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3282 - Atividades Pedagógicas e

Gestão do Tempo

Joana Pereira
Objetivos

 Enunciar os princípios relativos á gestão eficaz do tempo, tendo em


vista a planificação das atividades;

 Identificar e selecionar formas de registo: observação e planificação


da ação.
Conteúdos
Registo e planificação de atividades
Importância do registo
Grelhas de observação e registo
Do registo á planificação
Utilização eficaz do tempo
Formas de planeamento de atividades
Listagem detalhada de atividades de rotina
Previsão do tempo necessário por tarefa
Horário diário/semanal
Tomada de decisões
Comunicação
Tempo dos outros
Observação e planificação da ação
Desenvolvimento de atividades com crianças
Entrada e acolhimento das crianças e familiares
Atividades pedagógicas na sala e no exterior
Importância do Registo/Observação

A observação
• Observar / Problematizar é importante para avaliar e intervir;
• É necessário adequar o tipo de observação ao tipo de crianças;
• Os acompanhantes de crianças têm que ter competências para a
organização da informação.
• Através do desenvolvimento da criança, percebe o desenvolvimento
cognitivo.
• A competência é importante para a ação adequada
É importante dominar e conhecer as formas de registo e os

instrumentos.

É importante para repensar e orientar a ação educativa


Problemas que podem surgir na observação

Efeito de Halo – tendência para ser influenciado por um traço particular


ou por uma impressão geral acerca de uma pessoa.
Ex: quando uma pessoa é simpática tudo nela é bom, ou vice-versa)
Efeito Pigmaleão (Rosental) – traduz a influencia que as
expectativas do professor exercem sobre o desenvolvimento do
aluno
Efeito de Hawthone – traduz os resultados positivos ou negativos
que não são devidos aos fatores experimentais mas sim ao efeito
psicológico que a consciência de participar numa investigação e de
ser objeto de uma atenção especial exerce sobre o individuo.
Formas e Meios de Observação e Registo

Direta - impõe a presença do observador na situação a observar


Indireta - não é necessário estar presente o observador (ex:
desenhos, questionários, entrevistas)
Observação direta:
Experimental (Qualitativa)

O observador leva a ideia do que quer observar e regista os acontecimentos


como acontecem e não tem a preocupação de quantificá-los
Clínica

Naturalista

Incidentes críticos
•Clínica - conseguida na base do diálogo, não se resume a um
trabalho pontual, é um trabalho prolongado. Pode-se relacionar e
analisar os meninos que constituem uma classe ou uma escola
(ex.: psicólogos)
• Naturalista – existe uma preparação em contextualizar a
situação; os dados recolhidos são de natureza descritiva e as
sequências dos acontecimentos são registados o mais fielmente
possível. O meio de registo é uma folha em branco e uma caneta.
Observa-se o objeto no seu “habitat” natural.
Ocasional ou técnica de incidentes críticos
 Esta técnica de observação ocasional é realizada geralmente por um
observador que não está envolvido diretamente nos acontecimentos.
 Os comportamentos a registar serão escolhidos por se considerarem
características de determinado aluno ou pelo contrário de serem pouco
habituais nele.
 Os registos devem ser descrições detalhadas e precisas do comportamento
e da situação que originou. São observações realizadas de forma espontânea.
O observador regista a observação que não está prevista, algo que acontece
sem ele prever, uma situação que acontece sem ele esperar que ocorra e
depois o observador regista.
 Sistemática (Quantitativa)
• O observador preocupa-se principalmente com o
comportamento observável e quantificável. Existência de
um objetivo que permita utilizar um objeto de quantificação
– grelha. Interessa mais contabilizar, é mais objetiva.
 Como confiar na observação:

 Saber o quê e como observar;

 Definir a configuração espácio-temporal e a duração da


observação;
 Fazer registos organizados;

 Saber fazer registos descritivos;

 Ter em conta a diversidade das situações;

