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Versão do Multiplicador

Moinhos Tubulares de Bolas

PROCESSOS

Moagem de Cimento
Moinhos Tubulares

Cimentos

Roteiro do Treinamento

MOINHOS TUBULARES DE BOLAS
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Parte 1
Parte 2 Parte 3 Parte 4 Parte 5 Parte 6

Conceitos sobre Moinhos Tubulares Casco do Moinho Frentes de Moinhos Tubulares Dispositivos Entrada e Alimentação Mancais de Moinhos Tubulares Revestimentos de Moinhos Tubulares Diafragmas de Moinhos Tubulares Parede e Dispositivo de Saída

Parte 7
Parte 8

PROCESSOS

Moagem de Cimento
Moinhos Tubulares

Cimentos

Descrição do Treinamento
Meta do Treinamento
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Ao final deste treinamento vocês serão capazes de descrever um moinho tubular de bolas, seus principais componentes e como evitar problemas de produção por falta de inspeção e∕ou manutenção no moinho.

Duração

16 horas 1 hora avaliação auto-instrutiva.

Informações

Nome: Ricardo Telles Telefone: 081 - 8729.1306 E-mail: ricardot@suwanneecement.com

PROCESSOS

Moagem de Cimento
Moinhos Tubulares

Cimentos

Pré-requisitos

Pré-requisitos
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2o grau completo Módulo Processo de Fabricação de Cimento Módulo de Processos de Moagem Módulo de Moinhos Tubulares de Bolas

PROCESSOS

Moagem de Cimento
Moinhos Tubulares

Cimentos

Método de Avaliação
Componentes Participação e interesse em sala de aula.
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Nota Máxima 60% 40%

Nota da Avaliação Final

Nota de Aprovação

<80 %>

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Moagem de Cimento
Moinhos Tubulares

Cimentos

Objetivos da Lição
Ao final deste treinamento você deverá ser capaz de responder as seguintes perguntas:
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1. 2.

Quais as finalidades de um moinho tubular Quais as funções dos diferentes componentes de um moinho tubular: casco, caixa de entrada, mancais, revestimentos, diafragmas, caixa de saída. Quais as funções dos diferentes tipos de revestimentos do casco do moinho.

3.

4.
5.

Como funcionam os diferentes tipos de diafragmas intermediários.
Como inspecionar e manter os diafragmas dos moinhos.

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Moagem de Cimento
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Cimentos

Roteiro do Treinamento
Parte 1
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Conceitos sobre Moinhos Tubulares

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1. Conceitos sobre Moinhos Tubulares
Milhares de moinho tubulares de bolas foram fabricados e empregados nas indústrias do cimento e de mineração embora tenham a pior eficiência entre todos tipos de moinhos disponíveis no mercado. Se determinarmos um processo de moagem 100% eficiente, os demais processos terão as seguintes eficiências relativas.
Moinho de Sachsenberg, 1876, exibindo as mesmas características de projeto dos moinhos modernos.

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Britador de rolos Britador de martelos Moinho de barras Moinho de bolas

80% 22% 13% 4%

PROCESSOS

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Cimentos

1. Conceitos sobre Moinhos Tubulares
Apenas cerca de 4% da energia é realmente usada para o processso de moagem em um moinho tubular de bolas.O resto da energia é convertido em calor, som, turbulência, etc. Entretanto, quando se faz necessário o processo de moagem não cabem dúvidas de que o moinho de bolas continua sendo o mais aceito entre tais equipamentos.

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Moinho de Cimento 1906 - 1,2 m x 6,0 m; acionamento com polia.

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1. Conceitos sobre Moinhos Tubulares
A moagem é uma parte essencial de qualquer planta de cimento, e quando se considera os moinhos de bolas estes representam cerca de 50 -75% do consumo da energia elétrica total da planta.

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Moinho para minério de ouro 6,2 m x 22,5 m; motor 11.200 kW; 13,0 rpm – EUA - 1994

Portanto, faz-se necessário um estudo detalhado do moinho de bolas e de seus elementos internos de modo a obter os melhores resultados possíveis da moagem com um consumo mínimo de energia. .

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Cimentos

1. Conceitos sobre Moinhos Tubulares

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Um moinho de bolas consiste de um cilindro metálico que acomoda a carga moedora, o revestimento do casco e os diafragmas. Em uma extremidade do moinho fica instalado um dispositivo de entrada de matérias cruas e uma parede de fechamento com revestimento.

Moinho Tubular de Bolas Varrido a Ar (Tirax Unidan – F.L.Smidth)

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Moagem de Cimento
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1. Conceitos sobre Moinhos Tubulares

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Na outra extremidade existe um dispositivo de descarga das matérias moídas e uma parede de fechamento, também com revestimento de proteção. Normalmente os moinhos são montados com duas câmaras de moagem.
Moinho Tubular de Bolas Moagem e Secagem Matérias Primas (Duodan – F.L.Smidth)

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Moagem de Cimento
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Cimentos

1. Conceitos sobre Moinhos Tubulares

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(1) Setor Frontal (2) Revestimento Câmara 1 (3) Parede frontal Diafragma

(4) Parede Traseira Diafragma (5) Anéis Retenção (6) Revestimento Câmara 2

(7) Setor de Saída com Diafragma Traseiro

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1. Conceitos sobre Moinhos Tubulares

Avaliação Parcial
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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO ?

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1. Conceitos sobre Moinhos Tubulares

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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO !!!

CONCEITOS BÁSICOS SOBRE MOINHOS História dos Moinhos Tubulares Eficácia de Moinhos Tubulares Componentes Básicos de Moinhos Tubulares

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Roteiro do Treinamento 2. Casco do Moinho
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2. Casco do Moinho
Para se otimizar as dimensões de um moinho é necessário obter certo compromisso entre o objetivo de produção e o peso mínimo do equipamento. O peso do moinho é o resultado da superfície mínima necessária do cilindro para assegurar a estabilidade do equipamento.

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Moinho Tubular de Bolas Vista Geral

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2. Casco do Moinho

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Bernutat estabeleceu uma equação para obter o peso mínimo do moinho através da razão entre seu comprimento e diâmetro. Assim, temos: - para moinhos com apenas 1 compartimento:

L / D = 1.5

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2. Casco do Moinho

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- para moinhos com apenas 2 compartimentos.

L / D = 3.0

- para moinhos com apenas 3 compartimentos.

L / D = 4.5

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2. Casco do Moinho
No processo de otimização de um moinho, seu comprimento (L) e diâmetro (D) devem ser adequadamente correlacionados pois variações nos mesmos podem conduzir a diferentes resultados de moagens.
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Como a granulometria do material alimentado fica dentro de uma faixa restrita e a velocidade axial no interior do moinho também não muda significativamente entre moinho diferentes, a razão comprimento / diâmetro (L/D) é um fator preponderante na distribuição granulométrica do produto bem como em sua superfície específica.

D

L

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2. Casco do Moinho

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Na Alemanha as dimensões básicas dos moinhos são regidas pela norma DIN 24.111, Moinhos Tubulares. Esta norma refere-se ao diâmetro livre do cilindro e descreve tamanho e posição das portas de inspeção, furação para os parafusos de fixação do revestimento, etc.

Moinho Tubular de Bolas Vista do casco de moinho sendo transportado para soldagem e montagem final.

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2. Casco do Moinho
O cilindro do moinho é construído em aço qualidade DIN 17.100, material 1.0112/6, correspondente a A-113, grau B da ASTM, resistente a tensões e trincas, bem como capaz de aceitar trabalhos de solda.

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Moinho Tubular de Bolas Vista do casco do Moinho sendo transportado para seus apoios principais.

A espessura da chapa do cilindro é de cerca 1/100 a 1/75 do diâmetro do moinho; quando se calculam tais valores deve se levar em conta os furos a serem executados para fixação do revestimento que podem diminuir a resistência mecânica em até 11%.

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2. Casco do Moinho Avaliação Parcial
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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO ?

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2. Casco do Moinho

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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO !!!

