You are on page 1of 37

Basalto de Cadeias MesoOceânicas (MORBs

)

Figure 13-1. After Minster et al. (1974) Geophys. J. Roy. Astr. Soc., 36, 541-576.

Segmentos da Cadeia e Taxas de expansão
• Cadeias com lenta expansão • < 3 cm/a • Cadeias com expansão rápida > 4 cm/a são conhecidas • Variações Temporais são também conhecidas

Table 13-1. Spreading Rates of Some Mid-Ocean Ridge Segments Category Ridge Fast East Pacific Rise Latitude o 21-23 N o 13 N o 11 N o 8-9 N o 2N o 20-21 S o 33 S o 54 S o 56 S SW SE Central o 85 N o 45 N o 36 N o 23 N o 48 S Rate (cm/a)* 3 5.3 5.6 6 6.3 8 5.5 4 4.6 1 3-3.7 0.9 0.6 1-3 2.2 1.3 1.8

Slow

Indian Ocean

Mid-Atlantic Ridge

From Wilson (1989). Data from Hekinian (1982), Sclater et al . (1976), Jackson and Reid (1983). *half spreading

Estrutura da Crosta Oceânica e do Manto Superior
q

q q q

q

4 camadas são distinguidas através de diferenças nas velocidades sísmicas Programa de perfuração do mar profundo (máximo de 1500 m) Dragagem das escarpas de zonas de fratura (amostras fontes profundas) Ofiolitos (massas de crosta oceanica e manto superior empurradas sobre o continente)

Estrutura da Crosta Oceânica e Manto Superior Ofiolito = (incorporado ao continente e exposto a erosão)
Figure 13-3. Lithology and thickness of a typical ophiolite sequence, based on the Samial Ophiolite in Oman. After Boudier and Nicolas (1985) Earth Planet. Sci. Lett., 76, 84-92.

Estrutura da crosta Oceânica e Manto Superior Camada 1
Uma fina camada de sedimentos pelágicos (ausente no eixo da cadeia)
Figure 13-4. Modified after Brown and Mussett (1993) The Inaccessible Earth: An Integrated View of Its Structure and Composition. Chapman & Hall. London.

Camada 2 é basalto Subdividida em duas subcamadas Camadas 2A & B = pillow basaltos Camada 2C = Enxame de diques verticais
Figure 13-4. Modified after Brown and Mussett (1993) The Inaccessible Earth: An Integrated View of Its Structure and Composition. Chapman & Hall. London.

Oceanic Crust and Upper Mantle Structure

Camada 3 mais complexa e controversa Acredita-se ser composta principalmente por gabbros, cristalizados apartir de uma câmara magmatica axial rasa (alimentando os diques e basaltos)

Camada 3A = superior, gabros isotropicos e a inferior, um pouco foliados (“transitional”) gabbros Camada 3B é mais acamadada e exibe texturas de cumulados

Diorito e tonalito Discontinuos (“plagiogranite”) Corpos pequenos = liquidos tardios differenciados
Figure 13-3. Lithology and thickness of a typical ophiolite sequence, based on the Samial Ophiolite in Oman. After Boudier and Nicolas (1985) Earth Planet. Sci. Lett., 76, 84-92.

Camada 4 = rochas ultramaficas Ofiolitos: base da 3B grada para cumulato de wehrlitos & gabbro Wehrlito intrusivo nos gabbros acamadados Abaixo → cumulato de dunito com xenolitos de harzburgito Abaixo tem um tectonito de harzburgito e dunito (residuo não fundido do manto original)

Petrografia e Quimica de Elementos Maiores
q

q

q

Basalto quimicamente distinto de outras associações Um MORB “tipico” MORB é um olivina tholeiito com baixo K2O (< 0.2%) e baixo TiO2 (< 2.0%) Somente vidro realmente representa a composição do líquido

q

A sequência de cristalalização comum é : olivina (± Mg-Cr espinelio), olivina + plagioclasio (± Mg-Cr spinel), olivina + plagioclasio + clinopiroxênio

Figure 7-2. After Bowen (1915), A. J. Sci., and Morse (1994), Basalts and (1994), Phase Diagrams. Krieger Publishers.

q

Oxidos de Fe-Ti são restritos ao assoalho, e assim forman-se tardios na sequência de MORB

Figure 8-2. AFM diagram for Crater Lake volcanics, Oregon Cascades. Data compiled by Rick Conrey (personal communication).

