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Equipamentos de Detecção e Combate a Incêndio Teoria Básica do Fogo

Augusto Grieco Sant¶Anna Meirinho Segundo Oficial de Náutica Capitão Bombeiro Militar da Reserva

Convenções, Códigos e Normas
1) SOLAS 1974, Protocolo 1988 1974, 2) FSS Code 3) MODU Code 4) LESTA 5) NORMAM 01 6) NORMAM 04 7) NORMAM 05 8) NORMAM 07 9) NORTEC 04 10) 10) PROCEDIMENTOS PARA PSC

Legislação Internacional 

SOLAS 1974 e seu Protocolo de 1988 Capítulo II-2 CONSTRUÇÃO - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO, DETECÇÃO E EXTINÇÃO DE INCÊNDIO 

FSS CODE MODU CODE 

2: Parte A O propósito do Capítulo II-2 da Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar é prescrever o máximo grau de proteção contra incêndio e de detecção e de extinção de incêndios nos navios (Regra 2. parágrafo 1).Princípios Básicos Capítulo II .  .

3 uso restrito de materiais combustíveis.8 minimização da possibilidade de ignição de vapores inflamáveis provenientes da carga. . .Princípios Básicos Capítulo II .2 separação térmica e estrutural dos compartimentos habitáveis do resto do navio.        . . .4 detecção de qualquer incêndio em sua zona de origem. considerando o tipo de navios e o perigo potencial de incêndio envolvido:  .5 contenção e extinção de qualquer incêndio no compartimento de origem.6 proteção dos meios de escape ou de acesso para o combate a incêndio.2: Parte A  Os princípios básicos seguintes constituem o alicerce das regras do Capítulo II-2 da SOLAS e são devidamente incorporados às mesmas.7 pronta disponibilidade dos equipamentos de combate a incêndio. . .1 divisão do navio em zonas principais verticais com separações térmicas e estrutural. .

é uma reação química envolvendo combustível e comburente (normalmente oxigênio da composição do ar atmosférico).é o fogo que foge do controle do ser humano.  Conceito de Incêndio . . com desprendimento de luz e calor. com tendência a se alastrar e causar danos.Teoria Básica do Fogo  Conceito de Fogo .

O triângulo do fogo O Triângulo do fogo é uma abstração geométrica criada para facilitar a compreensão do processo de combustão. 7 .

8 .O tetraedro do fogo Tetraedro é uma evolução do conceito do triângulo do fogo onde foi descoberto um novo elemento (reação em cadeia).

Diretoria de Portos e Costas) Os combustíveis podem ser encontrados na natureza nos seguintes estados: Sólido Líquido Gasoso  . (Manual de Combate a Incêndio .Elementos do Tetraedro do Fogo Combustível  É todo elemento na natureza que queima quando em contato com o oxigênio e na presença de certas condições ideais de temperatura.

Diretoria de Portos e Costas) .Elementos do Tetraedro do Fogo Comburente  É o elemento (geralmente o oxigênio do ar atmosférico) que se combina com o combustível para que possa haver a combustão. (Manual de Combate a Incêndio .

(Manual de Combate a Incêndio .Diretoria de Portos e Costas) .Elementos do Tetraedro do Fogo Calor (temperatura de ignição)  É a temperatura necessária para que ocorra a reação entre o combustível e o comburente produzindo o fogo.

Elementos do Tetraedro do Fogo Reação em Cadeia   A cadeia de reações ocorrida durante a combustão. sustentando a combustão e propagando o fogo. gerando novos produtos. prontos para se combinarem com outros elementos. Aos produtos instáveis cabem a transmissão da energia gerada pela reação que. (Manual de Combate a Incêndio . liberará calor.Diretoria de Portos e Costas .com adaptações) . forma produtos intermediários instáveis. por sua vez.

A dinâmica da combustão COMBURENTE (OXIGÊNIO) FUMAÇA -PARTE SÓLIDA -PARTE GASOSA ÁREA DAS REAÇÕES EM CADEIA ÁREA DE CRACKEAMENTO (QUEBRA) DAS MOLÉCULAS DO COMBUSTÍVEL ÁREA DE LIBERAÇÃO DE GASES COMBUSTÍVEIS REALIMENTAÇÃO COMBUSTÍVEL CALOR 1 3 .

