You are on page 1of 23

Avaliação da Aprendizagem

Profa Dra Marcia Polacchini
PREMISSAS
• A BUSCA PELO CONHECIMENTO / AVALIAR O
ENTENDIMENTO
• PROFESSOR MEDIADOR / ESTREITAR
RELAÇÕES COM OS ALUNOS
• AVALIAR A PARTIR DOS CONHECIMENTOS
APLICADOS AO COTIDIANO
• DE ACODO COM UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA
COERENTE E ORGANIZADA
• PROFESSOR EM CONSTANTE FORMAÇÃO
• AVALIAÇÃO NÃO PUNITIVA, MAS SIM
DIAGNÓSTICA DE ACORDO COM O QUE FOI
ABORDADO / COERENTE. QUE SERVE TAMBÉM
PARA AUTO-AVALIAÇÃO DO PROFESSOR
• VISA O REPLANEJAMENTO DO TRABALHO
PEDAGÓGICO
• A AVALIAÇÃO OCORRE DE ADULTO PARA ADULTO
• DIFERENTES TIPOS DE AVALIAÇÃO / CONTÍNUA
• O QUE É REALMENTE IMPORTANTE QUE OS
ALUNOS SAIBAM?
HABILIDADES

COMPETÊNCIAS
BOM PROFESSOR
• SABE QUE A PROVA É UM MOMENTO
PRIVILEGIADO DE ESTUDO, NÃO UM ACERTO DE
CONTAS.
• ELABORA BEM AS QUESTÕES DA PROVA – saber
contextualizar de acordo com os objetivos
estabelecidos.
• ADMINISTRA VALORES CULTURAIS LIGADOS À
AVALIAÇÃO – contextualizar as questões da
avaliação, relacionando as perguntas aos valores
culturais dos alunos.
• ALIA TEORIA E PRÁTICA.
• UTILIZA LINGUAGEM CLARA E PRECISA PARA O
COMANDO DAS QUESTÕES.
• CRIA AMBIENTE FAVORÁVEL AO CONTROLE
DAS EMOÇÕES
Uma avaliação adequada, requer a formulação
e explicitação de antemão dos critérios que
serão utilizados para dar conta do nível de
produção dos alunos, o que também permite
identificar se existem critérios comuns.
É necessário buscar uma renovação do campo
da avaliação que supere o velho conceito e as
práticas arraigadas de avaliação como
constatação/ verificação de um certo nível de
aprendizagem do aluno.
É preciso conhecer as características dos
processos, ultrapassando o estudo de tudo
quanto se manifesta para se prolongar até a
identificação das causas e consequências e
não apenas dos resultados em si, tornando
possível tomar medidas que possam
contribuir para o aperfeiçoamento do ensino e
consequentemente para a efetivação da
aprendizagem.
A avaliação consiste na articulação da teoria à
realidade, numa atividade de reflexão sobre o
ensino, que tem como base o recolhimento de
dados sobre as manifestações dessa mesma
realidade, proporcionando informações básicas e
necessárias a todos aqueles implicados no
processo educativo.
É necessário também que haja coerência em um
sistema de avaliação que, considere a relação
mútua existente entre os aspectos qualitativos e
quantitativos desse processo, a natureza da
relação pedagógica e os objetivos que se propõe
alcançar
Ao avaliar o professor deverá coletar, analisar e
sintetizar, da forma mais objetiva possível, as
manifestações das condutas cognitivas e
afetivas dos educandos, produzindo uma
configuração do efetivamente aprendido,
atribuir uma qualidade a essa configuração da
aprendizagem e tomar uma decisão sobre as
condutas docentes e discentes com base
nessas informações. (Cf. Luckesi: 1991)
A superação de uma dada realidade se produz em
uma proposta avaliativa que possibilite ao
estudante integrar conteúdos, articular diferentes
perspectivas de análise, exercitar a dúvida e o
desenvolvimento do espírito de investigação,
colocando-se a aprendizagem como um ato de
ampliação da autonomia do aluno e a avaliação
da aprendizagem como oportunidade de
inovação, de retomada, que permita ao aluno
ampliar as suas possibilidades de questionar suas
ações e decisões diante de situações singulares e
divergentes, com vistas à melhoria da qualidade
da formação.
Definir e compreender o papel da avaliação no
processo de ensino aprendizagem, articulando-a
aos objetivos - conteúdos - métodos, ao projeto
político pedagógico da instituição de ensino e aos
objetivos, características e perfil do profissional
que se quer formar.
É mister perceber que a avaliação não é um fato
isolado, mas decorre de uma prática pedagógica
coerente e organizada, articulada ao perfil do
profissional que se quer formar, aos objetivos
desta formação e interligando ensino-
aprendizagem e avaliação como elementos
indissociáveis.
