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Capítulo 16

Equilíbrio Geral
e Eficiência
Econômica

Tópicos para Discussão

 Análise de Equilíbrio Geral

 Eficiência nas Trocas

 Eqüidade e Eficiência

 Eficiência na Produção

Capítulo 16 Slide 2

Tópicos para Discussão

 Os Ganhos do Livre Comércio

 Uma Visão Geral—A Eficiência dos
Mercados Competitivos

 Por que os Mercados Falham

Capítulo 16 Slide 3

Análise de Equilíbrio Geral  A análise de equilíbrio parcial pressupõe que as atividades em um mercado sejam independentes das atividades em outros mercados. Capítulo 16 Slide 4 .

sendo a interdependência entre os mercados considerada explicitamente. Capítulo 16 Slide 5 . os preços e quantidades de todos os mercados são determinados simultaneamente.Análise de Equilíbrio Geral  Na análise de equilíbrio geral.

Análise de Equilíbrio Geral  Um efeito de retroalimentação (feedback) é um ajustamento de preço ou quantidade em um mercado causado por ajustamentos de preço e quantidade em outros mercados. Capítulo 16 Slide 6 .

Análise de Equilíbrio Geral  Dois Mercados Interdependentes – Rumo ao Equilíbrio Geral  Situação  Mercados competitivos de:  Aluguel de dvd de vídeo  Ingressos de cinema Capítulo 16 Slide 7 .

Dois Mercados Interdependentes: Ingressos de Cinema e Aluguel de Fitas de Vídeo Suponha que o governo imponha Análise de Equilíbrio Geral : um imposto de $1 sobre O aumento nos preços dos ingressos de Preço cada ingresso de cinema.00 $6.35 $3.00 D’V DM DV Q’M QM Número de QV Q’V Número Ingressos de Cinema de dvd’s . Preço cinema aumenta a demanda por dvd’s.50 $6. S*M SM SV $3.

50 $6.00 D*M $6.35 D*V $3. Dois Mercados Interdependentes: Ingressos de Cinema e Aluguel de Fitas de Vídeo O aumento no preço dos dvd’s aumenta a demanda Os efeitos de retroalimentação Preço Preço continuam.00 D’V D’M DM DV Q’M Q”M Q*M QM Número de QV Q’V Q*V Número Ingressos de Cinema de dvd . por ingressos de cinema.82 $6.75 $3. S*M SM SV $6.58 $3.

Dois Mercados Interdependentes: Ingressos de Cinema e Aluguel de Fitas de Vídeo  Observação  Se o efeito de retroalimentação não fosse considerado. Capítulo 16 Slide 10 . o impacto do imposto seria subestimado  Esta é uma observação importante para os formuladores de políticas públicas.

as implicações de política do uso da análise de equilíbrio parcial em detrimento da análise de equilíbrio geral? Capítulo 16 Slide 11 .Dois Mercados Interdependentes: Ingressos de Cinema e Aluguel de Fitas de Vídeo  Perguntas  1) Qual seria o efeito de retroalimentação de um imposto sobre o consumo de um bem complementar?  2) Quais seriam. nesse caso.

 As Vantagens do Comércio  O comércio é mutuamente benéfico para ambas as partes envolvidas.Eficiência nas Trocas  As trocas aumentam a eficiência. levando a uma situação a partir da qual não é possível aumentar o bem-estar de qualquer indivíduo sem que alguma outra pessoa seja prejudicada (eficiência de Pareto). Capítulo 16 Slide 12 .

Eficiência nas Trocas  Premissas  Dois consumidores (países)  Dois bens  Ambos os consumidores conhecem as preferências do outro  As trocas não envolvem custos de transação  James & Karen podem dispor. juntos. de 10 unidades de alimento e 6 unidades de vestuário. Capítulo 16 Slide 13 .

A alocação eficiente do ponto de vista econômico ocorre quando as TMgS são iguais. 4V A TMgS de Karen de vestuário por alimento é 3.As Vantagens do Comércio Alocação Inicial Individual Trocas Alocação Final James 7A. A TMgS de James de vestuário por alimento é 1/2. -1V 4A. +1V 6A. Capítulo 16 Slide 14 . Quando as TMgS não são iguais. 5V +1A. o comércio é mutuamente benéfico. Karen trocaria 1V por 1A. 1V -1A. 2V Karen 3A. Karen e James estão dispostos a realizar trocas: por exemplo.

