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COMANDOS

ELÉTRICOS

Leandro Rodrigo da Silva

11:56 Anápolis, 2009
Leandro Rodrigo da Silva

COMANDOS ELÉTRICOS
BORNES E CONEXÕES
DISJUNTORES
COMANDOS BÁSICOS
DISPOSITIVOS DE MANOBRA
CHAVES MAGNÉTICAS
DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
RELÉ TÉRMICO
TEMPORIZADOR
PARTIDA DE MOTORES

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Leandro Rodrigo da Silva

FUSÍVEL
Os FUSÍVEIS são dispositivos de proteção contra curto-
circuito (e contra sobre-carga caso não seja usado outro
dispositivo para este fim) de utilização única: após sua atuação
devem ser descartados.
São compostos por: elemento fusível, corpo, terminais e dispositivo
de indicação da atuação do fusível..
Corpo
Terminais.

Elemento fusível.

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Leandro Rodrigo da Silva

FUSÍVEL 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

FUSÍVEL A seguir temos uma curva de um fusível de 60A 5min TEMPO DE FUSÃO 0.5s 2ms 10000A Capacidade de 100A 400A 5000A interrupção 11:56 Corrente de curto circuito Leandro Rodrigo da Silva .

MICROFUSÍVEIS Micro fusíveis para ligação em Circuitos Impressos 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

BORNES E CONEXÕES 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

Tipos de Disjuntores: • Disjuntores de alta tensão • Disjuntor de baixa tensão europeu * Disjuntor eletromagnético * Disjuntor Térmico * Disjuntor Diferencial 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . DISJUNTORES Disjuntor é um dispositivo eletromecânico que permite proteger uma determinada instalação elétrica com sobre- intensidades (curto-circuitos ou sobrecargas).

Trip bimetálico 6 .Terminais 5 .Contatos 4 . DISJUNTORES Abaixo temos uma figura do detalhe interno de um minidisjuntor termomagnético europeu de corrente nominal de 10 ampéres.Solenóide 8 .Parafuso calibrador 7 .Mecanismo Atuador 3 . 1 .Extintor de arco 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .Atuador 2 .

CIRCUITO BÁSICO DE COMANDO COM TRAVA C1 B1 G B2 A1 C1 A2 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

são equipamentos capazes de executar a interligação e desligamento de pontos entre os quais circulará corrente quando interligados. DISPOSITIVOS DE MANOBRA ELÉTRICA Manobras Elétricas. 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . também conhecidos com CHAVES.

11:56 Leandro Rodrigo da Silva . Número de operações: Indica a quantidade de operações que a chave pode executar até que se destrua. Velocidade de operação: Quanto mais rápido a chave se abrir ou fechar. menor será a possibilidade de produção de resistência nos pontos de contato e consequentemente menor será a queda de tensão produzida e o calor. PARÂMETROS Tensão: Quando abertas as chaves ficam submetidas a um alto valor de tensão e devem suportá-lo sem permitir fluxo de cargas. Corrente: Quando fechadas as chaves devem conduzir a corrente do circuito comandado sem super aquecer nem provocar queda de tensão.

ESTRUTURA BÁSICA DAS CHAVES Botão (material isolante) Parte metálica Contato fixa Parte metálica fixa Parafuso de conexão Base (material isolante) 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

esta última se chama normalmente fechada ou NF. chamada posição de repouso. A outra. é mantida por algum método próprio da chave. esta última se chama normalmente aberta ou NA. CHAVES DE IMPULSO São chaves de duas posições: uma dessas posições é mantida pelo acionamento e apenas enquanto durar o acionamento. a chave recebe uma denominação específica: Quando a mola mantém a chave aberta. Quando a mola mantém a chave fechada. Conforme a posição de repouso. 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . como uma mola por exemplo.

