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O objectivo prioritário de uma empresa é maximizar a sua margem de lucro em
relação ao capital investido, nas seguintes componentes :

ͻ Instalações e equipamentos.
ͻ Área de vendas.
ͻ Fundo de maneio.
ͻ Stocks.

&'()**+,
-), -. é, por isso, contribuir para a
maximização dessa margem de lucro, minimizando o capital investido em
stocks e os consequentes custos financeiros e garantindo, em simultâneo, a
não paralisação do sector produtivo da empresa pela ocorrência de falhas de
materiais.


|  
    
Vorna-se quase impossível uma empresa trabalhar sem -.
Vorna- -.,, que se
constituem como uma reserva de materiais para facilitar a produção ou
satisfazer a procura pelos clientes, funcionando como amortecedor ao longo
dos vários estágios da fabricação ou das vendas.
vendas.
Quanto maior for o investimento nos vários tipos de materiais em stock, maior
será também a capacidade e a responsabilidade de cada um dos
departamentos da empresa, nomeadamente do departamento financeiro para
o qual a redução dos stocks ao mínimo é um dos objectivos prioritários.
Num sistema empresarial moderno, a responsabilidade da gestão de todos os
tipos de stocks pertence a uma única pessoa ou a um só departamento, que
deverá conciliar da melhor maneira os interesses dos restantes sectores da
empresa sem pôr em risco a sua operacionalidade. Desta forma, os vários
departamentos ou sectores da empresa ficam libertos deste tipo de
responsabilidade, podendo assim dedicar-
dedicar-se em absoluto às suas funções
específicas.

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› ›dministração ou a Gerência de uma empresa deverão definir, em


relação à Gestão de Stocks :

ͻ Os objectivos a serem atingidos.


ͻ Os parâmetros e as directrizes de base.
ͻ Os critérios para medir a respectiva performance.

Em regra, a Política de Gestão de Stocks de uma organização é


constituída pelo seguinte conjunto de directrizes :

l
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a) ›s metas da empresa quanto ao tempo de entrega das encomendas aos
clientes.
b) › definição do número de armazéns a instalar, e da lista de materiais a
serem stocados em cada um deles.
c) Os níveis de stock para o atendimento de situações de pico ou de quebra de
vendas, ou para alterações de consumo.
d) ›té que ponto será permitida a compra antecipada com preços mais baixos,
ou a compra de uma quantidade maior do que a necessária para a obtenção
de descontos.
e) › definição da rotação dos stocks.

› definição de uma Política de Stocks torna-


torna-se muito importante para o bom
funcionamento da Gestão de Stocks, nomeadamente os pontos 0 e 0 que,
dentro dos mencionados, são os que requerem maior atenção porque
influenciam directamente o capital investido em stocks.

i
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"12+,-,3-', 2(3+()'3'334,
šde matérias-
matérias-primas ou produtos acabados) indica que parte do valor desse
consumo deverá ser fornecida num determinado período de tempo.
Exemplificando, teremos :
Se uma determinada matéria-
matéria-prima tem um consumo médio mensal de 600
unidades, e se pretendermos um nível de serviço de 95 % num dado mês,
deveremos ter disponíveis em armazém :

600 unidades x 0,95 = 570 unidades

› relação entre o capital investido e o nível de atendimento em relação ao


consumo médio, encontra-
encontra-se representada graficamente na figura seguinte :

±
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› problemática do dimensionamento dos stocks reside na relação entre :


ͻ Capital investido.
ͻ Disponibilidades em stock.
ͻ Custos associados.
ͻ Médias de consumo.


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› organização de um sector de gestão de stocks e de aprovisionamentos requer a
formalização das suas funções principais, que são as seguintes :
ͻ Definir 7' deve ser mantido em stock šnúmero de artigos).
ͻ Definir 7', se devem reaprovisionar os stocks šperiodicidade).
ͻ Calcular ou estimar 7'-,, de um ou mais artigos em stock, necessária para um
determinado período.
ͻ ›ccionar o sector de Compras para o processamento dos aprovisionamentos.
ͻ Proceder à recepção, à armazenagem e ao atendimento das necessidades dos materiais em
stock.
ͻ Controlar os stocks em termos de quantidade e valor, e informar sobre a respectiva posição.
ͻ Proceder a inventários físicos periódicos, para a avaliação das quantidades e do estado dos
materiais em stock.
ͻ Identificar e abater ao stock os artigos obsoletos e danificados.

V
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Os principais tipos de materiais em stock encontrados, em regra, numa
empresa com componente industrial são os seguintes :

ͻ -48
-48*3 '9,: ʹ São os materiais de base necessários à
fabricação de produtos acabados sendo o seu consumo quantitativo, em
função das Fichas Vécnicas desses mesmos produtos šEngenharia de
Produto), proporcional ao volume de produção.
ͻ -3',9() ʹ São englobados todos os materiais
que estão a ser utilizados no processo de fabrico. Vrata-
Vrata-se, em geral, de
produtos semi-
semi-acabados que se encontram numa etapa intermédia do
processo produtivo.

