Conhecimento de Transporte Eletrônico

Manual de Integração - Contribuinte

Projeto Conhecimento de Transporte Eletrônico

Manual de Integração - Contribuinte
Padrões Técnicos de Comunicação

Versão 1.0.3 Agosto 2009

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

Controle de Versões
Versão 1.00 1.01 1.01A 1.01B 1.02pre 1.02 1.03 Data 07/03/2008 - SP 02/07/2008 – SP/RS 07/07/2008 – SP/RS 25/08/2008 – Reunião CT-e RJ 03/09/2008 – Reunião CT-e MT 12/09/2008 – SP/RS 03/08/2009 – RS/SP/GO

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

Identificação e vigência do Manual
Versão do manual Data de divulgação do manual Pacote de liberação de Schemas XML Data de início de vigência no ambiente de homologação Data de início de vigência no ambiente de produção

1.0.3 04/08/2009 PL_CTe_103 01/09/2009 a definir

Versões de leiautes do PL_CTe_103
Leiaute CTe enviCTe retEnviCTe consReciCTe retconsReciCTe procCTe cancCTe retCancCTe procCancCTe inutCTe retInutCTe
versão

1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03 1.03

Schema XML cte_v103.xsd enviCte_v1.03.xsd retEnviCte_v1.03.xsd consReciCte_v1.03.xsd retConsReciCte_v1.03.xsd procCte_v1.03.xsd cancCte_v1.03.xsd retCancCte_v1.03.xsd procCancCte_v1.03.xsd inutCTe_v1.03.xsd retInutCTe_v1.03.xsd

procInutCTe consSitCTe retConsSitCTe consStatServ retConsStatServ

1.03 1.03 1.03 1.03 1.03

procInutCTe_v1.03.xsd consSitCte_v1.03.xsd retConsSitCte_v1.03.xsd consStatServCte_v1.03.xsd retconsStatServ_v1.01.xsd

Observação Leiaute do CT-e. Mensagem de envio de lote de CT-e. Mensagem de retorno do envio de lote de CT-e. Mensagem de consulta processamento do lote de CT-e transmitido. Mensagem de retorno da consulta de processamento do lote de CT-e transmitido. Leiaute de compartilhamento do CT-e. Mensagem de solicitação de cancelamento do CT-e. Mensagem de retorno do resultado da solicitação do processamento de cancelamento do CT-e. Leiaute de compartilhamento de Pedido de cancelamento de CT-e Mensagem de solicitação de inutilização de numeração de CT-e. Mensagem de retorno do resultado do processamento da solicitação de inutilização de numeração de CT-e. Leiaute de compartilhamento de pedido de inutilização de numeração de CT-e Mensagem de consulta da situação atual da CT-e. Mensagem de retorno da consulta da situação atual da CT-e. Mensagem da consulta do status do serviço de autorização de CT-e. Mensagem de retorno da consulta do status do serviço de autorização de CT-e.

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.............. 4 / 136 ................5 Versão dos Schemas ...................................8 Geração da Resposta com o Recibo .............2........................4.....................2...............................1 Padrão de documento XML ............ 31 4........................ 24 3.......2 Conceito do CT-e ...................6 Resumo dos Padrões Técnicos ...................2.2 Pacote de Liberação Preliminar ............. 24 3.......Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .........3 Padrão de Certificado Digital .........................1........................................ Pág.................... 26 4...........5............7 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service ...................................... 28 4..2 Serviços assíncronos.................................. 7 Considerações Iniciais .....1 Serviços síncronos ............1..................................5...4 Correção de Pacote de Liberação ................................................................ 25 3.....1 Leiaute Mensagem de Entrada .............................................6 Controle de Versão ..........................................5............. 41 4........................... 43 4...11 Final do Processamento do Lote ....................... Web Services ......... 27 4.........................................2 Leiaute Mensagem de Entrada .................................................. 8 2...........3 Descrição do Processo de Web Service ................... 2...................................................................2...............................................2.................................................. Arquitetura de Comunicação com Contribuinte .................................2.....................................2................3 Modelo operacional .......3 Schemas XML das Mensagens dos Web Services ...2........................................2 Validação da estrutura XML das Mensagens dos Web Services .. 25 3......................... 21 3..............3..................................2 Leiaute Mensagem de Retorno ........................................................2....................................................... 42 4.................1...............................................................................................4 Descrição do Processo de Recepção de Lotes de CT-e .......................1................................. 44 4............. 20 3......3...................... 29 4...............................................................................5......................................................................................3 Descrição Simplificada do Modelo Operacional .........1 Modelo Conceitual ......Contribuinte Índice Introdução .............9 Descrição do Processamento do Lote de CT-e.....................................8 Final do Processamento .................... 32 4.. 22 3.............................. 28 4............ 19 3.................................................................................................................... 45 1............................................................. 14 3..............1 Serviço de Recepção de CT-e.................................................... 32 4........2 Padrões Técnicos... 22 3..............................................................................3 Filas e Mensagens.4...............5 Validação de Assinatura Digital pela Secretaria de Fazenda Estadual ....................... 10 3..3...................................................................5 Validação do Certificado de Transmissão .... 28 4.......... 10 3......................2 Web Service – CteRetRecepcao ....................................................... 14 3.................................... 19 3..................................... 30 4............2.7 Validação da Área de Dados ............ 23 3......10 Validação da área de Dados...................1............ 41 4..................5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service .................................2............................................................1.................2.6 SEFAZ VIRTUAL.............. 8 2..1.... 24 3.........................2 Padrão de Comunicação .......1 Web Service – CteRecepcao ..........................2......................................1 Liberação das versões dos Schemas para o Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e . 22 3..........1.............................................5............ 18 3.....6 Validação Inicial da Mensagem no Web Service .... 31 4......... 30 4..............................3 Pacote de Liberação de Homologação e Pacote de liberação definitivo ....................................................1... 13 3......................... 43 4...............1....................... 11 3.......................5..... 11 3...6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service .......... 44 4....... 41 4................................... 30 4...... 17 3...............................................4 Validação do Certificado de Transmissão .................................................. 8 3......................2..........................5 Divulgação de novos Pacotes de Liberação ........................................................1............................................. 25 3.....4..........4 Padrão de Assinatura Digital ......1 Histórico do documento fiscal eletrônico...................................... 25 3...3 Leiaute Mensagem de Retorno ......................................................4 Padrão de mensagens dos Web Services ................................................. 39 4.................. 8 2........................1 Informações de controle e área de dados das mensagens ..............

.........3 Tratamento de caracteres especiais no texto de XML .......... 57 4........5......................... Web Services – Informações Adicionais ......3................. 67 5.................. 75 5......... 49 4.......3 Descrição do Processo de Web Service ..... 63 4.7.................................................6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service ...................................................................CteInutilizacao.................. 73 5..3............................ 79 Pág...................................................................8 Final do Processamento ..3.........................................5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service .....6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service ..........4.3.......................1 Regras de validação ...............................................................................7..................... 46 4......................3 Descrição do Processo de Web Service ...2 Leiaute Mensagem de Retorno ....................... DACTE ...................4..Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração ............. 73 5... Código de Barra .................... 57 4..............................................................2 Padrão de nomes para os arquivos .............3 Descrição do Processo de Web Service .....5...4................... 55 4.....1 Leiaute Mensagem de Entrada ..................... 76 6................ 54 4............. 62 4............5..................................4 Validação do Certificado de Transmissão ............................ 61 4.................7 Validação da Área de Dados ...8 Final do Processamento ..... 67 5....................................................... 59 4. 66 4... 56 4.................6.......................................5...... 64 4...2 Leiaute Mensagem de Retorno .4 Web Service ...................5..........3 Onde obter os schemas XML deste Web Service ....5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service ...........3..................3........................................................ Contingência .....................................7.....6 Número do protocolo .........4 Validação do Certificado de Transmissão ....................6 Web Service – CteStatusServico ........................................................................6................. 67 5.................................................. 58 4............. 49 4..5 Número do Recibo de Lote ............................1 Leiaute Mensagem de Entrada .....................7 Validação da Área de Dados ............ 51 4........ 59 4....................................... 53 4............1 Descrição do Processo de Web Service ....1 Leiaute Mensagem de Entrada ...2 Leiaute Mensagem de Retorno ................................ 65 4......... 72 5.........3..........................7 Validação da Área de Dados ..............4 Validação do Certificado de Transmissão ...........................................5............... 47 4............................................. 65 4......................................... 74 5................. 66 5........3 Descrição do Processo de Web Service ...............................................7 Validação da Área de Dados ......Contribuinte 4..........................................................................................................................................................1 Cálculo do dígito verificador do CODE-128C.6.................6..... 63 4..............................................................7 Web Service – CadConsultaCadastro .......................4 Diferenças na estrutura de chamada do Web Service ......7 Tempo médio de resposta ..............................................2 Representação simbólica do código ........ 55 4.3............................................................................... 52 4. 62 4......4.................5........1............. 46 4................................................. 58 4........5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service .................. 61 4. 77 6............................................ 78 8......................6.........6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service ......... 65 4......4....................... 57 4............................................................................. 53 4.1 Tabela de códigos de erros e descrições de mensagens de erros.............5 Web Service – CteConsulta Protocolo ................................................................................................................................................................................4.................. 60 4...........8 Final do Processamento ......... 47 4.......... 77 7...... 61 4.....................2 Leiaute Mensagem de Retorno .................. 75 6...............................8 Final do Processamento .......................1 Leiaute Mensagem de Entrada ............... 54 4.................................... 52 4...............................................4............................................................ 60 4................ 5 / 136 ...................................................................................................................2 Onde obter as definições deste Web Service . 46 4............................................................................................6......................6.....................5....................4............................................................................ 63 4.............7.......3 Web Service – CteCancelamento ..........................6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service ................4 Chave de Acesso do CT-e ..................................6........4 Validação do Certificado de Transmissão ..................................... 49 4.................5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service .......................

................................1 Validação do código de Município ............................ 132 3............................................................3 Exceção no cálculo do dígito de controle do código de País ........................... 82 11........ 83 11................................................. 83 Anexo I – Leiaute do CT-e .......................................... 132 3.......................................... 83 11...............4 Leiaute de compartilhamento: Inutilização de Numeração de CT-e ........... 81 11..3 Exceção no cálculo do dígito de controle do código de Município .......................... 133 3........... 131 2........................................1 Processo de Compartilhamento ......... 130 2............................... 130 1............................................................................ 130 2................................................................................................................................................................................. 81 10.............. Tabela de código de UF do IBGE . 132 3............................................................................................................................ 136 Pág...2 Leiaute da Distribuição: CT-e ..................2 Leiaute de compartilhamento: CT-e................................. Tabela de código de Município do IBGE ................................................................ Ambiente de Homologação / Produção ....... Compartilhamento de informações do CT-e entre Órgãos Públicos.................................. Tabela de código de País do BACEN .......................................... 131 2...1 Validação do código de País ...................................................... 123 Anexo III – Tabelas de UF.................2 Exemplo de cálculo do dígito de controle do código de Município ............. 6 / 136 ... 82 11................................................................Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração ..................................... 135 Anexo VI – Projeto Piloto do CT-e ...................... 84 Anexo II – Modelo de DACTE ............3 Leiaute de compartilhamento: Cancelamento de CT-e ......... 80 10..........5 Compartilhamento de documentos com outros órgãos públicos ..... 134 Anexo V – Conjunto de caracteres Código de Barras CODE-128C .................................................................... Distribuição do CT-e para o Tomador do Serviço .. 133 Anexo IV – WS disponíveis ................ 81 10........................2 Exemplo de cálculo do dígito de controle do código de País ....................................Contribuinte 9..........1 Processo de Distribuição ..... Município e País .. 83 11............

7 / 136 .Contribuinte 1.CT-e. Em vista da complexidade do projeto. que a legislação aprovada. Pág. Introdução Este documento tem por objetivo a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração entre os Portais das Secretarias de Fazendas dos Estados e os sistemas de informações das empresas emissoras de Conhecimento de Transporte eletrônico . conceitos e especificações contidas neste manual podem sofrer ajustes que venham a ser demandados no decorrer do aprofundamento das discussões e experiências adquiridas durante a fase de implantação do projeto.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . esclarecemos aos usuários deste manual (equipes fiscal e de TI das empresas integrantes do projeto).

a empresa emissora de CT-e gerará um arquivo eletrônico contendo as informações fiscais da prestação de serviço de transporte. o qual deverá ser assinado digitalmente. 8 / 136 . Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas. a partir da assinatura do Protocolo ENAT 03/2006 (10/11/2006). Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. Conhecimento Aéreo. modelo 10. nos transportes Multimodais. de maneira a garantir a integridade dos dados e a autoria do emissor. emitido e armazenado eletronicamente. O Conhecimento de Transporte Eletrônico é um documento fiscal eletrônico. com validade jurídica garantida pela assinatura digital do emissor. mostrando-se uma solução vantajosa para todos os envolvidos nas transações com estes documentos. com o intuito de documentar uma prestação de serviços de transportes. que atribuiu ao Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) a coordenação e a responsabilidade pelo desenvolvimento e implantação do Projeto CT-e. quando utilizada em transporte de cargas. representantes das transportadoras e Agencias Reguladoras do segmento de transporte. futuramente. Nota Fiscal de Serviço de Transporte. 2. que poderá ser utilizado para substituir um dos seguintes documentos fiscais: • • • • • • Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. Receita Federal do Brasil. de forma integrada. modelo 7. Documentos fiscais eletrônicos simplificam o cumprimento das obrigações acessórias dos contribuintes e permitem um melhor acompanhamento das operações comerciais pelo Fisco. modelo 11. modelo 27. Este arquivo Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .2 Conceito do CT-e O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) é um documento de existência exclusivamente digital. instituído pelo AJUSTE SINIEF 09/07 (25/10/2007). O Conhecimento de Transporte Eletrônico também poderá ser utilizado como documento fiscal eletrônico no transporte dutoviário e. Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. modelo 8.3 Descrição Simplificada do Modelo Operacional De maneira simplificada. modelo 9. pelas Secretarias de Fazenda dos Estados. Considerações Iniciais O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) está sendo desenvolvido. A possibilidade do uso de documentos fiscais eletrônicos em vez dos documentos tradicionalmente emitidos em papeis esta prevista no parágrafo único da claúsula segunda do Protocolo ENAT 03/2005.1 Histórico do documento fiscal eletrônico O documento fiscal eletrônico surgiu com o Projeto da Nota Fiscal eletrônica que tinha como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico para substituir a sistemática atual de emissão do documento fiscal em papel. 2.Contribuinte 2. modelos 1 e 1A. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e a Autorização de Uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte. 2.

que será o repositório nacional de todos os CT-e emitidos. servindo apenas como instrumento auxiliar para o transporte da mercadoria e consulta do CT-e por meio da chave de acesso impressa no mesmo. pela Internet. representada e também impressa em código de barras. 9 / 136 . em destaque. que fará uma pré-validação do arquivo e devolverá uma Autorização de Uso. a chave de acesso e o código de barras linear tomando-se por referência o padrão CODE-128C. Este mesmo arquivo do CT-e será ainda transmitido. sem a qual não poderá haver a prestação de serviço de transporte. para facilitar e agilizar a consulta do CT-e na Internet e a respectiva confirmação de informações pelas unidades fiscais e pelos tomadores de serviços de transporte. permitindo ao detentor do documento confirmar a efetiva existência do CT-e. Pág. não emissor de Documentos Fiscais Eletrônicos. O DACTE não é um Conhecimento de Transporte. para a Receita Federal do Brasil. que conterá impressos. através Internet. sendo que sua validade ficará vinculada à efetiva existência do CT-e com autorização de uso no Banco de Dados das administrações tributárias envolvidas no processo. que corresponderá ao Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). pela Secretaria de Fazenda Estadual. e para as Secretarias de Fazenda de início da prestação do serviço e do tomador do serviço. poderá escriturar o CT-e com base nas informações deste documento.Contribuinte eletrônico. nem o substitui. quando aplicável. Após o recebimento do CT-e. através dos sítios das Secretarias de Fazenda Estaduais autorizadoras ou Receita Federal. além da SUFRAMA. para o tomador do serviço e outros legítimos interessados que detenham a chave de acesso do documento eletrônico. Para acobertar a prestação de serviço de transporte deverá ser impressa uma representação gráfica simplificada do Conhecimento de Transporte Eletrônico. em papel comum. o número do protocolo de autorização do referido documento. será então transmitido. a Secretaria de Fazenda Estadual disponibilizará consulta.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . intitulada DACTE (Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico). caso sejam diferentes da Secretaria de Fazenda de circunscrição do emissor. O contribuinte tomador do serviço de transporte. para a Secretaria de Fazenda Estadual de jurisdição do contribuinte emitente.

Arquitetura de Comunicação com Contribuinte 3. d) Consulta da situação atual do CT-e. 2) Consulta Processamento de Lote. c) Inutilização de numeração de CT-e. O aplicativo do contribuinte deverá realizar uma nova conexão para consultar o resultado do processamento do serviço solicitado anteriormente. Os serviços podem ser síncronos ou assíncronos em função da forma de processamento da solicitação de serviços: a) Serviços síncronos – o processamento da solicitação de serviço é concluído na mesma conexão. O diagrama a seguir ilustra o fluxo conceitual de comunicação entre o aplicativo do contribuinte e o Portal da Secretaria de Fazenda Estadual: Pág. O fluxo de comunicação é sempre iniciado pelo aplicativo do contribuinte através do envio de uma mensagem ao Web Service com a solicitação do serviço desejado. O Web Service sempre devolve uma mensagem de resposta confirmando o recebimento da solicitação de serviço ao aplicativo do contribuinte na mesma conexão. 1) Recepção de Lote. com a devolução de uma mensagem com o resultado do processamento do serviço solicitado. b) Serviços assíncronos – o processamento da solicitação de serviço não é concluído na mesma conexão. A solicitação de serviço poderá ser atendida na mesma conexão ou ser armazenada em filas de processamento nos serviços mais críticos para um melhor aproveitamento dos recursos de comunicação e de processamento das Secretarias de Fazenda Estaduais. 10 / 136 . havendo a devolução de uma mensagem de resposta com um recibo que apenas confirma o recebimento da solicitação de serviço.1 Modelo Conceitual Os Portais das Secretarias de Fazenda Estaduais irão disponibilizar os seguintes serviços: a) Recepção de CT-e.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte 3. b) Cancelamento de CT-e. f) Consulta do status do serviço. e) Carta de Correção de CT-e. Para cada serviço oferecido existirá um Web Service específico.

11 / 136 . assim todos os documentos XML serão iniciados com a seguinte declaração: <?xml version="1. A declaração do namespace da assinatura digital deverá ser realizada na própria tag <Signature>. Veja exemplo a seguir: Pág.br/cte” > (exemplo para o XML da CT-e) O uso de declaração namespace diferente do padrão estabelecido para o Projeto é vedado. deve-se tomar o cuidado para que exista uma única declaração no início do lote. disponível em www.Contribuinte Arquitetura de Comunicação Contribuinte – Visão Conceitual Secretaria de Fazenda Estadual HTTPS Web Services Serviços Síncronos Aplicação CTe Serviços Assíncronos Transações Client CTe ( ERP ou software específico ) Fluxo de Comunicação CTe Filas de Msgs Aplicativo de Faturamento ( ERP ou software específico ) CTes 3.0" encoding="UTF-8"?>. No caso específico do lote de envio do CT-e.0" encoding="UTF-8"?> OBS: Lembrando que cada arquivo XML somente poderá ter uma única declaração <?xml version="1.portalfiscal.inf.2 3. cada CT-e deverá ter declarado o seu namespace individual. Cada documento XML deverá ter o seu namespace individual em seu elemento raiz.2. conforme exemplo abaixo. b) Declaração namespace O documento XML deverá ter uma única declaração de namespace no elemento raiz do documento com o seguinte padrão: <CTe xmlns=”http://www. como ocorre com o documento XML de lote de envio de CT-e.1 Padrões Técnicos Padrão de documento XML a) Padrão de Codificação A especificação do documento XML adotada é a recomendação W3C para XML 1.w3.org/TR/REC-xml e a codificação dos caracteres será em UTF-8.0. Nas situações em que um documento XML pode conter outros documentos XML.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .

w3.0" encoding="UTF-8"?> <envieCTe xmlns="http://www. mesmo que no leiaute seu preenchimento seja facultativo.portalfiscal. ao invés da declaração: <cte:CTe xmlns:cte=”http://www.: 1-1.portalfiscal. <Signature xmlns="http://www.inf. Os campos obrigatórios no leiaute são identificados pelo primeiro dígito da coluna ocorrência (“Ocorr.br/cte” > (exemplo para o XML do CT-e com prefixo cte) deverá ser adotado a declaração: <CTe xmlns =”http://www.w3.inf.inf.org/2000/09/xmldsig#"> … </CTe> <CTe xmlns="http://www.br/cte"> <infcte Id="CTe31060243816719000108650000000010001234567890" versao="1... excetuados os campos identificados como obrigatórios no modelo (primeiro dígito da coluna de ocorrências do leiaute iniciada com 1.. deverá constar a TAG com o valor correspondente e.org/2000/09/xmldsig#"> … </CTe> <CTe xmlns="http://www.br/cte" versao="1. <Signature xmlns="http://www. A regra constante do parágrafo anterior deverá estender-se para os campos onde não há indicação de obrigatoriedade e que. no entanto. para os demais campos. ex. 1-N . Neste caso.inf. Essa restrição visa otimizar o tamanho do arquivo XML.br/cte"> <infCTe Id="CTe31060243816719000108650000000010021234567916" versao="1..portalfiscal.Contribuinte <?xml version="1.. 1-2.inf. <Signature xmlns="http://www. seu preenchimento torna-se obrigatório por estar condicionado à legislação específica ou ao negócio do contribuinte. Na geração do arquivo XML do CT-e.. deverão ser preenchidos no modelo apenas as TAGs de campos identificados como obrigatórios no leiaute ou os campos obrigatórios por força da legislação pertinente.org/2000/09/xmldsig#"> … </CTe> </enviCTe> c) Prefixo de namespace Não é permitida a utilização de prefixos de namespace.inf.w3. não deverão ser incluídas as TAGs de campos com conteúdo zero (para campos tipo numérico) ou vazio (para campos tipo caractere).: 1-1.”) do leiaute que inicie com 1.portalfiscal. 1-N). deverão ser eliminadas as TAGs.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .portalfiscal. Pág. Os campos obrigatórios por força da legislação pertinente devem ser informados.br/cte” > d) Otimização na montagem do arquivo Na geração do arquivo XML do CT-e.01"> .portalfiscal. ex.01"> .01"> . 12 / 136 .01"> <idLote>200602220000001</idLote> <CTe xmlns="http://www. Assim.br/cte"> <infCTe Id="CTe31060243816719000108650000000010011234567900" versao="1. 1-2.

