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MANEJO REPRODUTIVOS DE FÊMEAS

BOVINAS

O BRASIL E GADO ZEBU 

192 MILHÕES DE CABEÇA; 80% ZEBUÍNOS E MESTIÇOS ± 158,4 MILHÕES; APROXIMADAMENTE 80% - RAÇA NELORE ± 126,72 MILHÕES; EXPLORAÇÃO: 
   

CORTE: RAÇAS ZEBUÍNAS E CRUZAMENTOS; LEITE: ZEBU LEITEIRO E MESTIÇAS;

PUBERDADE DAS FÊMEAS ZEBUÍNAS

IDADE A PUBERDADE DA FÊMEA ZEBUÍNA 

PERÍODO DE GESTAÇÃO menos A IDADE DA NOVILHA; NOVILHA; Pode ser determinada por: por:  Palpações retais,  Ultra-sonografia dos ovários e útero; Ultraútero;  Dosagem da progesterona circulante 

Inviáveis para serem aplicadas em escala comercial

PUBERDADE
1º COMPORTAMENTO DE CIO ACOMPANHADO POR OVULAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE CL C/ DURAÇÃO TÍPICA

IDADE A PUBERDADE DA FÊMEA ZEBUÍNA
Idade a puberdade Trópicos América do Sul Nelore precoce Meses 16 a 40 22 a 36 12 a 15

Fonte: Abeygunawaderna & Dematawewa, 2004; Nogueira, 2004 2004;

PUBERDADE
Eixo hipotalamico-hipofisário-gonadal-uterino hipotalamico-hipofisário-gonadal-

FUNCIONAL ANTES DA PUBERDADE
HIPOTÁLAMO ± ÚLTIMO A SE DESENVOLVER

PUBERDADE 

PRÉ - PUBERDADE: MAIS de 50 dias para a puberdade

PULSOS INFREQUENTES DE LH - 1 A 4 EM 24 HORAS

PUBERDADE 

PERIPERI-PUBERDADE: 50 dias para a puberdade

AUMENTO DA FREQUÊNCIA DE PULSOS GnRH

AUMENTO NAS FREQUÊNCIA DE PULSOS DE LH
PULSOS DE LH - 24 EM 24 HORAS IMPORTANTE PARA A MATURAÇÃO SEXUAL

PRÉ - PUBERDADE
FEEDBACK NEGATIVO DO ESTRADIOL INÍCIO ± baixas concentrações de estradiol circulante (crescimento folicular )

EFEITOS INIBITÓRIOS NA HIPÓFISE E HIPOTÁLAMO Com o aproximar da puberdade Diminuição dos receptores para estradiol

PERI-PUBERDADE 

Ondas foliculares ± elevada produção do estradiol
REMOÇÃO DOS EFEITOS DE FEEDBACK NEGATIVO DO ESTRADIOL

PICO DE LH OVULAÇÃO FEEDBACK POSITIVO DO ESTRADIOL

ESTRO NÃO PUBERAL 

ESTRÓGENOS CIRCULANTES
CIO ANOVULATÓRIO COMPORTAMENTO DE CIO AUSÊNCIA DE OVULAÇÃO

PUERI-PUBERDADE
PROGESTERONA

LH

As vezes detectada antes da primeira ovulação
Luteinização de folículos ovarianos, porém sem ovulação

ESTRADIOL 

FAVORECE O CRESCIMENTO UTERINO

PROGESTERONA
FAVORECE O CRESCIMENTO UTERINO  FAVORECE O AMBIENTE UTERINO PARA A MANUTENÇÃO DO EMBRIÃO 

PUBERDADE
CENTROS CEREBRAIS SUPERIORES HIPOTÁLAMO (+) (-) HIPÓFISE FSH E2 (+) OVÁRIOS ÚTERO LH GnRH

MATURAÇÃO DO HIPOTÁLAMO

(-)

PICO LH OVULAÇÃO P4 (+)

