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COLÉGIO MARISTA DE MACEIÓ

NAP NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO

ALUNO(A)

ANO 2008
ANO
2008

ENSINO

MÉDIO

TURMA
TURMA

TURNO

MATUTINO

PROFESSOR(A)

JOÃO ARAÚJO

UNIDADE

III

DATA

09/2008

DISCIPLINA

MATEMÁTICA

TRIGONOMETRIA

I - RELAÇÕES MÉTRICAS NUM TRIÂNGULO RETÂNGULO

Elementos:

- RELAÇÕES MÉTRICAS NUM TRIÂNGULO RETÂNGULO Elementos: Relações Métricas 1. Num triângulo, o quadrado da medida

Relações Métricas

1. Num triângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual a soma dos quadrados das medidas dos

catetos. (Teorema de Pitágoras)

quadrados das medidas dos catetos. (Teorema de Pitágoras) 2. Num triângulo retângulo, o quadrado da medida

2. Num triângulo retângulo, o quadrado da medida de cada cateto é igual ao produto da medida da hipotenusa pela medida da projeção do cateto sobre ela.

da hipotenusa pela medida da projeção do cateto sobre ela. 3. Num triângulo medida da altura
da hipotenusa pela medida da projeção do cateto sobre ela. 3. Num triângulo medida da altura

3. Num triângulo

medida da altura relativa à hipotenusa é igual ao produto das medidas das projeções dos catetos sobre a hipotenusa.

retângulo, o quadrado da

dos catetos sobre a hipotenusa. retângulo, o quadrado da 4. Num triângulo retângulo, o produto da

4. Num triângulo retângulo, o produto da medida da hipotenusa pela medida da altura relativa a ela é

igual ao produto das medidas dos catetos.

o produto da medida da hipotenusa pela medida da altura relativa a ela é igual ao

II RELAÇÕES MÉTRICAS NUM TRIÂNGULO QUALQUER

1. Triângulo acutângulo

MÉTRICAS NUM TRIÂNGULO QUALQUER 1. Triângulo acutângulo - O quadrado da medida de um lado oposto
MÉTRICAS NUM TRIÂNGULO QUALQUER 1. Triângulo acutângulo - O quadrado da medida de um lado oposto

- O quadrado da medida de um lado oposto a um ângulo é igual à soma dos quadrados das medidas

dos outros dois lados, menos o dobro do produto das medidas de um desses lados pela medida da

projeção do outro sobre ele.

2. Triângulo obtusângulo

da projeção do outro sobre ele. 2. Triângulo obtusângulo - O quadrado da medida de um
da projeção do outro sobre ele. 2. Triângulo obtusângulo - O quadrado da medida de um

- O quadrado da medida de um lado oposto a um ângulo obtuso é igual à soma dos quadrados das

medidas dos outros dois lados, mais o dobro do produto da medida de um desses lados pela medida

da projeção do outro sobre ele.

III RAZÕES TRIGONOMÉTRICAS NO TRIÂNGULO RETÂNGULO

III – RAZÕES TRIGONOMÉTRICAS NO TRIÂNGULO RETÂNGULO 1. O seno de um ângulo é a razão
III – RAZÕES TRIGONOMÉTRICAS NO TRIÂNGULO RETÂNGULO 1. O seno de um ângulo é a razão

1. O seno de um ângulo é a razão entre a medida do cateto oposto a esse ângulo e a medida da

hipotenusa.

do cateto oposto a esse ângulo e a medida da hipotenusa. 2. O cosseno de um

2. O cosseno de um ângulo é a razão entre a medida do cateto adjacente a esse ângulo e a medida da

hipotenusa.

do cateto adjacente a esse ângulo e a medida da hipotenusa. 3. A tangente de um

3. A tangente de um ângulo é a razão entre a medida do cateto oposto a esse ângulo e a medida do

cateto adjacente.

3. A tangente de um ângulo é a razão entre a medida do cateto oposto a

Tabela

Ângulo

30º

45º

60º

   
   
   

Seno

½

 
   
   
 

cosseno

½

 
   
 
   

Tangente

1

IV RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS NUM TRIÂNGULO QUALQUER

IV – RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS NUM TRIÂNGULO QUALQUER 1. Lei dos cossenos Num triângulo, o quadrado da

1. Lei dos cossenos

Num triângulo, o quadrado da medida de um lado é igual à soma dos quadrados das medidas dos

outros dois, menos o dobro do produto das medidas desses dois lados pelo cosseno do ângulo

aposto ao primeiro lado, ou seja:

a) a 2

=

b 2

+

c 2

- 2 b c . cos

b) b 2

=

a 2

+

c 2

-

2 a c . cos

c) c 2

=

a 2

+

b 2

- 2 a b . cos

2. Leis dos senos

Em todo triângulo, as medidas dos seus lados proporcionais aos senos dos lados opostos.

dos seus lados proporcionais aos senos dos lados opostos. V – ÁREA DE UM TRIÂNGULO Num

V ÁREA DE UM TRIÂNGULO

Num triângulo qualquer, a área é igual ao semiproduto das medidas de dois lados pelo seno do

ângulo formado por esses lados.

de dois lados pelo seno do ângulo formado por esses lados. Estudo de Circunferência VI –
de dois lados pelo seno do ângulo formado por esses lados. Estudo de Circunferência VI –

Estudo de Circunferência VI ARCO DE CIRCUNFERÊNCIA

Estudo de Circunferência VI – ARCO DE CIRCUNFERÊNCIA Arco de circunferência é cada uma das partes

Arco de circunferência é cada uma das partes em que uma circunferência fica dividida por dois

de seus pontos.

VII ÂNGULO CENTRAL

VII – ÂNGULO CENTRAL Unindo os pontos A e B ao centro da circunferência, determinamos o

Unindo os pontos A e B ao centro da circunferência, determinamos o ângulo central

ao centro da circunferência, determinamos o ângulo central Utilizando as mesmas medidas para um arco unitário

Utilizando as mesmas medidas para um arco unitário (arco de medida igual a 1)

e seu correspondente ângulo central, dizemos que as medidas do arco e do

ângulo central que o determina são iguais.

do arco e do ângulo central que o determina são iguais. Obs.: note que a medida

Obs.: note que a medida de um arco não representa a medida do comprimento desse

arco.

Ex.:

não representa a medida do comprimento desse arco. Ex.: Obs.: Cada arco determina um ângulo e

Obs.: Cada arco determina um ângulo e cada ângulo determina um arco. Por isso, as

unidades utilizada para medir arcos são os mesmos usados para medir ângulos.

