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Dor: 5º Sinal Vital

Objectivo

Monitorizar, avaliar, registar e controlar a


dor nos doentes internados na Unidade
de Cuidados Agudos Diferenciados
(UCAD)
“A DOR é uma experiência sensorial e emocional desagradável,
associada a uma lesão tecidular, real ou potencial, ou que pode
ser descrita de acordo com as manifestações próprias de tal
lesão”.

Assim sendo, a dor pode estar associada a uma lesão tecidular e a


variáveis cognitivas ou emocionais, onde a dor é independente do
dano tecidular.

INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR STUDY PAIN – Task Force on Taxonomy, Classification of chronic pain
– 2ª edicão, Seattle, IASP Press, 1994.
Uma avaliação e controlo adequado da dor é garantida pela
existência de processos para identificar doentes em
sofrimento, pela colaboração contínua entre profissionais e
pela formação na temática da dor a doentes, famílias e aos
profissionais de saúde do serviço.

 1ª avaliação: na admissão
 Posteriormente: 1x turno
 Sempre que o doente manifeste dor
 Após qualquer medida terapêutica ou não terapêutica
 Aquando e após procedimentos invasivos/dolorosos
Como avaliar
• Realizar ensino acerca dos instrumentos de avaliação da dor
disponíveis, e assegurar a sua compreensão.

• O doente selecciona a escala preferida registar no seu processo


clínico (avaliação inicial) continuidade dos cuidados.

• Utilizar sempre a mesma escala de intensidade em todas as


avaliações na mesma pessoa, excepto se a situação clínica
justificar a sua mudança.
Escalas
Auto-avaliação

– Escala numérica

– Escala qualitativa

Sem dor Dor ligeira Dor moderada Dor intensa Dor máxima
(cont.)

Hetero-avaliação

Critical Care Pain Observition Tool (CCPOT).


Doente com dificuldade na expressão verbal
(cont.)
 O registo é efectuado em campo próprio, no programa informático
(processo clínico) – (doentes conscientes / doentes com dificuldade
na expressão verbal (entubado/não entubado)

 Colher dados sobre a história de dor

 Reavaliar, após intervenção terapêutica, entre 60 a 90 minutos

novo registo!

 A intervenção na dor pode implicar intervenções farmacológicas


(através do protocolo instituído no serviço) e não farmacológicas.
O objectivo é o controlo da dor – alívio e controlo
da queixa dolorosa, assim como o funcionamento
físico, psíquico e social

promoção da qualidade de vida!


Fim!!!

Obrigado…