Eficiência nas Trocas  Diagrama da Caixa de Edgeworth  O conjunto de trocas possíveis e de alocações eficientes pode ser ilustrado através de um diagrama conhecido como Caixa de Edgeworth.  Caixa de Edgeworth – Diagrama que mostra todas as possíveis alocações de quaisquer duas mercadorias entre duas pessoas ou de quaisquer dois insumos entre dois processos de produção Capítulo 16 Slide 15 .

Trocas na Caixa de Edgeworth Unidades de alimento de Karen 10A 4A 3A 0K 6V A alocação inicial. antes A alocação após a da troca. Unidades de Unidades de Vestuário Vestuário de James B de Karen 2V 4V +1V 1V 5V -1A A 6V 0J 6A 7A 10A Unidades de alimento de James . tem 4A e 4V. é A: James troca é B: James possui 7A e 1V & Karen tem 6A e 2V & Karen possui 3A e 5V.

no ponto B. a alocação é eficiente.Eficiência nas Trocas  Alocações Eficientes  Se. as TMgS de James e Karen são iguais.  Isso depende do formato de suas curvas de indiferença. Capítulo 16 Slide 17 .

Eficiência nas Trocas Unidades de alimento de Karen 10A 0K 6V A: UJ1 = UK1. Todas as combinações na área D Unidades de sombreada são Unidades de Vestuário preferidas a A. Vestuário C de James de Karen B UJ3 UJ2 Ganhos do A comércio UJ1 UK3 UK2 UK1 6V 0J Unidades de alimento de James 10A Capítulo 16 Slide 18 . mas as TMgS não são iguais.

Eficiência nas Trocas Unidades de alimento de Karen 10A 0K 6V B é eficiente? Dica: as TMgS são iguais em B? D Unidades de Unidades de Vestuário Vestuário C de James de Karen B UJ3 C é eficiente? D é eficiente? UJ2 A UJ1 UK3 UK2 UK1 6V 0J Unidades de alimento de James 10A Capítulo 16 Slide 19 .

B UJ3 UJ2  O fato de uma troca ser vantajosa A UJ1 para ambos não significa que ela UK3 UK2 UK1 6V 0J 10A seja necessariamente eficiente. a alocação é eficiente. Unidades de alimento de James  As TMgS são iguais quando as curvas de indiferença são tangentes. Eficiência nas Trocas  Alocações Eficientes  Qualquer troca que leve a um ponto fora da área sombreada reduzirá o bem-estar de um dos 10A Unidades de alimento 0 de Karen K consumidores (que estará mais 6V próximo da sua origem).  B corresponde a uma troca mutuamente vantajosa –ambos Unidades de D Unidades de se encontram numa curva de Vestuário de James C Vestuário de Karen indiferença mais alta. Capítulo 16 Slide 20 . nesse caso.

Capítulo 16 Slide 21 .Eficiência nas Trocas  A Curva de Contrato  Curva que mostra todas as alocações eficientes de bens entre dois consumidores ou dois insumos entre duas funções de produção.  O conjunto de todas as possíveis alocações eficientes de alimento e vestuário entre Karen e James é dado pelos pontos de tangência entre todas as suas curvas de indiferença.

Contrato G Unidades de F Unidades de Vestuário Vestuário de James E de Karen 0J Unidades de alimento de James Capítulo 16 Slide 22 . 0K Para que uma mudança aumente a eficiência. todos devem se Curva de beneficiar. A Curva de Contrato E. F. & G são eficientes Unidades de alimento de Karen no sentido de Pareto .

 Uma alocação eficiente no sentido de Pareto ocorre quando não são possíveis trocas que aumentem o bem-estar de todos os consumidores. Capítulo 16 Slide 23 .Eficiência nas Trocas  Observações 1) Todos os pontos de tangência entre as curvas de indiferença são eficientes. 2) A curva de contrato mostra todas as alocações que são eficientes no sentido de Pareto.

Eficiência nas Trocas  Aplicação: Implicações de política da eficiência de Pareto no caso da eliminação de quotas de importação de automóveis: 1) Eliminação das quotas  Consumidores ganham bem-estar  Alguns trabalhadores perdem bem-estar 2) Concessão de subsídios para realocação dos metalúrgicos no mercado de trabalho. Capítulo 16 Slide 24 .