VIII UNIDADES DE MEDIDAS

Grau

Um grau é definido como a medida do ângulo central subtendido por um arco igual a 1/360, da

circunferência que contém o arco.

- Um minuto é igual a 1/60

- Um segundo é igual a 1/60 do minuto.

Símbolos

grau ( º

)

minuto ( ‘ )

segundo ( “ )

Radiano

Medida de um ângulo central subtendido por um arco igual ao raio da circunferência que contém o

arco.

Obs.: Seja a circunferência de raio r e o segmento AB que a representa.

circunferência de raio r e o segmento AB que a representa. - O comprimento da circunferência

- O comprimento da circunferência é dado por :

C = 2 r

IX MEDIDAS DE ÂNGULOS E ARCOS

Grau

Grado

Radiano

90º

100

90º 100

180º

200

270º

300

270º 300

360º

400

2

X COMPRIMENTO DE UM ARCO

X – COMPRIMENTO DE UM ARCO Consideremos a figura A medida do ângulo  em radianos

Consideremos a figura

A medida do ângulo em radianos é igual ao quociente entre o comprimento

S do arco

Ou seja:

é igual ao quociente entre o comprimento S do arco Ou seja: pelo raio da circunferência.

pelo raio da circunferência.

comprimento S do arco Ou seja: pelo raio da circunferência. 01. CIRCUNFERÊNCIA ORIENTADA:  Uma circunferência
01. CIRCUNFERÊNCIA ORIENTADA:
01. CIRCUNFERÊNCIA ORIENTADA:

Uma circunferência se diz orientada quando se escolhe um sentido de percurso.

+ + + +
+
+
+
+

+

-

- - - -
-
-
-
-

Obs.: Convenciona-se como positivo o sentido anti-horário.

02. ARCO ORIENTADO:
02. ARCO ORIENTADO:

É todo arco definido sobre uma circunferência orientada.

A + B
A
+
B

Arco AB ( + )

03. ARCO NULO:
03. ARCO NULO:
A B
A
B

-

É todo arco cujo comprimento é zero; e a origem e a extremidade são coincidentes.

 o
o

A = B

04. CICLO TRIGONOMÉTRICO:
04. CICLO TRIGONOMÉTRICO:

É uma circunferência orientada de centro na origem do sistema de eixos cartesianos, de raio unitário (r = 1) e cujo sentido positivo é o anti-horário.

A'

B 1 A' -1 1 -1 B'
B
1
A'
-1
1
-1
B'

AB = + 90º

=

AB ' = - 90º = -

2

rd

2

rd

Obs.: O ponto A(1 , 0) é a origem de todos os arcos trigonométricos.

05. QUADRANTE:
05. QUADRANTE:

O sistema cartesiano divide o ciclo trigonométrico em quatro partes denominadas de quadrante.

rd = 180º

 rd 90º = 2 II Q I Q o  III Q IV Q
rd
90º =
2
II Q
I Q
o 
III Q
IV Q
3
rd
270º =

2

0º = 0 rd 360º = 2rd

90º 1º Quadrante 90º 180º 2º Quadrante 180º 270º 3º Quadrante 270º 360º 4º Quadrante

Obs.: Arcos que medem 0º, 90º, 180º, 270º, 360º e seus côngruos não pertencem a nenhum dos quadrante.

06. ARCOS CÔNGRUOS:
06. ARCOS CÔNGRUOS:

Dois arcos são côngruos quando possuem a mesma origem e a mesma extremidade.

De maneira geral:

- Se um arco mede graus, a expressão geral dos arcos côngruos a ele é dada por, º

360º, onde K Z.

+

K .

- Se um arco mede radianos, a expressão geral dos arcos côngruos a ele é dada por + 2K, onde K Z.

- Quando a medida do arco é dada em radianos, convertemos essa medida para graus.

Ex.: 1: Determine a extremidade dos seguintes arcos.

a) 420º

420 360 60º 1
420
360
60º
1
420º = 60º + 1 . 360º (expressão geral) 420º número de voltas completas 
420º = 60º + 1 . 360º
(expressão geral)
420º
número de voltas completas
60º
o arco de 420º tem a mesma extremidade que o arco de 60º.
10
10 . 180 
rd
600º
b)
3
3
600
360
240º
1

600 = 240º + 1 . 360º

240º A 600º
240º
A
600º
600 360 240º 1 600 = 240º + 1 . 360º 240º A 600º número de

número de voltas completas.

o arco de 600º tem a mesma extremidade que o arco de 240º.

07. PRIMEIRA DETERMINAÇÃO POSITIVA DE UM ARCO
07. PRIMEIRA DETERMINAÇÃO POSITIVA DE UM ARCO

Denominamos de primeira determinação positiva o arco de graus de um arco que mede graus sendo o arco côngruo a e 360º .

Ex.: Calcule a 1ª determinação positiva e escreva a expressão geral dos arcos côngruos a:

a)

420º

420º

360
360

60º

1

420º = 60º +

a) 420º 420º 360 60º 1 420º = 60º + 1 . 360 1ª determinação positiva

1 . 360

1ª determinação positiva

* Expressão geral b) - 1110º 1110º 360 30º 3
* Expressão geral
b) - 1110º
1110º
360
30º
3

= 60º + K . 360º

- 1110 = - 30º + 3 . 360

- 30 + 360 = 330º

+ K . 360º - 1110 = - 30º + 3 . 360 - 30 +

1ª determinação positiva * Expressão geral = 330º + K . 360º

08. NÚMEROS TRIGONOMÉTRICOS:
08. NÚMEROS TRIGONOMÉTRICOS:

* Seno (sen) de um arco:

É a ordenada da extremidade desse arco no ciclo trigonométrico:

B p  x O
B
p
x
O

* sen x = OP (lê-se seno de x)

A

* Cosseno (cos) de m arco:

É a abscissa da extremidade desse arco no ciclo trigonométrico.

cos x = OM (lê-se cosseno de x)

 O M
O
M

x

A

09. VALORES IMPORTANTES DE sen x e cos x:   sen x = 0º
09. VALORES IMPORTANTES DE sen x
e
cos x:
  sen
x = 0º = 0 rd 
cos
0º 0º   0 1
sen
90º
  1
sen
 