Pontos notáveis da combustão  Ponto de Fulgor (Flash Point) É a temperatura mínima em que os vapores combustíveis emanados de um corpo. cessando-se o processo com a retirada do agente externo. aproximando-se um agente ígneo externo. 1 4 . queimam descontinuamente.

15 . continuam a queimar mesmo com o afastamento deste agente externo.Pontos notáveis da combustão  Ponto de Inflamação (Fire Point) É a temperatura mínima na qual os vapores combustíveis emanados de um corpo.ao entrarem em contato com o agente ígneo externo.

independente de qualquer agente ígneo externo. 16 . entram em combustão apenas ao contato com o oxigênio do ar.Pontos notáveis da combustão  Ponto de Ignição (Ignition Temperature) É a temperatura mínima na qual os vapores combustíveis emanados de um corpo.

Pontos notáveis da combustão SUBSTÂNCIA Álcool Etílico Benzeno Butano Éter Gasolina Óleos Combustíveis Parafina Ponto de Fulgor em ºC 12.7 a 110 199 Ponto de Ignição em ºC 371 538 429 180 257 254 a 407 245 17 .1 -60 -45 -42 37.6 -11.

etc. Mecânica a energia se produz por um fenômeno físico de caráter mecânico: compressão.    . Elétrica a energia é produzida por um fenômeno físico de caráter elétrico: indução. atrito. eletricidade estática. etc. Nuclear a energia é produzida como conseqüência de um processo de cisão núcleos de átomos radioativos.  Química a energia é produzida como conseqüência de uma reação química do tipo exotérmica.Origem da Temperatura de Ignição  Térmica a energia se obtém de uma fonte de calor.

etc. como é o caso de um incêndio em rampa. tais como tanques. tais como anteparas.Manifestação dos Incêndios  Foco da Ignição Segundo o foco da ignição. portas. paióis. etc. . Incêndio de foco inclinado: aquele produzido sobre planos inclinados. distinguem-se os seguintes tipos: Incêndio de foco plano: aquele produzido sobre planos horizontais. Incêndio de foco vertical: aquele produzido sobre planos verticais.

sem apresentar risco imediato de propagação.Manifestação dos Incêndios  Proporção Segundo a proporção. podendo ser extinto por um ou mais aparelhos extintores portáteis. Pequeno Incêndio: é um incêndio que exige pessoal e material especializado. . podendo ser extinto com facilidade. distinguem-se os seguintes tipos: Incêndio incipiente (ou princípio de incêndio): é o início de um foco de incêndio. Ex: incêndio em um camarote.

no Rio de janeiro. Ex: incêndio ocorrido no Edifício Joelma em São Paulo e no Navio Jari. Grande Incêndio: apresenta elevado risco de propagação e extensa área atingida.Manifestação dos Incêndios  Proporção (continuação) Médio Incêndio: é aquele que necessita de um socorro básico de incêndio para a sua extinção. Ex: incêndio em um tanque de carga. além de apresentar grande perigo de propagação. bombardeio de cidades pela aviação militar em tempo de guerra. Ex: terremotos. . exigindo mais de um socorro básico de incêndio para a sua extinção. erupções vulcânicas. Incêndio Extraordinário: é aquele provocado por fenômenos da natureza ou por bombardeios.

Norma Regulamentadora. 3. de 8 de junho de 1978. aprovada pela Portaria N. do Ministério do Trabalho. Classe A Classe B Classe C Classe D .Classificação dos Incêndios Quanto ao Combustível  A classificação adotada no Brasil segue o padrão norteamericano e está prevista na NR-23 .214.

. deixando resíduos sólidos após a queima. papel. tecido. etc.Classificação dos Incêndios Quanto ao Combustível  CLASSE A São aqueles que queimam em superfície e profundidade. Exemplo: madeira.