Avaliação Integradora
• Discussão com os alunos do plano da
disciplina, dos elementos que o compõe e
especialmente do sistema de avaliação,
criando a possibilidade de ele ser assumido
por todos os envolvidos no processo e não
apenas definido unilateralmente pelo
professor.
• Utilização do diálogo (professor/alunos,
alunos-professor, alunos-alunos) como um
processo de debate coerente, fundamentado,
sistemático.
• Relação dos conhecimentos com os aspectos
contextuais externos (sociais, culturais,
políticos, econômicos) e internos
estabelecendo conexões entre os elementos e
temas trabalhados.
• Utilização de uma gama variada de
instrumentos e procedimentos para avaliar a
aprendizagem dos alunos, compatíveis com as
características e os processos de
aprendizagem.
PREMISSAS
• atentar principalmente para os processos e não só para os resultados
• dar possibilidades aos protagonistas de se expressarem e de se avaliarem
• utilizar procedimentos e instrumentos variados para avaliar a
aprendizagem
• intervir, com base nas informações obtidas via avaliação, em favor da
superação das dificuldades detectadas
• configurar a avaliação a serviço da aprendizagem, como estímulo aos
avaliados e não como ameaça
• contextualizar e integrar a avaliação ao processo ensino – aprendizagem
• definir as regras do jogo avaliativo desde o início do processo
• difundir as informações e trabalhar os resultados, visando retroalimentar
o processo
• realizar meta – avaliação, paralela aos processos de avaliação
propriamente ditos
• considerar e respeitar as diferenças e as dificuldades manifestadas em sala
de aula.
DE ACORDO COM
AS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS
AVALIAÇÃO
• Processual, formativa, participativa,
contínua, cumulativa e diagnóstica;
• Deve identificar as potencialidades e
dificuldades;
• Utilizar estratégias e abordagens de acordo
com as necessidades dos alunos;
• Criar condições de intervir de modo
imediato para sanar dificuldades e
redirecionar o trabalho docente;
• Manter a família informada sobre o
desempenho;
AVALIAÇÃO
• Permitir a discussão dos resultados das
avaliações;
• Utilizar instrumentos como observações,
registros descritivos e reflexivos, trabalhos
individuais e coletivos, portfólios, exercícios,
provas, questionários dentre outros de acordo
com o desenvolvimento e faixa etária;
• Aspectos qualitativos sob os quantitativos;
• Assegurar tempos e espaços diversos para que
os alunos com baixo rendimento tenham
condições de atendimento ao longo do ano
letivo;
AVALIÇÃO
• Prover obrigatoriamente períodos de
recuperação paralelos ao período;
• Assegurar tempos e espaços para reposição
de conteúdos aos alunos com frequência
insuficiente evitando retenção por falta;
• Possibilitar aceleração para os alunos com
defasagem idade-série;
• Articular procedimentos de avaliação
articulados as avaliações nacionais;
• Analisar rendimentos e buscar resultados
satisfatórios;
AVALIAÇÃO
• Os sistemas, as redes de ensino e os Projetos
Políticos Pedagógicos devem expressar o que é
esperado do aluno em relação a sua
aprendizagem;
• A melhoria dos resultados e a qualidade da
educação obriga os sistemas de ensino a
incrementarem dispositivos da carreira,
valorização do magistério e demais profissionais
da educação, oferecem recursos e apoios para
melhorar sua atuação;
• As escolas devem dar oportunidades reforçadas e
incentivar aos que mais necessitem.
Avaliar faz parte do processo de ensino e de
aprendizagem, e está diretamente ligada ao
currículo escolar e a função que a educação
escolar deve ter na sociedade.
Qual a função da avaliação, a partir do papel
que se espera da educação escolar na sociedade
atual?
O que é fundamental, e necessário neste
sentido?
Qual o lugar da avaliação no processo de ensino
e aprendizagem?
Como é possível concebermos uma perspectiva
de avaliação cuja vivência seja marcada pela
lógica da inclusão, do diálogo, da construção da
autonomia, da mediação, da participação, da
construção da responsabilidade com o coletivo?