 
2
x
= 90º =
2
cos 90º
  0
cos
2
x
= 180º =  rd
 
 sen cos 180º 180º
 
cos sen
  0
1
3 
3
sen 270
 sen
 1
rd
 
2
x
= 270º =
2
3 
cos 270º
 cos
 0
2
x
= 360º =
2  rd
 
 sen cos 360º 360º
  cos sen 2 2
 
1 0
10. VARIAÇÃO DO SINAL DO SENO E DO COSSENO:
  sen
I Quadrante
cos
x x
 0
0 III Quadrante
   sen cos
x x
  0 0
  sen
 
II Quadrante
cos
x x
 0
0 IV Quadrante
sen cos
x x
  0 0

Resumo

Sinais do seno

sinais do cosseno

+ + - -
+ +
- -

A

- + - +
- +
- +

A

* Sabemos que o ciclo trigonométrico possui raio unitário, então os valores do seno e do cosseno estão compreendidos entre - 1 e 1. Logo:

- 1 sen x 1

e

- 1 cos x 1

11. SENO E COSSENO DOS ARCOS MÚLTIPLOS DE 30º:
11. SENO E COSSENO DOS ARCOS MÚLTIPLOS DE 30º:
B 30º  h 60º  A M   C
B
30º
h
60º
A
M 
C

2

A medida da altura em função do lado é dado por:

 

 

sen 30º =

2

 

sen 30º =

 

sen 30º =

1

 

2

sen 60º

=

3
3

2

 

sen 60º =

2

sen 60º =

3
3
 1 x 2 
1
x
2
 3 1 x
3
1
x


2

3
3

2

cos 30º =

 
 

cos 30º =

 

2

 

cos 30º =

3
3

2

 

cos 60º

=

2

 

cos 60º =

x

1

2

cos 60º

=

1

 

2

 3 1 x
3
1
x

 3 h = 2
3
h =
2
Resumindo: 1 3 1) sen 30º = 2 3) sen 60º = 2 1 2)
Resumindo:
1
3
1) sen 30º =
2
3) sen 60º =
2
1
2) cos 30º =
2 3
4) cos 60º =
2
12. SENO E COSSENO DOS ARCOS MÚLTIPLOS DE 30º NO CICLO TRIGONOMÉTRICO
12.
SENO E COSSENO DOS ARCOS MÚLTIPLOS DE 30º NO CICLO TRIGONOMÉTRICO
90º 120º 1 3 60º 2 150º 1 30º 2 -1 3 1 180º 
90º
120º
1
3
60º
2
150º
1
30º
2
-1
3
1
180º
 1
2
1 3
O
2
2 2
1
2
210º
330º
3
2
240º
-1
300º

270º

13. SENO E COSSENO DOS ARCOS MÚLTIPLOS DE 45º:
13. SENO E COSSENO DOS ARCOS MÚLTIPLOS DE 45º:

Seja o quadrado

 C D 45º  45º . B A
C
D
45º
45º
.
B
A

A medida da diagonal d em função do lado é dado por:

2 d = 
2
d = 

No triângulo retângulo BAD, temos:

sen 45º =

sen 45º =

 2  2 x  2 2
2
2
x
2
2
 2 sen 45º = 2.  2 sen 45º = 2
2
sen 45º =
2. 
2
sen 45º =
2
 cos 45º =  2  2 x cos 45º =  2 2
cos 45º = 
2
2
x
cos 45º =
2
2
2
cos 45º =
2. 
2
cos 45º =
2
14. SENO E COSSENO DOS ARCOS MÚLTIPLOS DE 45º NO CICLOTRIGONOMÉTRICO
14.
SENO E COSSENO DOS ARCOS MÚLTIPLOS DE 45º NO CICLOTRIGONOMÉTRICO
90º 1 135º 2 45º 2 2 2 -1 1 180º 2 0º  O
90º
1
135º
2
45º
2
2
2
-1
1
180º
2
O
2
2
2
225º
315º
-1

270º

15. RELAÇÕES FUNDAMENTAIS ENTRE AS FUNÇÕES DE UM MESMO ARCO:
15. RELAÇÕES FUNDAMENTAIS ENTRE AS FUNÇÕES DE UM MESMO ARCO:

I - Tangente (tg) de um arco

É o quociente entre o seno (sen) e o cosseno (cos) desse arco, ou seja:

sen x tg x = cos x
sen x
tg x =
cos x

Seja o ciclo trigonométrico da figura e T a interseção da reta OM com o eixo das tangentes.

y T tg M'' x A o M'
y
T tg
M''
x A
o
M'

x

Definimos com tangente (do arco AM ou do ângulo x) a medida algébrica do segmento AT , e indicamos tg x = AT

II - Cotangente de arco (cotg)

Define-se a cotangente como a razão entre o cosseno e o seno de um arco ou seja:

cotg x =

cos x

sen x

Observação:

A cotangente dos arcos de 0º, 180º e seus côngruos, não é definida pois:

cotg 0º =

cos 0º

sen 0º

=

1

0

é definida pois: cotg 0º = cos 0º s e n 0 º = 1 0

 

III - Secante (sec) de um arco

cotg 180º =

cos 180º

=

sen 180º

0 1  
0
1  

É o inverso do cosseno desse arco, ou seja:

sec x =

1

cos x

A secante dos arcos de 90º, 270º e seus côngruos, não é definida, pois:

1

sec 90º = cos 90º

=

1

0

é definida, pois: 1 sec 90º = c o s 9 0 º = 1 0

 

IV - Cossecante (cossec) de um arco

sec 270º =

1

=

cos 270º

0 1 
0
1 

É o inverso do seno (sen) desse arco, ou seja:

1

cossec x = sen x

Observação:

A cossecante dos arcos de 0º, 180º e seus côngruos não está definida, pois

1

cossec 0º = sen 0º

V -

Sen 2 x + cos 2 x = 1

Demonstração:

sen

cos

2

2

x

x

(sen x)

(cos x)

2

2

=

1

0

  cos  2 2 x x   (sen x) (cos x) 2 2

 

x R

1

cossec 180º = 180º

  cos  2 2 x x   (sen x) (cos x) 2 2

=  

Observe:

B P O M
B
P
O
M

A

Aplicando o teorema de Pitagoras, vem:

(OM) 2 + (MB) 2 = (OB) 2

(OM) 2 + (OP) 2 = (OB) 2

Substituindo temos:

(cos x) 2 + (sen x) 2 = 1 2 cos 2 x + sen
(cos x) 2
+ (sen x) 2
=
1 2
cos 2 x + sen 2 x
= 1
16. RELAÇÕES DERIVADAS:

cos x = OM

sen x = OP

OB = 1 (raio do ciclo trigonométrico)

