A Arte e o Belo

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Estreito de Câmara de Lobos

Professor :Luís Alberto de Abreu Pereira

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Aceitei logo o desafio proposto pela Professora Odeta Pereira; em vir falar sobre ³A formação da sensibilidade estética: A Arte e o Belo´, porque eu próprio considero que o lugar por excelência onde de forma sentida se faz a partilha; esse lugar é a Escola . E só por isso, este pensamento já é bonito!

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Venho falar sobre a Arte e o Belo, num sítio que nos impõe imediatamente o conceito de Beleza. Somos ou não Bonitos!!!??? O Belo é imutável, a Beleza é permanente? Se sim, como podemos abordar o conceito de Belo?
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Vamos partir do pressuposto que tudo é relativo. O que hoje é belo para nós deixará de o ser amanhã, mesmo que por amanhã entendamos daqui a muitos séculos.

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Havia em frente um jardim que se chamava ³Jardim do Eterno Nada´ com dois pequenos montinhos de areia. Havia ali qualquer coisa de muito forte. Não que fosse feio. num templo em Quioto. Quando lá cheguei não pude esconder uma certa decepção. daqueles livrinhos de guias para turistas. bastante igual a outros que eu já tinha visto. Tudo aquilo começou a fazer algum sentido para mim. mas nada se me impôs imediatamente. mas que não correspondia à minha expectativa. Havia por lá um livrinho. 5 .³Estava eu no Japão. Comecei a ler o livro e comecei a julgar perceber mais alguma coisa do que estava ali representado ou não representado. Um templo chamado da ³Eterna Sabedoria´. O templo pareceu-me bastante banal.

mas agora. Eu estava visivelmente entusiasmado e ele. já estou a começar a perceber e estou a gostar imenso. estava sentado um monge budista. e com este livro. com o tempo. nem sarcasmo. De vez em quando. Num canto. pouco a pouco. quando cheguei. a certa altura. está a gostar?´ Eu disse-lhe: ³Estou´. olhava para mim. perguntou-me: ³Então. E contei-lhe: ³Olhe ao princípio.Comecei a entusiasmar-me com o que estava a ver e. a aderir ao templo e a descobrir cada vez mais coisas no templo. no chão do templo. e com estas explicações. tive uma decepção. Não percebi bem isto.´ E ele olhou-me (nunca mais me esqueceu esse olhar sem ironia nenhuma. com uma clareza enorme) e disse-me: 6 .

etc. é da ordem do mistério. Pois eu venho aqui todos os dias.2007 In Vida Católica 7 . tudo isso nos situa imenso. Sé Patriarcal de Lisboa.´ É em momentos desses que se sente que a beleza é aquilo de que cada vez se percebe menos e não aquilo de que se percebe mais. Sem dúvida ajudam imenso as explicações.³Está aqui há uma hora e está a perceber. passo aqui todo o dia e cada dia percebo menos. É perfeitamente inexplicável nesse sentido. há vinte anos.05. Tudo o que se faz hoje em museus. Mas o fundamental do encontro. centros de arte.´ João Bénard da Costa Ciclo de conferências "Ecce Homo". 24.

princípios de coerência e harmonia. «» In Estética. criação ou expressão de imaginação(s).F. seus sentidos e modos de significação. suas relações estruturais e funcionais. as coisas e as acções. Composição e Sociologia da Arte António A. 1985 8 . ou reflexão sistemática (ou o seu produto) sobre as formas em geral. modos da sua apreensão .O que é a Estética? « « A Estética como sensibilidade ou afectividade (o estético).relações entre e com toda a realidade concreta e imaginária. Coutinho Gorjão ISAPM.

sublime. poético ou então como feio. desgracioso. O termo estética pode ser utilizado em diferentes sentidos. inferior. agradável. gracioso. grandioso. 9 .Em Filosofia. alegre. trágico. o termo estética designa uma dimensão da experiência e da acção humana que permite caracterizar algo como belo. desagradável. refere-se às experiencias e comportamentos emocionais que as coisas belas provocam na pessoa. nomeadamente: ‡ Num contexto psicológico.

