SER PEN TES

Movimento da serpente

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VEN EN OSAS
CABEÇA CHATA; TRIANGULAR; BEM DESTACADA.

NÃO VEN EN OSAS
CABEÇA ESTREITA; ALONGADA; MAL DESTACADA.

VEN EN OSA S
OLHOS PEQUENOS; PUPILA EM FENDA VERTICAL; FOSSETA LOREAL ENTRE OS OLHOS E AS NARINAS.

NÃO VEN EN OSAS
OLHOS GRANDES; PUPILA CIRCULAR; FOSSETA LOREAL AUSENTE.

A FOS SE TA L OREA L É U M ÓRGÃ O TER MO RRECE PTO R

VEN EN OSA S
CABEÇA COM ESCAMAS PEQUENAS SEMELHANTES ÀS DO CORPO.

NÃO VEN EN OSAS

CABEÇA COM PLACAS EM VEZ DE ESCAMAS.

VEN EN OSAS
CAUDA CURTA, AFINADA BRUSCAMENTE.

NÃO VEN EN OSAS
CAUDA LONGA, AFINADA GRADUALMENTE.

VEN EN OSAS
QUANDO PERSEGUIDA, TOMA ATITUDE DE ATAQUE, ENRODILHANDO-SE.

NÃO VEN EN OSAS
QUANDO PERSEGUIDA, FOGE.

Serpente nadando no rio: subindo o rio Vrel= V serpente em relação ao rio

Varrastamento=Vrio em relação a margem V Vresultante = V serpente - V rio θ = 180º

VENENOS DAS SERPENTES
AÇÃO PROTEOLÍTICA (Jararaca e surucucu) AÇÃO NEUROTÓXICA (cascavel e cobra coral)

PRINCIPAIS SERPENTES VENENOSAS DO BRASIL

Bothrops (Jararaca, urutu ou cruzeira, cobra-papagaio)

Hmáx VX t descida

VY=0 V0 VVX V0Y Tt subida

D = horizontal

Serpente dando o bote = Balística

Crotalus (Cascavel)

Lachesis (Surucucu)

I = F x ∆t I = Impulso ( N.s) ( SI)

Micrurus (Corais)
“NÃO POSSUEM FOSSETA LOREAL”
VV

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