48 HORAS

Histórico
Professor do Curso Técnico em Logística desde 2009  Gestor de Custos e Informação desde 2007  Fundador da Compass Eventos Esportivos desde 2000

    

Comprador Responsável pela TI Gestor de Frota Gestor de Manutenção Coordenador Logístico

     

Denis Carlos Sodré / Compass Eventos dcsodre@yahoo.com.br dcsodre@gmail.com (11) 9178-6722 (11) 9364-7953 http://www.compasseventos.blogspot.com

 Uso de Lousa e Projetor  .Métodos de Ensino Utilização da Apostila da Escola  Trabalhos e Análise de Revistas do Setor.

4 .  Peso 4.0  ((P1 + P2 + P3 )/3) x 0.0  ((Trab Escrito + Apres)/2)x0.6  1 Trabalho Escrito e Apresentado.Avaliação  3 Provas Escritas  Peso 6.

CONTEÚDO 1 Transporte de Cargas no Brasil 2 TRANSPORTE E SEUS MODAIS IMPORTÂNCIA DA ESCOLHA DO MODAL DE 3 TRANSPORTE CUSTOS E CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS DA 4 MODALIDADE 5 Transporte aéreo 6 Transporte ferroviário 7 Transporte marítimo 8 Transporte tubular ou Dutoviário AVALIAÇÃO 1 2 3 4 14/fev 28/fev 06/mar .Cronograma AULA 1 DATA 07/fev CAP.

Cronograma 5 6 7 8 9 13/mar 20/mar 27/mar 03/abr 10/abr 9 Transporte Rodoviário de Cargas 10 Frete Panorama do Transporte Rodoviário de Cargas no 11 Brasil MEDIDAS E CAPACIDADES DE EQUIPAMENTOS E 12 ACESSÓRIOS AVALIAÇÃO 2 .

Cronograma 10 17/abr 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 Transporte multimodal NEGOCIAÇÃO GERENCIAMENTO DE RISCO EDI (ELECTRONIC DATA INTERCHANGE) CUSTOS EM TRANSPORTES RODOVIÁRIOS ANALISE DE DESEMPENHO E NÍVEL DE SERVIÇO ROTEIRIZAÇÃO URBANA GESTÃO DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO NOS DIAS ATUAIS Milk Run Cross Docking TRANSFERÊNCIA DE CARGAS ENTREGA TRABALHO ESCRITO APRESENTAÇÃO TRABALHO AVALIAÇÃO 3 23 11 12 24/abr 08/mai .

.  Proibida leitura de papel na hora da apresentação  Todos os membros do grupo devem dominar o assunto. Serão feitas perguntas durante e no final da apresentação.TRABALHO Máximo 3 pessoas  Escrito: Padrão ABNT (será avaliado)  Apresentação: Segundo Regras passadas   Todos Terão que apresentar.

.TRABALHO Na Avaliação Final haverão perguntas sobre os trabalhos apresentados.  Avaliação:   Trabalho 5 pontos  Apresentação 5 Pontos – Individual  Em caso de Falta na apresentação ou não entrega na data estipulada será aplicada nota Zero ao mesmo.

Cabotagem 7. Terceirizar ou Comprar Caminhões? 6. 2. Veículos Sustentáveis 5.Trabalho  TEMAS CTE – Conhecimento de Transporte Eletrônico Nova Lei Sobre o TAC (Transporte Autônomo de Cargas) 3. Seguro de Frota 11. Rastreamento de Veículos e Cargas 4. . ZMRC em São Paulo 8. Transporte de Cargas Perigosas 9. Transporte Multimodal 1. Seguro de Cargas RCTR-C e DC 10.

 Obrigatoriedade  Como funciona?  Prós e Contras  Quem empresas já utilizam?  Modelo de CTE?  O que mudou com relação ao CTRC?  Que Benefícios uma empresa tem ao contratar um transportador com CTE?  . CTE O que é? Como Surgiu? Legislação.1.

2. Nova Lei do TAC O que é um TAC – Transportador Autônomo de Carga? Como se caracteriza?  Como era a relação TAC x Empresa?  Como é a relação TAC x Empresa?  Meio de Pagamento  Punições  Adequação  Prós e Contras da Profissão  .

Rastreamento de Veículos Como surgiu o rastreamento?  Funções?  Marcas / modelos / Tipos existentes  Uso na Logística  Uso na Segurança  Telemetria  Gerenciamento de Risco  Seguros  .3.

4. Veículos Sustentáveis
        

Novos Combustíveis Formas de Economia de Combustível Nova Linha de Motores Euro 5 Novo Diesel S-50 Etanol Eletricidade Comparativo antes / depois Motivos da Mudanças Novas Ferramentas de Segurança no Transito

5. Terceirizar ou Comprar?
Custos com Terceirização e Compra  Vantagens e Desvantagens  Quando Terceirizar e Quando Comprar  Empresas que optaram pela Terceirização (Motivos)  Empresas que optaram pela Frota Própria (Motivos)

6. Cabotagem
O que é?  Quando Começou?  Como Funciona?  Vantagens?  Desvantagens?  Futuro  Quem utiliza?

7. ZMRC SP O que é a Zona Máxima de Restrição de Circulação?  Como Funciona?  Quando Foi Criada?  Vantagens  Desvantagens  Futuro  Legislação  .

