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ARBOVIROSES

Secretaria Municipal de Saúde 2018 – Vigilância Epidemiológica


Coordenadoria de Vigilância em Saúde
DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
Núcleo de Doenças Transmitidas por Vetores e Outras Zoonoses

ARBOVIROSES:
Vigilância Epidemilógica - Dengue,
Chikungunya, Doença Aguda pelo
Zika Vírus
Febre Amarela
17 /01/ 2018

Vivian Ailt
ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

COMPONENTE
VIGILÂNCIA
EPIDEMIOLÓGICA
ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

Objetivos da Vigilância Epidemiológica das


Arboviroses

•Detectar precocemente a ocorrência de casos


•Realizar investigações epidemiológica e entomológica
•Detectar as áreas de maior ocorrência de casos e os grupos
mais acometidos
•Realizar a investigação de óbitos suspeitos
• Monitorar os vírus em circulação
•Reduzir a mortalidade
•Produzir informações para embasar o planejamento.
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

• Definição de Caso Suspeito DENGUE

Pessoa que viva ou tenha viajado nos últimos 14 dias para área
onde esteja ocorrendo transmissão de dengue ou tenha
presença de Aedes aegypti, que apresenta febre, usualmente
entre 2 e 7 dias, e apresenta duas ou mais das seguintes
manifestações: náuseas, vômitos, exantema, mialgia, artralgia,
cefaleia, dor retroorbital, petéquias ou prova do laço positiva e
leucopenia.
Também pode ser considerado caso suspeito, toda criança
proveniente ou residente em áreas com transmissão de
dengue, com quadro febril agudo, usualmente entre 2 e 7 dias,
e sem foco de infecção aparente
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

Definição de Caso Suspeito DENGUE com sinais de alarme

Todo caso de dengue que, no período de defervescência da febre


apresenta um ou mais dos seguintes sinais de alarme:
Dor abdominal intensa e contínua, ou dor a palpação do abdomen;
Vômitos persistentes;
Acumulo de líquidos (ascite, derrame pleural, pericárdico);
Sangramento de mucosas;
Letargia ou irritabilidade;
Hipotensão postural (lipotimia);
Hepatomegalia maior do que 2 cm;
Aumento progressivo do hematócrito
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

• Definição de Caso Suspeito DENGUE GRAVE

é todo caso que apresenta um ou mais dos seguintes resultados:


• choque devido extravasamento grave de plasma evidenciado por
taquicardia, extremidades frias e tempo de enchimento capilar igual
ou > a 3 seg, pulso débil ou indetectável, pressão diferencial
convergente =< 20 mmHg; hipotensão arterial em fase tardia,
acumulação de líquidos com insuficiência respiratória
• sangramento grave
• comprometimento grave de órgãos ( dano hepático importante –
AST ou ALT> 1000, sistema nervosos central, coração (miocardite) e
outros.
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

Definição de Caso Suspeito – DOENÇA AGUDA PELO ZIKA VÍRUS

POPULAÇÃO GERAL: pacientes que apresentem


exantema maculopapular pruriginoso acompanhado de dois
ou mais dos seguintes sinais e sintomas:
 febre ou
 hiperemia conjuntival sem secreção e com ou sem prurido
ou
 poliartralgia ou edema periarticular.
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

Definição de Caso Suspeito – DOENÇA AGUDA PELO ZIKA VÍRUS

GESTANTE: toda gestante, em qualquer idade


gestacional, com doença exantemática aguda, se
excluídas as hipóteses não infecciosas.
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

Definição de Caso Suspeito – DOENÇA AGUDA PELO ZIKA VÍRUS


Caso suspeito grave e/ou atípico: suspeitos de DAVZ que apresentem
ALTERAÇÕES NEUROLÓGICAS (meningoencefalite, encefalopatia, convulsão,
síndrome de Guillain-Barré - iniciada na fase aguda ou na fase de convalescência das
doenças -, síndrome cerebelar, paresias, paralisias e neuropatias; neurite óptica,
iridociclite, episclerite, retinite e uveíte; ALTERAÇÕES CARDÍCAS (miocardite,
pericardite, insuficiência cardíaca, arritmia e instabilidade hemodinâmica), ALTERAÇÕES
RENAIS (nefrite e insuficiência renal aguda); OUTROS discrasia sanguínea, insuficiência
respiratória, hepatite, pancreatite, síndrome da secreção inapropriada do hormônio
antidiurético e insuficiência adrenal.
• Todo suspeito que apresente alterações clínicas e laboratoriais que
justifiquem internação em terapia intensiva ou apresentem risco de morte devem
ser considerados como portadores de forma grave da doença.
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