EXEMPLOS DE CHAVES DE IMPULSO 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

EXEMPLOS DE CHAVES DE IMPULSO 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CHAVES NA Chave NA atuação por botão Posição em repouso Posição atuada 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

EXEMPLO DE CIRCUITO USANDO CHAVE NA A carga estará energizada somente se a chave NA estiver acionada. Posição de repouso pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

EXEMPLO DE CIRCUITO USANDO CHAVE NA Posição atuada pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS Carga operada por chave com retenção CHAVE ABERTA G CARGA DESENERGIZADA CHAVE FECHADA G CARGA ENERGIZADA 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

EXEMPLO DE CIRCUITO
USANDO CHAVE NF
A carga estará energizada somente se a chave NF estiver não
acionada.

Posição de repouso

pilha

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Leandro Rodrigo da Silva

EXEMPLO DE CIRCUITO
USANDO CHAVE NF

Posição atuada

pilha

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Leandro Rodrigo da Silva

DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS
Carga operada por chave NF

CHAVE NÃO ATUADA
(FECHADA)
G
CARGA ENERGIZADA

CHAVE ATUADA (ABERTA)

G
CARGA
DESENERGIZADA

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Leandro Rodrigo da Silva

ASSOCIAÇÕES AS ASSOCIAÇÕES SE FAZEM PARA OBTER FORMAS DE DEPENDÊNCIA MAIS COMPLEXAS ENTRE AS CHAVES E AS RESPECTIVAS CARGAS. ASSOCIAÇÕES DE CHAVES NA 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

ASSOCIAÇÃO SÉRIE . Chaves NA: a carga só ligará se todas as chaves estiverem acionadas. REPOUSO REPOUSO pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .NA Quando se associam chaves em série sua carga só será energizada quando todas as chaves estiverem fechadas.

ASSOCIAÇÃO SÉRIE ATUADA REPOUSO pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

ASSOCIAÇÃO SÉRIE .NA REPOUSO ATUADA pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

NA ATUADA ATUADA pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . ASSOCIAÇÃO SÉRIE .

DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS – NA EM SÉRIO CARGA OPERADA POR CHAVE NA G CHAVE CARGA 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

REPOUSO REPOUSO pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . ASSOCIAÇÃO PARALELA . sua carga será energizada desde que pelo menos uma das chaves esteja fechada.NA Quando as chaves se associam em paralelo. Chaves NA: a carga se liga desde que pelo menos uma chave esteja acionada.

NA ATUADA REPOUSO pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . ASSOCIAÇÃO PARALELA .

ASSOCIAÇÃO PARALELA - NA

REPOUSO

ATUADA

pilha

11:56
Leandro Rodrigo da Silva

ASSOCIAÇÃO PARALELA - NA

ATUADA

ATUADA

pilha

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Leandro Rodrigo da Silva

DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS – NA
EM PARALELO
Carga operada por chave NA

G
CHAVES

CARGA

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Leandro Rodrigo da Silva

ASSOCIAÇÕES DE CHAVES NF 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . ASSOCIAÇÕES AS ASSOCIAÇÕES SE FAZEM PARA OBTER FORMAS DE DEPENDÊNCIA MAIS COMPLEXAS ENTRE AS CHAVES E AS RESPECTIVAS CARGAS.

ASSOCIAÇÃO SÉRIE . REPOUSO REPOUSO pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .NF Quando se associam chaves NF em série sua carga só será desenergizada quando todas as chaves estiverem acionada.

NF REPOUSO ATUADA pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . ASSOCIAÇÃO SÉRIE .

NF ATUADA REPOUSO pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . ASSOCIAÇÃO SÉRIE .

ASSOCIAÇÃO SÉRIE .NF ATUADA ATUADA pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS Carga operada por chave NF G CHAVE CARGA 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

REPOUSO REPOUSO pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . Chaves NF: a carga se liga desde que pelo menos uma chave esteja não acionada. ASSOCIAÇÃO PARALELA .NA Quando as chaves se associam em paralelo. sua carga será energizada desde que pelo menos uma das chaves esteja fechada.

ASSOCIAÇÃO PARALELA .NA ATUADA REPOUSO pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

NA REPOUSO ATUADA pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . ASSOCIAÇÃO PARALELA .