8. Transporte de Cargas perigosas O que é?  Legislação?  Procedimentos a serem seguidos?  Fiscalização  Sinalização  Perigos  Cursos Obrigatórios  Exemplos  .

9. Seguro RCTRC-C e DC O que são?  O que abrange?  Como Funciona?  Carta de Regresso  Como averba  O que cobre  Rastreadores  Gerenciamento de Risco  .

10. Seguro de Casco O que é?  O que Cobre?  Por que transportadoras não fazem o seguro compreensivo?  Quais categorias podem ser seguradas?  DM / DC/ DMO / Compreensiva / APP  Dicas  Cuidados  .

Transporte Multimodal O que é um OTM?  Como Funciona?  Legislação  O que transporta?  Exemplos  Vantagens  Desvantagens  .11.

TRANSPORTE DE CARGA NO BRASIL  Os investimentos em transporte e comunicação estão fortemente correlacionados com o crescimento econômico das nações. .

divisão do trabalho e produção em larga escala. pode-se notar que o transporte tem papel vital em determinados elementos considerados prioritários em políticas para o desenvolvimento: exploração de recursos. .Desenvolvimento Econômico  Conforme desenvolvido previamente.

Transporte e seus Modais  Uma das principais funções logísticas é o transporte. Aéreo  Marítimo  Rodoviário  Dutoviário  .

a habilidade superior de projetar e administrar sistemas para controlar a movimentação e a localização geográfica de matérias-primas.Importância da Escolha  Neste contexto surge a logística enxuta. trabalhos em processos e inventários de produtos acabados ao menor custo total  .

Eles são importantes.Custo e Características  Outro fator é a densidade do produto. pois o custo de transporte para qualquer movimentação é cotado em valor por unidade de peso. combinação de peso e volume. A relação do custo de transporte normalmente são avaliados como baixos e decrescentes por unidade de peso à medida que aumenta a densidade .

Divisão por Modais .

Divisão por tipo .

Estrutura de Custos .

Características Operacionais .

Transporte Aéreo .

O transporte aéreo é usado preferencialmente para movimentar passageiros ou mercadorias urgentes ou de alto valor. .Transporte Aéreo  O Transporte aéreo é o movimento de pessoas e mercadorias pelo ar com a utilização de aviões ou helicópteros.

instrumentos de óptica.) e de mercadorias perecíveis (fruta. flores.Vantagens É o mais rápido para transportar passageiros a médias e grandes distâncias  Grande liberdade de movimentos  É dos mais seguros e cômodos  É o mais adequado para o transporte de mercadorias de alto valor (diamantes. produtos farmacêuticos.)  . etc. etc.

devido à construção das infra-estruturas Elevado consumo de combustível É muito dispendioso Algumas áreas estão congestionadas. gerando problemas de segurança Muita dependência das condições atmosféricas(nevoeiro. devido à emissão de dióxido de carbono Poluição sonora nas áreas circundantes aos aeroportos Forte consumidor de espaço. ventos fortes…) Reduzida capacidade de carga(em relação a transportes marítimo e ferroviário) . devido à densidade do tráfego.Desvantagens         Elevada poluição atmosférica.

foi possível aumentar o número de assentos disponíveis na malha aérea e popularizar o transporte aéreo no Brasil.TA no Brasil  A Aviação Brasileira cresceu muito nos últimos anos. . com o surgimento de novas companhias aéreas e a modernização das demais.

A consolidação dos blocos econômicos como o Mercado Comum Europeu e o MERCOSUL.  Um deles é a globalização. que eliminou todas e quaisquer fronteiras. . também têm influência direta neste cenário.TA no Brasil  Existem ainda outros fatores que servem de estímulo para um investimento decisivo no setor. por exemplo.

Transporte Ferroviário .

TF  O transporte ferroviário é a transferência de pessoas ou bens. efetuada por um comboio. O transporte ferroviário é uma parte fundamental da cadeia logística que facilita as trocas comerciais e o crescimento econômico.  . entre dois locais geograficamente separados. automotora ou outro veículo semelhante.

. por volta do século 6 a. na altura. Uma espécie de carruagem era empurrada por escravos ao longo de sulcos de calcário. que formavam os carris naquela época (Lewis. 2001). servindo.História  Os primeiros vestígios da existência de uma linha férrea remontam à Grécia Antiga.C. . para o transporte de barcos na zona de Corinto.

cômodo e econômico. seguro. vagões – cisterna. . os vagões – frigorífico. entre outros. tornando-se cada vez mais rápido. tais como.Transporte de Mercadorias  O transporte ferroviário tem sofrido significativas evoluções técnicas. houve a criação de vagões que dão resposta à necessidade de deslocação de certas mercadorias. Com a evolução.