È
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ͻ |,'-9, ʹ São abrangidos todos os produtos


transformados na totalidade, mas que ainda não foram
vendidos, situação esta que é normal nos sistemas de
produção para stock ou mistos šstock/encomenda).

ͻ 3-|(,2 ʹ Incorporadas as peças e


ferramentas de substituição utilizadas pelos equipamentos no
processo de fabrico, que são consideradas críticas para o
funcionamento da unidade.

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! | ;" <


   

Não é raro que o montante de compras atinja 50 % do volume de vendas da


empresa. Podemos afirmar que uma redução das quantidades compradas de
somente 2 %, ligada a uma sã gestão de stocks, conduz a uma economia de
1% sobre as vendas. Por outro lado, a introdução das novas orientações
estratégicas à gestão empresarial conduziram à segmentação da intervenção
das empresas no ciclo total de obtenção dos produtos, originando um aumento
das aquisições de produtos semi-
semi-acabados e serviços de modo a permitir a
concentração dos activos das empresas no núcleo duro do negócio, afim de
ganhar competitividade. Um bom exemplo, no sector da cerâmica, será a
aquisição de pasta preparada.

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Quantas fábricas, há vinte anos ou mesmo há dez anos atrás, adquiriam pasta
preparada para utilizarem na sua produção? › formulação da pasta era um
͞segredo͟ bem guardado e cada fábrica, por mais pequena que fosse, tinha a
sua própria pasta que não vendia a ninguém. O mesmo se está a passar em
relação aos sectores dos vidros, dos moldes, etc.
Fora destes sectores, temos outros exemplos :

ͻ Nos sectores têxtil e do calçado as compras de produtos e serviços representam 50


a 60 % dos custos industriais ou mesmo do valor de facturação.
ͻ No sector automóvel este valor sobe a 80 % do custo de uma viatura no Japão, 75
% nos EU› e 70 % na Europa.
ͻ Na metalomecânica ligeira estes valores situam
situam--se entre os 40 e os 50 %.

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Qualquer um destes exemplos mostra que a gestão dos


stocks e das compras são factores de relevância na gestão
actual das empresas.
Mas a gestão de stocks não constitui uma célula isolada na
empresa. Em resumo, para além de uma organização
própria que responda ao conjunto de economias possíveis
de realizar, a gestão de stocks encontra-
encontra-se, no seio da
empresa, como um órgão integrado numa organização
global que, caso não esteja suficientemente desenvolvida,
bloqueia a sua acção e a concretização dos seus
objectivos.

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!=! *, -.

Numa empresa industrial podemos encontrar, basicamente, quatro


tipos de stocks :

ͻ Stocks para fabricação :


Matérias--primas
Matérias
Matérias subsidiárias
Materiais de incorporação
Materiais de embalagem
ͻ Stocks para a manutenção e conservação
ͻ Stocks em curso de fabrico
ͻ Stocks de produtos acabados

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!=/ >?, @-A, -. 3*

São diversas as razões que estão na base da existência de stocks. Passamos


a enumerar aquelas que nos parecem mais importantes :

ͻ Fluxo das entradas e fluxo das saídas com diferentes ritmos.


ͻ Erros de previsão.
ͻ Produção por lotes.
ͻ Produzir mais do que é necessário.
ͻ Prazos de fornecimento e pouca flexibilidade na negociação dos prazos acordados.
ͻ Problemas de qualidade.
ͻ Sistemas fabris não balanceados šdiferenças de cadências entre os equipamentos),
originando stocks intermédios šentre as operações).
ͻ Muitas vezes ligadas ao processo do fabrico :

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Produção antecipada para reduzir o prazo de satisfação dos clientes.
Produção antecipada para regular as oscilações da procura e para compensar
irregularidades da fabricação šavarias, paragens, etc.).
Mudanças de fabrico.

Para reduzir os stocks é necessário reduzir o ciclo de produção mas, nesse


sentido, é fundamental :
Reduzir a dimensão dos lotes.
Fiabilizar o equipamento.
Eliminar as não conformidades.
Reduzir os tempos de set-
set-up.

Os efeitos mais importantes que resultam da existência de stocks são :


Os custos ligados à sua posse e à respectiva manutenção.
›s ineficiências que não são evidenciadas devido à sua existência.

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!=5 '-, -.

Os stocks suportam, para além do '-,'*-'


'-,'*-',, dois outros tipos de
custos : '-,*B3 das encomendas para a constituição e o
reabastecimento, que vai somar-
somar-se ao preço de compra dos artigos, e o '-
,* inerente à sua existência que vai agravar os preços de saída de
armazém.

!=5=! '-,|B3

O custo de passagem que corresponde, em média, a 1 % - 2 % do montante


total das encomendas, compreende todos os gastos devidos ao procedimento
de compra, como remunerações e encargos com os agentes do
aprovisionamento, estudos de mercado, despesas com negociações, redacção
das encomendas, controlo dos prazos, relance aos fornecedores, controlo das
entregas e conferência das facturas.