0. com autenticação mútua.2 Padrão de Comunicação A comunicação entre o contribuinte e a Secretaria de Fazenda Estadual será baseada em Web Services disponibilizados no Portal da Secretaria de Fazenda Estadual de circunscrição do contribuinte. A chamada dos diferentes Web Services do Projeto CT-e é realizada com o envio de uma mensagem XML através do campo cteDadosMsg. A versão do leiaute da mensagem XML contida no campo cteDadosMsg e o código da UF requisitada serão informados nos campos versaoDados e cUF.org/2003/05/soap-envelope"> <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www. antes de seu envio.2. caractere de "espaço" entre as TAGs).inf. • não incluir "espaços" ("line-feed". eliminando a necessidade de identificação do usuário através de nome ou código de usuário e senha.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .br/cte/wsdl/CteRecepcao"> Pág. Será preenchido se a legislação específica o exigir. A troca de mensagens entre os Web Services do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual e o aplicativo do contribuinte será realizada no padrão SOAP versão 1. permite a identificação do servidor e do cliente através de certificados digitais.w3.Contribuinte Exemplo 1: SubGrupo de Informações de transporte de produtos perigosos (ocorrência 0-1). ambos do tipo string localizados no elemento cteCabecMsg do SOAP header. O modelo de comunicação segue o padrão de Web Services definido pelo WS-I Basic Profile.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:xsd="http://www. com troca de mensagens XML no padrão Style/Enconding: Document/Literal. caractere de "espaço" entre as TAGs.portalfiscal. Para reduzir o tamanho final do arquivo XML da CT-e alguns cuidados de programação deverão ser assumidos: • não incluir "zeros não significativos" para campos numéricos. "carriage return". Será preenchido somente se o negócio do contribuinte for transporte aquaviário. Exemplo de uma mensagem requisição padrão SOAP: <?xml version="1. 3.w3. d) Validação de Schema Para garantir minimamente a integridade das informações prestadas e a correta formação dos arquivos XML. • não incluir comentários no arquivo XML. o contribuinte deverá submeter o arquivo do CT-e e as demais mensagens XML para validação pelo Schema do XML (XSD – XML Schema Definition).w3. O meio físico de comunicação utilizado será a Internet. com o uso do protocolo SSL versão 3.org/2001/XMLSchema" xmlns:soap12="http://www. "carriage return". "tab". Exemplo 2: Informação relacionada com o AFRMM .2. • não incluir anotação e documentação no arquivo XML (TAG annotation e TAG documentation). disponibilizado pela Secretaria de Fazenda Estadual. que além de garantir um duto de comunicação seguro na Internet.0" encoding="utf-8"?> <soap12:Envelope xmlns:xsi="http://www. 13 / 136 .) no início ou no final de campos numéricos e alfanuméricos. "tab". • não incluir caracteres de formatação no arquivo XML ("line-feed".Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (ocorrência 0-1).

devendo conter o CNPJ da pessoa jurídica titular do certificado digital no campo otherName OID =2. o Pedido de Inutilização de Numeração de CT-e e demais arquivos XML que necessitem de assinatura. b) Transmissão (durante a transmissão das mensagens entre o servidor do contribuinte e o Portal da Secretaria de Fazenda Estadual): O certificado digital utilizado para identificação do aplicativo do contribuinte deverá conter o CNPJ do responsável pela transmissão das mensagens. 14 / 136 .4 Padrão de Assinatura Digital As mensagens enviadas ao Portal da Secretaria de Fazenda Estadual são documentos eletrônicos elaborados no padrão XML e devem ser assinados digitalmente com um certificado digital que contenha o CNPJ do estabelecimento matriz ou o CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e objeto do pedido.Contribuinte <cUF>string</cUF> <versaoDados>string</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> <soap12:Body> <cteDadosMsg xmlns="http://www.portalfiscal.76.inf.0" encoding="utf-8"?> <soap12:Envelope xmlns:xsi="http://www.org/2003/05/soap-envelope"> <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .br/cte/wsdl/CteRecepcao"> <cUF>string</cUF> <versaoDados>string</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> <soap12:Body> <cteRecepcaoLoteResult xmlns="http://www. O certificado digital deverá ter o “uso da chave” previsto para a função de assinatura digital. Os elementos abaixo estão presentes dentro do Certificado do contribuinte tornando Pág.3 Padrão de Certificado Digital O certificado digital utilizado no Projeto do Conhecimento de Transporte eletrônico será emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:xsd="http://www.inf.16.3. 3. devendo ter a extensão Extended Key Usage com permissão de "Autenticação Cliente". respeitando a Política do Certificado. Por mensagens.w3.3.w3. tipo A1 ou A3.br/cte/wsdl/CteRecepcao">xml</cteDadosMsg> </soap12:Body> </soap12:Envelope> Exemplo de uma mensagem de retorno padrão SOAP: <?xml version="1.br/cte/wsdl/CteRecepcao">xml</cteRecepcaoLoteResult> </soap12:Body> </soap12:Envelope> 3. Os certificados digitais serão exigidos em 2 (dois) momentos distintos para o projeto: a) Assinatura de Mensagens: O certificado digital utilizado para essa função deverá conter o CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e ou o CNPJ do estabelecimento matriz.inf.portalfiscal. entenda-se: o Pedido de Autorização de Uso (Arquivo CT-e).2.1. mas não necessita ser o mesmo CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e.w3.portalfiscal. o Pedido de Cancelamento de CT-e.org/2001/XMLSchema" xmlns:soap12="http://www.2.

que tem o seguinte leiaute: Schema XML: xmldsig-core-schema_v1.01. conforme leiaute descrito no Anexo I. Portanto. pois as informações serão obtidas a partir do Certificado do emitente: <KeyValue> <RSAKeyValue> <Modulus> <Exponent> O Projeto CT-e utiliza um subconjunto do padrão de assinatura XML definido pelo http://www. O identificador único precedido do literal ‘#CTe’ deverá ser informado no atributo URI da TAG <Reference>. Grupo de Transform Atributos válidos Algorithm do Transform: http://www. Dec.org/2000/09/xmldsig#envelopedsignature XPath Grupo do Método de DigestMethod Atributo Algorithm de DigestMethod: http://www.xsd # Campo Ele Raiz G G A Pai XS01 XS02 XS03 Tipo Ocor.org/2000/09/xmldsig#sha1 Digest Value (Hash SHA-1 – Base64) Grupo do Signature Value Grupo do KeyInfo Grupo X509 Certificado Digital x509 em Base64 Descrição/Observação XS01 Signature XS02 SignedInfo XS03 CanonicalizationMe thod XS04 Algorithm XS05 SignatureMethod XS06 Algorithm XS07 Reference XS08 URI XS10 Transforms XS11 unique_Transf_Alg XS12 Transform XS13 Algorithm G A G A G XS02 XS05 XS02 XS07 XS07 C C C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2-2 1-1 RC XS10 G A XS10 XS12 XS14 XPath XS15 DigestMethod XS16 Algorithm XS17 DigestValue XS18 SignatureValue XS19 KeyInfo XS20 X509Data XS21 X509Certificate E G A E G G G E XS12 XS07 XS15 XS07 XS01 XS01 XS19 XS20 C C C C 0-N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 A assinatura do Contribuinte no CT-e será feita na TAG <infCTe> identificada pelo atributo Id.w3.w3.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .w3.org/2000/09/xmldsig#rsa-sha1 Grupo de Reference Atributo URI da tag Reference Grupo do algorithm de Transform Regra para o atributo Algorithm do Transform ser único.org/TR/2001/REC-xml-c14n20010315 http://www.w3.w3.org/TR/2001/REC-xml-c14n20010315 Grupo do Método de Assinatura Atributo Algorithm de SignedMethod: http://www. Tam. o arquivo XML não deve conter os elementos: <X509SubjectName> <X509IssuerSerial> <X509IssuerName> <X509SerialNumber> <X509SKI> Deve-se evitar o uso das TAGs relacionadas a seguir. 15 / 136 . cujo conteúdo deverá ser um identificador único (chave de acesso) precedido do literal ‘CTe’ para cada CT-e.Contribuinte desnecessária a sua representação individualizada no arquivo XML.w3. Para as demais mensagens a Pág. C 1-1 1-1 1-1 Grupo da Informação da assinatura Grupo do Método de Canonicalização Atributo Algorithm de CanonicalizationMethod: http://www.org/TR/xmldsig-core/.

Contribuinte serem assinadas. o processo é o mesmo mantendo sempre um identificador único para o atributo Id na TAG a ser assinada. 16 / 136 . Segue um exemplo: Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .

</SignatureValue> <KeyInfo> <X509Data> <X509Certificate>MIIFazCCBFOgAwIBAgIQaHEfNaxSeOEvZGlVDANB .w3. (3) Montar e validar a cadeia de confiança dos certificados validando também a LCR (Lista de Certificados Revogados) de cada certificado da cadeia.org/2000/09/xmldsig#X509Data).w3. (2) Verificar o prazo de validade do certificado utilizado.org/2000/09/xmldsig#base64).org/2000/09/xmldsig#sha1).w3.org/2000/09/xmldsig#rsa-sha1" /> <Reference URI="#CTe31060243816719000108650000000010001234567897"> <Transforms> <Transform Algorithm="http://www. utilizando o formato “Enveloped” (http://www.. c) Cadeia de Certificação: EndCertOnly (Incluir na assinatura apenas o certificado do usuário final). g) Função de “message digest”: SHA-1 (http://www.w3.org/2000/09/xmldsig#enveloped-signature) (2) C14N (http://www.. seguem as regras que serão adotadas pelas Secretarias de Fazenda Estaduais: (1) Extrair a chave pública do certificado. já que a mesma será montada e validada em cada Portal de Secretaria de Fazenda Estadual no momento da conferência da assinatura digital.w3. h) Codificação: Base64 (http://www.w3.org/2000/09/xmldsig#"> <SignedInfo> <CanonicalizationMethod Algorithm="http://www.org/TR/2001/REC-xml-c14n-20010315"/> <SignatureMethod Algorithm="http://www.w3.5 Validação de Assinatura Digital pela Secretaria de Fazenda Estadual Para a validação da assinatura digital.w3. f) Função criptográfica assimétrica: RSA (http://www.org/2000/09/xmldsig#enveloped-signature"/> <Transform Algorithm="http://www.2. d) Tipo do certificado: A1 ou A3 (o uso de HSM é recomendado).br/cte" > <infCTe Id="CTe31060243816719000108650000000010001234567897" versao="1.org/2000/09/xmldsig#sha1"/> <DigestValue>vFL68WETQ+mvj1aJAMDx+oVi928=</DigestValue> </Reference> </SignedInfo> <SignatureValue>IhXNhbdL1F9UGb2ydVc5v/gTB/y6r0KIFaf5evUi1i .w3.w3. e) Tamanho da Chave Criptográfica: Compatível com os certificados A1 e A3 (1024 bits)..inf. </X509Certificate> </X509Data> </KeyInfo> </Signature> </CTe> Para o processo de assinatura.Contribuinte <CTe xmlns="http://www.w3.w3.. b) Certificado digital: Emitido por AC credenciada no ICP-Brasil (http://www.org/2000/09/xmldsig#rsa-sha1).org/TR/2001/REC-xml-c14n-20010315) 3. </infCTe> <Signature xmlns="http://www.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .org/TR/xmldsig-core/).. Pág.. A assinatura digital do documento eletrônico deverá atender aos seguintes padrões adotados: a) Padrão de assinatura: “XML Digital Signature”. i) Transformações exigidas: Útil para realizar a canonicalização do XML enviado para realizar a validação correta da Assinatura Digital.w3.org/TR/2001/REC-xml-c14n-20010315"/> </Transforms> <DigestMethod Algorithm="http://www. 17 / 136 . o contribuinte não deve fornecer a Lista de Certificados Revogados. (4) Validar o uso da chave utilizada (Assinatura Digital) de tal forma a aceitar certificados somente do tipo A (não serão aceitos certificados do tipo S). São elas: (1) Enveloped (http://www.portalfiscal.00"> .

org/Profiles/BasicProfile-1. utilizar o “ponto decimal” na separação da parte inteira. utilizar o certificado digital do estabelecimento matriz ou do estabelecimento emissor do CT-e. Padrão de assinatura digital Validação de assinatura digital Padrões de preenchimento XML Pág. Enveloped.html). com certificado digital X. (8) Prazo de validade de cada LCR utilizada (verificar data inicial e final). • Nos campos numéricos inteiro. com autenticação mútua através de certificados digitais. com padrões de criptografia assimétrica RSA. Internet SSL versão 3.wsi. Para transmissão.1 (http://www. A forma de conferência da LCR fica a critério de cada Secretaria de Fazenda Estadual. • Campos não obrigatórios do Schema que não possuam conteúdo terão suas tags suprimidas no arquivo XML.509 versão 3.2. Para assinatura de mensagens.0. emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Web Services. (6) Adotar as regras definidas pelo RFC 3280 para LCRs e cadeia de confiança. a cadeia de confiança com a validação das LCRs. Será validada além da integridade e autoria. (7) Validar a integridade de todas as LCR utilizadas pelo sistema. utilizar o certificado digital do responsável pela transmissão. 3. • Nos campos numéricos com casas decimais. • Máscara de números decimais e datas estão definidas no Schema XML. podendo ser feita de 2 (duas) maneiras: On-line ou Download periódico.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . com chave privada de 1024 bits. algoritmo message digest SHA-1 e utilização das transformações Enveloped e C14N. As assinaturas digitais das mensagens serão verificadas considerando a lista de certificados revogados disponível no momento da conferência da assinatura. X.1-2004-08-24. 18 / 136 . disponibilizados pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. XML Digital Signature. não incluir a vírgula ou ponto decimal. SOAP versão 1. do tipo A1 ou A3. XML no padrão Style/Encoding: Document/Literal.6 Resumo dos Padrões Técnicos A tabela a seguir resume os principais padrões de tecnologia utilizados: Característica Web Services Meio lógico de comunicação Meio físico de comunicação Protocolo Internet Padrão de troca de mensagens Padrão da mensagem Padrão de certificado digital Descrição Padrão definido pelo WS-I Basic Profile 1.Contribuinte (5) Garantir que o certificado utilizado é de um usuário final e não de uma Autoridade Certificadora.509 versão 3.2. devendo conter o CNPJ do proprietário do certificado digital.

Pág.1 Serviços síncronos As solicitações de serviços de implementação síncrona são processadas imediatamente e o resultado do processamento é obtido em uma única conexão.3 Modelo operacional A forma de processamento das solicitações de serviços no Conhecimento de Transporte eletrônico pode ser síncrona. ou assíncrona. o fluxo simplificado de funcionamento: Serviço de Implementação síncrona Contribuinte (1) Solicitação de serviço Secretaria de Fazenda Estadual (2) Solicitação de serviço Aplicativo Cliente Web Service (4) Resultado (3) Resultado Processamento de Serviços Etapas do processo ideal: (1) O aplicativo do contribuinte inicia a conexão enviando uma mensagem de solicitação de serviço para o Web Service. os serviços do CT-e serão implementados da seguinte forma: Serviço Recepção de CT-e Cancelamento de CT-e Inutilização de Numeração de CT-e Consulta da situação atual do CT-e Carta de Correção de CT-e Consulta do status do serviço Implementação Assíncrona Síncrona Síncrona Síncrona Síncrona Síncrona 3. (4) O Web Service recebe a mensagem de resultado do processamento e o encaminha ao aplicativo do contribuinte. caso o atendimento da solicitação de serviço seja realizada na mesma conexão. (2) O Web Service recebe a mensagem de solicitação de serviço e encaminha ao aplicativo do CT-e que irá processar o serviço solicitado. nesta situação torna-se necessária a realização de mais uma conexão para a obtenção do resultado do processamento. (5) O aplicativo do contribuinte recebe a mensagem de resultado do processamento e.Contribuinte 3. Assim. encerra a conexão. As solicitações de serviços que exigem processamento intenso serão executadas de forma assíncrona e as demais solicitações de serviços de forma síncrona.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . A seguir.3. 19 / 136 . quando o processamento do serviço solicitado não é atendido na mesma conexão. caso não exista outra mensagem. devolvendo uma mensagem de resultado do processamento ao Web Service. (3) O aplicativo do CT-e recebe a mensagem de solicitação de serviço e realiza o processamento.

caso não exista outra mensagem. acrescentando o CNPJ do transmissor obtido do certificado digital do transmissor.3. O Web Service de recepção de solicitação de serviços recebe a mensagem de solicitação de serviço e a coloca na fila de serviços solicitados. O serviço solicitado é processado pelo aplicativo do CT-e e o resultado do processamento é colocado na fila de serviços processados. (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) Pág. 20 / 136 . O Web Service de recepção de solicitação de serviços retorna o recibo da solicitação de serviço e a data e hora de recebimento da mensagem no Web Service. O Web Service “Consulta Recibo” recebe a mensagem de consulta recibo e localiza o resultado de processamento da solicitação de serviço. Na Secretaria de Fazenda Estadual a solicitação de serviços é retirada da fila de serviços solicitados pelo aplicativo do CT-e. iniciando uma conexão com o Web Service “Consulta Recibo (CTeRetRecepcao)”.Contribuinte 3. O aplicativo do contribuinte recebe o recibo e o coloca na fila de recibos de serviços solicitados e ainda não processados e. A seguir o fluxo simplificado de funcionamento: Serviço de Implementação assíncrona Contribuinte Envio de Solicitação de Serviços (4) (5) (1) Solicitação de serviço (3) Recibo Secretaria de Fazenda Estadual Web Service Recebe Solicitação de Serviços (2) Solicitação de serviço Fila de serviços solicitados Fila de recibos Processamento de Serviços (7) (6) Consulta Recibo (8) Consulta recibo (10) Resultado processamento Web Service (9) Resultado processamento Consulta recibo Fila de serviços processados Etapas do processo ideal: (1) (2) O aplicativo do contribuinte inicia a conexão enviando uma mensagem de solicitação de serviço para o Web Service de recepção de solicitação de serviços.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . O aplicativo do contribuinte retira um recibo da fila de recibos de serviços solicitados. encerra a conexão. O aplicativo do contribuinte envia uma consulta de recibo.2 Serviços assíncronos As solicitações de serviços de implementação assíncrona são processadas de forma distribuída por vários processos e o resultado do processamento somente é obtido na segunda conexão.

Contribuinte (10) O Web Service “Consulta Recibo (CTeRetRecepcao)” devolve o resultado do processamento ao aplicativo contribuinte. O atributo é utilizado para validação de schema XML do XML de dados e verificar a vigência da versão informada. Este atributo identifica a mensagem de solicitação de serviços na fila de mensagem. 21 / 136 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . eliminação de mensagens. Para ilustrar como as filas armazenam as informações. • • • • Para processar as mensagens de solicitações de serviços. adoção do regime de contingência. As mensagens de solicitações de serviços no processamento assíncrono são armazenadas em uma fila de entrada. Pág. observe o diagrama a seguir: Estrutura de um item da fila: CNPJ do Transmissor Número do Recibo data e hora recebimento cUF Versão Dados XML de Dados Área de controle Área de mensagem A estrutura de um item é composta pela área de controle (identificador) e pela área de detalhe que contem a mensagem XML. devendo armazenar o resultado do processamento da solicitação de serviço em uma fila de saída. a única diferença será no conteúdo do detalhe da mensagem que contém o resultado do processamento da solicitação de serviço em formato XML. encerra a conexão. 3.3 Filas e Mensagens As filas de mensagens de solicitação de serviços são necessárias para a implementação do processamento assíncrono das solicitações de serviços. versaoDados: Versão do leiaute da mensagem existente na área de dados. etc. Data e hora de recebimento da mensagem: Data e hora local do instante de recebimento da mensagem atribuída pela Secretaria de Fazenda Estadual. Este atributo é importante como parâmetro de desempenho do sistema. cUF: Código da UF (na codificação utilizada pelo IBGE) de origem do emissor do CT-e informada no campo cUF do elemento cteCabecMsg do SOAP Header. a aplicação do CT-e irá retirar a mensagem da fila de entrada de acordo com a ordem de chegada. O atributo é importante para a implementação da SEFAZ Virtual e identificação da UF de origem da mensagem. Recibo de entrega: Número seqüencial único atribuído para a mensagem pela Secretaria de Fazenda Estadual. A fila de saída terá a mesma estrutura da fila de entrada.3. As seguintes informações são adotadas como atributos de controle: • CNPJ do transmissor: CNPJ da empresa que enviou a mensagem que não necessita estar vinculado ao CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e. Somente o transmissor da mensagem terá acesso ao resultado do processamento das mensagens de solicitação de serviços. (11) O aplicativo do contribuinte recebe a mensagem de resultado do processamento e. O tempo médio de resposta é calculado com base neste atributo. caso não exista outra mensagem.

portalfiscal. Área de Dados – estrutura XML variável definida na documentação do Web Service acessado.portalfiscal. sendo transparente ao contribuinte que realizará a consulta do processamento efetuado (processos assíncronos). versaoDados .4 Padrão de mensagens dos Web Services As chamadas dos Web Services disponibilizados pelas Secretarias de Fazenda Estaduais ou Receita Federal do Brasil e os respectivos resultados do processamento são realizadas através das mensagens com o seguinte padrão: Padrão de Mensagem de chamada/retorno de Web Service cUF versaoDados Estrutura XML definida na documentação do Web Service Área de dados (SOAP Body) Elemento cteCabecMsg (SOAP Header) • • • cUF – código da UF de origem da mensagem.br/cte/wsdl/CteRecepcao"> <cUF>string</cUF> <versaoDados>string</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> A informação armazenada na área de dados é um documento XML que deve atender o leiaute definido na documentação do Web Service acessado: <soap12:Body> <cteDadosMsg xmlns="http://www. Pág.versão do leiaute da estrutura XML informado na área de dados. Nota: O termo fila é utilizado apenas para designar um repositório de recibos emitidos.4.inf.2 Validação da estrutura XML das Mensagens dos Web Services As informações são enviadas ou recebidas dos Web Services através de mensagens no padrão XML definido na documentação de cada Web Service. Informações de controle e área de dados das mensagens 3. A implementação da fila poderá ser feita através de Banco de Dados ou qualquer outra forma.inf. 3.4.Contribuinte O tempo médio de resposta que mede a performance do serviço de processamento dos lotes é calculado com base no tempo decorrido entre o momento de recebimento da mensagem e o momento de armazenamento do resultado do processamento da solicitação de serviço na fila de saída. 22 / 136 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .1 As informações de controle das chamadas dos Web Services são armazenadas no elemento cteCabecMsg do SOAP Header e servem para identificar a UF de origem do emissor e a versão do leiaute da estrutura XML armazenada na área de dados da mensagem: <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www.br/cte/wsdl/CteRecepcao">xml</cteDadosMsg> </soap12:Body> 3.

org/2000/09/xmldsig#" schemaLocation="xmldsig-coreschema_v1. o tipo numérico de 15 posições com 2 decimais é definido no Schema tiposGeral_v1.01. A identificação da versão dos Schemas será realizada com o acréscimo do número da versão no nome do arquivo precedida da literal ‘_v’.inf.00.w3. Exemplo de Schema XML <?xml version="1. A validação da estrutura XML da mensagem é realizada por um analisador sintático (parser) que verifica se a mensagem atende as definições e regras de seu Schema XML. nestes casos.00.xsd (Schema XML do CTe.00). Assim.xsd.xsd (Schema XML dos tipos do CTe. <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www. além de estabelecer regras de preenchimento de conteúdo e de obrigatoriedade de cada elemento ou grupo de informação.Contribuinte As alterações de leiaute e da estrutura de dados XML realizadas nas mensagens são controladas através da atribuição de um número de versão para a mensagem.w3.org/2001/XMLSchema" xmlns="http://www. provoca um erro de validação do Schema XML. A maioria dos Schemas XML do CT-e utilizam as definições de tipos básicos ou tipos complexos que estão definidos em outros Schemas XML (ex.3 Schemas XML das Mensagens dos Web Services Toda mudança de leiaute das mensagens dos Web Services implica na atualização do seu respectivo Schema XML.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 23 / 136 .br/cte" elementFormDefault="qualified" attributeFormDefault="unqualified"> <xs:import namespace="http://www. devendo ainda informar a versão do leiaute da estrutura XML da mensagem no campo versaoDados do elemento cteCabecMsg do SOAP Header. Um Schema XML é uma linguagem que define o conteúdo do documento XML.portalfiscal.15).w3. versão 10.org/2000/09/xmldsig#" xmlns:xs="http://www. todos os Schemas que utilizam este tipo básico devem ter a sua versão atualizada e as declarações “import” ou “include” devem ser atualizadas com o nome do Schema básico atualizado. caso ocorra alguma modificação na definição deste tipo. Por exemplo.br/cte" targetNamespace="http://www.). etc.00</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> 3. tiposGeral_v10. versão 1.4.: tiposGeral_v1.inf.br/cte/wsdl/CteRecepcao"> <cUF>35</cUF> <versaoDados>1.01.portalfiscal. A primeira condição para que a mensagem seja validada com sucesso é que ela seja submetida ao Schema XML correto.xsd.0" encoding="UTF-8"?> <xs:schema xmlns:ds="http://www.xsd"/> <xs:include schemaLocation="tiposGeral_v1.15.01.portalfiscal. o aplicativo do contribuinte deve esta preparado para gerar as mensagens no leiaute em vigor. a modificação de versão do Schema básico será repercutida no Schema principal. Qualquer divergência da estrutura XML da mensagem em relação ao seu Schema XML.xsd"/> <xs:element name="CTe"> <xs:annotation> <xs:documentation>Conhecimento de Transporte Eletrônico</xs:documentation> </xs:annotation> Pág. descrevendo os seus elementos e a sua organização. como segue: cte_v1.inf.

