O contexto política sobre as mudanças climáticas no brasil

:
leis, decretos, instrumentos e políticas que têm impactos nas mudanças climáticas no Brasil

Kezia Lavan Março 2011

Leis, decretos e instrumentos sobre as mudanças climáticas
1. Lei Nacional 2. Plano Nacional 3. Decreto 7390 sobre a implementação do Plano 4. Planos Setoriais 5. Leis, planos e fóruns estaduais 6. Fundo Nacional 7. Fundo Amazônia

Lei e plano nacional
‡ Decreto no.6.263 de Nov 2007 e plano Dez 2008 ‡ Lei Nacional no. 12187 sobre as Mudanças Climáticas foi sancionada 28 Dezembro 2009. ‡ Lei tem meta de redução das emissões nacionais de gases de efeito estufa entre 36,1% e 38,9% até 2020. ‡ Determina a elaboração as metas que cada setor deverá assumir para reduzir as emissões, como do desmatamento , dos setores de energia, agricultura e siderurgia.

Plano Nacional sobre Mudança no Clima no Brasil
http://www.mma.gov.br/estruturas/smcq_climaticas/_arquivos/plano_nacional_mudanca_clima.pdf

Lei Nacional sobre Mudança do Clima http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20072010/2009/Lei/L12187.htm

Mudanças Climáticas sobem nas prioridades do governo, Março 2011
‡ Antonio Palocci, chefe de casa civil, assume responsabilidade para as mudanças climáticas, Março 2011 Criará um novo Super-departamento : a Secretaria do Clima no MMA Juntará as funcionários da Casa Civil, MMA e MCT Substituição da Branca Americano para pesquisador do EMBRAPA, Eduardo Assad Novo Secretaria tratará com novas temas - políticas de combate ao desmatamento, conservação de biodiversidade e gestão de florestas e recursos hídricos. Vai priorizar a flexibilização da MDL (Mecanismo do Desenvolvimento Limpa)

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Antonio Palocci, Mais informações: http://www.frenteambientalista.com/component /k2/item/357-palocci-tentar%C3%A1-melhorar-oclima

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Plano Nacional das Mudanças Climáticas metas para reduzir as emissões por setor

Plano Nacional das Mudanças Climáticas Prioridades para Mitigação
‡ ‡ Fomentar aumentos de eficiência no desempenho dos setores da economia na busca constante do alcance das melhores práticas. Buscar manter elevada a participação de energia renovável na matriz elétrica, preservando posição de destaque que o Brasil sempre ocupou no cenário internacional. Fomentar o aumento sustentável da participação de biocombustíveis na matriz de transportes nacional e, ainda, atuar com vistas à estruturação de um mercado internacional de biocombustíveis sustentáveis. Buscar a redução sustentada das taxas de desmatamento, em sua média quadrienal, em todos os biomas brasileiros, até que se atinja o desmatamento ilegal zero. Eliminar a perda líquida da área de cobertura florestal no Brasil, até 2015. Fortalecer ações intersetoriais voltadas para redução das vulnerabilidades das populações. Procurar identificar os impactos ambientais decorrentes da mudança do clima e fomentar o desenvolvimento de pesquisas científicas para que se possa traçar uma estratégia que minimize os custos sócio-econômicos de adaptação do País.

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Plano Nacional das Mudanças Climáticas ações principais
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Setor de Energia Melhoria da eficiência da oferta e distribuição de energia, substituição de combustíveis mais carbono-intensivos por aqueles com menor teor de carbono ou por combustíveis de fontes renováveis, e captação e armazenamento de carbono. Setor de Transportes Utilização de veículos eficientes e modernização de frota, expansão do uso de sistemas ferroviários e aquaviários, e incentivos aos transportes coletivos em substituição aos particulares. Setor de Edificações Utilização de equipamentos eficientes e de energia solar, além da adoção de um sistema de planejamento integrado que permita ganhos de eficiência no uso da energia. Setor de Indústria Utilização de equipamentos eficientes, adoção de práticas de reciclagem e de substituição de materiais, controle das emissões de gases, e captação e armazenamento de carbono. Setor Agrícola Manejo adequado para aumentar o armazenamento de carbono no solo, recuperação de áreas degradadas, intensificação da pecuária bovina, melhorias em cultivos e na fertilização para reduzir emissões de CH4 e N2O, e estabelecimento de culturas energéticas. Setor de Silvicultura/Florestas redução do desmatamento, estímulo ao manejo florestal sustentável, ao florestamento e reflorestamento, e estímulo ao uso de produtos e subprodutos florestais, obtidos em bases sustentáveis, para geração de energia. Setor de Resíduos Recuperação do metano de aterros sanitários, incineração com recuperação energética, e reciclagem