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!=5=!=! '-'+,(3-, 3,

›s despesas de lançamento de uma encomenda devem ser


procuradas em todos os serviços que intervêm no processo de
compra : Serviços Utilizadores šProdução, Manutenção), Serviço de
Compras, Recepção e ›rmazém, Contabilidade. Em cada serviço é
necessário determinar as despesas que se consideram proporcionais
ao número de encomendas.
›o nível do Serviço de Compras, a passagem šlançamento) de uma
encomenda ocasiona despesas administrativas relativas à procura de
possíveis fornecedores, à negociação e redacção das encomendas e
ao relance dos fornecedores em atraso.
O custo anual de lançamento das encomendas inclui :

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ͻ O custo de funcionamento dos serviços de compra šsalários, alugueres,
mobiliário de escritório, etc.).
ͻ Os custos de impressos, correio e telefone.
ͻ Os custos de deslocações dos compradores.
ͻ O custo das recepções, ensaios e análises.
ͻ O custo dos procedimentos realizados pelos serviços utilizadores.
ͻ O custo dos procedimentos contabilísticos : conferência das facturas,
classificação e registo, pagamentos.

O conhecimento deste custo permite calcular o custo médio de


lançamento de uma encomenda.

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Sendo :
 ї Custo de passagem da encomenda de um determinado artigo
C ї Quantidade de cada encomenda desse artigo
ї Consumo anual do artigo

Então o custo médio anual de lançamento das encomendas, para um


determinado artigo, obtém-
obtém-se multiplicando o número de aprovisionamentos
anuais šS/Q) desse artigo pelo custo unitário de passagem, isto é :

Se o consumo anual for constante, quanto maior for a quantidade de cada


encomenda menor será o número de encomendas anuais e menor será o
custo médio de lançamento por unidade do artigo em questão.


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!=5=/ '-'+,|

O custo anual de posse do stock é expresso em função do valor do stock,


através da taxa anual de posse do stock š-
š-). Compreende o custo do capital
imobilizado, os seguros, o custo de funcionamento do armazém, a
obsolescência e a depreciação e as perdas por deterioração.

0'-,*-+39+>,

É um elemento dominante entre as despesas de posse. É ao Departamento


Financeiro que o compete determinar, pois está ligado à política de
investimento da empresa. Com efeito, o capital imobilizado no stock não está
disponível para outros investimentos, tais como o aumento do parque de
máquinas, a modernização dos meios de produção, a publicidade, etc. Só o
Departamento Financeiro Financeira pode avaliar o rendimento médio que
espera desses investimentos.

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|  
    

90'-, B'

O seu montante é directamente proporcional ao valor do


stock e à classe de risco dos materiais em armazém.

0'-,'3-,3>43

Na prática, divide-
divide-se o montante global da amortização e
das despesas anuais de funcionamento do armazém
šsalários, alugueres, electricidade, manutenção, etc.) pelo
valor do stock.


|  
    

,0'-, 9+A*()
Este risco é difícil de calcular. Na prática, o melhor método
consiste em evitá-
evitá-lo, limitando a quantidade de
encomendas dos artigos susceptíveis de obsolescência ou
de depreciação.

0'-,|,*-()
Percentagem calculada por estatística, a seguir aos
inventários físicos. Visa fazer face a perdas que
acontecem, devido a deficiente manipulação ou
acondicionamento e a possíveis roubos.

U
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-3(),'-'+,|, -.

Se ' é o valor unitário de um artigo e - a taxa anual de posse do stock, então


'=- representa o custo anual de posse de uma unidade.
Ligue--se, então, esta noção à quantidade encomendada. Coloquemo-
Ligue Coloquemo-nos na
hipótese de um nível de stock decrescer linearmente desde C até , sendo
reaprovisionado instantaneamente com uma quantidade C. Sabemos,
naturalmente, que o -.34,:CD/ e o custo anual de posse do stock
será, assim :

Na prática e em média, o valor da taxa anual de posse de um stock š-


š-)
representa 10 % a 20 % do capital investido nesse mesmo stock.
stock.

l
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!=5=5 '-,'*-'
› ruptura pode verificar-
verificar-se nas seguintes duas actividades industriais :
ͻ 9() : Falta de materiais para dar continuidade ao processo produtivo.
ͻ '-() : Falta de uma peça que origina paragem de fabrico e cuja produção
não pode ser recuperada.

