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Anunnaki: Reptilianos na História da Humanidade

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Anunnaki: Reptilianos na História da Humanidade

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3/5 (2 ratings)
Length:
179 pages
3 hours
Publisher:
Released:
Jun 2, 2020
ISBN:
9781547537952
Format:
Book

Description

A verdadeira origem da humanidade... O segredo mais bem guardado da Igreja...

Existem muitas culturas que nos contam sobre a existência de alguns seres reptilianos considerados deuses: os Anunnaki. Existem muitas evidências, traços que esses seres deixaram em nossa história.Os antigos indicaram e representaram esses deuses em suas pinturas, escritos e, acima de tudo, em seus edifícios, impossíveis de replicar em nossa atualidade. Seu conhecimento tecnológico e sua consciência do universo influenciaram nossa história... Até hoje...

Você nunca mais será o mesmo depois de conhecer os segredos deste livro ...

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Jun 2, 2020
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9781547537952
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Anunnaki - Henry Krane

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Com amor,

Henry Krane

Que a verdade seja sua verdade, leitor.

Os Deuses Répteis

A civilização mais antiga conhecida pelo homem, os sumérios, nos relata em seus escritos a existência de seres fora deste mundo, provenientes das estrelas.

A antiga Suméria teve seu auge entre 2000 e 3000 antes de Cristo. As traduções das tábulas sumérias realizadas pelo escritor Zecharia Sitchin, um grande poliglota de línguas antigas, nos narra que na antiga Suméria existiram e visitaram este mundo seres chamados anunnakis, que significa os que chegaram do Céu à Terra. Nessas traduções, Zecharia Sitchin explica que esses deuses chegaram das estrelas e modificaram geneticamente o Homo erectus para criar o Homo sapiens. Ou seja, para nos criar.

O que nos conta Zecharia Sitchin é que esses Anunnakis tinham formas de réptil: cabeça de réptil, corpo repleto de escamas e formas humanoides.

Como sabemos disso? Simples. Os sumérios nos deixaram várias pistas sobre esses seres: milhares de representações que podem ser encontradas nas pinturas gravadas em suas covas, estatuetas de pedra à imagem e semelhança de seus deuses.

Os sumérios foram os primeiros a nos falar sobre esses anunnakis, mas não foram os últimos a nos falar desses seres, desses deuses.

No México, a milhares de quilômetros de distância da cultura suméria, e com uma diferença abismal no tempo – 3000 anos depois –, os antigos maias adotaram um deus chamado Quetzalcóatl, a famosa serpente emplumada.

Era um dos deuses mais famosos no grande repertório dos deuses que adoravam e que, segundo acreditavam, vinha das estrelas – a mesma definição dada pelos sumérios a esses seres.

As palavras que compõem o nome de Quetzalcóatl são: Quetzal, que significa pena; cōātl, que significa serpente.

Para a cultura asteca e outros povos, como os náhuatl, o irmão de Quetzalcóatl era Tezcatlipoca, cujo nome significa: Espelho negro que fumega: tezcatl, espelho; tliltic, negro; poctli, fumaça.

Segundo os toltecas, esses dois deuses eram rivais. Assim como os irmãos e deuses Enki e Enlil, da cultura suméria. No inicio eram irmãos, mas logo se tornaram rivais. Uma grande coincidência para ambas as culturas que se separam de forma abismal no tempo e distância.

Dois deuses supremos de ambas as civilizações mesoamericanas.

Voltando à civilização Tolteca, existiu um deus chamado Gucumatz, que era descrito como uma serpente de sabedoria, que deu o conhecimento à humanidade. Acredita-se que sua contrapartida maia foi Quetzalcóatl e em Yucatán esse deus foi chamado de Kukulkan.

Por acaso Gucumatz, Quetzalcóatl e Kukulkan eram o mesmo deus anunnaki, Enki, que transmitiu seus conhecimentos aos sumérios?

Outra civilização que também teve esses deuses reptilianos foram os incas. Eles adotaram um deus chamado Urcaguary, que foi denominado como O Deus dos Tesouros Subterrâneos. Esse deus era representado como um enorme réptil com cabeça de cervo. E em sua cauda ele levava correntinhas de ouro.

Urcaguary também era considerado a divindade do que estava abaixo da terra. O mesmo nome lembra o nome de uma cidade suméria chamada Ur. O nome do Urcaguary começa com Ur, muitos povos nativos, nos arredores, pronunciam o nome deste deus como Ur-caguary. Outra estranha coincidência ...

Na América do Norte, os índios hopi que se instalaram no Arizona, afirmam que seus antepassados foram visitados por seres que se locomoviam em grandes escudos voadores e que, além disso, dominavam a arte de cortar e transportar grandes blocos de pedra. Eles também conseguiam construir enormes e longos túneis e instalações debaixo da terra.

