTIL A PRESSURIZAR .

5º Abrir a válvula de descarga do cilindro. observando a direção do vento. Manejo dos Extintores de Incêndio (tipo carreta) 1º Levar o extintor ao local do fogo. 6º Apontar a pistola em direção ao fogo. 4º Empunhar a pistola. 3º Desprender a mangueira e esticá-la. 2º Acionar a válvula do cilindro de gás propelente. . lançando o agente extintor sobre a base do fogo com a movimentação rápida das mãos.

.

efetuado por pessoal habilitado. após sua utilização ou quando requerido por uma inspeção É feita anualmente preferencialmente por empresa certificada pela . com a finalidade de manter suas condições originais de operação. com a finalidade de verificar se este permanece em condições originais de operação.DEFINIÇÕES (NBR-12962/1998) Exame periódico. Inspeção e Manutenção em extintores de incêndio 1. que se realiza no extintor de incêndio. Serviço efetuado no extintor de incêndio.

Inspeção e Manutenção em extintores de incêndio 1.1.INSPEÇÃO DOS EXTINTORES (NR-23) Todo extintor deverá ter uma ficha de controle de inspeção .

Os manômetros (quando o extintor for do tipo pressurizado). . Inspeção e Manutenção em extintores de incêndio Inspecionar visualmente a cada mês examinando-se: . .Os lacres. . verificando se o bico e válvulas de alívio não estão entupidos.O seu aspecto externo.

com data em que foi carregado. Inspeção e Manutenção em extintores de incêndio Cada extintor deverá ter uma etiqueta de identificação presa ao seu bojo. . data para recarga e nº de identificação. Essa etiqueta deverá ser protegida convenientemente a fim de evitar que esses dados sejam danificados.

2.MANUTENÇÃO DOS EXTINTORES (NBR-12962/1998) Manutenção de primeiro nível Manutenção geralmente efetuada no ato da inspeção por pessoal habilitado. Manutenção de segundo nível Manutenção que requer execução de serviços com equipamento. que pode ser executada no local onde o extintor está instalado. não havendo necessidade de removê-lo para oficina especializada. Inspeção e Manutenção em extintores de incêndio 1. . local apropriado e pessoal habilitado.

que tem como principal objetivo avaliar a resistência do componente a pressões superiores a normal de carregamento ou de funcionamento do extintor. Inspeção e Manutenção em extintores de incêndio Manutenção de terceiro nível ou vistoria Processo de revisão total do extintor. definidas em suas respectivas normas de fabricação. Ensaio hidrostático Aquele executado em alguns componentes do extintor de incêndio sujeitos a pressão permanente ou momentânea. utilizando-se normalmente a água como fluido. . incluindo a execução de ensaios hidrostáticos.

.

encaminhamento para a manutenção ou segregação do uso. após a sua utilização ou quando requerido por uma inspeção. .Inspeção e Manutenção em mangueiras de incêndio (NBR-12962/1998) Exame periódico. que se efetua na mangueira de incêndio com a finalidade de determinar a aprovação para uso. Serviço efetuado na mangueira de incêndio por empresa capacitada. realizado por empresa capacitada. com a finalidade de mantê-la aprovada para uso.

Toda mangueira de incêndio deve ser inspecionada e ensaiada hidrostaticamente antes de ser colocada em uso (para mangueiras novas pode ser aceito o certificado de ensaio hidrostático emitido pelo fabricante). .

Deve-se realizar a inspeção e manutenção de toda a mangueira em uso conforme a tabela abaixo: A BR usa mangueira tipo 4 para unidade operacional e tipo 2 para prédios .

A inspeção visual deve ser devidamente registrada. servindo como base para inspeção futura. a mangueira deve ser encaminhada à manutenção. Caso ocorra qualquer uma das irregularidades descritas. .(NBR-) Realizar a inspeção visual na mangueira.

-Evidência de deslizamento das conexões em relação à mangueira. . .Desgaste por abrasão no revestimento externo. conforme definido na ABNT NBR 11861. . proveniente de contato com produtos químicos ou derivados de petróleo.Desprendimento do revestimento externo. caso a mangueira seja do tipo 4. .Presença de manchas e/ou resíduos na superfície externa.

presença de fendas ou corte. golpes ou arraste.Dificuldades para acoplar o engate das conexões (os flanges de engate devem girar livremente). . É permitido utilizar chave de mangueira para efetuar o acoplamento..Ausência de vedação de borracha nos engates das conexões ou vedação que apresente ressecamento. NOTA: Recomenda-se que também seja verificada a dificuldade de acoplamento das conexões com o hidrante e com o esguicho da respectiva caixa/abrigo de mangueira.Deformações nas conexões provenientes de quedas.Esta verificação pode ser feita pelo usuário. . .

. a mangueira deve ser encaminhada para manutenção. que impossibilite a identificação do fabricante..Ausência de marcação conforme a ABNT NBR 11861. Neste caso.

. d) evitar arraste da mangueira e uniões sobre o piso. b) evitar manobras bruscas de derivantes. o que pode romper ou desempatar uma mangueira).Cuidados de preservação a) evitar contato com cantos vivos e pontiagudos. brasas e superfícies quentes. entrada repentina de bomba e fechamento abrupto de esguichos. principalmente se ela estiver vazia ou com pressão muito baixa (isto causa furos. principalmente no vinco). c) evitar contato direto com o fogo. registros e hidrantes que causam golpes de aríete na linha (a pressão pode atingir sete vezes a pressão estática de trabalho.

f) evitar contato da mangueira com produtos químicos e derivados de petróleo. . i) evitar dobra acentuada da mangueira junto à união. salvo recomendação específica do fabricante.e) evitar queda de conexões. h) evitar permanecer com a mangueira conectada no hidrante. quando em operação. g) evitar guardar a mangueira molhada.

j) não utilizar as mangueiras para algum outro fim (lavagem de garagens.). não utilizar as mangueiras das caixas ou abrigos em treinamento de brigadas. . utilizando-se um dispositivo de passagem de nível. que não seja o combate a incêndio. l) evitar a passagem de veículos sobre a mangueira durante o uso. pátios etc. evitando danos e desgastes. As mangueiras utilizadas em treinamento de brigadas devem ser identificadas e mantidas somente para este fim. k) para maior segurança.