NA ATUADA ATUADA pilha 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . ASSOCIAÇÃO PARALELA .

DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS Carga operada por chave NF G CHAVES CARGA 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

 FERRAGEM (PARTE FIXA E PARTE MÓVEL)  CHAVES (PARTE FIXA E PARTE MÓVEL) 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . CHAVE MAGNÉTICA RELÉ DE PEQUENO A CHAVE MAGNÉTICA PORTE COMPÕE-SE DE:  BOBINA.

ENERGIZADA. GERA UM CAMPO MAGNÉTICO + + O campo magnético é concentrado pela parte fixa do entre-ferro. PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DA CHAVE MAGNÉTICA A BOBINA. na qual é fixada a bobina e a parte fixa das chaves 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

FUNCIONAMENTO DA CHAVE MAGNÉTICA + 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

FUNCIONAMENTO DA CHAVE MAGNÉTICA + 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

FUNCIONAMENTO DA CHAVE MAGNÉTICA + O campo magnético. atrai a parte móvel do entre-ferro na qual se prende a parte móvel das chaves 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . concentrado.

FUNCIONAMENTO DA CHAVE MAGNÉTICA + 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

FUNCIONAMENTO DA CHAVE MAGNÉTICA PARTES MÓVEIS PARTES FIXAS + 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

FUNCIONAMENTO DA CHAVE MAGNÉTICA + 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

Quando se unem a parte móvel com a parte fixa há também uma concentração ainda maior do campo magnético..O campo magnético. na qual é fixada a bobina e a parte fixa das chaves 2 .Quando se unem a parte móvel com a parte fixa há o acionamento das chaves. PASSOS BÁSICOS DAS CHAVES MAGNÉTICAS 1 . Este efeito provoca uma maior velocidade de acionamento das chaves magnéticas acionadas por tensão alternada se comparada a daquelas acionadas por tensão contínua. atrai a parte móvel do entre-ferro na qual se prende a parte móvel das chaves 3 .O campo magnético produzido na bobina quando energizada. 4 . aumentando a indutância e reduzindo a corrente elétrica caso a tensão aplicada seja alternada. concentrado. é concentrado pela parte fixa do entre-ferro. 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

Por isso um dispositivo uma pequena potência pode energizar a bobina. que ativará suas chaves. que podem comandar uma alta potência como de um motor. CORRENTES NA CHAVE MAGNÉTICA A intensidade de corrente de acionamento da (bobina) chave magnética é muito menor que a corrente possível de ser comandada pelas suas chaves. 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

11:56 Leandro Rodrigo da Silva . ISOLAMENTO ENTRE CIRCUITOS QUE INTERAGEM A bobina da chave magnética é galvanicamente isolada das chaves por ela operadas.: 24v) alimentar a bobina e uma de tensão alternada (ex. Isso significa que uma tensão aplicada entre a bobina e as chaves não provocará corrente elétrica Por isso. é possível por exemplo uma fonte de tensão contínua ( ex.: 440v) alimentar a carga através das chaves operadas pela chave magnética.

MULTIPLICAÇÃO DE CONTATOS A chave magnética pode operar simultaneamente várias chaves e por isso é possível a paritr de uma única chave acionar diversos receptores 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CHAVES MAGNÉTICA NA Quando se usa uma chave normalmente aberta operada pela chave magnética. LIGOU A CHAVE. a carga ficará energizada enquanto a bobina estiver energizada. LIGA A CARGA   11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

EXEMPLO NA 0A + 0A 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

EXEMPLO NA 5A + 11:56 0.2A Leandro Rodrigo da Silva .

a carga ficará energizada enquanto a bobina estiver desenergizada LIGOU A CHAVE. DESLIGA A CARGA   11:56 Leandro Rodrigo da Silva . CHAVES MAGNÉTICA NF Quando se usa uma chave normalmente fechada operada pela chave magnética.