óleos. graxas.Classificação dos Incêndios Quanto ao Combustível  CLASSE B São aqueles que queimam apenas em superfície. Exemplo: líquidos inflamáveis. tais como. etc. tintas. . gasolina. não deixando resíduos.

Exemplo: radar em funcionamento.Classificação dos Incêndios Quanto ao Combustível  CLASSE C São aqueles que ocorrem em aparelhos elétricos energizados. .

etc.Classificação dos Incêndios Quanto ao Combustível  CLASSE D São aqueles que ocorrem em ligas metálicas combustíveis. . Exemplo: ligas de magnésio. alumínio em pó.

 Classe C combustíveis gasosos em seu estado natural.  Classe E aparelhos elétricos energizados.  Classe D metais inflamáveis.  .Classificação Européia dos Incêndios Quanto ao Combustível Classe A combustíveis sólidos que queimam em superfície e em profundidade.  Classe B combustíveis líquidos que queimam apenas em superfície.

através do contato.Propagação dos incêndios Condução É a transmissão do calor molécula a molécula através de um corpo ou de um corpo para outro. (Manual de Combate a Incêndio DPC) 28 .

(Manual de Combate a Incêndio .DPC) 29 .Propagação dos incêndios Convecção Este processo consiste na transmissão do calor através de um fluido (líquido ou gás) devido à circulação do mesmo no ambiente.

Propagação dos incêndios Irradiação É o processo de transmissão de calor através de ondas caloríficas. onde não se faz necessário qualquer tipo de contato.DPC) 30 . (Manual de Combate a Incêndio .

Propagação dos incêndios em navios Superior por convecção Lateral por Convecção e irradiação Inferior por condução 31 .

Principais Produtos da Combustão Fumaça Gases Chamas Calor .

Processos de Extinção de Incêndios .

Água .Hidrocarbonetos halogenados .Gás inerte .Vapor d¶água . aplicados ao fogo.Dióxido de carbono . Estado Físico Gasoso Agente Extintor . conseguem sua extinção por um dos métodos anteriormente vistos.Areia Líquido Sólido .Pó químico seco (PQS) .Agentes Extintores  São compostos químicos que.Espuma .

Age por resfriamento. 35 . Também se mostra eficiente nos incêndios classe B com seu jato na forma de neblina. é eficiente em incêndios classe A sob forma de jato sólido ou neblina. Contra indicação: Por ser boa condutora de eletricidade não deve ser usada na classe C.Agentes extintores Água É o mais comum dos agentes extintores.

Agentes extintores Espuma Existem dois tipos de espuma: química e mecânica. Age por resfriamento e abafamento .A química é produzida juntando-se soluções aquosas de sulfato de alumínio e bicarbonato de sódio. Contra indicação: Por ser a base de água não deve ser usada na classe C. E a mecânica e obtida através do batimento da água com o agente espumante. pode ser usado nas classes A e B. 36 .

(Dióxido de Carbono) Gás inodoro. Contra indicação: Não produz bons resultados na classe A. É eficiente nas classes B e C. pois só atua em superfície. incolor e inerte. É necessário o rescaldo. não condutor de eletricidade.É mais pesado que o ar e é armazenado sobre pressão.Agentes extintores CO 2 . 37 . Age por abafamento.

Age por abafamento e por interrupção da reação em cadeia.Agentes extintores Pó químico seco (PQS) O pó químico é composto de 95% de bicarbonato de sódio micropulverizado e 5% estearato de potássio ou de magnésio. É necessário o rescaldo. Contra indicação: Não produz bons resultados na classe A. sendo esse o motivo de sua eficiência em fogo de classe B. pode ser usado na classe C (deve-se evitar em equipamentos eletrônicos ). pois só atua em superfície. 38 .

pois só atua em superfície. 39 . cloro. sendo esse o motivo de sua eficiência em fogo de classe B e C. entre eles o flúor. bromo e iodo. Age por interrupção da reação em cadeia e por abafamento .Agentes extintores Halon O composto halogenado é proveniente da substituição de um ou mais átomos hidrogênio por átomos halogenos. Contra indicação: Não produz bons resultados na classe A. É necessário o rescaldo.

quais sejam: Fase inicial Fase de desenvolvimento Incêndio desenvolvido Fase de diminuição da intensidade .Dinâmica do Incêndio  O Incêndio a bordo de um navio pode ser dividido em quatro estágios.