Os elementos maiores em MORBs
q

q

Originalmente considerados como extremamente uniformes, interpretados como uma petrogêsene simples Amostragem mais extensiva tem mostrtado que eles exibem uma (restrita) variação das composições

Table 13-2. Average Analyses and CIPW Norms of MORBs (BVTP Table 1.2.5.2) Oxide (wt%) SiO2 TiO2 Al2O3 FeO* MgO CaO Na2O K2O P2O5 Total Norm q or ab an di hy ol mt il ap All 50.5 1.56 15.3 10.5 7.47 11.5 2.62 0.16 0.13 99.74 MAR 50.7 1.49 15.6 9.85 7.69 11.4 2.66 0.17 0.12 99.68 EPR 50.2 1.77 14.9 11.3 7.10 11.4 2.66 0.16 0.14 99.63 IOR 50.9 1.19 15.2 10.3 7.69 11.8 2.32 0.14 0.10 99.64

MORB

0.94 0.95 22.17 29.44 21.62 17.19 0.0 4.44 2.96 0.30

0.76 1.0 22.51 30.13 20.84 17.32 0.0 4.34 2.83 0.28

0.93 0.95 22.51 28.14 22.5 16.53 0.0 4.74 3.36 0.32

1.60 0.83 19.64 30.53 22.38 18.62 0.0 3.90 2.26 0.23

All: Ave of glasses from Atlantic, Pacific and Indian Ocean ridges. MAR: Ave. of MAR glasses. EPR: Ave. of EPR glasses. IOR: Ave. of Indian Ocean ridge glasses.

q

MgO and FeO Al2O3 and CaO SiO2 Na2O, K2O, TiO2, P2O5

q

q

q

Figure 13-5. “Fenner-type” variation diagrams for basaltic glasses from the Afar region of the MAR. Note different ordinate scales. From Stakes et al. (1984) J. Geophys. Res., 89, 6995-7028.

Conclusões sobre MORBs, e os processos abaixo de cadeias meso-oceânicas 3 MORBs não são magmas completamente uniformes como se considerava antes Eles mostram trends químicos consistentes com atuação de processos de cristalização fracionada de olivina, plagioclasio, e as vezes clinopiroxenio 3 MORBs não podem ser magmas primários, mas são magmas derivados resultantes da cristalização fractionada (~ 60%)
3

q

q

Segmento de cadeia Rápidas (EPR) → uma grande variação da composição e uma larga proporção de liquídos evoluidos (magmas extrudidos levemente for a do eixo da cadeia são mais evoluidos do que os no eixos)

Figure 13-8. Histograms of over 1600 glass compositions from slow and fast midocean ridges. After Sinton and Detrick (1992) J. Geophys. Res., 97, 197-216.

q

For constant Mg# considerable variation is still apparent.

Figure 13-9. Data from Schilling et al. (1983) Amer. J. Sci., 283, 510-586.

Fonte mantelica para Magmas tipo MORB são regiões ricas em Incompativeis e regiões pobre em elementos incompativeis

N-MORB (normal MORB) intercepta a fonte mantelica do manto superior empobrecido

Mg# > 65: K2O < 0.10 TiO2 < 1.0
E-MORB (enriquecido MORB, também chamado P-MORB de pluma) intercepta o manto fértil (profundo)

Mg# > 65: K2O > 0.10 TiO2 > 1.0

Elementos Traços
q

Diagrama de ETR (REE) para MORBs

Figure 13-10. Data from Schilling et al. (1983) Amer. J. Sci., 283, 510-586.

E-MORBs (retangulos) enriquecido em relação ao NMORBs (triangulos vermelhos): em respeito ao Mg# q Ausência de quebras distintas sugerem três tipos de MORB 3 E-MORBs La/Sm > 1.8 3 N-MORBs La/Sm < 0.7 3 T-MORBs (transitional) valores intermediarios

Figure 13-11. Data from Schilling et al. (1983) Amer. J. Sci., 283, 510-586.

q

q

N-MORBs: 87Sr/86Sr < 0.7035 e 143Nd/144Nd > 0.5130, → Fonte mantelica empobrecida E-MORBs extende-se para valores mais enriquecidos → suporta fortemente distintos reservatórios mantélicos para os MORBs tipo- N e tipo-E

Figure 13-12. Data from Ito et al. (1987) Chemical Geology, 62, 157-176; and LeRoex et al. (1983) J. Petrol., 24, 267-318.

Conclussões: q MORBs tem > 1 região fonte q O manto abaixo das bacias oceânicas não é homogeneo.
3

3

3

N-MORBs deriva do manto superior, empobrecido E-MORBs deriva de fonte profunda enriquecida T-MORBs = mistura de N- e E- magmas durante ascenção e/ou em câmaras magmáticas rasas.