xsd”. As modificações de ordem técnica serão divulgadas pela Coordenação Técnica do ENCAT e poderão ocorrer sempre que se fizerem necessárias.99.00. Pág. Este arquivo será denominado “Pacote de Liberação” e terá a mesma numeração da versão do Manual de Integração que lhe é compatível.99. os novos Schemas XML serão avaliados e testados para a identificação de eventuais falhas de implementação das alterações realizadas no Manual de Integração do Contribuinte. Exemplificando: PACOTE DATA LIBERAÇÃO SCHEMAS PL_ CTe_ 1.00.br). Os pacotes de liberação serão identificados pelas letras “PL_CTe”.cte. corresponde a versão do respectivo schema. seguido da versão do respectivo schema.5 3.1 Versão dos Schemas Liberação das versões dos Schemas para o Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e Os schemas válidos para o Conhecimento de Transporte Eletrônico serão disponibilizados no sitio nacional do Projeto (www.zip representa o “Pacote de Liberação” de schemas do Conhecimento de Transporte eletrônico compatíveis com o Manual de Integração do Contribuinte – versão 1.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .xsd PL_CTe_ 1.5.5.Contribuinte As modificações de leiaute das mensagens dos Web Services podem ser causadas por necessidades técnicas ou em razão da modificação de alguma legislação. Os schemas XML das mensagens XML são identificados pelo seu nome.xsd inutCTe_v1. 24 / 136 .xsd”.00.ZIP 01/04/2008 cteEnvLote_v1. As modificações decorrentes de alteração da legislação deverão ser implementadas nos prazos previstos na norma que introduziu a alteração. Durante este período.30.00.00. que terá o nome de “cteEnvLote_v9.2 Pacote de Liberação Preliminar Após a divulgação de uma nova versão do Manual de Integração do Contribuinte. será divulgado um pacote de liberação preliminar com vigência limitada até o início da fase de disponibilização do ambiente de homologação.00. e serão liberados após autorização da equipe de Gestão do Projeto formada pelos Líderes dos Projetos nos Estados e representante das Empresas. onde v9.xsd inutCTe_v1.xsd tiposGeral _v1.xsd cancCTe_v1.01. seguida do número da versão do Manual de Integração correspondente.ZIP 01/06/2008 cteEnvLote _v1.fazenda. deve-se comparar o número da versão do schema deste pacote com o do pacote anterior.00.xsd cancCTe_v1.00. para o schema XML de “Envio de Lotes de Conhecimento de Transporte Eletrônico”. A cada nova liberação de schema será disponibilizado um arquivo compactado contendo o conjunto de schemas a serem utilizados pelas empresas para a geração dos arquivos XML. corresponderá um arquivo com a extensão “.xsd 3. Exemplificando: O pacote PL_CTe_1.gov.01. Para identificar quais os schemas que sofreram alteração em um determinado pacote liberado. 3.00.xsd tiposGeral_v1. Assim.

25 / 136 .5. algumas empresas poderão estar com uma versão de leiaute mais atualizada.6 Controle de Versão O controle de versão de cada um dos schemas válidos do Conhecimento de Transporte Eletrônico compreende uma definição nacional sobre: • qual a versão vigente (versão mais atualizada). 3.5. O pacote de liberação definitivo será divulgado na véspera da data de início da vigência do ambiente de produção. que não modifica a estrutura do Schema XML e nem exige a alteração dos aplicativos da SEFAZ ou dos contribuintes.br) com as informações necessárias para a implementação dos novos pacotes de liberação.fazenda.00.00a. Este controle de versão permite a adaptação dos sistemas de informática das empresas participantes do Projeto em diferentes datas. como por exemplo: PL_CTe_100hom. sem modificar o número da versão do PL para manter a compatibilidade com o Manual de Integração do Contribuinte vigente.ZIP 3.ZIP.5.zip. obrigatoriedade de campo.4 Correção de Pacote de Liberação Em alguma situação pode surgir a necessidade de correção de um Schema XML por um erro de implementação de regra de validação. Mensagens recebidas com uma versão de leiaute não suportada serão rejeitadas com uma mensagem de erro específica na versão do leiaute de resposta mais recente em uso.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .00pre.zip. 3. conforme acordo operacional a ser estabelecido.gov.cte. divulgaremos um novo pacote de liberação com o Schema XML corrigido. Ou seja. A identificação dos pacotes mais recentes se dará com o acréscimo de letras minúscula do alfabeto. • quais são as versões anteriores ainda suportadas por todas as SEFAZ. Nesta situação. nome de tag divergente do definido no leiaute da mensagem. como por exemplo: PL_CTe_1. indicando que se trata da primeira versão corrigida do CTe_PL_1. como por exemplo: CTe_PL_1. enquanto outras empresas poderão ainda estar operando com mensagens em um leiaute anterior.3 Pacote de Liberação de Homologação e Pacote de liberação definitivo Para o ambiente de homologação será divulgado um pacote de liberação de homologação que será identificado com o acréscimo da literal ‘hom’ na identificação do pacote. A principal característica do pacote de liberação de homologação é seu uso estar restrito ao ambiente de homologação por aceitar somente mensagens XML com tpAmb=2-homologação.Contribuinte O PL preliminar será identificado com o acréscimo da literal ‘pre’ na identificação do pacote. Não estão previstas mudanças freqüentes de leiaute de mensagens e as empresas deverão ter um prazo razoável para implementar as mudanças necessárias. Pág. 3.5 Divulgação de novos Pacotes de Liberação A divulgação de novos pacotes de liberação ou atualizações de pacote de liberação será realizada através da publicação de Notas Técnicas no Portal Nacional do CT-e (www.5.

A responsabilidade sobre o credenciamento e sobre a autorização para o contribuinte usar os serviços de uma determinada SEFAZ VIRTUAL é da SEFAZ de circunscrição do contribuinte. os serviços de autorização de emissão do CT-e serão supridos por uma SEFAZ VIRTUAL.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . A única mudança visível é no endereço dos Web Services onde ficam disponibilizados os serviços. Pág.6 SEFAZ VIRTUAL A Secretaria de Fazenda Estadual pode optar por não desenvolver sistema próprio de autorização do Conhecimento de Transporte Eletrônico para os contribuintes de sua circunscrição. Os serviços da SEFAZ VIRTUAL compreendem os Web Services descritos no Modelo Conceitual da Arquitetura de Comunicação.1 do Manual de Integração com o Contribuinte.Contribuinte 3. 26 / 136 . conforme consta no item 3. deve ser totalmente transparente se os serviços estão sendo disponibilizados pela SEFAZ VIRTUAL ou por um sistema de autorização da própria SEFAZ de circunscrição do contribuinte. mediante Protocolo de Cooperação assinado entre as SEFAZ e/ou entre a SEFAZ e a RFB. Neste sentido. Para os sistemas das Empresas.

ou seja. verificando o tempo médio de resposta do serviço nos últimos 5 minutos. O mecanismo de utilização dos Web Services segue as seguintes premissas: a) Será disponibilizado um Web Service por serviço.gov.fazenda. f) A ocorrência de qualquer erro na validação dos dados recebidos interrompe o processo com a disponibilização de uma mensagem contendo o código e a descrição do erro. Acessando a URL pode ser obtido o WSDL (Web Services Description Language) de cada Web Service. No recibo de recepção do lote. Web Services Os Web Services disponibilizam os serviços que serão utilizados pelos aplicativos dos contribuintes. Cada Portal de Secretaria de Fazenda Estadual disponibilizará o resultado do processamento do lote por um período mínimo de 24 horas (cteConsLote). existindo um método para cada tipo de serviço. c) Para os serviços síncronos. Pág. d) As URLs dos Web Services encontram-se no Anexo IV deste manual e no Portal do Ambiente Nacional (www. o envio da solicitação e a obtenção do retorno serão realizados na mesma conexão através de um único método. através do protocolo SSL com autenticação mútua.br). caso julgue que o tempo de resposta não seja aceitável. Após o término do processamento. também será informado o tempo médio de resposta do serviço nos últimos 5 minutos. 27 / 136 . Este indicador de performance será constantemente avaliado e aperfeiçoado pelo Comitê Gestor e os contribuintes emissores de CT-e. emitir o DANFE em formulário de segurança. a informação da situação atual de cada conhecimento de transporte será disponibilizada para consulta individual (consSitCTe).Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . A qualquer momento as empresas poderão verificar a performance do serviço de processamento dos lotes.Contribuinte 4. A empresa poderá optar por entrar em contingência. o método de envio retorna uma mensagem de confirmação de recebimento da solicitação de serviço com o recibo e a data e hora local de recebimento da solicitação ou retorna uma mensagem de erro.nfe. b) Para os serviços assíncronos. A Secretaria de Fazenda Estadual autorizadora se compromete a processar os lotes de conhecimentos de transportes recebidos em até 3 minutos em no mínimo 95% do total do volume recebido no período de 24 horas. e) O processo de utilização dos Web Services sempre é iniciado pelo contribuinte enviando uma mensagem nos padrões XML e SOAP.

28 / 136 . A forma de processamento do serviço de recepção de CT-e é assíncrona.Contribuinte 4.2 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML com o lote de conhecimento de transporte Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .1.1. O contribuinte deve transmitir o lote de CT-e através do Web Service de recepção de lote de CT-e e buscar o resultado do processamento do Lote de CT-e no Web Service de consulta resultado de processamento de lote 4.1 Web Service – CteRecepcao Transmissão de Lote de CT-e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteRecepcao Envio do lote de CT-e Client CT-e Recibo cteRecepcaoLote msgs Filas de Entrada . Processamento Aplicação CT-e Função: serviço destinado à recepção de mensagens de lote de CT-e.1 Serviço de Recepção de CT-e O Serviço de Recepção de CT-e é o serviço oferecido pelos Portais das Secretarias da Fazenda dos Estados para recepção dos CT-e emitidos pelos contribuintes credenciados em sua unidade federada. Processo: assíncrono. Proc. Método: cteRecepcaoLote 4.

1. uma posição para o Tipo de Autorizador e doze posições numéricas seqüenciais (vide item 5. Nota: Caso o tempo médio de resposta fique abaixo de 1 (um) segundo. o tempo será informado como 1 segundo.99.Leiaute do CT-e.5) Data e Hora do Recebimento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora do recebimento do lote. hora local de recebimento e tempo médio de resposta do serviço nos últimos 5 minutos. Nas demais hipóteses será retornado um recibo com número. 29 / 136 .Homologação Código da UF que atendeu a solicitação. A responsabilidade de gerar e controlar esse número é exclusiva do contribuinte. N N 1-1 1-1 1-4 1-15 2 TAG raiz Versão do leiaute Identificador de controle do envio do lote. Versão do Aplicativo que recebeu o Lote. Conjunto de CT-e transmitidos (máximo de 50 CT-e). Dec. seguindo definição do Anexo I .xsd # Campo Ele Raiz A E Pai AP01 AP01 Tipo Ocor.3 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML com a mensagem do resultado da transmissão.xsd # Campo Ele Raiz A E E E E E G E Pai AR01 AR01 AR01 AR01 AR01 AR01 AR01 AR07 Tipo Ocor. 1-4 Tempo médio de resposta do serviço (em segundos) dos últimos 5 minutos (vide item 5. Tam.99. Schema XML: retEnviCte_v99. AR01 retEnviCte AR02 versao AR03 tpAmb AR03a cUF AR04 verAplic AR05 cStat AR06 xMotivo AR07 infRec AR08 nRec AR09 dhRecbto E AR07 D 1-1 - AR10 tMed E AR07 N 1-1 N As mensagens recebidas com erro geram uma mensagem de erro. Descrição/Observação AP01 enviCTe AP02 Versão AP03 idLote AP04 CTe G AP01 xml 1-50 - 4. de controle correspondente ao identificador único do lote enviado.Contribuinte Schema XML: enviCte_v99.1. data. Tam. Número seqüencial auto-incremental. O tamanho máximo do lote de 500k pode limitar a quantidade máxima de CT-e também). Dec. O número do recibo gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual será a chave de acesso do serviço de consulta ao resultado do processamento do lote. composto por duas posições com o Código da UF (codificação do IBGE) onde foi entregue o Lote.7). Pág. Código do status da resposta (vide item 5.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Arredondar as frações de segundos para cima.1) Descrição literal do status da resposta Dados do Recibo do Lote (Só é gerado se o Lote for aceito) Número do Recibo gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. N N N C N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-4 1 2 1-20 3 1-255 15 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 .

Obrig.Certificado de AC revogado .5 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig. Rej. Rej.Versão difere "3" . A02. Obrig.76. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. assim o contribuinte deve compor um lote de envio de CT-e que não ultrapasse este limite. Rej.1.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . 281 283 Rej.1.3. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Servidor Momentaneamente B04 Verifica se o Servidor de Processamento está Paralisado sem Previsão Pág.1. O tamanho máximo do lote de CT-e é limitado em 500k. 284 285 282 Rej. A01 Certificado de Transmissor Inválido: .4 Descrição do Processo de Recepção de Lotes de CT-e Este método será responsável por receber as mensagens de envio de lotes de CT-e e colocá-las na fila de entrada. As validações de A01.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Obrig. Rej. Obrig. Rej.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem .1. Obrig. mesmo que a quantidade de CT-e do lote esteja dentro do limite de 50 conhecimentos. 4.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . de Processamento está Paralisado Obrig. A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. 30 / 136 . Rej.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) .16. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-Brasil” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. respeitando a regra em que todos os CT-e do lote devam ser do mesmo estabelecimento (mesmo CNPJ e IE do emitente).6 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. 4.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) . Msg 280 Efeito Rej.Contribuinte 4. Obrig. Facult. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem. O agrupamento destes CT-e dentro do lote deve ser feito. A03. por uma restrição operacional e de controle. Obrig. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. Existe um limite de até 50 CT-e por lote. 286 Rej.LCR indisponível .KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: .3) Obrig.

será retornada uma mensagem de confirmação de recebimento para o transmissor. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. Facult. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor de CT-e são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex. Pág. O campo versaoDados contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que deve ser utilizado pelo Servidor de Processamento do CT-e na validação do Schema XML do lote.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Rej. Rej. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. Rej. 4.1. No momento do recebimento da mensagem no Web Service. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. Rej. 4. Após a gravação da mensagem na fila de entrada. com as seguintes informações: • • • identificação do ambiente. Obrig. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. A aplicação deverá validar os campos cUF e versaoDados.Contribuinte A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). 31 / 136 . o código 103 e o literal “Lote recebido com Sucesso”. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. Rej.8 Geração da Resposta com o Recibo Não existindo qualquer problema nas validações. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no campo cUF é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig.: controle no firewall). Obrig. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. versão da mensagem e o código da UF de origem. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. versão do aplicativo. teremos a devolução da mensagem de erro 214.7 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. o aplicativo deverá gerar um número de recibo de lote (vide item 5. Cabe ressaltar que um lote deve conter somente CT-e da mesma versão.4. Caso isto ocorra. deverão implementar as validações 108 e 109. rejeitando o lote recebido em caso de informações inexistentes ou inválidas.5) e gravar a mensagem juntamente com o CNPJ do transmissor.1).1. a critério de cada unidade federada. Obrig.

o aplicativo deverá retornar uma mensagem com as seguintes informações: • • • • a identificação do ambiente. Msg 225 404 402 457 Efeito Rej. tempo médio de resposta do serviço de processamento dos lotes nos últimos 5 minutos (vide detalhamento da forma de cálculo no item 5.Basic Constraints = true (não pode ser Certificado de AC) . Obrig. o número do recibo (vide item 5.Contribuinte • • • o código da UF que atendeu a solicitação. 32 / 136 . o código e a respectiva mensagem de erro (vide a tabela do item 5. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 Verifica se o XML utiliza codificação diferente de UTF-8 D04 Verifica se o lote contém CT-e de mais de um estabelecimento emissor Obrig.1. Msg 290 Efeito Rej.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . b) Validação do Certificado Digital de Assinatura Nesta fase são extraídos todos os CT-e das mensagens de envio de lote e validadas as seguintes regras de negócio para cada CT-e: Validação do Certificado Digital utilizado na Assinatura Digital do CT-e # Regra de Validação Aplic. Obrig. (considerar o CNPJ e IE do emitente de cada CT-e) Como a validação do Schema XML é realizada em toda mensagem de entrada. Obrig.7). Rej. 291 Rej.9 Descrição do Processamento do Lote de CT-e O processamento de Lote de CT-e recepcionado é realizado pelo Servidor de Processamento de CT-e que consome as mensagens armazenadas na fila de entrada pelo método CteRecepcao que faz a validação de forma e das regras de negócio e armazena o resultado do processamento na fila de saída.1). com data.1.10 Validação da área de Dados a) Validação de forma da área de dados A validação de forma da área de dados da mensagem é realizada com a seguinte regra: Validação da área de dados da mensagem # Regra de Validação Aplic. Rej. a versão do aplicativo. E01 Certificado de Assinatura inválido: . 4. Pág. Caso ocorra algum problema de validação. 4. o código da UF que atendeu a solicitação.5).KeyUsage não define "Assinatura Digital" e “Não Recusa” E02 Validade do Certificado (data início e data fim) Obrig.Certificado de Assinatura inexistente na mensagem (*validado também pelo Schema) . Rej. hora local de recebimento da mensagem. Obrig. a existência de um erro em um CT-e implica na rejeição de todo o lote.1.Versão difere "3" .

Rej. mas inexiste remetente G010 Tomador do serviço informado como expedidor.Chave de Acesso do campo ID difere da concatenação dos campos correspondentes G006 Dígito Verificador inválido da Chave de acesso resultante da concatenação dos campos correspondentes G007 Se finalidade do CT-e= 0 (Normal): deve existir o grupo de CT-e Normal G008 Se finalidade do CT-e= 1 (Complemento): deve existir o grupo de CT-e Obrig. Rej. G001 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service G002 Código da UF do Emitente difere da UF do Web Service G003 Sigla da UF do Emitente difere da UF do Web Service G004 Processo de emissão informado inválido (diferente de 0 ou 3) G005 Campo ID inválido . 253 458 459 460 461 462 463 Rej. Rej. Rej.1. Rej. Rej.Não assinado o atributo "ID" (falta "Reference URI" na assinatura) (*validado também pelo Schema) .3) E04 Verifica Cadeia de Certificação: . Obrig. Rej.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado E05 LCR do Certificado de Assinatura: . Obrig. Rej.Falta o endereço da LCR (CRLDistributionPoint) . Msg 298 Efeito Rej.Erro no acesso a LCR ou LCR inexistente E06 Certificado de Assinatura revogado E07 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” Obrig.3. c) Validação da Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital do CT-e # Regra de Validação Aplic.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . mas inexiste destinatário Pág. Obrig. d) Validação de regras de negócio do CT-e Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. Obrig. Obrig. Rej. Rej.16. Obrig.Falta literal "CTe" . Complementar G009 Tomador do serviço informado como remetente. Obrig. F01 Assinatura difere do padrão do CT-e: .Certificado de AC revogado . Msg 252 226 247 494 227 Efeito Rej.Contribuinte E03 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. Obrig. mas inexiste recebedor G012 Tomador do serviço informado como destinatário. Obrig. 294 295 Rej. Rej.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Obrig. Obrig. mas inexiste expedidor G011 Tomador do serviço informado como recebedor. 296 Rej. 297 213 244 Rej. Rej.76. Obrig. Rej. Rej. Obrig. Facult. 33 / 136 . Obrig. 292 293 Rej. Obrig. Obrig. Obrig.Faltam os "Transform Algorithm" previstos na assinatura ("C14N" e "Enveloped") Estas validações são implementadas pelo Schema XML da Signature F02 Valor da assinatura (SignatureValue) difere do valor calculado F03 CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital F04 CNPJ do Certificado Digital difere do CNPJ da Matriz e do CNPJ do Emitente Obrig.

Msg 464 465 466 467 468 469 470 474 475 476 477 496 499 497 498 565 Efeito Rej. Rej. Obrig. Obrig. Obrig. Obrig. 502 566 567 503 505 568 569 570 571 510 Rej. Obrig Obrig Obrig Obrig Obrig. ou outro limite conforme critério definido pela SEFAZ (a SEFAZ Virtual deve considerar a hora local do emissor para a validação) da data de emissão do CT-e objeto de anulação. Obrig. Rej. Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o valor da prestação do serviço e o do ICMS devem ser iguais ao do CT-e original. Rej. mas inexiste o grupo do modal G015 CT-e normal e modal = aquaviário. Obrig. Obrig. Rej Rej. Obrig. Rej. Obrig. Obrig. Obrig. Obrig. 500 501 Rej. Rej. G038 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído deve estar com situação autorizada (não pode estar cancelado ou denegado) G039 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído não pode ter sido substituído anteriormente G040 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído deve ter finalidade = 0 (Normal) G041 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do emitente do CT-e Pág. Rej. Obrig. G032 G033 G034 G035 G036 G037 Obrig. Rej Rej Rej Rej Rej. Rej. Rej. mas inexiste o grupo do modal G016 CT-e normal e modal = ferroviário. Obrig. Rej. Rej. 34 / 136 . Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Rej. mas inexiste o grupo do modal G014 CT-e normal e modal = aéreo. Obrig. Rej. Obrig. mas inexiste o grupo do modal G017 CT-e normal e modal = dutoviário. Rej. Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação não pode ter sido anulado anteriormente Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação não pode ter sido substituído anteriormente Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o tipo de emissão deve ser normal Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): deve existir o grupo de informações do CT-e de substituição Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído deve existir G026 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação deve G027 G028 G030 G031 Obrig. O CT-e original e o de anulação devem possuir o mesmo CNPJ de emitente. Rej. G013 CT-e normal e modal = rodoviário. Rej. Rej. mas inexiste o grupo do modal G018 Remetente não informado para tipo de serviço diferente de redespacho G019 G020 G021 G022 G023 G024 G025 intermediário Destinatário não informado para tipo de serviço diferente de redespacho intermediário Expedidor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermediário Recebedor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermediário O tomador do serviço no tipo de serviço normal não pode ser o expedidor O tomador do serviço no tipo de serviço normal não pode ser o recebedor Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): deve existir o grupo de CT-e de Anulação Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o tipo de emissão dever ser normal existir Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação deve estar com a situação autorizado o uso.Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. Rej. Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto de anulação deve ter finalidade = 0 (Normal) Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): a data de emissão do CT-e de anulação deve ocorrer em até 60 dias. Obrig. Obrig. Obrig Obrig. Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): somente o emitente pode anular o CT-e. Rej.