CASCO DO MOINHO Dimensões Básicas do Moinho Relações Comprimento ∕ Diâmetro Materiais Empregados no Casco do Moinho

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Roteiro do Treinamento
3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho
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3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho
O dispositivo de entrada, instalado para admitir matérias frescas ao interior do moinho tubular pode ser projetado em diferentes modos.
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DISPOSITIVO DE ENTRADA E ALIMENTAÇÃO DE UM MOINHO TUBULAR DE BOLAS

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3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho
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Pode, por exemplo, ser constituído por uma tremonha de entrada, um dispositivo de levantamento do material alimentado e um munhão de entrada com seu respectivo revestimento.
DISPOSITIVO DE ENTRADA (1) Tremonha de Entrada (2) Dispositivo de Levantamento (3) Munhão de Entrada

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3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho
A tremonha de entrada é feita de chapa metálica relativamente fina, provida com costelas de proteção contra desgaste.
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Este projeto faz com que o material alimentado atinja diretamente apenas o próprio material crú que fica preenchendo os espaços entre as costelas de proteção e os cantos vazios da tremonha.

TREMONHA DE ENTRADA Esquerda: F.L.Smidth Direita: Polysius

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3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho
O dispositivo de levantamento consiste de uma seção de entrada e ferramentas de levantamento. O objetivo é prevenir derrame de material pela entrada do moinho e assegurar uma alimentação uniforme ao mesmo.
Por causa do alto desgaste desta caixa, também se provê costelas de proteção. Os elementos levantadores podem ser fornecidos em projetos soldados ou fundidos.

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DISPOSITIVO OU CAIXA DE LEVANTAMENTO

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3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho

Munhões tem as seguintes funções:
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a. suportar o moinho; b. permitir a rotação do moinho e formar um filme de óleo que possa suportar o moinho; c. apoiar o dispositivo de levantamento para alimentar o moinho com matérias cruas.
MUNHÃO Moinho em montagem

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3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho
Para suportar os moinhos os munhões tem que ter certa rigidez e resistência pois a carga a que está submetido pode causar tensões complicadas de empenamento e stress em sua parte cilíndrica. Como meio para reduzir ao máximo o desgaste do munhão, seu revestimento é provido com costelas longitudinais que previnem que o material a ser moído possa deslizar diretamente sobre o mesmo.
COSTELAS LONGITUDINAIS PARA PROTEGER O MUNHÃO

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MUNHÃO TRADICIONAL vista frontal e corte lateral

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3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho
Moinhos modernos tem uma entrada estacionária em chapa de aço tipo “túnel” que também conduz ar de ventilação ao interior do moinho e é aparafusado a uma flange na face frontal do moinho. Esta peça é equipada com uma gelosia e monitoramento de pressão para ajustar esta pressão de entrada do moinho prevenindo assim a emissão de pó nesta região.

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DISPOSITIVO MODERNO DE ENTRADA vista externa

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3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho
O chute de alimentação, que é revestido com placas contra desgaste, inclina-se através do túnel até a entrada do moinho.
O material crú desliza pelo chute, passa sobre uma série de placas contra desgaste (que podem ser facilmente trocadas), cai no cone de entrada que roda em conjunto com o moinho e finalmente alimenta o mesmo.
DISPOSITIVO MODERNO DE ENTRADA

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O ar que penetra no moinho arrasta o pó de material fino da caixa de entrada para o interior do mesmo.

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3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho

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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO ?

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3. Dispositivos de Entrada e Alimentação do Moinho

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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO !!!

DISPOSITIVO DE ENTRADA Tremonha de Entrada Dispositivo de Levantamento Munhão de Entrada

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Roteiro do Treinamento 4. Frentes de Moinhos Tubulares
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4. Frentes de Moinhos Tubulares
A frente do moinho destina-se simplesmente a fazer o fechamento do cilindro do casco do moinho. No passado a frente do moinho era manufaturada em uma peça única simples de aço fundido.
A frente é conectada a um munhão que repousa sobre um mancal de apoio e tem um corpo cônico e uma flange de conexão com o cilindro do moinho

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FRENTE CÔNICA TRADICIONAL vista geral de uma frente de moinho

.

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4. Frentes de Moinhos Tubulares
As frentes são montadas normalmente por meio de parafusos de fixação com torque adequado. As frentes dos moinhos são submetidas principalmente a tensões de flexão porque as forças de compressão bem como outras forças são desprezíveis.

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FRENTE CÔNICA TRADICIONAL vista frontal e corte lateral de uma frente de moinho

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4. Frentes de Moinhos Tubulares
Com os novos tipos de mancais de sapatas deslizantes e munhões de anel acoplados ao casco do moinho, a função estrutural da frente do moinho deixou de existir e esta tornou-se um disco de aço, extremamente simples, de baixo custo de fabricação e praticamente livre de manutenção. A face de entrada do moinho é agora exposta, internamente, apenas à um desgaste uniformemente distribuído sobre toda a seção transversal do moinho.

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FRENTE DE MOINHO TUBULAR COM FACE PLANA

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4. Frentes de Moinhos Tubulares

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Projetos diferentes de placas são usados para a parede frontal do moinho, em função de suas diferentes posições. As placas do anel interior, fortemente submetido a impactos da carga moedora é feito com aço Mn fundido com 12 a 14% pois não pode ser feito em material frágil.

FRENTE DO MOINHO placas do revestimento interno de proteção da frente do moinho.

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4. Frentes de Moinhos Tubulares
No anel intermediário, uma placa de padronizada com furos circulares para os parafusos de fixação tem sido utilizada. Com isto podem ser aplicadas em um grande número de moinhos de diferentes tamanhos, No anel intermediário bem como no anel exterior, devido ao intenso desgaste destes locais as placas são usualmente fabricadas em ligas tipo Ducrodan (dureza HB > 500).
PLACA TÍPICA DO ANEL INTERMEDIÁRIO DA PAREDE FRONTAL

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PLACA TÍPICA DO ANEL INTERNO DA PAREDE FRONTAL

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4. Frentes de Moinhos Tubulares
Placas do revestimento da parede frontal tem uma vida útil estimada em:

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PLACA TIPICAMENTE GASTAS QUE DEVEM TER URGENCIADA SUA TROCA

- 8.000 horas em moinhos de cru e cimento com frentes cônicas tradicionais.
- 12.000 horas em moinhos de crú e 20.000 horas em moinhos de cimento e carvão com as novas frentes planas.

PROCESSOS

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4. Frentes de Moinhos Tubulares
Placas do revestimento que tenham atingido seu limite de vida útil deixarão de cumprir sua função de proteção da parede frontal com sérios riscos para a estrutura deste componente do moinho. Especialmente no caso de frentes cônicas tradicionais, submetidas a esforços adicionais de flexão, a operação com placas gastas leva à penetração de matérias frescas e ∕ ou moídas no espaço entre a placa e a própria parede. Isto levará a um processo lento e gradual de abrasão sobre a parede que ao longo do tempo enfraquecerá sua rigidez, que aliado ao impacto dos corpos moedores, pode levar ao colapso de sua estrutura e trincas de grande porte.

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FRENTE CÔNICA COM GRANDES TRINCAS

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4. Frentes de Moinhos Tubulares Avaliação Parcial
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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO ?

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4. Frentes de Moinhos Tubulares

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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO !!!

Frentes de Moinhos Tubulares Emprego das Frentes De Moinhos Projetos Antigos de Frentes Projetos de Frentes Modfrnas

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Roteiro do Treinamento
Parte 5
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Mancais

5.1 Mancais de Colar 5.2 Mancais de Sapatas Deslizantes

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.1 MANCAIS TIPO COLAR
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Normalmente um moinho tubular de bolas é apoiado sobre duas estações de mancais. O mancal mais próximo ao acionamento do moinho é um mancal fixo enquanto o outro mancal é móvel, permitindo que siga a expansão térmica do corpo do moinho.

VISTA GERAL DE MANCAL TRADICIONAL TIPO “COLAR”.

PROCESSOS

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5. Mancais de Moinhos Tubulares

5.1 MANCAIS TIPO COLAR
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A base fundida do mancal repousa sobre rolos fixados ao topo da placa de base. Os rolos, que são guiados sobre trilhos sobre a placa de base permitem que o mancal móvel mova-se livremente na direção longitudinal do
VISTA GERAL DE UM MANCAL TIPO “COLAR”.

moinho.

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.1 MANCAIS TIPO COLAR
A caixa do mancal, fabricada em chapa de aço e é provida com tubulações para linha de óleo em alta pressão para partida do moinho, lubrificação normal para operação contínua e sistema de circulação de água para resfriamento.
Para a partida do moinho é aplicado um sistema especial de lubrificação projetado para evitar o desgaste do metal patente do casquilho devido ao alto torque e atrito que ocorrem neste momento.

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VISTA GERAL DE MANCAL TRADICIONAL TIPO “COLAR”.