No primeiro caso šfabricação) podemos considerar duas espécies de ruptura :


ͻ '*-'|-+ : Detectada antes do lançamento em fabricação, origina custos
de urgência e custos comerciais.
ͻ '*-'+ : Detectada só após o lançamento em fabricação, gera custos de
outra natureza, seja o custo de posse de stock de produtos em curso, seja o custo
associado ao não cumprimento de prazos šperda da venda do produto/custo de
oportunidade).

i
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Por outro lado, o custo da ruptura em manutenção é devido à falta de uma
peça de substituição o que dá origem a um conjunto de consequências
financeiras que depende da peça e da máquina, da taxa de utilização da
máquina e das possibilidades de reparação.
O custo de ruptura tem em conta o tempo suplementar -, entre o tempo de
reparação -! com a peça a existir em stock e o tempo -/ para arrancar a
instalação quando a peça não existe em stock.
Durante este tempo E-/ -!0 o custo da ruptura integra, para além do custo de
posse dos produtos em curso de fabrico e do suplemento de desperdícios, a
*,,*,'()@*33B39'- :

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à|à à à à  àà àà 


±
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Em conclusão, para obter uma boa gestão de stocks é
preciso minimizar os três factores de custo : custo de
passagem das encomendas, custo de posse do stock e
custo de ruptura.
Por conseguinte, B'3-. engloba a procura de
uma solução optimizada em termos :

ͻ Físicos
ͻ ›dministrativos
ͻ Económicos


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/ 
     

Conforme já foi abordado anteriormente a gestão física de stocks preocupa-


preocupa-se,
por um lado, com a organização do espaço físico ocupado em armazém e, por
outro, com a conservação e as movimentações necessárias, desde a recepção
dos materiais até à sua entrega aos utilizadores internos ou aos clientes
externos.

Compreende a definição :
ͻ Do layout e da implantação dos armazéns
ͻ Do plano de arrumação dos materiais
ͻ Dos meios de movimentação associados
ͻ Do plano de conservação dos materiais

V
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5 
 " %   
O conhecimento das existências, em quantidade e em valor, responde a várias
necessidades da empresa, servindo para alimentar a contabilidade, gerir a
tesouraria e gerir os reaprovisionamentos. É indispensável o conhecimento do
preço unitário das matérias-
matérias-primas para o poder integrar no cálculo dos preços de
custo dos produtos finais ou em curso. È, portanto, necessário que os stocks e os
seus movimentos sejam correctamente valorizados. Em termos de gestão dos
stocks, o inventário permanente permite informar as quantidades e os custos
unitários, bem como o valor dos consumos anuais, parâmetros de base para definir
o período económico de encomenda. Por outro lado, os custos unitários servem de
referência aos compradores, permitindo determinar os custos de transferência dos
artigos cedidos a outros serviços da empresa ou vendidos ao exterior. Em resumo,
o conhecimento global do stock só se obtém quando se fala em unidades
monetárias e não apenas em quantidades, donde a necessidade de dispor de
dados quantificados e valorizados sobre as existências : os consumos, as entradas
e os stocks detidos.

È
|  
    

› Gestão ›dministrativa dos Stocks controla os fluxos de informação e fiabiliza


os dados recolhidos, ao mais baixo custo, através :
ͻ Da gestão eficiente do processo de recepção.
ͻ Do registo correcto e funcional das movimentações.
ͻ Do controlo do inventário permanente.
ͻ Da gestão eficiente do processo do reaprovisionamento.
ͻ Do controlo contabilístico dos stocks.

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5=! *,23-3-+>,
Os materiais, dentro da empresa, estão sujeitos aos mais diversos
tipos de movimentos. Destes, os mais utilizados são os seguintes :

ͻ -,,3* ʹ Produtos provenientes de fornecedores que


provocam o aumento das existências.
ͻ 1,*-+>()- ʹ Produtos requisitados para uso na própria
empresa, que originam a redução das existências.
ͻ @*,() ʹ Movimento de saída para o exterior, que conduz à redução
das existências.
ͻ &A ʹ Movimentos entre armazéns ou entre locais de
armazenagem que não conduzem ao aumento, em termos globais, do
inventário.


|  
    

ͻ 2+'(?,9() ʹ Ou, mais genericamente, devoluções de


utilização, que compreende os movimentos de entrada em stock
provenientes de saídas de stock não utilizadas.
ͻ 2+'(?, ʹ Movimento de saída resultante da não
aceitação de materiais provenientes de compras, mas cuja não
conformidade só foi detectada após o movimento de entrada dos
materiais em armazém.

243F--F+(7'-,-323-,23
,'>,313--3-,*:2+..
,'>,313--3-,*:2+


|  
    
5=/ -4%+34-

› valorização de qualquer elemento do -2,#+( de uma empresa


tem reflexos naturais ao nível dos seus '+-,
'+-,,, pelo que os critérios de
valorização dos stocks têm de ser ponderados com toda a prudência.
Os critérios de valorização correntemente utilizados são os seguintes :

5=/=! '-4,|,,

› avaliação feita através do custo médio ponderado é a mais frequente, tendo


como base que o preço de cada saída é o preço médio de todas as compras
de um determinado artigo em stock.
Este tipo de avaliação equilibra as flutuações dos preços de aquisição e
reflecte os preços reais das compras do material.
O custo médio ponderado é calculado através da seguinte expressão :

UU
|  
    
GHI
GH IEJ0D"
EJ0D"

Em que :
G - Custo médio.
J - Preço em Euros de cada compra.
" - Quantidade total de material aprovisionado.