Facult. a IE deverá ser normalizada. Rej. Obrig. Rej. Rej. 207 229 209 Rej.IE Emitente não vinculada ao CNPJ G065 . Rej. Rej. Rej. Rej. Obrig. 35 / 136 .IE Emitente não cadastrada G064 . Rej. Rej. Msg 511 512 550 551 552 553 554 555 556 557 558 559 560 563 Efeito Rej. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. Obrig. Ex. ou outro limite conforme critério definido pela SEFAZ (a SEFAZ Virtual deve considerar a hora local do emissor para a validação) da data de emissão do CT-e objeto substituição Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): se foi informado o CT-e de anulação no grupo do “Tomador não é contribuinte do ICMS”. Obrig. a IE deve ser padronizada para 00130000019. Pág. Obrig. G056 G057 G058 substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do emitente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do remetente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): UF de início da prestação do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): UF de fim da prestação do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): a data de emissão do CT-e de substituição deve ocorrer em até 60 dias. Obrig. Obrig. na aplicação da SEFAZ. Obrig.: Antes da validação. formato da IE: NNNNNNNNNND. Rej. Rej. G061 Acessar Cadastro Contribuinte p/ Emitente: .Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G042 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do remetente do CT-e G043 G044 G045 G046 G047 G048 G049 G050 G051 G052 G053 G054 G055 Aplic. Obrig.CNPJ emitente não cadastrado G062 .Emitente em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na Facult. G059 IE Emitente não informada (zeros ou nulo) G060 IE Emitente inválida (erro no dígito de controle) Obs. Obrig. Obrig.: IE informada 130000019. Rej. Den. Obrig. Rej. Rej. Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . o CT-e de anulação deve existir Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): se foi informado o CT-e de anulação no grupo do “Tomador não é contribuinte do ICMS”. este CT-e informado deve ter finalidade=2(Anulação) CNPJ Emitente inválido (dígito controle. Rej. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. zeros ou nulo) Obrig 572 Rej Obrig 573 Rej Obrig. Rej. Rej. Obrig. 245 203 230 231 301 Rej.Emitente não credenciado G063 . Obrig. Obrig. Obrig. Obrig. Obrig. Rej.

415 416 417 Rej.Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação inserção do CT-e. ou outro limite conforme critério definido pela SEFAZ (a SEFAZ Virutal deve considerar a hora local do emissor para a validação) G068 CNPJ Remetente informado: CNPJ inválido (dígito de controle.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Remetente: . G071 Remetente informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF é compatível com a sigla da UF informada) G072 IE Remetente informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obs. G082 Se o Destinatário informado for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: Facult. Obrig. IE e CNPJ Destinatário informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Rej.1 do Anexo III. formato da IE: NNNNNNNNNND. 210 Rej.: IE informada 130000019. 419 Rej. zeros) G079 Destinatário informado: Código Município inválido (dígito de controle). com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. Obrig. Obrig. Msg ou 205 212 Efeito Rej. 424 Rej. Rej. Se CNPJ Remetente informado: CNPJ não cadastrado G074 G075 G076 . 425 Rej.: IE informada 130000019.: Antes da validação. 36 / 136 . IE Remetente informada: IE não cadastrada . a IE deverá ser normalizada. 420 Rej. Obrig. IE Destinatário informada: IE não cadastrada . com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. Facult. . a IE deverá ser normalizada. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. Ex. na aplicação da SEFAZ. IE e CNPJ Remetente informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. CNPJ ou IE Remetente informado: Remetente em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G066 Data de Emissão posterior a data de recebimento (a SEFAZ Virutal deve considerar a hora local do emissor para a validação) G067 Data de Emissão ocorrida há mais de 60 dias.. Facult. Ex. Rej. Rej. Rej. G080 Destinatário informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G081 IE Destinatário informado: IE inválida (erro no dígito de controle ou conteúdo diferente de “ISENTO”) Obs. formato da IE: NNNNNNNNNND. Rej. Obrig. Facult. item 2. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G077 CNPJ Destinatário informado: CNPJ inválido (dígito de controle. Facult. vide item 2.1 do Anexo III. G073 Se o Remetente informado for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: . zeros) G069 CPF Remetente informado: CPF inválido (dígito de controle. zeros) Obrig. 418 Rej Obrig. Pág. .: Antes da validação. Den. G070 Remetente informado: Código Município inválido (dígito de controle). Obrig. Obrig. Se CNPJ Destinatário informado: CNPJ não cadastrado G083 G084 . com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. Aplic. vide Facult. 421 422 302 ou 205 208 237 423 Rej.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Destinatário: . na aplicação da SEFAZ. 228 Rej. Facult. Rej. 426 427 Rej. zeros) G078 CPF Destinatário informado: CPF inválido (dígito de controle. a IE deve ser padronizada para 00130000019. a IE deve ser padronizada para 00130000019.

zeros) Obrig. Facult. zeros) G105 CPF Tomador informado: CPF inválido (dígito de controle. Se CNPJ Expedidor informado: CNPJ não cadastrado G092 G093 G094 . Ex. Facult. 442 443 305 ou 205 444 445 Rej. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G095 CNPJ Recebedor informado: CNPJ inválido (dígito de controle. Rej. . Facult. a IE deve ser padronizada para 00130000019. Obrig. Se CNPJ Recebedor informado: CNPJ não cadastrado G101 G102 G103 . Facult. a IE deve ser padronizada para 00130000019. zeros) G096 CPF Recebedor informado: CPF inválido (dígito de controle. 439 Rej. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. 441 Rej. vide item 2. Obrig.: Antes da validação. a IE deverá ser normalizada. zeros) G088 Expedidor informado: Código Município inválido (dígito de controle).: IE informada 130000019.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Expedidor: . Rej. 37 / 136 .: IE informada 130000019.1 do Anexo III. Obrig. formato da IE: NNNNNNNNNND. IE Expedidor informada: IE não cadastrada . Facult.Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # G085 Regras de Validação Aplic. IE e CNPJ Recebedor informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. Rej. CNPJ ou IE Recebedor informado: Recebedor em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. IE Recebedor informada: IE não cadastrada . Obrig. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G104 CNPJ Tomador informado: CNPJ inválido (dígito de controle. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. formato da IE: NNNNNNNNNND.: Antes da validação. Den.1 do Anexo III. perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. Obrig. Rej. 434 435 304 ou 205 436 437 438 Rej. vide item 2. CNPJ ou IE Expedidor informado: Expedidor em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. . G098 Recebedor informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G099 IE Recebedor informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obs. Rej. Pág.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Recebedor: . Den. Obrig. Rej. CNPJ ou IE Destinatário informado: Destinatário em situação irregular Facult. G087 CPF Expedidor informado: CPF inválido (dígito de controle. na aplicação da SEFAZ. Rej. Ex. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G086 CNPJ Expedidor informado: CNPJ inválido (dígito de controle. na aplicação da SEFAZ. Rej. G089 Expedidor informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G090 IE Expedidor informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obs. Obrig. Facult. IE e CNPJ Expedidor informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. 433 Rej. 440 Rej. Rej. Facult. Obrig. Msg 303 ou 205 428 429 430 431 Efeito Den. a IE deverá ser normalizada. . zeros) G097 Recebedor informado: Código Município inválido (dígito de controle). 432 Rej. zeros) Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . G091 Se o Expedidor for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: . Rej. Facult. Rej. G100 Se Recebedor informado for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: .

G106 Tomador informado: Código Município inválido (dígito de controle).: Antes da validação. Série.CT-e já cadastrado e não Cancelado/Denegado G116 . Obrig. Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . G124 Município de emissão do CT-e diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) Obrig. vide item 2. item 2. CNPJ Emit. Rej. Rej. Nro) G123 Código Município de emissão do CT-e inválido (dígito de controle). 492 Rej. Facult. Mês. Nro): . SUFRAMA do Destinatário informada: verificar dígito controle G114 Inscr. ou RR-Roraima.: IE informada 130000019. Modelo. Obrig. 267 Rej. ou RO-Rondônia. Den. Pág. Série.1 do Anexo III. G109 Se o Tomador do serviço for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: .Verificar se CT-e já está Denegado G118 Acesso BD CTE-Inutilização . Rej.Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. Se CNPJ Tomador informado: CNPJ não cadastrado G110 G111 G112 . formato da IE: NNNNNNNNNND. Rej. G125 Código Município de início da prestação inválido (dígito de controle). Rej. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. 204 218 205 206 254 269 Rej. Série. CNPJ Emit.1 do Anexo III. 455 Rej. G121 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se existe(m ) o(s) CT-e referenciado(s). 493 Rej. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário.Verificar se CT-e já está Cancelado G117 . na aplicação da SEFAZ. 449 Rej. Rej. Obrig. Modelo. 448 Rej.Verificar Número do CT-e Inutilizado Obrig. Nro) G122 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se o(s) CT-e referenciado(s) é (são) normal(is). Rej. G119 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se foi informado Obrig. Modelo. pelo menos um CT-e ou CTRC referenciado G120 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se o(s) Conhecimento(s) referenciados (eletrônico ou normal) são emitidos pelo mesmo CNPJ. Acesso BD CTE (Chave: Ano. Obrig. 489 490 306 ou 205 235 251 Rej. Facult. vide item 2.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Tomador: . Facult. Acesso BD CTE (Chave: Ano. a IE deve ser padronizada para 00130000019. Obrig. Ex. ou AMAmazonas. G107 Tomador informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G108 IE Tomador informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obs. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) Facult. Facult. vide Facult. Obrig. Rej. CNPJ Emit. Facult. 491 Rej. Facult. Msg 446 Efeito Rej. IE Tomador informada: IE não cadastrada . IE e CNPJ Tomador informados: IE não vinculada ao CNPJ . CNPJ ou IE Tomador informado: Tomador em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. Obrig. Mês.1 do Anexo III. ou AP-Amapá (só para municípios 1600303-Macapá e 1600600-Santana) G115 Acesso BD CTE (Chave: Ano. Facult. 447 Rej. 38 / 136 . G113 Inscr. SUFRAMA informada: verificar UF destinatário = AC-Acre. a IE deverá ser normalizada.

do remetente. Ou seja: Validação da situação fiscal do: Remetente. Obrig. G128 Município de término da prestação diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) Facult. Recebedor ou Tomador (a critério da UF) Conseqüência de forma do CT-e da situação fiscal do Emitente Situação do CT-e Para o contribuinte Banco de Dados Inválida Válida Irrelevante Irregular Irrelevante Irrelevante Irregular (de qualquer personagem) Regular Rejeição Denegação de uso Denegação de uso Autorização de uso Válida Válida Regular Regular Corrigir CT-e A prestação não poderá ser realizada A prestação não poderá ser realizada A prestação é autorizada Não gravar Gravar Gravar Gravar Para cada CT-e autorizado ou denegado será atribuído um número de protocolo da Secretaria de Fazenda (vide regra de formação no item 5. do expedidor. do destinatário. não sendo armazenado no Banco de Dados podendo ser corrigido e novamente transmitido. 39 / 136 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . rejeitar o Lote de CT-e com erro “408-REJEIÇÃO: Lote com CT-e de diferentes UF”. Para a SEFAZ VIRTUAL. Denegação de uso – o CT-e será armazenado no Banco de Dados com esse status nos casos de irregularidade fiscal do emitente.1. do expedidor. Pág.11 Final do Processamento do Lote A validação do CT-e poderá resultar em: • • • Rejeição – o CT-e será descartado. do recebedor ou do tomador. 414 Rej. O resultado do processamento do lote será disponibilizado na fila de saída e conterá o resultado da validação de cada CT-e contido no lote. do recebedor ou do tomador são facultativas e devem aguardar um prazo para a sua implementação. vide item 2.6). deverá ser verificado se todos os CT-e são da mesma UF do primeiro CT-e do Lote. Nota: No caso de envio de lote para a SEFAZ VIRTUAL. Autorização de uso – o CT-e será armazenado no Banco de Dados. Em caso negativo. Destinatário. Cabe ressaltar que a validação da situação fiscal do remetente.1 do Anexo III. Msg 456 Efeito Rej. do destinatário. Obrig. 413 Rej. 4. todos os CT-e do Lote deverão ser da mesma UF. Expedidor. G126 Município de início da prestação diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G127 Código Município de término da prestação inválido (dígito de controle).Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic.

Pág. 40 / 136 .Contribuinte O resultado do processamento do lote deve ficar disponível na fila de saída por um período mínimo de 24 horas.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .

5). Schema XML: consReciCte_v99.xsd # Campo Ele Raiz A E E E Pai BR01 BR01 BR01 BR01 Tipo Ocor.2. composto por: duas posições com código da UF onde foi entregue o lote. Schema XML: retConsReciCte_v99.2 Web Service – CteRetRecepcao Consulta Processamento de Lote de CT-e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service CteRetRecepcao Consulta Lote de CT-e Client CTe Retorno cteRetRecepcao Proc. BR01 retConsReciCTe BR02 versao BR03 tpAmb BR04 verAplic BR05 nRec Pág.99. Ret Aplicação CT-e Consulta Processamento Função: serviço destinado a devolver o resultado do processamento do lote de CT-e. Método: cteRetRecepcao 4.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo o número do recibo que identifica a mensagem de envio de lotes de CT-e. codificação de UF do IBGE. Dec. Tam.99. Descrição/Observação Raiz TAG raiz A BP01 N 1-1 1-4 2 Versão do leiaute E BP01 N 1-1 1 Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação E BP01 N 1-1 15 Número do Recibo Número gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. 4.2. N N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-4 1 1-20 15 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que recebeu o Lote. Tam.xsd # Campo BP01 consReciCTe BP02 versao BP03 tpAmb BP04 nRec Ele Pai Tipo Ocor.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Processo: assíncrono. 41 / 136 .2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML com o resultado do processamento da mensagem de envio de lote de CT-e. Número do Recibo consultado (vide item 5.Contribuinte 4. e treze posições numéricas seqüenciais. Dec.

Código da UF que atendeu a solicitação. Descrição literal do status da resposta para o CTe. com data e hora do recebimento do Lote de CT-e enviado. Conjunto de resultado do processamento de cada CT-e (vide leiaute abaixo). Série e Número do CT-e + Código Numérico + DV. Informações do Protocolo de resposta. O aplicativo do Contribuinte deve ser construído de forma a aguardar um tempo mínimo de 15 segundos entre o envio do Lote de CT-e para processamento e a consulta do resultado deste processamento.2. somente precisa ser informado se a UF assinar a resposta. precedido com o literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que recebeu o Lote. Tam. TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada.1). Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” A decisão de assinar a mensagem fica a critério da UF interessada.1. PR01 protCTe PR02 versao PR03 infProt PR04 Id PR05 tpAmb PR06 verAplic PR07 chCTe E E E PR03 PR03 PR03 N C N 1-1 1-1 1-1 1 1-20 44 PR08 dhRecbto E PR03 D 1-1 - PR11 cStat PR12 xMotivo PR13 Signature E E G PR03 PR03 PR01 N C xml 1-1 1-1 0-1 3 1-255 - 4. Código do status da resposta para o CT-e (vide item 5.Contribuinte BR06 cStat BR07 xMotivo BR08 Cuf BR09 protCTe* E E E BR01 BR01 BR01 N C N - 1-1 1-1 1-1 0-50 3 1-255 2 - Código do status da resposta para o Lote (vide item 5. PR09 nProt PR10 digVal E E PR03 PR03 N C 0-1 0-1 15 28 Número do Protocolo da CT-e (vide item 5. N C 1-1 1-1 0-1 4 2 Descrição/Observação TAG raiz do Protocolo de recebimento do CT-e Versão do leiaute das informações de Protocolo. evitando a obtenção desnecessária do status de erro 105 – “Lote em Processamento”.6). Dec. Estas informações são retornadas apenas para o código do status do lote = 104 (Lote processado) Os protocolos são retornados para os lotes processados cStat = 104 xml BR01 c) Para cada Protocolo de um CT-e processado teremos o seguinte leiaute: # Campo Ele Raiz A G ID Pai PR01 PR01 PR03 Tipo Ocor.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 42 / 136 .1. Digest Value do CT-e processado Utilizado para conferir a integridade do CT-e original. Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo. Em caso de assinatura da resposta pela SEFAZ preencher o campo com o Nro do Protocolo. Data e hora de processamento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora da gravação do CT-e no Banco de Dados. Em caso de Rejeição.3 Descrição do Processo de Web Service Este método oferece a consulta do resultado do processamento de um lote de CT-e. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem: Pág.1) Descrição literal do status da resposta para o Lote.

1. 286 Rej. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. No momento do recebimento da mensagem no Web Service.Versão difere “3” .5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . Caso isto ocorra.76. A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. Rej. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB).LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName – OID=2. a critério de cada unidade federada.: controle no firewall). Facult.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . Obrig.3) Obrig. 284 285 282 Rej. Rej. Rej. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. A03.16. 281 283 Rej.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 43 / 136 . Obrig. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. Rej.2.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) .Certificado de AC revogado . Rej. Obrig. A02. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ.KeyUsage não define “Autenticação Cliente” A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: . A01 Certificado de Transmissor Inválido: . No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. teremos a devolução da mensagem de erro 214. Obrig.Contribuinte 4. Obrig.3.2. Obrig. As validações de A01.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig. 4. Msg 280 Efeito Rej. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. Obrig.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem .LCR indisponível . Rej.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . Obrig. Pág.

Rej. Obrig. 2=Contingência SCAN – RFB.1). Rej. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. Msg 215 404 402 Efeito Rej. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3. Pág. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo Cuf inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no Cuf é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Obrig. Obrig.7 Validação da Área de Dados d) Validação da Forma da Área de Dados Validação da Mensagem do Pedido de Consulta de Lote # Regra de Validação Aplic. A aplicação deverá validar os campos Cuf e versaoDados. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 b) Validação das Regras de Negócio da Cosulta Recibo A seguir são realizadas as seguintes validações: Validação da Consulta Recibo # Regra de Validação Aplic. Rej.2. Rej. Msg 252 248 473 Efeito Rej. 4.6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. Obrig. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. Obrig.Contribuinte As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. Obrig. E01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service E02 UF do Recibo difere da UF do Web Service E02a Tipo Autorizador do Recibo não compatível com o Órgão Autorizador (0 ou 1=SEFAZ normal. 44 / 136 . Rej. Rej. 4. Obrig. O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service. Obrig. deverão implementar as validações 108 e 109. rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. Obrig.4. Rej.2. Rej. Rej. Facult. 3=SEFAZ VIRTUAL-RS.

nem na fila de entrada E04 .2. Lote não localizado – cStat=106. Obrig. 45 / 136 . Rej. com os resultados individuais de processamento dos no CT-e. Rej. 106 105 223 Rej.Verifica se o Lote não está na fila de saída.Contribuinte 4=SEFAZ VIRTUAL-RFB) E03 . Lote em processamento – cStat=105. mas está na fila de entrada E05 CNPJ do transmissor do lote difere do CNPJ do transmissor da consulta Obrig.8 Final do Processamento A mensagem de retorno poderá ser: • • • • Lote processado – cStat=104. o aplicativo do contribuinte deverá providenciar o reenvio da mensagem.Verifica se o Lote não está na fila de resposta. 4. o aplicativo do contribuinte deverá sanar o problema.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Pág. o aplicativo do contribuinte deverá fazer uma nova consulta. Recibo ou CNPJ do requisitante com problemas – cStat= 248 ou 223. Obrig.

Cancelamento de CT -e Client CT-e Retorno cteCancelamentoCT Ret Aplicação CT -e Cancelamento Função: serviço destinado ao atendimento de solicitações de cancelamento de CT-e. Série e Número do CT-e + Código Numérico + DV.xsd Pág.99.3.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo a mensagem de solicitação de cancelamento.Contribuinte 4.99.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da solicitação de cancelamento: Schema XML: retCancCte _v99. Tam.xsd # Campo Ele Raiz A G ID Pai CP01 CP01 CP03 Tipo Ocor.3. Schema XML: cancCte_v99. Método: cteCancelamentoCT 4.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . N C 1-1 1-1 1-1 1-4 46 2 TAG raiz Versão do leiaute Dados do Pedido – TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada Informar a chave de acesso precedida do literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Serviço solicitado ‘CANCELAR’ Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo. Dec. Informar a justificativa do cancelamento Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” Descrição/Observação CP01 cancCTe CP02 versao CP03 infCanc CP04 Id CP05 tpAmb CP06 xServ CP07 chCTe E E E CP03 CP03 CP03 N C N 1-1 1-1 1-1 1 8 44 CP08 nProt CP09 xJust CP10 Signature E E E CP03 CP03 CP01 N C xml 1-1 1-1 1-1 15 15255 - 4. 46 / 136 . Informar o número do Protocolo de Autorização da CT-e a ser Cancelada. Processo: síncrono.3 Web Service – CteCancelamento Cancelamento de CT -e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteCancelamento Proc.

3. Em caso de assinatura da resposta pela SEFAZ preencher o campo com o Nro do Protocolo. Descrição literal do status da resposta.Versão difere “3” . A mensagem de solicitação de cancelamento de CT-e é um documento eletrônico e deve ser assinado digitalmente pelo emitente da CT-e. a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual realiza o processamento da solicitação e devolve o resultado do processamento para o aplicativo do mesmo.3 Descrição do Processo de Web Service Este método é responsável por receber as solicitações de cancelamento de CT-e. 4.3.1). 47 / 136 . precedido com o literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que recebeu o Lote. Data e hora de processamento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora da homologação do Pedido. Os campos de dhRecbto e nProt não serão preenchidos em caso de erro.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .1. CR11 dhRecbto E CR03 D 0-1 - CR12 nProt E CR03 N 0-1 15 CR13 Signature G CR01 xml 0-1 - 4.6). Tam.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . O controle de numeração de Protocolo é único para todos os serviços. A01 Certificado de Transmissor Inválido: . N C 1-1 1-1 0-1 1-4 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Dados da resposta – TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada. CR10 chCTe E CR03 N 0-1 44 Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo. Número do Protocolo de Cancelamento (vide item 5. CR01 retCancCTe CR02 versao CR03 infCanc CR04 Id CR05 tpAmb CR06 verAplic CR07 cStat CR08 xMotivo CR09 Cuf E E E E E CR03 CR03 CR03 CR03 CR03 N C N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 1-20 3 1-255 2 Os campos a seguir são obrigatórios no caso de homologação de cancelamento cStat=101.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem . Dec. Código da UF que atendeu a solicitação. Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” A decisão de assinar a mensagem fica a critério da UF interessada. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem. Código do status da resposta (vide item 5. Ao receber a solicitação do transmissor.KeyUsage não define “Autenticação Cliente” Pág.Contribuinte # Campo Ele Raiz A G ID Pai CR01 CR01 CR03 Tipo Ocor. Série e Número do CT-e + Código Numérico + DV. somente precisa ser informado se a UF assinar a resposta. Msg 280 Efeito Rej.

A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) . mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ. A02.16. Obrig.Contribuinte A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Obrig. Obrig. A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . Obrig.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName – OID=2. Rej.1. 284 285 282 Rej. As validações de A01. 48 / 136 .76. 281 283 Rej. A03.3.3) Obrig. 286 Rej. Rej.LCR indisponível .Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor .Certificado de AC revogado . Rej. Obrig. Pág.

7 Validação da Área de Dados Pág. teremos a devolução da mensagem de erro 214. Rej. Rej. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex.6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. 4. Rej. deverão implementar as validações 108 e 109. A aplicação deverá validar os campos Cuf e versaoDados.4. Caso isto ocorra. a critério de cada unidade federada.: controle no firewall). O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service.3. Facult. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). Obrig. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. Obrig. 49 / 136 . Rej.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .1). Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. 4. No momento do recebimento da mensagem no Web Service. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo Cuf inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no Cuf é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. Obrig. Facult. Obrig. Rej.5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. Obrig. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. Rej. Obrig. rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas.Contribuinte 4. Rej. Rej.3.3. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo.