 Ter cuidado relativamente ao tempo escolhido para fazer as


anotações imediatas.
Tipos de Planificação

Planificação a longo prazo


Planificação a médio prazo
Planificação a curto prazo
Do Registo à Planificação

Planificação a longo prazo


Este tipo de planificação faz-se no começo do ano e tem como principal
objetivo selecionar e distribuir os conteúdos, tendo em vista o melhor para a
escola e baseando-se nas orientações curriculares. As opções que se fazem a
este nível vão sofrer ajustamentos ao longo do ano, e para cada grupo em
particular, após se conhecer as crianças. Pois, é a partir da avaliação que o
educador ou técnico faz das necessidades de cada grupo, que pode intervir
diretamente sobre elas.
 Planificações a médio prazo
 Designa-se por planificação a médio prazo os planos de um período de
aulas. Para planificar uma unidade é necessário interligar objetivos,
conteúdos e atividades. Desta forma vai-se traçar o percurso para uma
série de aulas e, vai refletir a compreensão que o educador ou técnico tem
tanto ao conteúdo como ao processo de ensino. É também necessário
equacionar os materiais necessários de forma mais concreta, a motivação
das crianças, os instrumentos de avaliação, entre outros.
 Planificações a curto prazo/ planos de atividades
 Estes planos são aqueles a que o educador e técnico disponibiliza
mais atenção. É também aqui que melhor se percebe a forma como
o educador e técnico encara a dinâmica do ensino/aprendizagem.
Normalmente, estes planos esquematizam o conteúdo a ser
ensinado, as técnicas motivacionais a serem exploradas, os passos e
atividades específicas preconizadas para as crianças, os materiais
necessários e os processos de avaliação.
 Observar (para poder planear, observar as rotinas, as crianças – os seus
interesses, capacidades das crianças (registo e avaliação diagnostica – saber em
que ponto de partida está a criança)
 Planear (ter em conta as observações realizadas, definir os objetivos (aquilo
que quero que a criança desenvolva) a partir daí ter estratégias/atividades –
depois os materiais e por último o espaço e o tempo). Ter em conta as
necessidades de cada criança, fazendo uma pedagogia diferenciada.
 Agir (colocar na prática o que foi planeado, tendo em conta a flexibilidade e
o improviso).
 Avaliar (verificar se as crianças adquiriram determinadas competências.
No fim ter acesso a esta informação será mais fácil planear, não fazendo
diferenciação no desenvolvimento de idades – deve existir
heterogeneidade). É um suporte do planeamento.
 Comunicar (a educadora com os pais, com parceiros educativos, com
auxiliares para troca de informações sobre o grupo de crianças).
 Articular (continuidade educativa: os temas não devem ser vistos
isoladamente. Os temas devem-se relacionar uns com os outros).
 A partir daqui a atividade pensada pelo educador será posta
em ação. É fundamental que o educador já tenha traçado os
objetivos, técnicas/meios/atividades.
 É durante a atividade que o educador observa a evolução e o
desenvolvimento da criança, no qual recorre a registos.
 No decorrer da atividade poderemos fazer reajustamentos e
adaptações. No final avalia-se para poder voltar a planificar. O
educador deve ter sempre em atenção à dimensão da sala, às
condições ambientais.
Gestão do Tempo
 Ideias sobre o Tempo

• Guardarmos algum tempo por dia para rever a forma como gerimos o
tempo
• Debruçarmo-nos sobre um assunto difícil e resolvê-lo imediatamente
• Pensarmos no nosso dia quando vamos para o trabalho
• Delegarmos sempre as tarefas que não tenham para nós uma relação
tempo-eficiência
 Fatores que ajudam a desperdiçar o tempo:
 Limites pouco claros de autoridade e de responsabilidade
 Desorganização do local de trabalho
 Informações insuficientes ou atrasadas
 Falta de formação dos próprios colaboradores
 Reuniões desnecessárias ou mal conduzidas
 Ausência de planeamento, objetivos e prioridades
Técnicas de Gestão do Tempo
Planeamento - É um processo complexo. Constitui a chave para aliviar o stress
provocado pela escassez de tempo. Planear é a maneira de se estruturar o
futuro. O planeamento é tipicamente de curto prazo ou de longo prazo.
 Instrumentos de auxilio no planeamento a longo prazo
Project Educativo

Plano Anual de Atividades

Projeto Curricular de Sala

 Instrumentos de auxilio no planeamento a curto prazo Os planos a curto prazo desenvolvem-


se e calendarizam-se melhor numa base semanal ou diária.
Planos semanais
Planos diários
Contexto Pedagógico

O jardim de infância é considerado como um estabelecimento de


educação que presta serviços orientados para o desenvolvimento e a
aprendizagem da criança proporcionando-lhe atividades educativas e
atividades complementares de apoio à família.

