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Vida Económica - 26-03-2010 - "Team Building"

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Tiragem: 20300 País: Portugal Period.

: Semanal

Pág: 2 Cores: Preto e Branco Área: 13,88 x 13,93 cm² Corte: 1 de 1

ID: 29452268

26-03-2010

Âmbito: Economia, Negócios e.

Academia das Emoções e ANJE promovem ‘team building’ através da coreografia
Estimular a criatividade da equipa, de forma a aumentar o seu desempenho profissional, e explorar o lado emotivo e sensorial com recurso à comunicação não verbal, à comunicação corporal e ao trabalho coreográfico é o objectivo do workshop “Coreografia Empresarial”. Resultante da parceria estabelecida entre a Academia das Emoções e a Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), o evento, que decorreu na passada semana, visa desenvolver o ‘team building’ através do trabalho coreográfico. Num tom de brincadeira, Raquel Sampaio, formadora responsável por este workshop, começa por dizer que coreografia é “como um bom prato de comida”, é “uma composição, ou mistura de diversas substâncias diluídas, que se fazem para adicionar ou condimentar cada prato”. O mais importante de uma coreografia é a partilha e “quanto maior a pressão, mais profunda é a revelação”. A inovadora actividade de ‘team building’ recorre à dança, à expressão corporal e à interactividade para estimular a dinâmica de funcionamento de equipas motivadas, produtivas e eficazes. Importante é também desenvolver as relações interpessoais e melhorar a comunicação entre os intervenientes no processo, assim como melhorar a capacidade de decisão, organização, motivação e de liderança. Mas tal não se consegue se não houver espírito de colaboração e entreajuda. Para tal acontecer é necessário utilizar as ferramentas adequadas para o desenvolvimento de competências individuais e de equipa, com vista à rentabilização dos recursos e à optimização do desempenho. Raquel Sampaio refere que os formandos, após experienciarem técnicas de autoconhecimento e consciência corporal, desenvolvem e improvisam coreografias. A última etapa, a coreografia em grupo, permite testar o funcionamento em equipa perante a adversidade, a reacção ao desconforto, a persistência perante a falha e o empenho no trabalho repetitivo e colectivo. Em jeito de conclusão, Raquel Sampaio afirma que “este é um trabalho contínuo, que envolve toda a organização/empresa” e realça que, ao longo destes dois anos de existência da Academia das Emoções, já presenciou casos de colaboradores que “durante cinco, dez ou quinze anos não tinham à vontade e que, após este ‘workshop’, ganharam coragem e motivação”.
FERNANDA SILVA TEIXEIRA fernandateixeira@vidaeconomica.pt

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