. sociais e históricas. o carro.é a designada filosofia da arte.. o termo estética é sinónimo de "teoria da criação". 10 . o vestuário. os adornos. refere-se a tudo o que embeleza a existência do homem: o corpo. debruçando-se sobre as suas condições individuais. Num sentido mais amplo. a casa.. ‡ ‡ Por fim.‡ No âmbito da filosofia designa uma disciplina que reflecte sobre o belo .

outros: é beleza...os diversos tipos de beleza? 11 .O que é Arte? Uns dirão: arte é a expressão do sentimento. Mas se analisarmos os diversos tipos de arte será que poderíamos dizer: -.

em relação ao tempo e ao espaço.erudita ou popular).). étnica ou política. geo . ³riqueza´ ou raridade dos materiais.culturais (Arte erudita e não . por épocas históricas. pela especificidade dos modos de apreensão. O Trivium e o Quadrivium.cultural. 12 . pela ³nobreza´. e por ³escolas´ ou tendências estéticas. Classificação pela natureza das matérias primas e estruturais. por níveis ou estratos sócio . p.e. ³dignidade´. pela natureza das temáticas (Artes do real e do irreal ou imaginário ± Malraux) ou simbólicas (religiosas e profanas. classificações de base geográfica.««Os ³sistemas´ antigos e tradicionais das Artes.

e o satírico. Coutinho Gorjão ISAPM. e das opiniões de D. Arte culta. M. Composição e Sociologia da Arte António A. O sério e o frívolo.F. Arte popular (rural e urbana). «» In Estética. Huisman. Tomás de Aquino. Produção em série e criações únicas. 1985 13 . Artes solitárias. Sentidos ³puros´ ou ³espirituais´ e sentidos ³impuros´ ou ³carnais´. ³folclore´ e costumes tradicionais. Nédoncele. As posições contemporâneas. Artes do espectáculo e Artes de massas. Guyau e Ettienne Souriau. Apreciação dos critérios de Platão.Artes ³maiores´ e Artes ³menores´.

O Que é ARTE? 14 .

INTRODUÇÃO À LINGUAGEM ARTÍSTICA: O QUE É A ARTE? Algumas PERGUNTAS prévias O QUE É ARTE? Quando é que um objecto é uma obra de arte e quando não é? Qual é o seu valor? Para que serve? Que importância dão numa obra de arte os historiadores? 15 .

UMA VISITA AO MUSEU COMO OLHAMOS A OBRA DE ARTE? AS SENSAÇÕES do espectador CONTEMPLAÇÃO REFLEXÃO Torna .se necessário um processo de formação: SABER OLHAR A OBRA DE ARTE. APRENDER A OLHAR A OBRA DE ARTE 16 .

que influenciam o trabalho dos artistas? Enumera . o que tu entendes por Arte.os. E MAIS: ‡ Acreditas que a arte tem ou há de ter alguma função? E qual? ‡ Acreditas que haja a necessidade de possuir algum tipo de conhecimento para entender e apreciar uma obra de arte? E porquê? ‡ Já visitastes alguma exposição artística ou algum museu? O que é que mais gostastes de ver? E o que menos gostastes? ‡ Acreditas que o valor de uma obra de arte e o seu ³preço´ são a mesma coisa? Porquê? ‡ Quais são os factores ou circunstâncias. 17 .O QUE É A ARTE? Redige uma breve explicação na qual tu definas.

Primeiras Conclusões A função da arte A linguagem artística O que é arte? O contexto da obra de arte ³Não existe arte. Gombrich) ³Arte é tudo aquilo a que o homem chama de arte´ (Dino de Formaggio) O valor da obra de arte 18 . Tão só existem artistas´ (E.

Pintura Rupestre 19 .

Pintura Rupestre 20 .

ICHTHYS A Arte Paleocristã 21 .

A Arte Egípcia 22 .

A Art 23 .

A Arte Romana 24 .

A Arte Romana 25 .

A Arte Grega 26 .

A Arte Grega 27 .