Das relações fundamentais podemos deduzir outras que são muito usadas no cálculo.

cotg x =podemos deduzir outras que são muito usadas no cálculo. 1 t g x (x  K

1

tg x

(x K

2

, K Z).

sec 2 x 2 x

=

1 + tg 2 x

Demonstração:

sec 2 x = 1 + tg 2 x

sen

2

x

sec 2 x = 1 +

sec 2 x =

cos

2

cos

2

x

x

sen

2

x

cos

2

x

sec 2 x = cos

1

2 x

sec 2 x = sec 2 x

III
III

cossec 2 x = 1 + cotg 2 x

Demonstração:

cos

2

x

cossec 2 x = 1 +

cossec 2 x =

sen

2

sen

x

2

x

cos

2

x

sen

2

x

cossec 2 x = sen

1

2 x

cossec 2 x = cossec 2 x

17. REDUÇÃO AO 1º QUADRANTE:
17. REDUÇÃO AO 1º QUADRANTE:

Arcos no 2º Quadrante

Se x é um arco do 2º quadrante, então (180 - x) será um arco do 1º quadrante.

Logo:

sen x = sen (180 - x)

cos x = - cos (180 -x)

Arcos no 3º Quadrante

Se x é um arco do 3º quadrante, então (x 180) será do 1º quadrante.

Logo:

sen x = - sen (x 180º)

cos x = - cos (x 180º)

Arcos no 4º Quadrante

Se x é um arco do 4º quadrante, então (360º - x) será um arco do 1º quadrante.

Logo:

sen x = - sen (360º - x)

cos x = cos (360º - x)

18. ARCOS COMPLEMENTARES E ARCOS SUPLEMENTARES:

1. Arcos Suplementares

Dois arcos são chamados arcos suplementares, quando a soma dos dois arcos for 180º ou rad.

Os senos de dois arcos suplementares são iguais, e os cossenos de dois arcos suplementares são opostos.

2. Arcos complementares

Dois arcos são chamados complementares quando, quando a soma dos dois arcos for 90º ou 2

rad.

ρ

O seno de um arco é igual ao cosseno do seu complemento e vice-versa.

19. TRANSFORMAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS:
19. TRANSFORMAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS:

I. Adição e Subtração de Arcos

Sendo a e b a medida de dois arcos quaisquer. Pode-se provar que são válidas, para as seguintes identidades.

1. sen (a + b) = sen a . cos b + sen b . cos a

2. sen (a b) = sen a . cos b sen b . cos a

3. cos (a + b) = cos a . cos b sen a . sen b

4. cos (a b) = cos a . cos b + sen a . sen b.

5. tga

tg (a + b) = 1

tgb

tga . tgb

6. tga

tg (a b) = 1

tgb

tga . tgb

II Arco Duplo

Sabendo-se que: 2a = a + a, então

1. sen 2a = sen (a + a) = sen a cos a + sen a cos a

sen 2a = 2 . sen a cos a

2. cos 2a = cos (a + a) = cos a cos a sen a sen a

cos 2a = cos 2 a sen 2 a

tga

tga

3. tg 2a = tg (a + a) = 1

tga . tga

2tga

tg

2 a

tg 2a = 1

III. Arco Triplo

Seno do arco triplo

1. sen 3x = 3 sen x 4 sen 3 x

Cosseno do arco triplo

cos 3x = 4 cos 3 x 3 cos x

Obs.: Pelas igualdades das fórmulas demonstradas, podemos escrever:

sen 6a = sen (3a + 3a) = sen 3a cos 3a + sen 3a cos 3a

sen 6a = 2 sen 3a cos 3a

cos 6a = cos (3a + 3a) = cos 3a cos 3a sen 3a sen 3a

cos 6a = cos 2 3a

tg 3a

tg 3a

tg 6a = tg (3a + tg 3a) = 1

tg 3a . tg 3a

2 tg 3a

tg

2

3a

tg 6a = 1

IV. Arco Metade

Seno do Arco Metade

Sabemos que:

cos 2x = cos 2 sen 2 x

cos 2x = 1 sen 2 x sen 2 x

cos 2x = 1 2 sen 2 x

a

fazendo 2x = a x = 2

substituindo temos

cos a = 1 2 sen 2

a

2

2

sen

2

a

= 1 cos a

 

2

sen 2

a

1

cos a

2

2

sen

a



1  cos a 2
1
cos a
2
 

2

 

Cosseno do Arco Metade

Sabemos que:

cos 2x = cos 2 x sen 2 x

cos 2x = cos 2 x (1 cos 2 x)

cos 2x = cos 2 x 1 + cos 2 x

cos 2x = 2 cos 2 x 1

a

fazendo 2x = a x = 2

substituindo temos:

cos a = 2 . cos 2

a

2

1

2

cos 2

a

2

= cos a + 1

cos 2

a

cos a

1

2 2

cos

a cos a  1  2 2
a
cos
a 
1

2
2

Obs.: O sinal positivo ou negativo é determinado pelo quadrante em que se encontra a função

seno ou cosseno.

Tangente do Arco Metade

Sabendo que:

tg x = senx cosx

 

a

fazendo x = 2

 

temos

 

a

 

sen

tg

a

2

2

a

 

cos

 

2

tg

1 cosa   a 2  2 1 cos a   2
1 cosa
a
2
2
1 cos a
2
 

tg

a



1  cos a 2 x 2 1  cos a
1
cos a
2
x
2
1
cos a

2

tg

a



1 cos a  1 cos a 
1 cos a
1 cos a
 

2

20. FÓRMULA DE TRANSFORMAÇÃO EM PRODUTO:
20. FÓRMULA DE TRANSFORMAÇÃO EM PRODUTO:

Sabendo que:

sen (a + b) = sen a cos b + sen b cos a

sen (a b) = sen a cos b sen b cos a

sen (a + b) + sen (a b) = 2 sen a cos b

fazendo

a + b = x a – b = y 2a = x + y
a + b = x
a – b = y
2a = x + y
x  y
a =
2

Temos:

a + b = x

a – b = y (-1) a + b = x – a + b
a – b = y (-1)
a + b = x
– a + b = – y

2b = x y

x  y b = 2
x  y
b =
2
2a = x + y x  y a = 2 Temos: a + b =

. cos    x

.

cos

y

x

x

2

x

  

  

  

  x

2

2

2

y

y

x

x

2

2

2

. sen

y

. sen    x

y

2

y

y

y

1. sen x + sen y = 2 . sen

concluímos que:

2. sen x sen y = 2 . sen

3. cos x + cos y = 2 cos

4. cos x cos y = 2 sen

21. IDENTIDADES TRIGONOMÉTRICAS:
21. IDENTIDADES TRIGONOMÉTRICAS:

Demonstrar uma identidade trigonométrica é provar que as igualdades que envolvem as funções trigonométricas, são verdadeiras.