PUBERDADE
PRÉPRÉ-ESTAÇÃO DE MONTA; MONTA;  PARIR INÍCIO DAS ESTAÇÕES  BEZERROS MAIS PESADOS; PESADOS; 

BAIXA FERTILIDADE NO CIO PÚBERE: COBRIR NO SEGUNDO OU TERCEIRO ESTRO PÓS-PUBERDADE PÓS-

FATORES QUE AFETAM A IDADE A PUBERDADE 
NÍVEL NUTRICIONAL;  BIOESTIMULAÇÃO: Presença do macho; Presença de fêmeas cíclicas;  GENÓTIPO:

NUTRIÇÃO E PUBERDADE 
 

Elevada taxa de ganho até a desmama e elevado peso a desmama ² precocidade; precocidade; Demora para a puberdade: baixo nível nutricional na puberdade: pós-desmama; pós-desmama; Novilhas com maior velocidade de crescimento póspósdesmama (condições nutricionais favoráveis) ² tendem a atingir a puberdade mais precocemente; precocemente;
REVERSÃO DO FEEDBACK (-) E2

AUMENTO PRÉ-PUBERAL FREQ. PULSOS DE LH

NUTRIÇÃO E PUBERDADE
DeveDeve-se proporcionar à novilha melhores pesos ao desmame e qualidade nutricional após a desmama
CUIDADO COM ELEVADOS NÍVEIS ENERGÉTICOS COMPROMETIMENTO DO PARÊNQUIMA MAMÁRIO

Superalimentação até os 8 meses de idade

MEDIADO PELA SOMATRO TOPINA (BST)

NUTRIÇÃO E PUBERDADE 

Mediadores da puberdade: puberdade: IDADE - PESO; PESO;  ESCORE CORPORAL; CORPORAL;  GORDURA CORPORAL: mediada CORPORAL: via LEPTINA dos adipócitos sobre o hipotálamo; hipotálamo; 

NUTRIÇÃO E PUBERDADE 

LEPTINA ± SINTETIZADA NOS ADIPÓCITOS ± SINALIZADOR DO STATUS NUTRICIONAL  REDUZ A INGESTÃO DE ALIMENTOS E O PESO CORPORAL  AUMENTA O GASTO ENERGÉTICO  INIBE O ESTIMULO NERVOSO DO NEUROPEPTÍDEO Y (NPY)

NUTRIÇÃO E PUBERDADE 
NPY ±

estimula a ingestão de alimentos;  Regula o gasto energético;  Regula o estoque de gordura  Moderador da secreção de GnRH e LH

NUTRIÇÃO E PUBERDADE
NPY HIPO TÁLA MO (-) GnRH (+) HIPÓFISE LH (-) (+) SRIF (-) FSH GHRH (+) GH (-) (-) (+)

GH ² hormônio crescimento; SRIF ² inibidor da liberação de GH

TECIDO ADIPOSO

LEPTINA

Fonte: Rancho da Matinha, 2005

Fonte: Rancho da Matinha, 2005

VACAS PARIDAS AOS 24 MESES

BIOESTIMULAÇÃO E PUBERDADE

BIOESTIMULAÇÃO PRESENÇA DO MACHO
³EFEITO MACHO´ ± FERORMÔNIOS ± VIA INTERNEURÔNIOS PULSOS HIPOTALÂMICOS ± GNRH o FREQUÊNCIA DE PULSOS LH 1ª OVULAÇÃO

BIOESTIMULAÇÃO PRESENÇA DO MACHO
Exposição de novilhas zebu ao macho durante 80 dias pré-estação de monta pré(Ferreira et al., 2000):

Aumento de 6 % fertilidade das novilhas expostas ao touro no final da EM

BIOESTIMULAÇÃO

COLONIAL AGROPECUARIA S

NOVILHAS NELORE-GIR PRÉ-PÚBERES NA PRESENÇA DO MACHO

INFLUÊNCIA DO GENÓTIPO SOBRE A PUBERDADE

GENÓTIPO E PUBERDADE PERÍMETRO ESCROTAL
CORRELAÇÃO NEGATIVA ENTRE PERÍMETRO ESCROTAL TOURO E A IDADE A PUBERDADE DAS FÊMEAS A ELE ASSOCIADAS (FILHAS, MEIAS IRMÃS) 