Obrig. Obrig. Rej. Obrig. Msg 290 Efeito Rej.Certificado de Assinatura inexistente na mensagem (*validado também pelo Schema) . Facult.Versão difere “3” . Obrig. 294 295 Rej.Basic Constraints = true (não pode ser Certificado de AC) . F01 Assinatura difere do padrão do Projeto: . Obrig. 50 / 136 .KeyUsage não define “Assinatura Digital” e “Não Recusa” E02 Validade do Certificado (data início e data fim) E03 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName – OID=2. Obrig.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado E05 LCR do Certificado de Assinatura: . Obrig. E01 Certificado de Assinatura inválido: . 296 Rej.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ .1.16.Não assinado o atributo “ID” (falta “Reference URI” na assinatura) (*validado também pelo Schema) . Rej.Erro no acesso a LCR E06 Certificado de Assinatura revogado E07 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” Obrig.Certificado de AC revogado . Rej.76.3. h) Validação das Regras de Negócio do Cancelamento de CT-e Pág. g) Validação da Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Faltam os “Transform Algorithm” previstos na assinatura (“C14N” e “Enveloped”) Estas validações são implementadas pelo Schema XML da Signature F02 Valor da assinatura (SignatureValue) difere do valor calculado F03 CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital F04 CNPJ do Certificado Digital difere do CNPJ da Matriz e do CNPJ do Emitente Obrig. Rej.Contribuinte e) Validação da Forma da Área de Dados Validação da Mensagem do Pedido de Cancelamento do CT-e # Regra de Validação Aplic. Obrig. Obrig. Msg 215 404 402 Efeito Rej. Obrig. Rej. Rej. 291 292 293 Rej. Msg 298 Efeito Rej. Rej.3) E04 Verifica Cadeia de Certificação: . D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 f) Validação do Certificado Digital utilizado na Assinatura Validação do Certificado Digital utilizado na Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic. 297 213 244 Rej. Obrig.Falta o endereço da LCR (CRLDistributionPoint) .

Verificar se o CT-e tem Carta de Correção H15 . As regras de validação H12 e H13 são de implementação futura.Chave de acesso do campo ID difere do campo correspondente H04 Acesso Cadastro Contribuinte: .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Rej. Rej.Se finalidade do CT-e=0 (Normal) Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Anulação associado H18 . Modelo. Rej.Verificar CT-e autorizado há mais de 60 dias H11 . Obrig. Obrig.Verificar se CT-e já está Denegado H09 . Rej.Verificar se o número Protocolo informado difere do número Protocolo do CT-e H12 .3. CNPJ Emit.8 Final do Processamento No caso de homologação do Cancelamento retornar o cStat = 101. Obrig. 51 / 136 .Vedado o cancelamento de CT-e do tipo substituto (tipo=3) H17 . Rej. 4. Rej. Obrig. Rej.Verificar Emitente não autorizado a emitir CT-e H05 .Verificar se CT-e já está Cancelado H10 . Rej. Obrig. Pág. Série.“Código Numérico” informado na Chave de Acesso é diferente do existente no BD H08 . Obrig. Obrig.Verificar se houve confirmação da prestação do serviço H13 .Verificar registro de Circulação de Mercadoria H14 .Verificar se CT-e não existe H07 . Nro): . Rej. Obrig.Falta literal “ID” . Obrig.6). Obrig. Rej. O cancelamento só poderá ser realizado conhecimento a conhecimento e para cada cancelamento homologado é criado um novo protocolo de status para o CT-e.Vedado o cancelamento de CT-e do tipo anulação de valores (tipo=2) H16 . Obrig. H01 Tipo do ambiente de CT-e difere do ambiente do Web Service H02 UF da Chave de Acesso difere da UF do Web Service H03 Chave de Acesso: Dígito Verificador inválido H03a Campo ID inválido . Rej. Obrig. Rej. Rej. Rej.Verificar Situação Fiscal irregular do Emitente H06 Acesso BD CTE (Chave: Ano.Se finalidade do CT-e=0 (Normal) Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Substituição associado Obrig.Contribuinte Pedido de cancelamento de CT-e – Regras de Negócios # Regra de Validação Aplic. Rej. Obrig Msg 252 249 236 227 Efeito Rej. com a atribuição de um número de protocolo único (vide item 5. Rej Rej * Obs. Obrig Obrig Obrig Obrig 203 240 217 216 205 218 220 222 221 219 495 564 574 575 576 Rej. Obrig.

4 Web Service . N C 1-1 1-1 1-1 1-4 39 2 TAG raiz Versão do leiaute Dados do Pedido TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada formada com Código da UF + CNPJ + modelo + série + nro inicial e nro final precedida do literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 .Homologação Serviço solicitado: ‘INUTILIZAR’ Código da UF do solicitante Ano de inutilização da numeração CNPJ do emitente Modelo do CT-e Série do CT -e Número do CT -e inicial a ser inutilizado Número do CT -e final a ser inutilizado Informar a justificativa do pedido de inutilização Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” Descrição/Observação DP01 inutCTe DP02 versao DP03 infInut DP04 Id DP05 tpAmb DP06 xServ DP07 cUF DP08 ano DP09 CNPJ DP10 mod DP11 serie DP12 nCTIni DP13 nCTFin DP14 xJust DP15 Signature E E E E E E E E E E G DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP01 N C N N C N N N N C xml 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 10 2 2 14 2 1-3 1-9 1-9 15255 - Pág. Schema XML: inutCTe _v99. Dec. Processo: síncrono. Ret Inutilizacao Aplicação CT -e Função: serviço destinado ao atendimento de solicitações de inutilização de numeração de CTe.4. Tam.99. Método: cteInutilizacaoCT 4.xsd # Campo Ele Raiz A G ID Pai DP01 DP01 DP03 Tipo Ocor.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo a mensagem de solicitação de inutilização.CteInutilizacao Inutilização de numeração de CT -e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteInutilizacao Inutilização de Numeração Client CTe Retorno cteInutilizacaoCT Proc.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte 4. 52 / 136 .

DR17 nProt E DR03 N 0-1 15 Número do Protocolo de Inutilização (vide item 5.Contribuinte 4.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Em caso de assinatura da resposta pela SEFAZ preencher o campo com o Nro do Protocolo.1). Ao receber a solicitação. Tam. precedido com o literal “ID”. Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” A decisão de assinar a mensagem fica a critério da UF interessada. DR18 Signature G DR01 xml 0-1 - 4. 53 / 136 . com data e hora do recebimento do Pedido.TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada. Em caso de Rejeição. a aplicação CT-e realiza o processamento da solicitação e devolve o resultado do processamento para o aplicativo do transmissor.xsd # Campo Ele Raiz A G ID Pai DR01 DR01 DR03 Tipo Ocor. N C 1-1 1-1 0-1 1-4 17 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Dados da resposta . Descrição literal do status da resposta. O controle de numeração do Protocolo é único para todos os serviços. Código do status da resposta (vide item 5.3 Descrição do Processo de Web Service Este método será responsável por receber as solicitações referentes à inutilização de faixas de numeração de conhecimentos de transportes eletrônicos.6). somente precisa ser informado se a UF assinar a resposta. Dec. Pág.4.99. Código da UF que atendeu a solicitação DR01 retInutCTe DR02 versao DR03 infInut DR04 Id DR05 tpAmb DR06 verAplic DR07 cStat DR08 xMotivo DR09 cUF E E E E E DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 N C N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 1-20 3 1-255 2 Os campos a seguir são obrigatórios no caso de homologação da inutilização cStat=102. A mensagem de pedido de inutilização de numeração de CT-e é um documento eletrônico e deve ser assinado digitalmente pelo emitente do CT-e.1. Os campos de dhRecbto e nProt não serão preenchidos em caso de erro DR10 ano DR11 CNPJ DR12 mod DR13 serie DR14 nCTIni DR15 nCTFin DR16 dhRecbto E E E E E E E DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 N C N N N N D 0-1 0-1 0-1 0-1 0-1 0-1 0-1 2 14 2 1-3 1-9 1-9 Ano de inutilização da numeração CNPJ do emitente Modelo do CT-e Série do CT-e Número do CT-e inicial a ser inutilizada Número do CT-e final a ser inutilizada Data e hora de processamento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora da gravação no Banco de Dados em caso de Confirmação. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem. Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que processou o pedido de inutilização.4.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da solicitação de inutilização: Schema XML: retInutCte_v99.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Msg 280 Efeito Rej. 284 285 282 Rej.16.3) Obrig. Obrig. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex. Facult. As validações de A01. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. 54 / 136 . teremos a devolução da mensagem de erro 214. deverão implementar as validações 108 e 109. a critério de cada unidade federada. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. Pág. Obrig.4. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB.LCR indisponível . A01 Certificado de Transmissor Inválido: .Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) .76. A02.Certificado de AC revogado . 281 283 Rej. Rej. 4.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ. No momento do recebimento da mensagem no Web Service. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. Obrig.3. Rej. Obrig. Rej. Obrig.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . Rej. Rej. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem .Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. 286 Rej. Caso isto ocorra.1. Obrig.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) . Obrig.4.Contribuinte 4.5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. Obrig.: controle no firewall). Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig.KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: .Versão difere "3" . Rej. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). A03.

C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUF é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service.Versão difere "3" . Obrig. Obrig. Msg 290 Efeito Rej.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Rej.Basic Constraints = true (não pode ser Certificado de AC) .Certificado de Assinatura inexistente na mensagem (*validado também pelo Schema) .Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado Obrig. Obrig. Rej. E01 Certificado de Assinatura inválido: . # Regra de Validação Aplic. Rej.1. C06 Versão dos Dados não suportada Obrig.1). Rej. 4.4.76.Contribuinte 4.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ .16. Rej. Obrig. Obrig. Obrig. Rej. Facult. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. Pág. Rej. Rej.4. A aplicação deverá validar os campos cUF e versaoDados. 291 292 293 Rej.Certificado de AC revogado . 55 / 136 . D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 b) Validação do Certificado Digital utilizado na Assinatura Validação do Certificado Digital utilizado na Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic.3) E04 Verifica Cadeia de Certificação: .6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. Obrig. Msg 215 404 402 Efeito Rej. Rej.4. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3.7 Validação da Área de Dados a) Validação da Forma da Área de Dados Validação da Mensagem do Pedido de Inutilização de numeração de CT-e.KeyUsage não define "Assinatura Digital" e “Não Recusa” E02 Validade do Certificado (data início e data fim) E03 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. Obrig. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente Facult.3.

Pág. Obrig.Verificar se algum Nro da Faixa de Inutilização atual pertence a uma faixa anterior I08 Acesso BD CTE (Chave: Ano.Verificar Situação Fiscal irregular do Emitente I07 Acesso BD CTE-Inutilização: .Faltam os "Transform Algorithm" previstos na assinatura ("C14N" e "Enveloped") Estas validações são implementadas pelo Schema XML da Signature F02 Valor da assinatura (SignatureValue) difere do valor calculado F03 CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital F04 CNPJ do Certificado Digital difere do CNPJ da Matriz e do CNPJ do Emitente Obrig. Rej Rej. 241 Rej Para cada inutilização de numeração de CT-e homologada é criado um novo protocolo de status para CT-e. Rej. Obrig. Obrig. Obrig Msg 252 250 471 472 224 201 227 Efeito Rej. Nro): . Facult. c) Validação da Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic. 297 213 244 Rej.Chave de acesso do campo ID difere do campo correspondente I05 Acesso Cadastro Contribuinte: . Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Não assinado o atributo "ID" (falta "Reference URI" na assinatura) (*validado também pelo Schema) .Erro no acesso a LCR E06 Certificado de Assinatura revogado E07 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” Obrig. 294 295 Rej.Contribuinte E05 LCR do Certificado de Assinatura: . Obrig.6). F01 Assinatura difere do padrão do Projeto: . I01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service I02 UF do Pedido de inutilização difere da UF do Web Service I02a Ano da Inutilização não pode ser superior ao Ano atual I02b Ano da inutilização não pode ser inferior a 2008 I03 Número da Faixa Inicial maior do que o número Final I04 Quantidade máxima de numeração a inutilizar ultrapassa o limite (1. Obrig. d) Validação das Regras de Negócio da Inutilização de numeração de CT-e Pedido de Inutilização de numeração de CT-e – Regras de Negócios # Regra de Validação Aplic. Obrig. Obrig. Obrig.Falta literal “ID” . com a atribuição de um número de protocolo único (vide item 5.Verificar Emitente não autorizado a emitir CT-e I06 . 296 Rej. Obrig.Falta o endereço da LCR (CRLDistributionPoint) . Série. Rej.Verificar se existe CT-e utilizada na faixa de inutilização solicitada Obrig. Rej. Modelo.000 números) I04a Campo ID inválido . 203 240 256 Rej Rej Rej Obrig. CNPJ Emit.4. Msg 298 Efeito Rej.8 Final do Processamento No caso de homologação da Inutilização retornar o cStat = 102. Rej Rej Rej. Obrig. Rej. Obrig. 4. 56 / 136 .

Descrição/Observação EP01 consSitCTe EP02 versao EP03 tpAmb EP04 xServ EP05 chCTe 4. Dec. Série e Número do CT-e + Código Numérico + DV.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da consulta de protocolo: Schema XML: retConsSitCte_v99. Consulta CT -e Ret Aplicação CT -e Função: serviço destinado ao atendimento de solicitações de consulta da situação atual do CT-e na Base de Dados do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. Tam.xsd # Campo Ele Raiz A E E E Pai EP01 EP01 EP01 EP01 Tipo Ocor. Dec. Método: cteConsultaCT 4.5 Web Service – CteConsulta Protocolo Consulta situação atual da CT -e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteConsulta Consulta CT -e Client CTe Retorno cteConsultaCT Proc.5. Processo: síncrono.Contribuinte 4.99.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo a chave de acesso do CT-e.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .xsd # Campo Ele Raiz A E Pai ER01 ER01 Tipo Ocor. N N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-4 1 9 44 2 TAG raiz Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 .5. 57 / 136 . N N 1-1 1-1 1-4 1 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação ER01 retConsSitCTe ER02 versao ER03 tpAmb Pág. Tam.Homologação Serviço solicitado ‘CONSULTAR’ Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo. Schema XML: consSitCte_v99.99.

Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

ER04 verAplic ER05 cStat ER06 xMotivo ER07 cUF ER08 protCTe

E E E E

ER01 ER01 ER01 ER01

C N C N xml

1-1 1-1 1-1 1-1 0-1

1-20 3 1-255 2 -

Versão do Aplicativo que processou a consulta Código do status da resposta. Descrição literal do status da resposta. Código da UF que atendeu a solicitação. Protocolo de autorização ou denegação de uso do CT-e (vide item 4.2.2). Informar se localizado um CT-e com cStat = 100 (uso autorizado) ou 110 (uso denegado). Protocolo de homologação de cancelamento de CT-e (vide item 4.3.2). Informar se localizado um CT-e com cStat = 101 (cancelado).

CG ER01

ER09 retCancCTe

CG ER01

xml

0-1

-

4.5.3

Descrição do Processo de Web Service

Este método será responsável por receber as solicitações referentes à consulta de situação de conhecimento de transportes eletrônicos enviados para as Secretarias de Fazendas Estaduais. Seu acesso é permitido apenas pela chave única de identificação do conhecimento de transporte. O aplicativo do contribuinte envia a solicitação para o Web Service da Secretaria de Fazenda Estadual. Ao receber a solicitação a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual processará a solicitação de consulta, validando a Chave de Acesso do CT-e, e retornará mensagem contendo a situação atual do CT-e na Base de Dados e o respectivo Protocolo (mensagem de Autorização de uso, Denegação de uso ou Homologação de Cancelamento). Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem.

4.5.4

Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL)

#

Regra de Validação

Crítica Obrig.

Msg 280

Efeito Rej.

A01 Certificado de Transmissor Inválido: - Certificado de Transmissor inexistente na mensagem - Versão difere "3" - Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) - KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: - Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ - Certificado de AC revogado - Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor - Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) - LCR indisponível - LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2.16.76.1.3.3)

Obrig. Obrig.

281 283

Rej. Rej.

Obrig.

286

Rej.

Obrig. Obrig. Obrig.

284 285 282

Rej. Rej. Rej.

As validações de A01, A02, A03, A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL, mas pode

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ.

4.5.5

Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service

#

Regra de Validação

Aplic. Obrig. Facult. Obrig. Obrig.

Msg 214 243 108 109

Efeito Rej. Rej. Rej. Rej.

B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão

A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. Caso isto ocorra, a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex.: controle no firewall). No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo, teremos a devolução da mensagem de erro 214. No momento do recebimento da mensagem no Web Service, a critério de cada unidade federada, poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado, deverão implementar as validações 108 e 109. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado.

4.5.6

Validação das informações de controle da chamada ao Web Service

Validação das informações de controle da chamada ao Web Service
# Regra de Validação Aplic. Facult. Obrig. Obrig. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. Rej. Rej. Rej. Rej. Rej. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUF é atendida pelo WebService

C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente Facult. C06 Versão dos Dados não suportada Obrig.

A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3.4.1). A aplicação deverá validar os campos cUF e versaoDados, rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service.

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

4.5.7

Validação da Área de Dados

a) Validação da Forma da Área de Dados
Validação da Mensagem do Pedido de Consulta de situação de CT-e. # Regra de Validação Aplic. Obrig. Obrig. Obrig. Msg 215 404 402 Efeito Rej. Rej. Rej. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8

b) Validação das Regras de Negócio da Consulta CT-e A seguir são realizadas as seguintes validações:
Validação do Pedido de Consulta de situação de CT-e – Regras de Negócio # Regra de Validação Aplic. Obrig. Obrig. Obrig. Obrig. Msg 252 226 236 217 216 Efeito Rej. Rej. Rej. Rej. Rej. J01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service J02 UF da Chave de Acesso difere da UF do Web Service J03 Validar DV da Chave de Acesso J04 Acesso BD CTE (Chave: Ano, CNPJ Emit, Modelo, Série, Nro): - Verificar se CT-e não existe

J05 - Verificar se campo “Código Numérico” informado na Chave de Acesso Obrig. é diferente do existente no BD

4.5.8

Final do Processamento

No processamento do pedido de consulta de status de CT-e pode resultar em uma mensagem de erro, caso o CT-e não seja localizado. Ou, caso localizado, retornar a situação atual do CT-e consultado, retornando o cStat com um dos valores, 100 (“Autorizado o Uso do CT-e”), 101 (“Cancelamento de CT-e homologado”), 110 (“Uso Denegado”) e também o respectivo protocolo de autorização de uso/denegação de uso ou homologação de cancelamento.

Pág. 60 / 136

Tam.6 Web Service – CteStatusServico Consulta Status do Serviço Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteStatusServico Consulta Status Client CTe Retorno cteStatusServicoCT Proc.Homologação Versão do Aplicativo que processou a consulta Código do status da resposta.99. Schema XML: consStatServ_v99. Descrição literal do status da resposta. Método: cteStatusServicoCT 4. Dec.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .6. Dec.Contribuinte 4. Tam. 61 / 136 .6.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da consulta do status do serviço: Schema XML: retconsStatServ _v99. Ret Consulta Status Aplicação CT -e Função: serviço destinado à consulta do status do serviço prestado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. FR01 retConsStatServ FR02 versao FR03 tpAmb FR04 verAplic FR05 cStat FR06 xMotivo Pág.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML para a consulta do status do serviço. N N C 1-1 1-1 1-1 1-4 1 6 2 TAG raiz Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 . N N C N C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-4 1 1-20 3 1-60 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 .Homologação Serviço solicitado ‘STATUS’ Descrição/Observação FP01 consStatServ FP02 versao FP03 tpAmb FP04 xServ 4.xsd # Campo Ele Raiz A E E Pai FP01 FP01 FP01 Tipo Ocor.99.xsd # Campo Ele Raiz A E E E E Pai FR01 FR01 FR01 FR01 FR01 Tipo Ocor. Processo: síncrono.

Versão difere "3" . no formato AAA-MMDDTHH:MM:SS Informações adicionais para o Contribuinte FR09 tMed FR10 dhRetorno E E FR01 FR01 N D 0-1 0-1 1-4 - FR11 xObs E FR01 C 0-1 1-255 4. Obrig.LCR indisponível . deverá aguardar um tempo mínimo de 3 minutos entre uma consulta e outra.3 Descrição do Processo de Web Service Este método será responsável por receber as solicitações referentes à consulta do status do serviço do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. e retornará mensagem contendo a status do serviço. A02. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. O aplicativo do contribuinte envia a solicitação para o Web Service da Secretaria de Fazenda Estadual. Obrig. Rej. As validações de A01. 281 283 Rej. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. Obrig.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . 4. 286 Rej. A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. Obrig. Pág.3. evitando sobrecarga desnecessária dos servidores da SEFAZ.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem . A empresa que construir aplicativo que se mantenha em permanente "loop" de consulta a este Web Service.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . 62 / 136 . Rej.6.KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig.6. A03.16. Msg 280 Efeito Rej.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) .1.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ .Contribuinte FR07 cUF FR08 dhRecbto E E FR01 FR01 N D 1-1 1-1 2 - Código da UF que atendeu a solicitação Data e hora de recebimento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora do recebimento do Pedido.3) Obrig. Preencher com data e hora previstas para o retorno do Web Service. A01 Certificado de Transmissor Inválido: . 284 285 282 Rej. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ. Obrig. Ao receber a solicitação a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual processará a solicitação de consulta. Tempo médio de resposta do serviço (em segundos) dos últimos 5 minutos. Rej.Certificado de AC revogado .76.

Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. 4.4. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). A aplicação deverá validar os campos cUF e versaoDados. Rej. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult.6 Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. Obrig.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Facult. Rej. O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. Rej. Rej.: controle no firewall). Caso isto ocorra. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3. Rej. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. Obrig. Obrig. deverão implementar as validações 108 e 109.5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic.1). poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. Rej. Facult.7 Validação da Área de Dados a) Validação da Forma da Área de Dados Pág.6. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados.6. a critério de cada unidade federada. Obrig. No momento do recebimento da mensagem no Web Service. Rej. teremos a devolução da mensagem de erro 214. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUF é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. Rej. 63 / 136 .6. rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. Obrig.Contribuinte 4. 4. Obrig.

Obrig. “modificação de versão do aplicativo”. Obrig. códigos de situação 107 (“Serviço em Operação”). A critério da UF o campo xObs pode ser utilizado para fornecer maiores informações ao contribuinte. Rej.Contribuinte Validação da Mensagem da Consulta de Status de Serviço # Regra de Validação Aplic. etc. 108 (“Serviço Paralisado Momentaneamente”) e 109 (“Serviço Paralisado sem Previsão”). K01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service K03 Verifica se o Servidor de Processamento está Paralisado Momentaneamente K04 Verifica se o Servidor de Processamento está Paralisado sem Previsão 4. 64 / 136 . como por exemplo: “manutenção programada”.8 Final do Processamento O processamento do pedido de consulta de status de Serviço pode resultar em uma mensagem de erro ou retornar a situação atual do Servidor de Processamento. Obrig. Obrig. Msg 215 404 402 Efeito Rej. “previsão de retorno”. Obrig.6.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Msg 252 108 109 Efeito Rej. Pág. Rej. Obrig. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 b) Validação das Regras de Negócios da Consulta Status de Serviço do CT-e Validação do Pedido de Consulta de Status de Serviço – Regras de Negócios # Regra de Validação Aplic.