PROCESSOS

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.1 MANCAIS TIPO COLAR
O constituinte básico para a lubrificação de partida é uma bomba de alta pressão que, acionada imediatamente antes da partida do moinho, conduz óleo até um pequeno oríficio no centro do casquilho, lubrificando as superfícies do mancal e do munhão. A bomba de alta pressão força um filme de óleo (0.012 to 0.025 mm) entre o casquilho do mancal e o munhão. Para facilitar o ingresso do óleo entre os mesmos, um pequeno recesso circular é esculpido em torno da saída do tubo de óleo de alta pressão no casquilho.

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MANCAL DE COLAR
sistema de injeção de óleo de alta pressão para a partida do moinho.

PROCESSOS

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Cimentos

5. Mancais de Moinhos Tubulares

5.1 MANCAIS TIPO COLAR
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Uma bomba de baixa pressão atua como uma bomba de circulação de óleo.
A tubulação para circulação do óleo termina ao topo da caixa do mancal, despejando o óleo em uma calha de distribuição que por sua vez o goteja sobre a face superior em rotação do munhão.
MANCAL DE COLAR
sistema de gotejamento de óleo em baixa pressão para a operação contínua.

PROCESSOS

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.1 MANCAIS TIPO COLAR
Termopares para medição das temperaturas dos mancais são instalados na caixa do mancal no quadrante superior do lado ascendente do munhão. Deve ficar claro que o sensor de temperatura tem que estar em contacto com a superfície metálica.
A medição direta da temperatura do óleo não é confiável em função da baixa condutividade térmica do óleo; o metal do mancal pode tornar-se perigosamente quente antes que a temperatura do óleo forneça uma indicação adequada.

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VISTA GERAL DE MANCAL COM DETALHE DO TERMOPAR PARA MEDIÇÃO DA TEMPERATURA DO MANCAL.

PROCESSOS

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.1 MANCAIS TIPO COLAR
Em cada extremidade do mancal é instalado um raspador de óleo para prevenir seu vazamento. Estes raspadores são instalados de modo que, posicionados atuam sobre o munhão contra seu sentido de rotação, direcionando o óleo raspado em direção ao centro da pista do munhão. Neste sistema, também são utilizados 2 anéis de selagem, 1 interno em flap de borracha que previne o vazamento de óleo da caixa do mancal e 1 anel de feltro (externo) que previne o ingresso de pó no mancal.

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DETALHES DO SISTEMA DE SELAGEM DA LUBRIFICAÇÃO:

1

(1)SELO DE BORRACHA CONTRA VAZAMENTO DE ÓLEO

2

(2) SELO DE FELTRO PARA IMPEDIR INGRESSSO DE PÓ.

PROCESSOS

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.1 MANCAIS TIPO COLAR
Os mancais são refrigerados com água alimentada sob pressão normal de trabalho (2 kg/cm2) ao reservatório de água no interior do mancal através tubos, mangueiras e conexões. Do lado oposto ao da entrada da água no mancal um tubo de descarga transporta a água que passou através do mesmo até um tanque externo. A quantidade mínima de água necessária para o resfriamento de moinhos de cru e de cimento é de cerca 20-25 l/min, com água abaixo de 26C.

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MANCAL DE COLAR
sistema de resfriamento por circulação de água fresca no Interior do mancal

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.2 MANCAIS DE SAPATAS DESLIZANTES
Nos últimos anos os moinhos modernos de bolas tem sido equipados com mancais de sapatas deslizantes, especialmente nos casos em que a produção do moinho requer grandes volumes de gases, evitando-se deste modo um estrangulamento na exaustão do moinho. Durante a rotação do moinho não ocorre qualquer contacto entre a superfície metálica do munhão do moinho (anel deslizante) e a superfície metálica do mancal (sapatas de apoio).
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MUNHÃO de novo projeto circundando a extremidade do corpo do Moinho.

PROCESSOS

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
sistema de injeção de óleo de alta pressão para a partida do moinho.
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5.2 Mancais de Sapatas Deslizantes
Um moinho típico de bolas contém de 4 sapatas de apoio. Existem alguns poucos moinhos pequenos com apenas 2 sapatas bem como alguns moinhos grandes com 6 sapatas. Neste projeto de mancal, um munhão em anel deslizante fixado ao corpo do moinho repousa sobre um mancal de sapatas que consiste de 2 sapatas deslizantes de apoio, com inclinação de 30°, colocadas em cada lado da linha vertical de centro do moinho.

1

2 3
4

SAPATA DESLIZANTE
Fotografia mostrando detalhes: Sapata deslizante (1) Luva esférica (2) Bloco de pressão (3) Placa de Base (4)

PROCESSOS

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Cimentos

5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.2 Mancais de Sapatas Deslizantes
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SAPATA DESLIZANTE
Fotografia mostrando detalhes: Sapata deslizante (1) Luva esférica (2) Bloco de pressão (3) Placa de Base (4)

Os principais componentes de mancal de sapatas deslizantes são as próprias sapatas, luva esférica de conexão, bloco de pressão ou empuxo e placa de base. As sapatas do mancal consistem de peças de aço fundido e metal branco (Thermit, por exemplo, aplicado sobre a superfície deslizante) e são guiadas na direção axial por trilhos de bronze que fixam as sapatas em relação ao anel deslizante.

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.2 Mancais de Sapatas Deslizantes
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A sapata do mancal apoia-se sobre uma luva esférica. Esta luva fica colocada sobre um bloco de pressão, que por sua vez apoia-se sobre dois ou mais rolos que repousam sobre uma placa de base. Uma ranhura transversal para a lubrificação de baixa pressão é colocada no lado superior da sapata, diretamente atrás da borda de entrada. O furo para a lubrificação de alta pressão fica colocado acima do ponto central de suporte.

SAPATA DESLIZANTE
Fotografias mostrando a sapata; notar detalhe do orificio para penetração do óleo em alta pressão na partida do moinho

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.2 Mancais de Sapatas Deslizantes
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Este sistema de sapata e luva esférica apoiado sobre rolos é apto a absorver quaisquer tensões do anel deslizante. Além disso, o mancal de anel deslizante pode mover-se sobre os rolos especiais permitindo que o o moinho possa expandir-se longitudinalmente durante a operação sem friccionar o munhão sobre o mancal.

SAPATA DESLIZANTE
Fotografias mostrando os rolos que permitem que possa expandir-se longitudinalmente durante a operação sem friccionar o munhão sobre o mancal

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.2 Mancais de Sapatas Deslizantes
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Uma ranhura transversal para a lubrificação de baixa pressão é colocada no lado superior da sapata, diretamente atrás da borda de entrada. O furo para a lubrificação de alta pressão fica colocado acima do ponto central de suporte.
SAPATA DESLIZANTE
Fotografia mostrando detalhes: Sapata deslizante (1) Luva esférica (2) Bloco de pressão (3)

Um termopar colocado no mancal de sapata monitora continuamente sua temperatura. O mancal também é provido com outros componentes relativos à lubrificação tais como conexão para retorno do óleo e selagem em Y.

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5. Mancais de Moinhos Tubulares
5.2 Mancais de Sapatas Deslizantes
Bombas de lubrificação de alta e baixa
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pressão são interbloqueadas com o motor principal do moinho que só tem tem permissão de partida quando as bombas já se encontrarem em operação. Após a partida do moinho, a bomba de alta pressão (cerca de 30 a 60 seg.) é automaticamente parada. Após a parada do moinho esta bomba deve ser acionada a cada 5 min. (se necessário durante as próximas 24 hs) para acomodar a retração do casco do moinho sem que o mesmo danifique os mancais.

MANCAL DE SAPATAS DESLIZANTES
Fotografia mostrando detalhes das sapatas e mancal durante período de montagem

PROCESSOS

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5. Mancais de Moinhos Tubulares

Avaliação Parcial
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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO ?

PROCESSOS

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5. Mancais de Moinhos Tubulares

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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO !!!

5.1 Mancais tipo Colar

5.2 Mancais de Sapatas Deslizantes

PROCESSOS

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Roteiro do Treinamento
Parte 6
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Revestimentos de Moinhos Tubulares

6.1 Conceitos Gerais sobre Revestimentos 6.2 Revestimentos Levantadores - Câmara 1 6.3 Revestimentos Classificadores - Câmara 2 6.4 Revestimentos Corrugados - Câmara 2 6.5 Portas de Acesso ao Moinho

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares 6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
O processo de moagem em um moinho de bolas requer que a carga moedora seja erguida até certa altura e em seguida lançada de forma a obter um efeito catarático promovendo o efeito desejado de cominuição. Desta forma, necessariamente o casco do moinho tem que ser protegido contra o impacto dos corpos moedores. Na verdade, desde que tais tipos de moinhos entraram no mercado industrial em 1890, revestimentos de proteção do casco do moinho tornaram-se um ponto de atenção importante, levando os fornecedores a melhorar continuamente a qualidade de seus produtos.