Decreto 7390 de Dezembro 2010 sobre a implementação do Plano Nacional A Implementação começou com a elaboração do cinco setorial planos: ‡ Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal
http://www.forumclima.org.br/images/stories/documentos/apresentao_Reducao_emissoes_amazonia_Jo haness_Eck_Casa_Civil.ppt

‡ Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado
http://www.forumclima.org.br/images/stories/documentos/apresenta%20ppcerrado%20para%20fbmc%208%20out.pdf

‡ Plano Decenal de Expansão de Energia
http://www.forumclima.org.br/images/stories/documentos/emissesenergia_fbmc_08_10_2010.pdf

‡ Plano para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura, até agora só tem um plano para Agropecuária
http://www.forumclima.org.br/images/stories/documentos/eduardo%20assad%20embrapa%20plano%20de%20mitigao%2 0e%20de%20adaptao%20em%20mudana%20do%20clima%20para%20o%20setor%20agropecurio.ppt

‡ Plano de Redução de Emissões da Siderurgia por substituição do Carvão de Desmatamento por Florestas Plantadas
http://www.forumclima.org.br/images/stories/documentos/apresentao%20do%20plano%20setorial%20da%20siderurgia% 20marcos%20otvio%20prates%20mdic.ppt

Outros planos setoriais que estão aguardando elaboração são:

‡ Transportes ‡ Indústria de Transformação e de Bens de Consumo Duráveis ‡ Indústria Química Fina e de Base ‡ Indústria de Papel e Celulose ‡ Mineração ‡ Indústria da Construção Civil ‡ Serviços de Saúde

Como o Decreto 3790 fortalece o Plano Nacional
‡ Meta de redução de emissões em 2020, incluindo metas gradativas com intervalo máximo de três anos; ‡ Definição de indicadores para o monitoramento e avaliação de sua efetividade; ‡ Proposta de instrumentos de regulação e incentivo para implementação do respectivo Plano; ‡ Estudos setoriais de competitividade com estimativa de custos e impactos; ‡ Revisões biannuais e pluriannuais; ‡ A implementação das ações será acompanhada pelo Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas
http://www.forumclima.org.br/

Metas mensuráveis no Decreto 7390
O Decreto 7390 tem metas mensuráveis de: I - redução de 80% dos índices anuais de desmatamento na Amazônia Legal em relação à média verificada entre os anos de 1996 a 2005; II - redução de 40% por cento dos índices anuais de desmatamento no Bioma Cerrado em relação à média verificada entre os anos de 1999 a 2008; III - expansão da oferta hidroelétrica, da oferta de fontes alternativas renováveis, notadamente centrais eólicas, pequenas centrais hidroelétricas e bioeletricidade, da oferta de biocombustíveis, e incremento da eficiência energética; IV - recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas; V - ampliação do sistema de integração lavoura-pecuária-floresta em 4 milhões de hectares; VI - expansão da prática de plantio direto na palha em 8 milhões de hectares; VII - expansão da fixação biológica de nitrogênio em 5,5 milhões de hectares de áreas de cultivo, em substituição ao uso de fertilizantes nitrogenados; VIII - expansão do plantio de florestas em 3 milhões de hectares; IX - ampliação do uso de tecnologias para tratamento de 4,4 milhões de m3 de dejetos de animais; e X - incremento da utilização na siderurgia do carvão vegetal originário de florestas plantadas e melhoria na eficiência do processo de carbonização.
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Mais informações sobre o decreto http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1026066/decreto-7390-10

Fundo Nacional sobre as Mudanças Climáticas
‡ Fundo Nacional sobre Mudanças Climáticas foi aprovada em Dez 2009 ‡ Recursos para projetos e ações que contribuam para a mitigação da mudança do clima e adaptação a seus efeitos. ‡ O texto da lei determina que o fundo ficará vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e será administrado por um comitê formado por representantes do governo federal e da sociedade civil. ‡ Para 2011, o Comitê o orçamento é de R$226 milhões ‡ R$ 200 milhões serão reembolsáveis para empréstimos e financiamentos voltados para a área produtiva, o agente financeiro será o BNDES. ‡ Os outros R$ 26 milhões serão administrados pelo MMA para investimentos em projetos de pesquisa, mobilização e avaliações de impacto das mudanças do clima, para estados e municípios. ‡ As diretrizes e prioridadees para 2011 estão sendo elaboradas. ‡ Fundo Clima http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=251

Umas fraquezas nos leis e instrumentos sobre as Mudanças Climáticas

‡ Incluem soluções falsos expansão do biodiesel, inclusão das hidroelétricas como energia limpa, como Belo Monte ‡ Falta de plano da adaptação ás mudanças climáticas ‡ Falta de detalhes e cronogramas de alcançar as metas do plano ‡ Não fala da contribuição potencial do desenvolvimento sustentável, como a agricultor familiar, extrativismo etc. ‡ Não fala da segurança alimentar ‡ Não fala das populações mais atingidas pelas mudanças climáticas a justiça climática ‡ Falta de planos de implementar nos níveis estaduais e municipais

Mesmo assim....
Brasil é um dos poucos países no mundo que tem um Lei e Plano Nacional sobre as Mudanças Climáticas ligado as metas de reduzir emissões ........é um bom começo e oportunidade para a sociedade civil de construir.