Ao receber a solicitação a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual processará a solicitação de consulta. Importante ressaltar que este Web Service não tem a mesma disponibilidade dos demais Web Services do CT-e. 65 / 136 .Contribuinte 4.2 Onde obter as definições deste Web Service As definições do Web Service de Consulta Cadastro foram centralizadas no manual da Nota Fiscal Eletrônica.3 do certificado digital utilizado na conexão SSL. A identificação da empresa solicitante do serviço será realizada através do CNPJ contido na extensão otherName – OID=2. Consulta Cadastro Client NFe consultaCadastro Consulta Ret Retorno Cadastro de Contribuintes Função: Serviço para consultar o cadastro de contribuintes do ICMS de uma unidade federada.1.gov. Pág.fazenda. validando o argumento de pesquisa informado (CNPJ ou CPF ou IE).1 Descrição do Processo de Web Service Este Web Service oferece a consulta pública do cadastro de contribuintes do ICMS de uma unidade federada. A UF que oferecer o Web Service deverá verificar se o CNPJ da empresa solicitante consta do cadastro nacional de emissores de Documentos Fiscais eletrônicos .76. Para informações mais detalhadas consultar o Manual de Integração do Contribuinte da NF-e. e retornará mensagem contendo a situação cadastral atual do contribuinte no cadastro de contribuintes do ICMS. Método: consultaCadastro 4.3. sendo obrigatório para as UFs que autorizam a emissão de qualquer espécie de Documento Fiscal eletrônico . Processo: síncrono.DF-e. em razão disto.7.16.DF-e.nfe. sugerimos que este serviço não seja implementado dentro do fluxo normal de emissão do CT-e e sim como um serviço alternativo.7. 4.7 Web Service – CadConsultaCadastro Consulta Cadastro Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CadConsultaCadastro Proc . Apenas as empresas autorizadas a emitir Documentos Fiscais eletrônicos poderão utilizar este serviço.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . O Web Service poderá ser oferecido por qualquer UF. disponível em http://www. O aplicativo do contribuinte envia a solicitação para o Web Service da Secretaria de Fazenda Estadual.br .

7. 66 / 136 . Pág. item 3. Para maiores informações consultar o Manual de Integração do Contribuinte da NF-e.gov. O serviço de consulta cadastro tem a estrutura de chamada da mensagem no padrão composto por uma área de cabeçalho e uma área de dados.4.fazenda.Contribuinte 4.fazenda.3 Onde obter os schemas XML deste Web Service Os schemas XML utilizados pelo Web Service de Consulta Cadastro estão disponíveis no endereço http://www.nfe.br .4 Diferenças na estrutura de chamada do Web Service É importante ressaltar que a estrutura de chamada do Web Service de Consulta Cadastro é diferente da adotada nos Web Services do projeto CT-e.br .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 4. disponível em http://www.gov.7.nfe.

K e L são específicos de cada Web Service existente. D.1. Web Services – Informações Adicionais 5. C. H. E e F são de aplicação geral e aplicadas em todos os Web Services existentes. J.Contribuinte 5.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . I.1 Regras de validação As regras de validação aplicadas nos Web Services estão agrupadas da seguinte forma: Grupo Validação do Certificado Digital utilizada no protocolo SSL Validação da Mensagem XML no serviço assíncrono Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da área de dados da Mensagem XML Validação do Certificado Digital utilizada na Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital Validação do CT-e Validação do Pedido de Cancelamento de CT-e Validação do Pedido de Inutilização de numeração de CT-e Validação do Pedido de Consulta de situação de CT-e Validação do Pedido de Consulta de Status de Serviço Validação do Pedido de Consulta de Cadastro de Contribuintes Aplicação geral geral geral geral geral geral específica específica específica específica específica específica A B C D E F G H I J K L As regras do grupo A. 67 / 136 . as regras do grupo G.1 Tabela de códigos de erros e descrições de mensagens de erros RESULTADO DO PROCESSAMENTO DA SOLICITAÇÃO CÓDIGO 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 128 129 130 131 CÓDIGO Autorizado o uso do CT-e Cancelamento de CT-e homologado Inutilização de número homologado Lote recebido com sucesso Lote processado Lote em processamento Lote não localizado Serviço em Operação Serviço Paralisado Momentaneamente (curto prazo) Serviço Paralisado sem Previsão Uso Denegado Consulta cadastro com uma ocorrência Consulta cadastro com mais de uma ocorrência CT-e anulado pelo emissor CT-e substituído pelo emissor Apresentada Carta de Correção Eletrônica – CC-e CT-e desclassificado pelo Fisco MOTIVOS DE NÃO ATENDIMENTO DA SOLICITAÇÃO 201 202 203 204 Rejeição: O numero máximo de numeração de CT-e a inutilizar ultrapassou o limite Rejeição: Falha no reconhecimento da autoria ou integridade do arquivo digital Rejeição: Emissor não habilitado para emissão do CT-e Rejeição: Existe CT-e já autorizado com a mesma série e número Pág. 5. B.

Contribuinte 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 Rejeição: CT-e está denegado na base de dados da SEFAZ Rejeição: Número de CT-e já está inutilizado na Base de dados da SEFAZ Rejeição: CNPJ do emitente inválido Rejeição: CNPJ do destinatário inválido Rejeição: IE do emitente inválida Rejeição: IE do destinatário inválida Rejeição: IE do substituto inválida Rejeição: Data de emissão CT-e posterior a data de recebimento Rejeição: CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital Rejeição: Tamanho da mensagem excedeu o limite estabelecido Rejeição: Falha no schema XML Rejeição: Chave de Acesso difere da cadastrada Rejeição: CT-e não consta na base de dados da SEFAZ Rejeição: CT-e já está cancelada na base de dados da SEFAZ Rejeição: Circulação da CT-e verificada Rejeição: CT-e autorizada há mais de 60 dias Rejeição: Confirmado a prestação do serviço do CT-e pelo destinatário Rejeição: Protocolo de Autorização de Uso difere do cadastrado Rejeição: CNPJ do transmissor do lote difere do CNPJ do transmissor da consulta Rejeição: A faixa inicial é maior que a faixa final Rejeição: Falha no Schema XML do CT-e Rejeição: Código da UF do Emitente diverge da UF autorizadora Rejeição: Erro na composição do Campo ID Rejeição: Data de Emissão muito atrasada Rejeição: IE do emitente não informada Rejeição: IE do emitente não cadastrada Rejeição: IE do emitente não vinculada ao CNPJ Rejeição: IE do destinatário não informada Rejeição: IE do destinatário não cadastrada Rejeição: IE do destinatário não vinculada ao CNPJ Rejeição: Inscrição SUFRAMA inválida Rejeição: Chave de Acesso com dígito verificador inválido Rejeição: CPF do destinatário inválido Rejeição: Cabeçalho .Irregularidade Fiscal do Emitente Rejeição: Um número da faixa já foi utilizado Rejeição: Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header Rejeição: XML Mal Formado Rejeição: CNPJ do Certificado Digital difere do CNPJ da Matriz e do CNPJ do Emitente Rejeição: CNPJ Emitente não cadastrado Rejeição: CNPJ Destinatário não cadastrado Rejeição: Sigla da UF do Emitente diverge da UF autorizadora Rejeição: UF do Recibo diverge da UF autorizadora Rejeição: UF da Chave de Acesso diverge da UF autorizadora Rejeição: UF diverge da UF autorizadora Rejeição: UF/Município destinatário não pertence a SUFRAMA Rejeição: Ambiente informado diverge do Ambiente de recebimento Rejeição: Digito Verificador da chave de acesso composta inválida Rejeição: CT-e referenciado não informado para CT-e complementar Rejeição: Informado mais de um CT-e referenciado para CT-e complementar Rejeição: Um número de CT-e da faixa já está inutilizado na Base de dados da SEFAZ Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 68 / 136 .Versão do arquivo XML não suportada Rejeição: Cancelamento/Inutilização .Versão do arquivo XML superior a Versão vigente Rejeição: Cabeçalho .

69 / 136 .erro Cadeia de Certificação Rejeição: Certificado Transmissor revogado Rejeição: Certificado Transmissor difere ICP-Brasil Rejeição: Certificado Transmissor erro no acesso a LCR Rejeição: Código da UF informada diverge da UF solicitada Rejeição: Certificado Assinatura inválido Rejeição: Certificado Assinatura Data Validade Rejeição: Certificado Assinatura sem CNPJ Rejeição: Certificado Assinatura .Contribuinte 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 401 402 404 405 406 407 408 409 410 411 Rejeição: Solicitante não habilitado para emissão do CT-e Rejeição: CNPJ da consulta inválido Rejeição: CNPJ da consulta não cadastrado como contribuinte na UF Rejeição: IE da consulta inválida Rejeição: IE da consulta não cadastrada como contribuinte na UF Rejeição: UF não fornece consulta por CPF Rejeição: CPF da consulta inválido Rejeição: CPF da consulta não cadastrado como contribuinte na UF Rejeição: Sigla da UF da consulta difere da UF do Web Service Rejeição: Série utilizada não permitida no Web Service Rejeição: CT-e Complementar referencia uma CT-e inexistente Rejeição: CT-e Complementar referencia outro CT-e Complementar Rejeição: CNPJ Emitente do CT-e Complementar difere do CNPJ do CT complementado Rejeição: Código Município do Fato Gerador: dígito inválido Rejeição: Código Município do Fato Gerador: difere da UF do emitente Rejeição: Código Município do Emitente: dígito inválido Rejeição: Código Município do Emitente: difere da UF do emitente Rejeição: Código Município do Destinatário: dígito inválido Rejeição: Código Município do Destinatário: difere da UF do Destinatário Rejeição: Código Município do Local de Retirada: dígito inválido Rejeição: Código Município do Local de Retirada: difere da UF do Local de Retirada Rejeição: Código Município do Local de Entrega: dígito inválido Rejeição: Código Município do Local de Entrega: difere da UF do Local de Entrega Rejeição: Certificado Transmissor inválido Rejeição: Certificado Transmissor Data Validade Rejeição: Certificado Transmissor sem CNPJ Rejeição: Certificado Transmissor .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .erro Cadeia de Certificação Rejeição: Certificado Assinatura revogado Rejeição: Certificado Assinatura difere ICP-Brasil Rejeição: Certificado Assinatura erro no acesso a LCR Rejeição: Assinatura difere do calculado Rejeição: Assinatura difere do padrão do Projeto Rejeição: XML da área de cabeçalho com codificação diferente de UTF-8 Rejeição: CPF do remetente inválido Rejeição: XML da área de dados com codificação diferente de UTF-8 Rejeição: Uso de prefixo de namespace não permitido Rejeição: Código do país do emitente: dígito inválido Rejeição: Código do país do destinatário: dígito inválido Rejeição: O CPF só pode ser informado no campo emitente para o CT-e avulso Rejeição: Lote com CT-e de diferentes UF Rejeição: Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header Rejeição: UF informada no campo cUF não é atendida pelo WebService Rejeição: Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header Pág.

Contribuinte 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 Rejeição: Código de Município de término da prestação: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de término da prestação Rejeição: CNPJ do remetente inválido Rejeição: CPF do remetente inválido Rejeição: Código de Município de localização remetente: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização remetente Rejeição: IE do remetente inválida Rejeição: CNPJ remetente não cadastrado Rejeição: IE do remetente não cadastrada Rejeição: IE do remetente não vinculada ao CNPJ Rejeição: Código de Município de localização destinatário: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização destinatário Rejeição: CNPJ destinatário não cadastrado Rejeição: IE do destinatário não cadastrada Rejeição: IE do destinatário não vinculada ao CNPJ Rejeição: CNPJ do expedidor inválido Rejeição: CPF do expedidor inválido Rejeição: Código de Município de localização expedidor: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização expedidor Rejeição: IE do expedidor inválida Rejeição: CNPJ expedidor não cadastrado Rejeição: IE do expedidor não cadastrada Rejeição: IE do expedidor não vinculada ao CNPJ Rejeição: CNPJ do recebedor inválido Rejeição: CPF do recebedor inválido Rejeição: Código de Município de localização do recebedor: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização recebedor Rejeição: IE do recebedor inválida Rejeição: CNPJ recebedor não cadastrado Rejeição: IE do recebedor não cadastrada Rejeição: IE do recebedor não vinculada ao CNPJ Rejeição: CNPJ do tomador inválido Rejeição: CPF do tomador inválido Rejeição: Código de Município de localização tomador: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização tomador Rejeição: IE do tomador inválida Rejeição: CNPJ tomador não cadastrado Rejeição: Código de Município de início da prestação: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de início da prestação Rejeição: O lote contém CT-e de mais de um estabelecimento emissor Rejeição: Grupo de CT-e normal não informado para CT-e normal Rejeição: Grupo de CT-e complementar não informado para CT-e complementar Rejeição: Não informado os dados do remetente indicado como tomador do serviço Rejeição: Não informado os dados do expedidor indicado como tomador do serviço Rejeição: Não informado os dados do recebedor indicado como tomador do serviço Rejeição: Não informado os dados do destinatário indicado como tomador do serviço Rejeição: informação do modal rodoviário não informado Rejeição: informação do modal aéreo não informado Rejeição: informação do modal aquaviário não informado Rejeição: informação do modal ferroviário não informado Rejeição: informação do modal dutoviário não informado Rejeição: Remetente deve ser informado para tipo de serviço diferente de redespacho intermediário Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 70 / 136 .

Contribuinte 470 471 472 473 474 475 476 477 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500 501 502 503 505 510 511 512 550 551 552 553 554 555 556 557 558 559 560 561 562 Rejeição: Destinatário deve ser informado para tipo de serviço diferente de redespacho intermediário Rejeição: Ano de inutilização não pode ser superior ao Ano atual Rejeição: Ano de inutilização não pode ser inferior a 2008 Rejeição: Tipo Autorizador do Recibo diverge do Órgão Autorizador Rejeição: Expedidor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermédiario Rejeição: Recebedor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermédiario Rejeição: O tomador do serviço no tipo de serviço normal não pode ser o expedidor Rejeição: O tomador do serviço no tipo de serviço normal não pode ser o recebedor Rejeição: IE do tomador não cadastrada Rejeição: IE do tomador não vinculada ao CNPJ Rejeição: CT-e referenciado é CT-e complementar Rejeição: Código de Município de emissão: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de emissão Rejeição: Processo de emissão informado inválido Rejeição: CT-e possui Carta de Correção Rejeição: Grupo CT-e de Anulação não informado para o CT-e de Anulação Rejeição: CT-e objeto da anulação inexistente Rejeição: CT-e objeto da anulação deve estar com a situação autorizada (não pode estar cancelado ou denegado) Rejeição: CT-e de anulação deve ter tipo de emissão = normal Rejeição: CT-e objeto da anulação deve ter finalidade = 0 (normal) Rejeição: Data de emissão do CT-e de Anulação deve ocorrer em até 60 dias Rejeição: CT-e de anulação deve ter o valor do ICMS e de pretação iguais ao CT-e original Rejeição: CT-e Susbtituto deve ter tipo de emissão = normal Rejeição: Grupo CT-e de Substituição não informado para o CT-e de Substituição Rejeição: CNPJ do emitente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: CNPJ do remetente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: CNPJ do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: O CNPJ do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CTe substituído Rejeição: O CNPJ do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CTe substituído Rejeição: O CNPJ do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do emitente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do remetente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A UF de início de prestação deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A UF de fim de prestação deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: O valor da prestação do serviço deve ser menor ou igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: O valor do ICMS do CT-e subsituto deve ser menor ou igual ao informado no Pág. 71 / 136 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .

xml”. Recomendamos que o campo xMotivo da mensagem de erro para o código 999 seja informado com a mensagem de erro do aplicativo ou do sistema que gerou a exceção não prevista. Pedido de Cancelamento de CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-ped-can.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Recomendamos a não utilização de caracteres especiais ou acentuação nos textos das mensagens de erro. 2. Resultado do Processamento do Lote de CT-e: O nome do arquivo será o número do recibo com extensão “-pro-rec.: 1. 5. Recibo: O nome do arquivo será o número do lote com extensão “-rec.xml”. Pág. Envio de Lote de CT-e: O nome do arquivo será o número do lote com extensão “-envlot. Denegação de Uso: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-den.xml”.Contribuinte 563 564 565 566 567 568 569 570 571 572 573 574 575 576 999 CÓDIGO CT-e substituído Rejeição: A anulação de um CT-e deve ocorrer no prazo máximo de 60 contados da data de emissão do CT-e objeto de Substituição Rejeição: O CT-e de anulação não pode ser cancelado Rejeição: O CT-e só pode ser anulado pelo emitente Rejeição: CT-e objeto da anulação não pode ter sido anulado anteriormente Rejeição: CT-e objeto da anulação não pode ter sido substituído anteriormente Rejeição: CT-e a ser substituído inexistente Rejeição: CT-e a ser substituído deve estar com a situação autorizada (não pode estar cancelado ou denegado) Rejeição: CT-e a ser substituído não pode ter sido substituído anteriormente Rejeição: CT-e a ser substituído deve ter finalidade = 0 (normal) Rejeição: CT-e de anulação informado no grupo “Tomador não é contribuinte do ICMS” inexistente Rejeição: CT-e de anulação informado no grupo “Tomador não é contribuinte do ICMS” deve ter finalidade=2(Anulação) Rejeição: Vedado o cancelamento de CT-e do tipo substituto (tipo=3) Rejeição: Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Anulação associado Rejeição: Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Substituição associado Rejeição: Erro não catalogado (informar a mensagem de erro capturado no tratamento da exceção) MOTIVOS DE DENEGAÇÃO DE USO 301 302 303 304 305 306 Uso Denegado : Irregularidade fiscal do emitente Uso Denegado : Irregularidade fiscal do remetente Uso Denegado : Irregularidade fiscal do destinatário Uso Denegado : Irregularidade fiscal do expedidor Uso Denegado : Irregularidade fiscal do recebedor Uso Denegado : Irregularidade fiscal do tomador OBS.xml”. Pedido do Resultado do Processamento do Lote de CT-e: O nome do arquivo será o número do recibo com extensão “-ped-rec.2 Padrão de nomes para os arquivos Visando facilitar o processo de guarda dos arquivos pelos legítimos interessados. 72 / 136 .xml”.xml”. foi criado um padrão de nome para os diversos tipos de arquivos utilizados pelo sistema CT-e. São eles: • • • • • • • CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-cte.xml”.

Alguns destes caracteres podem aparecer especialmente nos campos de Razão Social. Para resolver o problema. “ (aspas). &#39. Ex. Endereço e Informação Adicional. DIAS LTDA no XML para não afetar o funcionamento do "parser". & (e-comercial). Alguns caracteres afetam o funcionamento deste “parser”.xml”. &gt. não podendo aparecer no texto de uma forma não controlada. Pedido de Consulta Situação Atual do CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-ped-sit.3 Tratamento de caracteres especiais no texto de XML Todos os textos de um documento XML passam por uma análise do “parser” específico da linguagem.xml”. Pedido de Inutilização de Numeração: O nome do arquivo será composto por: UF + Ano de inutilização + CNPJ do emitente + Modelo + Série + Número Inicial + Número Final com extensão “-ped-inu.xml”. caractere < > & " ' seqüência de escape &lt. &quot. 5. Situação Atual do CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-sit. < (sinal de menor). a denominação: DIAS & DIAS LTDA deve ser informada como: DIAS &amp.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte • • • • • • • Cancelamento de CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-can. 5.xml”. representados da seguinte forma: Código da UF Quantidade de AAMM da emissão 04 CNPJ do Emitente 14 Modelo 02 Série 03 Número do CT-e 09 Código Numérico 09 DV 01 02 Pág. Os caracteres que afetam o “parser” são: • • • • • > (sinal de maior).xml”. 73 / 136 . &amp.xml”.4 Chave de Acesso do CT-e A Chave de Acesso do Conhecimento de Transporte Eletrônico é representada por uma sequência de 44 caracteres numéricos. Inutilização de Numeração: O nome do arquivo será composto por: Ano de inutilização + CNPJ do emitente + Modelo + Série + Número Inicial + Número Final com extensão “inu. O padrão de nomenclatura também facilitará o aplicativo visualizador do CT-e. ‘ (sinal de apóstrofe). Status do Serviço: O nome do arquivo será: “AAAAMMDDTHHMMSS” do momento da consulta com extensão “-sta. é recomendável o uso de uma seqüência de “escape” em substituição ao respectivo caractere. Pedido de Consulta do Status do Serviço: O nome do arquivo será: “AAAAMMDDTHHMMSS” do momento da consulta com extensão “-ped-sta.xml”.

Número do Documento Fiscal cCT .2. 12 posições numéricas seqüenciais. CÁLCULO DO DÍGITO VERIFICADOR DA CHAVE DE ACESSO DO CT-e O dígito verificador da chave de acesso do CT-e é baseado em um cálculo do módulo 11.Código Numérico que compõe a Chave de Acesso cDV .Série do Documento Fiscal nCT . 4=SEFAZ VIRTUAL-AN). 5.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .7.Contribuinte caracteres A Chave de Acesso da do Conhecimento de Transporte Eletrônico não existe como a sequência acima descrita no leiaute do CT-e. Exemplo: consideremos que a chave de acesso tem a seguinte seqüência de caracteres: A B C CHAVE DE ACESSO PESOS PONDERAÇÃO (A*B) 5 2 0 6 0 4 3 3 0 0 9 9 1 1 0 0 2 5 0 6 5 5 0 1 2 0 0 0 0 0 0 7 8 0 0 2 6 7 3 0 1 6 1 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 20 6 0 54 0 28 18 15 0 0 18 81 8 7 0 0 8 15 0 54 40 35 0 5 8 0 0 0 0 0 0 35 32 0 0 18 48 49 18 0 4 18 2 Somatória das ponderações = 644 Dividindo a somatória das ponderações por 11 teremos.5 Número do Recibo de Lote O número do Recibo do Lote deve ser gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual.3. Pág. 3=SEFAZ VIRTUAL. .Modelo do Documento Fiscal serie .Ano e Mês de emissão do CT-e CNPJ .(resto da divisão) Quando o resto da divisão for 0 (zero) ou 1 (um).6. O módulo 11 de um número é calculado multiplicando-se cada algarismo pela seqüência de multiplicadores 2.Dígito Verificador da Chave de Acesso O Dígito Verificador (DV) irá garantir a integridade da chave de acesso. Como o dígito verificador DV = 11 . 2=Contingência SCAN RFB.Código da UF do emitente do Documento Fiscal AAMM .CNPJ do emitente mod .6 = 5 Neste caso o DV da chave de acesso do CT-e é igual a "5". portando 11 .(resto da divisão). A somatória dos resultados das ponderações dos algarismos é dividida por 11 e o DV (dígito verificador) será a diferença entre o divisor (11) e o resto da divisão: DV = 11 .8. 1 posição com o Tipo de Autorizador (0 ou 1=SEFAZ normal. posicionados da direita para a esquerda... 74 / 136 . 644 /11 = 58 restando 6.4.3. com a seguinte regra de formação: • • • 2 posições com o Código da UF onde foi entregue o lote (codificação do IBGE). devendo ser composta pelos seguintes campos que se encontram dispersos no leiaute do CT-e (vide Anexo I): • • • • • • • • cUF . protegendo-a principalmente contra digitações erradas.5. o DV deverá ser igual a 0 (zero).9. valor este que deverá compor a chave de acesso totalizando a uma seqüência de 44 caracteres.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 2 posições para o código da UF do IBGE. 2= Contingência SCAN . O tempo médio de resposta é a média dos tempos médios de processamento de um CT-e dos últimos 5 minutos. sendo utilizada por todos os Web Service que precisam atribuir um número de protocolo para o resultado do processamento. As frações de segundos serão arredondados para cima. 2 posições para ano.RFB. denegação de uso. 10 posições para o seqüencial no ano. Caso o tempo médio de resposta fique abaixo de 1 (um) segundo. 3=SEFAZ VIRTUAL. Pág. A geração do número de protocolo deverá ser única. O tempo médio de processamento de um CT-e é obtido pela divisão do tempo decorrido entre o recebimento da mensagem e o momento de armazenamento da mensagem de processamento do lote pela quantidade de CT-e existentes no lote. 5. cancelamento de CT-e e inutilização de numeração de CT-e.Contribuinte campo Quantidade de caracteres Código da UF 02 Tipo Autorizador 01 seqüencial 12 O projeto utiliza a codificação da UF definida pelo IBGE: Região Norte 11-Rondônia 12-Acre 13-Amazonas 14-Roraima 15-Pará 16-Amapá 17-Tocantins Região Nordeste 21-Maranhão 22-Piauí 23-Ceará 24-Rio Grande do Norte 25-Paraíba 26-Pernambuco 27-Alagoas 28-Sergipe 29-Bahia Região Sudeste 31-Minas Gerais 32-Espírito Santo 33-Rio de Janeiro 35-São Paulo Região Sul 41-Paraná 42-Santa Catarina 43-Rio Grande do Sul Região CentroOeste 50-Mato Grosso do Sul 51-Mato Grosso 52-Goiás 53-Distrito Federal 5. 4=SEFAZ VIRTUAL-AN). A regra de formação do número do protocolo é: 9 Tipo de Autorizador • • • • 9 9 código da UF 9 ano 9 9 9 9 9 9 9 9 9 sequencial de 10 posições 9 9 1 posição com o Tipo de Autorizador (1=SEFAZ normal. o tempo será informado como 1 segundo. 75 / 136 .7 Tempo médio de resposta O tempo médio de resposta é um indicador que mede a performance do serviço de processamento dos lotes dos últimos 5 minutos.6 Número do protocolo O número do protocolo é gerado pelo Portal da Secretaria da Fazenda Estadual ou da Receita Federal do Brasil para identificar univocamente as transações realizadas de autorização de uso.