@3*+,*+()
Vejamos a seguinte ficha de movimentos de armazém :

FICHA DE MOVIMENTOS DE ARMAZÉM - CUSTO MÉDIO


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›   ›› ›
› › 
             
               !
       
        



  
   
  
à
|   : Eu à

Ul
|  
    
Para este caso, teremos :

є š ) = 11.500,00 Euros
N = 700 unidades
X = 11.500 / 700 = 16,43 Euros

5=/=/ '- -,,


É fixado um valor standard para cada artigo em stock. Vodos os movimentos
se processam com base no valor estabelecido para o período de referência
šnormalmente 1 ano).
Os desvios entre os valores reais e o standard fixado vão à conta de desvios e
são regularizados no final do exercício. É, também, um método muito utilizado.

Ui
|  
    
5=/=5 4-,| | E 0
› avaliação por este método é realizada pela ordem cronológica de entradas
šPrimeiro a Entrar, Primeiro a Sair - First In, First Out).
Sai o material que primeiro foi recebido no armazém, sendo substituído pela
mesma ordem cronológica em que foi recebido e devendo ser aplicado sempre
o preço real de cada compra.
›s existências têm tendência a ser sobreavaliadas e as imputações aos
produtos conduzem, tendencialmente, à sua subvalorização.

@3*+,*+()
Numa empresa entraram em armazém, no dia 06/08/2005, 100 unidades de
um determinado artigo ao preço de 15,00 Euros cada uma; no dia 07/08/2005
entraram mais 150 unidades ao preço de 20,00 Euros cada uma; no dia
08/08/2005 saíram 150 unidades, como se pode observar na ficha de
movimentos a seguir :


|  
    

!I I !I!
à
An N.º NTRADA AÍDA ALDO
2005 . Quant. P  P  Quant. P  P  Quant. Ttal
Data (Un.) Unit. Ttal (Un.) Unit. Ttal (Un.) ( u )
±      
     

     
     à
P à

U
|  
    
5=/=K 4-, | E 0
Este método de avaliação considera que deverão sair, em primeiro lugar, os
últimos lotes de um artigo que deram entrada no armazém o que, na prática,
equivale a que o saldo em stock seja avaliado ao preço das entradas mais antigas
šltimo a Entrar, Primeiro a Sair - Last In, First Out). Este critério conduz a uma
tendência de inflacionamento do custo dos produtos fabricados, uma vez que se
utilizam sempre os lotes mais recentes existentes em stock.
Em contrapartida as existências são tendencialmente subavaliadas, uma vez que
se mantêm os lotes mais antigos que integram o stock.

@3*+,*+()
Numa empresa entraram em armazém, no dia 06/08/2005, 100 unidades de um
determinado artigo ao preço de 15,00 Euros cada uma; no dia 07/08/2005 entraram
mais 150 unidades ao preço de 20,00 Euros cada uma; no dia 08/08/2005 saíram
150 unidades, como se pode observar na ficha de movimentos a seguir.

UV
|  
    

FICHA D MO IM NTO D ARMAZ M - M TODO LIFO


à
A o Nº EN RADAS SA DAS SA DO
 o Q   | o | o Q   | o | o Q   o
D U  U  o U  U  o U  E o
           
    
     

  
     
à
 : u à


|  
    

5=/= 4-," E"@-- '-0

Segue a mesma lógica do LIFO, considerando que


as saídas se efectuam ao valor de mercado.
Este critério afecta, sobretudo, a valorização dos
produtos onde são imputados os artigos
movimentados.

l
|  
    
K 
   "   

O problema da gestão económica dos stocks não se centra na


aplicação de métodos de gestão, mas na selecção do melhor método
para cada artigo, conforme a sua identidade, as suas características de
consumo, de preço, de prazo e os custos associados à armazenagem,
ao reabastecimento e à ruptura.
Vrata--se de garantir o abastecimento dos utilizadores ao menor custo
Vrata
total, através da :
a) Minimização dos custos de posse e de passagem.
b) Redução dos obsoletos.
c) Redução das rupturas.


|  
    
Para o efeito 4*9+'+3@-,)-.34,3
7'-,,32+F&-'+-,9-,3
34-,*+,..
34-,*+,
Para medir a eficiência da utilização de um stock recorre-
recorre-se a indicadores que
traduzem a relação entre o consumo e o stock médio detido.
Um desses indicadores é a @',,-(), -. :


|  
    

Vraduz o número de vezes que o stock se renova. Quanto mais


elevada for esta taxa tanto melhor é a gestão adoptada. Este indicador
pode apresentar valores que se situam num intervalo muito largo, que
pode ir de valores inferiores à unidade até 100, dependendo do tipo de
artigos e da indústria de referência. Vodavia, é considerado positivo um
rácio superior a 5 para uma indústria tradicional.
Se o consumo anual de um artigo for de 60.000,00 Φ e se o stock
médio no período foi de 15.000,00 Φ, a taxa de rotação será igual a 4 o
que significa que o stock se renova quatro vezes por ano ou de 3 em 3
meses.