Leis Estaduais
‡ Varios estados já têm Lei Estadual sobre as Mudanças Climáticas e.g. AM, PE, RJ, SC, SP ‡ Na Amazonia Oriental só Tocantins tem um lei estadual nas mud. climáticas no. 1.917 de Abril 2008
http://www.al.to.gov.br/arq/AL_arquivo/9165_Lei1917-08.pdf

‡ No Pará e Amapá começou um processo de elaborar planos estaduais minutas preliminares produzidas ‡ Já têm decretos de Institui os Fórums das Mudanças Climáticas em Maranhão (2006) e Pará (2009) ‡ Em 2009 foi elaborada uma minuta preliminar para consulta pública à pedida dos governos do Pará e Amapá. ‡ Não tem mais informações sobre a situação em Amapá

Minuta preliminar das leis estaduais do Pará e Amapá

‡ Foi a Conservação Internacional e a Funação Gertulio Vargas que estimularam o processo. ‡ Parece que o processo parou estou buscando mais informações http://www.conservation.org.br/programas/arquivos/leiclimaticapa.pdf http://www.conservation.org.br/programas/arquivos/lei_clima_ap_13set09.pdf

Forúm Paraense de Mudanças Climáticas
Decreto 1900 Institui o Forúm e chamou representantes dos seguintes segmentos da Sociedade Civil Organizada:
a) Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS); b) Observatório do Clima; c) Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (FAEPA); d) Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA); e) Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Pará (FACIAPA); f) Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (AIMEX); g) Fórum dos Povos Indígenas do Pará; h) Fórum de Povos e Comunidades Tradicionais; i) Coordenação das Associações das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará (MALUNGU); j) Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS); k) Federação dos Pescadores do Estado do Pará (FEPA); l) Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Pará (FETAGRI/PA); m) Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Estado do Pará (FETRAF/PA); n) Federação dos Trabalhadores na Indústria do Estado do Pará (FETIPA); o) Instituto para o Consumo Educativo Sustentável (ICONES).

Política Estadual sobre Mudanças Climáticas, Conservação Ambiental e Desenvolvimento Sustantável do Tocantins

http://homologa.ambiente.sp.gov.br/proclima/legislacao/estaduais/tocantins/Lei%201917_ pemc_tocantins.pdf

Política Estadual do Tocantins resumos dos objetivos chaves
‡ Meta de estabilizar a emissão de gases estufas nos varios setores e a redução do desmatamento, a produção de energia limpa e o incentivo às práticas econômicas sustentáveis. ‡ Enfatize forte nos instrumentos de RED e MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpos. ‡ Enfatize o estimulo aos modelos do desenvolvimento sustentável - incentivos fiscais às práticas econômicas sustentáveis - a abertura de uma linha de crédito específica para elas. ‡ Certificação que garante o desenvolvimento sustentável com os selos Amigo da Floresta e do Clima e Selo Verde do Tocantins . ‡ Conta no futuro elaboração de planos de ação que contribuam para mitigar os efeitos adversos das mudanças climáticas. ‡ Falta um plano concreto de implementação e de objetivos que pode ser medidas e monitoradas

Politica Estadual de Tocantins: resumo dos ações principais ‡ Inserir as mudanças climáticas no Programa Estadual de Educação Ambiental ‡ Criar Programas que fomentem a produção de Biodiesel, Etanol, Agricultura e Créditos de Carbono, dentro e fora do âmbito do Mecanismo do Desenvolvimento Limpo; ‡ Instituir o Programa Estadual de Monitoramento Ambiental, para monitorar os estoques de carbono, as emissões e reduções dos setores produtivos, a mudança no uso da terra, energia, agricultura e pecuária, da cobertura florestal, da biodiversidade das florestas públicas e das Unidades de Conservação estadual, ‡ Criar o Programa Estadual de Incentivo e Intercâmbio de Tecnologias Limpas e Ambientalmente Responsáveis.

Outros instrumentos
‡ Fundo Amazônia recursos para combater o desmatamento, que tem uma ligação forte com as mudanças climáticas (70% das emissões) ‡ R$ 170 milhões foram prometidas em novembre de 2010 ‡ Já foram repassadas US$ 50.93 milhões em Fevereiro de 2011: US$49.25 de Norugea e US$ 1.68milhão de Alemanha. ‡ O estado do Pará já recebeu R$15.9 million para promover as estruturas fisicas e operacionais para os secretariats estadual e municiapl do meioambiente para apoiar o manejo ambiental no estado, e combater e monitorar o desmatamento.