Platão Sócrates Aristóteles kOUROS kORÉ A Arte Grega 28 .

A Arte Bizantina Reconstituição da Basílica de Santa Sofia sem os acrescentos da época Turca 29 .

A Santa Sabedoria ou a Sabedoria Divina ( 30 .Basílica dedicada à 2ª Pessoa da Santíssima Trindade.

Santa Sofia o seu Interior A Cúpula dista do solo 55 metros e o seu diâmetro é de 31 metros 31 .

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mas que é melhor traduzir pela expressão "Omni regente". ou "Aquele que tudo rege". conferindo-lhe o significado de Deus "Dominador de todas as potências terrestres e celestes". é um termo que se encontra já na literatura pagã. traduzido geralmente por "Omnipotente".A este tipo de imagem de Cristo é dado o nome genérico de "Pantocrátor" tão rico de significados. É encontrado na versão grega dos Setenta que o retoma para traduzir a expressão "Sabaoth". O termo grego. 36 .

na qual os dedos aparecem em posições bem precisas com significado simbólico. de facto a obliquidade do mínimo. o polegar e o anelar que se unem obliquamente e o mínimo que está ao lado. por meio dos dedos. se forma o nome XC e por esse motivo. O de Dionísio de Furná assim descreve a posição dos dedos da mão direita que abençoa e o sentido simbólico: "Quando fazes uma mão que abençoa. sobre o qual se detêm os manuais de pintura. o dedo chamado indicador e o médio formam o nome IC: com efeito. mas une o polegar com o anelar apenas. indica justamente por isso 37 o C. não unas os três dedos juntos. o mesmo mínimo.A Mão que Abençoa A bênção é chamada "à maneira grega". que tem forma curva. estando ao lado do anelar. o dedo médio curvado forma o C. portanto. o indicador forma o I. formam o nome XC. pela divina . forma a letra X.

A Arte Românica 38 .

A Arte Românica 39 .

A Arte Românica

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A Arte Românica

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Arquiv oltas Aduela s

Tímpan o

Lintel

Mainel

Jamba Coluna s Jamba

Portal de Igreja Românica

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Arte Românica 44 .

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Vitral 48 .Abóbada de ogivas F .A Arquitectura Gótica Legenda: A ± Nave Central B ± Nave Lateral C ± Pilar D ± Arco em Ogiva ou Quebrado E .Contra Forte H ± Arcobotante I .Fecho da Abóbada G .

A PLANTA DA CATEDRAL GÓTICA 49 .

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Pinác ulo Arcobot antes Nave Centra l Contra forte Nave Latera l Contraforte e Arcobotantes do final do século XIII 51 .

52 .

Notre Dame Paris Catedral de Chatres Catedral de Reims Catedral de Amiens 53 .

Gablet es Arquivo ltas Tímpa no Lintel Colunas Adossad as Jamba Mainel Colun as 54 Pinácu lo .

A Arquitect ura Gótica Trans epto Cruze iro Coro Ábsid e Rosá cea Jamb a Porta l Nave Central Cleres TrifóriNave tório o Lateral Contra forte 55 .

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60 .

de meados do sec. 34x25 cm Página seguinte dedicada a Rainha Branca de Castela e .Deus Pai como Arquitecto. ilustração de uma Bíblia 61 moralisée. XIII.

1305 06.Giotto. O Beijo de Judas. 62 . c. 200x185 cm.

63 .

Piero della Francesca. 1440 1445). Têmpera sobre madeira.Piero della Francesca. O Baptismo de Cristo. (c. rt AD V r ir r tr E S l R i S (após 1458) 64 .

³O Homem é a medida de todas as coisas´ 65 .