Nelore: Nelore:  Herdabilidade da circunferência escrotal: 37; escrotal: 0,37;  Correlação genética com à idade puberdade das filhas: (-0,44) (Martins filhas: 44) Filho e Lobo, 1991); 1991) PE de Tourinhos Nelore em torno de 14 a 15 meses, bom indicador da puberdade da novilha nesta idade (Eler et al., 2002); al. 2002)

GENÓTIPO E PUBERDADE PERÍMETRO ESCROTAL 

Fonte: Rancho da Matinha, 2005

GENÓTIPO E PUBERDADE
Herdabilidade da precocidade sexual 

Taurinas: Taurinas: Angus e Hereford  Entre 14 e 27% (Evans et al., 1999; 27% al. 1999; Doyle et al., 2000) al. 2000) raça NELORE: NELORE:  herdabilidade de 57% (Eler et al., 57% al. 2002) 2002) 

Na

GENÓTIPO E PUBERDADE
Seleção para precocidade sexual 

Alta herdabilidade: seleção pelo mérito herdabilidade: genético para prenhez aos 14 meses ± seleção para melhorar a precocidade de novilhas Nelore (Eler et al., 2002); al. 2002) Sumário de touros Nelore da CFM: CFM: probabilidade de ³prenhar´ aos 14 meses ± DEP para PP14; PP14; 

GENÓTIPO E PUBERDADE

VÁCUO COL Índice de prenhez de suas filhas aos 14 meses em 2004 de 50% FILHO E NETO DE PRECOCES

PÓS-PARTO

EPAMIG

FINAL DA GESTAÇÃO
ELEVADOS NÍVEIS DE ESTRADIOL PLACENTÁRIO INIBIÇÃO DA SÍNTESE DE LH POUCA ALTERAÇÃO DOS NÍVEIS DE FSH

PUERPÉRIO 

INVOLUÇÃO UTERINA; UTERINA; RENOVAÇÃO DOS ESTOQUES DE LH NA HIPÓFISE; HIPÓFISE; 

2 A 3 SEMANAS APÓS O PARTO
RENOVAÇÃO DO ESTOQUE DE LH NA HIPÓFISE

PULSOS LH DE BAIXA FREQUÊNCIA

QUANDO A CONDIÇÃO NUTRICIONAL ESTÁ ADEQUADA VACAS DE LEITE SEM BEZERRO VACAS DE CORTE DESMAMADAS

APÓS 2 A 3 SEMANAS APÓS O PARTO

AUMENTO DA FREQUÊNCIA DE PULSOS DE LH ± PRIMEIRA OVULAÇÃO PÓS-PARTO

O ANESTRO PÓS-PARTO
FATORES DE MAIOR IMPORTÂNCIA PARA A RETOMADA DA CICLICIDADE OVARIANA NO PÓS-PARTO: PÓS-

- NUTRIÇÃO - ESTÍMULO DA MAMADA

SUBNUTRIÇÃO E ANESTRO 

A Subnutrição ou ingestão inadequada de nutrientes em relação a demanda do animal constituiconstitui-se importante fator responsável pelo prolongamento do anestro pós-parto; pós-parto; ANESTRO mediado pela subnutrição associado a supressão da liberação tônica do GnRH FSH e LH

SUBNUTRIÇÃO
Subnutrição severa ausência de atividade ovariana; ovariana; Subnutrição moderada: crescimento e moderada: regressão folicular AUSÊNCIA DE OVULAÇÃO (Jolly et al., 1995) al. 1995)

SUBNUTRIÇÃO
EFEITOS MAIS SEVEROS: quando a subnutrição ocorre na fase tardia da GESTAÇÃO;