Ex.: mostrar que:

1  sen 2 x  cosx   2  1  sen 2
1
sen
2 x
cosx
2
1
sen
2
x 
 (cos x)

1 sen 2 x = cos 2 x

cos 2 x = cos 2 x

2

22. FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS:
22. FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS:

I Função do Seno

É a função que associa a cada arco x R o número sen x R.

Gráfico da função seno

f(x) = sen x ou y = sen x

x

y

0

0

1

2

0

3

-1

2

2

0

y + 1   3 2 2       o
y
+ 1
3
2
2
o
2
- 1
Domínio = R
Imagem = { y  R  -1  y  1 }

x

Período - 2Obs.: O gráfico da função seno é chamado de senóide.

Propriedades da Função Seno

1) A função seno é definida de R R, o domínio é o conjunto dos números reais.

D (sen x) = R

2) Na circunferência trigonométrica, o raio é igual a 1. O conjunto imagem dessa função é, portanto,

Im (sen x) [ -1 , 1 ]

3) A função y = sen x é periódica, pois a função se repete a cada 2. Logo o período da função seno é 2.

4) A função seno é positiva no 1º ou no 2º quadrante e negativa no 3º ou 4º quadrante.

5) A função seno é crescente no 1º e no 4º quadrantes e decrescente 2º e 3º quadrantes

6) Como sen x = - sen (-x) ou sen (-x) = - sen x concluímos que a função seno é impar. e seu gráfico apresenta simetria em relação à origem O.

II Função Cosseno

É a função que associa a cada arco x R o número sen x R.

Gráfico da Função Cosseno

f(x) = cos x

ou

y = cos x

x

y

0

1

0

2

-1

3

0

2

0

= cos x ou y = cos x x y 0 1  0 2 

Domínio = R

Imagem = { y R -1

Período = 2

y 1 }

Obs.: O gráfico da função cosseno é chamada de co-senóide.

Propriedade da Função Cosseno.

1) A função cosseno é definida de R R, o domínio é o conjunto dos números reais.

D (cos x) = R

2) Pelo fato de o ciclotrigonométrico ter raio igual a 1 o cosseno não pode assumir maiores que 1 ou menos que - 1. O conjunto imagem da função cosseno é,

Im = [ -1 ; 1 ]

valores

3) A função y = cos x é periódica, pois a função se repete a cada 2. Logo o período da função cosseno é 2.

4) A função cosseno é positiva no 1º ou no 4º quadrante e negativa no 2º ou 3º quadrante.

5) A função cosseno é crescente no 3º e no 4º quadrantes e decrescente no 1º e 2 quadrantes.

6) Como cos x = cos (- x), concluímos que a função cosseno é par. E seu gráfico apresenta simetria em relação a origem.

III - Função Tangente

Gráfico da função tangente

x

y

0

0



2

0

3



2

2

0

3 3 4    5 2 2 7 4 2 4 4
3
3
4
 5
2 2
7
4
2
4
4

Propriedades do gráfico da Tangente

1) O gráfico da função tangente é chamado tangentoide.

2) O domínio da função y = tg x é D = { x R x

2

+ kcom K Z}.

3) A imagem da função y = tg x

é o intervalo ] - , + [, isto é, - < tg x < + .

4) O período da função y = tg x é p = .

5) A função y = tg x é positiva no 1º e 3º quadrantes e negativa no 2º e 4º quadrantes.

6) A função y = tg x é uma função crescente ou seja: ela é crescente no 1º, 2º, 3º e 4º quadrantes.

7) A função y = tg x é impar, isto é, tg x = - tg(-x)

IV Função co-tangente

Gráfico da função co-tangente

x

y

0



0

2



3

0

2

2


2   3  0 2 2    Propriedades da Função Co-tangente 1)

Propriedades da Função Co-tangente

1) O gráfico da função co-tangente é chamado co-tangentoide.

2) O domínio da função y = cotg x é D = {x R x Kcom K Z}

3) A imagem da função y = cotg x é o intervalo ] - < cotg x < + .

4) O período da função y = cotg x é igual a .

5) A função y = cotg x é positiva no 1º e 3º quadrantes e negativa no 2º e 4º quadrantes.

6)

A função y = quadrantes.

cotg x

é uma função decrescente ou seja, é decrescente no 1º, 2º, 3º e 4º

7) A função y = cotg x é impar, isto é: cotg x = - cotg (-x).

V Função Secante

Propriedades

1) O domínio da função y = sec x é x

2

+ K, K Z.

2) A imagem da função y = sec x é sec x - 1 ou sec 1

VI Função Cossecante

Propriedades

1) O domínio da função y = cossec x é x K, K Z.

2) A imagem da função y = cossec x é cossec x - 1 ou cossec x 1

23. EQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS
23. EQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

1 Definição

trigonométrica

trigonométrica, com um arco desconhecido.

Denomina

de

equação

Exemplos:

1) sen x = 0

3) cos = -

 

1

2) cos x =

2

4) tg x =

3
3
2
2

2

toda

equação

em

que

figura

uma

função

2 Resolução de equações trigonométrica

Resolver uma equação é determinarmos todos os valores que satisfaçam essa equação.

Ex.: 1 Resolver a equação sen =

1 sen  = 2 .     - 6 1  6
1
sen  =
2
.
 
 -
6
1
6
2
sen  = sen
6
o
  2 K ou
6
   2 K
6
5
   
2 K ou  
 K K  Z 
2
,
Logo:
S =
6
6

Ex.: 2

Resolver a equação cos =

2 cos  = 2  cos  = cos 4    
2
cos  =
2
cos  = cos
4
  2 K ou
 
4
 
  2 K
4

(k Z)

2
2

2

 4   4
4
4
      2 K , K  Z   Logo:
   2 K , K  Z 
Logo:
S =
4
3
Ex.: 3 Resolver a equação tg  =
3
3
tg  =
3
tg  = tg
6
 =
6
+ K , K  Z.
   K , K  Z 
Logo:
S =
6
24. INEQUAÇÃO TRIGONOMÉTRICA:
24. INEQUAÇÃO TRIGONOMÉTRICA:

1) Definição;

Denominamos de inequação trigonométrica toda inequação em que figura uma função trigonométrica com arco desconhecido.