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Os nomes entre parênteses são as personalidades em que Rafael se inspirou para pintar o rosto dos diferentes filósofos gregos. o Grande? 8: Antístenes ou Xenofonte? 9: Hipátia (Francesco Maria della Rovere or Raphael's mistress Margherita. Isso é claramente uma homenagem às pessoas de seu tempo: 1: Zenão de Cítio ou Zenão de Eléia? 2: Epicuro 3: Frederico II. 14: Platão segurando o Timeu 79 (Leonardo da Vinci).) 10: Ésquines ou Xenofonte? 11: Parménides? 12: Sócrates? 13: Heráclito (Miguel Ângelo). 15: Aristóteles segurando Ética a Nicômaco? 16: Diógenes de Sínope? 17: Plotino? 18: Euclides . duque de Mântua e Montferrat? 4: Anicius Manlius Severinus Boethiusou Anaximandro ou Empédocles? 5: Averroes? 6: Pitágoras? 7: Alcibíades ou Alexandre.

80 .

Basílica de São Pedro Capela Sistina Praça de São Pedro 81 .

ISTO É ARTE? E PORQUÊ? ISTO É ARTE? E PORQUE? 82 .

E ISTO ? E ISTO ? 83 .

UMA ESCADA ISTO ÉÉ ARTE? ISTO ARTE? 84 .

ESTA ESCADA ÉÉ ARTE? ESTA ESCADA ARTE? 85 .

1599-1600 Óleo sobre tela. San Luigi dei 86 . A Chamada de São Mateus. 322 x 340 cm Capela Contarelli.Barroco Miguel Ângelo Merisi da Caravaggio Caravaggio.

87 .

Caravaggio. A Ceia de Emaús. 1601 88 .

A Ceia de Emaús. 1601 89 .Caravaggio.

A Ceia de Emaús.Caravaggio. 1601 90 .

Caravaggio. Roma 91 . Óleo sobre tela. A crucificação de São Pedro.1600. Santa Maria del Popolo. 230 x 175 cm Capela Cerasi.

A Dúvida de São Tomé. 1601-02 Óleo sobre tela .Caravaggio. 107 x 146 cm. Potsdam 92 . 1601 Caravaggio. Sanssouci. A Conversão de São Paulo .

São João Baptista. 1600 Óleo sobre tela. Galeria Borghese. c. Museiu Capitolini. Roma 93 . 1593. c.Caravaggio. Roma Caravaggio. Óleo sobre tela 67 x 53 cm. Baco. 129 x 94 cm.

Caravaggio. 71 x 105 cm Galleria Palatina (Palazzo Pitti). 1608 Óleo sobre tela. Cupido a Dormir. Florença 94 .

Homenagem a Diana. Palazzo Farnese. A Galería Farnese. .Fresco. 95 Palácio Farnese. Roma. Roma.1597-1602 Aníbal Carraci.

Palazzo Farnese. Roma. 1597-1602 Fresco.O Triunfo de Baco e Ariadna. 96 .

. a sua obra mestra é a decoração da abóbada da Igreja de Santo Inácio de 97 Roma.Andrea Pozzo (1642-1709): Jesuíta. com a representação do Triunfo de Santo Inácio.

Autoretrato Óleo sobre tela.7x103.8 cm Peter Paul Rubens (1577-1640) 98 . 133. 1658.Rembrandt.

Mauritshuis. Haia. A Lição de Anatomia do Professor Tulp.1632 162. Óleo sobre tela. 99 .5 cm. 1632.Rembrandt.5x216.

1656. As Francisco Ribalta. 318x276 cmSão Bernardo (1621-1625) . Cristo abraçando 100 Meninas.Diego Velásquez.

Bernini 101 .Êxtase de Santa Teresa (16471652).

durante o reinado de Luís XV (1715-1774) e que se espalhou a outros países. Com ele pretendia significar-se uma arte florida e movimentada . optando por temas de prazer . Rococó era um termo insultuoso inventado por um estudante do neoclássico. mas mais graciosas e arejadas. o artista Jacques-Louis David (combinação das palavras rocaille pedra e 102 coquille concha).O Rococó Este era um estilo de arte muito ornamentado e decorativo que foi dominante em França. Originariamente. A arte Rococó exibe as formas complexas do Barroco. nomeadamente à Áustria e à Alemanha. muitas vezes voyeurísticos.