A tribo hopi chama de chetty uma raça de reptilianos que vive debaixo da terra, ou Os Irmãos Serpente. Da mesma forma que a civilização inca, os hopi nos dizem que esses seres viviam debaixo da terra. Urcaguary vivia debaixo da terra.

E as coincidências continuam em todas essas civilizações, apesar de estarem separados por gigantescas distâncias de tempo e quilômetros.

Os deuses hopi também tinham um deus serpente emplumado chamado Baholinkonga. A cultura nativa americana também está repleta de serpentes – até o famoso e misterioso túmulo em forma de serpente, no estado de Ohio.

Agora, na Ásia, mais precisamente na Índia, encontramos na cultura hindu seres chamados Nagas, que são semideuses com forma de serpente.

No texto épico de Mahabharata, escrito no século três antes de Cristo, os Nagas tendem a ser descritos como seres negativos. O texto os chama de Os Perseguidores de todas as Criaturas. Ele afirmava que as serpentes, que esses seres, possuíam um veneno maligno, grande poder e excesso de força, e que sempre tentavam comer outras criaturas.

No mesmo continente, mas com 1500 anos de distância da mitologia hindu, encontramos a mitologia chinesa, conhecida graças a textos que datam da Dinastia Han. Essa mitologia nos fala de seus inúmeros deuses, como Long Wang, O Rei Dragão.

Também temos outros deuses, como Fucanglong, que é O Dragão dos Tesouros Perdidos; Shenlong, "O Dragão da Chuva"; Dinlong, O Dragão da Terra.

A mitologia tem numerosos deuses Dragão. Por dedução, esses dragões têm forma reptiliana; esses seres são realmente reptilianos.

No continente da Oceania, na mitologia australiana, temos a Serpente Arco-Íris, um ser que faz parte da mitologia aborígene da Austrália. Essa serpente pertence ao Tempo do Sonho, uma era anterior à humanidade, em que os espíritos deram forma ao Mundo Físico e estabeleceram suas normas e leis.

A Serpente Arco-Íris não é propriamente um deus, já que na mitologia australiana não existem deuses, mas um ser sagrado que faz parte de um grande conglomerado de histórias que formam a espiritualidade aborígene.

Em todas essas civilizações vemos que, não importa o tempo nem a distância em que elas alcançaram seu auge, em todas elas a mesma história se repete: seus deuses vêm das estrelas e com forma de répteis.

Podemos reconhecer e deduzir agora que os deuses anunnakis de quem Zecharia Sitchin fala, como Anu, Enki e Enlil, não foram adorados apenas na Suméria. Por terem e viverem por milhares de anos, e por terem naves espaciais, puderam facilmente viajar por toda a Terra e se fazer presentes em todas as diversas raças de humanos que haviam criado. Da mesma forma, eles puderam colocar os humanos em diferentes continentes do planeta para que criassem civilizações em todo o mundo e, assim, pudessem adorá-los de pontos diferentes da Terra.

Obviamente, os anunnakis ensinaram diferentes idiomas aos humanos para dividi-los. Por isso, em cada civilização antiga, esses deuses, Anu, Enki, Enlil, Marduk e outros tantos, foram nomeados de diferentes formas através da história.

Mas, por que esses deuses fariam isso?

Somos o Alimento dos Reptilianos

Esses deuses répteis conviviam com os seres humanos, como nos dizem as antigas tábulas sumérias, e como nos reafirma a Bíblia no Antigo Testamento. Esses deuses répteis, de que se alimentavam? O que comiam?

Esses deuses répteis encontravam-se em um período evolutivo em que estavam muito avançados e muito próximos de passar para a quarta dimensão. Estavam a ponto de evoluir.

Eles alimentavam-se de duas formas: pela ingestão de alimentos, como nós – carne de animais e vegetais, além de carne humana.

A outra forma: quando esses deuses chegaram à Terra, tinham a capacidade, ou começaram a desenvolvê-la, de alimentar-se das frequências, através das energias que desprendemos com sentimentos e emoções, além de pensamentos. Ou seja, esses seres já tinham a capacidade de se alimentar de energia.

Por isso, quando criaram a civilização suméria, a primeira civilização humana, eles se deram conta de que não apenas poderíamos servir-lhes de escravos, mas esses deuses também se deram conta de que podíamos servir-lhes como alimento. Alimento energético.

Cabe destacar que os mais avançados desses deuses preferiam se alimentar de energia, de toda a energia que desprendem os seres vivos. Outros preferiam se alimentar de carne animal, vegetais e carne humana.

São muitos, muitos os pesquisadores que chegaram a essa conclusão. É o caso de David Icke em seus livros: The Robots' Rebellion (A Rebelião os Robôs), 1994; And the Truth Shall Set You Free (E a Verdade Deve Libertá-lo), 1995; The Biggest Secret (O Maior Segredo), 1999; e Children of the Matrix (Filho da Matriz), 2001.