lU
|  
    
Outro indicador utilizado é a @',,9-'4,, -. :

Este indicador traduz o número de meses de consumo assegurado pelo stock


Médio. Existe, ainda, um terceiro indicador que se traduz pela @,'*-'
dos stocks e que se pode medir através do seguinte rácio :

É difícil definir um valor óptimo para esta taxa, dado que é função de um elevado
número de variáveis. Vodavia, poderemos considerar como valores razoáveis para
a taxa de ruptura os que se encontrarem compreendidos num intervalo entre os 2%
e os 4 %, para o stock global.

ll
|  
    
  "  " " L "
    

Para melhor se entenderem as metodologias utilizadas na gestão de stocks,


vamos introduzir alguns conceitos que se revelam fundamentais.

=!
:&*--2,23-(), -.

› representação da movimentação šentradas e saídas) de um stock pode ser


feita através de um gráfico, no qual a abcissa é o tempo de consumo ,
geralmente expresso em meses, e a ordenada é a quantidade C em unidades
de um ou mais que um artigo em stock, no intervalo de tempo .
Este gráfico, conhecido como
:&-, 

:&-, ,, é apresentado na
figura seguinte :

li
|  
    


|  
    
Como se pode observar o stock iniciou com 140 unidades e foi consumido,
num determinado período de tempo, até atingir o ponto zero.
Quando isso aconteceu, deu entrada no armazém uma reposição de 140
unidades que o levou de novo à posição inicial.
Este ciclo será sempre repetitivo e constante, desde que se verifiquem os
seguintes pressupostos :

ͻ Inexistência de alterações de consumo durante o período de tempo .


ͻ Inexistência de falhas administrativas špor exemplo, esquecimento ou atraso no
lançamento dos pedidos de aprovisionamento ou das ordens de compra).
ͻ Inexistência de atrasos por parte dos fornecedores.
ͻ Inexistência de rejeições por parte do Controle de Qualidade.

l
|  
    
› prática demonstra que estas quatro condições não são, em regra,
cumpridas com regularidade, pelo que deve ser criado um sistema que
absorva as anomalias e que diminua o risco do stock ficar a zero
durante um determinado período de tempo, com consequências
normalmente graves para a empresa a par dos respectivos custos
adicionais, tais como :

ͻ Paralisação de um ou mais sectores produtivos.


ͻ Incumprimento dos prazos de entrega de encomendas.
ͻ Deterioração da imagem no mercado.
ͻ Redução dos volumes de vendas e de facturação.
ͻ Diminuição da produtividade global.

lV
|  
    
Retomando o gráfico apresentado anteriormente e se for calculada
uma quantidade considerada de reserva špor exemplo 20 unidades), o
stock será consumido até atingir as 20 unidades, sendo então repostas
120 unidades que o levam à posição inicial š140 unidades).
› quantidade de 20 unidades servirá como segurança ou protecção,
para as eventualidades que possam ocorrer durante o período de uma
nova reposição.
Este -., B'( deverá ser dimensionado com critério e
bom senso, tendo em linha de conta que representa capital investido e
inoperante.
› figura seguinte mostra o Gráfico Dente de Serra utilizando o Stock
Mínimo ou de Segurança :


|  
    

i
|  
    
=/ |'
Os produtos em stock estão sujeitos a diferentes tipos de procura a
saber :

|',*,-
› procura de produtos finais é originada na envolvente exterior ao
sistema produtivo e possui um comportamento aleatório. Os produtos
finais possuem, então, um padrão de *',*,-
*',*,-.. Os
stocks de produtos acabados šou stocks de distribuição) destinam
destinam--se a
vários clientes, sendo esta procura independente de qualquer factor
interno da empresa.
› soma das várias encomendas pode originar um padrão de procura
homogeneizado e regular ao longo do tempo.


|  
    


|  
    
|'*,-

Os componentes e os subconjuntos, ao serem incorporados na


produção dos produtos finais, possuem uma *',*,- da
procura de um outro produto não sendo, por isso, directamente
influenciada pelo mercado.
Só existe procura de um componente ou subconjunto quando é
desencadeado o fabrico de um lote do produto final. ›ssim e até ao
fabrico do próximo lote, a procura desse componente ou subconjunto é
nula.
Os stocks de fabricação resultam, então, do plano de produção
definido para os produtos acabados. › procura resulta, assim, das
decisões da empresa em relação à fabricação, estando delas
dependente.

iU
|  
    
› procura dependente apresenta algumas características particulares :

ͻ Não é regular, na medida em que apresenta picos na altura da entrada na


fabricação.
ͻ Não é aleatória, já que é perfeitamente conhecida a partir do momento
em que o programa de produção dos produtos acabados é estabelecido.
ͻ ›lém disso, as necessidades dos componentes são independentes entre si,
sendo certo que um mesmo componente pode ser necessário à produção
de vários produtos acabados. › fabricação de um produto final obriga à
disponibilidade de todos os componentes que o constituem.