O Rococó permitiu que a arte abandonasse a sua grande seriedade em favor do erotismo. e o ambiente típico na arte Rococó é o da sala privada. 103 . Chardin e Watteau representam o Rococó no seu aspecto mais profundo e intelectual. o estilo Rococó não era linear. interessando-se pelo mundo como um local de prazeres imaginados e de sonho. já que o traço dominante era uma forma de S. Formalmente. da decoração e do prazer. painéis e pinturas estão representadas com decorações muito elaboradas ou são gravadas em ornamentos e formas ondulantes. onde todo o mobiliário.

Jean-Antoine Watteau. 1718 .1720 Jean-Baptiste Simeon Chardin. Gilles. 104 . Bolas de abão.

Le triomphe de Bacchus Musée du Louvre 105 .

Sala dos Espelhos Amalienburg. Munich 106 .

Antiquarium Munique 107 .

O Neoclassicismo 108 .

1796. .1799.Jacques Louis David.O Rapto das 109 Sabinas. Óleo sobre tela.

A Sagração de 110 Napoleão I Imperador. .Jacques Louis David.

Bonaparte no Monte St.Jacques Louis David. 111 .

Jacques Louis David. 160 x 125 cm 112 .179 3. A Morte deMarat.

Jacques Louis a id. 1 8 orte de 113 . Sócrates.

O Messias. 114 .Benjamin West.

O Romantismo
O Romantismo foi um movimento muito amplo contra o neoclassicismo. Valorizava as emoções humanas, os instintos e as instituições em detrimento das abordagens racionais e baseadas em regras como resposta a questões sobre o valor e o significado nas artes, na sociedade e na política. Num sentido mais amplo, o termo romântico refere qualquer obra de arte em que os estados de alma subjectivos, como sentimentos, disposições e intuições, são dominantes. Na arte de todas as épocas, é possível fazer a distinção entre a arte 115 romântica , neste sentido geral, e a arte clássica , na qual a forma, a estrutura ou as

O Romantismo

Joseph Mallord William Turner, Incêndio da Casa dos Lordes e dos Comuns, 16 116 de Outubro de 1834, 1835, Óleo sobre tela, 92 x 123 cm.

J. M. W. Turner, Barco a Vapor Numa Tempestade de Neve, 1842, Óleo 117 sobre tela, 91 x 122 cm.

Goya, La Maja Desnuda, 1797 1800, óleo sobre tela, 97 x 190 cm
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119 . Malvern Hall . óleo sobre tela.Constable.

não numa paisagem idealizada. Também rejeitou muitas das técnicas da pintura associadas às belas artes: as suas pinturas começaram por ter um aspecto tão duro como os seus temas. e eles tinham o aspecto de homens e mulheres que podiam ser reconhecidos autênticos trabalhadores. Mas recusava a ênfase que este colocava nos sentimentos individuais do artista. Inspirou-se no Romantismo. Outros artistas 120 não consideraram as suas próprias versões de Realismo como fazendo de um vasto . .O Realismo O Realismo foi uma tentativa concertada para libertar a arte e o artista do gosto burguês. Courbet pintou trabalhadores na verdadeira natureza.

O Realis mo Courbet. Bonjour. Monsieur Courbet. 129 x 149 cm 121 . 1854.

The Source. 1868.O Realismo Courbet. 122 . Óleo sobre tela.

A Onda. 123 . óleo sobre tela. 1869.O Realismo Courbet.

O Realismo 124 .

O Realismo 125 .

As Respigadeiras.O Realismo Jean François Millet. 126 .

O Realismo 127 .

O Realismo 128 .

1855. O Atelier do Artista.O Realismo Courbet. 361 x 598 cm 129 . óleo sobre tela.

130 . tal como é a impressão visual que nos causam. ‡ influência da fotografia. ‡ mistura das tintas era feita direto no quadro.O Impressionismo ‡ sombras devem ser luminosas e coloridas. ‡ contrastes de acordo com a lei das cores complementares.

Mulheres no 131 Jardim (1866) .O Impressionismo Claude Monet Claude Monet Catedral de Rouen (1893) Claude Monet.

O Impressionismo Pierre Auguste Renoir Le Moulin de la Galette (1876) 132 .

