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A MITOLOGIA NÓRDICA 1.

- INTRODUÇÃO E IMPORTÂNCIA ESOTÉRICA
O V.M. Samael Aun Weor diz no capítulo XXIX de “O Matrimônio Perfeito” que “podemo con iderar o !dda alem"o como a #í$lia %erm&nica. 'e te arcaico li(ro e t) contida a a$edoria oculta do '*rdico ”.

+ indu$it)(el que foram muito o po(o e ra,a que em al%um momento rece$eram um en inamento de tipo uperior- no entanto- .o/e- no no o dia - a tend0ncia 1 ac.ar que o $er,o da e piritualidade foi a 2 ia- a 3ndia- o 4i$ete ou o !%ito. Ma .) que dizer que muito ante da Sa$edoria da Serpente c.e%ar a e te lu%are - ela /) e ta(a entre o '*rdico .

Se%ue dizendo o V.M.5 “A mitolo%ia %erm&nica 1 n*rdica. A Sa$edoria (em do 'orte...- o $er,o da .umanidade e t) no 'orte... A Sa$edoria oculta (eio do 'orte 6 7em8ria- e da 7em8ria pa ou 6 Atl&ntida. 9epoi da u$mer "o atlante- a Sa$edoria ficou naquela terra que fizeram parte do continente atlante.”

Se%undo i to- 1 po í(el que a Mitolo%ia '*rdica que .o/e con.ecemo e/a a que cont1m a lin.a mai pura de en inamento e ot1rico - tal como foram en inado na ra,a .iper$*rea: Se%uramente 1 a im- ainda que com o pa ar do 1culo ten.a ofrido tam$1m muita modifica,;e .

!m todo ca o- S.A.W. enfatiza5 “+ ur%ente e tudar o !dda <erm&nico- a$er l0=lo na entrelin.a - e depoi pe qui ar na Il.a de P) coa- M1>ico- ?ucat)n- etc.”

Vamo - portanto- e%uir e te )$io con el.o e e tudar um pouco da Sa$edoria '*rdica...

e .formado por pe oa de diferente zona da ! candin)(ia.i toriadore e cre(em a re peito do Vi@in% trata de a alto luta e in(a .amado Vi@in% .o c. .dinamarque e e norue%ue e .entra em cena na !uropa um po(o at1 ent"o de con.OS VIKINGS O que .. Aertamente.ecido..A.entre o ano BCD e EFGG d.2.o/e o .principalmente ueco .

recol.e pela quai o po(o Vi@in% atin%e ne e momento eu e plendor n"o "o clara .1 um po(o de na(e%ante em mare a.o” que c.a pr*pria .i t*riae como muita (eze e dia de muito af"M ami8de em muito porto que difícil morada quando c.como parte do 'oroe te da H8 ia.I l&ndia.oitado continuamente por terrí(ei tormenta .como “!ri@ o Vermel.e permitiu a$rir rota comerciai pelo principai rio na(e%)(ei da !uropa e da H8 ia ocidental e colonizar terra at1 ent"o ine>plorada .e%a em a con truir $arco uperiore ao do demai po(o europeu o que l. Aomo e>emplo de eu amor pelo mar e pela a(entura.A raz.emo o e%uinte poema Vi@in%5 Po o cantar falar de min."o Amar%a car0ncia ! muita (eze aprendi 1 um $arco em uma tormentana )rdua noite de (i%ia min.a (ia%en tempo de dura na(e%a.e%a a pi ar a Am1rica Jna penín ula do 7a(radorK LFF ano ante que Ari t*("o Aolom$o. I to fez com que de en(ol(e em mel.ma doi ar%umento podem a/udar a e>plicar i o5 Por um lado."o e c.e%a(a meu turno 6 proa do na(io ofri .or que outro po(o a arte da na(e%a.<roenl&ndia I onde fundaram cidade I e.inclu i(e.