.Infra Estrutura  Caminho-de-ferro: via de comunicação por carril para utilização exclusiva dos veículos ferroviários.

. aumentando assim a eficácia na mobilidade das populações.Alta Velocidade  A alta velocidade surge da necessidade de uma ligação rápida entre os principais aglomerados urbanos.

Equipamentos                 Veículo ferroviário Elétrico Veículo ferroviário a grande velocidade Locomotiva elétrica Locomotiva diesel Vagão Vagão privado Vagão coberto Vagão isotérmico Vagão frigorífico Vagão frigorífico mecânico Vagão calorífico Vagão aberto de bordos altos Vagão – plataforma Vagão – cisterna Vagão – silo .

Transporte Marítimo .

647). . O transporte fluvial usa os lagos e rios. Como o transporte marítimo representa a grande maioria do transporte aquático. muitas vezes é usada esta denominação como sinônimo. 2003. para o transporte de mercadorias e de passageiros (Chorão.TM  O transporte marítimo é o transporte aquático que utiliza como vias de passagem os mares abertos. p.

como os portos ou canais de transporte. foi o mais importante meio de difusão comercial e cultural. medieval e moderna.  Têm-se verificado inúmeras alterações nesta área desde a idade média. como GPS ou Radar.História A navegação marítima nas épocas antiga. onde os navegadores mediam a altura do sol pela estrela polar usando o astrolábio até aos dia de hoje onde existem já avançadas tecnologias. e infraestruturas avançadas.  .

Vantagens  Permite deslocar cargas de maior tamanho e em maior quantidade com menores custos associados em comparação com o transporte aéreo ou terrestre para deslocações intercontinentais. .

 . implica um maior tempo de descarga  • distância dos portos aos centros de produção  • estragos ou perdas de carga.Desvantagens • pouca flexibilidade da carga  • a baixa velocidade de transporte  • necessidade dos produtos transitarem nos portos/alfândega.

. dedicado ao transporte de pessoas e de mercadorias.Comércio  A marinha de comércio é o ramo da marinha mercante. essencialmente.

Tipos de Navios          Navio tanque  Os Petroleiros   Navios Frigoríficos Navio porta-contentores Cargueiros ro-ro Cruzeiros Cable layer Rebocadores Dragas Navios Semi-submersíveis Porta-aviões Balsas ou chatas .

Infra Estrutura Doca seca  Ferry slip  Marina  Faróis  Comportas  Diques  .

dedicada à atividade da pesca. Marinha de comércio . às atividades econômicas de transporte de passageiros e de carga.dedicada. de lagos e de canais. essencialmente.  2. Marinha de recreio . através do mar.  3.dedicada ao desporto náutico e às outras atividades recreativas. de rios.  . Marinha de pesca .Marinha Mercante 1.

Transporte Dutoviário .

etc. .TD  O transporte tubular abrange todas as partes constituintes de uma instalação física. através da qual os líquidos (petróleo e seus derivados) ou gases (gás natural. dióxido de carbono) são transportados. tais como válvulas. incluindo as tubagens e os equipamentos a elas anexados.

plataformas. produtos petrolíferos a longas distâncias. . Isto faz com que seja o meio mais seguro e econômico de transporte deste tipo de produtos. refinarias. principalmente. interligando regiões produtoras. terminais marítimos e os centros consumidores.TD  O transporte tubular terrestre consiste num tipo de transporte em que o veículo utilizado compõe a própria infra-estrutura construída. a qual irá permitir a distribuição de.

por volta do ano 500 aC. proveniente dos poços de gás.História  As primeiras condutas terão sido provavelmente construídas na China. para aquecer água salgada com o intuito de lhe retirar o sal . A sua utilidade seria transportar o gás natural.

Componentes .

Estrutura Petróleo .

Estrutura Gás .

Outros Transportes Água  Hidrogênio  Cerveja  Etanol / Gasolina / Petróleo  .

Transporte Rodoviário .

possui atualmente cerca de milhares de caminhões. possui uma das maiores malhas rodoviárias do planeta. praticamente todo o transporte de mercadorias é realizado por rodovia. nosso país. para suportar tamanha demanda. neste passo.TRC   O Brasil é um dos maiores países do mundo em extensão territorial. torna-se de fácil dedução que o trafego de veículo pesados em nossas rodovias atingem patamares estratosféricos. . Em solo pátrio. Neste aspecto ainda. Neste sentido.

O transporte rodoviário pode ser em território nacional ou internacional.Conceito  Transporte Rodoviário é aquele que se realiza em estradas de rodagem. . inclusive utilizando estradas de vários países na mesma viagem. com utilização de veículos como caminhões e carretas.

os riscos de avarias. reduzindo assim. . .A unidade de carga chega até a mercadoria. . .A mercadoria pode ser entregue diretamente ao cliente sem que este tenha que ir buscá-la. .Vendas que possibilita a entrega na porta do comprador.Agilidade e rapidez na entrega da mercadoria em curtos espaços a percorrer. .Exigência de embalagens a um custo bem menor.Vantagens       .Uma movimentação menor da mercadoria. enquanto nos outros modais a mercadoria deve ir ao encontro da unidade de carga.