Isso significa que um indivíduo que não esteja satisfeito com os termos de troca propostos por outro indivíduo pode procurar uma terceira pessoa que ofereça condições melhores para a troca. Capítulo 16 Slide 25 .Eficiência nas Trocas  Equilíbrio do Consumidor em um Mercado Competitivo  Os mercados competitivos têm muitos vendedores e compradores efetivos ou potenciais.

 Todos são tomadores de preço  Preço do alimento e do vestuário = 1 (os preços relativos determinarão as trocas) Capítulo 16 Slide 26 .Eficiência nas Trocas  Equilíbrio do Consumidor em um Mercado Competitivo  Existem muitos indivíduos iguais a James e muitos iguais a Karen.

movendo-se UJ2 de A para C e. Unidades de C Unidades de Vestuário Vestuário de James de Karen Partindo de A: Cada Karen compra 2A e vende 2V. que é uma curva mais alta. portanto. Linha de preços Cada James compra que mostra as possíveis P 2V e vende 2A. A UJ1 UK2 UK1 P’ 6V 0J 10A Unidades de alimento de James . portanto. de UK1 para UK2. que é uma curva mais alta. Equilíbrio Competitivo Unidades de alimento de Karen 10A 0K 6V Partindo de A: PP’ é a linha de preço. a inclinação é -1 de A para C e. movendo-se combinações. de Uj1 para Uj2.

A UJ1 UK2 UK1 P’ 6V 0J 10A Unidades de alimento de James .Equilíbrio Competitivo Unidades de alimento de Karen 10A 0K 6V Linha de preços Aos preços escolhidos: P A quantidade demandada de alimento (Karen) é igual à quantidade ofertada (James) --equilíbrio competitivo. Unidades de C Unidades de Vestuário Vestuário de James de Karen Aos preços escolhidos: A quantidade demandada de vestuário (James) é igual à UJ2 quantidade ofertada (Karen) --equilíbrio competitivo.

Capítulo 16 Slide 29 .Eficiência nas Trocas  A Eficiência Econômica em Mercados Competitivos  É possível verificar que no ponto C (o próximo slide) a alocação associada a um equilíbrio competitivo é economicamente eficiente.

Equilíbrio Competitivo Unidades de alimento de Karen 10A 0K 6V Linha de preços P Unidades de C Unidades de Vestuário Vestuário de James de Karen UJ2 A UJ1 UK2 UK1 P’ 6V 0J 10A Unidades de alimento de James Capítulo 16 Slide 30 .

a alocação referente ao equilíbrio competitivo é eficiente.Eficiência nas Trocas  Observações relativas a C: 1) Dado que as duas curvas de indiferença são tangentes. Capítulo 16 Slide 31 . a TMgSAV/VA é igual à razão dos preços das duas mercadorias. ou TMgSJAV = PV/PA = TMgSKAV. 2) Como cada curva de indiferença é tangente à linha de preço.

todas as trocas mutuamente vantajosas serão realizadas e a alocação de equilíbrio resultante será economicamente eficiente (este é o primeiro teorema da economia do bem-estar) Capítulo 16 Slide 32 .Eficiência nas Trocas  Observações relativas a C: 3) Se as curvas de indiferença não fossem tangentes. não haveria troca. 4) Em um mercado competitivo.

Capítulo 16 Slide 33 . Mas algumas alocações tendem a ser mais equilibradas/igualitárias do que outras. também.Equidade e Eficiência  Observou-se que diferentes alocações eficientes de mercadorias podem ser alcançadas e. como uma economia totalmente competitiva consegue gerá-las.  Uma alocação eficiente também é necessariamente equitativa?  Não há consenso entre economistas e outros cientistas sociais com relação à melhor forma de definir e quantificar a equidade.

Equidade e Eficiência

 Fronteira de Possibilidades de Utilidade
 Indica:
Os níveis de satisfação que duas pessoas
podem alcançar através de trocas que
levem a um resultado eficiente situado
sobre a curva de contrato.
Todas as alocações que são eficientes.

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Fronteira de Possibilidades da Utilidade
*Todos os pontos no interior da
Utilitdade fronteira (p.ex. H) são
de Karen ineficientes.
*As combinações além da
OJ fronteira (p.ex. L) não são
possíveis.
Vamos comparar
E L H com E e F.

