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Alterações vasculares cutâneas no contexto da resposta inflamatória

1ª Parte da aula Estudo do aumento da permeabilidade vascular na pele

Inflamação
Dor

Rubor Tumor

Cornelius Celsus

Calor

macrófagos Prostaglandinas leucócitos. plaquetas. endotélio . plaquetas Serotonina plaquetas. endotélio Citocinas macrófagos. endotélio Monóxido de azoto macrófagos. mastócitos Enzimas lisossómicas neutrófilos.Inflamação Mediadores Componentes: Vascular Celular Pré-formados CELULARES Sintetizados de novo Histamina mastócitos.endotélio Leucotrienos leucócitos Factor activador das plaquetas leucócitos.

endotélio Citocinas macrófagos. mastócitos Enzimas lisossómicas neutrófilos. plaquetas. macrófagos Prostaglandinas leucócitos. endotélio Monóxido de azoto macrófagos.endotélio Leucotrienos leucócitos Factor activador das plaquetas leucócitos.Inflamação Mediadores Componentes: Vascular Celular Pré-formados CELULARES Sintetizados de novo Histamina mastócitos. endotélio Activação do complemento PLASMÁTICOS Activação do factor Hageman C3a C5a C5b-9 Sistema das cininas (bradicinina) Sistema da coagulação / fibrinólise . plaquetas Serotonina plaquetas.

NORMAL

Inflamação
Arteríola INFLAMAÇÃO Vénula

Componentes:

Vascular Celular

Dilatação arteriolar

Abertura de novos leitos capilares arteriolar

Dilatação venular

Aumento do fluxo sanguíneo

Vasoconstrição arteriolar rápida Vasodilatação arteriolar Diminuição da velocidade circulatória Aumento da permeabilidade vascular Marginação e migração leucocitárias

Inflamação
- Vasodilatação Eritema - Rubor  temperatura - Calor

- Abertura de novos leitos
capilares

Inflamação
- Vasodilatação Eritema - Rubor  temperatura - Calor

- Abertura de novos leitos
capilares

-  pressão hidrostática -  permeabilidade -  pressão oncótica intersticial Estase -  vel. circulatória Edema - Tumor

Calor .Tumor Marginação Rolling Adesão Migração . pressão oncótica intersticial Estase .Rubor  temperatura .Vasodilatação Eritema . pressão hidrostática . permeabilidade .Inflamação .Abertura de novos leitos capilares . vel. circulatória Edema .

Permeabilidade vascular Mecanismos: • Contracção das células endoteliais • Reorganização do citoesqueleto • Lesão endotelial directa • Lesão mediada por leucócitos • Regeneração endotelial •Transcitose .

Permeabilidade vascular Mecanismos: • Contracção das células endoteliais • Reorganização do citoesqueleto • Lesão endotelial directa • Lesão mediada por leucócitos • Regeneração endotelial • Transcitose .

Permeabilidade vascular Mecanismos: • Contracção das células endoteliais • Reorganização do citoesqueleto • Lesão endotelial directa • Lesão mediada por leucócitos • Regeneração endotelial • Transcitose .

Permeabilidade vascular Mecanismos: • Contracção das células endoteliais • Reorganização do citoesqueleto • Lesão endotelial directa • Lesão mediada por leucócitos • Regeneração endotelial • Transcitose .

Permeabilidade vascular Mecanismos: • Contracção das células endoteliais • Reorganização do citoesqueleto • Lesão endotelial directa • Lesão mediada por leucócitos • Regeneração endotelial • Transcitose .

Permeabilidade vascular Mecanismos: • Contracção das células endoteliais • Reorganização do citoesqueleto • Lesão endotelial directa • Lesão mediada por leucócitos • Regeneração endotelial • Transcitose .

Permeabilidade vascular Mecanismos: • Contracção das células endoteliais • Reorganização do citoesqueleto • Lesão endotelial directa • Lesão mediada por leucócitos • Regeneração endotelial • Transcitose Lume Lume .

Permeabilidade vascular Padrões de resposta: • Resposta imediata e transitória arteríola capilar vénula .

