You are on page 1of 83

TEORIAS OU TEORIA

Do CURRÍCULO?

CURRÍCULO??????????????????
CURRÍCULO?
• O currículo é lugar, espaço, terrítório.
• O currículo é relação de poder.
• O currículo é trajetória, viagem, percurso.
• O currículo é autobiografia, nossa vida, curriculum vitae: no currículo
se forja nossa identidade.
• O currículo é texto, discurso, documento.
• O currículo é documento de identidade.

• DE QUEM? PARA QUEM VALE?


NOSSO!!! PARA UMA SOCIEDADE!
EU SOCIAL

• SOCIEDADE EDUCAÇÃO

• EDUCAÇÃO: Chama-se educação o


processo mediante o
A educação pode ser qual se afeta a uma
Educação é o ato de educar, de
definida como sendo pessoa estimulando-a
instruir, é polidez, disciplinamento.
o processo de para que desenvolva
No seu sentido mais amplo,
socialização dos suas capacidades
educação significa o meio em que
indivíduos. Ao cognitivas e físicas para
os hábitos, costumes e valores de
receber educação, a poder se integrar
uma comunidade são transferidos
pessoa assimila e plenamente na
de uma geração para a geração
adquire sociedade que a rodeia.
seguinte.
conhecimentos.
EDUCAÇÃO: processo de construção social e
individual que leva o indivíduo a novas formas de
pensar, ser e agir, sempre ligado a um
determinado tempo e espaço.
EDUCAÇÃO
• Sistemática: • Assistemática:
• Tem hora, lugar, objetivo, • Não tem hora, nem lugar,
professor, processos professor, formas de ensino e de
metodológicos, formas de avaliação. Pode acontecer a
avaliação, etc. qualquer momento, em
qualquer lugar…

ENSINO: ESCOLA
ESCOLA
• Qual o objetivo da nossa escola?
• De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no. 9394/96:
• TÍTULO I
• Da Educação
• Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida
familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e
pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas
manifestações culturais.
• § 1º Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve,
predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias.
• § 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática
social.
• TÍTULO II
• Dos Princípios e Fins da Educação Nacional
• Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos
ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu
preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
• Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
• I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
• II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
• III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;
• IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância;
• V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
• VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
• VII - valorização do profissional da educação escolar;
• VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de
ensino;
• IX - garantia de padrão de qualidade;
• X - valorização da experiência extra-escolar;
• XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
• XII - consideração com a diversidade étnico-racial. (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013)
ESCOLA – PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO/P.P.P.
O PPP é um documento que deve ser elaborado por
cada instituição de ensino para orientar todas as Toda escola tem objetivos
ações da escola. O projeto que deseja alcançar, metas
político pedagógico precisa ter o caráter de um a cumprir e sonhos a
documento formal, mas também deve ser acessível realizar. O conjunto dessas
a todos os integrantes da comunidade escolar. aspirações, bem como os
meios para concretizá-las,
é o que dá forma e vida ao
chamado projeto político-
pedagógico - o
O Projeto Político Pedagógico, famoso PPP.
também conhecido apenas como
projeto pedagógico, é um documento
que deve ser produzido por todas as
escolas, segundo a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional.
O que deve ser levado em conta ao se
elaborar o P.P.P.?
MEU ALUNO; MINHA COMUNIDADE

• BASES LEGAIS:
• LEIS FEDERAIS:
• Constituição Federal de 1988;
• ECA;
• L.D.B. 9394/96;
• PNE/DCN.
• LEIS ESTADUAIS;
• LEIS MUNICIPAIS.
• O que é o projeto político-pedagógico (PPP) O PPP define a identidade da escola e indica caminhos para ensinar com qualidade.
Saiba como elaborar esse documento:
• Fonte: Nova Escola
• por Noemia Lopes http://educaja.com.br/2011/01/projeto-politico-pedagogico-como-elaborar.htm

