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7225 Estado de Saúde –

Abordagem geral em
contexto domiciliário
25 horas

Formadora:
Elisabete Silva
 Reconhecer o âmbito de atuação do técnico familiar e de

apoio à comunidade.

 Apoiar o indivíduo na toma de medicação.

 Identificar alterações do estado de saúde do


indivíduo/pessoa.

 Aplicar procedimentos em casos de alteração do estado de

saúde do indivíduo.

 Efetuar o registo e transmitir ocorrências.


 Âmbito de atuação do técnico familiar e de estado de saúde

apoio à comunidade  Observação dos sinais vitais

 Procedimentos e cuidados no apoio à toma  Questionamento acerca de sinais ou

de medicação sintomas de alerta

 Precauções sobre o uso de  Vigilância da toma de medicação e

medicamentos outros cuidados de saúde

 Cuidados no armazenamento e Regras de atuação em situações de


administração (verificação do estado de alteração do estado de saúde
validade; cuidados no armazenamento;
 Forma de atuação
outros)
 Rede de contactos
 Procedimentos de registo das tomas
 Procedimentos para registo de
 Técnicas de deteção de alterações do ocorrências
Âmbito de atuação do técnico
familiar e de apoio à
comunidade
O Técnico/a de Apoio Familiar e à comunidade tem
como funções principais :

“Prestar cuidados de apoio direto a indivíduos no domicílio ou


em contexto institucional, nomeadamente idosos, pessoas com
deficiência e pessoas com outro tipo de dependência funcional
temporária ou permanente, de acordo com as indicações da
equipa técnica e os princípios deontológicos de atuação.”
 Tendo em conta a frase anterior, faça um pequeno

texto/reflexão sobre as tarefas que pode o TAFAC


realizar no âmbito da sua atividade profissional.
Articulação entre
equipa técnica e
utente

Âmbito de
atuação do
TAFC Avaliação da
Detetar evolução do
situações estado de saúde
anómalas físico e mental
do utente
I. Acompanhar o indivíduo na toma de medicamentos e
no cumprimento de planos de cuidados, de acordo
com as orientações da equipa de saúde;

II. Atuar em situação de acidente, doença súbita ou


agravamento do estado de saúde.
Para tal é necessário que este:
Se sinta autoconfiante, mas tenha a noção das suas
limitações.
Tenha uma atitude de compreensão e paciência.
Seja capaz de tomar decisões, organizar e controlar a
situação.
Primeiros socorros:

1. Chamar ajuda

2. Prestar cuidados imediatos

3. Evitar o agravamento da situação


Regras gerais na prestação de 1ºs
socorros:

 Observar a evolução do estado da pessoa.

 Cobrir a vítima.

 Desapertar o vestuário mas não despir a vítima.

 Não dar nada a beber e/ou a comer,

 Nunca abandonar uma pessoa em estado de choque ou

ferida.
Serviço de apoio domiciliário
Serviço de apoio domiciliário:

1. Avaliação do utente

2. Aplicar normas especificas dos cuidados a


prestar

3. Promover autonomia e prevenir a dependência


Tarefas que podem ser delegadas a colaboradores
do SAD:

 Controlo da diabetes;

 Controlo da tensão arterial;

 Prevenção e controlo da incontinência;

 Posicionamento e mobilização;

 Prevenção e tratamento de úlceras de pressão.


Procedimentos e cuidados no
apoio à toma da medicação
 Deve existir um responsável pela gestão, controlo e

assistência medicamentosa do utente.


 O TAFAC só deve administrar medicamentos (via oral

e tópica) mediante a apresentação de prescrição


médica ou declaração de responsabilidade do utente
e/ou pessoa significativa.
 Conhecer a prescrição correta da medicação;

 Saber atuar em caso de efeitos secundários dos

medicamentos.
 Guardar os medicamentos em local adequado;

 Fora do alcance das crianças ou pessoas que sofram de

perturbações mentais.
 Guardar os medicamentos na embalagem, com a

respetiva informação terapêutica.