Permeabilidade vascular Padrões de resposta: • Resposta imediata e transitória • Resposta imediata e mantida arteríola capilar vénula .

Permeabilidade vascular Padrões de resposta: • Resposta imediata e transitória • Resposta imediata e mantida Resposta retardada e prolongada • arteríola capilar vénula .

Inflamação Métodos de avaliação do aumento da permeabilidade vascular: .Albumina marcada com radioisótopos I131 .

Inflamação Métodos de avaliação do aumento da permeabilidade vascular: .Partículas de carbono .Albumina marcada com radioisótopos .

Inflamação Métodos de avaliação do aumento da permeabilidade vascular: .Partículas de carbono .Pletismografia .Albumina marcada com radioisótopos .

Inflamação Métodos de avaliação do aumento da permeabilidade vascular: .Partículas de carbono .Conteúdo tecidual em água Peso do tecido fresco Peso do tecido seco .Pletismografia .Albumina marcada com radioisótopos .

Partículas de carbono .Conteúdo tecidual em água .Inflamação Métodos de avaliação do aumento da permeabilidade vascular: .Pletismografia .Corantes vitais Azul de Evans Azul de pontamina Azul de tripano .Albumina marcada com radioisótopos .

Demonstração na pele do rato Material: • • • • • • • • • Ratos Sprague-Dawley (260-320g) Anestésicos (pentobarbital e dietiléter) Material de depilação Azul de Evans a 2.6% (p/v) Histamina (A-1mg/dl e B-2 mg/dl) Prometazina Soro fisiológico Disco metálico Outro material .5% (p/v) em NaCl a 0.

Demonstração do aumento da permeabilidade na pele do rato usando o Azul de Evans .

Demonstração do aumento da permeabilidade na pele do rato usando o Azul de Evans .

2mg/ml Antes da injecção do corante . 1mg/ml Hist.Demonstração do aumento da permeabilidade na pele do rato usando o Azul de Evans SF Hist.

Promet Hist. 1mg/ml Promet Hist. 2mg/ml Promet. 1mg/ml Hist. 2mg/ml Antes da injecção do corante .Demonstração do aumento da permeabilidade na pele do rato usando o Azul de Evans SF Hist.

2mg/ml Antes da injecção do corante 100ºC 80ºC 60ºC . Promet Hist. 1mg/ml Hist. 2mg/ml Promet.Demonstração do aumento da permeabilidade na pele do rato usando o Azul de Evans SF Hist. 1mg/ml Promet Hist.

2mg/ml 100ºC 80ºC Após a injecção do corante 60ºC . Hist. 2mg/ml Promet Promet Hist.Demonstração do aumento da permeabilidade na pele do rato usando o Azul de Evans SF Hist. 1mg/ml Promet Hist. 1mg/ml Hist. 1mg/ml Promet Hist. 1mg/ml Hist. 2mg/ml Antes da injecção do corante 100ºC 80ºC 60ºC SF Promet. 2mg/ml Promet Hist.

Resposta tripla de Lewis • Fases da resposta: 1ª.halo eritematoso 3ª.edema .linha eritematosa 2ª.

1927 .Resposta tripla de Lewis Existência de um mediador com actividade semelhante à histamina Lewis.

Reflexo axonal Gânglio da raiz dorsal Nocirreceptor Lewis. 1927 .

1927 .Reflexo axonal Gânglio da raiz dorsal Substância P Histamina Nocirreceptor Lewis.

Mecanismo de acção da histamina na vasodilatação HISTAMINA L-Arg NOSi NOSc NO R R R R Célula endotelial NO GTP Guanilato ciclase relaxamento GMPc Célula muscular lisa .

Mecanismo de acção da histamina na permeabilidade vascular • Contracção das células endoteliais .

Demonstração na pele humana • Prick test com histamina – – – – voluntários saudáveis soro fisiológico solução de histamina (1.0 mg/ml) lanceta .

Demonstração na pele humana • Prick test com histamina Lanceta .