Definição de Caso Suspeito – CHIKUNGUNYA

Paciente com febre de início súbito maior que 38,5°C e


artralgia ou com artrite intensa de início agudo, não explicado por
outras condições, sendo residente ou tendo visitado áreas
endêmicas ou epidêmicas até duas semanas antes do início dos
sintomas ou que tenha vínculo epidemiológico com caso confirmado.
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

Definição de Caso Suspeito – CHIKUNGUNYA GRAVE E/OU ATÍPICO


Suspeitos de Chikungunya que apresentem ALTERAÇÕES
NEUROLÓGICAS (meningoencefalite, encefalopatia, convulsão, síndrome de Guillain-Barré - iniciada
na fase aguda ou na fase de convalescência das doenças -, síndrome cerebelar, paresias, paralisias e

neuropatias; neurite óptica, iridociclite, episclerite, retinite e uveíte; ALTERAÇÕES CARDÍCAS

(miocardite, pericardite, insuficiência cardíaca, arritmia e instabilidade hemodinâmica), ALTERAÇÕES

CUTÂNEAS (hiperpigmentação por fotossensibilidade, dermatoses vesiculo-bolhosas e ulcerações

aftosa-like); ALTERAÇÕES RENAIS (nefrite e insuficiência renal aguda); OUTROS discrasia


sanguínea, insuficiência respiratória, hepatite, pancreatite, síndrome da secreção inapropriada do

hormônio antidiurético e insuficiência adrenal.

Todo suspeito de Chikungunya que apresente alterações clínicas e


laboratoriais que justifiquem internação em terapia intensiva ou apresentem risco de
morte devem ser considerados como portadores de forma grave da doença..
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

Definição de Caso Suspeito – FEBRE AMARELA


Indivíduo com quadro febril agudo (até 7 dias), de início
súbito, acompanhado de icterícia e/ou manifestações
hemorrágicas, residente ou procedente de área de risco para febre
amarela ou de locais com ocorrência de epizootias em primatas não
humanos ou isolamento de vírus em vetores, nos últimos 15 dias,
não vacinados contra febre amarela ou com estado vacinal
ignorado.

Em situações de surto, o MS recomenda adequar a definição de caso suspeito,


tornando-a mais sensível para detectar o maior número possível de casos,
levando-se em conta o amplo espectro clínico da doença
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

Definição de Caso Suspeito – Doença neuroinvasiva associada


a arboviroses

Casos agudos de encefalite, mielite, encefalomielite,


polirradiculoneurite (síndrome de Guillain-Barré) ou de outras
síndromes neurológicas centrais ou periféricas, diagnosticadas
por médico especialista, na ausência de explicação clínica mais
provável
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

 Dengue sempre deve ser considerada como


diagnóstico diferencial de Febre de
Chikungunya, da DAVZ e da FA:

 transmissão estabelecida de Dengue no MSP


 até o momento, poucos casos de DAVZ e de Febre de
Chikungunya autóctones
 dificuldade de realizar diagnóstico clínico diferencial entre
os três agravos
 risco de ocorrência de casos graves por Dengue (estar
alertas para as formas graves e atípicas de DAVZ e Febre
de Chikungunya e para Febre Amarela)
1 – NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

As UVIS devem comunicar imediatamente (no máximo


em 24 horas) para a equipe técnica do
NDTVZ/DVE/COVISA, por meio do e-mail:
vatvz@prefeitura.sp.gov.br

 todo caso suspeito de FA;

 todo caso grave ou óbito suspeito de Dengue e/ou


febre de Chikungunya e/ou DAVZ;

 todo caso suspeito de DAVZ em gestante;

 todo caso suspeito de Doença Neuroinvasiva


associada a arboviroses.
NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA NA SUSPEITA- PORTARIA ARBOVIROSES
MS Nº 204 DE–17
2018 Vigilância Epidemiológica
DE FEVEREIRO DE
2016 – Dengue, Chikungunya, Doença Aguda pelo Zika Vírus
NOTIFICAÇÃO IMEDIATA – em até 24h – suspeitos de óbito por estes agravos

Dengue/Chikungunya – um SINAN para cada agravo


- digitação no SINAN on Line
NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA NA SUSPEITA- PORTARIA ARBOVIROSES
MS Nº 204 DE–17
2018 Vigilância Epidemiológica
DE FEVEREIRO DE
2016 – Dengue, Chikungunya, Doença Aguda pelo Zika Vírus
NOTIFICAÇÃO IMEDIATA – em até 24h – suspeitos de óbito por estes agravos

Donça Aguda pelo Zika Vírus – ficha CEVESP


- digitação no SINANNET e no CEVESP (http://cevesp.saude.sp.gov.br).

