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ELASTOGRAFIA 1

ANA BEATRIZ DE CASTRO SILVA


LUIS ROBERTO DE OLIVEIRA MORO
MARCOS VINICIUS ZANELLA BETIOLI
PROF: THEO ZEFERINO PAVAN
Agenda 2

 Definição

 História

 Classificação

 Siemens ACUSON S2000

 Por que da Elastografia por Ultrassom?

 Áreas de aplicação

 Exemplos
Definição 3

 É um método promissor de aferir diferenças de rigidez e

elasticidade em tecidos

 Independentemente das características do tecido (duro ou

macio), a elastografia provê informações diagnósticas sobre a

presença ou o estado de uma doença


História 4
A apalpação, técnica de pressionar a superfície do tecido de forma a sentir
anormalidades, é uma ferramenta diagnóstica muito comum

É a ferramenta primária para diagnósticos de algumas doenças (câncer de


mama e próstata)

 depende da sensibilidade do examinador

 profundidade do tecido avaliado

 tipo de tecido

 a apalpação é qualitativa

Para melhorar a sensibilidade da apalpação e fornecer medidas quantitativas


de "apalpabilidade", desenvolveu-se uma tecnologia de imagem que mostra
um mapa da rigidez do tecido avaliado, a elastografia.
Classificação 5
Classificação 6
Classificação 7
 Imagem tátil (TI)

 Ressonância Magnética (MRE)

 Ultrassom (US)

 Elastografia quasi-estática

 ARFI

 SWEI

 SSI

 Elastografia de Transiente
Siemens ACUSON S2000 8

 Tátil
 ARFI
 Transiente
Por que da Elastografia por 9

Ultrassom?
Melhoria das imagens sonográficas comuns:
 Distinção de lesões isoecoicas
 Capaz de fazer imagens em tecidos profundos da
mama
 Capaz de mostrar microcalcificações
 Detecta carcinomas de nível celular
Áreas de aplicação 10
 Fígado – Quantificação do grau de fibrose hepática
 Quanto maior a fibrose, maior a velocidade do sinal na elastografia.
 Nódulos hepáticos tem sido comparados pela técnica ARFI com
resultados animadores na diferenciação entre hemangiomas, adenomas
e nódulos metastáticos.

 Mama e Tireoide
 Atua como mais um parâmetro na investigação de nódulos e alterações
parenquimatosas difusas
 Facilita a detecção precoce de lesões de potencial maligno
 Auxilia a indicação de biópsias.
Exemplos 11

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Exemplos 12
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