(endo pa ar o alcantilado ../) que a im e cre(ia= e na lin%ua%em Nórdica anti%a.! ainda uma (ez mai Min.ado dominado pela an%8 tia anelando uma a/uda ...i to 1."o atormentado- Muita (eze e ti(eram meu p1 em %elado cal.eiro5 !>eter $oo@K J70= e o poema como faz entido. JO marin."o !mpreender uma no(a (ia%emAon.a can ada mente de marin.ecer outro po(o outra (ez mai $rincam a al%ada onda M ur%e no(amente (i itar lon%ínqua terra em mare muito di tante ..eiro..primeiro a lin.. Se e t) e crito ne ta forma 1 para re peitar o ori%inal.a da coluna da e querda e depoi a da direita. O an%ue em meu cora.a O impul o de meu cora."o empurra=me para tentar O mar parece montan. apri ionado pelo %elo 4orturado pelo frioMeu cora.K .

) relato de um a alto a Se(il.ao interpretar e te mito de uma forma “e>ot1rica”.cada (ez "o mai o . 3.inclu i(e . Ma .o mito e lenda no quai e $a eia ua cultura "o de um car)ter .Pari .o do %uerreiro em luta contra i me mo.a...a Jem$ora tam$1m e/a nece )rio dizer que muito .como o camin.OS MITOS E LENDAS NÓRDICOS 3..er*ico.am que er entendido de forma e ot1rica.i toriadore pen am que ne te relato o$re a alto .e%am a aquear a principai cidade da In%laterra.1.a.%uerreiro e a(entureiro t"o e>traordin)rio que.do norte da Aleman.er*ico e %uerreirotin.i toriadore que concordam que o po(o Vi@in% era um po(o culto que con.a(ia nele (alorpoe ia e al%o de mi t1rio.FONTES HISTÓRICAS .ecia e %o ta(a de e cutar e te mito .Por outro lado.* un pouco eram capaze de ler a men a%em oculta.) du(ida de que eu mito .a onde "o rec.ent"o pre ente na ! pan.como empre acontece ne te tempo /) t"o de%enerado . '"o .naturalmente i o impul iona 6 a(entura e 6 conqui ta5 c.de t"o e>traordin)rio car)ter .) mai lenda que realidadeK.. Ape ar de tudo..ado pelo mouro .

a e de %era.de ra.qualquer da data que .am a e ta$elecer a entamento na I l&ndiaI e recol.em um pa ado remotí imo.qua e todo o material que e>i te atualmente o$re a Mitolo%ia '*rdica ."o em %era.e%ar 6 1poca atual.ituada no que . Ao tran mitir= e oralmente.o/e 1 o círculo Polar 2rtico e onde.e atri$ui Jfala= e do 1culo VIII ou IXK "o mera e pecula.9eterminar a ori%em de te mito e lenda n"o 1 f)cil.a . Por (olta do 1culo X. 9e de ent"o.em por e crito al%un do poema pa%"o que circulam entre o Vi@in% .iper$*rea.o/e a ci0ncia l..entram em contato com o Vi@in% I que come.ule.a ua raíze pro(0m da Il.de %era."o.am e mudado para I l&ndia$u cando a olid"o e o recol.o mon%e irlande e que tin.podemo dizer que a ua ori%em e perde na noite aterradora do 1culo .a em ra.imento. 9e te modo.e .6 luz da <no e."o em %era. No/e.a a$edoria oculta daquele 9eu e foi pa ando."o.a mi terio a 4.a$itou a ra.na forma de mito e lenda .at1 c.a Sa%rada do 'orte..