Demonstração na pele humana • Prick test com histamina Controlo Histamina 1mg/ml .

Demonstração na pele humana • Prick test com histamina .

Demonstração na pele humana • Prick test com histamina .

0 mg/ml) seringa e agulha para injecção intradérmica .Demonstração na pele humana • Injecção intradérmica de histamina – – – – voluntários saudáveis soro fisiológico solução de histamina (1.

Demonstração na pele humana • Injecção intradérmica de histamina Injecção E p i d e r m e Vaso Mastócito D e r m e Nervo .

Demonstração na pele humana • Injecção intradérmica de histamina Controlo Histamina 1mg/ml .

Demonstração na pele humana • Injecção intradérmica de histamina .

Demonstração na pele humana • Injecção intradérmica de histamina .

Demonstração na pele humana • Prova aberta com Urtica urens – – voluntários saudáveis Urtica urens .

Demonstração na pele humana .

Demonstração na pele humana • Prova aberta com Urtica urens .

Demonstração na pele humana • Prova aberta com Urtica urens .

.Aumento da permeabilidade vascular na pele Objectivos: -definir inflamação.

Aumento da permeabilidade vascular na pele Objectivos: -definir inflamação. . -conhecer os principais mediadores químicos da inflamação e as respectivas acções.

. -conhecer os principais mediadores químicos da inflamação e as respectivas acções. -descrever os fenómenos vasculares na inflamação.Aumento da permeabilidade vascular na pele Objectivos: -definir inflamação.

c) retardado e prolongado. b) imediato e mantido. -descrever e explicar os mecanismos responsáveis pelos diferentes padrões de aumento da permeabilidade vascular: a) imediato e transitório. -descrever os fenómenos vasculares na inflamação. . -conhecer os principais mediadores químicos da inflamação e as respectivas acções.Aumento da permeabilidade vascular na pele Objectivos: -definir inflamação.

-conhecer os principais mediadores químicos da inflamação e as respectivas acções. -descrever os fenómenos vasculares na inflamação. b) imediato e mantido. -descrever e explicar os mecanismos responsáveis pelos diferentes padrões de aumento da permeabilidade vascular: a) imediato e transitório. -conhecer os métodos para estudo do aumento da permeabilidade.Aumento da permeabilidade vascular na pele Objectivos: -definir inflamação. . c) retardado e prolongado.

2) o prick test e a injecção intradérmica de histamina normal. . em pele humana 3) o teste aberto com folha de Urtica urens em pele humana normal.Aumento da permeabilidade vascular na pele Objectivos: -registar e interpretar os resultados obtidos com: 1) o teste do azul de Evans na pele do rato.

em pele humana 3) o teste aberto com folha de Urtica urens em pele humana normal.Aumento da permeabilidade vascular na pele Objectivos: -registar e interpretar os resultados obtidos com: 1) o teste do azul de Evans na pele do rato. . -descrever a resposta tripla de Lewis e explicar os seus mecanismos. 2) o prick test e a injecção intradérmica de histamina normal.

2ª Parte da aula Demonstrações em doentes com urticária .

tamanho e localizações variáveis Pápula eritematosa Fugacidade Prurido .Urticária • • • • Aparecimento súbito Pápulas eritematosas e edematosas Limites bem definidos Forma.

Urticária • Associação com o angioedema .

frequência e duração .Urticária .

1878 .Mastócito Mastzellen (do grego mastos .mama) Erlich.

Fenótipos Mastócito T Mastócito TQ Pele Mucosa intestinal Submucosa intestinal Parede alveolar Subepitélio brônquico Pulmão Amígdalas Mucosa nasal .Mastócito .