Sua capacidade de tração de carga é bastante reduzida.Os veículos utilizados para tração possuem um elevado grau de poluição ao meio ambiente.Seu custo de fretamento é mais expressivo que os demais concorrentes com próximas características. . visto que. . existem estradas privatizadas que cobram pedágio.Desvantagens     . .A malha rodoviária deve estar constantemente em manutenção ou em construção. gerando custos ao proprietário ou a contribuinte. .

CAPACIDADES E MEDIDAS  TRC .

Moto .

Utilitário .

Van .

U. .V.C.

3/4 .

Toco .

Truck .

Truck 4º Eixo .

Cavalo Mecânico .

Treminhão .

Carreta .

Chassis .

Baú Alumínio .

Sider .

Bi Trem .

Tri Trem .

Graneleira .

Dolly .

Tanque .

Madeira .

Plataforma .

Caçamba .

Frigorífico .

o que em ultima análise.Frete  No modal rodoviário não existem acordos de fretes. . proporciona a cada empresa praticar seu preço e assim possibilitar uma margem maior de negociação com o cliente. sendo praticada a livre concorrência.

Frete .frete pré-pago  .frete a pagar  .taxa ad valorem  .taxa de expediente  .frete padrão  .

Documentos Conhecimento de Embarque  MIC/DTA  Autorização para trafego internacional  Permissão complementar  .

Panorama  “comoditização” do produto transporte  má conservação das estradas  roubo de cargas  idade da frota dos caminhões  pesada carga tributária  pouca carga de retorno  altos tempos de espera para carga e descarga .

Capacidade de Carga TRC .

510 2.320 7.000 kg 7. (m) larg.460 2.480 3.320 2.730 .080 2.000 3.000 kg Carroceria tipo baú para capacidade de 6.10 m 14.Carrocerias compr.200 2.tamanho externo 15.650 14. (m) altura (m) Medidas internas Carroceria tipo sider tamanho padrão Carroceria tipo sider semi reboque .480 2.tamanho externo 15.10 m Carroceria tipo baú para capacidade de 4.860 5.630 Carroceria tipo baú semi reboque .000 2.940 2.

8 Payload (Ton.2 2.060 12.312 2.75 4.200 2.8 40.058 6.7/28.438 2.263 Altura 2.591 2. M 33.9 26. 2.260 2.345 2.2 2 3.591 2.4 27.450 12.134 Compr.) 21.345 2.1 21.192 12.96 3.591 2.362 2.8 66.015 12.4 57.438 2.332 2.591 2.345 2.65 26.270 2.058 6.591 Capac.200 2.440 2.302 11.015 12.98 24 21.7 66.438 2.591 2.190 12.2 33.550 12.7/28.362 2.058 6.345 2.591 2.889 5.345 2.890 5.400 2.438 2.192 Altura 2.8 57.0 65.65 Tara (Ton.192 12.890 5.400 2.400 2.65 26.2 32.345 2.5 40.279 2. 5.440 12. 2.550 11.5 30.192 EXTERNAS Larg.438 2.438 2.192 12.066 Larg.192 12.591 2.2 26.192 12.591 2.058 6.015 12.438 2.2 3.2 2.438 2.96 4.591 2.75 6 6.87 30.8 76.591 2.192 12.900 2.05 .247 2. 6.61 4.058 6.438 2.Contêineres INTERNAS Pés 20 20 20 20 20 20 40 40 40 40 40 40 40 40 Tipo Dry van Bulk Ventilated Open top Reefer * Platform Dry van Bulk Dry high cube Open top Reefer * Port Hole * Platform Flat track Compr.270 2.438 2.1 21.) 2.345 2.1 21.4 3 3.690 2.7/28.890 5.438 2.2 33.

2 x 1.250 mm * 1.000 x 1.200 mm 1.140 mm PBR1 PBR2 JIS Europallet Europallet Europallet .200 mm 1.000 x 1.Pallets Local América do Sul América do Norte Medida 1.050 x 1.054.000 x 800 mm 1.000 x 1.100 mm 1.200 mm 1.219 x 1.016 mm (48x40´) Padrão - América do Norte Brasil Brasil Ásia África Europa Europa Europa 1.000 x 1.140 x 1.200 mm * 1.2 mm (42x42´) 1.100 x 1.054.

Capacidade
Equipamento Capacidade de peso

Vagão de trem

100 toneladas

Carreta rodoviária

26 toneladas

Barcaça fluvial

1.500 toneladas

Vagão Graneleiro
Peso bruto Tara Volume Lotação máxima

130.000 kg

26.500 kg

134 m³

104.700 kg

Multimodal

O transporte multimodal é a articulação entre vários modos de transporte, de forma a tornar mais rápidas e eficazes as operações de transbordo.