Sabemos assim que é no decurso dos primeiros anos de vida que se


elaboram as estruturas fundamentais da personalidade (afetividade,
inteligência, competências comunicativas e sociais).
Uma Intervenção Educativa com qualidade implica:

Organizar o contexto educativo (espaço, materiais, tempo, clima, grupo) onde o


jardim de infância funciona, de forma motivadora e adequada à idade e ao
desenvolvimento das crianças para proporcionar-lhes experiências variadas e
com sentido.
Acolher as crianças estabelecendo com elas relações afetuosas, construindo um
clima de interações positivas baseado na confiança empatia e no respeito
mútuo.
Adequar as atividades e as experiências ao nível do desenvolvimento e às
necessidades das crianças.
Utilizar metodologias globalizantes centradas na criança (nas suas
possibilidades e interesses), dando liberdade e o tempo para a criança
experimentar, comparar, combinar os materiais, entrar em relação com os
outros e descobrir o meio que a cerca numa educação orientada para a
autonomia e para a cidadania responsável
Deixar a criança aprender através da sua própria ação. A aprendizagem ativa
estimula a imaginação e incentiva a criança a ter uma boa imagem de si própria.
Nesta prática pedagógica a criança é tomada como o centro da aprendizagem,
participando, colaborando e manifestando os seus interesses, exercitando a sua
iniciativa e autonomia.
Favorecer o prazer que as crianças têm pela descoberta e pela pesquisa, através
da qual realizam um conjunto de catividades viradas para a ação. Durante este
processo vão adquirir competências, atitudes e saberes.

Promover e apoiar atividades lúdicas e de descoberta, de acordo com as áreas


de conteúdo numa perspetival integrada.

Valorizar os conhecimentos que as crianças já trazem e criar um ambiente


estimulante e seguro, para elas construírem aprendizagens significativas.
O trabalho em jardim de infância implica o desempenho de tarefas
específicas:
Observar as crianças a fim de obter informações que lhes permitam conhecer a
diversidade das suas experiências e vivências no contexto familiar e no meio
onde as crianças vivem, bem como dos níveis de desenvolvimento psicomotor,
social, afetivo cognitivo e linguístico muito diferentes. A observação da criança e
do grupo leva ao conhecimento das suas capacidades, interesses e dificuldades,
constituindo a base do planeamento e da avaliação.

Detetar dificuldades (sensoriais, motoras ou outras) por forma a encaminhar o


seu tratamento precoce e zelar pela saúde e higiene das crianças.
Planear, avaliar e reajustar a sua intervenção junto das crianças, os
espaços, os materiais e o tempo, com base nas observações dos
seus interesses e necessidades, para poder proporcionar catividades
com sentido e, integrada nos domínios curriculares, bem como as
propostas implícitas das crianças.

Avaliar, registar e comunicar os progressos realizados por cada


criança, bem como a natureza e a eficácia da sua própria ação
pedagógica em função dos objetivos da educação pré escolar.
Envolver as famílias e a comunidade consciencializando-as para a
participação e envolvimento ativo no trabalho desenvolvido no
jardim de infância e ainda solicitar o apoio aos parceiros, nacionais e
internacionais, que trabalham em benefício da criança.

Facilitar a transição das crianças para a escola, colaborando com os


professores do 1º ano de escolaridade no sentido de uma efetiva
articulação entre os dois níveis educativos.
Rotina Diária – Tempo
O processo de aprendizagem constrói-se no tempo. As crianças necessitam de
tempo para:
a ação;
a relação;
se descobrirem a si próprios e aos outros;
se situarem no mundo e organizarem a realidade.