F *A passagem de uma combinação
para outra (de E para F) reduz
H a utilidade de uma pessoa.
*Todos os pontos sobre a
G fronteira são eficientes.

OK

Utilidade de James

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Eqüidade e Eficiência
Utilitdade
de Karen
 E & F são eficientes.
 Em comparação OJ
com o ponto H, os
pontos E & F E

permitem aumentar
F
o bem-estar de uma
H
pessoa mantendo G
constante o bem-
estar da outra. OK

Utilidade de James

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a utilidade total de James > utilidade OK total de Karen Utilidade de James Capítulo 16 Slide 37 . G  Em G.Eqüidade e Eficiência Utilitdade de Karen  H é eqüitativo?  Suponha que as OJ únicas opções sejam H&G E  G é mais eqüitativo? F Depende do ponto de H vista.

OK Utilidade de James Capítulo 16 Slide 38 . logo.  H pode ser mais F eqüitativo pelo fato da H distribuição ser menos G desigual.Eqüidade e Eficiência Utilitdade de Karen  H é eqüitativo?  Suponha que as únicas opções sejam H & G OJ  G é mais eqüitativo? E Depende do ponto de vista. uma alocação ineficiente pode ser mais eqüitativa.

Eqüidade e Eficiência  Funções de Bem-estar Social  Descrevem os pesos específicos atribuídos à utilidade de cada indivíduo na determinação do que seja socialmente desejável Capítulo 16 Slide 39 .

mais pobre Capítulo 16 Slide 40 .Quatro Visões de Equidade  Igualitária  Todos os membros da sociedade recebem quantidades iguais de bens  Rawlsiana  Maximiza a utilidade da pessoa com o mais baixo nível de bem-estar. ou seja.

Quatro Visões de Equidade  Utilitária  Maximiza a utilidade total de todos os membros da sociedade  Orientada pelo mercado  O resultado alcançado pelo mercado é o mais equitativo Capítulo 16 Slide 41 .

Capítulo 16 Slide 42 .Equidade e Eficiência  Função de Bem-estar Social e Equidade  A definição de equidade depende de princípios normativos que determinam a opção por determinada função de bem- estar social. variando desde a visão “igualitária” até a visão “orientada pelo mercado”.

Eqüidade e Eficiência  Equidade e Competição Perfeita  Um equilíbrio competitivo leva a um resultado eficiente no sentido de Pareto que pode ou não ser equitativo. Capítulo 16 Slide 43 .

 Para atingir a equidade (uma distribuição menos desigual) a alocação deve OK ser eficiente? Utilidade de James Capítulo 16 Slide 44 .Equidade e Eficiência Utilidade de Karen  Os pontos na fronteira são eficientes no sentido de Pareto. OJ  OJ e OK são distribuições extremamente desiguais mas eficientes no sentido de Pareto.

toda alocação eficiente (cada ponto na curva de contrato) é um equilíbrio competitivo para alguma alocação inicial dos bens.Eqüidade e Eficiência  Segundo Teorema da Economia do Bem-estar  Se as preferências individuais são convexas. Capítulo 16 Slide 45 .

Eqüidade e Eficiência  Segundo Teorema da Economia do Bem-estar  Pense no custo dos programas de redistribuição de renda e no dilema entre equidade e eficiência. Capítulo 16 Slide 46 .

alimento e vestuário  Número grande de indivíduos que possuem e vendem insumos (trabalho) para auferir renda  A renda é totalmente gasta em alimento e vestuário Capítulo 16 Slide 47 . mão de obra e capital  Produção de dois produtos.Eficiência na Produção  Suponha:  Oferta total fixa de dois insumos.

 Uso da análise de equilíbrio geral com efeitos de retroalimentação.Eficiência na Produção  Observações  Ligação entre oferta e demanda (renda e despesas)  As mudanças no preço de um insumo (trabalho) acarretam mudanças na renda e na demanda. Capítulo 16 Slide 48 . o que implica um efeito de retroalimentação.

Eficiência na Produção  Produção na Caixa de Edgeworth  A Caixa de Edgeworth pode ser usada para medir as quantidades de insumos de um processo produtivo. Capítulo 16 Slide 49 .