"o e ot1rica do po(o '*rdico foi profunda e riquí ima. ! te material e di(ide em doi %rupo 5 o !dda J o$re cu/o i%nificado o e tudio o n"o e p.d)= e conta de que a tradi.2.o e (e/o pe oa a%rada <rande e pequena .e o$re o poema !dda o que er(iu de %rande a/uda para compreender mel.etc..no reino de Neimdal J%uardi"o da morada do 9eu e K ..aclara..atri$uída .no N)(am)l J“A pala(ra do Altí imo”K .o N)(am)l J“A pala(ra do Altí imo”K. ! te poema cont0m mito reli%io o .pelo contr)riocont1m e(ento .a um %o(ernante e poeta da I l&ndia.i t*ria o$re o .A CRIAÇ O A!!i" c#"$%a # "i&# da cria%'# (# V)*+!.i t*rico .uce "o de rei ..$atal.amado “Aode> He%iu ” con ta de PC poema completo ou fra%mento e foi %uardado em Aopen.entre outra coi a .amado Snorri Sturlu on.A! .e e e>plica.que recol.em de acordo. Ape ar de tudo.or e te mito ..ma infelizmente muito e perdeu.eu em tai “ a%a ”.relato da (ida di)ria. Tuando al%u1m e tuda o !dda .“poeta”K.temo a “ a%a ” Jrelato K em pro a. Al%un do poema de conte8do e ot1rico "o incompleto e e t"o mi turado com muita parte intran cendente .ma em maior tran cend0ncia.ma n* no permitimo u%erir que poderia deri(ar da raiz “!d” que i%nifica “ato olene. O poema S@aldico como o de “!l marino” citado anteriormente. !ntre ele temo o VQlu p) Jque i%nifica “a profecia da Si$Rla”K.a .um do quai n"o e t) incluído no Aode> He%iu . 3.no 1culo XIII. Sinalmente. O !dda "o compo to de doi manu crito 5 o primeiro c.r#/$cia! da S01i*a2 Ou.c..pro(1m da I l&ndia./uramento”K e o poema S@aldico Jdo norue%o anti%o OS@)ldO.em ua maioria.o que c.) apena um pequeno fra%mento de profundo conte8do e ot1rico Jcitado mai 6 frenteK que em d8(ida era parte de um te>to muito mai amplo. A im.er*i anti%o e con el. O e%undo con ta de B poema .por e>emplo.o o$re a (ida di)ria.o o$re o (i(er di)rio.etc.e%ou at1 n* 1 uficiente para que no a alma edenta de a$edoria po a deleitar= e com “A pala(ra do Altí imo”.a%e J9inamarcaK at1 ECBE quando foi de(ol(ido para I l&ndia. O re to do N)(am)l "o con el.

.ur%ido do nadaAt1 que o fil.um lu%ar incompar)(el.ou o ol o$re um mundo de roc.omen que me adentre na profundidade da mem*ria O mundo come.ou em uma idade de ouro Hecordo %i%ante na cido no come. A er(a come.nem a fria onda '"o e>i tia a terra.nem mar.ou a cre cer e o campo re(erdeceram.nem o ele(ado c1u . O Ae ir Juma da dua lin. S* um %rande (azio. 9e de o Sul $ril.Pede a mim Valford Jpai do %uerreiro .a .no(e raíze da )r(ore do poder Jrefere= e a ?%%dra il.o do tempoTue a mim criaram em tempo muito lon%ínquo 'o(e mundo eu recordo.a )r(ore c* micaK Tue u tenta(a o mundo e tam$1m o mundo 'o princípio do tempo n"o e>i tia nada.outro nome de OdinK que eu te conte o anti%o mito do .o de #ur Jo 9eu e K le(antaram a terra criaram a 4erra do Meio Jo mundo fí icoK.a%en do 9eu e K e reuniram em Ida(oll alto templo e altare le(antaram e ta$eleceram for/a para fazer rico te ouro in(entaram torqu0 e e ferramenta Jpara tra$al. '"o e>i tia areia.ar na for/a K o$ a 4erra.

'a raíze de ta )r(ore .$e ta ..amado MUSP!77.c.omen e 9eu e K.um %rande oceano e a terra. Ma (amo re umi=lo com a a/uda do relato contido em outro poema .um de fo%o c.ori%em de mundo .e outro de e curid"o e n1(oa c. .ante que alimenta(a a )%ua do doze %rande rio que flutua(am o$re o %rande a$i mo (azio “<I''U'<A<AP” e que.O (er o continuam falando da cria.ecer da e>i t0ncia.um %rande caldeir"o com )%ua $or$ul.formando %i%ante ca nu(en de (apor que ur%em do %rande a$i moformando o elemento . !ntre o doi reino e ta(a NV!H<!7MIH.no princípio %elada J(emo aqui o fo%o fecundando a )%ua .amado “<I''U'<A<AP” e “?<<9HASI7”.amado 'IS!7N!IM.e primiti(a K. 'o aman.o."o.a )r(ore c* mica que u tenta o mundo .ao precipitar= e neleforma(am $loco %i%ante de %elo Je te 1 o “cao ” ori%inal de toda a reli%i.a(ia doi %rande reino .o e pa.ama de fo%o do reino de MUSP!77 caem o$re o $loco de %elo. 'o princípio * e>i tia um %rande a$i mo (azio c.