Requisitos       • Seja realizado. • Exista um conhecimento único (Multimodal Bill of Lading ). • Exista um único responsável perante o dono da carga (OTM). válido para todo o percurso. . por dois modos de transporte. • Exista um único contrato de transporte entre o Transportador e o dono da mercadoria. • Sejam utilizadas cargas unitizadas indivisíveis. • Sejam feitas inspeções fiscais apenas na origem e no destino. pelo menos.

Negociação  Contrato de Transporte .

.Gerenciamento de Risco  Um custo que vem deixando de ser englobado nas Despesas Administrativas e de Terminais. é o do Gerenciamento de Risco. para merecer tratamento à parte.

artigo 102). caixas de papelão ou sacos e amarrados = risco médio. E embrulhos de papel ou material frágil sem embalagem = risco alto Tipo de estada Equipamento de no transporte Baús fechados = risco baixo Furgões lonados = risco médio Carroçarias abertas = risco alto Os riscos de avaria são menores num equipamento dotado de suspensão pneumática do que de suspensão a mola. ainda. de força maior ou. por vício próprio da coisa transportada (Código Comercial Brasileiro. Caixotes não cintados.risco baixo. Número de manuseios e transbordos . Risco do transportador varia com: Valor da mercadoria Tempo de duração (distância) do transporte Peso Dimensões Embalagem Contêiner.Responsabilidades                  Condições excludentes: caso fortuito. caixote cintado de madeira .

Por exemplo: Não fazer o seguro do “casco”. ou de responsabilidade civil contra danos materiais e danos pessoais a terceiros). Redução de riscos – Carroçarias fechadas e equipamentos mais seguros em caso de acidentes. Manutenção adequada Gerenciamento de riscos compreende Prevenção de riscos . escolta ou plano de viagem com paradas em locais seguros. (Transferência de risco –Seguro facultativo (contra desvio de cargas).Rastreamento. .GR Adequado             Rastreamento por rádio ou satélite Escoltas Paradas somente em locais seguros Uso de tacógrafos ou computadores de bordo Treinamento do motorista Freios ABS/ASR. retarder etc. Retenção de riscos – Ato de “bancar” os riscos que não consegue ou não acha conveniente transferir. terceirização de atividades etc.

Setor de GR         Custos de gerenciamento de risco (GRIS) Seguros Salários de pessoal de rastreamento e segurança. Despesas jurídicas . Escoltas. Pagamento de indenizações não cobertas pelo seguro. rastreadores e monitoramento. Investimentos em informática. Despesas de comunicação.

Seguros RCF-DC – Responsabilidade Civil Facultativa contra Desvio de Cargas:  RCF-DP – Responsabilidade Civil Facultativo contra danos pessoais. e  RCF-DM – Responsabilidade Civil Facultativo contra danos materiais  Custos dos seguros  RCTR-C  .

eletrodomésticos/eletrônicos. autopeças. couro beneficiado. confecções e tecidos.Averbação                armas e munições. charque e carnes “in natura”: cigarros. brinquedos. medicamentos. câmaras de ar. e tintas. . pneus. óleos comestíveis. calçados. leite em pó e condensado. óleos lubrificantes.

Adotar todas as medidas recomendadas para evitar roubos. Ser absolutamente rigoroso na administração de novos motoristas e contratação de autônomos. escoltas. reduzir a indenização. . Realizar exames clínicos e psicotécnicos em seus motoristas. inclusive na esfera criminal.Reduzir Sinistralidade        Manter os veículos em bom estado de conservação. Não submeter motoristas e carreteiros a jornadas estafantes. como rastreamento. Conceder férias regulares a seus empregados. ilegais e até desumanas. planos de viagens seguras etc. pelo menos. A prova de que adotou tais medidas pode eximir o transportador da responsabilidade ou. Manter assistência jurídica efetiva.

Rastreamento .

. Eficiência de outros componentes do Plano Geral de Segurança da transportadora.Eficiência       Qualidade da equipe de rastreio. Eficiência dos órgãos policiais. pelas corretoras de seguros (Pamcary e Apisul. fornecida. por exemplo). Capacidade da empresa de processar os dados e usar os resultados como fonte de decisões. na maioria das vezes. Uso adequado do equipamento. Existência de uma retaguarda eficiente para lidar com situações de emergência.

pois o motorista não mais precisa parar para telefonar. . Redução da quilometragem vazia. Redução do tempo de viagem. Possibilidade de apanhar cargas adicionais de coleta e de retorno. Economia no tempo dos funcionários do escritório. que deixam de receber chamadas inesperadas.Benefícios      Economia nos custos de telefone.

Aproveitamento de mais cargas extras. Menor perda de tempo durante as revisões e manutenções corretivas . Menor quilometragem rodada com o veículo vazio. principalmente quando a empresa integra a informações do rastreamento com a Internet. Aumento da eficiência operacional do veículo. Melhor controle do motorista e das suas horas extras.Benefícios         Possibilidade de informar ao cliente com maior precisão e rapidez o status da carga. Aumento da segurança do motorista e do veículo (assaltos e acidentes). Socorro mais rápido em caso de acidente.