VACAS MAGRAS AO PARTO: maior extensão do anestro pós-parto; pós-

PARTIÇÃO DE NUTRIENTES
Partição de nutrientes do zebu semelhante a partição de taurinos leiteiros e não de corte Fêmeas zebu: mobilizam as reservas corporais zebu: para a produção de leite, apresentando aumento na produção quando suplementadas, sem manifestar incrementos em seu peso corporal e no retorno à atividade ovariana no pós-parto pós(Hunter & D¶Occhio, 1995) 1995)

Leite (kg) 10 8 6 4 2 0 1 31 61 91 121 151 Dias de lactação 181 211

Produção de leite de 65 primíparas zebuínas durante a lactação

Escore corporal das 65 primíparas zebuínas nos dias pós-parto (escala de 1 a 9)
Fonte: Adaptado de Lopes, 1999

4,5

Escore
4

3,5 3 2,5 7 38 69 100 131 162 193

Dias pós-parto

CONDIÇÃO CORPORAL 

BOM ESCORE CORPORAL AO PARTO É FUNDAMENTAL PARA A RETOMADA DA ATIVIDADE OVARIANA PÓS-PARTO; PÓSA SUPLEMENTAÇÃO DE ANIMAIS QUE PAREM COM BAIXO ESCORE É ONEROSA E NEM SEMPRE PERMITE A REDUÇÃO DO PERÍODO DE ANESTRO; 

TAXA DE GESTAÇÃO DE VACAS DE CORTE ZEBUÍNAS CONFORME A CONDIÇÃO CORPORAL AO PARTO 60 DIAS PÓS PARTO E NO INICIO DA ESTAÇÃO DE MONTA
90 80 70 % de gestação 60 50 40 30 20 10 0 3 3 a 3,5 3,5 a 4 4 a 4,5 4,5 a 5 5 a 5,5 5,5 condição corporal CC ao parto CC 60 dpp CC inicio EM

Fonte: Saturnino e Amaral, 2004 (escala de 1 a 9)

CONDIÇÃO CORPORAL AO PARTO

ATENÇÃO AS PRIMÍPARAS 

PRIMÍPARAS: PRIMÍPARAS: maior período de anestro pós-parto que multíparas; pósmultíparas; Demanda energética para a lactação e para a continuidade do crescimento; crescimento; Categoria mais espoliada sistema de produção; produção; do  

ESTÍMULO DA MAMADA

ESTÍMULO DA MAMADA 

Relação negativa entre fatores associados ao vínculo mãe e cria que favorece a ejeção do leite e a produção láctea com a ovulação no pós-parto; pós-parto; Associado a não liberação pulsátil do LH, que já foi sintetizado e está estocado na hipófise (2 a 3 semanas do pós-parto); pós-parto); 

ESTÍMULO DA MAMADA 

VÍNCULO MATERNO: Não está relacionado MATERNO: ao simples ato de amamentar ou a inervação da glândula mamária; mamária; É estabelecido pelo elevado estradiol do anteanteparto, pela estimulação genital ao parto (oxitocina) e pelo reconhecimento da cria no parto, através dos órgãos do sentido: olfato, sentido: visão, audição e estímulo tátil 

ESTÍMULO DA MAMADA

Identificação da cria pela vaca
Presença do vínculo materno: OPIÓIDES ENDÓGENOS Supressão da liberação do GnRH Inibição do padrão pulsátil do LH Ausência de maturação folicular e ovulação no pós-parto pós-

ESTÍMULO DA MAMADA

Identificação da cria pela vaca
REMOÇÃO DO BEZERRO PRÓPRIO por dois a quatro dias retomada do padrão pulsátil do LH OVULAÇÃO

MANEJOS REPRODUTIVOS PARA A FÊMEA ZEBUÍNA

AMAMENTAÇÃO CONTROLADA OU MANEJO DA MAMADA
Separação da vaca do bezerro com intuito de remover o padrão hipotalâmico inibitório, favorecendo o padrão pulsátil do LH

AMAMENTAÇÃO CONTROLADA OU MANEJO DA MAMADA
1.