da caída an%1lica.que ur%em do a$ oluto na aurora da cria. A outra (er "o diz que Odín.e o 'I7S7N!IM Ja infradimen .a partir de te momento."o a (aca “AU9NUM7A” Ja M"e ! pa. 9a uni"o de #OH Jirm"o de #UHK com um %i%ante ur%em o 9eu e 6 e>i t0ncia."oK.ao quai ela alimenta com quatro rio de leite que ur%em do eu peito .e uperiore K."o do mal.a )r(ore da (ida que u tenta o no(e mundo Jdimen .omen ou mundo fí icoK. Ma o %i%ante ?MIH le(a em i me mo a emente do mal Jo !%oK e eu outro de cendente er"o “o %i%ante de %elo”.a a lam$er e a derreter o %elo e li$erta dele o %i%ante #UH.e K.o e querdo na ce o primeiro ca al .e 5 Uma diz que o %i%ante ?MIH dorme.uma luta mortal entre o 9eu e e o %i%ante de %elo. A partir daqui .(em 6 cria. O primeiro 9eu e "o O93'.Vili e Ve matam o %i%ante de %elo ?mir e criam a terra como relata o “Vafpr8oni m)l” Jo relato de Vaft. ! te mundo e u tenta(am o$re eu ramo e tr0 de ua raíze o comunica(am.encarna.!nt"o. !i aqui a )r(ore da Va$ala com eu Sep.oK.VI7I e V!.que er) o centro de toda a 1pica n*rdica at1 o terrí(el de enlace final em HA<'AHOV.e ta$elecendo= e.e da %ota de %elo derretido forma= e o %i%ante de %elo ?MIH Jo di(ino .irote e o Vlip.ermafrodita .a MI9<AH9 Jterra do .) dua (er .rudnirK5 .umano ASV e !M#7A JAd"o e !(aK. !la come. Sur%em o mundo u tentado pela )r(ore a%rada ?<<9HASI7.do !%o.o .e da %ota de uor do eu $ra.

"o %uardam com o %0ne e $í$lico.a(ia di tinta morada .em$ora todo (i(e em em .a a ela mantin. Odín.e .deu=l.indicando=no tudo i o que o relato '*rdico da cria.e o entido .com uma luta entre o 9eu e e o %i%ante de %elo. Vi(iam felize e alimenta(am= e da “ma.a(er certo conflito .a%en de 9eu e .Ve deu=l.e Vili deu=l.umano de um peda.ou com o relato me opot&mico da cria..o c1u K que e ta(a unido com o MI9<AH9 Jmundo fí icoK atra(1 de um arco=íri de fo%o %uardado pelo 9eu N!IM9A77.culti(ada e %uardada pela 9eu a I9U'..com eu alento.eio de (italidade.encarna.OS DE3SES O 9eu e tin.am ua re id0ncia no AS<AH9 Jo mundo uperiore .armonia5 o A!SIH de natureza %uerreira que mora(am no VA7NA77A. At1 aqui.efe era O93'."o do mal."o pelo fo%o e pela )%ua.com a )r(ore da Va$ala .e de forma re umida. 3.e o VA'IH Jde natureza inferior.o relato da cria.3.e$raica.e%a a .e a inteli%0ncia.etc.o de madeira.am= e empre /o(en e c.a roc.da natureza.e a (ida. A partir daqui o poema e%uemcomo di emo .a a a$*$ada do c1u foi feita com o cr&nio do %i%ante de %eloe o mar formou= e com eu an%ue.9a carne de ?mir a terra foi criadae de eu o o ."o.e cu/o c."o 1 pura alquimia e>ual." da /u(entude”.K .. Ma dentro do A %ard .e %ra. Podemo (er o paraleli mo que e te relato da cria. W W W W W ! a e%uir criam o primeiro ca al .9eu e da fertilidade.a(ia tam$1m dua lin.entre o quai c.