Outros leis que potencializam a luta contra as mudanças climáticas
Leis que estimulam a produção agroecologia, extrativistas, das mulheres, das agricultores familiares, das pescadores artesanais, das comunidades quilombolos, como: i. Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) ii. A Politica de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) inclui castanha do Brasil, babaçu, andiroba, copaíba, buriti, seringa, piaçava, carnaúba, pequi e açaí. iii. Lei de ATER (Assistência Técnica) 5665/09. Garante o direito de assistência técnica gratuita para agricultores familiares, assentados da reforma agrária, povos indígenas, remanescentes de quilombos e demais comunidades tradicionais como silvicultores, aquicultores, extrativistas e pescadores. iv. Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária - PNATER e o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária PRONATER. v. A Lei da Alimentação Escolar que determina a utilização de, no mínimo, 30% dos recursos repassados pelo FNDE para a alimentação escolar na compra de produtos de agricultores familiares e de empreendedores familiares rurais, comunidades indígenas, quilombolos, e tradicionais.

Outros oportunidades das politicas públicas na combate das mudanças climáticas ‡ Lei da Economia Solidaria
± ainda não existe essa lei. Poderia estimular o desenvolvimento sustentável e o combate e mitigação das mudanças climáticas. ± Contudo, existe um forte movimento de estabelecê-lo http://www.fbes.org.br/

As contradições: políticas que prejudicar aos esforços de combater às mudanças climáticas
i. Proposta das mudanças ao código florestal. ii. PAC projetos de grande escala, asfaltamento das estradas, ferrovias, pontes, usinas hidrelétricas, gasodutos, portos etc. iii. Flexibilização dos leis ambientais como licenciamento dos empreendimentos nas unidades de conservação, concessões florestais, etc. iv. Falta do governo, politicas públicas e apoio técnico

i. Proposta das mudanças ao Código Florestal
‡ Um estudo encomendada pelo Observatório do Clima estima que as mudanças ao Código Florestal poderiam liberar 25,5 bilhões de toneladas de gases estufas á atmosfera, que representa mais de 13 vezes as emissões do Brasil no ano de 2007. ‡ O documento informa que as mudanças geram o risco potencial de lançar ou deixar de retirar da atmosfera quase 7 bilhões de toneladas de carbono acumuladas em diversos tipos de vegetação nativa. ‡ Para saber mais informações : http://www.rets.org.br/?q=node/761
http://www.socioambiental.org/banco_imagens/pdfs/CODIGO_FLORESTAL_ESTUDO_O BSERVATORIO_DO_CLIMA.pdf

ii. Impactos do PAC e outros projetos desenvolvimentistas nas emissões
‡ Quase metade dos unidades de conservação serão afeitadas pelas projetos de infraestrutura ‡ Projetos de transporte e energia tem impactos diretos e indiretos nas mudanças climáticas como estimulam o fogo, o desmatamento e a fragmentação da floresta e a liberação do carbono ‡ Mais informações no artigo do Conservação Internacional do 2007
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http://www.conservation.org.br/publicacoes/files/politica_ambiental_3_maio_2007.pdf

‡ Belo Monte / Altamira demorá mais de 40 anos para as emissões sejam menos do que do gas natural estiudo de UFPA
http://www.periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/article/viewArticle/315

‡ Estudo do impato previso do reconsrtução do BR 319 , no sul da Roraima
‡ http://www.floresta.ufpr.br/firelab/artigos/artigo432.pdf

‡ Estudo sobre as estradas, fogo e as mudanças climáticas de 2009 (em inglês)
http://philip.inpa.gov.br/publ_livres/Teses%20e%20dissertacoes%20orientadas/Disserta%C3%A7%C3%A3o_Barni_OK_OK.pdf

Mapa 1: os projetos de energia e transporte do PAC (fonte: Instituto Socioambiental)

Mapa 2: Os projetos desenvolvimentistas na região Amazônica

(fonte: Conservação Internacional)

iii. Flexibilização das leis ambientias
‡ Licenciamento processo fraco e.g. licenças parciais, uns impactos não considerada,
‡ Falta dos estudos e metodológica para medir o impactos dos projetos, e.g. tem grande diferença nos cálculos das emissões de Belo Monte entre o governo e pelos técnicos independentes ‡ Etc, etc

iv. Falta de políticas e falta da implementação das políticas
‡ Construção das estradas ilegais ‡ Desmatamento ilegal e grilhagem das terras ‡ Urbanização desordenada que prejudica mais ainda as populações atingidas pelas mudanças climáticas ‡ Etc, etc.

Mais informações
‡ Contato: Kezia Lavan ‡ Email: kezia_lavan@yahoo.com ‡ Cel: 091 9220 9431