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
Esta situação tornou-se ainda mais complicada quando os clientes passaram a procurar revestimentos com maior vida útil para diminuir seus custos de manutenção mas ao mesmo tempo passaram também a utilizar moinhos grandes para obter maiores taxas de produção. Deste modo, os revestimentos dos moinhos constituem-se em um dos componentes mais importantes deste equipamento e sempre requerem atenção especial ao serem selecionados, seja qual for o projeto, levando-se em consideração o tamanho do moinho, custo específico da moagem, resistência contra desgaste, etc.

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
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Durante muito tempo uma liga muito empregada para as placas de revestimento foi o aço tipo manganês que tem estrutura austenítica e composição média de 1.1% C, 0.4% Si, e 12-14% Mn. A estrutura dos cristais austeníticos resulta em maior nível de dureza Brinell, HB > 200 a HB > 400, bem como em maior resistência contra desgaste.

LIGA DE AÇO-Manganês VISTA AO MICROSCÓPIO.

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6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
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Aço Cr-Mn também é usado nas placas de revestimento do moinho com composição: 0.8% C, 2% Cr, e 0.4% Mo. Aço Cr-Mn é finamente granulado e relativamente resistente ao desgaste sendo então recomendado para as câmaras de moinhos que usam bolas de aço maiores que 50 ou 60 mm em diâmetro. Este aço é normalmente submetido a tratamento térmico até que adquira uma dureza Brinell de HB 350-375.

AÇO TIPO Cromo-Manganês VISTO NO MICROSCÓPIO

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
Aço Ni-hard, outra liga tipo Cr-Ni, tem a seguinte composição: 3.0% C, 0.7% Si, 0.8% Mn, 2.0% Cr, e 4.5% Ni. Este material é também normalmente submetido a tratamento térmico até que alcance uma dureza Brinell HB > 500.
LIGA DE AÇO Ni-hard EM MICROSCÓPIO
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Este tipo de aço quebra-se facilmente em sua matriz, particularmente em moinhos com diâmetros > 3 m e com uma carga moedora muito dura.

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6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
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Ducrodan é outro tipo de liga com alto conteúdo de cromo: cerca de 28% Cr e 2.8% Mn. No microscópio exibe partículas brancas de carbetos de Cr com HV ~1500 dentro de uma matrix de austenita e martensita. Esta matriz é relativamente macia, tornando o material especialmente recomendável para todos tipos de revestimentos pois ao mesmo tempo é muito resistente contra os impactos dos corpos moedores.

LIGA TIPO DUCRODAN NO MICROSCÓPIO

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
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The shell moulding casting method is characterised by the use of two shell moulding halfs and cores which consist of quartz sand wrapped by synthetic resin. Through the heating up of the die halfs and the core box, the quartz sand is age hardened.

The melting process in high-capacity induction furnaces and special treatment ladles assure the production of cast parts of top quality.
The surface of these cast parts is smooth. The measuring tolerances correspond to the ISO-tolerance series IT 13-14 (DIN 7151).

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
A tabela seguinte mostra as propriedades de várias ligas de aço empregadas nos revestimentos de moinhos tubulares.
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Tipo de Material
Aço Comum Silex Aço fundido branco Aço manganês NICROMAX (NiHard 2) Cromo Molibdênio Ligas Alto Cromo

Resistência contra
Abrasão Impacto

Propriedades Mecânicas
HB HV Rm

Não Não Sim Não Sim Não Sim

Não Não Não Sim (Sim) Sim Sim

350 - 400 ≤ 225 ≥ 550

-

-

≥ 590 ≥ 320 380 ± 30

Vários tipos Diferentes

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6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
A tabela seguinte mostra as composições químicas várias ligas de aço empregadas nos revestimentos de moinhos tubulares.
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Tipo de Material
Aço Comum Silex Aço fundido branco Aço manganês NICROMAX (NiHard 2) Cromo Molibdênio Ligas Alto Cromo

Composição Química
C% Cr % Mo % Mn % Ni %

2,4 - 3,4 1,1 - 1,3 2,6 - 2,9 0,7 - 0,9

≡2 ≡5 1,4 - 2,4

≤ 0,5

0,20 - 0,80 11,5 - 13,5 0,3 - 0,7 ≈ 0,80

3,3 - 5,0 -

1,75 - 2,25 0,35 - 0,45

Vários tipos Diferentes

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
A tabela seguinte fornece a vida útil estimada para as placas de revestimentos em diferentes moagens, números estes baseados em materiais e condições normais de operação

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VIDA ÚTIL MÍNIMA ESPERADA Tipo de Moagem
Câmara 1 Câmara 2 (horas trabalhadas) Moinho Moinho Cimento 30.000 50.000 Cru 30.000 50.000 Moinho Carvão 30.000 ─

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.1 CONCEITOS GERAIS SOBRE REVESTIMENTOS
Além de proteger o casco do moinho os revestimentos também são
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projetados para assegurar um movimento ótimo da carga moedora de acordo com o compartimento em que está instalado. Assim, no primeiro compartimento devem auxiliar a realização de um forte impacto dos corpos moedores contra os material frescos alimentados. Já no segundo compartimento devem auxiliar a produzir fricção suficiente para reduzir progressivamente a granulometria do material .

REVESTIMENTO LEVANTADOR

REVESTIMENTO CLASSIFICADOR

REVESTIMENTO CORRUGADO

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
No primeiro compartimento, geralmente é utilizado um revestimento levantador para erguer a carga moedora em altura suficiente que lhe permita obter efeito de lançamento e forte energia de impactação ou britagem para a moagem. As placas devem portanto ser projetadas com determinado perfil que assegure o erguimento correto da carga moedora.
REVESTIMENTO LEVANTADOR
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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
Quando alcançam determinada altura durante seu curso de rotação as bolas são projetadas da carga e lançadas para baixo em movimento denominado “catarático”.
Obtém-se deste modo impacto suficientemente forte para quebrar as maiores partículas do material fresco.
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REVESTIMENTO LEVANTADOR (acima) E EFEITO “CATARATA” (abaixo)

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
SENTIDO DE ROTAÇÃO DO MOINHO

6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
O tipo mais comum de revestimento levantador é chamado “reverso” e tem uma placa com formato em perfil de onda com altura curta de levantamento de cerca de 40 a 50 mm. Com este revestimento a carga moedora é erguida até certa altura, obtendo o melhor efeito “catarata” possível, mantendo, ao mesmo tempo, o desgaste do revestimento e da carga moedora dentro de níveis aceitáveis.

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PERFIL TÍPICO DE REVESTIMENTO LEVANTADOR

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
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Ao longo do tempo a altura inicial de levantamento demonstrou-se ineficiente e atualmente as alturas recomendadas são: mínima – 60 mm; máxima - 90 mm; típica - 70 mm. O ponto ótimo ou altura ótima é também uma função da velocidade do moinho. Para moinhos que rodam em baixa velocidade, é recomendado utilizar altura máxima para compensar o baixo
PERFIL DE PLACA TÍPICA DE REVESTIMENTO LEVANTADOR

efeito de erguimento moinho.

da carga do

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
Normalmente as placas devem ser trocadas quando seu poder levantador ficar menor que 30 mm. Em plantas de moagem onde não se faz necessário um forte efeito de moagem, por exemplo, moagem combinada com prensa de rolos, pode se esperar que a vida útil do revestimento seja prolongada.

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X

Sentido de rotação do moinho PLACA TÍPICA DE REVESTIMENTO LEVANTADOR E “EFEITO LEVANTADOR” - X = 70 mm -

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
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PLACAS TIPICAMENTE GASTAS E QUEBRADAS EM UM REVESTIMENTO LEVANTADOR

Quando as placas do revestimento estiverem gastas sua altura útil de levantamento ou poder levantador também será reduzido, havendo em consequência menor separação entre a carga de bolas e material e enfim, menor eficiência de moagem.

Revestimento gasto sem poder levantador poderá reduzir a produtividade de uma planta de moagem de 10 até 25% !!!