Complexo IgE-FcεRI

Sinalização intracelular
Antigénio

c i n a s e

c i n a s e

c i n a s e

c i n a s e

c i n a s e

c i n a s e

Proteína

Activação do mastócito

Esfingomielina

PLC

γ

Ceramida

Esfingosina Lyn Regulação negativa SHP-1 SHP-2 SHIP Syk PLD Tec K PKC β DAG IP3 Sph-1P

PI 3k Vav Grb 2/Sos SLP-76 Rho GTPases Actina Paxilina Ras

Ca++ Calmudolina CAP cinase CAP fosfatase Miosina

FAK FAP

Raf Mek 1 MAPK PLA2 Factores de transcrição Síntese proteica Pyk 2

Calcineurina Ca++

Ca++

Secreção de metabolitos do ác. araquidónico

Desgranulação

citocinas. PAF) . morfina. ACTH. A23187 C3a e C5a Mediadores recém-sintetizados (prostaglandinas e leucotrienos) Mediadores pré-sintetizados (histamina. lectinas Composto 48/80. melitina.Mastócito Alergénios anti-Ig E. proteases. proteoglicanos. codeína.

vasodilatação .aumento da permeabilidade vascular .Histamina Receptores membranares H1 .contracção do músculo liso intestinal H1 .broncoconstrição .

Histamina Receptores membranares H2 .secreção ácida pelas células parietais . .estimulação da supressão imunitária por linfócitos .inibição actividade secretória dos linfócitos.libertação pelas células endoteliais de prostaglandina I2 H2 neutrófilos e basófilos .

libertação de neurotransmissores no sistema nervoso H3 central e periférico .Histamina Receptores membranares H3 .

Histamina COOH HN N NH2 NH2 Histidina descarboxilase HN N Histidina Histamina 70% 30% Histamina N-metiltransferase Diamina Oxidase (histaminase) NH2 H3C N N HN N COOH N-metilhistamina Ácido Imidazolo acético .

Histamina COOH HN N NH2 NH2 Histidina descarboxilase HN N Histidina Histamina 70% 30% Histamina N-metiltransferase Diamina Oxidase (histaminase) NH2 H3C N N HN N COOH N-metilhistamina Ácido Imidazolo acético .

leucotrienos .factor activador das plaquetas Interleucina 8 Interleucina 5 GM-CSF C3a e C5a cell expressed RANTES (regulation upon activation. normal T and secreted) .Mastócito Outros mediadores mastocitários .

Urticária Factores desencadeantes • • • • • • • • • • Fármacos Infecções e infestações Alergénios veiculados por via inalatória Contactantes Proteínas. conservantes e corantes alimentares Doenças sistémicas Neoplasias malignas Hormonas Stress físico e psíquico Agentes físicos .

Urticária crónica Outras 90% 10 % Agentes físicos .

Demonstrações Urticárias físicas • • • • • • • Dermografismo Urticária ao frio Urticária colinérgica Urticária solar Urticária vibratória Urticária ao calor Urticária retardada à pressão .

Demonstração na pele humana • Dermografismo – – – Doente com dermografismo sintomático Dermografómetro (3600 g/cm2) Instrumento de bordo rombo .

Demonstração na pele humana • Dermografismo .

Demonstração na pele humana • Dermografismo .

Demonstração na pele humana • Dermografismo .

Urticária ao frio Doentes e material .cubo de gelo envolto em filme de plástico Região cutânea .face anterior do antebraço .doente(s) com urticária ao frio .

Urticária ao frio Gelo 10 min Gelo seco 10 min Gelo 15 min .

Urticária ao frio .

Urticária ao frio .

doente(s) com urticária colinérgica .5ºC) .banho com água aquecida ( temp corporal > 0.exercício físico em meio aquecido .Urticária colinérgica Doentes e material .

Urticária colinérgica .

Urticária colinérgica .

Urticária colinérgica .

ClCH3 Metacolina (CH3 ) 3N(Cl)CH2CH2OOCCH3 Acetilcolina .Teste da metacolina + CH3COOCHCH2N(CH3)3.

Teste da metacolina Doentes e material .lanceta .2% mg/ml e 0.agulha intradérmica .metacolina (0.seringa calibrada (1 ml) .05% mg/ml) .

Teste da metacolina Prick-test Metacolina .

Teste da metacolina Injecção intra-dérmica Controlo Histamina 1mg/ml Metacolina .

Teste da metacolina .

Teste da metacolina .

Urticária solar .