• Toda escola tem objetivos que deseja alcançar, metas a cumprir e sonhos a realizar. O conjunto dessas aspirações, bem como os
meios para concretizá-las, é o que dá forma e vida ao chamado projeto político-pedagógico – o famoso PPP. Se você prestar
atenção, as próprias palavras que compõem o nome do documento dizem muito sobre ele:
• – É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo.
• – É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão
individual e coletivamente na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir.
• – É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao processo de ensino e
aprendizagem.
• Ao juntar as três dimensões, o PPP ganha a força de um guia – aquele que indica a direção a seguir não apenas para gestores e
professores mas também funcionários, alunos e famílias. Ele precisa ser completo o suficiente para não deixar dúvidas sobre essa
rota e flexível o bastante para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos. Por isso, dizem os especialistas, a sua
elaboração precisa contemplar os seguintes tópicos:
• – Missão
– Clientela
– Dados sobre a aprendizagem
– Relação com as famílias
– Recursos
– Diretrizes pedagógicas
– Plano de ação
• Estabelecimento de diretrizes pedagógicas. O que são?
Formam o currículo da escola e descrevem os conteúdos e os objetivos de ensino, as metas de
aprendizagem e a forma de avaliação, por série ou ciclo e por disciplina.

• Por que são importantes?


É baseado nelas que a equipe formula planos para implantar programas e projetos e produz indicadores
sobre o impacto das ações. "As estratégias devem ser mantidas ou reformuladas de acordo com os objetivos
da escola", esclarece Regina Célia Lico Suzuki, diretora de Orientação Técnica da Secretaria Municipal de
Educação de São Paulo.

• Onde buscar informações?


Nos dados de aprendizagem da escola, nos referenciais curriculares de Secretarias estaduais e municipais,
nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), nos indicadores de qualidade e no Plano de Desenvolvimento
da Educação (PDE). BNCC- Base Nacional Comum Currícular.

• Como fazer?
Esta é uma seção do PPP que deve ser conduzida pela coordenação pedagógica e pelos professores da
escola, que mantêm contato mais estreito com as necessidades de aprendizagem dos alunos. Assim, o
levantamento sobre a situação atual e o cenário desejável pode começar já no início do processo. Depois,
cabe ao coordenador responsável pela pesquisa redigir os objetivos e conteúdos de cada área ou disciplina,
bem como as expectativas e metas de aprendizagem por série e ciclo, e compartilhar e ajustar o texto com
toda equipe.

O que é currículo?
Definição de currículo é sempre parcial e ligada a um determinado
tempo e espaço.
Vamos assistir:

• https://www.youtube.com/watch?v=Jm-goffUPSc
• Currículo: trajetória de formação - parte 1

• https://www.youtube.com/watch?v=6OQXl_CnNj0&t=458s
• Currículo: trajetória de formação - parte 2
O que é Currículo? No cotidiano da escola:
• Guias currículares propostas pela • Ideia comum:
rede de ensino; • Organização, prévia ou não de
• Grade curricular das experiências/situações de
disciplinas/atividades e carga aprendizagem pensadas por
horária; docentes/ redes de ensino de
• Conjunto de ementas e os forma a levar a cabo o processo
programas das educativo.
disciplinas/atividades;
• Os planos de ensino do professor;
• As experiências propostas e vividas
pelos alunos.
Currículo:

• “O currículo é definido como as experiências de aprendizagem


planejadas e guiadas e os resultados de aprendizagem não desejados
formulados através da reconstrução sistemática do conhecimento e
da experiência sob os auspícios da escola para o crescimento
contínuo e deliberado da competência pessoal e social do aluno”.

• Auspícios – bons ou maus presentimentos, prenúncio, presságio.