MAMADA RESTRITA (a partir do 21º dia pós-parto): uma mamada diária por 30 pósa 60 minutos; SHANG: SHANG: separação da cria por 48 ou até 120 horas (com suplementação para o bezerro); DESMAME PRECOCE: reservada para as condições graves de seca

2.

3.

SHANG
A partir de 40 dias pós-parto; pós Pico de LH 24 h após a remoção do bezerro;  Resposta associada ao escore corporal;  Vacas muito magras: baixa resposta;  Vacas escore regular: melhor resposta;  Vacas em bom escore: menor efeito dos opiódes endógenos; 

DESMAMA PRECOCE
Apartação aos 90-120 dias de vida; 90 Períodos de escassez severa de forragem; 

MAMADA RESTRITA

AMAMENTAÇÃO CONTROLADA OU MANEJO DA MAMADA
TRATAMENTOS Uma mamada mais Shang Shang e bezerro ao pé Uma mamada diária Bezerro ao pé
Fonte: Ruas, 1998

Vacas Nelore retorno a atividade ovariana 60 % 70 % 50 % 20 %

SHANG OU DESMAME TEMPORÁRIO

BIOESTIMULAÇÃO E PÓS-PARTO
Efeito da presença do touro sobre o reinício da atividade ovariana no pós-parto Manejo Exposição ao macho Controle
Fonte: Fonseca, (1991)

(n) 81 74

Dias 41 72

DETECÇÃO DO ESTRO

DURAÇÃO DO ESTRO
RAÇA GIR GUZERÁ NELORE DURAÇÃO DO ESTRO 12,49 4,9 (n=95) 12,54 4,6 (n=55) 12,9 2,9 (n=25) AUTOR Lopes, 2005 Lopes, 2005 Mizuta, 2003

Número de montas recebidas no estro 

FÊMEAS TAURINAS: recebem 30 até TAURINAS: 60 montas por estro; estro; FÊMEAS ZEBUÍNAS: ZEBUÍNAS: receptividade a monta; monta; baixa 

NÚMERO DE MONTAS RECEBIDAS NO ESTRO
RAÇA GIR GUZERÁ NELORE INDUBRASIL Nº Montas Recebidas 25,0 s 18,6 29,8 s 14,9 28,2 s 13,2 28,8 s 18,1 Autor Lopes, 2005 Lopes, 2005 Mizuta, 2003 LamotheLamotheZavaletha, 1991

ESTROS NOTURNOS
VACAS GIR E GUZERÁ (Lopes, 2003) 2003) DIA ± entre 6 e 18 hs: 63,54%; hs: 63,54% NOITE ± entre 18 e 6 hs: 36,46%; hs: 36,46% Duração inferior a 12 horas - 7,2% estros noturnos; noturnos; VACAS NELORE (Pinheiro et al., 1998) DIA ± 30,7%; 30, NOITE ± 46,1%; 46, Duração inferior a 12 horas ± 30,7 % 30,

DETECÇÃO DO ESTRO ± RUFIÃO COM BUÇAL MARCADOR

ESTAÇÃO DE MONTA
Restringir a cobertura de fêmeas a um período determinado de tempo

ESTAÇÃO DE MONTA
OBJETIVO:  Coincidir a fase de maior exigência nutricional (lactação) com a época de maior disponibilidade de forragens de qualidade; qualidade;  Racionalizar manejos e mão de obra; obra;  Padronização zootécnica: zootécnica:  Seleção de fêmeas; fêmeas;  Lotes homogêneos à desmama; desmama;

VANTAGENS DA EM 

Racionalização do trabalho e da mão de obra;  Concentração de nascimentos e desmama em épocas apropriadas;  Facilidade de seleção ± homogeneidade dos lotes;  Repouso sexual aos touros nas épocas de menor disponibilidade de forragens;

VANTAGENS DA EM 

Tempo para a recuperação das vacas;  Identificação e eliminação de fêmeas antes da seca (descarte das vazias) aumenta a disponibilidade de forragem para as gestantes;  Castração e marcação na época de menor incidência de miíases

LIMITAÇÕES 

Flutuação de mercado ± grande oferta e baixo preço;  Dificuldade de venda de grandes lotes;

TEMPO IDEAL 

UMA CRIA POR ANO

DURAÇÃO = 365 ± (gestação + 40 dias de puerpério) Duração EM=365 ±(290+40)= 35 dias NA TEORIA

ESTAÇÃO DE MONTA 

DURAÇÃO DA ESTAÇÃO DE MONTA: NOVILHAS: 45 a 60 dias;  VACAS: 75 a 90 dias; 

QUANDO FAZER? 