9oi p) aro JHa(en K o acompan.amado Woden ou Wotan 1 o “Pai do 9eu e ”. !m muita %ra(ura 1 repre entado com um 8nico ol.or da %uerra” JinteriorK e como pai do “morto %lorio o ” Jmorto p icol*%ico K. 3. Ve/amo o porqu0.."o entre o 9eu e 1 8nica.e 1 a di tin.3.1 OD4N O93'. 4oda a 1pica '*rdica tratar) do Ae ir e muito pouco do Vanir. !ra con. ! ta di tin..ecendo a ua .con.i t*ria5 .n"o 1 encontrada na maioria da demai 4eo%onia .que mora(am em VA'AN!IM.am e informam o$re tudo o que ocorre no no(e mundo .alla e do eu trono contempla(am= e o no(e mundo .o que indica claramente que a Mitolo%ia '*rdica 1 um en inamento e ot1rico da (ia direta.o V!4N!H da Va$ala.ecido tam$1m como o “Sen."o entre o 9eu e da (ia direta e o 9eu e nir(&nico .o.ma con e%uir a a$edoria n"o l.tam$1m c. !ra tam$1m o mai )$io do 9eu e . Sua re id0ncia era o Val.e foi f)cil.

Aom um %rito de rai(a a%arrei=a e depoi caí de falecido. 'o(e terrí(ei can.9e de o na cimento.a(ia ido decapitada.o Jo acrifícioK para dei>)=lo $e$er do po.que impô como condi."o que fo e dado a ela um de eu ol.o.o da Sa$edoria.a pr*pria e padaderramando meu an%ue por Odíneu me mo uma oferenda a mim me mo5 atado 6 )r(ore cu/a raíze nen."oK.um .ma nece ita mai poder o$re a (ida e a morte Ja Ari tifica... 'in%u1m me deu de comernin%u1m me deu de $e$er..ou$e que na raíze da )r(ore a%rada J?%%dra ilK encontra(a= e um po.omem a$e para onde e diri%em. Aontemplei o mai profundo do a$i mo at1 que (i a runa .oita$alan.na raíze da %rande )r(ore Jo de cen o 6 nona e feraK.ando=me durante no(e lon%a noite ferido pelo fio de min."o p icol*%icaK.acrifica um de eu ol.)=la. Sei que e ti(e pendurado naquela )r(ore que o (ento a.o para poder $e$er da fonte da Sa$edoria. ! te po.o JWK er(ido por Odrerir. .encontrou= e com a ca$e.ece coi a inef)(ei e adquire a Sa$edoria Ja Mae triaK.entiu= e )(ido por alcan.o de #olt.o e ta(a %uardado pela ca$e.o cu/a )%ua da(a a Sa$edoria.ar a Sa$edoria.a de Mimiruma 9eu a que .or aprendi e um tra%o tomei do %lorio o (in. Aon. Odín n"o du(ida.a de Mimir Ja decapita. 9epoi de con e%uir de cer at1 o po.e do %lorio o fil. 9epoi de $u car onde poderia ac.

'e te relato Odín dependura= e na ?%%dra il. +.para depoi re u citar c.em tempo remoto .a=man(antara.iper$*rea.portanto.e ta(am encarnado o %rande Me tre de te Ma..eio de poder e a$edoria.onde.O$ti(e $em=e tar e tam$1m a$edoria. JA pala(ra do Altí imo5 N)(am)lK JWK 4raduzimo por (in.uma $e$ida alco*lica muito apreciada pelo Vi@in% .natural encontrarmo um relato a im num en inamento da (ia direta pro(eniente da ra.a .. ! te relato 1 parte de um mai amplo.adquire poder o$re a (ida e a morte.e e%uramente de %rande (alor inici)tico. Ap* e ta e>peri0nciaconta a lenda.ma que infelizmente e perdeu no cur o do 1culo .ferido mortamente num acrifício (olunt)rio. . Saltei de uma pala(ra a outra pala(ra e de um ato a outro ato.o o “mead”.