Dinâmica do Incêndio  Fase inicial É a fase embrionária. entendida esta como a eclosão das chamas e o conseqüente início do incêndio. . Nesta fase há uma progressiva elevação da temperatura. determinando o foco inicial.

. Ocorre em um período relativamente curto de tempo e pode ser considerado um evento do incêndio.Dinâmica do Incêndio  Fase de desenvolvimento É a fase de transição entre a fase inicial e o incêndio totalmente desenvolvido. A característica principal desse evento é o fenômeno do ³flashover flashover´. quando a temperatura da camada superior da fumaça atinge 600 graus celsius.

FLASHOVER .

sendo necessário um ataque indireto ao mesmo. . O acesso a esse incêndio é praticamente impossível.Dinâmica do Incêndio  Incêndio Desenvolvido Todo o material do compartimento encontra-se em combustão. sendo que a taxa de queima é limitada pela quantidade de oxigênio remanescente.

.Dinâmica do Incêndio  Fase de Diminuição da Intensidade Quase todo o material combustível já foi consumido e o incêndio começa a se extinguir. Nesta fase poderá acontecer o fenômeno do ³backdraft backdraft´ caso seja introduzido oxigênio no compartimento.

BACKDRAFT .

BACKDRAFT .

EPI Aparelhos Extintores Portáteis e Semi-portáteis Equipamentos de Combate a Incêndio Sistemas Fixos de Extinção de Incêndio Sistemas de Detecção de Incêndio     .Proteção da Tripulação e do Navio  Equipamentos de Proteção Individual .

Equipamentos de Proteção Individual .EPI .

Segundo a NR-06 (Norma Regulamentadora que trata dos EPIs). a empresa é obrigada a fornecer equipamentos de proteção individual a seus empregados. destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.  . para atender emergências. entre outras situações.EPI  Conceitua-se EPI como sendo todo dispositivo de uso individual. emergências. de fabricação nacional ou estrangeira.Equipamentos de Proteção Individual .

1) Um equipamento individual composto de: a) roupa protetora feita de material que proteja a pele contra o calor irradiado do fogo e contra queimaduras e escaldaduras causadas pelo vapor. e) machado do tipo aprovado pela Administração. b) bota e luvas de borracha ou de outro material não condutor de eletricidade.Equipamentos de Bombeiro  O equipamento de bombeiro deverá consistir de: 1. 1. com período mínimo de iluminação de 3 horas. . A superfície externa deverá ser impermeável à água. d) lâmpada de segurança (lanterna portátil) de tipo aprovado.2) Um aparelho de respiração do tipo aprovado. c) capacete rígido proporcionando proteção eficaz contra impactos.

para ser prontamente utilizado em caso de incêndio (incipiente). tamanhos e modelos. b) extintores de incêndio tipo carretas (com rodas para transporte)  . que contém em seu interior determinado agente extintor.Aparelhos Extintores  Aparelhos extintores são recipientes dos mais variados tipos. Os aparelhos extintores mais comuns se apresentam em duas formas: a) extintores portáteis (manualmente transportáveis).

água pressurizada e água gás 53 .Extintores de Água ‡ Bomba manual.

Extintores de Espuma ‡ Mecânica ou Química 54 .

Extintores de gás comprimido ‡ Extintor de halotron 55 .

Extintores de gás comprimido ‡ Extintor de gás comprimido ( CO 2) 56 .

Extintores de pó químico ‡ Extintor de pó químico (pressurizado e a pressurizar ) ‡ Extintor de pó químico(p/metais combustíveis) 57 .

Extintores sobre rodas(carretas) 58 .

Extintores (Certificação) 59 .

Utilização Classe de Incêndio Método de Extinção Resfriamento Abafamento Interrupção da corrente e abafamento Abafamento Tipo de Extintor Recomendado Água Espuma CO2 PQS A B C D Sim Não Não Não Sim Sim Não Não Não Sim Sim Não Não Sim Sim Sim .Aparelhos Extintores .