com 44 posições. O código de barras deverá ser impresso com resolução mínima de 300 dpi. O referido código de barras deverá representar apenas a chave única de acesso do arquivo do conhecimento de transporte eletrônico. a altura da barra não poderá ser inferior a 1.5 cm e nem superior a 2. Chave de acesso do CT-e: representa o conjunto de 44 caracteres da chave de acesso do CTe. bem como a visualização da autorização de uso da mesma.5 cm. a critério de cada unidade federada. DV: dígito verificador da simbologia. Altura da barra: no intuito de propiciar melhor área de leitura. Código de Barra O padrão de código de barras a ser impresso no DACTE é o CODE-128C. a disponibilização do arquivo do CT-e consultado. 76 / 136 . "zona de silêncio" ou "margem de silêncio". Para a impressão do mesmo será considerada a seguinte estrutura de simbolização: Margem clara Start C Chave de acesso do CT-e DV Stop Margem clara Margem Clara: Espaço claro. existente à esquerda e à direita do código para evitar interferência na decodificação da simbologia. devendo ser observada a área reservada no DACTE de 3 x 9 cm. destacamos também o registro do trânsito de mercadorias nos Postos Fiscais e. então teremos: Tamanho do campo chave de acesso = 44 (caracteres) / 2 = 22 (símbolos) Considerando que cada símbolo possui 11 (módulos) * 22 (símbolos) = 242 posições Margem clara = deve ter no mínimo a dimensão de 10 (módulos) * 2 = 20 posições Start C = 11 (módulos) = 11 posições Pág. O conjunto de caracteres representativos do Código de Barras CODE-128C encontra-se no Anexo V deste manual. A impressão do código de barras no DACTE tem a finalidade de facilitar e agilizar a captura da chave de acesso do CT-e para consulta da veracidade da mesma nos portais estaduais e da Receita Federal. Largura da barra: considerando que para cada símbolo da barra são codificados dois caracteres. Dentre outras finalidades do código.Contribuinte 6. Stop: caractere de parada.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . indica o final do código ao leitor óptico. Start C: inicia a codificação dos dados CODE-128C de acordo com o conjunto de caracteres. Com a chave de acesso poderá ser realizada a consulta integral ou resumida de um conhecimento de transporte eletrônico e sua situação. O código de barras deverá representar apenas a chave de acesso do CT-e de 44 posições. A margem clara também é chamada de "área livre". O Start C não representa nenhum caractere. que não contém nenhuma marca legível por máquina.

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DV = 11 (módulos) = 11 posições Stop = 13 (módulos) = 13 posições Tamanho total da simbologia = 242 + 20 + 11 + 11 + 13 = 297 (posições) Largura máxima de cada módulo da barra = 9 cm / 297 (posições) = 0,03 cm

6.1

Cálculo do dígito verificador do CODE-128C

O dígito verificador é baseado em um cálculo do módulo 103 considerando a soma ponderada dos valores de cada um dos dígitos na mensagem que está sendo codificada, incluindo o valor do caractere de início (start). Exemplo: consideremos que a chave de acesso fosse apenas de oito caracteres e contivesse o seguinte número: 09758364
Chave de acesso Seqüência Valor do caractere Valor Ponderado (A X B) START A B C 105 105 09 1 9 9 75 2 75 150 83 3 83 249 64 4 64 256

• • •

Na linha valor do caractere foi incluso o valor 105 que corresponde ao valor do caractere de início (start) para o padrão Code C. Excetuando o caractere de start, os demais valores dos caracteres coincidem com os valores da chave de acesso, isto porque estamos utilizando o padrão Code C de codificação que é exclusivamente numérico. O dígito verificador do código será o resto da divisão da somatória dos valores ponderados dividido por 103 (módulo 103). Assim o dígito verificador será: • Valor da soma ponderada = (1x105)+(1x9)+(2x75)+(3x83)+(4x64) = 769 • 769/103 = 7 resta 48, assim o DV é 48

6.2

Representação simbólica do código

START 09 75 83 64 DV = 48 STOP B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B S B 2 1 1 2 3 2 2 2 1 2 1 3 2 4 1 2 1 1 1 1 4 2 1 2 1 1 1 4 2 2 3 1 3 1 2 1 2 3 3 1 1 1 2

A seqüência de barras está descrita na tabela do Anexo V deste manual. B = barra preta S = espaço ou barra branca A numeração acima indica quantas vezes a barra deverá ser impressa no símbolo.

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7. DACTE
O DACTE é um documento fiscal auxiliar impresso em papel com o objetivo de: a) Acompanhar a prestação do serviço de transporte de mercadorias; b) Colher a firma do destinatário/tomador para comprovação de entrega das mercadorias e/ou prestação de serviços; c) Auxiliar a escrituração do CT-e para tomadores de serviços não emissores de documentos fiscais eletrônicos; O DACTE poderá ser emitido em mais de uma folha, assim um DACTE poderá ter tantas folhas quantas forem necessárias para discriminação das mercadorias, conforme leiaute descrito no Anexo II e III deste manual. O contribuinte poderá utilizar até 50% da área disponível no verso do DACTE. O DACTE emitido no ambiente de homologação deverá conter, em destaque, a frase “SEM VALOR FISCAL”. O número do Protocolo de Autorização de Uso recebido da SEFAZ deverá ser impresso no DACTE.

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8. Contingência
Durante a fase do piloto, exclusivamente em casos de contingência do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual, as empresas emitirão os Conhecimentos de Transporte em formulário contínuo, não sendo necessária a transmissão do arquivo do CT-e após o término da contingência. Para identificar o status operacional do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual, será utilizado o Web Service “cteStatusServico”. Para tempo de resposta, informado pela SEFAZ no retorno da consulta de Status, superior a 3 (três) minutos ou ausência de retorno, caberá à Empresa decidir pela utilização do processo de contingência definido no parágrafo anterior. Também através deste método a Empresa deverá identificar a saída do estado de contingência. Antes de entrar em contingência a Empresa também deverá verificar o status operacional de sua rede interna.

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comportamento e performance de seu sistema de emissão de CT-e no ambiente de homologação. Uma vez aprovados os testes em homologação deve o contribuinte habilitar-se ao ambiente de produção. que deverá avaliar a adequação. A emissão de CT-e no ambiente de produção fica condicionada à prévia aprovação das equipes de TI e de negócios da própria empresa.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . O ambiente de homologação é específico para a realização de testes e integração das aplicações do contribuinte durante a fase de implementação e adequação do sistema de emissão de CT-e do contribuinte. Pág. Ambiente de Homologação / Produção As Secretarias de Fazenda Estaduais deverão manter dois ambientes para recepção de CT-e.Contribuinte 9. 80 / 136 .

nem a distribuição dos CT-e para o destinatário. As formas mais comuns de troca de informações entre as empresas no “comércio eletrônico” (B2B) são: • • • • troca de mensagens em sistema específico. devendo ser apresentada à administração tributária. O emissor do Conhecimento de Transporte eletrônico deve enviar ou disponibilizar o arquivo digital do CT-e para o tomador do serviço. troca de arquivos. troca de mensagens via e-mail. inclusive com os dados da assinatura (Anexo I) Dados do Protocolo de Autorização de Uso (item 4.2. 10.2) Nota: Atualmente. baseado em WEB ou rede privativa. 1-1 1-1 1-1 Tam. seja de forma eletrônica ou por qualquer outro meio que possibilite ao tomador do serviço ter acesso ao arquivo digital. respeitando o sigilo fiscal e o padrão de conteúdo de dados definido neste item. a SEFAZ não está verificando a capacidade das empresas para recepção de documentos de forma eletrônica. Schema XML: procCTe_v99.1 Processo de Distribuição A modalidade tecnológica de intercâmbio do documento eletrônico entre o emissor e receptor deve ser acordada entre ambos. complementada com a informação da Autorização de Uso.xsd # XR01 XR02 XR03 XR04 XR05 XR06 Campo cteProc versao CTe (dados) protCte (dados) Ele Raiz A G G Pai XR01 XR01 XR01 Tipo N Ocor. Descrição/Observação TAG raiz 2 Dados do CT-e. disponibilização de informações em portais. no credenciamento das empresas como emissor de CT-e. que deverá ser mantido para apresentação à administração tributária quando solicitado. 1-4 Dec. 81 / 136 .Contribuinte 10. O DACTE é um Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte eletrônico hábil para acobertar a prestação de serviços de transporte e não substitui o Conhecimento de Transporte eletrônico em nenhuma hipótese.2 Leiaute da Distribuição: CT-e Deverá ser disponibilizado para o destinatário o mesmo conteúdo do CT-e enviada para a SEFAZ. na forma que segue. quando solicitados. com acesso sob demanda e autenticação de acesso. Com a ampliação do processo de emissão de documentos eletrônicos estas implementações previstas no Projeto poderão ser exigidas.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 10. Os tomadores de serviços de transporte não emissores de Documentos Fiscais Eletrônicos poderão escriturar o CT-e com base nas informações contidas no DACTE. Pág. Distribuição do CT-e para o Tomador do Serviço Conforme prevista na cláusula décima do AJUSTE SINIEF 07/05 o emitente e o tomador do serviço deverão manter em arquivo digital os Conhecimentos de Transporte eletrônicos pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.99.

SUFRAMA quando a localidade de fim da prestação de serviço de transporte estiver localizada na área de incentivo fiscal administrada pela SUFRAMA. Carta de Correção do CT-e: Carta de Correção e respectiva confirmação de recepção da Carta de Correção.00-procCancCTe.xml.99)] + “-procInutCTe.xml”.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .xml.1 Processo de Compartilhamento Todos os documentos serão transmitidos para a Receita Federal do Brasil. Exemplo: 143061234567890_v01.99)] + “-cartCorCTe. Exemplo: 143061234567890_v01.6. • Inutilização de numeração de CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99. Compartilhamento de informações do CT-e entre Órgãos Públicos O Protocolo de Cooperação n° 03/2006 – II ENAT de i mplantação do Conhecimento de Transporte Eletrônico prevê o compartilhamento de CT-e entre as administrações tributárias.00-procCTe.xml”.00-procInutCTe. O compartilhamento de documentos entre as SEFAZ e a RFB será realizado através dos Web Services de compartilhamento de Documentos Fiscais Elerônicos. Nota: A composição do Número do Protocolo está descrita no item 5. 11. que disponibilizará o compartilhamento destes documentos para os seguintes órgãos da administração tributária interessados: • • • • UF de início da prestação do serviço de transporte. UF do tomador da prestação do serviço de transporte. Inutilização de numeração de CT-e: Pedido de Inutilização de numeração de CT-e e a respectiva homologação do pedido.Contribuinte 11. • Cancelamento de CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99. seguindo a padronização de nomes de arquivos que segue: • CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99. UF de fim da prestação do serviço de transporte. 82 / 136 .xml.99)] + “-procCancCTe. Cancelamento de CT-e: Pedido de Cancelamento de CT-e e a respectiva homologação do pedido.xml”. • Carta de Correção de CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99. Pág.xml”. O compartilhamento das informações será realizado através do intercâmbio dos seguintes arquivos digitais: • • • • CT-e: Conhecimento de Transporte eletrônico e a respectiva autorização ou denegação de uso.99)] + “-procCTe. Exemplo: 143061234567890_v01.

2 Descrição/Observação TAG raiz Dados do Pedido de Cancelamento (item 4.99. 1-4 Dec. fundações e autarquias. 1-1 1-1 1-1 Tam. inclusive com os dados da assinatura (Anexo I) Dados do Protocolo de Autorização de Uso (item 4.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 1-1 1-1 1-1 Tam. mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação.2) 11.xsd # ZR01 ZR02 ZR03 ZR04 ZR05 ZR06 Campo procInutCTe versao inutCTe (dados) retInutCte (dados) Ele Raiz A G G Pai ZR01 ZR01 ZR01 Tipo N Ocor. 2 Descrição/Observação TAG raiz Dados do Pedido de Inutilização (item 4.99.3 Leiaute de compartilhamento: Cancelamento de CT-e Schema XML: procCancCTe_v99.2) 11.xsd # YR01 YR02 YR03 YR04 YR05 YR06 Campo procCancCTe versao cancCTe (dados) retCancCTe (dados) Ele Raiz A G G Pai YR01 YR01 YR01 Tipo N Ocor.5 Compartilhamento de documentos com outros órgãos públicos O CT-e também poderá ser compartilhado com outros órgãos da administração direita. indireta.4 Leiaute de compartilhamento: Inutilização de Numeração de CT-e Schema XML: procInutCTe_v99.xsd # XR01 XR02 XR03 XR04 XR05 XR06 Campo cteProc versao CTe (dados) protCte (dados) Ele Raiz A G G Pai XR01 XR01 XR01 Tipo N Ocor.3. que necessitem das informações para desempenho de suas atividades.99.4. 1-4 Dec.Contribuinte 11. 83 / 136 . Descrição/Observação TAG raiz 2 Dados do CT-e. Pág.2 Leiaute de compartilhamento: CT-e Schema XML: procCTe_v99.1) Dados da homologação do pedido (item 4.2) 11.1) Dados da homologação do pedido (item 4. 1-1 1-1 1-1 Tam. 1-4 Dec.3.2. respeitado o sigilo fiscal.4.

Reg. indicando que na estrutura hierárquica ele é “filho” do campo “ide” que possui nível = 1. a IE. Abreviações utilizadas nas colunas de cabeçalho do leiaute: # 135 Campo Nível Descrição vBC 3 Valor da Base de Cálculo do ICMS Ele. Tipo Ocorr. b) coluna campo: identificador do nome do campo. d) coluna Ele: Pág. 84 / 136 . a) coluna # : identificador da linha da tabela.Observações importantes para entendimento do Leiaute do CT-e 1. um nome de campo é utilizado para identificar campos diferentes. Observações E N 1-1 13. c) coluna Nível: identificador do nível do campo na estrutura hierárquica no schema XML. Tamanho Domínio Exp. 2 ER23 15 posições. como a nomenclatura dos nomes dos campos foi padronizada. o campo CFOP possui nível = 2. sendo 13 inteiras e 2 decimais. A diferenciação dos campos é realizada considerando as tags de grupo. como por exemplo.Contribuinte Anexo I – Leiaute do CT-e . Por exemplo.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . que pode ser do emitente ou do destinatário.

C – campo alfanumérico. preenchendo-se os zeros não significativos.indica que o campo é um atributo do Elemento anterior. CG . ID – indica que o campo é um ID da XML 1.indica que o campo é um Elemento de Grupo que deriva de uma Escolha (Choice).indica que o campo é um Elemento. Pág.0. tamanhos separados por vírgula indicam que o campo deve ter um dos tamanhos fixos da lista. RC – indica que o campo é uma key constraint (Restrição de Chave) para garantir a unicidade e presença do valor.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte A . 85 / 136 . e) coluna Tipo: N – campo numérico. onde x indica o tamanho mínimo e y o tamanho máximo. f) Coluna Ocorrência: x-y. onde x indica a ocorrência mínima e y a ocorrência máxima. G – indica que o campo é um Elemento de Grupo. devendo-se informar a quantidade de caracteres exigidos. a existência de um único valor indica que o campo tem tamanho fixo. E . g) Coluna tamanho: x-y. D – campo data. CE – indica que o campo é um Elemento que deriva de uma Escolha (Choice).

pois esta decisão depende diretamente da legislação tributária. Reg: demonstra a expressão regular associada a um determinado campo. 86 / 136 . NCM. quando não especificado. EAN. deverá obrigatoriamente ser preenchido. Por exemplo. Tratando-se de operações com o exterior. Nesta coluna é apresentada uma referência. Regras de preenchimento dos campos do Conhecimento de Transporte eletrônico: • • • • • • • • • Campos que representam códigos (CNPJ. O preenchimento de zeros não significativos causa erro de validação do Schema XML. A existência no leiaute/schema de campos de preenchimento opcional não deve ser interpretado como desobrigação de preenchimento. A forma e a obrigatoriedade de preenchimento dos campos do Conhecimento de Transporte Eletrônico estão previstas na legislação aplicável para a operação que se pretende realizar.02. quando ele existir. exemplo “ER27”. No caso das pessoas desobrigadas de inscrição no CNPJ/MF. Os espaços informados no início e no final do campo alfanumérico também devem ser evitados. Pág. sendo que os valores permitidos são listados ao final do leiaute. Por exemplo. sob o título “Expressão Regular”.) devem ser informados com o tamanho fixo previsto. sendo que o conteúdo da expressão regular é listado ao final do leiaute. pois nem todos os serviços de transporte são realizados através de contêiner. Inexistindo conteúdo (valor zero ou vazio) para um campo não obrigatório. deverá ser informado o CPF da pessoa.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . CPF. com uso do ponto decimal para indicar a parte fracionária se existente respeitando-se a quantidade de dígitos prevista no leiaute. exceto nas operações com o exterior. j) O tamanho máximo dos campos Tipo “C”. Significa apenas que existem situações em que o preenchimento de um determinado campo em uma determinada situação não se aplica. é 60 posições. mas. sob o título de “Domínio”. o campo modal pode assumir os valores 01. uma vez que o campo CNPJ é obrigatório não informar o conteúdo deste campo. exemplo “D1”. o número de um contêiner é um campo opcional no leiaute/schema. a TAG deste campo não deverá ser informada no arquivo do CT-e. respeitando o tamanho máximo previsto para o campo e a quantidade de casas decimais. i) coluna Exp. etc. Nesta coluna é apresentada uma referência. As datas devem ser informadas no formato “AAAA-MM-DD”. Os campos numéricos devem ser informados sem o separador de milhar. O uso de caracteres acentuados e símbolos especiais para o preenchimento dos campos alfanuméricos devem ser evitados. 2. CEP.04 e 05. Campos numéricos que representam valores e quantidades são de tamanho variável. sem formatação e com o preenchimento dos zeros não significativos. CST.Contribuinte h) coluna Domínio: indica o conjunto de valores permitidos para um determinado campo.03.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Contribuinte CT-e – Diagrama Simplificado Pág. 87 / 136 .

2 .xsd # 1 2 3 4 5 6 Campo infCte versao Id ide cUF cCT Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.Pago. ER28 Preencher com "0" no caso de série única. com o objetivo de evitar acessos indevidos ao documento.Contribuinte Schema XML: CTe_v99.Reg. Tamanho Domínio Exp. emitido em substituição aos modelos de conhecimentos em papel. 2 . 88 / 136 . a série de contingência com autorização pela SRF deve ser "900" ou superior 11 serie 2 Série do CT-e E N 1-1 1-3 12 13 14 nCT dhEmi tpImp 2 2 2 Número do CT-e Data e hora de emissão do CT-e Formato de impressão do DACTE 1 . 47 ER54 ER50 Ex: "1.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . E E E N C N 1-1 1-1 1-1 1-9 19 1 D4 ER27 ER34 Formato AAAA-MM-DDTHH:MM:DD Pág.A pagar. Código Fiscal de Operações e Prestações Natureza da Operação Forma de pagamento do serviço 0 .outros Modelo do documento fiscal 7 8 9 CFOP natOp forPag 2 2 2 E E E N C N 1-1 1-1 1-1 4 1 .Paisagem. Número aleatório gerado pelo emitente para cada CT-e. Código numérico que compõe a Chave de Acesso.99. 1 .60 1 D5 ER52 ER31 10 mod 2 E C 1-1 2 D2 Utilizar o código 57 para identificação do CT-e.Retrato.03" Informar a chave de acesso do CT-e e precedida do literal "CTe" 0 1 1 1 2 2 Informações do CT-e Versão do leiaute Identificador da tag a ser assinada Identificação do CT-e Código da UF do emitente do CT-e. Observações G A A G E E N N N C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2 9 D1 ER33 Utilizar a Tabela do IBGE.

CT-e Substituto Identificador do processo de emissão do CT-e: 0 .Contribuinte # 15 Campo tpEmis Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.Homologação Tipo do CT-e: 0 .Produção 2 . Informar 'EXTERIOR' para as operações com o exterior.Contingência Digito Verificador da chave de acesso do CT-e 16 cDV 2 E N 1-1 1 ER35 Informar o dígito de controle da chave de acesso do CT-e. através do site do Fisco. 3 . Informar 9999999 para as operações com o exterior. 1 . Tamanho Domínio Exp. 2 .CT-e Normal. Informar 'EX' para operações com o 23 24 xMunEmi UFEmi 2 2 E E C C 1-1 1-1 1 .Reg. Observações E N 1-1 1 D4 2 Forma de emissão do CT-e 1 .emissão de CT-e com aplicativo do contribuinte. Versão do processo de emissão Chave de acesso do CT-e referenciado Código do Município onde o CT-e está sendo emitido Nome do Município onde o CT-e está sendo emitido Sigla da UF onde o CT-e está sendo E N 1-1 1 D4 18 tpCTe 2 E N 1-1 1 D6 19 procEmi 2 E N 1-1 1 D6 20 21 22 verProc refCTE cMunEmi 2 2 2 E E E C N N 1-1 0-1 1-1 1 .emissão de CT-e avulsa pelo Fisco.emissão CT-e pelo contribuinte com aplicativo fornecido pelo Fisco. pelo contribuinte com seu certificado digital. 17 tpAmb 2 Tipo do Ambiente: 1 . que deve ser calculado com a aplicação do algoritmo módulo 11 (base 2.Normal. Utilizar a tabela do IBGE.9) da chave de acesso.emissão de CT-e avulsa.20 44 7 ER31 ER2 ER1 Iinformar a versão do aplicativo emissor de CT-e. 1 .CT-e de Complemento de Valores. 89 / 136 . 2 .CT-e de Anulação de Valores.60 2 D3 ER31 Pág. 2 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 3.