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/ficha_zika_versao_7mar2016_1468444429.pdf
NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA NA SUSPEITA- PORTARIA MS Nº 204
ARBOVIROSES DE–17
2018 DE FEVEREIRO
Vigilância DE
Epidemiológica
NOTIFICAÇÃO IMEDIATA – em até 24h

Febre amarela – digitação no SINANNET

Deslocamentos

Vacina

TGO/TGP/BTF

http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/homepage/downloads/fichas/feam_net.pdf
NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA NA SUSPEITA- PORTARIA MS Nº 204
ARBOVIROSES DE–17
2018 DE FEVEREIRO
Vigilância DE
Epidemiológica

Notificação de Doença Neuroinvasiva por Arboviroses


- fichas escaneadas em até 24 horas para a UVIS de referência e para NDTVZ/DVE/COVISA por meio
do e-mail vatvz@prefeitura.sp.gov.br

Vacina

TGO/TGP/BTF
NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA NA SUSPEITA- PORTARIA MS Nº 204
ARBOVIROSES DE–17
2018 DE FEVEREIRO
Vigilância DE
Epidemiológica

Investigação de Casos Graves e Óbitos


- fichas escaneadas em até 24 horas para a UVIS de referência e para NDTVZ/DVE/COVISA por meio
do e-mail vatvz@prefeitura.sp.gov.br
1- Prontuário

2- Entrevista
ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica
2 - Busca Ativa de Casos
Secundários
•Investigar onde o caso passou durante o período de viremia

•paciente sintomático - orientado a procurar atendimento médico, o


mais rápido possível
•UVIS deve verificar se o paciente procurou o atendimento, se houve
confirmação da suspeita e, em caso afirmativo, se o paciente foi
notificado.

•Quando fazer?
•Caso importado: a busca ativa deve ser realizada 20 dias após a data
de início dos sintomas do paciente

•Caso autóctone: a busca ativa deve ser realizada, concomitantemente


à realização do bloqueio de criadouros e repetida 20 dias após a
data de início de sintomas do paciente. Se a notificação for recebida na UVIS já
decorridos os 20 dias após o início de sintomas do paciente, realiza-se a busca ativa
apenas durante o bloqueio de criadouros.
ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica
3 – AÇÕES DE ACORDO COM
NÍVEL
3 – AÇÕES DE ACORDO COM NÍVEL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica
ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

IgM infecção
secundária
ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

IgM infecção
secundária
ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

IgM infecção
secundária
ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

IgM infecção
secundária
ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

IgM infecção
secundária
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DENGUE

1. Teste Rápido (TR-Dengue),

 adquirido pelo Município de São Paulo (MSP): detecta por


imunocromatografia o antígeno NS1 e anticorpos do tipo IgM, para
os quatro sorotipos da Dengue. (apesar do TR-Dengue também
detectar anticorpos do tipo IgG, serão considerados apenas os
resultados de NS1 e IgM, já que se deseja identificar a doença
aguda e não a cicatriz sorológica por infecção anterior.)

ATENÇÃO: A estratégia de utilização do TR-Dengue tem como objetivo


identificar rapidamente os casos positivos, na fase inicial da transmissão da
Dengue, de forma a realizar os bloqueios de transmissão da doença mais
oportunamente e em áreas com comprovada transmissão.
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DENGUE

1. Teste Rápido (TR-Dengue),

TR-Dengue com resultado negativo – colher amostra de sangue


para realização de ELISA IgM a partir do 6º de início dos
sintomas.

ATENÇÃO: O TR-Dengue NÃO DEVE SER UTILIZADO PARA O


MANEJO CLÍNICO dos pacientes suspeitos de Dengue. O manejo
clínico de todo paciente suspeito de Dengue deve ser realizado de
acordo com a sua classificação de risco, independentemente do
resultado do TR-Dengue.
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DENGUE

1. Teste Rápido (TR-Dengue),

Orientações para a Vigilância Epidemiológica

• Resultado positivo: confirmar o caso.

• Resultado negativo: NÃO descartar o caso - coletar amostra


para ELISA-IgM a partir do 6º dia de início dos sintomas.
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DENGUE
2 - ELISA-NS1
 encaminhamento de amostras de sangue para o LABZOO
 Coleta do dia 0 ao dia 3 do início de sintomas
 Quando colher:
 todas as gestantes suspeitas de DAVZ
 todos os casos graves suspeitos de Dengue
 todos os pacientes suspeitos de Dengue que evoluíram a
óbito
 Unidades sentinela
 Neste momento: coletar para todos os casos suspeitos , com
início de sintomas até dia 3, mesmo sem preencher as condições
acima
.
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DENGUE

2 - ELISA-NS1
Orientações para a Vigilância Epidemiológica:

 Resultado positivo: confirmar o caso.