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
Placas do revestimento que tenham atingido seu limite de vida útil deixarão de cumprir sua função de proteção da parede frontal com sérios riscos para a estrutura deste componente do moinho.
PLACAS TIPICAMENTE GASTAS E QUEBRADAS EM UM REVESTIMENTO LEVANTADOR

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Obviamente a melhor medida corretiva para este caso é a troca urgente de todo revestimento.

A troca parcial das placas mais gastas conduzirá à um perfil irregular de erguimento dos corpos moedores com impactação direta das placas mais “salientes” e consequente quebra das mesmas

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
A operação com placas gastas leva também à penetração de matérias frescas e ∕ ou moídas no espaço entre a placa e a própria parede. Isto levará a um processo lento e gradual de abrasão sobre a parede que ao longo do tempo enfraquecerá sua rigidez, que aliado ao impacto dos corpos moedores, pode levar a abaulamento do casco do moinho e trincas de grande porte.

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CASCO DO MOINHO COM GRANDE TRINCA

DETALHE DE TRINCA EM OUTRO CASCO DE MOINHO

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
Finalmente, o uso de placas muito gastas faz com que seus parafusos de fixação fiquem expostos ao impacto das bolas pois não estão mais protegidos. Consequentemente serão quebrados e a placa solta se desprenderá do casco do moinho expondo o mesmo diretamente aos processos de cataratamento e abrasão !!!!

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PARAFUSOS DE FIXAÇÃO DE PLACA (esquerda, acima) PARAFUSO FIXADO COM REFORÇO DE SOLDA !!! (direita, acima) PARAFUSO AUSENTE COM ORIFÍCIO TAMPONADO COM CONCRETO !!!

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
É também essencial acompanhar a montagem do revestimento de forma a assegurar que as placas sejam fixadas considerando-se o sentido de rotação do moinho; uma montagem invertida pode fazer com que a carga moedora venha a atingir a parede oposta provocando um forte desgaste.

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REVESTIMENTO LEVANTADOR COM DETALHE DO POSICIONAMENTO CORRETO DAS PLACAS EM RELAÇÃO AO SENTIDO DE ROTAÇÃO DO MOINHO

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
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Parceria entre a F.L. Smidth e a Magotteaux colocou no mercado novo tipo projeto de placas para a câmara 1 de moagem, projeto este denominado de DUO 3. Existem 2 tipos de placas: a placa tipo “onda” é normalmente utilizada em moinhos com diâmetro de 3.4 a 3.8 metros enquanto placas “levantadoras” são usadas em moinhos com diâmetros maiores.

REVESTIMENTO LEVANTADOR PROJETO “DUO-3” PLACAS TIPO “ONDA”

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
Em ambos os tipos a forma e a superfície das placas são projetadas para aumentar o poder de “carga” dos corpos moedores bem como a energia e o impacto sem danificar o próprio revestimento.
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REVESTIMENTO LEVANTADOR PROJETO “DUO-3” PLACAS TIPO “LEVANTADORA”

Os dois tipos podem ser usados com uma carga moedora normal bem como com bolas maiores tipo 100 mm ou 110 mm em moinhos de crú.

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
Os sistemas de revestimentos do casco são fixados ao ao cilindro. Como meio para to balance small unevennesses ao tubo do moinho, uma camada de borracha resistente ao calor é colocada abaixo da placa, assegurando um assentamento perfeito da mesma. A fixação das placas é feita normalmente através de parafusos, sendo que cada placa é fixada com apenas um parafuso. Devido à alta precisão das placas de revestimento, produzidas através de métodos de precisos de fundição, também são possíveis métodos de fixação com semi-aparafusamento e sem aparafusamento.

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
Revestimentos Aparafusados
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Cada placa individual é fixada por um único parafuso ao casco do moinho.

O esquema de furação do tubo do moinho é muitas vezes normatizado: divisão por Pi ao longo da circunferência e divisão por 250 mm na direção longitudinal.
Entretanto, frequentemente o esquema de furação desvia-se da norma, havendo trabalho adicional para adaptar as placas aos parfusos de fixação.

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6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
Revestimentos Semi-aparafusados
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Como regra geral, o tubo do moinho é suportado por apenas quatro fileiras de placas com parafusos, sendo que as fileiras são dispostas a 90° por vez. No caso de moinhos com diâmetros pequenos também são possíveis divisões de 120° (3 fileiras de parafusos) ou 180° (2 fileiras de parafusos). Neste caso particular necessita-se de ferramentas especiais para a fixação das placas aparafusadas e recomenda-se assistência técnica.

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.2 REVESTIMENTOS LEVANTADORES
Boltless lining
The lining plates are forced-fitted into the mill tube without bolts. The main decisive factor for this fastening type is a high precision (dimensions) of the lining plates, especially for the wedge-shaped lateral sides. The parting lines must exacly fit to each other. Only an absolute precise fitting can assure that the lining will not fall out over the years of use by normal wear. The plates are additionally connected by a round steel, in order to prevent a drop down. At Christian Pfeiffer, the lining plates for boltless fastening are manufactured in the shell moulding casting process acc. to Croning. In contrast to conventional sand casting processes, tolerances of +/- 1 mm will be achieved, without additional machining necessary. Installation calls for precise preparation and should only be carried out with assistance from CPB specialists.
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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.3 REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES
Os primeiros moinhos em circuito aberto trabalhavam com 3 ou 4 câmaras de moagem. Naquele tempo ranhuras de 10 a 12 mm eram comuns para as placas do primeiro diafragma intermediário, transportando então partículas grossas para a câmara subsequente. Em consequência, fazia-se necessário trabalhar com câmaras intermediárias de moagem para retrabalhar tais partículas até que pudessem ser admitidas à câmara de moagem fina.

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MOINHO TÍPICO DE TRÊS CÂMARAS

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.3 REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES
Por razões de economia de custos no projeto do moinho, ao longo do tempo, o segundo diafragma passou a ser eliminado e a câmara de moagem final incorporou a câmara intermediária, com uma composição extensa de graduação de corpos moedores. Isto resultou numa distribuição aleatória ou randômica da carga moedora com sérios prejuízos ora à produtividade ora à qualidade do produto final.

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MOINHO TÍPICO DE TRÊS CÂMARAS

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.3 REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES
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Em um esforço para solucionar esta questão criou-se o revestimento denominado “Classificador”.

REVESTIMENTO CLASSIFICADOR

Introduzido no mercado, sua patente foi registrada em 1923 pelo engenheiro americano Carman. Mais tarde, cerca de 1935, Jean Slegten, desenvolveu com sucesso um novo projeto que acabou por conquistar o mercado após a Segunda Guerra..

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares

6.3 REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES
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REVESTIMENTO CLASSIFICADOR E EFEITO CLASSIFICATÓRIO DOS CORPOS MOEDORES

Este revestimento assegura um tipo de auto-segregação à carga moedora, mantendo as bolas maiores na entrada da câmara e as bolas menores na saída da câmara, enquanto suas dimensões diminuem gradativamente da entrada para a saída.

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.3 REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES
O princípio básico de um revestimento classificador é que o formato da placa promove a segregação das bolas grandes para o lado da entrada da câmara e das bolas pequenas para o lado da saída resultando em uma diminuição de tamanho das bolas ao longo do caminhamento da moagem. Como o material mais fino requer bolas menores a eficiência do moinho é normalmente aumentada quando se usa este tipo de revestimento. O efeito de levantamento não é pronunciado pois nesta câmara a fricção é muito mais importante que o impacto.

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casco do moinho

revestimento classificador

fluxo de material

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.3 REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES
A classificação da carga moedora é uma função dos efeitos combinados de centrifugação, inclinação da placa e seu perfil ondulado que se auxiliam mutuamente e são intensificados devido ao fato das bolas diferenciarem-se de acordo com seus pesos.

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CLASSIFICAÇÃO DA CARGA MOEDORA ATRAVÉS DO USO DE REVESTIMENTO CLASSIFICADOR

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.3 REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES
Ao mesmo tempo, um quarto e não menos importante efeito, o movimento axial de transporte do material moído, empurra as bolas pequenas para a saída da câmara enquanto as grandes, por inércia, permanecem na sua entrada, perto da parede divisória.

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Tamanho do corpo moedor Progressão ao longo da Câmara 2

CLASSIFICAÇÃO DA CARGA MOEDORA ATRAVÉS DO USO DE REVESTIMENTO CLASSIFICADOR

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6.3 REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES
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Com uma carga moedora classificada o material moído tem uma velocidade axial de transporte relativamente alta e a tendência de aglomeração das partículas finas (coating) é reduzida. Devido a segregação das bolas, as partículas são gradualmente submetidas a uma moagem progressiva e, como consequência, ao longo do caminhamnto da moagem a superfície específica ou finura aumenta notavelmente.