EXEMPLO NF 5A + 0A 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

EXEMPLO NF 0A + 0.2A 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS CARGA “A” NÃO ATUADA S1 a 21 G 13 b 14 22 G A B CHAVE MAGNÉTICA CARGA “B” ATUADA NÃO ATUADA 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS CARGA “A” ATUADA S1 a G 13 21 b 14 22 G A B CHAVE MAGNÉTICA CARGA “B” NÃO ATUADA ATUADA 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CHAVE MAGNÉTICA ACIONADA POR CHAVE NF CHAVE MAGNÉTICA ACIONADA POR CHAVE NF USANDO UMA CHAVE NA DA CHAVE MAGNÉTICA 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

EXEMPLO CHAVE NA 5A Chave NF + 11:56 0.2A Leandro Rodrigo da Silva .

EXEMPLO CHAVE NA 0A Chave NF + 0A 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

USANDO UMA CHAVE NF DA CHAVE MAGNÉTICA 0A + 0.2A 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

USANDO UMA CHAVE NF DA CHAVE MAGNÉTICA 5A + 0A 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

DIAGRAMA ESQUEMÁTICO Situação Normal CARGA “A” ATUADA S1 a 13 G 21 b 14 22 G A B CHAVE MAGNÉTICA CARGA “B” NÃO ATUADA ATUADA 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

DIAGRAMA ESQUEMÁTICO Situação Chave Magnética Atuada CARGA “A” NÃO ATUADA S1 a G 33 41 b 34 42 G A B CHAVE MAGNÉTICA CARGA “B” ATUADA NÃO ATUADA 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

EXEMPLO DE APLICAÇÃO DA CHAVE NF DA CHAVE MAGNÉTICA Se no campo há uma chave NF. por cuja atuação é necessário ligar algum circuito. pode-se energizar a bobina de uma chave magnética através da chave NF de campo. CHAVE DE CAMPO NF (S1) EM REPOUSO S1 a 13 G C1-1 b 14 ABERTO G A BOBINA DISPOSITIVO “A” ENERGIZADA 11:56 NÃO ATUADO Leandro Rodrigo da Silva . e usar uma chave NF da chave magnética para energizar tal dispositivo.

EXEMPLO DE APLICAÇÃO DA CHAVE NF DA CHAVE MAGNÉTICA CHAVE DE CAMPO NF (S1) EM ATUADA a 13 G C1-1 b 14 FECHADO G A BOBINA DISPOSITIVO “A” DESENERGIZADA 11:56 ATUADO Leandro Rodrigo da Silva .

DIAGRAMAS ELÉTRICOS MAIS COMPLEXOS DIAGRAMAS UNIFILARES E MULTIFILARES Os diagramas elétricos podem ser feitos de acordo como o modelo unifilar ou multifilar conforme seu objetivo. 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . Unifilar: Objetiva mostrar as interligações entre equipamentos sem minúcias quanto aos pontos de conexão existentes nesses equipamentos. Multifilar: Objetiva mostrar todos os condutores e conexões existentes em uma instalação.

quando no multifilar haveria oito. haveria pelo menos cinco. REDE EMPRESA CONCESSIONÁRIA GERADOR TRANSFORMADOR MEDIÇÃO DISJUNTOR DISJUNTOR INTERTRAVAMENTO ELETROMECÂNICO CRD CGR 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . No transformador há duas linhas. DIAGRAMA UNIFILAR Neste exemplo temos no gerador há apenas uma linha no unifilar. Se fosse feito o multifilar.