 Alguns medicamentos necessitam ser conservados no

frigorífico.
 Todos os medicamentos devem ter a informação do

prazo de validade e serem alvo de controlo.


 Incentivar a utilização de caixas doseadoras.
 Medicamentos são produtos que têm a finalidade de

tratar doenças ou aliviar os seus sintomas e ainda


diagnosticar ou prevenir doenças.
Remédio é um termo amplo para todos os recursos
terapêuticos para combater doenças ou os seus
sintomas.

Exemplos:
 Repouso,

 Fisioterapia,

 Cirurgia,

 Preparados caseiros,….
Sólidas (pós, comprimidos, pilulas, supositórios,

óvulos…)

Semissólidas (pomadas, cremes, géis, pastas)

 Liquidas (gotas, soluções, injetáveis, loções)


Regras dos cinco certos para a
administração de medicamentos:

 Medicamento certo,

 Dose certa,

 Hora certa,

 Via de administração certa,

 Utente certo.
• Oral • Retal

• Sublingual • Vaginal

• Tópica • Intradérmica

• Oftálmica • Subcutânea

• Auricular • Intramuscular

• Inalatória • Endovenosa

• Nasal
Via oral

o O medicamento é introduzido no organismo através


da boca.
o Passa para o sangue depois de absorvido no estômago
e intestino.
o Pode irritar a mucosa gástrica.
Formas farmacêuticas que se administram
via oral:

Comprimidos

Cápsulas

Xaropes

Elixires

Óleos

Pós
Via oral contraindicada em:

Doentes inconscientes

Com vómitos

Com diarreias
Via sublingual

o O medicamento é absorvido por pequenos vasos


debaixo da língua.
o A absorção do medicamento é rápida.
o Ideal para administrar medicamentos de urgência.
Tópica

o O medicamento é aplicado diretamente na pele.


o Só atuam no local onde são aplicados.
Via oftálmica

o O medicamento é aplicado no olho;

o O utente deve estar com a cabeça inclinada e o olho

afetado mais baixo que o são.


Via auricular

oO medicamento é introduzido no canal auditivo.


Via inalatória

o O medicamento é introduzido nos pulmões através

de inalações.
Via nasal

o O medicamento é introduzido nas narinas.


Via retal

o O medicamento é introduzido no reto.


o Administração é incomoda e a sua absorção incerta.
o Usado quando os utentes não colaboram ou quando
os medicamentos têm mau sabor ou cheiro.
Via vaginal

o O medicamento é administrado na vagina.


Via transdérmica

o O medicamento é introduzido no organismo através


de absorção transdérmica.
Via intradérmica

o O medicamento é introduzido no organismo através


de administração intradérmica.
Via subcutânea

o O medicamento é introduzido no organismo através


de uma agulha fina no tecido subcutâneo.
o O local de administração deve ser revezado.
Via intramuscular

o O medicamento é administrado num músculo.


o Nunca administrar com o utente de pé.
o Complicações:
o Dor;
o Lesão de nervos;
o Perfuração de um vaso sanguíneo;
o…
Via intravenosa

o O medicamento é administrado diretamente na veia.


Regras básicas do armazenamento de
medicamentos no domicílio:
1. Manter os medicamentos sempre longe do alcance das
crianças, animais e pessoas com alterações mentais;

2. Seguir as orientações de armazenamento e


temperatura contidas nas embalagens externas;
3. Não guardar na casa de banho ou na cozinha;
4. Não guardar junto de alimentos ou produtos de
limpeza;
5. Guardar em caixas plásticas em local seco e arejado, sempre
nas embalagens originais e com as respetivas bulas,
6. Medicamentos que necessitam de refrigeração nunca devem
ficar na porta do frigorifico devido às variações de
temperatura.
7. Restos de medicação não são para colocar no lixo
comunitário.
Fatores a ter em conta no armazenamento de
medicamentos:

 Temperatura

 Humidade

 Luminosidade
Temperatura:

 Ambiente: por volta dos 25ºC

 Fresco: 15 a 25ºC

 Refrigerada : 2 a 8ºC

 Congelada: <0ºC
Humidade:
 A humidade elevada pode afetar a estabilidade dos

medicamentos criando condições para o crescimento


de bactérias ou fungos assim como à detioração dos
medicamentos.
Luminosidade:

 A incidência direta de luz principalmente dos raios

solares sobre os medicamentos altera a estabilidade


dos medicamentos.
 Todas as ações e tarefas executadas no âmbito desta

atividade ou decorrentes de situações anómalas são


registadas, datadas, assinadas e integradas no processo
individual do utente.
Onde registar?

IMP03.IT04.PC05 - Medicação e Indicação Terapêutica.


IMP04.IT04.PC05 – Indicação Terapêutica – Informação
Genérica
IMP04.IT04.PC05 – Indicação Terapêutica –
Informação Genérica:

• O nome dos medicamentos

• A via de administração e dose de cada medicamento


• Os efeitos secundários dos medicamentos (náuseas,
vómitos, alteração da cor das fezes e urinas, alergias, cefaleias,
etc.) e formas de atuação em situações de emergência;
• As precauções a adotar na administração dos
medicamentos.
Técnicas de deteção de
alterações do estado de
saúde
O que são sinais vitais?

“São indicadores do funcionamento das funções


vitais do organismo.”
Observação de sinais vitais:

idade
Temperatura,
Respiração,
Tensão arterial,
Pulso,
sexo
Dor
Temperatura
A temperatura corporal é o equilíbrio entre a
produção e a perda de calor do organismo, mediado
pelo centro termorregulador.
Termorregulação:
Conjunto de mecanismos fisiológicos, estruturais e
comportamentais que permitem ao organismo manter a
temperatura corporal dentro de certos limites
independentemente das variações exteriores de
temperatura.
 Mecanismos fisiológicos: transpiração ou
tremores

 Mecanismos estruturais: camada de gordura

corporal

 Mecanismos comportamentais: abrigar-se do

sol, ou do frio e agasalhar-se ou vestir roupas leves.


Valores de referência para a temperatura:

 Temperatura axilar: 35,8°C a 37°C

 Temperatura auricular:36,5º-37,5ºC

 Temperatura oral: 36,3°C a 37,4°C

 Temperatura retal: 37°C a 38°C


Terminologia:

 Apirético ou afebril: 36-37ºC

 Sub-febril :37,1-37,9ºC

 Febril ou hipertermia:>38ºC

 Hipotermia:<35ºC
Tipos de termómetros:
1. Mercúrio

2. Digital

3. Bucal

4. Auricular

5. Testa
Cuidados a ter com os termómetros:

Desinfetar com álcool a 70º de utente para utente.(de


mercúrio e digitais)
Respiração:
Diz respeito às trocas gasosas realizada pelos
pulmões, que retiram oxigénio do ar e devolvem
dióxido de carbono.
A avaliação da respiração inclui:

 Frequência respiratória (nº de movimentos


respiratórios por minuto)

 Ritmo (regular ou irregular)

 Caracter ( superficial ou profunda)


 Padrão de frequência respiratória
Outros sinais e sintomas de comprometimento
respiratório:

 Falta de ar,

 Cianose (aspeto arroxeado),

 Inquietação,

 Sons respiratórios anormais,

 Cansaço a pequenos esforços.


Aspetos a ter em conta na avaliação da respiração

 Assegurar que o tórax e abdómen do utente estejam visíveis

 Observar um ciclo respiratório completo (inspiração e


expiração),

 Iniciar a contagem da frequência respiratória:

 Se o ritmo for regular, contar durante 30 segundos e multiplicar

por dois

 Se o ritmo for irregular, contar durante um minuto.