Roubos .

Roubos .

Roubos .

Roubos .

Nesse contexto. . podendo ser definido com um fluxo eletrônico e padronizado de dados entre empresas que permite melhorar os resultados. tanto em termos operacionais quanto estratégicos.EDI  Hoje o cenário competitivo é marcado por intensa concorrência. pela necessidade de rápida adequação e pela exigência de maior integração entre as empresas. o EDI (intercâmbio eletrônico de dados) surge como um tipo de tecnologia de informação capaz de estreitar o relacionamento entre empresas.

entre aplicações informáticas de diferentes organizações"  .EDI Segundo a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento do Comércio Eletrônico e do EDI . sigla de Electronic Data Interchange. a definição de EDI. é:  "a transferência eletrônica de dados estruturados segundo uma norma pública.

Benefícios           Viabilização de acesso às novas regiões e aos mercados ainda não explorados. o Quick Response (QR). por meio do desenvolvimento de parcerias estratégicas envolvendo clientes e fornecedores. Cria uma vantagem estratégica sobre seus concorrentes. Aumenta e satisfação dos funcionários. acelerando o lançamento de novos produtos e também proporcionando um melhor relacionamento com clientes. e o Gerenciamento da Qualidade Total (TQM). pela redução de tempo de projeto de produtos. tais como o just-in-time (JIT). ao melhorar o giro dos estoques dos varejistas. Permite contribuições na área de marketing. Ganhos na área de pesquisa & desenvolvimento. Facilita a implementação de melhorias nos processos. Aumento da produtividade Aumento das vendas. . Possibilita o uso dos recursos humanos de forma mais eficiente. em virtude da valorização de suas tarefas não rotineiras. Negociação mais eficiente. pela automação de algumas tarefas manuais.

EDI .

fundada em 1929. a quem disponibiliza cerca de 40. Hoje ela reúne 90 lojas localizadas em 18 estados. tem cerca de 12. a sede (situada no Rio de Janeiro) e três Centros de Distribuição (situados nas cidades de São Paulo.000 funcionários.000 de clientes. por dia. .000. aproximadamente 1.000 itens diferentes. distribuídos entre as lojas.CASO LASA  A LASA (Lojas Americanas) é uma cadeia de lojas de descontos de abrangência nacional. Rio de Janeiro e Recife) e recebe. cuja estratégia durante varias décadas foi vender no varejo mercadorias de baixo valor unitário.

Várias práticas de gestão são adotadas. várias formas de operação.CUSTOS DE TRC  A redução de custos em transportes rodoviários faz parte da redução de custos na cadeia de suprimentos. . bem como. Formas de redução de custos de transporte rodoviário são mostradas por alguns autores. para que se obtenha redução de custos significativas.

etiquetagem.CUSTO LOGÍSTICO       CT = F + CLF + CLV+VP CT = Custo total de distribuição do sistema proposto F = Custo de transporte (frete) CLF = Custos logísticos fixos (armazenagem.). preparação de pedidos. embalagem. CLV = Custo logísticos variáveis VP = Custo total de perdas de vendas. emissão de notas fiscais. atendimento ao cliente etc. fracionamento de carga. devido à demora das entregas . embalagem de transporte.

SELEÇÃO DOS MEIOS Custo fixo  Custo variável  Rapidez  Disponibilidade  Confiabilidade  Capacidade  Freqüência  .

mas os variáveis aumentam com a velocidade. tipo de carga. Tipo de operação. clima quente. Tipo de tráfego.) Tipo de carga. Porte do veículo. Tipo manutenção.CALCULO           Quilometragem percorrida. frio ou chuvoso etc. Local de operação (beira-mar ou interior. . Existência ou não de carga de retorno. Tipo de estrada. Velocidade – Como os custos fixos diminuem. existe sempre uma velocidade mais econômica para o veículo rodar.

NTC (1996). 2 Terminal de cargas Recepção descarga e conferência das mercadorias coletadas ou recebidas da coleta ou de (armazém) outras filiais Triagem e classificação das mercadorias recebidas. processamento da documentação fiscal. por “praça” de destino Transporte interno até os boxes reservados para cada “praça” Transporte interno dos boxes até a plataforma de embarque Carregamento dos veículos por destino Conferência e arrumação das cargas nos veículos. de Programação de entregas por rota (roteirização) Análise e seleção dos veículos disponíveis para entrega Carregamento das cargas a serem entregues Conferência e arrumação das cargas nos veículos Transporte das mercadorias até os seus destinatários Descarga das mercadorias nas “casas” dos destinatários Registro de controle de entrega. . 3 Transferência (expedição) Programação de veículos disponíveis para viagem Transporte da carga da origem ao destino (transferência) Descarga da mercadoria no terminal de destino ou diretamente no terminal do destinatário.FLUXO OPERACIONAL Exemplo de fluxo operacional 1 Coleta de Solicitação de coleta pelo embarcador mercadorias Verificação da disponibilidade de veículos de coleta “Apanha” da carga junto ao embarcador Transporte da mercadoria até o armazém da transportadora ou até a “casa do destinatário. informação e cobrança do embarcador. 4 Entrega mercadorias FONTE: “Custo Real”.

