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OMBRO

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Thiago Henrique

4/23/12

Introdução • 4/23/12 O ombro é responsável pela execução da maior parte da movimentação e .

• . mais sim um conjunto funcional que permite unir o membro superior ao tórax.• O ombro não é uma articulação única. Tal conjunto assegura-se de uma dupla função: • uma mobilização com grande amplitude do braço. 4/23/12 • uma boa estabilidade.

Acromioclavicular .Ombro • O ombro é formado por três articulações: . Fisiológica:) • Alguns 4/23/12 autores ainda consideram outra articulação no complexo do .Glenoumeral *Escápulo-torácica (Art.Esternoclavicular .

juntamente com os ligamentos.• Essas articulações. músculos tendinosos (supra-espinhal. redondo menor e subescapular) e a musculatura que constitui os motores primários da extremidade superior devem trabalhar em sinergia para produzir as várias amplitudes de movimento possíveis na articulação do ombro. o manguito rotador. infra-espinhal. 4/23/12 .

Anatomia do Ombro Vista Posterior Vista Anterior 4/23/12 .

Anatomia do Ombro 4/23/12 .

INFRA-ESPINHOSO . Fazem parte do manguito rotador os seguintes músculos: .Manguito Rotador A função principal deste grupo é manter a cabeça do úmero contra a cavidade glenóide. reforçar a cápsula articular e resistir ativamente e deslocamentos indesejáveis da cabeça do úmero em direção anterior.SUBESCAPULAR 4/23/12 . posterior e superior.SUPRA-ESPINHOSO .REDONDO MENOR .

Biomecânica do Ombro 4/23/12 .

2003. • Adução do Ombro (adução horizontal): 0°-40°(Marques.Biomecânica do Ombro • Adbução do Ombro: . 4/23/12 0°-50/75°(Magee. Palmer & Apler.0-170/180°(Magee.0°-180°(Marques. 2002). 2003). 2002). - . 2000) .

2000). 2003). 0°-60/100° (Magee.Biomecânica do Ombro • Rotação Medial do Ombro 0°-90°(Marques. 4/23/12 . 2002). 0°-65/90°(Palmer & Apler.

4/23/12 . 2000) 0°-80/90° (Magee.Biomecânica do Ombro • Rotação Lateral 0°-90°(Marques. 2002). 2003. Palmer & Apler.

Testes Clínicos • Teste do Supra-espinhal Indica alteração do supra-espinhal que é testado pela elevação ativa do membro superior (no plano da escápula) em extensão e rotação neutra. . contra resistência oposta pelo examinador. a resposta poderá ser apenas dor na face antero-lateral do ombro acompanhada ou não de diminuição de força ou mesmo da incapacidade de elevar o membro 4/23/12 superior indicando desde tendinites até roturas completas do tendão.

Testes Clínicos • Teste de Jobe O paciente faz elevação ativa do membro superior (no plano da escápula) em extensão e rotação interna contra a resistência oposta pelo examinador. acompanhada ou não de diminuição de força ou mesmo da incapacidade de elevar o membro 4/23/12 . posição que sensibiliza a tensão exercida no tendão do supra-espinhal. a resposta poderá ser apenas dor na face antero-lateral.

4/23/12 . contra a resistência oposta pelo examinador. em extensão e rotação externa. o paciente acusa dor ao nível do sulco intertubercular com ou sem impotência funcional associada.Testes Clínicos • Teste do Bíceps (Speed) Indica a presença de alteração da cabeça longa do bíceps e é testado pela flexão ativa do membro superior.

Testes Clínicos • Teste do Subescapular de Gerber O paciente coloca o dorso da mão ao nível de L5 e procura ativamente afastá-la das costas rodando internamente o braço. a incapacidade de faze-lo ou de manter o afastamento. indica grave lesão do subescapular. 4/23/12 . se feito passivamente pelo examinador.

rotação externa e extensão passivas forçadas do braço do paciente. com uma das mãos.Testes Clínicos • Teste da Apreensão O examinador. abdução. ao mesmo tempo que pressiona com o polegar da outra mão a face posterior da cabeça do úmero. faz. colocando-se por trás do paciente. quando há instabilidade anterior a sensação de luxação eminente provoca temor e apreensão do paciente. 4/23/12 .

4/23/12 .Testes Clínicos • Teste da Instabilidade Posterior O examinador faz a adução. flexão e rotação interna passiva do braço do paciente procurando deslocar posteriormente a cabeça do úmero. quando há instabilidade posterior a cabeça do úmero resvala na borda posterior da glenóide e subluxa.

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