No entanto, é conveniente lembrar que cada criança tem o seu ritmo próprio de
auto – estruturação emocional, cognitiva e social. O respeito pelo ritmo de cada
criança e pela sua vivência do tempo é o melhor caminho para que ela se
perceba única, diferente, reconhecida, valorizada e aceite.
A organização temporal deve contemplar momentos para satisfazer as
necessidades das crianças, na construção gradual de uma rotina diária coerente, que
lhes dê a oportunidade de:
comunicar

conversar entre si

planear

pôr em prática os seus planos

participar nas catividades de grupo

rever o que fez

brincar no recreio

comer

descansar.

Os ritmos das catividades das crianças são marcados pelas suas rotinas quotidianas
mais significativas
São essas rotinas que lhes proporcionarão segurança e lhes
permitirão diferenciar de forma progressiva os diferentes momentos
do dia, chegando a prever e a antecipar o momento seguinte da sua
ação.

Para a criança interiorizar essas sequências temporais é necessário


frequentar regularmente o jardim de infância.

Na organização e planificação da rotina deve-se ter em conta que


todos os momentos são educativos.
Rotina Diária – Organização
As rotinas diárias são planeadas de forma a:

Apoiar as iniciativas das crianças: dar tempo e espaço para expressarem o que
pretendem fazer, para realizarem as suas ações. Isso torna-as mais autónomas e
consequentemente menos dependentes da presença e da orientação
constante e, por vezes opressiva, do adulto.

Proporcionar uma organização de catividades lúdicas e educativas diárias: os


acontecimentos diários não acontecem desordenadamente.

Criação de um entendimento entre as crianças e os adultos sobre o que se


pretende fazer diariamente, qual a sequência temporal em que as catividades se
devem realizar e com quem se prevê executá-las. Através desta prática
desenvolve-se a noção de grupo.
Promover a flexibilidade na realização das catividades: em princípio os
acontecimentos diários desenvolvem-se em momentos previamente planeados,
mas esses momentos não devem ser de forma alguma rígidos, uma vez que se
torna bastante difícil prever com exatidão aquilo que as crianças vão fazer. Assim,
há que dar espaço para que as crianças expandam as suas iniciativas sempre que
mostrarem interesse em o fazer, bem como para situações e descobertas
imprevistas;
Alternar as atividades que requerem maior esforço, físico ou mental, com outras
menos cansativas e variar as situações e o material ao dispor das crianças, de
acordo com o interesse que suscitam.
Prever e dinamizar os momentos de transição (mudança de um espaço/atividade
para outro) e ter também estratégias para anunciar o início e o fim das catividades
(gestos, símbolos).
Combinar com as crianças sobre o que vão fazer ao longo do período do dia.
Dar segurança às crianças mantendo a mesma organização e sequência dos
períodos de tempo; qualquer mudança deverá ter uma explicação. Todos os
períodos têm igual importância, quer sejam de catividades, de descanso, de
recreio, de comer, de ir à casa de banho, etc. Por isso, todos devem ser previstos e
planeados
Alguns momentos a considerar:
momento do acolhimento e do planeamento: acontece à chegada das crianças
ao jardim de infância e pode ocorrer no período da manhã ou no período da
tarde, conforme os períodos de frequência dos grupos. Este momento é
importante e deve ser cumprido, pois é uma oportunidade ideal para motivar e
preparar a criança para as catividades do dia: os jogos ao ar livre, as catividades
de grupo;

momento de atividade em pequeno grupo para as crianças poderem realizar


atividades nas diferentes áreas organizadas na sala pintar; desenhar; fazer jogos e
construções; brincar na casinha das bonecas, etc.; trabalhar em pequenos
projetos de iniciativa das crianças ou propostos pelo adulto;
momento em grande grupo (pode surgir mais do que uma vez na rotina diária):