PROJETOS DIFERENTES DE REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES DE DIVERSOS FABRICANTES

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.3 REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES
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É também importante notar que o efeito de classificação pode ser virtualmente eliminado: -se a diferença de tamanhos entre a bola maior e a bola menor for pequena, - se a razão entre comprimento e diâmetro da câmara for pequena,

-se a placa não tiver altura ou comprimento suficiente, ou finalmente,
REVESTIMENTO CLASSIFICADOR TÍPICO

- se o revestimento como todo não tiver sido adequadamente projetado para as finalidades específicas da moagem.

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.3 REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES
Em alguns casos mais críticos pode até chegar a ocorrer uma completa reversão da classificação da carga moedora.
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Outra desvantagem deste revestimento é que alguns pedriscos de clínquer duro (“grits”), bem como bolinhas extremamente gastas ou em cacos quebrados (“nips”) irão ser naturalmente “classificados” na saída do moinho vindo a obstruir com frequência maior as ranhuras das placas da saída.

REVESTIMENTOS CLASSIFICADORES

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6.4 REVESTIMENTOS CORRUGADOS OU ONDULADOS
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Apesar de todas vantagens relativas a um revestimento classificador, devemos agora levar em consideração a carga moedora que é realmente necessária para uma câmara de moagem fina.
MATERIAL TÍPICO COLETADO NO INTERIOR DO DIAFRAGMA ENTRE AS CÂMARAS 1 E 2 - máximo de 4% retido peneira de 2.0 mm - 10% a 20% retido na peneira de 0.6 mm.

Em primeiro lugar, sempre devemos ter em mente que um material fresco adequadamente “britado” na primeira câmara deve passar pelo diafragma com uma granulometria de cerca de 10% a 20% retido na malha 0.6 mm.

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6.4 REVESTIMENTOS CORRUGADOS OU ONDULADOS
Levando-se em consideração a fórmula de Bond para o Tamanho Máximo da Bola, com tal material não será necessário trabalhar-se com bolas maiores que 18 ou 16 mm de diâmetro para afinar adequadamente este material !!!! De fato, com uma carga moedora com composição de 25, 20 e 15 mm não é necessário utilizar uma carga grossa com bolas como 60, 50, 40 e 30 mm.

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6.4 REVESTIMENTOS CORRUGADOS OU ONDULADOS
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Deste modo, um revestimento classificador não deve ser aplicado para classificar apenas 3 tamanhos de corpos moedores !!! Na maioria das situações onde o revestimento classificador foi utilizado, somente 15 a 25% da carga moedora foi composta com bolas de 30 a 50 mm. Em conclusão, ”parece não haver outra finalidade para utilizar estas bolas grandes na câmara de moagem final exceto demonstrar que o revestimento classificador está REALMENTE classificando a carga moedora” (Jörgen Cleeman – F.L. Smidth Consultant).

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6.4 REVESTIMENTOS CORRUGADOS OU ONDULADOS Em conclusão, uma carga moedora fina com poucos tamanhos de bolas é enfaticamente recomendada, tornando possível o uso de um revestimento fino ondulado, o que finalmente propicia também maior diâmetro livre ao moinho e menor custo de investimento em revestimento. Tal tipo de revestimento fino ondulado aliado à carga moedora fina, não mais utilizando bolas de 30 a 50 ou 60 mm, pode aumentar a eficiência da moagem em até 5%. Através de uma política eficaz de Gerenciamento de Rotina, mantendo as ranhuras do diafragma de saída limpos e livres é possível aumentar este índice até cerca de 7 a 12% .

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6.4 REVESTIMENTOS CORRUGADOS OU ONDULADOS
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Este revestimento tipo onda curta usualmente tem uma longa vida útil, especialmente quando se usam materiais fundidos tipo ligas de aço Mn ou Cr-Mo.

PERFIL DE PLACA TÍPICA DE REVESTIMENTO ONDULADO

Para moinhos com diâmetros maiores que 4,0 m utilizam-se ligas tipo Ni-hard ou Ducrodan o que permite reduzir a espessura da placa e o custo final do revestimento.

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.4 REVESTIMENTOS CORRUGADOS OU ONDULADOS
Com o novo projeto DUO 3 da F.L. Smidth-Maggoteaux, as placas passsaram a ter somente 50 mm dando ao moinho um diâmetro livre efetivo muito maior, isto é, um melhor capacidade de movimento da carga moedora.
REVESTIMENTO ONDULADO TÍPICO

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares
6.4 REVESTIMENTOS CORRUGADOS OU ONDULADOS
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Por outro lado, com este novo projeto de placa obtém-se maior grau de utilização de energia e a superfície ativa das placas evita um efeito deslizante da carga moedora. Elimina-se também quase completamente o uso de parafusos de fixação e longas placas, sem parafusos, são instaladas entre poucos anéis de placas aparafusadas

INSTALAÇÃO DE UM REVESTIMENTO ONDULADO MODERNO

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares 6.5 Portas de Acesso ao Moinho
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Basicamente as portas inspeção são de 2 tipos:

de

Desenho de porta tipo (a) e fotografia de moinho com acesso já aberto.

(a) portas que são facilmente abertas porque pedriscos e pedaços de bolas não podem penetrar na abertura entre a porta e o casco do moinho quando fechado; este este projeto não necessita de reforço no casco no local da abertura porque as tensões locais são muito baixas.

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares 6.5 Portas de Acesso ao Moinho
(b) no segundo tipo, é muito difícil abrir o moinho porque a porta
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é colocada em um encaixe no casco do moinho de onde pedriscos e pedacinhos de corpos moedores penetram e travam sua retirada; o projeto também exige reforço no casco para suportar as tensões geradas.

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares

Avaliação Parcial
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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO ?

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6. Revestimentos de Moinhos Tubulares

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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO !!!

6.1 Conceitos Gerais sobre Revestimentos 6.2 Revestimentos Levantadores - Câmara 1 6.3 Revestimentos Classificadores - Câmara 2 6.4 Revestimentos Corrugados - Câmara 2 6.5 Portas de Acesso ao Moinho

PROCESSOS

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Roteiro do Treinamento
7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS
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7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS 7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS
Normalmente os moinhos tubulares são divididos em 2 câmaras, cada qual com uma uma função específica de moagem. Deste modo, instala-se um dispositivo que efetua a divisão entre as câmaras, dispositivo este denominado de parede divisória, diafragma, tabique, etc.

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MOINHO DE BOLAS MOSTRANDO O DISPOSITIVO INTERNO DIVISÓRIO ENTRE AS CÂMARAS DE MOAGEM DENOMINADO DE DIAFRAGMA.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS
Dividindo o moinho, os diafragmas permitem que cada câmara efetue uma função específica. Em um moinho com 2 câmaras, por exemplo, a primeira câmara executa um trabalho de britagem através de carga moedora grossa enquanto a segunda câmara efetua um trabalho de moagem por fricção através de uma carga moedora fina.

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MOINHO DE BOLAS MOSTRANDO OS DISPOSITIVO INTERNO DIVISÓRIO NAS CÂMARAS DE MOAGEM 1 e 2: DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO E PAREDE DE SAÍDA

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS
Deste modo, o diafragma intermediário é utilizado para separar as cargas moedoras das duas câmaras de moagem e assegura um nível correto de material na primeira câmara. O fluxo controlado de material através do moinho resulta também em melhor utilização da energia aplicada ao moinho.

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DISPOSITIVO INTERNO DIVISÓRIO ENTRE AS CÂMARAS DE MOAGEM 1 e 2: DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS
Placas ranhuradas, montadas sobre a estrutura do diafragma, peneiram e retém o material grosso no primeiro compartimento, prevenindo assim que partículas sobredimensionadas entrem no segundo compartimento. As ranhuras permitem passar somente o material pré-moido com partículas de tamanho adequado através das placas.

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PLACAS RANHURADAS TIPICAMENTE UTILIZADAS NO DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS
Deve ficar claro que todo material moído, seja qual for a câmara de moagem, deve ser transportado pelo diafragma apenas através das fendas das placas. O transporte do material através do moinho (ou seja, o caminho axial pelo moinho) é feito pela combinação do empuxo do material fresco alimentado e pela rotação própria do moinho, semelhante à uma rosca transportadora.