UMA ÉPOCA SÓ?

ÁGUAS

SECA

VANTAJOSO PARA AS VACAS PIOR PARA OS BEZERROS

DESVANTAGEM PARA AS VACAS MELHOR PARA OS BEZERROS

DISPONIBILIDADE DE FORRAGEM - ESTAÇÃO DE MONTA
DEZ 30 DEZ 15 NOV
P A R T O S DESMAMA NOVILHAS VACAS

JAN 15

JAN 30 FEV 15 FEV 28

OUT

MAR

SET 30 SET 15

ABR

AGO JUL JUN

MAIO

MONTA NATURAL

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL 
  

VANTAGENS: Touros de alto nível genético: provados; Utilização de cruzamentos industriais; Controle de doenças sexualmente transmissíveis; FUNDAMENTAL: Detecção criteriosa do estro; Inseminação artificial momento correto; 

 

SINCRONIZAÇÃO DOS ESTROS
Visa a concentração de cios num determinado período permitindo a maximização da identificação dos sinais de cios pelo homem 

Prostaglandina; Prostaglandina; Progestágenos; Progestágenos; 

SINCRONIZAÇÃO DOS ESTROS 


PROSTAGLANDINA F2 alfa: LUTEÓLISE Inconvenientes:  Corpo lúteo jovem (até 7 dias) não é lisado;  Vacas acíclicas não respondem ao tratamento;  Momento do cio após o tratamento é variado entre os animais SINCRONIZAÇÃO: 2 aplicações intercaladas de 11 dias 

SINCRONIZAÇÃO DE ESTROS COM PROSTAGLANDINA
PgF2E PgF2E

ESTRO INDUZIDO -11 0 2 3 4

COMPORTAMENTO SEXUAL

GRUPO SEXUALMENTE ATIVO
40 Número méio de montas rece bid as 35 30 25 20 15 10 1a 2 3 4 5a6 7a8 Nº fêmeas em cio 9 a 11 mais de 12
a a,b b,c

Nº médio de montas recebidas de acordo com o número de fêmeas em cio no mesmo período
c c c c

Fonte: Lopes, 2003

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL COM TEMPO FIXO
VISA A SINCRONIZAÇÃO DA OVULAÇÃO, DISPENSANDO A NECESSIDADE DA DETECÇÃO DO ESTRO PARA A INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

1 - SINCRONIZAÇÃO COM GnRH/PGF 2E/GnRH: 2E

2 - SINCRONIZAÇÃO COM PROGESTERONA, BENZOATO DE ESTRADIOL E PGF2 w

Índices reprodutivos de vacas de corte lactantes de acordo com o tratamento GRUPO 1º da EM 45 dias de EM (observação de estro e IA) 90 dias de EM (IATF) (IA+ touro) Taxa Taxa de Serviço Taxa de Taxa de Prenhez Taxa de Concepção (%) Concepção (%) Prenhez (%) (%) Controle 80,9 (76/94) 23,4 (22/94) C 81,8 (18/22) 19,1 (18/94)E CIDR CRESTAR OVSYNCH
52 (52/100)A 15 (15,100)B 45,8 (22/48)
D D CD

68,2 (15/22) 65,0 (65/100)F 80,8 (21/26) 60,2 (62/103)F 82,1 (23/28) 38,0 (38/100)G

79,0 (79/100) 88,3 (91/103) 85,0 (85/100)

42,7 (44/103)A 44,1 (26/59) 32,9 (28/85)

Fonte: Barusseli et al., 2004 (p<0,01)