alla Ja re id0ncia do 9eu e K.em com$ate. Sua m"e n"o d) import&ncia a e te fato e cr0 que re ol(eu o pro$lema. Hecomendamo ao leitor intere ado o li(ro “Ma%ia H8nica” do V.con.iriam ao Val.alla a alma do . 4odo o ere (i(ente fazem tal /uramentoe>ceto a planta do (i co.3.fazer parte do e>1rcito de Odín. '"o (amo fazer ne te tra$al. 3.a que n"o l.am a cren. Samael Aun Weor.ecedor do de tino re er(ado ao 9eu e .alla e di(ertem di parando flec.e cau am a mínima ferida./) que tin.Muita er"o depoi a $atal. Percorre o no(e mundo fazendo todo er (i(ente.a que Odín mant1m com ua e pada m)%ica e eu %uerreiro contra o %i%ante de %elo.er*i morto em com$ate para formar um e>1rcito 6 e pera da $atal.eroicamente. Al1m di o. 9e ta maneira.animal.(ai reunindo no Val. O 9eu e do Val. 9aqui deri(a que o Vi@in% fo em muito audaze .(e%etal e mineral prometer que n"o pre/udicariam /amai #alder.a de que e morriam .M. .a final em Ha%naro@.#alder torna= e imortal. !nt"o ua m"e decide fazer al%o.o refer0ncia 6 HU'AS citada no poema anterior.2 5ALDER Aonta a lenda que de de pequeno ofria terrí(ei pe adelo que pre a%ia(am a ua morte./) que e tornaria dema iado e>ten o.

a a ina o Ari to 3ntimo dentro de n* . S"o o en.traindo o 9eu e Ja fornica.etc.ap* a purifica. Tuando #alder e t) em eu leito de morte."o do mundo.a@ti da mitolo%ia indo t&nica.ne ta pa a%em.. Hepre entam o 4erceiro 7o%o .3.i(a=S.or e a en. .fato e te imilar ao de outro en inamento e ot1rico 5 O íri a a inado por Set.depoi da %rande cat) trofe em Ha%naro@.trai o 9eu e . Vemo aqui..ora”. O 9eu ce%o di para contra #alder e e te cai mortalmente ferido."oK.3 FRE6R 6 FRE67A O nome de “SreRr” e de ua irm" %0mea “SreR/a” i%nificam “Sen. 'in%u1m a$e o que l."o.e diz.or” e “Sen.ora do mundo .o fo%o que arde em tudo que e>i te.Ma 7OVI..a em cu/a ponta colocou uma planta de (i co.ma conta a lenda que 1 a prome a da re urrei.o 9eu do So%o. 3.e uma flec.Odín l. !n%ana o 9eu ce%o NO9H5 d)=l.Niram A$iff pelo tr0 traidore .corre pondendo= e com S.como o 9eu do So%o.e diz uma pala(ra ao ou(ido.

a fecundidade e a paz.a trian%ular.a c. !ra o 9eu da fertilidade.num carro pu>ado por %ato . SreRr foi um do 9eu e mai (enerado .N) uma e t)tua de te 9eu no templo de Upp ala JSu1ciaK datada no ano EPFF na qual 1 repre entado com uma ca$e.ada pelo e pírito do amor o$ a forma do cupido .e tin. 3.u(a."o.uma %rande lín%ua Jo (er$oK e um %rande falo em ere.a controle o$re o ol.or.era a 9eu a do amor e da (oluptuo idade.por ua (ez.3./unto com SreR/a.e acompan.e percorria o c1u em $u ca do eu amado./unto com Odín e 4. SreR/a.8 THOR .9e(i Vundalini...

e o quinto dia da emana.orK em ueco. A im como o primeiro entiam uma prefer0ncia por O9I'. !ra o 9eu do raio e do tro("o e ua emel. .e era muito (enerado.amante da terra e da família.atri$uíram=l.quinta=feira Jdia de Y8piterK.o de Odín tal como #alder.a com Xeu =Y8piter 1 t"o %rande que quando o an%lo= a>.por eu car)ter no$re e $ondo o.a quem c.a(ia %ran/eiro .a%ricultore .or era fil.ama(am de “Pai da %uerra”.“4or da%” Jdia de 4.Ma nem todo o Vi@in% eram a(entureiro .an.o outro preferiam 4NOH.e adotaram o calend)rio romano. 7o%icamente . 4.na(e%ante e %uerreiro .

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