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DIAGRAMA MOSTRANDO O TRANSPORTE AXIAL DO MATERIAL QUE ESTÁ SENDO MOÍDO PELO DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO ATRAVÉS DAS FENDAS DAS PLACAS RANHURADAS DA CÂMARA 1.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS
A grelha central junto com as fendas das placas (que não estejam cobertas pela carga de material e corpos moedores) constitui-se em elemento fundamental para permitir a passagem do ar de ventilação do moinho. Ao mesmo tempo também se procede à exaustão da umidade residual da alimentação que é evaporada bem como da água de refrigeração injetada e que também é evaporada.

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FOTOGRAFIA MOSTRANDO A GRELHA CENTRAL DESTINADA À VENTILAÇÃO OU EXAUSTÃO DO MOINHO. O MATERIAL MUITO FINO ARRASTADO COM ESTA EXAUSTÃO NÃO PASSA DE 5 A 10% DO TRANSPORTE TOTAL.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS
Se o material moído estiver passando através da grelha central do moinho isto significa que se está operando em condição instável, ou com alimentação excessiva ou com material de pior moabilidade e enfim a câmara está sobrecarregada. Insistindo-se nesta condição partículas sobredimensionadas irão passar ao segundo compartimento reduzindo drasticamente a capacidade de moagem desta câmara.

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FOTOGRAFIA MOSTRANDO A GRELHA CENTRAL DA CÂMARA 1 PARCIAMENTE OBSTRUÍDA

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS
Do mesmo modo, se isto ocorrer no segundo compartimento, material grosso será transportado para o separador retornando ao moinho para nova moagem, aumentando a carga circulante e diminuindo a produção total do moinho. Se o separador, mesmo sendo de alta eficiência, não puder ter seu fluxo e ar ajustado para este volume maior e material, poderá ficar “saturado” perdendo seu ponte de corte com sérios prejuízos à qualidade do produto final. .

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FOTOGRAFIA MOSTRANDO A GRELHA CENTRAL DA CÂMARA 2 BEM COMO PLACAS RANHURADAS OBSTRUÍDAS.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS
Parâmetro importante em relação aos diafragmas e que tem uma influência decisiva na performance do moinho é a “área livre de passagem" ou “área ativa" que é a razão entre a área total livre das ranhuras e a área total to diafragma. Investigações concluiram que áreas livres de 4 to 8% resultam nos melhores efeitos de moagem para os parâmetros de transporte axial.

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FOTOGRAFIA MOSTRANDO UMA PLACA DO DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO COM AS RANHURAS EM DESTAQUE. A SOMATÓRIA DAS ÁREAS DAS DIFERENTES RANHURAS DE TODAS AS’ PLACAS RESULTA NA ÁREA LIVRE DE PASSAGEM DO DIAFRAGMA..

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS
Diafragmas planos são projetados como uma parede com placas ranhuradas simples que transportam o material moído diretamente à outra câmara, sem qualquer efeito particular de classificação ou estocagem. Em relação à sua estabilidade, somente são instalados em moinhos com diâmetros menores que 2.8 m. O material moído é empurrado para a parede simplesmente pela alimentação do material fresco ao moinho.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS
Um diafragma intermediário duplo tradicional consiste de uma grelha dupla com placas ranhuradas em lado e placas cegas de desgaste do outro lado. Estes diafragmas convencionais tem “levantadores” longos para erguer o material que passa através da grelha e conduzí-lo à segunda câmara.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares

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2

7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS
Um diafragma duplo é normalmente composto por um anel externo que é fixado ao casco do moinho e suporta a estrutura principal sobre a qual serão colocadas as placas ranhuradas na câmara 1 e placas cegas na câmara 2.

1
FOTOGRAFIA EXIBINDO O CORPO ESTRUTURAL DE UM DIAFRAGMA DUPLO INTERMEDIÁRIO:
(1) ANEL DE APOIO A SER FIXADO SOBRE O CASCO DO MOINHO (2) ESTRUTURA PRINCIPAL SOBRE A QUAL SÃO FIXADAS AS PLACAS DAS CÂMARAS 1 E 2.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS
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Dependendo do diâmetro (“tamanho”) do moinho a estrutura principal pode ser fabricada em uma peça única ou em diversas partes independentes que são posteriormente montadas no interior do moinho.
CORPO ESTRUTURAL DE UM DIAFRAGMA DUPLO INTERMEDIÁRIO.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS
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Placas com perfis e projetos específicos são finalmente fixadas sobre a estrutura principal do diafragma duplo.
FOTOGRAFIAS EXIBINDO O PLACAS UM DIAFRAGMA DUPLO INTERMEDIÁRIO.

Fabricadas em material comum (aço Cr-Mn) tem uma vida útil estimada em 6.000 horas porém com materiais mais nobres podem chegar a 18.000 horas (FMU23) ou até 36.000 horas (diafragma Combidam com aço 361)

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS
Os levantadores são soldados a uma placa de suporte e se constituem em suporte para a própria grelha. O material moído passa pelas ranhuras das placas da parede frontal do diafragma, é recolhido e erguido pelos levantadores e descarregado ao topo do moinho em um cone classificador.

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À esquerda: Estrutura de diafragma intermediário com os elementos levantadores À direita: Interior de diafragma inremediário exibindo o processo de erguimento do material moído.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares

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7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS
O cone central por sua vez despacha o material fino através da grelha central para a segunda câmara, retornando os pedriscos para a primeira câmara.
Interior de diafragma intermediário exibindo o processo de erguimento do material moído e lançamento do mesmo para a câmara 2.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares

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7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS
Não há qualquer possibilidade do material passar diretamente à câmara 2 pois a face posterior do diafragma duplo, à exceção da grelha central de ventilação, é totalmente coberta por placas cegas.
FOTOGRAFIA EXIBINDO PLACAS CEGAS DA PAREE POSTERIOR DE UM DIAFRAGMA DUPLO INTERMEDIÁRIO.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS
A tabela seguinte fornece a vida útil estimada para as placas de um diafragma intermediário, números estes baseados em materiais e condições normais de operação.

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Diafragma Intermediário
Placas Ranhuradas - Càmara 1
Grelhas de CrMo Combidan mat. 361 Stanex FMU23

Horas

6.000 36.000 18.000 36.000

Placas Cegas - Càmara 2

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
Na primeira câmara a situação de processo de moagem é definida como correta quando o material cominuído preenche apenas os espaços vazios
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entre os corpos moedores. Entretanto, na prática, muitas vezes tem se encontrado muito pouco material presente na primeira câmara, principalmente em sua parte anexa ao diafragma.

TRANSPORTE AXIAL DO MATERIAL ATRAVÉS DO DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO COM MUITO POUCO MATERIAL AO FINAL DA CÂMARA 1.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
A operação “vazia” de uma primeira câmara resulta em maior consumo específico de energia, especialmente se a graduação da carga moedora exigir grandes corpos moedores em função de um material com pior moabilidade. Além disso, em função do impacto das bolas não amortecidas por material cominuído, haverá um desgaste intenso das placas do diafragma bem como nos últimos anéis de placas do revestimento próximo ao diafragma.

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PLACAS DO DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO EXTREMAMENTE DANIFICADAS POR IMPACTOS DE CORPOS MOEDORES EM RAZÃO DA CÂMARA 1 TRABALHAR MUITO VAZIA.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
Do ponto de vista de processo é importante que o fluxo de material através do diafragma seja controlado de modo que o progresso da moagem entre as câmaras fique melhor adaptado e/ou ajustado entre as mesmas bem como apto a poder reagir a diferentes modos de operação da planta.

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DIAGRAMA MOSTRANDO O TRANSPORTE AXIAL CORRETO DE MATERIAL MOÍDO ATRAVÉS DO DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
Um “sistema de regulagem de fluxo de material” atuando em combinação com as ranhuras das placas deve assegurar que o material que está sendo moído tenha um tempo de residência ótimo. Este sistema forma uma parte integral de uma nova geração de diafragmas intermediários reguláveis.
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DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO REGULÁVEL

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
Para atingir estes objetivos um diafragma ajustável com dispositivo de levantamento de material foi projetado para controlar e transferir o material de uma câmara à outra, assegurando um nível ótimo de material em cada câmara.