Sistemas de Detecção de Incêndio  Os equipamentos de detecção de incêndio são sistemas que nos ajudam a detectar um incêndio quando ainda não tenha alcançado grandes dimensões.  . O melhor detector de incêndio é o ser humano. embora nem sempre é possível sua presença em todas as situações e lugares.

Sistemas de Detecção de Incêndio Detetores de Fumaça Detetores de Chama Detetores de Temperatura Sistema de detecção por extração de amostras de fumaça     .

Detectores de Fumaça Os detetores de fumaça podem ser de dois tipos: IÔNICO ÓPTICO  .

.Detectores de Fumaça Iônico  Detectam os produtos da combustão por influência destes sobre a corrente elétrica em uma câmara de ionização.

Detectores de Fumaça Óptico  Detectam a fumaça visível. Após. A detecção se realiza medindo os efeitos (escurecimento e dispersão) da interferência das partículas de fumaça sobre raios luminosos (detetores fotoelétricos de fumaça). se ativa o alarme. .

Detectores de Chamas  Detectam as radiações infravermelhas ou ultravioletas emitidas pelas chamas. Det-chamas .

Detectores de Temperatura  Os detetores de temperatura podem ser de dois tipos: TERMOSTÁTICO TERMOVELOCÍMETRO .

ativa um alarme. Consiste em uma câmara com um elemento termosensível que. . ao alcançar uma temperatura pré-fixada.Detectores de Temperatura Termostático  Detectam se a temperatura ambiente excede um certo valor durante um determinado intervalo de tempo.

Detectores de Temperatura Termovelocímetro  Detectam se a velocidade com que aumenta a temperatura excede um certo valor durante um intervalo de tempo determinado. Consiste em uma câmara com um mecanismo sensível à velocidade de aumento da temperatura. .

Equipamentos de Combate a Incêndio .

Tomadas de incêndio Mangueiras de incêndio 71 .

Tipos de união Bombas de incêndio 72 .

Funcionamento do esguicho universal

O esguicho universal é dotado de uma alavanca que serve para regular o jato. Permitindo assim um jato sólido, neblina de alta velocidade e neblina de baixa velocidade, como podemos observar na figura acima. 73

Tipos de espuma
1. Espuma química;
‡ Produzida a partir de uma reação química, juntando-se soluções aquosas de sulfato de alumínio e bicarbonato de sódio.

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Tipos de espuma
2. Espuma mecânica;
‡ Produzida apartir da mistura: ar, água e agente espumante, através do esguicho NPU ou do misturador.

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Sistemas Fixos de Extinção de Incêndio  Redes de Incêndio Sistema de Borrifo Sistema Fixo de Dióxido de Carbono Sistema Fixo de Pó Químico Seco Sistema Fixo de Gás Inerte Sistema Fixo de Espuma      .

Disponibilidade imediata de equipamentos de extinção de incêndio  REGRA 21 da SOLAS Os equipamentos de extinção de incêndio devem ser permanentemente mantidos em boas condições e disponíveis para uso imediato. .

2000. BRASIL. Rio de Janeiro: Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. The Problems of Prevention and Control inShips. IFSTA. Rio de Janeiro: Diretoria de Portos e Costas. Port Installations and Offshore Structures. Sociedad de Salvamento y Seguridad marítima Centro Jovellanos: ADAPT. SOLAS. RUSHBROOK. 1998. Consolidated Edition 2001. 1979. Curso de Seguridad Marítima: Lucha Contra Incendios. Rio de Janeiro: Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão. Marine Fire Fighting. 2000 IMO. 2001. London. COMUNIDADE EUROPÉIA. 1998.Bibliografia Básica  BRASIL. Frank. Fire Aboard. 2nd ed.. Manual de Combate a Incêndio. BRASIL. QUINTIERE.        . Manual de Combate a Incêndio. Glasgow: Brown Son & Fergunson. James G. 2001. Manual do Curso de Formação de Soldados. New York: Delmar Publishers. Principles of Fire Behavior. 7 ed. Oklahoma: Oklahoma State University. 1996.