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ORGANIZAÇÃO DO

TRABALHO PEDAGÓGICO
NO JUDÔ/JIU-JITSU

UEFS- Universidade Estadual de Feira de Santana


Prática Curricular III
Docente: Prof. Jaderson Barbosa
Discente convidado: David Torres
• Professor de Judô/ Jiu-Jitsu (Árbitro pela FIJJD)
• Colunista da BjjGirls Mag
• Colunista Esporte em Rede
• Social Média Portal do Esporte Amador
• Linha de Estudos e Pesquisa da Educação Física, Esporte e Lazer (LEPEL-
UEFS)
• Coordenador do grupo de estudos sobre o Judô/Jiu-Jitsu.
POSSIBILIDADES PEDAGÓGICAS

• Há possibilidades no Judô para a pedagogia dialética. É claro! Ela existe e é


imprescindível à discussão e compreensão do Judô enquanto método de
educação inserido no cotidiano da criançada brasileira que, em sua
escola, lhe é propiciada a prática judoística ou ainda que a situação
econômica dos seus genitores lhe permite frequentar uma escola específica
desse “esporte de combate” ou desta “arte de enfrentar”.

(CARVALHO,2007)
PROJETO HISTÓRICO
• Não basta mencionar que a avaliação deve estar referenciada nos
objetivos do plano escolar. Deve-se ter em conta, claramente, o projeto
histórico, ou seja, a sociedade na qual estamos inseridos e a queremos
construir e o projeto pedagógico daí decorrente que se efetiva na
dinâmica curricular, materializada nas aulas.

(COLETIVO DE AUTORES, 1992)


PROJETO HISTÓRICO

• Nossos alunos deverão ser sujeitos


inteirados socialmente, que constroem
experiências de boa relação com
diversos indivíduos que compõem
nossa sociedade, habilitados através
da aproximação de um esporte de
contato que prega a benevolência, a
não violência e a preservação dos
seus pares, entendendo que fazem
parte do processo transformação de
suas realidades.
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
• Um projeto político-pedagógico representa uma intenção, ação
deliberada, estratégia. É político porque expressa uma intervenção em
determinada direção e é pedagógico porque realiza uma reflexão sobre a
ação dos homens na realidade explicando suas determinações.

• Todo educador deve ter definido o seu projeto político-pedagógico. Essa


definição orienta a sua prática no nível da sala de aula: a relação que
estabelece com os seus alunos, o conteúdo que seleciona para ensinar e
como o trata científica e metodologicamente, bem como os valores e a
lógica que desenvolve nos alunos.

(COLETIVO DE AUTORES, 1992)


SELEÇÃO DOS CONTEÚDOS

Em qual ambiente se materializa a intervenção pedagógica?


Qual a função social deste espaço?
Quem são os sujeitos envolvidos no processo de ensino?
Qual a relevância do conteúdo para este sujeito? (Quais são seus objetivos)
Como sistematizar este conteúdo em princípios metodológicos?
DESENVOLVIMENTO

• DESENVOLVIMENTO/METODOLOGIA
• OBJETVO GERAL
• Desenvolver o conhecimento:
conceitual/técnico/tático/ético/filosófico/histórico do Judô/Jiu-jitsu, e suas
manifestações (Arte marcial, defesa pessoal, esporte, atividade física).
• Os programas de ensino foram divididos por faixas etárias:
• Infantil – De 4 a 12 anos; Juvenil – De 13 a 17 anos; Adulto – a partir de 18
anos
TURMA INFANTIL

Ressalto a grande importância deste público pois, é neste período que será determinado
a permanência ou não dos futuros atletas, como também a necessidade de trabalhar os
conteúdos dentro das metodologias referentes às capacidades cognitivas dos alunos
(jogos de combate, jogos historiados) dando ênfase à ludicidade. Não podemos
esquecer das questões psicomotoras, fundamentais para se alcançar um relevante nível
técnico, além de contribuir para um melhor desenvolvimento motor fora do Dojo.
Considero imprescindível também, já nestas idades, problematizar questões sobre ética e
relações sociais, contribuindo assim na formação do caráter.

(GREGÓRIO, 2014) (SANTIN, 2001) (NETO,1999) (CARVALHO,2007)


(GREGÓRIO, 2014) (BOMPA,2002)
REFERENCIAS
• Awi,Fellipe. Filho teu não foge á luta: como os lutadores brasileiros transformaram o MMA em um
fenômeno Mundial. Rio de Janeiro: Intríseca, 2012.
• Bompa, Tudor O. Periodização: teoria e metodologia do treinamento. – São Paulo: Phorte,2002.
• Braz, Greicy Rose de Carvalho. Brincando e Aprendendo com jogos sensoriais.- Rio de Janeiro: Sprint,1998.
• Carvalho, Máuri de. Judô: ética e educação: em busca dos princípios perdidos.- Vitoria: Edufes, 2007.

• Cidade, R.E.A. Educação Física e inclusão: Considerações para a prática pedagógica na escola. Texto
em processo de publicação na Revista Integração-MEC. 2002.
• COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez. 1992.
• FOX, EDUARD L. Bases fisiológicas do exercício e do esporte. Guanabara Koogan s/a 2000.
• Kano, Jigoro. Energia Mental e Física: escritos do fundador do Judô. – São Paulo:Pensamento,2008.
• Kano,Jigoro.Judô Kodokan; publicado sobre a supervisão do Kodokan editorial Committee;traduzido por
Wagner Bull. – São Paulo : Cultrix,2008.
• Iniciação esportiva x especialização esportiva precoce: quando iniciar estas práticas?; 2013; Trabalho de
Conclusão de Curso; (Graduação em Educação Física) - Universidade Federal da Grande Dourados;
Orientador: Thaise da Silva; Horizontes – Revista de Educação, Dourados, MS, n.3, v2, janeiro a junho de
2014.
• Lowry ,Dave .O dojo e seus significados: um guia para os rituais e etiqueta das artes marciais
japonesas;tradução Jaqueline Sá Freire.- São Paulo : Pensamento,2011.
REFERENCIAS
• Neto, Carlos Alberto Ferreira. Motricidade e Jogo na Infância.- Rio de Janeiro: Sprint,1999.
• Pistrak, Moisey M. Fundamentos da Escola do Trabalho.São Paulo: Expressão Popular,2000.

• Reis, Adriano de Paiva [et al.] organizadores, Pedagogia histórico Crítica e Educação Física, Juiz de Fora,
Editora UFJF, 2013.
• Roza, Antonio Franscisco Cordeiro.Judô Infantil, uma brincadeira séria!.- São Paulo:Phorte,2010.
• Santin, Silvino. Educação Física: Da alegria do lúdico à opressão do rendimento. 3 Ed. Ampliada. Est edições.
Porto Alegre, 2001.
• Silva, Welington Araújo.Tecnologia, Educação Física e o Ensino do Esporte.- 1.ed. – Curitiba: Appris,2014.
• Tokitsu, Kenji. Ki e o caminho das artes marciais; tradução Luiz Carlos Cintra. – São Paulo: Cultrix,2012.
• Tomé, Mc. Educação física como auxiliar no desenvolvimento cognitivo e corporal de Altista. Movimento &
percepção (on line), v.8,p.231-248, 2007.
• Tubino, Manoel José Gomes. Metodologia Científica do treinamento desportivo.- São Paulo: Ibrasa,1985.
• Verkhoshanski, Yuri V. Treinamento desportivo:teoria e metodologia. – Porto Alegre: Artmed,2001.
• Virgílio, Stanlei. Judô:golpes extra gokiô.Campinas,SP:Editora Átomo,2010.