Urticária solar Classificação da Urticária Solar Tipo I II III IV V VI Espectro 285-320 nm 320-400 nm 400-500 nm 400-500 nm 280-500 nm 400 nm (Protoporfirina IX) .

doente(s) com urticária solar .fonte de radiação UVA (320-400 nm) .dorso .termómetro de infra-vermelhos .Urticária solar Doentes e material .fonte de radiação UVB (280-320 nm) .fonte de luz visível (400-760 nm) Região cutânea .espectrofotómetro com dispositivo de fibra óptica para análise de reflectância .radiação solar .

Urticária solar .

Urticária solar .

Urticária solar .

Urticária solar .

Demonstração na pele humana Termómetro de infra-vermelhos Pele normal Área de eritema .

Demonstração na pele humana Espectrofotometria de reflectância Pele .

Demonstração na pele humana Espectrofotometria de reflectância Pele .

Demonstração na pele humana Espectrofotometria de reflectância Pele .

Demonstração na pele humana Espectrofotometria de reflectância Pele .

Demonstração na pele humana Espectrofotometria de reflectância Pele .

Demonstração na pele humana Espectrofotometria de reflectância Pele .

Demonstração na pele humana Espectro da oxi-hemoglobina Espectrofotometria de reflectância da oxi-hemoglobina .

Demonstração na pele humana Espectrofotometria de reflectância Área de eritema Pele normal .

doente(s) com urticária vibracional .Urticária vibracional Doentes e material .vórtex Região cutânea .antebraço .

Urticária vibracional .

Urticária vibracional .

Urticária vibracional .

7 .Urticária vibracional 6.1 6.

doente(s) com urticária ao calor .Urticária ao calor Doentes e material .corpo total (se prova no antebraço negativa) .antebraço (imersão durante 5 a 10 min) .água aquecida entre 37ºC e 41ºC Região cutânea .

Urticária ao calor .

pesos Região cutânea .doente(s) com urticária retardada à pressão .dermografómetro para aplicação de pressão de 100 g/mm2 durante 70 segundos (dispensável) .dorso .Urticária retardada à pressão Doentes e material .

Urticária retardada à pressão .

inibe a sua acção no mastócito . ao ligar-se a substâncias histaminolibertadoras circulantes.Urticária crónica auto-imune 1. Plasma não desencadeia o aparecimento de eritema e edema Heparina. Eritema e edema após injecção de soro autólogo na pele de dador 2.

Urticária crónica Outras 75% 25% Auto-imune .

Urticária crónica auto-imune .

colheita de sangue venoso periférico.Urticária crónica auto-imune Doentes e material .doente(s) com urticária crónica auto-imune . em tubo seco e tubo heparinizado Região cutânea .face anterior do antebraço .

Urticária crónica auto-imune .

Urticária crónica auto-imune

Urticária crónica auto-imune

Urticária crónica auto-imune

soro fisiológico .solução de dimetilsulfóxido (DMSO) .face anterior do antebraço .finn chamber Região cutânea .voluntários saudáveis .Urticária de contacto não alérgica Doentes e material .

Urticária de contacto não alérgica DMSO 100% .

Urticária de contacto não alérgica DMSO 100% 30 min .

Urticária de contacto não alérgica .

Urticária de contacto não alérgica .

lanceta Região cutânea .látex .face anterior do antebraço .Urticária de contacto alérgica Doentes e material .doente(s) com urticária de contacto ao látex .

Urticária de contacto alérgica Controlo Látex .

Urticária de contacto alérgica leitura aos 15 min Prick test .

Urticária de contacto alérgica leitura aos 15 min Prick test .

Alterações cutâneas vasculares desencadeadas por agentes físicos e químicos em doentes com urticária Objectivos: -definir urticária. .

Alterações cutâneas vasculares desencadeadas por agentes físicos e químicos em doentes com urticária Objectivos: -definir urticária. -conhecer as manifestações cutâneas da urticária. .

. -classificar a urticária em função da sua evolução. -conhecer as manifestações cutâneas da urticária.Alterações cutâneas vasculares desencadeadas por agentes físicos e químicos em doentes com urticária Objectivos: -definir urticária.