Esquemas Serviço de lotação ou carga direta (FTL)  Serviço de carga fracionada (LTL). distribuição regional  Serviço de carga fracionada (LTL) com distribuição via terminal de trânsito ou consolidação  . distribuição local  Serviço de carga fracionada (LTL).

Fluxos Atividades do fluxo operacional por tipo de transporte Atividade Coleta Conferência de volumes e NF no embarcador Manuseio interno no embarcador Carregamento do veículo no embarcador Transporte embarcador – destinatário Entrega ao destinatário Transporte embarcador – terminal Processar no terminal de origem Descarga da coleta ou de veículo em trânsito Conferência de notas fiscais e volumes Manuseio interno no terminal da transportadora Conferência para reembarque ou entrega Carregar veículo de entrega ou transferência Processar documentos (expedição Transportar ao terminal de redistribuição ou destino Processar no terminal de Transito Descarga de volumes para conferência Conferência das notas fiscais e volumes desembarcados Manuseio interno no terminal do transportador Conferências para reembarque Carregamento do veículo para transferência nos trechos seguintes Processar documentos fiscais e de seguros Transferência nos trechos seguintes Processar no terminal de destino Descarga da carga transferida Conferência das notas fiscais e volumes Manuseio interno no terminal da transportadora Conferência para entrega Processar documentos (expedição) Carregamento dos veículos de entrega Transporte para entrega Entrega ao destinatário FONTE: CUSTO REAL. 1 x x x x x 2 x x x 3 x x x 4 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x . NTC (1996).

Despesas Operacionais de Coleta (DCO). Despesas Administrativas e de Terminais (DAT). . Frete-valor (avarias e colisões) GRIS (desvios de carga) Taxas Pedágio O frete-peso é composto por: Despesas Operacionais de transferência (DOT).Componentes           Frete-peso. Despesas Operacionais de Entrega (DET).

Salário e encargos de motorista/ajudantes. Econômica. Depreciação Legal . incêndio e roubo (facultativo). Seguro obrigatório (DPVAT). Seguro contra danos materiais e pessoais a terceiros (facultativo). Seguro contra colisão.Custos                CUSTOS FIXOS DE OPERAÇÃO Depreciação do veículo: Remuneração do capital empatado: Licenciamento. Operacional ou técnica. Depreciação Existem três métodos básicos de depreciação: Legal ou contábil. Salários e encargos de pessoal de oficina.

Custo Variável Combustível  Pneus. recapagens e protetores  Peças e material de oficina  Óleo de cárter  Óleo de cambio e diferencial  Lavagens e graxas  Peças e material de oficina  . câmaras.

câmaras.Manutenção            Combustível Treinamento Pneu Óleo Combustível Pneus. recapagens e protetores Peças e material de oficina Óleo de cárter Óleo de cambio e diferencial Lavagens e graxas Peças e material de oficina .

proibição de circulação de veículos de carga durante o dia em determinadas regiões. . muitas vezes. não passa de seis ou sete. filas nos destinatários etc. a velocidade dos veículos tem caído abaixo de 20 km/h. devido aos congestionamentos de tráfego. e o número diário de entregas. rodízios.Entrega Noturna  Em grandes cidades como São Paulo..

pode ser estabelecida em contrato e cobrada para cobrir as despesas de gerenciamento de risco. mas que . .Frete Valor  Trata-se de uma parcela proporcional ao valor de mercadoria. não prevista em lei. devidos aos usos e costumes e à analogia com o transporte ferroviário.

. acrescenta-se a taxa de lucro. Ao total.Frete Peso  O cálculo do frete-peso é feito somando-se as despesas de transferência (DOT) por tonelada (custos fixos e variáveis) com as despesas administrativas e de terminais e despesas de gerenciamento de risco.

8 t  .cv]/t  p = percurso  cv = custo variável  n = número de viagens  t = tonelagem média transferida = 10.Frete Peso F = DOT + DCO + DET + DAT  O DOT por tonelada vale:  DOT = [(CF/n) + p.

. digamos de 30%. o carreteiro costuma receber pelos seus serviços a parcela variável acrescida de uma pequena margem.Agregado  Devido à grande oferta e porque não tem muita noção dos custos fixos.