30 horas  Cada origem representa um produto  OA = Alimento  OV = Vestuário Capítulo 16 Slide 50 . 50 horas  Vertical: Capital.Eficiência na Produção  Produção na Caixa de Edgeworth  Cada eixo mede a quantidade de um insumo  Horizontal: Mão de obra.

Eficiência A é ineficiente A área sombreada é preferida a A B e C são eficientes A curva de contrato de produção mostra todas as combinações eficientes Mão de obra na produção de vestuário 50L 40L 30L 20L 10L 0C 30K 80A 25V D 10V 20K 10K 30V Capital na produção Capital de vestuário na produção de alimento C 10K B 20K Cada ponto mede quantidades de insumos na produção A A: 35L e 5K--Alimento 60A B: 15L e 25K--Vestuário Cada isoquanta mostra as combinações de insumos 50A 30K 0 F para determinada produção 10L 20L 30L 40L 50L Alimento: 50. & 80 Vestuário: 10. 25. & 30 Mão de obra na produção de alimento . 60.

Capítulo 16 Slide 52 .Eficiência na Produção  Equilíbrio do Produtor em um Mercado de Insumos Competitivo  Os mercados competitivos levam a um ponto de produção eficiente.

 O equilíbrio competitivo é eficiente.  Minimização do custo de produção  PMgL/PMgK = w/r  w/r = TMgSTLK  TMgST = inclinação da isoquanta  O equilíbrio competitivo está situado sobre a curva de contrato de produção. Capítulo 16 Slide 53 .Eficiência na Produção  Observações sobre o Mercado Competitivo  O salário (w) e o preço do capital (r) são idênticos para todas as indústrias.

Eficiência na Produção  A Fronteira de Possibilidades de Produção  Mostra as possíveis combinações de alimento e vestuário que podem ser produzidas a partir de quantidades fixas de mão de obra e capital.  Deriva da curva de contrato Capítulo 16 Slide 54 .

& D são B outras possíveis combinações. OA & OV D são casos extremos. C A A é ineficiente.Fronteira de Possibilidades de Produção Vestuário Por que a fronteira de possibilidades (unidades) de produção é negativamente OA inclinada? Por que ela é côncava? 60 B. OV Alimento 100 (unidades) Capítulo 16 Slide 55 . C.

OV Alimento 100 (Unidades) Capítulo 16 Slide 56 .Fronteira de Possibilidades de Produção Vestuário (unidades) OA B 60 1V 1A TMgT = CMgA/CMgV B D C 2V A 1A A taxa marginal de transformação (TMgT) D é a inclinação da fronteira em cada ponto.

Eficiência na Produção  Eficiência na Produção  Os bens devem ser produzidos ao custo mínimo e em combinações que os indivíduos estejam dispostos a adquirir.  Devemos ter produção eficiente e alocação eficiente no sentido de Pareto  Ocorre quando TMgS = TMgT Capítulo 16 Slide 57 .

Eficiência na Produção  Suponha  TMgT = 1 e TMgS = 2  Os consumidores trocariam 2 unidades de vestuário por 1 de alimento  O custo de produzir 1 unidade de alimento é 1 unidade de vestuário  A quantidade de alimento produzida será muito baixa  A produção de alimento deverá aumentar até que a TMgS caia e a TMgT aumenta) Capítulo 16 Slide 58 .

Eficiência na Produção Vestuário TMgS = TMgT (unidades) 60 Fronteira de Curva de Possibilidades C Indiferença de Produção Alimento 100 (Unidades) Capítulo 16 Slide 59 .

Eficiência na Produção  Eficiência nos Mercados Produtivos  Alocação do orçamento do consumidor TMgS  PA PV  Maximização de lucro pela firma PA  CMg A e PV  CMg V  CMg A PA TMgT    TMgS CMg V PV Capítulo 16 Slide 60 .