Terminologia:
Pulso
 Define-se como o número de batimentos cardíacos por

minuto.

 Pode ser influenciada por:

 doença,

 febre,

 exercício,

 ansiedade,

 dor, etc.
A avaliação do pulso inclui:

 Frequência cardíaca (nº de batimentos cardíacos por

minuto),

 Ritmo (regular ou irregular)

 Volume (fraco e fino ou forte e cheio)


Aspetos a ter em conta na avaliação do pulso
Sem monitor

 Palpar a artéria radial com os dedos indicador e

médio;

 Comprimir suavemente e em, seguida aliviar a

pressão;

 Avaliar, durante 60 segundos, as características do

pulso: amplitude, ritmo e frequência.


Valores de referência para pulsação

 Adultos – 60 a 100 bpm;

 Crianças – 80 a 120 bpm;

 Bebês – 100 a 160 bpm.


Terminologia:

 Taquicardia: FC > 100 batimentos/minuto

 Bradicardia: FC < 60 batimentos/minuto

 Pulso filiforme, fraco, débil: redução da força ou


volume do pulso periférico

 Pulso irregular: os intervalos entre os batimentos


são desiguais
Tensão arterial

 É a medida da pressão exercida pelo sangue nas

paredes das artérias.

 Tensão arterial máxima ou sistólica: pressão que

resulta da contração dos ventrículos para ejetar o


sangue nas grandes artérias.

 Tensão arterial mínima ou diastólica: pressão

que ocorre assim que o coração relaxa.


Valores de referência para pressão arterial:

 Hipotensão – inferior a 100 x 60

 Normotensão – 120 x 80

 Hipertensão limite – 140 x 90

 Hipertensão moderada – 160 x 100

 Hipertensão grave – superior a 180 x 110


Tipos de esfigmomanómetros:

Manuais

 Automáticos
Aspetos a ter em conta na avaliação da tensão
arterial:

 O utente deve estar tranquilo, sentado e calmo.

 Não se deve medir a tensão arterial quando o utente

tem vontade de urinar.

 A braçadeira deve ser adequada à circunferência do

braço do utente.
Como avaliar a tensão arterial:

 Utente deve estar sentado;

 O braço deve estar esticado e apoiado , mais ou

menos na mesma altura do coração;

 Coloque a braçadeira ao redor do braço do utente

(de preferência o esquerdo), ficando a mesma cerca


de 2 cm acima da dobra do braço;
Como avaliar a tensão arterial:

 Colocar o diafragma do estetoscópio em cima da dobra

do braço;

 Com o estetoscópio ao ouvido, comece a insuflar a

braçadeira até valores de 160 mmHg (aproximadamente);


Como avaliar a tensão arterial:

 Começar a esvaziar a braçadeira lentamente. Quando

ouvir a pulsação da artéria, veja qual é o valor que o


aparelho mostrou. Esta é a tensão arterial sistólica
(máxima);

 Continuar a desinsuflar a braçadeira. Quando o som do

pulso desaparecer de vez, ver qual é o valor que o


aparelho mostrou. Esta é a tensão diastólica, (mínima).
Dor

 É considerada o 5º sinal vital.

 Toda a pessoa tem direito ao

melhor controlo da dor.


“A dor, sensação corporal desconfortável, referência
subjetiva de sofrimento, expressão facial característica,
alteração do tónus muscular, comportamento de auto-
proteção, inquietação e perda de apetite, …, perturba e
interfere na qualidade de vida da pessoa, pelo que o seu
controlo é um objetivo prioritário.”
Principais sinais e sintomas passíveis de indicar
uma emergência médica

 Dor de origem cardíaca ( angina de peito ou enfarte no

miocárdio)

 Asma

 AVC

 Hipoglicémia/ Hiperglicemia

 Convulsão

 Intoxicação
Sinais e sintomas que podem indicar uma dor de
origem cardíaca
1. Dor torácica tipo:
 «Facada»;
 Opressão;
 Esmagamento;
 Aperto.