O Impressionismo As Grandes Banhistas (1887) 133 .

81 134 .O Impressionismo Renoir. 1910. Renoir. óleo sobre tela. Auto Retrato com Chapéu Branco. óleo sobre tela. 1897. A Adormecida.

Os Guardas Chuvas.O Impressionismo Renoir. 180 x 135 . óleo sobre tela. 1883.

O Impressionismo Edgar Degas Os Bebedores de Absinto 136 .

O Impressionismo 137 .

O Impressionismo 138 .

139 . 106 x 134 cm. Claude Monet e sua Mulher no Estádio Flutuante. óleo sobre tela.O Impressionismo Edouar Manet. 1874.

O Impressionismo Edouard Manet. O Balcão ou A Varanda. 169 x 125 cm. 140 . óleo sobre tela. 1868 1869.

Óleo sobre tela.Impressionismo Domingo à tarde na Ilha da Grande Jutte.Neo . 207. 1884 1886. 141 .6 x 308 cm.

1881 .Neo .Impressionismo Nú.18882 Retrato de Georges Seurat 142 .

anarquismo e socialismo _ tudo convicções alheias à burguesia. Simbolistas . o desconhecido ou o indizível. o misterioso. O Simbolismo explorou o que estes deixaram de lado: a 143 vida do espírito. o inquietante. o movimento simbolista era uma reacção contra a crença do século XIX nos avanços científicos e tecnológicos.O Simbolismo O Simbolismo surgiu na década de 1880 e eclipsou-se quando apareceu o Modernismo. O Simbolismo foi muitas vezes influenciado pelo espiritualismo. diversamente referidos como materialismo e positivismo. Em muitos aspectos. A arte simbolista subverteu as convenções burguesas e sublinhou estados de espírito perturbadores e perturbados.

Pormenor da obra De onde vimos ? O que somos ? Para onde vamos ? 144 1897.óleo sobre tela.O Simbolismo Gauguin. Boston. 139 x 375 cm. .

O Simbolismo 145 .

1891. óleo sobre tela. Museu D Orsay 146 .5 cm Paris.69 x 91.O Simbolismo Gauguin. Mulheres do Taiti.

1889.O Simbolismo Gauguin. O Cristo Amarelo. 92 x 73 cm 147 . óleo sobre tela.

1907 148 .O Simboli smo Klimt. Retrato de Adèle Bloch Bauer I.

1913 149 . A Igreja de Cassone sobre o Lago Garda.O Simbolismo Klimt.

Dánae.O Simbolismo Klimt. 1907/08 150 .

Da mesma forma. Cézanne era uma figura central para os pósimpressionistas e as características do seu trabalho lançaram luz sobre o resto do grupo.Impressionismo O que caracteriza este amplo movimento anti-burguês é a focalização no desenho e na estrutura e a recusa da imitação da natureza. Cézanne abordou as suas pinturas como algo que tinha de ser desenhado e a que era necessário dar forma. ou da moralização através de temas narrativos. Este realce dado à arma recuperou o significado do simbólico na arte e o sentido emocional e espiritual. Gauguin estruturou os seus trabalhos para que transmitissem o que ele entendia 151 como a verdade espiritual do seu tema. .O Pós .

O Pós .Impressionismo 152 .

Impressionismo 153 .O Pós .

O Pós .Impressionismo 154 .

9 cm 155 .O Pós . 1902. óleo sobre tela. 65.Impressionismo Gauguin.6 x 75. Cavaleiros na Praia.

Impressionismo Gauguin. Nave. Nave Moe. óleo sobre tela 156 . 1894.O Pós .

O Pós .Impressionismo 157 .

O Pós .Impressionismo 158 .

Impressionismo 159 .O Pós .

Pastel sobre Cartão.O Pós . 54 . Lautrec 1887.Impressionismo Henri de Toulouse . Retrato 160 de Vincent Van Gogh.Toulouse Lautrec.

Impressionismo 161 .O Pós .

O Pós .Impressionismo 162 .

