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O Gene:

Conceitos
Estrutura
Evolução dos Genes
Interrompidos
Evolução do Conceito de Gene

 Funcional

 Estrutural
1 - Conceito Funcional Do Gene
Evolução do Conceito
Funcional Do Gene
Evolução do Conceito
Funcional Do Gene
Evolução do
Conceito
Funcional Do
Gene
Evolução do Conceito
Funcional Do Gene
Conceito Funcional Do Gene:

SEQUÊNCIA DE PARES DE

NUCLEOTÍDEOS NO DNA

QUE CODIFICAM UMA CADEIA

POLIPEPTÍDICA OU UMA

MOLÉCULA DE RNA
2 - Evolução do Conceito
Estrutural Do Gene
2 - Evolução do Conceito
Estrutural Do Gene
Evolução do Conceito
Estrutural Do Gene
Evolução do Conceito
Estrutural Do Gene
Evolução do Conceito Estrutural Do Gene
Evolução do Conceito Estrutural Do Gene
Evolução do Conceito
Estrutural Do Gene
Evolução do Conceito
Estrutural Do Gene
3 - Uma definição genética ou
operacional de Gene
Uma definição genética ou
operacional do Gene

Teste de
complementação
Uma definição genética ou
operacional do Gene
Uma definição genética ou
operacional do Gene
Uma definição genética ou
operacional do Gene
Uma definição genética ou
operacional do Gene
Uma definição genética ou
operacional do Gene
Uma definição genética ou
operacional do Gene
Uma definição genética ou
operacional do Gene
 Teste de Recombinação
Uma definição genética ou
operacional do Gene
Uma definição genética ou
operacional do Gene

 Complementação
Intragênica –

.
4 - Relações complexa entre Gene -
Proteina
Relações complexa entre Gene -Proteina
4 - Relações complexa entre Gene -Proteina
Relações complexa entre Gene -Proteina
Relações complexa entre Gene -Proteina

 Superposição de genes no vírus ÞX174


5 – Evolução dos Genes Interrompidos
nos Eucariotos

Figura I. A árvore da vida. A origem


de íntrons como explicado por:
(a) teoria dos íntrons tardios;

(b) as teorias dos íntrons iniciais e


dos íntrons primordiais.
Os ramos verdes indicam linhagens
contendo íntrons, os ramos pretos
denotam estágios pré – íntrons e os
ramos vermelhos indicam perdas
secundárias de íntrons.
5 – Evolução dos Genes Interrompidos
nos Eucariotos
Figura 1. Densidade de íntrons e sua tendência 5 ’ nos genomas de
eucariotos. (a) Filogenia geral dos eucariotos. O número de íntrons por gene
em cada espécie é mostrado ao longo da ilustração esquemática da posição
relativa do íntron em cada espécie colorida, de acordo com o tipo de
tendência da posição do íntron. (verde: sem tendência para distribuição de
íntrons; laranja: tendência de íntrons na região 5’; azul: outras tendências;
uma explicação completa do formato é dada em b. (espécies: Drosophila
melanogaster, Caenohabditis elegans, Mus musculus, Gallus gallus Ratus
norvegicus, Homo sapiens, Cyanidioschyzon merolae, Ashbya gossypi,
Arabidopsis thaliana, Encepalitozoom cuniculi, Guillardia theta, Sacharomyces
cerevisae, Neurospora crassa, Schizosacaromyces pombe, Dyctiostelium
discoideum, Cryptosporidium parvum, Plasmodium falciparum, Ustilago
maydis, Aspergilium nidulans, Fusarium gramineaium e Magnaporthe grisea.
5 – Evolução dos Genes Interrompidos
nos Eucariotos
Figura 2. Tendência da posição dos íntrons
e densidade dos íntrons. Para os 23 tipos
diferentes de genomas, (mostrados na
figura 1) a posição média de íntrons (para
todos os íntrons do genoma) em
seqüências codificadoras foram plotadas
contra a densidade de íntrons. Genomas
sem tendência na posição dos íntrons,
teriam uma média de posição dos íntrons
em 50% do comprimento da seqüência
codificadora. Aqueles com um forte
aumento na direção 5’ da posição do íntron
têm posições médias de aproximadamente
zero.
5 – Evolução dos Genes Interrompidos
nos Eucariotos

Figura 3. A densidade de íntron está relacionada com o


tempo de vida. A densidade de íntrons (íntrons por gene
correlaciona com o log10 do tempo de geração) através de
uma larga faixa de eucariotos incluindo metazoários,
plantas, fungos e eucariotos unicelulares. Isto pode ser o
resultado de seleção para divisão celular rápida, rápida
expressão gênica ou ambos.
5 – Evolução dos Genes Interrompidos
nos Eucariotos
5 – Evolução dos Genes Interrompidos
nos Eucariotos
Figura 4. Fatores que podem afetar o
ganho e a perda de íntrons. A existência
de que qualquer íntron é dependente de
três aspectos da biologia dos genes.
Fatores organismos-específicos
determinará a taxa total de ganho e
perda. Fatores genes-específicos
diferenciados entre grupos particulares de
genes, tais como aqueles com extensivo
splicing alternativo. Finalmente, certos
íntrons com um gene são mais
provavelmente de ganho ou perda, tal
como a tendência para perder íntrons na
região 5´. Exemplos de possíveis fatores
em cada nível são mostrados.