 Uma dor cardíaca representa uma situação em que o

miocárdio não está a receber a quantidade de oxigénio


suficiente.
2. Dor pode irradiar para o braço esquerdo, e pescoço

 Pode ainda ser acompanhada de:

 Náuseas ou vómitos;

 Alterações do ritmo cardíaco;

 Sensação de desmaio;

 Dificuldade em respirar.
Sinais e sintomas que podem indicar asma:

 Falta de ar

 Respiração ruidosa

 Tosse (sobretudo à noite)


Sinais e sintomas que podem indicar AVC:

 Dores de cabeça intensas e súbitas ;

 Perda da força ou do movimento de um dos lados do

corpo;

 Desvio da comissura labial (boca de lado);

 Dificuldade em falar ou em articular as palavras;

 Incontinência (principalmente urinária).


Sinais e sintomas de hipoglicemia:

 Suor

 Tonturas /tremores

 Fome

 Dor de cabeça

 Cor da pele pálida

 Palpitações
Sinais e sintomas de hiperglicemia:

 Sede

 Hálito acetónico

 Pele quente e seca

 Sonolência,

 Pulso rápido e fraco,

 Alteração do estado de consciência


Sinais e sintomas de convulsões:

 1.º Antes da convulsão o utente pode ficar parado,

 2.º Normalmente o utente cai subitamente e cerra com

força os dentes mexendo-se descontroladamente. Pode


salivar - «espumar pela boca»;
Sinais e sintomas de convulsões

 3.º A crise termina e o doente

fica inconsciente, recuperando

lentamente a consciência.
 São a terceira causa de lesão não intencional nas pessoas

com mais de 65 anos.

 Causas:

 Medicamentos,

 Alimentos,

 Monóxido de carbono.
Sinais e sintomas de intoxicações:

 Hálito com odor estranho e alteração na cor da língua e

lábios;

 Dor e ardor na garganta;

 Dificuldade em respirar e tosse;

 Sonolência /Delírio;

 Lesões na pele e queimaduras;


Sinais e sintomas de intoxicações:

 Náuseas ou vómitos;

 Diarreia

 Dor de cabeça intensa;

 Rigidez nas articulações;

 Febre;

 Olhos vermelhos e inchados.


Intoxicações medicamentosas:
Administração incorreta

 Sobredosagem

 Hipersensibilidade do organismo,

 Interações entre medicamentos,

 Efeitos secundários dos medicamentos.


O que fazer perante um utente com sinais e
intoxicação medicamentosa?
1º Contactar médico ;

2º Obter o máximo de informação possível

( que medicamento ingeriu, que dose);


3º- Primeiros socorros: Estimular o vómito

(exceto se se tratar de produtos corrosivos).

- Se utente inconsciente mantê-lo deitado de lado

Nota: não administrar qualquer medicamento ou antidoto sem


consentimento médico
Importante:

 1º- Avaliar a capacidade do utente,

 2º- Certificar-se dos 5 certos (medicamento, dose, via,

hora e utente),

 3º -Certificar-se que o utente toma a medicação

 4º- Vigiar atuação do medicamento

( incluindo efeitos secundários),

 5º- Comunicar erros terapêuticos.


Regras de atuação em
situações de alteração do
estado de saúde
 Importante a formação em 1ºs socorros dos
colaboradores do SAD ( serviço de apoio ao
domicilio)

 Importante a existência de caixa de 1ºs socorros (no

domicilio do utente e nos carros do SAD)


Caixa de 1ºs socorros

 Compressas de diferentes  Álcool;

dimensões;  Soro fisiológico;

 Pensos rápidos;  Tesoura de pontas rombas;

 Adesivo;  Pinça;

 Ligadura não elástica;  Luvas descartáveis.