é o momento em que crianças e adultos se juntam para realizarem em comum


atividades diversas: cantar, jogar, conversar, ler ou contar histórias, realizar
catividades de música, fazer jogos orientados e sessões de movimento, para
avaliarem o seu trabalho e as suas produções. Participar no grande grupo dá às
crianças e aos adultos a oportunidade de trabalharem juntas, de construírem,
partilharem e avaliarem experiências. Isto tudo leva as crianças a construir a
noção de comunidade;
momento de recreio: é o momento do dia destinado às brincadeiras realizadas

em espaços exteriores onde as crianças se sentem livres, à vontade para se


movimentarem, falarem e fazerem explorações. É neste momento que têm lugar
as brincadeiras que requerem força física, como as correrias e os jogos que elas
próprias inventam com as suas próprias regras e que normalmente são realizadas
em conjunto.

momento do lanche/refeição leve: é o período de interrupção das catividades

para uma refeição leve, já que, normalmente, as nossas crianças só permanecem


no jardim de infância apenas durante o dia – período da manhã e da tarde;
Organização do Grupo

Torna-se pertinente fazer aqui referência aos conteúdos da área do


Desenvolvimento Pessoal e Social, apresentados pelas Orientações
Curriculares, pois terão que estar presentes na construção de um ambiente
saudável que visa levar a criança a sentir-se segura, valorizada, confiante e
autónoma.

Para estas idades a afetividade é fundamental bem como a existência de


regras claras e eficazes, para que a criança se sinta segura e autónoma e
aprenda normas de convivência social.
O adulto deverá criar condições para a realização de atividades entre pares,
grandes grupos e pequenos grupos a fim de permitir esse confronto.
As atividades em pequenos grupos (de 5 a 10 crianças) destinam-se ao trabalho
das áreas organizadas nas salas, à brincadeira espontânea, ou à elaboração de
pequenos projetos com o apoio específico do adulto
As atividades em grande grupo são constituídas por propostas dos (as) educadores
(as), isto é, atividades dirigidas, tais como: histórias, poesias, lengalengas, música,
jogos de regras e sessões de movimento.
O acolhimento, o planeamento e a avaliação (rever o que se fez e mostrar aos
outros) também são habitualmente realizados em grande grupo todavia, é preciso
ter em atenção o facto de que as crianças pequenas têm necessidade de tratamento
mais individualizado não sendo por isso aconselhável criar grupos muito grandes.
A criação de um clima de relação positivas no grupo de crianças terá que ser
baseada na confiança, no respeito e na cooperação.
Para o seu funcionamento é indispensável que as regras sejam construídas com
as crianças e que respondam a uma necessidade.
Deste modo elas poderão entendê-las, ao mesmo tempo que se vão
apropriando da sua razão de ser para o bem- estar pessoal e social, adquirindo
competências de cidadania
Atividades Pedagógicas

Segundo as Orientações Curriculares, as atividades desenvolvidas nos jardins


de infância, estão inseridas em três grandes áreas de conteúdo:
Desenvolvimento Pessoal e Social; Expressão e Comunicação; Conhecimento
do Mundo, como foi referido.

Na concretização das atividades deveremos ter em conta que elas devem


ser planeadas, organizadas e realizadas de forma a pôr em prática os
diferentes objetivos da Educação de Infância.
Devem ser abordadas segundo uma metodologia que corresponda aos
princípios:
Abordagem globalizante, lúdica, significativa e centrada na experiência ativa da
criança.
No tocante ao planeamento das catividades, deve ser cumprido o princípio de
adequação ao desenvolvimento das crianças, respeitando as suas necessidades e
interesses.
Neste planeamento também deve ser levado em conta o contexto familiar e
social, tendo em atenção as mudanças do tempo, as festas e tradições locais, os
aniversários das crianças.
Exemplos de Atividades Pedagógicas
Podem ser atividades de grande grupo:
Jogos de roda,
Jogos tradicionais,
Ver filmes
Ouvir histórias
Psicomotricidade
Relaxamento
Atividades musicais e dança

Podem ser atividades de pequenos grupos ou individuais:


Puzzles
Construções
Expressão plástica
Representação dramática
Jogos de matemática e lógica
Aspetos a ter em consideração:
Ter em conta a faixa etária dos grupos
O tempo para cada atividade
O número de adultos para acompanhar
A receção e entrega das crianças