ENSINO PLANEJADO Currículo

NECESSIDADE DE FORMAÇÃO
DO CIDADÃO, LEIS, P.P.P

SELEÇÃO DE VIVÊNCIAS/EXPERIÊNCIAS –
CONTEÚDOS – TEMPOS – RECURSOS – ESPAÇO …
• HEGEMONIA, IDEOLOGIA E PODER

• “As escolas estão organizadas não apenas para ensinar o


conhecimento referente a quê, como e para quê, exigido pela nossa
sociedade, mas estão organizadas também de uma forma tal que elas,
afinal de contas, auxiliam na produção do conhecimento
técnico/administrativo necessário, entre outras coisas, para expandir
mercados, controlar a produção, o trabalho e as pessoas, produzir
pesquisa básica e aplicada exigida pela indústria e criar necessidades
artificiais generalizadas entre a população”.
“Althusser não trata especificamente da escola, ou dos mecanismos
através dos quais ela atua como elemento de reprodução. Ao definir os
mecanismos pelos quais o estado contribui para a reprodução da
estrutura de classes, cria o arcabouço básico de conceitos com os quais
a teoria da reprodução opera. Aponta Althusser para o duplo caráter de
atuação da escola na manuenção da estrutura social: diretamente,
atua como elemento auxiliar do modo de produção como formadora
de mão de obra, indiretamente contribui para difundir
diferenciadamente a ideologia, que funciona como mecanismo de
cooptação das diferentes classes sociais. É esse caráter de aparelho
ideológico ressaltado por Althusser que vai constituir o cerne da
teorização crítica do currículo(…)”.
O que é necessário para
abrir uma escola
- Conhecer bem a comunidade onde a escola será implantada;
- Iniciar a elaboração do Projeto Político Pedagógico (procurar a
Secretaria de Educação para detalhes)
• Conhecer as Leis Federais:

• CF 88 http://www.guariba.sp.gov.br/documentos/pdf.pdf

• ECA 90 http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/leis/L8069.htm

• L.D.B. 9394/94 http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/leis/L9394.htm

• DCN http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-
diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/file

• Leis Estaduais e Municipais


• Exemplo de Projeto Político Pedagógico:
http://gentemiuda.com.br/old/pdf/ppp.pdf

Currículo: Exemplos:

Base Nacional Comum Currícular:


http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ video

http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/BNCC_AS_DEZ_COMPETENCIAS.mp4
Aprendizagem Essencial

http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/5-panfleto-para-imprimir-ou-
enviar.pdf

Referencial Currícular Nacional para a Educação Infantil


http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume3.pdf
• http://www.crb.g12.br/site/colegio/projeto-pedagogico.aspx
• Projeto Político Pedaógico do Colégio Rio Branco – acesso para toda a
comunidade.
TEORIAS DO CURRÍCULO
aula 4
Tomaz Tadeu da Silva
• “O que é uma teoria do currículo? Quando se pode dizer que se tem
uma “teoria do currículo”? Onde começa e como se desenvolve a
história da teoria do currículo? O que distingue “uma teoria do
currículo” da teoria educacional mais ampla? Quais são as principais
teorias do currículo? O que distingue as teorias tradicionais das
teorias críticas do currículo? E o que distingue as teorias críticas do
currículo das teorias pós-críticas?”
NOÇÃO DE TEORIA:
• Descobre o real;
• Existe uma correspondência entre a teoria e a prática;
• Representa, reflete, espelha a realidade;
• Representação, imagem, signo de uma realidade que - ontologicamente –
a precede.

Ontologia – Segundo o Aristotelismo, parte da filosofia que tem por objeto o


estudo das propriedades mais gerais do ser, apartada da infinidade de
determinações que, ao qualificá-lo particularmente, ocultam sua natureza
plena e integral.
Segundo Heideggerianismo, reflexão a respeito de sentido abrangente do ser,
como aquilo que torna possível as múltiplas existências.
• “(…) uma teoria do currículo começaria por supor que existe,“lá fora”,
esperando para ser descoberta, descrita e explicada, uma coisa
chamada “currículo”. O currículo seria o objeto que precederia a
teoria, a qual só entraria em cena para descobri-lo, descrevê-lo,
explica-lo”.
• “Da perspectiva do pós-estruturalimo, hoje predominate na análise
social e cultural, é precisamente esse viés representacional que torna
problemático o próprio conceito de teoria. De acordo com essa visão,
é impossível separar a descrição simbólica, linguística da realidade –
isto é, a teoria – de seus “efeitos da realidade”. A “teoria” não se
limitaria , pois, a descobrir, a descrever, a explicar a realidade: uma
teoria estaria irremediavelmente implicada na sua produção. Ao
descrever um “objeto”, a teoria, de certo modo, inventa-o. O objeto
que a teoria supostamente descreve é, efetivamente, um produto de
sua criação”.
“(…) a utilização da palavra “teoria” está
muito amplamente difundida para poder ser
simplesmente abandonada. Em vez de
simplesmente abandoná-la, parece suficiente
adotar uma compreensão da noção de
“teoria” que nos mantenha atentos ao seu
Para Silva, definir currículo
papel ativo na constituição daquilo que ela
depende da forma como
supostamente descreve”.
ele é definido pelos
diferentes autores e
teorias. Uma definição nos
revela o que uma
determinada teoria pensa
do currículo.
• Para Silva, mais importante e interessante do que a busca da
definição de currículo é saber:
• Quais questões uma teoria ou discurso de currículo busca responder?
• Partindo das diferentes concepções de currículo, quais questões
comuns elas buscam responder?
• Quais as questões específicas presentes nas diferentes teorias ou
discursos sobre o currículo?
• Como essas quetões distinguem as diferentes teorias do currículo?
• Questão central – pano de fundo – saber qual conhecimento deve ser
ensinado. O quê? Qual o conteúdo?