il
|  
    

Deste modo, uma mesma peça pode impedir a produção de


vários produtos acabados, o que obriga a uma gestão
͞apertada͟ do stock com reduzidos níveis de ruptura.
› procura é o factor mais importante em todo o planeamento
de um sistema de Gestão de Stocks. O seu correcto
conhecimento e estudo podem facilitar, de sobremaneira,
todo o processo maximizando a eficácia desta função da
empresa.

ii
|  
    
à
|   

|  

 


|  
    
@3*+#+-
› procura de bicicletas é independente porque é directamente determinada
pelo mercado.
à

i
|  
    
› procura de rodas šsubconjunto do produto final) é dependente
porque está aritmeticamente relacionada com a procura de bicicletas :
são necessárias 2 rodas para produzir 1 bicicleta e só são necessárias
rodas quando há produção de bicicletas.
Mas as rodas, para além de serem utilizadas na cadeia produtiva das
bicicletas, podem ser colocadas no mercado de componentes de
substituição.
Nesse caso, para além do padrão de procura dependente da produção
de bicicletas é necessário considerar a aleatoriedade da procura
independente.

iV
|  
    
=5 :+#

O princípio da classificação ›C ou curva 80 ʹ 20 é atribuído ao


italiano Vilfredo Paretto que, em 1897, elaborou um estudo sobre a
distribuição de renda.
›través deste estudo, apercebeu-
apercebeu-se de que a distribuição de riqueza
não se dava de maneira uniforme, havendo grande concentração
š80%) nas mãos de uma pequena parcela da população š20%).
Este princípio de análise estendeu-
estendeu-se a outras áreas e actividades, tais
como a industrial e a comercial, sendo mais amplamente aplicado a
partir da segunda metade do século XX. Esta análise permite, então,
classificar os problemas por ordem de importância em três categorias
šF#
F#).
).


|  
    

Como não é possível nem aconselhável tratar todos os artigos


da mesma forma, a análise ›C é uma ferramenta de gestão
muito simples, mas com grande eficácia na classificação
correcta dos stocks, criando três níveis de prioridade distintos na
respectiva gestão. ›ssim, este método classifica os stocks em
três grandes grupos, , # ou , de acordo com a percentagem
dos consumos anuais que cada grupo representa.
› separação é feita de acordo com a seguinte metodologia :

±
|  
    
ͻ +
Este é o grupo de artigos com maior valor de consumo anual, embora
seja representado por um pequeno número de artigos : 15 a 20 % do
total de artigos correspondem a 75 a 80 % do valor do consumo anual
total.
ͻ +#
É um grupo intermédio : 20 a 25 % do total de artigos representam 10
a 15 % do valor do consumo anual de todos os artigos.
ͻ +
Este grupo de artigos possui o menor valor de consumo anual, embora
represente um elevado número de referências : 60 a 65 % do número
total de artigos correspondem a 5 a 10 % do valor do consumo anual
de todos os artigos.

±
|  
    

±
|  
    
› gestão de cada grupo deve ser realizada da seguinte forma :

+
Os artigos devem ser controlados frequentemente, de forma a manter
existências baixas e a evitar rupturas.

+#
Os artigos devem ser controlados com uma periodicidade mais alargada.

+
Os artigos devem possuir regras de decisão muito simples e totalmente
automatizadas. Os níveis de stock de segurança podem ser mais elevados
do que os dos artigos das classes › e , de forma a minimizar os
inconvenientes de eventuais rupturas.

±U
|  
    

=5=!88 +B-3,:+#
=5=!

1 - Ordenar os artigos por ordem decrescente de valor


anual de consumo.
2 - Calcular o valor acumulado.
3 - Calcular a percentagem de cada artigo šem valor).
4 - Calcular a percentagem acumulada šem valor).
5 - Calcular a percentagem acumulada de quantidade de
referências.
6 - Classificação dos artigos š›,  ou C)

±l
|  
    
=5=/ *+(),:+#M
-), -.,
*23-

› +&()# é um instrumento fundamental para o gestor de


stocks e dos aprovisionamentos, dado que permite identificar os
artigos que justificam atenção e tratamento adequados, em função do
seu grau de importância numa determinada empresa.
Vem sido utilizada não só para a gestão de stocks, mas também para a
definição de políticas de vendas, para a determinação de prioridades
em termos de programação da produção e até para a resolução de
outros problemas correntes das empresas.

±i
|  
    
3-3,
-), -.,-9'(),-B*++
F#9,F3BFB'--4

„  „
„   „ 
› ›
 i
   i
Èi
 ›  Èi
à

±±
|  
    

=5=5 @3*+,*+(),+&()#

Para ilustrar as etapas de realização de uma classificação


›C e da curva ›C, apresenta-
apresenta-se um caso simplificado
para apenas dez artigos, relativo a uma fábrica de móveis
de cozinha.
No entanto, o procedimento é válido para qualquer número
de artigos.