Exemplos:

1) sen x >

1

2

2) cos x -

2 2
2 2

3) tg x 1

4) 2 sen 2 x sen x 0

2) Resolução de inequações trigonométricas

Exemplo: Resolver a inequação sen x 0, para 0 x 2.

sen x

0 0

0 x  

S = { x R 0 x   }

S = { x  R  0  x   } 01. (FAAP-SP) Calcular

01. (FAAP-SP) Calcular a área do triângulo ABC, de

  C h A B H
C
h
A
B
H

altura h =

do triângulo ABC, de   C h A B H altura h = 2 ,

2 , sendo = 30º e

= 45º.

02. (FGV-SP) No ABC da figura, Â = 90º, B = 60º e

segmento AC .

A

C

∆ ABC da figura, Â = 90º, B = 60º e segmento AC . A C

B

^

AB = 50cm. Calcule o comprimento do

03. FAAP-SP) A soma dos comprimentos das base de um trapézio retângulo vale 30m. A base maior mede o dobro da menor. Calcule a altura do trapézio, sabendo que seu ângulo agudo mede 30º.

04. (FUVEST-SP) Na figura, ABCD é um trapézio, BC = 2,

A

D C V
D
C
V

B

a) Calcule a área do triângulo ACD.

BD = 4 e o ângulo ABC é reto.

05. (Unesp - SP) A área de um triângulo retângulo é de 12 dm 2 . Se um dos catetos é

a medida da hipotenusa desse triângulo.

2 do outro, calcule

3

06. Um topógrafo coloca seu teodolito à margem de um rio, onde observa uma árvores sob um ângulo de 60º. Recuando 30m vê a mesma árvore sob ângulo de 30º. Sabendo que a luneta do Teodolito está a 1,80 m do solo, calcular a altura da árvore e a largura do rio (com aproximadamente de 0,01).

30º 60º 30m 1,80m 1,80m
30º
60º
30m
1,80m
1,80m

H

07. (FAAP-SP) A soma dos comprimentos das bases de um trapézio retângulo vale 30m. A base maior mede do dobro da menor. Calcule a altura do trapézio, sabendo que seu ângulo agudo mede 30º.

08. Calcular o menor ângulo formado pelos ponteiros de um relógio quando este marca 13h25min.

09. Determinar, em graus, a medida do arco.

a)

b)

c)

3 rad.

4

5 rad.

6

4 rad.

3

d)

e)

f)

5 rad.

3

7 rad.

6

5

12

10. Calcule, em radianos, as medidas dos arcos:

a) 45º

d) 330º

b) 240º

e) 72º

c) 300º

11. Calcule o menor ângulo formado pelos ponteiros de um relógio quando este marca:

a) 2h30min

d) 12h47min

b) 12h15min

e) 20h29min

c) 3h45min

12.

Determine, e graus e rad, a medida do menor ângulo formado pelos ponteiros de um relógio às

18h20min.

13. A figura a seguir representa a planta do terraço de um apartamento.Qual o perímetro do piso desse terraço? Considere  3,14 .

4m 5m 4m 4m 4m
4m
5m
4m
4m
4m

14. (PUC-RJ) Calcule o ângulo entre os ponteiros do relógio às 4 horas e 20 minutos.

15. Um automóvel percorre uma distância de 12 Km. Sabendo que o raio de cada roda mede 30cm, calcule o número de voltas dadas por uma das rodas. Adote = 3,14.

16. Calcule o raio de uma circunferência sabendo que seu comprimento é 280 cm. Use = 3,14.

17. Determine em qual quadrante está a extremidade de cada um dos arcos abaixo.

a)

b)

c)

d)

3

5

7

6

5

3

3

4

e)

f)

g)

h)

9

4

13

4

11

6

7

6

18. Dentre os arcos abaixo, identifique os côngruos.

a) - 30º e 330º

b) 10º e 700º

c) 1º e 1081º

d)

e)

3

rad e

rad e

30rad

3

30rad

3

3

19. Calcule a medida da 1ª determinação positiva dos arcos:

a) 750º

d)

33rad

2

b) 3810º e) 9 rad 4   c) - 500º f) 4 rad 20.
b) 3810º
e)
9 rad
4
c) - 500º
f)
4
rad
20.
Calcule a determinação principal e escreva a expressão geral dos arcos côngruos dos arcos de:
85 rad
a)
1910º
d)
7
75 rad
b)
2925º
e)
4
235
c)
- 2580º
f)
9
rad
21.
(PUC-SP) Determine x, de modo que se verifique sen
2x
 1
 =
3
22.
(FUVEST-SP) Qual dos números é o maior? justifique.
a) sen 830º ou sen 1195º.
b) cos (-535º) ou cos 190º.
x
23.
(FUVEST-SP) Foram feitos os gráficos das funções
f(x) = sen 4x e g(x) =
100 , para x no
intervalo [0 , 2[. Determine o número de pontos comuns aos dois gráficos.
sen 3x
24.
(MACK-SP) Determine o domínio de y =
para o
 x  .
x
2
4x
3
25.
(UFRN) Dada a função f:R , em que f(x) =
2
sen x
, determine o conjunto dos x  R, tal que
f(x) > 0.
26.
(FTD) Determine m para que exista o arco x, satisfazendo as igualdades:
a) sen x
= 3m + 10
5m 1   m 2
b) sen x =
27.
(FTD) Simplifique:

a)

sen

(



x).cos   

2

x

.tg

15

2

x

cos (5



x).sen   7

2

x

.tg (4



x)

28. (FEI-SP) Sendo x um ângulo do primeiro quadrante e tg x = 3, calcule sem x.

1

29. (PUC-SP0 Sendo cos x = m

e sen x =

3, calcule sem x. 1 29. (PUC-SP0 Sendo cos x = m e sen x =

m 1 , determine m.

m

30. Sabendo que sen x =

x = m  1 , determine m. m 30. Sabendo que sen x = a

a e cos x = a, calcule o valor de a.

31. Determine m para que se tenha, simultaneamente, cossec x = m + 1 e cotg x =

que se tenha, simultaneamente, cossec x = m + 1 e cotg x = 4 

4 m .

