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Análise morfométrica de bacias hidrográficas

▪ Hierarquia fluvial
▪ Análise linear
▪ Análise areal
▪ Análise hipsométrica (do relevo)
Influência do relevo na bacia hidrográfica

▪ Resposta hidrológica
▪ Tempo de concentração
Parâmetros auxiliares no cálculos da
Morfometria do relevo

▪ Área da bacia ▪ Comprimento da rede de


▪ Comprimento da bacia drenagem
▪ Comprimento do rio
principal
▪ Densidade de drenagem
Morfometria do relevo

▪ “O relevo de uma bacia hidrográfica tem grande influência sobre os


fatores meteorológicos e hidrológicos, pois a velocidade do
escoamento superficial é determinada pela declividade do terreno,
enquanto que a temperatura, a precipitação, a evaporação etc., são
funções da altitude da bacia” (VILLELA e MATTOS, 1975).
Amplitude altimetria máxima da bacia

▪ Fórmula

𝐻 = 𝐻𝑚𝑎𝑥 − 𝐻𝑚𝑖𝑛

= Maior altitude na bacia (m)


𝐻𝑚𝑎𝑥
= Altitude da foz/desembocadura da bacia (m)
𝐻𝑚𝑖𝑛
Amplitude altimetria máxima da bacia

▪ Fórmula

𝐻 = 833 − 208 = 625𝑚


Amplitude altimetria máxima da bacia

▪ Características dos rios;


▪ Propensão a erosão.
Perfil longitudinal do canal principal

▪ Gráfico da variação
altimétrica na bacia ao longo
do rio principal
Perfil longitudinal do canal principal
Perfil longitudinal do canal principal

▪ Variação de ambientes
▪ Análise de outras variáveis
em função da altitude e
distância
Curva hipsométrica

▪ Gráfico em curva da área


acumulada para os
intervalos de elevação na
bacia
Curva hipsométrica
Curva hipsométrica

▪ Altitude média:

∑(𝑒𝑖 𝐴𝑖
𝐴=
𝐴
%𝐴𝑙𝑡𝑖𝑡𝑢𝑑𝑒
𝐴=
𝐴𝑟𝑒𝑎𝑃𝑎𝑟𝑐𝑖𝑎𝑙
Curva hipsométrica

▪ Altitude média:

56255,9
𝐴=
139,74

𝐴 = 404𝑚
Cálculo da declividade
Declividade média da bacia

▪ Fórmula

∑𝑛𝑖 𝑙𝐶𝑛 ∗ Δℎ
𝐷𝑏ℎ = ∗ 100
𝐴
𝑛
∑𝑙𝐶𝑛 = Soma do comprimento das curvas de nível - m
𝑖
= Equidistância das curvas de nível - m
Δℎ
= Área da bacia - m2
𝐴
Declividade média da bacia

▪ Fórmula
3190879 ∗ 10
𝐷𝑏ℎ = ∗ 100 = 22,88
139460744,3
629087 ∗ 50
𝐷𝑏ℎ = ∗ 100 = 22,55
139460744,3
Declividade média da bacia

▪ infiltração
▪ processos erosivos fluviais e
pluviais
▪ tipologia da vegetação.
▪ formação do solo
▪ definição de áreas de risco e
restrição de uso
Declividade média do rio principal

▪ Método dos extremos

Δ𝐻
𝑆1 = ∗ 100
𝐿
= Diferença altimétrica do rio principal (m)
Δ𝐻
= Comprimento do rio principal (m)
𝐿
Declividade média do rio principal

▪ Método dos extremos

490
𝑆1 = = 1,7%
28.977
Declividade média do rio principal

▪ Média harmônica (equivalente)

2
Δ𝐻𝑖
∑𝐿 𝐼𝑖 =
𝑆𝑒𝑞 = ∗ 100 𝐿𝑖
𝐿𝑖

𝐼𝑖 = Desnível no trecho (m)
𝐿
= Declividade de cada trecho
Δℎ
𝑛
∑𝑙𝐶𝑛 = Comprimento do canal (m)
𝑖
Declividade média do rio principal

▪ Média harmônica (equivalente)

2
∑𝐿
𝑆𝑒𝑞 = ∗ 100
𝐿𝑖

𝐼𝑖
Declividade média do rio principal

▪ Média harmônica (equivalente)

2
28977
𝑆𝑒𝑞 = ∗ 100 = 0,53%
398803)
Declividade média do rio principal

▪ Diferença entre os métodos

Extremos do rio Princípio cinemático


Coeficiente de massividade

▪ Fórmula

𝐻 = 404𝑚 = 2,9
𝐶𝑚 = 139𝑘𝑚
𝐴
= Elevação média da bacia (m)
𝐻
= Área da bacia (km2)
𝐴
Coeficiente de massividade

▪ Caracteriza bacia quanto a


distribuição de terras baixas
e altas, de modo que índices
inferiores a 0,5 𝐶𝑚 = 2,9
correspondem a bacias com
distribuição maior de terras
baixas
Relação de relevo

▪ Fórmula
𝐻𝑚𝑎𝑥 833
𝑅𝑟 = = = 0,04
𝐿ℎ 22173
= Maior altitude na bacia (m)
𝐻𝑚𝑎𝑥
= Maior extensão da bacia (m)
𝐿ℎ
Índice de rugosidade

▪ Fórmula

𝐼𝑟 = 𝐷𝑚 ∗ 𝐷𝑑 = 22,55 ∗ 1,04 = 21,7

= Declividade média da bacia


𝐷𝑚
= Densidade de drenagem (km/km2)
𝐷𝑑
Índice de rugosidade

▪ Seu principal intuito é a


comparação geral das Índice de Rugosidade Classes Aptidão Agrícola

possibilidades potenciais de
degradação por erosão dos
corpos hídricos das bacias