• Questão básica – o que meus alunos devem saber? Qual


conhecimento ou saber é considerado importante ou válido ou
essencial para merecer ser considerado parte do currículo?

• O currículo é sempre resultado de uma seleção de um universo mais


amplo de conhecimentos e saberes.

- Que tipo de homem quero formar?


- -Para qual mundo?
• Uma teoria define-se pelos conceitos que utiliza para conceber a
realidade.

TEORIAS TRADICIONAIS TEORIAS CRÍTICAS TEORIAS PÓS-CRÍTICAS

Ensino Ideologia Identidade, alteridade,


Aprendizagem Reprodução cultural e diferença
Avaliação social Subjetividade
Metodologias Poder Significação e discurso
Didática Classe social Saber – poder
Organização Capitalismo Representação
Planejamento Relações sociais de Cultura
Eficiência produção Gênero, raça, etnia,
Objetivos Conscientização sexualidade
Emancipação e libertação Multiculturalismo
Currículo oculto
Resistência
Onde a crítica começa:
ideologia, reprodução,
resistência.
Aula 7
• “As teorias críticas do currículo efetuam uma completa inversão nos fundamentos das
teorias tradicionais”.

• As teorias críticas sobre o currículo começam por colocar em questão precisamente os


pressupostos dos presentes arranjos sociais e educacionais.

• As teorias críticas desconfiam do status quo, responsabilizando-o pelas desigualdades e


injustiças sociais.

• As teorias críticas são teorias de desconfiança, questionamento e transformação radical.


Para as teorias críticas o
A escola constitui-se num
importante não é desenvolver
aparelho ideológico central
técnicas de como fazer o
porque, afirma Althusser, atinge
currículo, mas desenvolver
praticamente toda a população
conceitos que nos permitam
por um período prolongado de
compreender o que o currículo
tempo.
faz.
Além disso, a
ideologia atua
de forma
Contra a concepção técnica: as
reconceptualistas.

Aula 8
• “As categorias de aprendizagem,
objetivos, mediação e Avaliação nada
tinham a ver com os significados do
mundo da vida através dos quais as
Do ponto de vista da pessoas constroem e percebem sua
fenomenologia: experiência. De acordo com a
perspectiva fenomelógica, essas
categorias tinham que ser postas entre
parênteses, questionadas, para se
chegar à essência da educação e do
currículo”.
• “(…) a ênfase na eficiência e na
Do ponto de vista racionalidade administrativa apenas
repletia a dominação do capitalismo
marxista: sobre a educação e o currículo,
contribuindo para a reprodução das
desigualdades de classe”.
• “O movimento de
reconceptualização, tal como
definido por seus indicadores,
pretendia incluir tanto as vertentes
fenomenológicas quanto as vertentes
marxistas, mas as pessoas envolvidas
nessas últimas recusaram, em geral,
uma identificação plena com aquele
movimento”.
• “Edmund Husserl, sendo
posteriormente desenvolvida por
A concepção autores como Heiddeger e Merleau-
fenomenológica tem Ponty. O ato fenomelogógico
fundamental consiste em submeter o
origem: entendimento que normalmente temos
do mundo cotidiano a uma suspenção.
(…) O significado é, ao invés disso, algo
profundamente pessoal e subjetivo”.
Aula 9
A crítica neomarxista de Michael Apple
• - O início da crítica
neomarxista às teorias
tradicionais do currículo e
ao papel ideológico do
currículo está fortemente
identificado com o
pensamente de Michael
Apple;