 Solução anti-séptica;
Como atuar em caso de:

 Queda e de suspeita de fratura

 Engasgamento

 Convulsões

 Ataque cardíaco

 Feridas

 Queimaduras
Se encontrar um idoso caído no chão:

 Não mexer !
Sobretudo quando:

 Tem dor de cabeça, coluna, pescoço,

 Ausência de sensibilidade ou movimento dos membros

inferiores.

 Ligar 112
Se suspeita de fratura

 Improvisar uma tala.

 Ligar 112
Engasgamento

 Incentivar o utente a tossir,

 Aplicar 5 pancadas interescapulares,

 Manobra de Heimelich
Como atuar em caso de convulsões

 Deitar a pessoa

 Remover objetos

 Desapertar as roupas

 Proteger a cabeça da pessoa

 Lateralizar a cabeça
Como atuar em caso de convulsões

 Observar se a pessoa consegue respirar

 Afastar os curiosos

 Reduzir estimulação sensorial

 Permitir que a pessoa descanse ou até mesmo durma

após a crise

 Procurar assistência médica.


Ataque cardíaco

 Ligar 112;

 Deitar ou sentar a vítima de forma confortável;

 Não dar nada para beber, nem qualquer medicamento;

 Perguntar se toma medicação para o coração e,

 Se necessário abrir a camisa se estiver apertada, para


facilitar a respiração.
 Se paragem cardíaca - reanimação
Feridas

 O tratamento de cada tipo de ferida

varia com a sua localização e tipo:


 1. Parar a hemorragia;

 2. Tratar os sintomas de choque;

 3. Impedir a infeção.
 Acalmar a pessoa

 Lavar a ferida com água

 Desinfetar

 Colocar compressa esterilizada

 Se ferida profunda ou extensa – ir ao hospital


Tipos de hemorragia
Queimaduras:
1º grau

2ºgrau
Primeiros socorros nas queimaduras de primeiro e de
segundo grau :

 Arrefecer a zona queimada com água:

Colocar a zona magoada sob água corrente fria;

Ou, imergir a zona queimada num recipiente cheio

de água fria;

Ou, aplicar compressas frias e húmidas.

 +- 5 minutos (até aliviar a dor)

 Não utilizar gelo.


 Secar o local queimado, através de pancadinhas e com

um pano limpo ou uma compressa;

 Com uma compressa, ou com um pano limpo seco, fazer

um penso sem apertar muito;

 Queimaduras com bolhas, o utente deverá deslocar-se

ao Serviço de Urgências mais próximo.


Queimaduras de 3º grau
Primeiros socorros nas queimaduras de terceiro
grau:

 Remover roupas apertadas e joias;

 Arrefecer rapidamente a zona queimada com água,

aplicando compressas húmidas e frias (com um pano


limpo).

 Verificar a presença de complicações respiratórias;


 Em caso de ser uma queimadura de 3º grau pequena

(com menos de 5 cm de diâmetro) proceder como para


queimadura de 1º ou 2º grau.

 Deslocar a pessoa ferida ao Serviço de Urgência mais

próximo.
Fatores que podem agravar a queimadura:

 Localização da queimadura (cara, zonas de flexão, mãos

e pés);

 Idade (crianças e idosos);

 Doenças (diabetes, toma de medicação)


112
Central de Emergência da Policia de
Segurança Publica

CODU Proteção Civil Forças de segurança


?? (bombeiros) (GNR,PSP)
112

 DEVE ser SÓ utilizado em situações de Emergência.

 Antes de ligar informe-se sobre :

ONDE (local exato da ocorrência)

O QUÊ (tipo de ocorrência: acidente, incêndio florestal ou

outro, parto, doença súbita, intoxicação, etc.).

QUEM (Vítima/doente, número de vítimas, queixas).


Intervenientes:
 Público em geral;

 Operadores das centrais de emergência;

 Agentes da autoridade;

 Bombeiros;

 Socorristas de ambulância;

 Médicos, enfermeiros, pessoal técnico

 Etc..