DIAGRAMA UNIFILAR E MULTIFILAR DE UM MOTOR RAMAL DISTRIBUIDOR F1 F2 F3 FUSÍVEIS C1 CHAVE R1 RELÉ TÉRMICO M1 3~ M1 MOTOR 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CIRCUITOS DE COMANDO E INTERTRAVAMENTO 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

DIAGRAMAS DIAGRAMA DE COMANDO DIAGRAMA DE FORÇA F F1 F2 F3 B1 C1 C1 C1 C1 R1 R1 A1 C1 N A2 M1 3~ CIRCUITO DE SINALIZAÇÃO 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO C1 B1 B1 C1 C1 G B2 a1 C1  BOTÃO LIGA ACIONADO a2  BOBINA ENERGIZADA  SELO FECHADO  BOTÃO LIGA DESACIONADO 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA
E SINALIZAÇÃO

C1
B1 C1 C1

G B2

a1
C1
a2
 BOTÃO DESLIGA ACIONADO
 BOBINA DESENERGIZADA
 SELO ABERTO
 BOTÃO DE LIGA DESACIONADO

11:56
Leandro Rodrigo da Silva

RELÉ TÉRMICO

 Destina-se a produzir um sinal elétrico (chaveamento)
para o desligamento de um motor na ocorrência de uma
sobrecarga;
Dispõe de um elemento térmico cujo movimento produz o
acionamento de uma chave que é usualmente ligada em
série com a chave magnética que energiza o motor;
O movimento do elemento térmico , que é um bi metálico,
ocorre por causa da corrente que por ele flui, e que é a
mesma do motor

11:56
Leandro Rodrigo da Silva

RELÉ TÉRMICO
SÍMBOLOGIA

CIRCUITO DE CIRCUITO DE
POTÊNCIA (FORÇA) COMANDO

R1

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Leandro Rodrigo da Silva

RELÉ TÉRMICO SÍMBOLOGIA COMANDOS FORÇA F F1 F2 F3 B1 C1 C1 C1 C1 C1 R1 a1 C1 N a2 M1 3~ 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

RELÉ TÉRMICO 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

AJUSTES E TESTES  Ajuste de escala botão "reset" Manual / automático (azul)  Botão "desliga" (vermelho) função teste/stop  Ajuste de escala 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

....... 11:56 Leandro Rodrigo da Silva ............. RELÉS DE TEMPO  RELÉ DE TEMPO É RESPONSÁVEL EM .......

RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO SIMBOLOGIA BOBINA CHAVES 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

RELÉ DE TEMPO GRÁFICOS DE ESTADO X TEMPO Bobina Desligamento Tempo t Contatos Tempo 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NO ACIONAMENTO C1 C1 B1 C1 C1 T1 G B2 a1 Tt=6s C1 T1 a2  relé acionado T=1s T=6s T=5s T=4s T=3s T=2s  contatos do relé acionados 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NO DESACIONAMENTO C1 C1 B1 C1 C1 T1 G B2 a1 Tt=6s C1 T1 a2 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO DESENERGIZAÇÃO C1 C1 B1 C1 C1 T1 G B2 a1 C1 T1 a2  relé desacionado  contatos do relé desacionados 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO DESLIGAMENTO C1 C1 B1 C1 C1 T1 G B2 a1 C1 T1 a2  Relé desacionado  Contatos do relé desacionados 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

controlar o nível 001 de t-001 atuando em xv- 001 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO PROBLEMA DE APLICAÇÃO XV 001 LSH 001 Através de chaves de LSL nível.

CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO CIRCUITO DE APLICAÇÃO 220Vca LSL C1 C1 LSH Neste circuito não se utilizou o temporizador mas a variação de nível do tanque é a1 grande. C1 XV 0Vc a2 a 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA ENERGIZAÇÃO CIRCUITO DE APLICAÇÃO 220Vca LSH C1 T1 LSL C1 Temporizador para abrir a xv um tempo após o retorno ao repouso de XV a1 a1 LSH. antes do nível ficar C1 T1 abaixo de LSL 0Vc a2 a2 a 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA DESERNERGIZAÇÃO Bobina Chaves 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

RELÉ DE TEMPO RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO GRÁFICOS DE ESTADO X TEMPO Ligamento Desligamento Bobina Tempo T Contatos Tempo 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

liberadas. CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO C1 C1 B1 C1 C1 T1 G B2 a1 Tt=8s C1 T1 a2 T=1s T=5s T=4s T=3s T=2s T=6s T=7s T= 8s  chaves Selo aberto..... acionado desliga desacionadoC1 e T1 acionado desacionadas  temporizando. botão de T1 liga bobinas acionadas... 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