Alimento A1 A* A2 100 (Unidades) Capítulo 16 Slide 61 . QD = QS para alimento e vestuário. U1 TMgT = TMgS.Competição e Eficiência na Produção Vestuário PA1 / PV1  TMgT em A(V1. B V2 C U2 V* O ajustamento continua até que PA = PA* e PV = PV*. A1 ) A escassez de alimento e excesso (unidades) de vestuário causam PA* / PV* o aumento do preço do alimento e a 60 redução do preço do A V1 vestuário.

relativamente ao custo de produção de outros bens. for menor no país 1 do que no país 2.Os Ganhos do Livre Comércio  Vantagem Comparativa  O país 1 tem uma vantagem comparativa sobre o país 2 na produção de um bem se o custo de produção daquele bem. Capítulo 16 Slide 62 .

e não absoluta.  Um país com vantagem absoluta na produção de todos os bens não terá vantagem comparativa na produção de todos os bens.  Exemplo: Holanda e Itália produzem queijo e vinho Capítulo 16 Slide 63 .Os Ganhos do Livre Comércio  Vantagem Comparativa  A vantagem comparativa é uma medida relativa.

Horas de Mão-de-Obra Necessárias para Produção Queijo Vinho (1 lb.) Holanda 1h 2h Itália 6h 3h A Holanda tem vantagem absoluta na produção de ambos os produtos.) (1 gal. Capítulo 16 Slide 64 .

Horas de Mão-de-Obra Necessárias para Produção Queijo Vinho (1 lb.) Holanda 1h 2h Itália 6h 3h A Holanda tem vantagem comparativa na produção de queijo: o custo do queijo no país é 1/2 do custo do vinho. tendo portanto vantagem comparatava na produção de vinho. enquanto que na Itália o custo do queijo é o dobro do custo do vinho. Capítulo 16 Slide 65 .) (1 gal.

) Holanda 1 2 Itália 6 3 Com comércio: suponha PV = PQ na Holanda & Itália. de queijo = 24 lbs. A Holanda pode dispor de 24 horas de mão de obra.ou uma combinação dos dois bens Capítulo 16 Slide 66 .produção máx. .) (1 gal. de vinho = 12 gals.produção máx. -. podendo produzir: -.Horas de Mão-de-Obra necessárias para Produção Queijo Vinho (1 lb. -.

A Holanda importa vinho e exporta queijo. A D QD U2 Quem ganha e quem U1 perde com o comércio? Vinho VB VD (galões) Capítulo 16 Slide 67 . (libras) TMgT = PV/PQ = 2 mundiais Preços antes do Com comércio (supondo preço comércio relativo PV = PQ): Produção em QB B. TMgT = 1 B Consumo em D após o comércio.Os Ganhos do Comércio Sem comércio: produção & Queijo Preços consumo da Holanda em A.

A Eficiência dos Mercados Competitivos — Uma Visão Geral  Condições Necessárias para a Eficiência Econômica  Eficiência nas Trocas J TMgS AV  TMgS AV K Capítulo 16 Slide 68 .

A Eficiência dos Mercados Competitivos — Uma Visão Geral  Condições Necessárias para a Eficiência Econômica  Eficiência nas Trocas (para um mercado competitivo) J TMgS AV  PA / PV  TMgS AV K Capítulo 16 Slide 69 .

A Eficiência dos Mercados Competitivos — Uma Visão Geral  Condições Necessárias para a Eficiência Econômica  Eficiência na Utilização dos Insumos na Produção A TMgSTLK  TMgSTLK V Capítulo 16 Slide 70 .

A Eficiência dos Mercados Competitivos — Uma Visão Geral  Condições Necessárias para a Eficiência Econômica  Eficiência na Utilização dos Insumos na Produção (para um mercado competitivo) A TMgSTLK  w/ r  V TMgSTLK Capítulo 16 Slide 71 .

A Eficiência dos Mercados Competitivos — Uma Visão Geral  Condições Necessárias para a Eficiência Econômica  Eficiência no Mercado de Produto TMgTAV  TMgS AV (para todos os consumidor es) Capítulo 16 Slide 72 .

A Eficiência dos Mercados Competitivos — Uma Visão Geral  Condições Necessárias para a Eficiência Econômica  Eficiência no Mercado de Produto (em um mercado competitivo) PA  CMg A . PV  CMg V TMgTAV  CMg A / CMgV  PA / PV Capítulo 16 Slide 73 .

A Eficiência dos Mercados Competitivos — Uma Visão Geral  Condições Necessárias para a Eficiência Econômica  Mas os consumidores maximizam sua satisfação em mercados competitivos apenas se PA / PV  TMgS AV (para todos os consumidor es) Logo. TMgS AV  TMgTAV Capítulo 16 Slide 74 .