Impressionismo Toulouse Lautrec.5 x 163 132. 111. óleo sobre tela. 1892.O Pós . A Goulue Entrando no Molin Rouge. Toulouse Lautrec.5 cm . O Salão da Rue des Moulins. 1894. óleo sobre cartão.

Impressionismo Toulouse Lautrec.1897. 63 x 48 cm 164 . óleo sobre cartão.O Pós . Mulher Nua diante do espelho.

Auto Retrato com Cigarro Acesso.óleo sobre tela.O Pós .110.Impressionismo Munch. 165 1895.5 x 85.5 cm .

Impressionismo Munch.5 cm 166 . A Criança Doente. óleo sobre tela.5 x 118. 1885/86.O Pós . 119.

Impressionismo Munch. óleo sobre tela 167 .O Pós .

1894. Puberdade. 151.Impressionismo Munch.5 x 110 cm 168 . óleo sobre tela.O Pós .

1894/95.91 x 70. Madona.5 cm 169 .O Pós Impressionis mo Munch. óleo sobre tela.

O Pós .Impressionismo 170 .

Impressionismo Vista da Planice de Crau. óleo sobre tela.O Pós . perto de Arles. com o Mont 171 Majour ao fundo. 1888. 72.5 x 92 cm .

O Pós .Impressionismo 172 .

O Pós .Impressionismo 173 .

Impressionismo 174 .O Pós .

O Pós .Impressionismo 175 .

óleo sobre tela . Lazzarus.O Pós . 176 .Impressionismo A Pietá. óleo sobre tela .

177 .Impressionismo Os Sapatos de Van Gogh. óleo sobre tela .O Pós .

Impressionismo As Botas. óleo sobre tela . 1886.O Pós . 38 x 46 cm 178 .

O Pós .Impressionismo 179 .

Impressionismo O Par de Sapatos. óleo sobre tela .O Pós . 180 .

O Pós . óleo sobre tela . 1888. 72.Impressionismo A Noite Estrelada.5 x 92 cm 181 .

Auvers.Impressionismo Campo de Trigo com corvos.Experimento uma terrível clareza em momentos que a Natureza é tão linda. 50. óleo 182 sobre tela.5 x 100. Vincent Van Gogh O Pós . 5 cm . Perco a consciência de mim mesmo e os quadros vêm como em sonho.1890.

O Pós .Impressionismo 183 .

óleo sobre tela.O Fauvismo Matisse. A Argelina. 81 x 65 cm 184 .1909.

O Fauvismo 185 .

O abandono do uso naturalista da cor.O Fauvismo Madame Matisse (1905) . O quadro também é conhecido como "Retrato com Listra Verde". 186 .

O Fauvismo A ança (1909-1910) . que expressa vigor e leveza ao mesmo tempo.Uma das realizações 187 mais notáveis de Matisse. .

Expressionismo . Emil Nolde 188 .A Ponte Amigos.

Kees von Dongen.Mulher com Sombrinha. The Corn Poppy 189 .A Ponte Kirchner.Expressionismo .

Mulher com criança morta.A Ponte Käthe Kollwitz.1903 Kirchner.Expressionismo . Semi nu feminino 190 .

Expressionismo .A Ponte 191 .

A Ponte 192 .Expressionismo .

Expressionismo
O Cavaleiro Azul A Ponte - Die Brucke

193

Expressionismo

O Cavaleiro Azul

194

Expressionismo

O Cavaleiro Azul

Klee, Eliminado da Lista, 1933, óleo 195 sobre papel, 31,5

Expressionismo

O Cavaleiro Azul

196

Exuberância. 197 . 101 x 130 cm.Expressionismo O Cavaleiro Azul Klee. óleo e guache sobre papel sobre juta sobre moldura de cunha.1939.

Expressionismo O Cavaleiro Azul 198 .

1920. óleo sobre tela 199 sobre moldura de . Caminhos Principais e Caminhos Secundários.Expressionismo O Cavaleiro Azul Klee.

O Homem marcado. 1935. 200 . óleo e aguarela sobre fundo de óleo sobre gaze sobre cartão.Expressionismo O Cavaleiro Azul Klee.