Temporizador de Pulso 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

PARTIDA COM MOTORES ELÉTRICOS 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

2. PARTIDA DIRETA L1 L2 L3 L 95 F1.3 FT1 96 S0 K1 13 S1 K1 FT1 14 K1 H1 M ~ 3 N 11:56 DIAGRAMA TRIFILAR DIAGRAMA DE COMANDO Leandro Rodrigo da Silva Chaves 1-4 .

3 FT1 96 S0 K1 13 S1 K1 FT1 14 K1 H1 M ~ 3 N 11:56 DIAGRAMA TRIFILAR DIAGRAMA DE COMANDO Leandro Rodrigo da Silva .2. PARTIDA DIRETA L1 L2 L3 L 95 F1.

2.3 FT1 96 S0 K1 13 S1 K1 FT1 14 K1 H1 M ~ 3 N 11:56 DIAGRAMA TRIFILAR DIAGRAMA DE COMANDO Leandro Rodrigo da Silva . PARTIDA DIRETA L1 L2 L3 L 95 F1.

PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO SISTEMA DE PARTIDA NO QUAL CADA BOBINA DO MOTOR RECEBE INICIALMENTE A TENSÃO ENTRE FASE E NEUTRO E POSTERIORMENTE A TENSÃO ENTRE FASE E FASE. R S T R 1 C 1 M1 C 3~ 3 C 11:56 2 Leandro Rodrigo da Silva .

PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO Cada bobina recebe a tensão entre fase e fase R R S T 1 2 3 6 1 3 4 S 4 5 6 5 2 T 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO Cada bobina recebe a tensão entre fase e neutro R R S T 1 2 3 S 1 2 4 5 6 4 5 6 T 3 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

2. PARTIDA ESTRELA TRIÂNGULO R S T F1.3 DIAGRAMA DE TRIFILAR K1 K2 K3 FT1 M ~ 3 11:56 Leandro Rodrigo da Silva 1-7 .

3 K1 K3 K1 KT1 K2 S1  K1 K2 K3 KT1 K3 FT1 Y K2 M ~ 3 KT1 K3 H1 K1 K2 H2 DIAGRAMA N 11:56 UNIFILAR Leandro Rodrigo da Silva 2-7 . T DIAGRAMA DE S0 COMANDO F1. PARTIDA ESTRELA TRIÂNGULO L FT1 R.2. S.

S.3 K1 K3 K1 KT1 K2 S1  K1 K2 K3 KT1 K3 FT1 Y K2 M ~ 3 KT1 K3 H1 K1 K2 H2 DIAGRAMA N 11:56 UNIFILAR Leandro Rodrigo da Silva .2. T DIAGRAMA DE S0 COMANDO F1. PARTIDA ESTRELA TRIÂNGULO L FT1 R.

PARTIDA ESTRELA TRIÂNGULO L FT1 R. T DIAGRAMA DE S0 COMANDO F1.3 K1 K3 K1 KT1 K2 S1  K1 K2 K3 KT1 K3 FT1 Y K2 M ~ 3 KT1 K3 H1 K1 K2 H2 DIAGRAMA N 11:56 UNIFILAR Leandro Rodrigo da Silva .2. S.

3 K1 K3 K1 KT1 K2 S1  K1 K2 K3 KT1 K3 FT1 Y K2 M ~ 3 KT1 K3 H1 K1 K2 H2 DIAGRAMA N 11:56 UNIFILAR Leandro Rodrigo da Silva . L2. PARTIDA ESTRELA TRIÂNGULO L FT1 L1.2. L3 DIAGRAMA DE S0 COMANDO F1.