• Michael Apple elabora uma


análise crítica do currículo;
“Esse vínculo é mediado por
processos que ocorrem no campo da
Basicamente para Apple, não é
educação e do currículo e que são aí
suficiente postular um vínculo entre
ativamente produzidos. Ele é mediado
as estruturas econômicas e sociais
pela ação humana. Aquilo que ocorre
mais amplas e de outro a educação e
na educação e no currículo não pode
o currículo.
ser simplesmente deduzido do
funcionamento da economia”.
Apple coloca o currículo no centro das teorias
educacionais críticas;

Vê o currículo em termos estruturais e relacionais;

O currículo está estreitamente relacionado às


estruturas sociais e econômicas;

O currículo não é um corpo neutron, inocente e


desinteressado de conhecimentos;

O currículo não é organizado através de um


processo de de seleção que recorre a fontes
imparciais da filosofia ou de valores consensuais
da sociedade
• “A seleção que constitui o currículo
é o resultado de um processo que
reflete os interesses particulares
das classes e grupos dominantes”.

• “A questão não é saber qual o


conhecimento é verdadeiro, mas
qual o conhecimento que é
considerado verdadeiro”.
Currículo
Oculto
• “Currículo e poder – essa é a equação básica
que estrutura a crítica do currículo desenvolvida
por Apple”.
Aula 10
O currículo como política cultural: Henry
Giroux
1 2 3 4 5

Giroux contribuiu de forma Nos seus últimos livros, Suas analises parecem ter Em suas recentes Inspirado nas ideias dos
decisiva para traçar os Giroux tem se dedicado à se tornado mais culturais produções, de forma autores da escola de
contornos de uma problemática da cultura do que propriamente limitada e contida, Giroux Frankfurt, Adorno,
teorização crítica do popular tal como se educacionais; incorpora contribuições do Horkheimer, Marcuse;
currículo; apresenta no cinema, na pós-modernismo e pós-
música e na televisão – estruturalismo;
sempre em conexão com a
questão pedagógica e
curricular;
• Giroux ataca a racionalidade
técnica e utilitária, bem como o
positivismo das perspectivas
dominantes do currículo;
• Giroux afirma que “(…) A vida social em geral e a
Pedagogia e o currículo em particular não são
feitos apenas de dominação e de controle. Deve
haver um lugar para a oposição e a resistência,
para a rebelião e a subversão”.
Giroux acredita que é possível canalizar o potencial de
resistência demostrado por estudantes e professores
para desenvolver uma pedagogia e um currículo que
tenham um conteúdo claramente politico e que seja
crítica das crenças e dos arranjos sociais;

Como na Escola de Frankfurt, Giroux vê o processo de


emancipação como um dos objetivos de uma ação
social politizada;

Para Giroux é através de um processo pedagógico que


permita às pessoas se tornarem conscientes do papel de
controle e poder exercido pelas instituições e pelas
estruturas sociais que elas podem se tornar
emancipadas ou libertadas de seu poder e controle.
Aula 11
Pedagogia do Oprimido versus Pedagoaia dos conteúdos
Biografia de Paulo Freire

• www.youtube.com/watch?v=jzUgb75GgpE
Pedagogia do Oprimido
• https://www.youtube.com/watch?v=-gg1XU3K-8Q

• Trabalho realizado pelos alunos do 2º ANI de 2013 da ETEC Itaquera


Extensão CEU Inácio Monteiro.
Pedagogia dos conteúdos

• https://www.youtube.com/watch?v=ME-yfUJlX2A
Escritores da Liberdade - Primeira Aula

• www.youtube.com/watch?v=31wXxI5xItU
Escritores da Liberdade - O que é o holocausto

• https://www.youtube.com/watch?v=ZjbFcbsHMmY
Escritores da Liberdade - Line Game

• www.youtube.com/watch?v=oVE0z1JgQ7s
Para terminar:
Paulo Freire e os Escritores da Liberdade

• https://www.youtube.com/watch?v=OoVs7srUAsk

• Trabalho realizado na disciplina de Tópicos especiais em Educação


Musical do curso de Licenciatura em música da Univali, em Julho de
2016. Letra do Rap: Gisele Santos - retirada do Livro "Pedagogia da
autonomia" de Paulo Freire, no capítulo "Ensinar exige a convicção de
que a mudança é possível". Interpretado por Gui Gomes e Gisele
Santos. Cenas do filme "Escritores da Liberdade" - Paramount Pictures
(2006)