 Resultado negativo: não descartar o caso. - coletar amostra de


sangue para ELISA-IgM a partir do 6º dia de início dos sintomas..
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DENGUE
3 - ELISA-IgM
• a partir do 6º dia do início dos sintomas

• Quando coletar:
 todos os pacientes graves
 todos os óbitos suspeitos de Dengue,
 todos suspeitos de Dengue, com resultado do TR-Dengue
negativo ou de Elisa-NS1 negativo
 todos suspeitos de Dengue quando a TR-Dengue não for
preconizada;
 todas as gestantes suspeitas de DAVZ
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DENGUE

3 - ELISA-IgM

Orientações para a Vigilância Epidemiólogica

• Resultado positivo: confirmar o caso.

• Resultado negativo: descartar o caso.


4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DENGUE

4 . RT-PCR (Transcrição Reversa seguida da Reação em Cadeia da


Polimerase)
 amostras de sangue coletadas até o 5º dia de início dos sintomas.
 amostras selecionadas para identificação dos sorotipos circulantes
 investigação de casos de óbitos.

5 - Isolamento Viral
 amostras coletadas até o 5º dia de início dos sintomas
 não é utilizado rotineiramente.
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DENGUE

6 - ELISA IgG e o Teste de Inibição de Hemaglutinação (IH)


 amostras de soro pareadas (fase aguda e convalescente recente) de
casos suspeitos
 Não é utilizado rotineiramente.

7 - Diagnóstico histopatológico seguido de pesquisa de antígenos


virais por imunohistoquímica
 utilizado para investigação de óbitos
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

CHIKUNGUNYA

1 RT-PCR (Transcrição Reversa seguida da Reação em Cadeia da


Polimerase)
 Do dia 0 ao 8º dia do início dos sintomas.

Orientações para Vigilância Epidemiológica

• Resultado positivo: confirmar o caso.


• Resultado negativo: descartar o caso, desde que a amostra tenha
sido coletada em data oportuna.
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

CHIKUNGUNYA

2 - ELISA-IgM

a partir do 4º dia do início dos sintomas.

Orientações para Vigilância Epidemiológica


 Resultado positivo: confirmar o caso
 Resultado negativo: descartar o caso, desde que a amostra tenha
sido coletada em data oportuna.
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

CHIKUNGUNYA

3 - Isolamento viral
 Pode ser realizado em amostras coletadas até o 3º dia do início dos
sintomas.
 Não é utilizado rotineiramente.
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DOENÇA AGUDA PELO VÍRUS ZIKA


O diagnóstico laboratorial da DAVZ no Brasil é bastante limitado

1 - RT- PCR
 realizado apenas pelo IAL e é restrito a:
 gestantes suspeitas de DAVZ
 casos graves e óbitos suspeitos;
 caso suspeito autóctone, identificado em busca ativa, se
caracterizado cluster, em DA em que não há caso
confirmado pelo critério clínico laboratorial;
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DOENÇA AGUDA PELO VÍRUS ZIKA

Investigação de cluster:
 a partir da suspeita de caso autóctone de DAVZ, a Unidade de
Vigilância em Saúde (UVIS) deve realizar a busca ativa de outros
casos suspeitos, que tenham iniciado os sintomas até 15 dias
antes ou depois do caso índice, em um raio de 100 metros.
 Caso seja encontrado mais um caso e, este tenha iniciado os
sintomas até 5 dias, se caracterizará um cluster e será orientada a
coleta de amostra de sangue para RT- PCR para ZIKA.
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

DOENÇA AGUDA PELO VÍRUS ZIKA

1 - RT- PCR
Orientações para a Vigilância Epidemiológica
 Resultado positivo: confirmar o caso.
 Resultado negativo: descartar o caso, desde que a
amostra tenha sido coletada em data oportuna.

2 - ELISA-IgM

 No momento, o ELISA-IgM para DAVZ não é realizado na rotina pelo


IAL, uma vez que podem ocorrer reações cruzadas com outros flavivirus,
especialmente Dengue, Febre Amarela (inclusive vírus vacinal) e Febre
do Nilo Ocidental.
4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

FEBRE AMARELA

http://www2.paho.org/hq/index.php?option=com_docman&task=doc_view&Itemid=270&gid=38179&lang=en

 Casos graves: coleta da amostra deve ser realizada no momento


inicial do atendimento de pacientes que preenchem definição de
caso suspeito, conforme orientações anexas.

 Enviar a amostra para o Instituto Adolfo Lutz o mais breve possível


ARBOVIROSES 2018 – Vigilância Epidemiológica

Tel: 3397-8315

Email: vatvz@prefeitura.sp.gov.br
vcardoso@prefeitura.sp.gov.br