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PATOLOGIAS DO SISTEMA RENAL

Professora Débora Valente


AGENESIA RENAL

• Unilateral: A agenesia renal unilateral é um achado casual. O rim


contralateral passa por hipertrofia compensatória, isto é, o número de
néfrons e seu tamanho está aumentado. A produção de urina fetal e a
função renal pós-natal não são comprometidas na agenesia renal
unilateral.

• Bilateral: A ausência de ambos os rins ocorre em cerca de 1:6.000


nascidos vivos. A agenesia é mais frequente no sexo masculino (3:1).
Uma vez que a placenta é o principal órgão excretório, essa condição é
compatível com a vida pré-natal, porém, não com a vida pós-natal.
Ectopia renal

A ectopia renal ocorre quando um rim está


localizado fora da sua posição normal. A pelve
é a localização mais comum de um rim
ectópico. Na ectopia renal cruzada, ambos os
rins estão situados em um lado do corpo.
Frequentemente eles estão fundidos e
acredita-se que se originem de um blastema
metanéfrico comum.
Rim em ferradura
Rim em ferradura é encontrado em 1 para 500 nascidos
vivos e pode também ser achado em até 7% das crianças
com síndrome de Turner. Ele é o resultado da fusão dos
polos inferiores dos rins antes da sua ascensão. A área
fusionada consiste em tecido conectivo e uma ponte
cortical superficial. A massa renal assim formada é
deslocada para a borda da cavidade pélvica. Dois ureteres
separados cursam ventralmente e drenam para a bexiga. A
ascensão da massa renal é impedida pela artéria
mesentérica inferior. Embora os rins em ferradura sejam
frequentemente assintomáticos, o rim pélvico, em geral,
está sujeito à incidência aumentada de infecção e
obstrução.
Doença Renal cística

Uma variedade de anomalias do desenvolvimento pode


levar à formação de cistos no rim fetal. Alterações císticas
renais é a anomalia morfológica identificada com mais
frequência no recém-nascido.
Os rins displásicos são geralmente grandes, porém
disfuncionais. Acredita-se que essa anomalia resulta de um
dano ao broto uretérico e interfere com a transformação
mesênquimo-epitelial normal. A obstrução do trato
urinário é uma ocorrência frequente na displasia renal.
Rim policistico
Nefrolitíase
SHU (Síndrome Hemolítica Urêmica)

Contaminação por
microrganismo

Presença de Toxina
Shiga/VEROTOXINA

Ligação Glicopeptideo
Edemas e coagulação
nos micro vasos.

Tríade

Coagulação Localizada

FISIOPATOLOGIA
CLÍNICA
SHU (Síndrome Hemolítica Urêmica)

IRA Uremia

Anemia Diminuição dos glóbulos


TRÍADE microangiopática vermelhos nos micro vasos

Diminuição do número de
Trombocitopenia plaquetas.
DIAGNÓSTICO

SHU (Síndrome Hemolítica Urêmica)

Exames bioquímicos Coprocultura


Hemograma
de sangue

SHU
Complicações associadas a DRC
Joelho Varo Joelho Joelho Normal
Valgo
TRATAMENTO

• Tratamento Conservador;
• Transplante Renal;
• Diálise Peritoneal;
• Hemodiálise;
OBRIGADA!

“A todos os que sofrem


e estão sós, dai sempre
um sorriso de alegria.
Não lhes proporciones
apenas os vossos
cuidados, mas também
o vosso coração.”
Madre Teresa de Calcutá