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DESENHO DE DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO REGULÁVEL COM PÁS LEVANTADORES TAMBÉM AJUSTÁVEIS.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares

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7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
Um diafragma regulável pode, por exemplo, ser composto por certo número de pás ou segmentos levantadores, cada qual formando uma caixa com uma abertura de saída ao centro do diafragma.
DESENHO DE DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO REGULÁVEL COM SEGMENTOS LEVANTADORES AJUSTÁVEIS

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares

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7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
Os segmentos individuais são mantidos em sua posição por um anel de aperto e uma flange no cone de transferência e por braçadeiras aparafusadas entre si e ao casco do moinho.
FOTOGRAFIA DA GRELHA CENTRAL DE DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO REGULÁVEL COM SEGMENTOS LEVANTADORES AJUSTÁVEIS

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
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As pás levantadoras são de aço resistente ao desgaste. Cada segmento do diafragma tem sua pá levantadora que é mantida na posição escolhida por duas tiras metálicas, uma frontal e outra traseira, além de um parafuso de fixação.

PÁS LEVANTADORAS DE UM DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO REGULÁVEL.

As pás podem ser ajustadas para diminuir ou acelerar o fluxo de material de uma câmara para a outra.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
Outro projeto especial dispõe de coletores ou conchas semicilíndricos com ajuste regulável. Uma extremidade do coletor é fechada junto à grelha central e pode girar em torno de 90° enquanto a outra tem um bocal de descarga que despeja o material em uma placa defletora.

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FOTOGRAFIA DE DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO REGULÁVEL COM CONCHAS LEVANTADORAS AJUSTÁVEIS

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares

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7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS Durante a rotação do moinho estas conchas coletoras penetram no material acumulado no diafragma e recolhem parte do mesmo em função do ajuste prévio efetuado para sua posição.
FOTOGRAFIA DE DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO REGULÁVEL COM CONCHAS LEVANTADORAS AJUSTÁVEIS

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares

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7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
O material moído é erguido até o topo do moinho e descarregado através de defletores para a parte central da parede traseira e deste modo a segunda câmara.
FOTOGRAFIA DO CENTRO DE DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO REGULÁVEL COM CONCHAS LEVANTADORAS AJUSTÁVEIS

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares
7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS
Pela regulagem da posição dos coletores o nível de material no interior do diafragma pode ser ajustado, regulando-se em consequência também o nível de material na primeira câmara.

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FOTOGRAFIAS MOSTRANDO O SISTEMA DE REGULAGEM DAS CONCHAS COLETORAS EM DIAFRAGMA INTERMEDIÁRIO.

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares Avaliação Parcial
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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO ?

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7. Diafragmas de Moinhos Tubulares

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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO !!!

7.1 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE DIAFRAGMAS 7.2 TIPOS DIVERSOS DE DIAFRAGMAS

7.3 DIAFRAGMAS REGULÁVEIS

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Roteiro do Treinamento
8. PAREDE E DISPOSITIVO DE SAÍDA

8.1 Parede ou Diafragma de Saída
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8.2 Dispositivo de saída ou descarga do Moinho

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8. Parede e Dispositivo de Saída
8.1 Parede ou Diafragma de Saída
O diafragma ou parede de saída serve para reter a carga moedora no compartimento de moagem fina, assegurar um tempo de retenção suficiente ao material e controlar o fluxo do material descarregado, providenciando ao mesmo tempo uma resistência mínima possível ao fluxo de ar que passa através do moinho.

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EXTREMIDADE DE MOINHO DE CIMENTO EXIBINDO SEU DIAFRAGMA TRASEIRO

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8. Parede e Dispositivo de Saída
8.1 Parede ou Diafragma de Saída
As grelhas de saída são muito semelhantes às grelhas intermediárias e os impactos resultantes da carga moedora fina utilizada no último compartimento não irão causar quaisquer trincas, mesmo em materiais mais duros e friáveis como os utilizados nestas grelhas.

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DIAFRAGMA OU PAREDE DE SAÍDA

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8. Parede e Dispositivo de Saída
8.1 Parede ou Diafragma de Saída
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As aberturas nas placas da grelha devem ser maiores que as do diafragma intermediário para permitir que as pequenas sucatas possam passar através das mesmas sem que venham a ficarem acumuladas na frente da grelha ou obstruir as mesmas (normalmente 10 a 12 mm para moinhos de cru e 8 mm para moinhos de cimento)

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8. Parede e Dispositivo de Saída
8.1 Parede ou Diafragma de Saída
Como se pode observar no próximo desenho, o diafragma de saída é muito semelhante ao intermediário. A estrutura do diafragma também é construída em segmentos e apoiada contra a parede de saída com calços perfilados. Estes calços são conectados aos segmentos de modo e são mantidos juntos ao centro através de um anel. Além disso, o diafragma de saída é equipado com um disco traseiro no lugar das placas cegas traseiras.

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ESTRUTURA DE DIAFRAGMA DE SAÍDA

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8. Parede e Dispositivo de Saída

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8.1 Parede ou Diafragma de Saída
Placas do diafragma de saída tem uma vida útil estimada em 20.000 horas em moinhos de cru e cimento, números estes baseados em materiais e condições normais de operação

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8. Parede e Dispositivo de Saída
8.2 DISPOSITIVO DE SAÍDA
O dispositivo de saída, instalado para descarregar as matérias moídas no interior do moinho tubular pode ser projetado em diferentes modos. A F.L.Smidth, por exemplo, fornece tal componente com um acoplamento, um munhão de saída, uma peça de conexão.e,finalmente a caixa de saída.

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1

2

DISPOSITIVO DE SAÍDA (F.L.Smidth)
:

Munhão de Saída (1) Peça de Conexão (2) Caixa de Saída (3)

3

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8. Parede e Dispositivo de Saída
8.2 DISPOSITIVO DE SAÍDA
A peça de conexão tem as seguintes funções:
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- conecta o munhão de saída com o acoplamento, transferindo assim o movimento de torsão do redutor ao moinho;
- permite o transporte do material moído na saída do moinho através de furos para passagem dos materiais.

1

2

3 DISPOSITIVO DE SAÍDA
:

Munhão de Saída (1) Peça de Conexão (2) Acoplamento (3)

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8. Parede e Dispositivo de Saída
8.2 DISPOSITIVO DE SAÍDA
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A parte cilíndrica dispositivo de conexão provida com certo número furos para permitir a saída fluxo de material.
DIFERENTES PROJETOS DE PEÇAS DE CONEXÃO

do é de do

Para evitar trincas, as bordas dos furos são cuidadosamente usinadas. Além disso, os furos são executados em máquina especial de furação, recebendo acabamento antes que o dispositivo de conexão seja soldado em sua posição final.

PROCESSOS

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8. Parede e Dispositivo de Saída
8.2 DISPOSITIVO DE SAÍDA
A caixa de descarga consiste de uma carcaça metálica soldada. A parte superior permite a exaustão da ventilação do moinho e a parte inferior a descarga do material moído. Possui uma porta de inspeção. Para evitar entrada de ar falso ao transporte do produto moído instala-se uma eclusa rotativa ou válvula pendular dupla.

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VISTAS FRONTAL E LATERAL DE CAIXA DE SAÍDA

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8. Parede e Dispositivo de Saída
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8.2. DISPOSITIVO DE SAÍDA
No projeto Polysius, tal dispositivo consiste essencialmente de uma caixa de descarga, estrutura de suporte e cone de saída. A caixa de descarga tem um projeto estrutural soldado com seção superior para saída dos gases e seção inferior para saída do material moído e porta de inspeção. O cone de saída é disposto centralmente e aparafusado a um disco final. A descarga do material moído consiste de um funil de coleta seguido por um duto de exaustão. O ar de ventilação é descarregado através de uma flange de conexão.

3
DISPOSITIVO DE SAÍDA ( Polysius)
Caixa de Descarga (1) Peça de Conexão (2) Cone de Saída (3)

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8. Parede e Dispositivo de Saída Avaliação Parcial
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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO ?

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8. Parede e Dispositivo de Saída

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O QUE NÓS APRENDEMOS NESTE TÓPICO !!!

8.1 Parede ou Diafragma de Saída 8.2 Dispositivo de saída ou descarga do Moinho

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Revisão Final

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QUANTO NÓS APRENDEMOS ?

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Sumário
Vamos Recordar os Principais Pontos deste Treinamento?
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Conceitos sobre Moinhos Tubulares Casco do Moinho Frentes de Moinhos Tubulares Dispositivos Entrada e Alimentação Mancais de Moinhos Tubulares Revestimentos de Moinhos Tubulares Diafragmas de Moinhos Tubulares

Parede e Dispositivo de Saída

Versão do Multiplicador

Avaliação Final
Quanto Você Aprendeu?

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Obrigado pela participação de todos!