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Repaso literatura hispânica 4

Ensayo - GUIÓN DE ESTUDIOS


Repaso literatura hispánica 4

 Teoría del ensayo


 José Martí
 Angel Rama
 Ana Pizarro
Teoría del ensayo
Teoría del ensayo
José Martí
José Martí
Angel Rama – el boom latinoamericano

Para comprenderse al texto de RAMA hay que llevar en cuenta los siguientes ejes:
Qué fue el boom
Las definiciones del boom
El papel de las editoras
Memorial de agravios
Quienes son
Angel Rama – el boom de la literatura latino-americana

?Cómo estos ejes se relacionan a los conceptos de “sistema literario” y “comarca”, destacados por Flavio Aguiar [Texto disponible en
la semana 5]?
Observa el concepto de “transculturación” e intenta relacionarlo a sus ideas sobre el boom:
 “Transculturação . Este conceito Rama foi buscar na obra do sociólogo, antropólogo e historiador cubano Fernando
Ortiz, Contrapunteo cubano del tabaco y el azúcar , publicada em 1940. Ortiz usou este conceito para contrapor-se ao
de aculturação , então muito usado na antropologia dos Estados Unidos, onde ele se achava exilado, para descrever os
processos de integração de imigrantes e povos dominados nas culturas dominantes. Ortiz fazia a crítica deste último
conceito por considerá-lo unilateral. Em seu lugar propunha a ideia de que nas Américas houvera um processo de
transformações muito complexo das culturas originais que se chocaram no período da colonização e depois, inclusive nas
culturas consideradas como dominantes. Rama transpunha essa leitura original para o plano da literatura e das
operações culturais, vendo as formas artísticas sobretudo europeias modificando-se para atender às demandas da
intelectualidade desejosa de expressar-se com autonomia em relação às fontes, criando novos sistemas literários
nacionais dentro da complexidade das culturas latino-americanas e suas comarcas de contornos indecisos.
 Com este (...) corpo conceitual Rama conseguiu propor uma visão integrada da história cultural das Américas,
observando nas diferentes culturas formadas um mesmo ritmo a partir aproximadamente de 1870. Segundo ele, a partir
daí, quando os processos de independência política estão consolidados ou consolidando-se em regiões remanescentes,
o continente inteiro passa a ser continuamente "assolado" por diferentes processos de modernização , onde camadas
emergentes propõem um jogo tenso de identificação e crítica com o passado tradicional, e as novas relações e os novos
modelos internacionais, sobretudo os da Grã-Bretanha, da França e dos Estados Unidos. Como consequência disto Rama
propôs de forma consistente, pela primeira vez, uma história da literatura latino-americana que integrava os países de
língua hispânica e o Brasil de língua lusa, além de outros de outras línguas, como o Haiti”.
[Comentários de Flávio Aguiar]
Angel Rama

“Rama aborda aí o tema sem abdicar de sua complexidade. Faz um levantamento comparativo
das principais definições e observações críticas sobre o que considera um salto comum dos
escritores - no caso, hispano-americanos, e que teve também repercussão no Brasil, em termos de
recepção na Europa e também em suas culturas de origem. De um modo geral, identifica que
houve, no pós-guerra um salto nas condições de vida sobretudo das camadas médias, na
produção editorial de livros e periódicos, que fizeram com que os escritores, antes afeitos à
produção para pequenos grupos, de elite ou de vanguarda, entrassem no patamar das edições
massivas. De modo muito abrangente e compreensivo, Rama estuda, no fundo, o impacto dessa
nova condição na consciência dos diferentes escritores e nos diferentes projetos culturais e
políticos que os animavam. Não será difícil para o leitor perceber como, também, essa nova
condição afetou os escritores brasileiros que, se não alcançaram o sucesso editorial dos de língua
hispânica na Europa e nos Estados Unidos, também tiveram uma ampliação considerável do
público leitor sobretudo a partir das reformas modernizantes a partir da década de 30, e também
a partir dos projetos desenvolvimentistas do período populista”. [Comentarios de Flavio Aguiar]
Ana Pizarro – Latino América

Los conceptos de Rama son muy significativos para comprenderse al pensamiento de Ana Pizarro. En el
artículo “Hispanomérica y Brasil [semana 6] “, la ensayista elabora una metáfora para aclarar la
diversidad cultural e identitaria latinoamericana, a partir de los heterónimos de Fernando Pessoa, poeta
portugués. ?Cuáles las relacionaciones posibles entre los textos de Ana y Rama para entenderse esta
metáfora?
Ana Pizarro - Amazonía

“Existe (…) un espacio cultural que prácticamente no ha sido considerado en los estudios de
la cultura latinoamericana. Se trata del relativo a la Amazonía. Durante mucho tiempo el
peso de los más diversos mitos relativos a la barbarie impidió la emergencia de una mirada
de tipo cultural, abarcante a sus diferentes dimensiones, sobre esta área. Por otra parte,
aunque tempranamente reconocida como una unidad en el plano geofísico, su constante
asedio geopolítico entorpeció el reconocimiento de su compleja unidad en el plano
simbólico. En el mejor de los casos, y como testimonio de la ampliación de las perspectivas
sobre lo cultural desde la etnología y la antropología, se despertó un interés por las formas
de vida de sus poblaciones nativas”
Para reflexionar: Cómo pensarse Amazonía como una construcción discursiva
Miguel Rojas Mix – Monstuos del
imaginario

el pensador mexicano elabora un pensamiento de la cultura/identidad cultural latinoamericana a partir


de las imágenes, muchas de ellas registradas por los conquistadores españoles que llegaron a América con
lecturas medievales de viajantes que dicen haber encontrado seres fantásticos en espacios desconocidos.
La alteridad es un concepto importante en el entendimiento del otro, pues parte de la construcción de
una identidad desde de la representación del otro, o sea, el modo como el otro conceptua, describe al
yo. Si nuestros documentos “letrados” fueron escritos por el europeo, la idea que tenemos sobre nosotros
mismos parte de esa mirada “extranjera”.
Ojo en los conceptos de ALTERIDAD, FRONTERA, DESCONOCIDO, MOSTRUOSO