±
|  
    
!          
à
            
      

  id des   
s 
÷       
÷         
÷   !   "  #
| $%  &   '   #
|(     #  #
  $ )  *+ *+ '
| $ & ,  ',  -
.  /   /  '
0 |1  '   /  #
÷ |
2$  + &   !  #/
à
Ordenando os materiais por ordem decrescente dos respectivos valores de
consumo e aplicando o algoritmo da classificação ›C, teremos :

&/
|  
    
„  !„ „
à
       „ . „  .
.   „  „     „
        

s  „   „  

s 
2÷   # # '& 
2÷   ' !"' &# 
!2|(  # '&' #/" 
'2| $%  # '/"' /!- 
-2| $ - -'& /#/ 
&2   $ ) ' -!/& "" 
#2.  ' -& "-# „
/2÷   -# "#' „
"2÷ |
2$  + #/ -#// "// „
20 |1  # -/&  „
à

±È
|  
    

Conclui-se, assim, 7'/N,-B*-M


Conclui-
+FKNM+#KNM+..
+FKNM+#KNM+
› partir destes elementos pode ser construída a curva
›C.
Para tal, é traçado um sistema de eixos no qual a abcissa
representa a percentagem acumulada de artigos e a
ordenada a participação percentual acumulada dos seus
valores anuais de consumo no valor total anual de
consumo, como mostra o gráfico seguinte :


|  
    
„ „




l d ll
lde



/
„s


&

'






l d de ig s
à
„  „  „ „ à

|  
    

Do gráfico representativo da curva ›C e da análise


realizada, conclui-
conclui-se que :

ͻ + - 20 % dos artigos correspondentes a 67 % do valor


total anual de consumo.
ͻ +# - 40 % dos artigos correspondentes a 24,9 % do valor
total anual de consumo.
ͻ + - 40 % dos artigos correspondentes a 8,1 % do valor
total anual de consumo.


|  
    
Desta forma, a gestão dos stocks e dos aprovisionamentos dos artigos da
classe  deve ser rigorosa, utilizando stocks de segurança dentro de níveis tão
baixos quanto possível.
Por outro lado, o controle dos artigos da classe  deve ser simples podendo
utilizar níveis de stock de segurança mais elevados, dado que o seu custo tem
uma influência muito pequena no valor do custo total do stock. Finalmente, os
artigos da classe # devem ser geridos através de um modelo intermédio em
relação aos utilizados para os artigos das classes › e C.
Vemos, assim, que a ›nálise ›C apresenta uma vasta gama de aplicações
dentro de uma empresa podendo ser utilizada em empresas de pequena,
média ou mesmo grande dimensão, dispondo ou não de estruturas de apoio
dotadas de tecnologias de informação direccionadas à Gestão da Produção.

U
|  
    
=K +&()1-

Os materiais ou artigos existentes em armazém devem, também, ser


classificados em 1, 2 ou 3 de acordo com o seu B',-,,
em relação ao processo de fabrico de uma determinada empresa ou
aos seus clientes, no caso de se tratarem de produtos acabados.
Para tal, utilizam-
utilizam-se os seguintes critérios :

ͻ
'! - › sua falta origina a paralisação total da empresa ou dos seus
clientes.
ͻ
'/ - › sua falta origina a paralisação parcial da empresa ou dos seus
clientes.
ͻ
'5 - › sua falta não origina qualquer tipo de paralisação da empresa
ou dos seus clientes.

l
|  
    
= +&()39,

› +&()39, cruza os parâmetros definidos pela


›nálise ›C com os da classificação Crítica, isto é, combina os artigos
classificados em termos económicos com o seu grau de criticidade.
Este tipo de classificação tem como objectivos definir modelos de
controlo de stocks mais rigorosos, no que toca ao período de revisão, e
determinar com uma maior base de sustentação os respectivos
parâmetros de gestão, tais como o Ponto de Encomenda, o Stock de
Segurança, o Nível de Serviço, etc.
› classificação Combinada é formada do seguinte modo :

i
|  
    

„ !„
 „ !„
 „ !„

„ „Í„ „  
›  ›
›  ›
› U ›U
  
  
 U U
  
  
 U U
à

±
|  
    
#9+B&

͞PURCH›SING ›ND SUPPL M›N›GEMENV͟ - ›IL , Peter š2004)


͞LOGÍSVIC› E ›DMINISVR›O DE M›VERI›IS͟ - Marco ›urélio P.
Dias š2003)
"›DMINISVR›O D› PRODUO" - Joseph G. Monks š2004)
͞M›NU›L PRON›CI DE LOGÍSVIC›͟ ʹ ›EP šEdição 2004)
͞PL›NV L› OUV ›ND M›VERI›LS H›NDLING͟ ʹ ›PPLE, James
š2003)
͞M›NU›L DE ›RM›EN›GEM MODERN›͟ ʹ KRIPPENDORF,
Herbert šEditorial Pórtico)