Expressionismo O Cavaleiro Azul Klee. Sem Título. 1940. óleo sobre tela sobre moldura de cunha. 100 201 .

Os pioneiros do Cubismo foram Picasso e Braque e. mas as suas origens recuam a 1901. por baixo 202 quando apanhamos uma caneta que caiu .O Cubismo A primeira exibição cubista teve lugar no Salon des Indépendents. em Paris. no início. o tema era muito convencional e retirado da tradição da nature morta. O Cubismo utilizou a mudança de pontos de vista. O modo como os cubistas representavam os objectos era considerado como radical. de lado quando estamos sentados. podemos olhar para uma mesa sob diferentes ângulos: de cima se estivermos sobre ela. este movimento era devedor a Cézanne com a sua utilização de vários pontos de vista numa única pintura. Frequentemente. Por exemplo. em 1911.

Mulher Chorando. óleo sobre tela. 60 x 49 cm.O Cubismo Picasso. 1937. 203 .

óleo sobre madeira.4 Picasso.5 x 128. 1903. 1903. Os Pobres na Praia.5 cm . 105.O Cubismo Picasso. 204 óleo sobre tela. A Vida. 196.

1906.O Cubismo Picasso. óleo sobre tela. Retrato de Gertrude Stein. 100 x 81 cm 205 .

O Cubismo Picasso. Natureza Morta com Cadeira Empalhada. óleo sobre tela. 1912. 206 .

O Cubismo

Picasso, Mulher ao Espelho, óleo sobre tela

Picasso, A Dança,1925, óleo sobre tela, 215 x

207

O Cubismo

Picasso, As Meninas de Avinhão, 1907, óleo sobre tela, 243,9 x 233,7 cm

208

O Cubismo

Picasso, Guernica, 1937, óleo sobre tela, 351 x782 cm.

209

O Cubismo

210

211 .O Cubismo Picasso. Recriação de As Meninas de Velázquez. óleo sobre tela.

Auto Retrato. 50 x 46 cm . 1901. óleo 212 sobre tela. Auto Retrato. 81 x 60 Picasso.O Cubismo Picasso. 1907. óleo sobre tela.

213 . óleo sobre tela. Braque.O Cubismo Braque. Mulher com Guitarra. Homem com Guitarra. óleo sobre tela.

O Cubismo Vieira da Silva 214 .

Susteve o movimento 3té à década de 1930. O seu interesse iniciai pelo Neo-Impressionismo abriu caminho para um interesse mais duradouro pelo Cubismo. 215 . mas nunca desenvolveram uma teoria coerente sobre a cor. que os pudesse . menos subversiva. Uma segunda geração de futuristas. O Futurismo perdeu o seu ímpeto durante Primeira Guerra Mundial. Distinguir dos outros movimentos artísticos da mesma época. que emergiu no início da década de 1920 . Os movimentos relacionados com o Futurismo na Inglaterra e na Rússia ficaram conhecidos como Vorticismo e Rayonismo respectivamente.O Futurismo Os futuristas usavam muitas vezes cores berrantes.

O Futurismo Auto Retrato de Umberto Boccioni 216 .

O Futurismo 217 .

O Futurismo 218 .

O Futurismo 219 .

O Futurismo 220 .

O Futurismo 221 .

óleo sobre tela.O Futurismo Balla. Árvores Mutiladas. 222 .

O Futurismo 223 .

O Futurismo 224 .

O Futurismo 225 .

O Futurismo 226 .

óleo sobre tela. 227 .O Futurismo Duchamp. Nú Descendo Escadas.

óleo sobre tela.O Dadaísmo Duchamp. A Noiva. 228 .

O Dadaísmo 229 .

O Dadaísmo Presente (Ready Madye) 230 .

O Dadaísmo Tatlin em Casa 231 .

O Dadaísmo 232 .

O Dadaísmo 233 .

O Dadaísmo 234 .

O Dadaísmo 235 .

O Dadaísmo 236 .

O Dadaísmo 237 .

O Dadaísmo 238 .

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