32. (UFSC) Conhecendo o valor de sen x = 5 3 e x

sec

2

x.cot g x

cos sec x.tg x

6.sen x.cos sec

2

x

1

.

33. (FET-SP) Sendo x = 1 3 com 0 x

, calcule:

2

   0 ,

 

2

, calcule o valor numérico da expressão

j =

sen x.cos x

tg x

1

cos sec x

34. (ITA - SP) Sabendo que o cos = -

3

7

e tg < 0, calcule o valor da expressão x =

2 tg

1 tg

2

.

5

35 . (PUC-SP) Sabendo que cossec x = 4 sen 2 x - 9 tg 2 x.

e x é do primeiro quadrante, calcule o valor da expressão 25

3

36. (FUVEST-SP) Se tg x = 4 , com

 

x

3

2

, determine o valor de y = cos x - sen x.

37. (FTD) Sabendo que 9 . sen 2 x + 18 . cos 2 x = 13, com

0 < x <

, calcule sen x e cos x.

2

a)

(se x + tg x) (cos x + cotg x) = (1 + sen x) (1 + cos x)

b) (1 + tg x) 2 + (1 - tg x) 2 = 2 . sec 2 x

39. (FTD) Demonstre as identidades.

1 cos a

1 cos a

a)

(cot g a

cos sec a)

2

b) sen 2 x . tg 2 x + cos 2 x , cotg 2 x = tg 2 x + cotg 2 x - 1

40. (FTD) Sabendo que x é um arco com extremidade no 3º quadrante, determine o sinal da expressão y, dada por:

a) 3.cos x. cossec x . cot g

y =

4 . sen x .tg x

2 x

b) y =

sen

3

x . cos

2

x

sec x. cossec x . tg

3

x

41. (FTD) Diga em que quadrante se localiza a extremidade do arco x, sabendo que:

a) cos x > 0 e cotg x < 0

b) cossec x < 0 e tg x < 0

c) sec x > 0 e sen x < 0

42. (Cefet-MG) Calcule os valores de T que satisfazem a igualdade:

sec x =

2T t

1

2

.

43. (UFF-RJ) Determine os valores de m de modo que se verifiquem simultaneamente as igualdades:

a) sec x =

m  2
m  2

e tg x =

m 1

2

b) cotg x =

a) sec x = m  2 e tg x = m  1 2 b)

m 1 e sen x =

m

3

2m

2

m

1

m

2

44. (UFF-RJ) Calcule o valor de:

y = cos 2 10º + cos 2 20º + cos 2 30º + cos 2 60º + cos 2 70º + cos 2 80º

45. (Vunesp-SP) Um farol localizado a 36 m acima do nível do mar é avistado por um barco a uma distância x da base do farol, a partir de um ângulo , conforme a figura:

x  36 m .
x
36 m
.

3

a) Admitindo-se que sen = 5 , calcule a distância x.

b) Assumindo-se que o barco se aproximou do farol e que uma nova observação foi realizada, na qual o ângulo passou exatamente para 2, calcule a nova distância x' a que o barco se encontrará da base do farol.

46. (FTD) Determine os valores de:

a) sen 15º

b) cos 105º

c) tg 105º

47. (FTD) Sabendo que sen x =

a) sen (x + y)

b) cos (x + y)

c) tg (x + y)

que sen x = a) sen (x + y) b) cos (x + y) c) tg

2 2 , cos y =

sen (x + y) b) cos (x + y) c) tg (x + y) 2 2

2 3 e que x e y têm extremidades no 1º cuadrante, calcule:

48. (FTD) Demonstre que a igualdade cos (a + b) . cos (a - b) = cos 2 a + cos 2 b - 1 é uma identidade.

49. Demonstre que o valor numérico da expressão y = cos (x

cos(x

60º)

sen (30º

x)

 

30º)

cos(x

30º)

3 é .
3
é
.

3

50. (FTD) Simplifique a expressão

cos cos3a 3a . .cos sen 2a 2a

cos cos 4a 4a .cos . sen 3a 3a

=

51.

(UFU-MG) Determine o período de f(x) = 6 . sen x . cos x.

52. (FEI-SP) Calcule:

L = sen

  

2

x    sen (



x )

cos     2

x    cos (



x)

53. (PUC-SP) Se tg (x + y) = 33 e tg x = 3, calcule tg y.

3

54. (Faap-SP) Calcule sen 2x, e sen x = 4

e x é um arco do 2º quadrante.

1

55. (Cescem-SP) Sendo   4º quadrante e cos = 5 , calcule

cos 2.

1

56. (FEI-SP) Se sen x - cos x = 5 , calcule sen 2x.

57. (FEI-SP) Calcule sen 2x, sabendo que tg x + cotg x = 3.

58. (Faap-SP) Se a e b são ângulos positivos inferiores a 180º, calcule sen 2a e cos 2b, sabendo que

sec a = -

3

2

e

cos b =

1 3

.

1

59. (Faap-SP) Se tg a = 7

e sen b =

1

10
10

, calcule tg (a + 2b). Supondo 0 < a, b <

.

2

60. (Fei-SP) Sendo tg A = 2 e tg B = 1, ache tg (A - B).

61. (UF-CE) Se sen x + cos x =

1 , calcule. sen 2x.
1 , calcule. sen 2x.

62. (Mauá-SP) Dado sen x =

6 
6 

4

2 , calcule cos 2x.

63. (Ita-SP) Transforme em produto a expressão:

y = sen 3x + sen x.

64. (PUC-SP) Transforme em produto sen a + 2 sen 2a + sen 3a.

65. (Mack-SP) Resolva a equação 2sen 2 x + 6cos x - cos 2x = 5.

1

66. (Cesgranrio) Resolva a equação (cos x + sen x) 2 = 2

.

67. (Vunesp) Determine um valor de n N, tal que n seja solução da equação 8 cos 4 - 8 cos 2 + 1 =

0

68. (Fatec-SP) Resolva a inequação 0 < 1 + 2 cos 2x <

3
3

+ 1, para 0 x  .

1

69. ((Fuvest-SP) Resolva a inequação 4

sen . cos <

Resolva a inequação 4  sen  . cos  < 2 2 , sendo 0

2 2 , sendo 0     e em radianos.

70. ((Fuvest-SP) No intervalo 0 x

a) da equação sen 2x - cos x = 0

b) da inequação sen 2x - cos x > 0.