PARTIDA ESTRELA TRIÂNGULO L FT1 L1. L2.2. L3 DIAGRAMA DE S0 COMANDO F1.3 K1 K3 K1 KT1 K2 S1  K1 K2 K3 KT1 K3 FT1 Y K2 M ~ 3 KT1 K3 H1 K1 K2 H2 DIAGRAMA N 11:56 UNIFILAR Leandro Rodrigo da Silva .

L3 DIAGRAMA DE S0 COMANDO F1. L2.2.3 K1 K3 K1 KT1 K2 S1  K1 K2 K3 KT1 K3 FT1 Y K2 M ~ 3 KT1 K3 H1 K1 K2 H2 DIAGRAMA N 11:56 UNIFILAR Leandro Rodrigo da Silva . PARTIDA ESTRELA TRIÂNGULO L FT1 L1.

PARTIDA ESTRELA TRIÂNGULO L FT1 L1.3 K1 K3 K1 KT1 K2 S1  K1 K2 K3 KT1 K3 FT1 Y K2 M ~ 3 KT1 K3 H1 K1 K2 H2 DIAGRAMA N 11:56 UNIFILAR Leandro Rodrigo da Silva . L3 DIAGRAMA DE S0 COMANDO F1. L2.2.

PARTIDA ESTRELA TRIÂNGULO L FT1 L1. L2. L3 DIAGRAMA DE S0 COMANDO F1.3 K1 K3 K1 KT1 K2 S1  K1 K2 K3 KT1 K3 FT1 Y K2 M ~ 3 KT1 K3 H1 K1 K2 H2 DIAGRAMA N 11:56 UNIFILAR Leandro Rodrigo da Silva .2.

PARTIDA COMPENSADORA L1 L2 L3 F1.2.3 K1 K2 K3 100% 100% 100% FT1 80% 80% 80% 65% 65% 65% 0% 0% 0% M ~ 3 11:56 Leandro Rodrigo da Silva 1-7 .

PARTIDA COMPENSADORA L DIAGRAMA UNIFILAR FT1 L1.2. L2.3 K2 K1 S2 K1 K2 K3 KT1 K3 K1 K2 K3 K1 FT1 K3 H1 K2 KT1 K1 H2 M N ~ 3 11:56 Leandro Rodrigo da Silva 2-7 . L3 DIAGRAMA DE COMANDO S0 F1.

L3 DIAGRAMA DE COMANDO S0 F1. PARTIDA COMPENSADORA L DIAGRAMA UNIFILAR FT1 L1.2.3 K2 K1 S2 K1 K2 K3 KT1 K3 K1 K2 K3 K1 FT1 K3 H1 K2 KT1 K1 H2 M N ~ 3 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . L2.

2. L2.3 K2 K1 S2 K1 K2 K3 KT1 K3 K1 K2 K3 K1 FT1 K3 H1 K2 KT1 K1 H2 M N ~ 3 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . L3 DIAGRAMA DE COMANDO S0 F1. PARTIDA COMPENSADORA L DIAGRAMA UNIFILAR FT1 L1.

3 K2 K1 S2 K1 K2 K3 KT1 K3 K1 K2 K3 K1 FT1 K3 H1 K2 KT1 K1 H2 M N ~ 3 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . L3 S0 F1. PARTIDA COMPENSADORA L FT1 L1.2. L2.

L2.2. L3 DIAGRAMA DE COMANDO S0 F1. PARTIDA COMPENSADORA L DIAGRAMA UNIFILAR FT1 L1.3 K2 K1 S2 K1 K2 K3 KT1 K3 K1 K2 K3 K1 FT1 K3 H1 K2 KT1 K1 H2 M N ~ 3 11:56 Leandro Rodrigo da Silva .

L2.2. PARTIDA COMPENSADORA L DIAGRAMA UNIFILAR FT1 L1.3 K2 K1 S2 K1 K2 K3 KT1 K3 K1 K2 K3 K1 FT1 K3 H1 K2 KT1 K1 H2 M N ~ 3 11:56 Leandro Rodrigo da Silva . L3 DIAGRAMA DE COMANDO S0 F1.