Alterações cutâneas vasculares desencadeadas por agentes físicos e químicos em doentes com urticária Objectivos: -explicar a activação e a desgranulação mastocitárias. .

-enumerar os principais mediadores mastocitários. .Alterações cutâneas vasculares desencadeadas por agentes físicos e químicos em doentes com urticária Objectivos: -explicar a activação e a desgranulação mastocitárias.

. -compreender as acções da histamina na urticária. -enumerar os principais mediadores mastocitários.Alterações cutâneas vasculares desencadeadas por agentes físicos e químicos em doentes com urticária Objectivos: -explicar a activação e a desgranulação mastocitárias.

-enumerar os principais mediadores mastocitários. . -compreender as acções da histamina na urticária.Alterações cutâneas vasculares desencadeadas por agentes físicos e químicos em doentes com urticária Objectivos: -explicar a activação e a desgranulação mastocitárias. -descrever e interpretar os fenómenos vasculares a partir dos exemplos observados.

Alterações vasculares cutâneas no contexto da resposta inflamatória: a urticária como modelo Paulo Leal Filipe 2007 .

RESPOSTA SISTÉMICA NA INFLAMAÇÃO. INFLAMAÇÃO CRÓNICA E REPARAÇÃO Faça clique para editar o estilo .

RESPOSTA SISTÉMICA • • • • • • • Febre Sonolência Anorexia Degradação de proteínas musculares Diminuição da pressão arterial Síntese de proteínas de fase aguda Alteração dos leucócitos circulantes .

8  0.4° C) Nadir às 6 h.6° C Mulher: temperatura matinal menor 2 semanas antes da ovulação .2° C Temperatura oral máxima às 16 h: 37.7° C Temperatura rectal > 0. zénite entre as 16-18 h Temperatura oral máxima às 6 h: 37.Temperatura corporal • • • • • • Normal: 37° C (36.

como resultado de uma modificação no centro termo-regulador do hipotálamo anterior .FEBRE • Aumento da temperatura corporal. acima do ritmo circadiano normal.

HIPERTERMIA • • • • Aumento da temperatura acima do set point hipotalâmico devido a insuficiente dissipação de calor: Exercício Fármacos inibidores da perspiração Ambiente quente .

HIPERPIREXIA • Temperatura superior ou igual a 41° C .

a actividade bactericida do neutrófilo e a citotoxicidade do linfócito .Porquê febre? • • Aumento a capacidade de sobrevivência: o crescimento e a virulência de certas bactérias diminui a temperaturas elevadas Aumenta a fagocitose.

produtos deles derivados.Substâncias pirogénicas • • Exógenas: microrganismos. IL-1  . TNF  . toxinas (LPS) Endógenos: polipéptidos (IL-1  . IFN  e IL-6) .

IL-6.Febre Agentes infecciosos Toxinas Mediadores da inflamação Monócitos / Macrófagso Céls endoteliais Outros tipos celulares Citocinas pirogénicas IL-1. IFNs Febre  Conservação de calor  Produção de calor Elevação do set point Acção de antipiréticos PGE2 . TNF.

Antes da febre • • • Calafrios: resposta do SNC a um set point mais elevado (contracções musculares para produção de calor) Pilo-erecção “bater o queixo” .

Sudação • • Perda de calor induzida por antipiréticos Atingimento do set point ou mudança para set point mais baixo .

Tipos de Febre • • • Ritmo circadiano invertido (febre tifóide) Dissociação entre temperatura e pulso (febre tifóide. brucelose e leptospirose) Febre sustentada (persistente com variação mínima) .

Tipos de Febre • • • Febre intermitente (exagero do ritmo circadiano: séptica) Febre remitente (temperatura desce em cada dia alternado mas não atinge valores normais) Febre recorrente ou paroxística (episódios febris separados por intervalos em que a temperatura é normal) .

auricular. oral ou rectal Medir temperatura utilizando o mesmo método .Exame objectivo • • Medição da temperatura axilar.

estupor Crianças: convulsões .Custos da febre • • • • • Aumento da necessidade de oxigénio Aumento do consumo calórico Aumento do aporte de água e sais minerais Diminuição da acuidade mental: delírio.