Dados Experimentais: Magma parental foi saturado com olivina, cpx, and opx → P variando = 0.8 - 1.2 GPa (25-35 km)

Figure 13-10. Data from Schilling et al. (1983) Amer. J. Sci., 283, 510-586.

Implications of shallow P range from major element data: 3 MORB magmas = product of partial melting of mantle lherzolite in a rising solid diapir 3 Melting must take place over a range of pressures 3 The pressure of multiple saturation represents the point at which the melt was last in equilibrium with the solid mantle phases Trace element and isotopic characteristics of the melt reflect the equilibrium distribution of those elements between the melt and the source reservoir (deeper for E-MORB) The major element (and hence mineralogical) character is controlled by the equilibrium maintained between the melt and the residual mantle phases during its rise until the melt separates as a system with its own distinct character (shallow)

Generation
q q

MORB Petrogenesis

q

q

Separation of the plates Upward motion of mantle material into extended zone Decompression partial melting associated with near-adiabatic rise N-MORB melting initiated ~ 60-80 km depth in upper depleted mantle where it inherits depleted trace element and isotopic char.

Figure 13-13. After Zindler et al. (1984) Earth Planet. Sci. Lett., 70, 175-195. and Wilson (1989) Igneous Petrogenesis, Kluwer.

Generation
q q

Region of melting Melt blobs separate at about 25-35 km

Figure 13-13. After Zindler et al. (1984) Earth Planet. Sci. Lett., 70, 175-195. and Wilson (1989) Igneous Petrogenesis, Kluwer.

q

Lower enriched mantle reservoir may also be drawn upward and an EMORB plume initiated

Figure 13-13. After Zindler et al. (1984) Earth Planet. Sci. Lett., 70, 175195. and Wilson (1989) Igneous Petrogenesis, Kluwer.

The Axial Magma Chamber
Original Model
q q

q

q

Figure 13-14. From Byran and Moore (1977) Geol. Soc. Amer. Bull., 88, 556-570.

Semi-permanent Fractional crystallization → derivative MORB magmas Periodic reinjection of fresh, primitive MORB from below Dikes upward through the extending and faulting roof

q

q

q

Crystallization near top and along the sides → successive layers of gabbro (layer 3) Dense olivine and pyroxene crystals → ultramafic cumulates (layer 4) Layering in lower gabbros (layer 3B) from density currents flowing down the sloping walls and floor?

Figure 13-14. From Byran and Moore (1977) Geol. Soc. Amer. Bull., 88, 556-570.

A modern concept of the axial magma chamber beneath a fastspreading ridge

Figure 13-15. After Perfit et al. (1994) Geology, 22, 375-379.

The crystal mush zone contains perhaps 30% melt and constitutes an excellent boundary layer for the in situ crystallization process proposed by Langmuir
Figure 11-12 From Winter (2001) An Introduction to Igneous and Metamorphic Petrology. Prentice Hall

q

q

Melt body → continuous reflector up to several kilometers along the ridge crest, with gaps at fracture zones, devals and OSCs Large-scale chemical variations indicate poor mixing along axis, and/or intermittent liquid magma lenses, each fed by a source conduit

Figure 13-16 After Sinton and Detrick (1992) J. Geophys. Res., 97, 197-216.

Model for magma chamber beneath a slow-spreading ridge, such as the Mid-Atlantic Ridge
3

3

Dike-like mush zone and a smaller transition zone beneath well-developed rift valley Most of body well below the liquidus temperature, so convection and mixing is far less likely than at fast ridges
2 Depth (km) 4 6
Moho Gabbro Mush Rift Valley

Transition zone

Figure 13-16 After Sinton and Detrick (1992) J. Geophys. Res., 97, 197-216.

8 10 5 0 Distance (km) 5 10

q

q

Nisbit and Fowler (1978) suggested that numerous, small, ephemeral magma bodies occur at slow ridges (“infinite leek”) Slow ridges are generally less differentiated than fast ridges 3 No continuous liquid lenses, so magmas entering the axial area are more likely to erupt directly to the surface (hence more primitive), with some mixing of mush
Rift Valley

2 Depth (km) 4 6
Moho

Transition zone

Gabbro Mush

8 10 5 0 Distance (km) 5 10

Figure 13-16 After Sinton and Detrick (1992) J. Geophys. Res., 97, 197-216.

Figures I don’t use in class

Figure 13-6. From Stakes et al. (1984) J. Geophys. Res., 89, 6995-7028.

Figures I don’t use in class

Figure 13-7. Data from Schilling et al. (1983) Amer. J. Sci., 283, 510-586.