, determine o conjunto solução:

2

TESTES DE VESTIBULARES

1. (Cefet-PR) Na figura, HC = 9m e AH = 12 m.

A medida de AB é, em metros:

a) 15

c) 25

e) 35

b) 20

d) 30

C 4 A B
C
4
A
B

2. (FTD) As medidas dos catetos de um triângulo retângulo são 1 cm e 2 cm. A medida da altura do triângulo relativo à hipotenusa, em centímetros, é igual a:

1 a) 3 2 c) 5 2 b) 2 2 d) 5
1
a) 3
2
c)
5
2
b) 2
2
d)
5

e)

3

7
7

3. (EEAr) As bases de um trapézio medem 32 cm e 20 cm, e a altura, 18 cm. Traça-se uma paralela às bases. O comprimento dessa paralela é o dobro de sua distância à base menor. A medida dessa paralela, em centímetros, é:

a) 24

c) 28

b) 26

d) 30

4. (FTD) Quando o sol encontra a 54º acima do horizonte, a sombra de uma árvore, projetada no chão, mede 12 cm. Qual é a altura dessa árvore? *use tg 54º 1,376

5. (UFRGS) Sabendo-se que a = 1 e b =

a) 2 2 b) 2 3
a) 2 2
b) 2 3

c)

1

2

d) 1

e) 3

3 , na figura, então C é igual a: b  2 a c
3 , na figura, então C é igual a:
b
2
a
c

6. (Mackonzie-SP) Em um triângulo retângulo, a medida da hipotenusa é o dobro da medida de um dos catetos. O ângulo oposto ao menor lado desse triângulo mede:

a) 36º

c) 45º

e) 72º

b)

60º

d) 30º

7. (UFRN) Considerando o triângulo retângulo abaixo, qual das alternativas é falsa?

a)

b)

c)

cos =

5 3

+ = 90º

sen =

4

5

d) tg =

e) tg =

4

5

4

3

4

 5  3
5
3

8. (Unifor-CE) Se cos 26º = k, então é verdade que seu 64º é igual a:

1

a) c) k

k

b) d) k 2

k

e) 1 k 2

9. (UGF) O valor de m indicado na figura é igual a:

a) 5

3 c m

3 cm

c) 8 cm

b) 6 cm

d) 10cm

e) 10

5 3 c m c) 8 cm b) 6 cm d) 10cm e) 10 3 cm

3 cm

E 30º m 30º
E
30º
m
30º

C

D

B

10

A

b) 6 cm d) 10cm e) 10 3 cm E 30º m 30º C D B

3 cm

10. (F. C. Chagas-BA) Calcule o valor de x na figura.

30º 30º 100 x
30º
30º
100
x

x = 50

a) c) x = 100

100 3
100
3

b) d) x =

x = 60

2

e) x não pode ser determinado por falta de dados:

11. (FET-SP) No triângulo da figura, o valor do cos é:

de dados: 11. (FET-SP) No triângulo da figura, o valor do cos  é: a) 1

a) 12 6

d)

b)

e)de dados: 11. (FET-SP) No triângulo da figura, o valor do cos  é: a) 1

6 2 4 6
6
2 4
6

3

2 4  3
2
4
3

c)

1

2

12. (FEI-SP) Se em um triângulo ABC o lado AB mede 3 cm, o lado BC mede 4 cm e o ângulo

interno formado entre os lados AB e BC mede 60º, então o lado AC mede:

a) 37 cm b) 13 cm
a) 37 cm
b) 13 cm

c)

d) 3

2

13 cm 3 cm
13 cm
3 cm

e) 2

AC mede: a) 37 cm b) 13 cm c) d) 3 2 13 cm 3 cm

2 cm

13. (Cescem-SP) Se uma circunferência tem um raio unitário (1 cm), a medida de um ângulo central, em radianos:

a) é igual ao arco por ele subtendido.

b) é numericamente igual à medida do arco por ele subtendido.

c) é 1 cm.

d) é igual a 1 radiano.

e) n.d.a.

14. (PUC-SP) Na figura, = 1,5 rad, AC = 1,5 e o comprimento do arco AB é 3. Qual é a medida do arco CD?

a) 1,33

b) 4,5

c) 5,25

d) 6,50

e) 7,25

D B 0  A C
D
B
0
A
C

15. (UFPA) Quantos radianos percorre o ponteiro dos minutos de um relógio em 50 min?

a) 16

9

b) 5

3

 

4

3

c)

3

e)

3

4

d)

2

16. (ITA-SP) O ângulo convexo formado pelos ponteiros das horas e dos minutos às 10 horas e 15 minutos é:

a) 142º 30’

c) 142º

b) 142º 40’

d) 141º 30’ e) n.d.a.

a)

240º e 1920º

d) 100º e 0º

b) 300º e 1560º

c) 200º e 600º

e) n.d.a.

18. (UFPA) Um arco côngruo de

137 rad é

5

2

a)

b) 3rad

5

rad

c)

d) 2rad

e)

5

7

5

rad

rad

19. (Mack-SP) A menor determinação positiva de 4900 é:

a) 100º

c) 40º

e) n.d.a.

b) 140º

d) 80º

20. (UFRS) Qual é a expressão geral, em radianos, dos arcos de extremidades nos pontos indicados?

a)

b)

c)

d)

3

4

3

4

3

4

2k

k

k

2

4

k

y M 1 135º 0 x M 2
y
M 1
135º
0
x
M 2

21. (Santa Casa SP) Se A = sen 580, B = sen (-780º) e C = cos 350º, então é verdade que:

a) A < B < C

c) A < C < B

b) B < A < C

d) B < C < A f) C < B < A

22. (OPUC-SP) O valor de sen x é:

a) crescente em todo intervalo de 0 a .

b) decrescente em todo intervalo de

3

2

a 2.

c)

d)

decrescente em todo intervalo de

crescente em todo intervalo de

e) crescente em todo o intervalo de

3

2

3

a

2

2

a 0.

 .

2

a

.

2

23. (PUC-SP) Na função trigonométrica y = - 3 = sem (x -

iguais, respectivamente, a:

a)

b) 2

c) 2e [-1, 1]

5

e {2 , 4} e {-4 , -2}

9

4

d)

e) n.d.a.

e [-1 , 1]

), o período e o conjunto imagem são

4

24. (FEI-SP) O período da função y 5 . cos (4x +

)

3

 

a)

5

c)

2

e) n.d.a.

b)

1

d)

2

3

25. (Mack-SP) Se x =