. garantindo a qualidade do serviço prestado. Manter a fidelidade de agregados que já trabalham há muito tempo para a empresa. especialmente nas rotas longas ou nas quais existe desequilíbrio de fluxo. Evitar retorno vazio.Vantagens       Reduzir investimentos e evitar ociosidade da frota. Redução do trabalho de gerenciamento e manutenção d de frotas. realizar longa jornada e não leva em conta curtos fixos. como os capital. Movimentar com maior facilidade cargas diretas (lotações) para locais onde a empresa não tem filial. Reduzir custos – existe grande concorrência. autônomo é o próprio motorista.

acidentes. Geralmente mais antigo e mal conservado. seu veículo é mais lento. A utilização contínua e exclusiva de um mesmo autônomo pode criar vínculo trabalhista. para evitar infiltração de elementos das quadrilhas nas transportadoras. com indenizações com base no valor bruto do frete. os fretes dos autônomos sobem. O carreteiro não tem responsabilidade sobre avarias. Requer sistemática rigorosa de recrutamento. Em épocas de “safra”. pois o autônomo não agregado não tem relação de subordinação com a empresa e é refratário às normas . seleção e admissão. e de roubos. faltas ou roubos das mercadorias. Motorista realiza uma jornada de trabalho mais longa e fatigante. Isso aumentando riscos de atrasos. estando mais sujeito a quebras e acidentes. e as transportadoras podem encontrar dificuldades em contratar carreteiros.Desvantagens        Necessidade de maior gerenciamento de tráfego. .

Esta providência no entanto. no entanto. Evitar carreteiros em rotas muito longas. onde exista desequilíbrio de fluxo. Essa providência. . Equipar o caminhão do autônomo com kits removíveis de rastreamento via satélite (cuidado: isso pode também funcionar como prova de controle de horário e jornada!). Exigir do destinatário que confira as quantidades no desembarque das mercadorias e verifique se a carga chegou a perfeitas condições. é pouco prática. pode ser usada judicialmente para caracterizar vínculo empregatício (cumprimento de horários de trabalho). pois a maior vantagem do carreteiro reside exatamente nas rotas longas e cargas urgentes. sem avarias ou faltas.Reduzir Desvantagens      Incluir no contrato cláusulas que obriguem o autônomo a cumprir os prazos de entrega. Adaptando no veículo do caminhoneiro um kit móvel de rastreamento.

Geralmente.  Existem variações. Há empresas que realizam praticamente todas as suas operação usando autônomos. devido a exigências de clientes são obrigadas a manter um mínimo de frota própria. dimensiona a frota própria para atender ao movimento mínimo de carga mensal complementando os picos com terceiros.  .Políticas A maiorias empresas costuma operar com um mix entre frota própria de terceiros.  Outras empresas.

Renovação de Frota

Vida útil econômica de veículo é o período de utilização que minimiza o seu custo médio anual’;

Manutenção Operacional
Manutenção corretiva ou de emergência  Manutenção de operação  Reforma geral  Manutenção preventiva  Manutenção terceirizada

Nível de Serviço
Oscilações na demanda;  Demoras no descarregamento, devido a filas de espera;  Problemas de tráfego  Quebra do veículo

Nível de Serviço D = hr + hc + hd + (p/v) H m H m n  D hr  hc  hd  ( p / v) .

Tacógrafo .

.Roteirização  A roteirização urbana com o foco em grandes cidades é de grande importância. pois os indivíduos necessitam de uma fonte confiável e rápida de acessar esse tipo de informação.

problemas de programação de veículos e tripulações (PRVT).Problemas  Os problemas de roteirização podem ser classificados em três grupos principais: problemas de roteirização pura de veículos (PRV). e problemas combinados de roteirização e programação de veículos. .

coleta ou entrega de materiais. da maneira mais fie l possível.Características  O roteirizador é um instrumento de planejamento e de simulação de situações na área de logística. . possibilitando assim a simulação do que ocorrerá nas ruas e estradas durante o trabalho de vendas. Trata-se especificamente de um software capaz de montar um modelo matemático que seja fácil de manipular e parametrizar e que represente. condições de trânsito. as condições externas de trabalho (distancias entre pontos. tempos de deslocamento e de trabalho. etc.).

Roteirizador

Gestão nos Dias Atuais

A gestão do transporte rodoviário é de relevância na execução eficaz e eficiente das operações de transporte. A logística preocupa-se com os vários aspectos que envolvem o produto, desde a armazenagem e manuseio das mercadorias, até o transporte seguro da carga.

Milk Run

Milk Run consiste num planejamento de entregas, mantido por uma empresa de transporte, onde para cada dia a empresa realiza uma recolha dos componentes de cada fornecedor em quantidades pré determinadas com o objetivo de os entregar no fabricante.

no qual a mercadoria recebida num armazém ou centro de distribuição. o mais rapidamente possível. ou pelo menos. não é estocada como seria prática comum até há pouco tempo.Cross Docking  O cross docking define-se como um sistema de distribuição. preparada para o carregamento e para a distribuição ou expedição a fim de ser entregue ao cliente ou consumidor. mas sim imediatamente. .

Cross Docking .

Cross Docking .

. com destino à praça local ou em trânsito para outras filiais.Transferência de Carga  O processo de transferência começa geralmente com um pedido de coleta ou com a chegada de cargas em veículos dos clientes ou vindas outras filiais.

CTRC .