Carlos Castañeda se referia a esses seres como "Os Depredadores da Humanidade". Os gnósticos afirmam que os Arcontes se alimentam de nós.

Mas entre todos esses pesquisadores, o que se aproxima mais do alvo, que acertou mais que ninguém sobre tudo o que se refere aos anunnakis, foi Salvador Freixedo. Suas pesquisas não nos deixam dúvidas em seus livros e nos apresentam provas reais de que há deuses que se alimentam de nós.

Mas como sabemos que isso é real? Em que se baseiam os pesquisadores para concluir que esses seres se alimentam de nossos corpos e de nossas energias, como sentimentos e pensamentos?

Para isso, a partir de aqui, começaremos a analisar as evidências deixadas ao longo da própria história da humanidade. E veremos que nela se demonstra que isso é uma possibilidade muito, muito certa.

Para começar, devemos entender que nossos antepassados não eram loucos, muito menos bárbaros, como querem que acreditemos nas escolas. Nossos antepassados eram inteligentes, seres com conhecimentos muito avançados em matemática, astronomia e arquitetura. Um exemplo disso são as pirâmides do Egito, que se quisessem replicar hoje em dia seria quase impossível, apesar de toda a tecnologia que temos. Isso foi demonstrado pela própria arqueologia.

Mas se nossos antepassados eram tão inteligentes e avançados, por que raios faziam sacrifícios humanos? Por que os realizavam?

A resposta é fácil: os deuses manipularam todas as civilizações antigas, fazendo com que elas acreditassem que, se não realizassem esses sacrifícios, eles iriam causar catástrofes, destruiriam cidades, entre muitos outros fenômenos naturais que eram capazes de causar.

A condição era simples: ou faziam sacrifícios ou todos seriam destruídos.

Esses deuses se alimentavam das baixas frequências quando morríamos ou quando tínhamos medo, e das emanações de nossa carne queimada, o que lhes agradava muitíssimo. Inclusive, como já mencionei, alguns desses deuses e seus híbridos (metade humanos, metade répteis), que eram os grandes sacerdotes e reis que governavam as civilizações antigas, bebiam o sangue e comiam a carne humana de nossos antepassados.

Agora entendemos o que se passou, tudo sobre nossos antepassados não estarem loucos, nem serem simples bárbaros, e que tinham inteligência como nós. A única coisa que nos diferenciava era que eles possuíam uma tecnologia dos deuses, mas não a compreendiam. Hoje em dia, podemos entender como é a tecnologia: o funcionamento de um computador, como voa um avião. Hoje só começamos a entender.

Agora, vejamos todos os sacrifícios humanos que foram realizados em nome desses deuses através da história.

Comecemos pela mais antiga das civilizações, a civilização suméria. Nela, os pastores, para contentar a seus deuses, sacrificavam seus animais queimando-os, fazendo com que chegasse até eles a fumaça perfumada. Isso nos conta as tábulas sumérias.

Em seguida, em algum momento, os deuses répteis se deram conta de que não apenas gostavam do cheiro da carne de animal queimada, mas também do cheiro e do sabor da carne humana queimada.

No México, os astecas realizavam sacrifícios humanos para que o Sol não se apagasse. Para eles, o sangue era fonte de vida sagrada e era oferecido ao deus Huitzilopochtli. Essa civilização era muito brutal em seus sacrifícios, tanto com inimigos capturados quanto com voluntários do povo asteca.

Contam os historiadores que os humanos dados em sacrifício deviam subir ao alto da pirâmide e, ali, um sacerdote lhes cortavam desde a garganta até o estômago para retirar-lhes o coração e, em seguida, oferecê-lo a Huitzilopochtli.

Os maias também realizavam sacrifícios. Para isso, criavam mitos cosmogônicos, que tinham um grande significado religioso e ideológico, o que podia ser visto claramente em seu famoso jogo de bola em que os perdedores eram sacrificados para Quetzalcóatl.

No Peru, os incas, para evitar desastres naturais, realizavam sacrifícios e os ofereciam a seus deuses. Comumente eles sacrificavam prisioneiros e crianças que eram criadas para esses fins obscuros: para serem sacrificados para seus deuses.

Os celtas eram conhecidos por realizar sacrifícios humanos em prol da religião, sempre guiados por um druida (homem com autoridade, que entre os antigos povos celtas e gauleses podiam exercer funções de sacerdote, professor, juiz, além de administrador público). O sacrifício consistia em enterrar uma espada nas costas de

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Reviews

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3.0
2 ratings / 2 Reviews
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Reader reviews

  • (5/5)
    Incrível detalhe e ligação com a história que conhecemos!fantástico !
  • (1/5)
    Título sensacionalista. A igreja católica não guarda um segredo que não existe.