IL-1 e TNF  • • • • • • Perda de massa corporal Anorexia Caquexia Mialgias Artralgias Sonolência .

Síntese proteica no fígado • Inibição: albumina • Estimulação: proteínas de fase aguda (anti-proteases. ceruloplasmina. proteína C reactiva (PCR) . complemento. haptoglobina. ferritina. fibrinigénio.

Estes aglomerados sedimentam mais rapidamente. PCR. Aglomerinas: imunoglobulinas. fibrinogénio. outras proteínas de fase aguda . diminuindo a repulsa eritrocitária com formação de rolhões.Velocidade de sedimentação • • Inflamação reduz potencial zeta do eritrócito.

Libertação da medula de formas imaturas de neutrófilos e aumento de produção (neutrofilia com desvio para a esquerda) .Leucocitose • • Aumento do número de leucócitos circulantes (valores normais: 4000 a 10000/ l) IL-1 e TNF  .

linfócitos e plasmócitos) Destruição de tecidos Angiogénese Fibrose .Inflamação Crónica • • • • Infiltração por céls mononucleares (macrófagos.

Inflamação Crónica
• • •

Infecções persistentes Exposição prologada a agentes tóxicos Doenças auto-imunes

Inflamação Crónica Granulomatosa
• • • • • • •

Agregação de macrófagos activados Bactérias (tuberculose, lepra, sífilis) Parasitas (schistosomíase) Fungos (histoplasma, criptococcus) Substâncias inorgânicas (sílica, berílio) Corpos estranhos (suturas, próteses mamárias Outras (sarcoidose)

Reparação

Regeneração - reparação do tecido lesado por células com a mesma estrutura e função Fibrose - substituição por tecido conjuntivo

Reparação Tipo de células • Células lábeis • Células estáveis • Células permanentes Integridade do estroma .

vagina.Células lábeis • • • Dividem-se continuamente Epitélios (pele. aparelho urinário) Células hematopoiéticas da medula . cavidade oral. útero. trompas de Falópio. aparelho gastrointestinal. ductos de órgãos exócrinos. colo uterino.

Células estáveis • • • Baixo grau de replicação (estado quiescente G0) Iniciam fase G1 quando estimuladas Fígado. céls endoteliais. fibroblastos e céls musculares lisas . pâncreas. rim.

céls musculares cardíacas e esqueléticas Substituição por tecido fibroso (Enfarte do miocárdio) .Células permanentes • • • Ausência de replicação Neurónio.

Reparação de feridas • • • • Inflamação Granulação Epitelização Fibrose .

Reparação de feridas Contracção da ferida Tecido granulação Inflamação Acumulação de colagénio Remodelação Dias .

Reparação de feridas Factores de crescimento Endócrina Parácrina Autócrina Justácrina .

Reparação de feridas Factores de crescimento • • • EGF ou TGF-α PDGF β-FGF TGF-β • • VEGF • IL-1 • TNF .

Reparação de feridas 1ª intenção Ferida 2ª intenção Neutrófilos 24 horas Coágulo Mitoses Tecido granulação 3 a 7 dias Macrófagos Fibroblastos Vasos neoformados Semanas Fibrose Contracção da ferida .

Reparação de fracturas .

Reparação de fracturas Fractura do colo do fémur .

Factores locais • • • • • • • • Tipo. tamanho. localização Aporte sanguíneo Fornecimento de oxigénio Infecção Necrose Corpo estranho Mobilização Radiação .

Factores sistémicos • • • • • • • Doenças cardiovasculares Estado nutricional (deficiência de vitaminas) Diabetes Cancro Obesidade Corticosteróides Quimioterapia .

Factores sistémicos • • • • • • • Doenças cardiovasculares Estado nutricional (deficiência de vitaminas) Diabetes Cancro Obesidade Corticosteróides Quimioterapia .