90 / 136 .160 ER31 N 1-1 1 D6 Serão utilizadas as informações contidas Pág. Informar 'EX' para operações com o exterior.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. Informar 'EXTERIOR' para operações com o exterior. 3 .Subcontratação. Tamanho Domínio Exp. ER1 ER31 Utilizar a tabela do IBGE.Normal. Informar 'EXTERIOR' para operações com o exterior. E N 1-1 2 D23 emitido 25 modal 2 Modal: 01-Rodoviário.Reg. 05-Dutoviário Tipo do Serviço: 0 . Informar 'EX' para operações com o exterior.sim.60 2 7 1 . Observações exterior.não Detalhes do retira Indicador do "papel" do tomador do serviço no CT-e Tomador do Serviço: 26 tpServ 2 E N 1-1 1 D6 27 28 29 30 31 32 33 cMunIni xMunIni UFIni cMunFim xMunFim UFFim retira 2 2 2 2 2 2 2 E E E E E E E N C C N C C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 7 1 . Porto ou Estação de Destino? 0 .Redespacho Intermediário Código do Município de início da prestação Nome do Município do início da prestação UF do início da prestação Código do Município de término da prestação Nome do Município do término da prestação UF do término da prestação Indicador se o Recebedor retira no Aeroporto. 2 . 1 . 03-Aquaviário.Redespacho. 1 . Informar 9999999 para operações com o exterior. Informar 9999999 para operações com o exterior. Filial.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 34 35 36 xDetRetira toma03 toma 2 2 3 E CG E C 0-1 1-1 1 .60 2 1 D3 D7 D3 ER1 ER31 Utilizar a tabela do IBGE. 04-Ferroviário. 02-Aéreo.

informar EXTERIOR para operações com o exterior. informar EX para operações com o exterior. Informar os zeros não significativos.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . será informado o CNPJ com zeros.60 7 . 3-Destinatário 37 38 39 toma4 toma CNPJ 2 3 3 Indicador do "papel" do tomador do serviço no CT-e Tomador do Serviço: 4 . informar 9999999 para operações com o exterior.255 1 .60 8 2 D3 ER31 ER46 Informar os zeros não significativos Pág. Informar os zeros não significativos.Reg.12 ER8 ER25 ER31 ER31 ER36 C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 . 91 / 136 . CEP Sigla da UF.60 1 . Observações no respectivo grupo.Outros Número do CNPJ CG E CE N N 1-1 1-1 1-1 1 14 D8 ER7 Obs: Informar os dados castrais do tomador do serviço Em caso de empresa não estabelecida no Brasil. Tamanho Domínio Exp. 1-Expedidor.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 51 52 53 xMun CEP UF 4 4 4 E E E C N C 1-1 0-1 1-1 1 . Nome do município.60 1 . 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 CPF IE xNome xFant fone enderToma xLgr nro xCpl xBairro cMun 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 Número do CPF Inscrição Estadual Razão Social ou Nome Nome Fantasia Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE).Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. conforme indicado pelo conteúdo deste campo 0-Remetente. CE E E E E G E E E E E N C C C N 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 1-1 11 0 . 2-Recebedor.60 1 .14 1 .

Sem data definida Entrega com data definida Tipo de data/período programado para entrega: E C 0-1 1 .15 ER31 Sigla ou código interno da Filial/Porto/Estação/Aeroporto de Passagem Sigla ou código interno da Filial/Porto/Estação/Aeroporto de Destino Código da Rota de Entrega Informações ref.20 ER31 C 0-1 0-n 1 .30 ER31 Texto livre: ENTRGA EXPRESSA.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .10 ER31 ER31 N 1-1 1 D9 69 70 comData tpPer 3 4 CG E N 1-1 1-1 1 D10 Pág. Tamanho Domínio Exp.Reg.15 ER31 Texto REENTREGA. REFATURAMENTO. LOGÍSTICA REVERSA.60 ER30 ER31 Utilizar a tabela do BACEN 4 4 1 2 Código do país Nome do país Dados complementares do CT-e para fins operacionais ou comerciais Característica adicional do transporte 58 xCaracSer 2 Característica adicional do serviço E C 0-1 1 .15 1 .Contribuinte # 54 55 56 57 Campo cPais xPais compl xCaracAd Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.15 ER31 64 65 66 67 68 xDest xRota Entrega semData tpPer 3 3 2 3 4 E E G CG E C C 0-1 0-1 0-1 1-1 1 . a previsão de entrega Entrega sem data definida Tipo de data/período programado para entrega 0. Observações E E G E C N C 0-1 0-1 0-1 0-1 1 . 1-4 1 . etc livre: DEVOLUÇÃO. CONVENCIONAL. EMERGENCIAL. etc 59 60 61 62 63 xEmi fluxo xOrig pass xPass 2 2 3 3 4 Funcionário emissor do CTe Previsão do fluxo da carga Sigla ou código interno da Filial/Porto/Estação/ Aeroporto de Origem E G E G C 0-1 0-1 1 . 92 / 136 .

Sem hora definida Entrega com hora definida 1--No horário. 3-A partir do horário Hora programada Entrega no intervalo de horário definido 4-No intervalo de tempo Hora inicial Hora final Município de origem para efeito de cálculo do frete Município de destino para efeito de cálculo do frete Observações Gerais Campo de uso livre do contribuinte informar o nome do campo no atributo xCampo e o conteúdo do campo no XTexto E CG E E E CG E CG E N N N D D D 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 D10 1 D9 1 10 10 D8 ER32 ER32 Formato AAAA-MM-DD Formato AAAA-MM-DD 10 ER32 Formato AAAA-MM-DD 80 81 82 83 84 85 86 87 88 hProg noInter tphor hIni hFim origCalc destCalc xObs ObsCont 4 3 4 4 4 2 2 2 2 E CG E E E E E E G T 1-1 1-1 8 ER55 Formato HH:MM:SS N T T C C C 1-1 1-1 1-1 0-1 0-1 0-1 0 .40 1 .Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.Reg.10 1 8 8 1 . 93 / 136 .40 1 . 3-A partir da data 71 72 73 74 75 76 77 78 79 dProg noPeriodo tpPer dIni dFim semHora tpHor comHora tpHor 4 3 4 4 4 3 4 3 4 Data programada Entrega no período definido 4-no período Data inicial Data final Entrega sem hora definida 0. Observações 1-Na data. Tamanho Domínio Exp. 2-Até a data. 2-Até o horário.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .2000 D8 ER55 ER55 ER31 ER31 ER31 Formato HH:MM:SS Formato HH:MM:SS Pág.

60 1 . Código do país 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 xCampo xTexto emit CNPJ IE xNome xFant enderEmit xLgr nro xCpl xBairro cMun 3 3 1 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 A E G E E E E G E E E E E C C 1-1 1-1 1-1 1 . CEP Sigla da UF.Contribuinte # 89 90 91 Campo xCampo xTexto ObsFisco Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.20 1 .60 ER31 106 107 108 CEP UF cPais 3 3 3 E E E N C N 0-1 1-1 0-1 8 2 1-4 D3 ER46 Informar zeros não significativos ER30 Utilizar tabela do BACEN Pág. informar EX para operações com o exterior. Nome do município.60 ER5 ER26 ER31 ER31 Informar zeros não significativos C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 .60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 105 xMun 3 E C 1-1 1 .60 1 .60 ER31 ER31 N C C C 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 14 2 . Tamanho Domínio Exp.60 1 . .20 1 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Observações A E G C C 1-1 1-1 0 .10 1 . .Reg. informar EXTERIOR para operações com o exterior. 94 / 136 . informar 9999999 para operações com o exterior.60 1 .160 ER31 ER31 3 3 2 Identificação do campo Conteúdo do campo Campo de uso livre do contribuinte informar o nome do campo no atributo xCampo e o conteúdo do campo no XTexto Identificação do campo Conteúdo do campo Identificação do Emitente do CT-e CNPJ do emitente Inscrição Estadual Razão social ou Nome do emitente Nome fantasia Endereço do emitente Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE).14 1 .

Tamanho Domínio Exp. Nos demais casos deverá sempre ser informado.Reg.60 7 . Informar os zeros não significativos.14 ER8 ER25 115 116 117 118 119 120 121 122 123 xNome xFant fone enderReme xLgr nro xCpl xBairro cMun 2 2 2 2 3 3 3 3 3 Razão social ou nome do remetente Nome fantasia Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE).Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 14 ER7 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil. será informado o CNPJ com zeros. Observações E E G C N 0-1 0-1 0-1 1 .60 7 .255 1 .Contribuinte # 109 110 111 Campo xPais fone rem Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.60 1 .12 ER31 ER36 Poderá não ser informado para os CTe de redespacho intermediário.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 124 xMun 3 E C 1-1 1 . 3 3 1 Nome do país Telefone Informações do Remetente das mercadorias transportadas pelo CT-e 112 CNPJ 2 Número do CNPJ CE N 1-1 113 114 CPF IE 2 2 Número do CPF Inscrição Estadual CE E N C 1-1 1-1 11 0 .60 1 . E E E G E E E E E C C N 1-1 0-1 0-1 1-1 1 .12 ER31 ER31 ER36 C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 . Informar os zeros não significativos. informar 9999999 para operações com o exterior.60 ER31 Pág. 95 / 136 . Caso o remetente não seja contribuinte do ICMS não informar o conteúdo. informar EXTERIOR para operações com o exterior. Informar a IE do remetente ou ISENTO se remetente é contribuinte do ICMS isento de inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS.60 1 . Nome do município.

CFOP da NF ou.20 10 13. 8 2 1-4 1 . 15 posições. 3 ER20 Pág.Contribuinte # 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 Campo CEP UF cPais xPais infNF nRoma nPed serie nDoc dEmi vBC vICMS vBCST vST vProd vNF nCFOP Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.Reg. 96 / 136 . 15 posições. 2 13. 2 4 ER31 ER31 ER31 ER31 ER32 ER23 ER23 ER23 ER23 ER23 ER23 ER52 Formato AAAA-MM-DD 15 posições. 15 posições. 15 posições. 2 13. 2 13. sendo 12 inteiras e 3 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições.20 1 .60 D3 ER30 ER31 Este grupo deve ser informado quando o documento originário for NF Utilizar a tabela do BACEN ER46 Informar os zeros não significativos 3 3 3 3 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 CEP Sigla da UF. sendo 13 inteiras e 2 decimais. na existência de mais de um. Tamanho Domínio Exp.20 1-3 1 . Observações E E E E CG E E E E E E E E E E E E C C C C D N N N N N N N N C N C 0-1 1-1 0-1 0-1 1-n 0-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições. 2 13. Código do país Nome do país Informações das NF Número do Romaneio da NF Número do Pedido da NF Série Número Data de Emissão Valor da Base de Cálculo do ICMS Valor Total do ICMS Valor da Base de Cálculo do ICMS ST Valor Total do ICMS ST Valor Total dos Produtos Valor Total da NF CFOP Predominante 142 nPeso 3 Peso total em Kg E N 0-1 12. 2 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . informar EX para operações com o exterior. predominância pelo critério de valor econômico. sendo 13 inteiras e 2 decimais.

. Informar apenas quando diferente do endereço do remetente.60 7 ER5 ER8 ER31 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 2-9 ER37 PIN atribuído pela SUFRAMA para a operação.60 ER31 154 155 156 157 158 159 UF infNFe chave PIN infOutros tpDoc 4 2 3 3 2 3 E CG E E CG E C 1-1 1-n 2 D3 N N 1-1 0-1 1-n 44 2-9 ER2 ER37 PIN atribuído pela SUFRAMA para a operação.60 1 .60 1 . N 1-1 2 D11 160 161 descOutros nDoc 3 3 E E C 0-1 0-1 1 . informar EXTERIOR para operações com o exterior.Declaração 99 . 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 PIN SUFRAMA Local de retirada constante na NF Número do CNPJ Número do CPF Razão Social ou Nome Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE).20 ER31 Pág. Tamanho Domínio Exp. Observações E G CE CE E E E E E E N N C C C C C N N 0-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 14 11 1 .Reg. informar EX para operações com o exterior. informar 9999999 para operações com o exterior.60 1 . . Informações das NF-e Chave de acesso da NF-e PIN SUFRAMA Informações dos demais documentos Tipo de documento originário 00 . Sigla da UF. 97 / 136 .255 1 . Nome do município.Contribuinte # 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 Campo PIN locRet CNPJ CPF xNome xLgr nro xCpl xBairro cMun Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Outros Descrição quando se tratar de 99-Outros Número 153 xMun 4 E C 1-1 1 .

informar 9999999 para operações com o exterior. 98 / 136 . 3 3 1 2 Data de Emissão Valor do documento Informações do Expedidor da Carga Número do CNPJ 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 CPF IE xNome fone enderExped xLgr nro xCpl xBairro cMun 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 Número do CPF Inscrição Estadual Razão Social ou Nome Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE). informar EX para operações com o exterior.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 176 177 178 179 180 181 xMun CEP UF cPais xPais receb 3 3 3 3 3 1 E E E E E G C N C N C 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 1 . Código do país Nome do país Informações do Recebedor da Carga CE E E E G E E E E E N C C N 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 11 0 .Reg. CEP Sigla da UF. Informar os zeros não significativos. informar EXTERIOR para operações com o exterior.12 ER8 ER25 ER31 ER36 C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 . Informar os zeros não significativos.60 7 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. Nome do município. 2 ER32 ER24 Formato AAAA-MM-DD 15 posições.255 1 .Contribuinte # 162 163 164 165 Campo dEmi vDocFisc exped CNPJ Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 10 13. Observações E E G CE N D N 1-1 0-1 0-1 1-1 14 ER7 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil. Tamanho Domínio Exp.14 1 .60 1 .60 8 2 1-4 1 .60 1 . será informado o CNPJ com zeros.60 D3 ER31 ER46 Informar os zeros não significativos ER30 ER31 Utilizar a tabela do BACEN Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .

60 1 . N 1-1 Pág.60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 193 194 195 196 197 198 199 xMun CEP UF cPais xPais dest CNPJ 3 3 3 3 3 1 2 E E E E E G CE C N C N C 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 1 . Nome do município. informar 9999999 para operações com o exterior. Observações CE N 1-1 14 ER7 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil. será informado o CNPJ com zeros. Código do país Nome do país Informações do Destinatário do CT-e Número do CNPJ CE E E E G E E E E E N C C N 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 11 0 .60 1 .14 1 . Informar os zeros não significativos. Informar os zeros não significativos. Informar os zeros não significativos.60 7 .60 8 2 1-4 1 .12 ER8 ER25 ER31 ER36 C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 .255 1 .Reg. 2 Número do CNPJ 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 CPF IE xNome fone enderReceb xLgr nro xCpl xBairro cMun 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 Número do CPF Inscrição Estadual Razão Social ou Nome Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE).Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .60 D3 ER31 ER46 Informar os zeros não significativos ER30 ER31 Utilizar a tabela do BACEN Só pode ser omitido em caso de redespacho intermediário 14 ER7 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil. 99 / 136 . informar EXTERIOR para operações com o exterior.Contribuinte # 182 Campo CNPJ Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. Tamanho Domínio Exp. CEP Sigla da UF. será informado o CNPJ com zeros. informar EX para operações com o exterior.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . informar EXTERIOR para operações com o exterior. informar 9999999 para operações com o exterior.60 7 .60 8 2 1-4 1 .60 D3 ER31 ER46 Informar os zeros não significativos ER30 ER31 Utilizar a tabela do BACEN Informar apenas quando diferente do endereço do destinatário 14 11 1 . Código do país Nome do país Local de Entrega constante na Nota Fiscal Número do CNPJ Número do CPF Razão Social ou Nome 205 206 207 208 209 210 enderDest xLgr nro xCpl xBairro cMun 2 3 3 3 3 3 G E E E E E C C C C N 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 .60 1 . 2 2 2 2 2 Número do CPF Inscrição Estadual Razão Social ou Nome do remetente Telefone Inscrição na SUFRAMA (Obrigatório nas operações com as áreas com benefícios de incentivos fiscais sob controle da SUFRAMA) Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE).14 1 .60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 211 212 213 214 215 216 217 218 219 xMun CEP UF cPais xPais locEnt CNPJ CPF xNome 3 3 3 3 3 2 3 3 3 E E E E E G CE CE E C N C N C 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 1 . Tamanho Domínio Exp.Reg.60 1 . Nome do município. informar EX para operações com o exterior.60 ER5 ER8 ER31 N N C 1-1 1-1 1-1 Pág. CEP Sigla da UF.12 8-9 ER8 ER25 ER31 ER36 ER38 Informar os zeros não significativos. 100 / 136 .255 1 .Contribuinte # 200 201 202 203 204 Campo CPF IE xNome fone ISUF Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. Observações CE E E E E N C C N N 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 11 0 .

101 / 136 .60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 3 3 3 3 3 Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE).60 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. . 20 .255 1 . informar 9999999 para operações com o exterior. ADEME. Tamanho Domínio Exp. sendo 13 inteiras e 2 decimais.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . SEC/CAT. 2 ER23 15 posições. AGENDAMENTO. . FRETE VALOR. 229 230 231 vRec Comp xNome 2 2 3 Valor a Receber Componentes do Valor da Prestação Nome do componente E G E N 1-1 0-n 13. 40 ICMS isenção. Nome do município. 232 233 234 vComp imp ICMS 3 1 2 Valor do componente Informações relativas aos Impostos Informações relativas ao ICMS E G G N 1-1 1-1 1-1 13.Contribuinte # 220 221 222 223 224 Campo xLgr nro xCpl xBairro cMun Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. informar EXTERIOR para operações com o exterior.60 1 . informar EX para operações com o exterior.ICMS com redução de Base de Cálculo. Pág. 2 ER23 C 1-1 1 .15 ER31 Exxemplos: FRETE PESO. etc 15 posições. Valores da Prestação de Serviço Valor Total da Prestação do Serviço 225 xMun 3 E C 1-1 1 . Pode conter zeros quando o CT-e for de complemento de ICMS 15 posições. Sigla da UF.Reg. 2 ER23 CST do serviço: 00 ICMS Normal. Observações E E E E E C C C C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1 .60 ER31 226 227 228 UF vPrest vTPrest 3 1 2 E G E C 1-1 1-1 2 D3 N 1-1 13.

sendo 3 inteiras e 2 decimais. 248 CST80 3 CG 1-1 Pág.tributação com BC reduzida do ICMS Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS ICMS Isento. 2 13.ICMS diferido Responsabilidade do recolhimento do CG E E E E CG E E E E E CG E N N N N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2 D20 2 3.ICMS pagto atribuído ao tomador ou ao terceiro previsto para substituição tributária. 5 posições.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 2 13.Reg.tributação normal ICMS Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Prestação sujeito à tributação com redução de BC do ICMS classificação tributária do serviço: 20 . 15 posições.ICMS outras situações. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 3 inteiras e 2 decimais.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 81 . Tamanho Domínio Exp. 15 posições. 51 ICMS diferido. 102 / 136 . 15 posições.ICMS devido para outras UF. 2 3. 5 posições. 80 . 2 D19 ER11 ER23 ER10 ER23 5 posições. 51 . 90 . Observações 41 ICMS não tributada. 2 D18 ER23 ER10 ER23 15 posições. 41 . 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 CST00 CST vBC pICMS vICMS CST20 CST pRedBC vBC pICMS vICMS CST45 CST 3 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 3 4 Prestação sujeito à tributação normal do ICMS classificação tributária do serviço: 00 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.ICMS não tributada. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 13. não Tributado ou diferido 40 . 2 3.ICMS isenção. sendo 13 inteiras e 2 decimais.

sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições. 2 13.Reg. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. Observações ICMS atribuído ao tomador ou 3º por ST 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 CST vBC pICMS vICMS vCred CST81 CST pRedBC vBC pICMS vICMS CST90 CST pRedBC vBC pICMS vICMS vCred infAdFisco 4 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 4 2 90 . 2 3. 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais.ICMS outros Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Valor do Crédito outorgado/Presumido ICMS devido à Outra UF 90 . 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13. 2 3. 2 D21 ER11 ER23 ER10 ER23 5 posições. 15 posições.ICMS outros Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS ICMS Outros 90 . sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 13.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . etc informações 2 3. 2 13. 2 13. 5 posições. complementares. 2 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. Norma referenciada. 2 13. 5 posições. Tamanho Domínio Exp. Pág. 2 D21 ER23 ER10 ER23 ER23 15 posições. 2 3. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13.2000 D21 ER11 ER23 ER10 ER23 ER23 ER31 5 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 3 inteiras e 2 decimais.ICMS outros Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Valor do Crédito Outorgado/Presumido Informações adicionais de interesse do Fisco E E E E E CG E E E E E CG E E E E E E E N N N N N N C N N N N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 0-1 0-1 2 3. 15 posições. 5 posições. 15 posições. 2 13. 15 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 103 / 136 .Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. sendo 3 inteiras e 2 decimais.

13. PESO CUBADO. ER31 Exemplos: PESO BRUTO. Informar a descrição predominante do produto 1 2 3 3 3 3 4 Grupo de informações do CT-e Normal CG e Substituto Informações da Carga do CT-e Valor total da mercadoria Produto predominante Outras características da carga Informações de quantidades da Carga do CT-e Código da Unidade de Medida G E E E G E "FRIA". 01-KG. "Medidas: 12X12X12" 275 tpMed 4 Tipo da Medida E C 1-1 1 .20 276 277 278 279 280 281 282 283 qCarga contQt nCont lacContQt nLacre dPrev docAnt emiDocAnt 4 2 3 3 4 3 2 3 Quantidade Informações dos containers Número do Container Lacres dos containers Número do lacre Data prevista de entrega Documentos de Transporte Anterior Emissor do documento anterior E G E G E E G G N 1-1 0-n 11. PESO AFORADO. sendo 13 inteiras e 2 decimais.30 ER23 ER31 ER31 15 posições.Contribuinte # 268 269 270 271 272 273 274 Campo infCTeNorm infCarga vMerc proPred xOutCat infQ cUnid Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.60 1 . 04-LITROS. CAIXAS e etc 15 posições.Reg. 104 / 136 . Observações 1-1 1-1 N C C 1-1 1-1 0-1 1-n N 1-1 2 D12 00-M3. LITRAGEM. 03-UNIDADE. sendo 11 inteiras e 4 decimais.20 10 ER31 ER32 Formato AAAA-MM-DD Pág. "REFRIGERADA". 2 1 . 4 ER17 N 1-1 0-n 1 . Tamanho Domínio Exp. PESO DECLARADO.20 ER48 C D 1-1 0-1 0-1 1-n 1 . PESO BASE DE CÁLCULO. "GRANEL".Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 02-TON. PESO AFERIDO.

Observações CE N 1-1 14 ER7 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil.outros Série do Documento Fiscal Série do Documento Fiscal Número do Documento Fiscal CE E E E G CG E N C C C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-2 1-n 11 2 .60 D3 ER8 ER26 ER31 N 1-1 2 D24 292 293 294 serie subser nDoc 6 6 6 E E E C C N 1-1 0-1 1-1 1-3 1-2 1 . Tamanho Domínio Exp.Contribuinte # 284 Campo CNPJ Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. será informado o CNPJ com zeros.14 2 1 .Carta de Porte Internacional 11 – Conhecimento Avulso 12-TIF (Transporte Internacional Ferroviário) 99 . Informar os zeros não significativos. Informar os zeros não significativos.Reg. . 4 Número do CNPJ 285 286 287 288 289 290 291 CPF IE UF xNome idDocAnt idDocAntPap tpDoc 4 4 4 4 4 5 6 Número do CPF Inscrição Estadual Sigla da UF.NF Modelo 27 05-Conhecimento Aéreo Nacional 06-CTMC 07-ATRE 08-DTA (Despacho de Transito Aduaneiro) 09-Conhecimento Aéreo Internacional 10 – Conhecimento . informar EX para operações com o exterior.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 105 / 136 . Razão Social ou Nome do expedidor Informações de identificação dos documentos de Transporte Anterior Documentos de transporte anterior em papel Tipo do Documento originário: 00-CTRC 01-CTAC 02-ACT 03 .20 ER31 ER31 ER39 Pág.NF Modelo 7 04 .

Destinatário. 4 . depois da lei 11. Observações E CG E G E N N D 1-1 1-n 1-1 0-n 1-1 1 D13 Dados obrigatórios apenas no modal Rodoviário.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . por exemplo. Formato AAAA-MM-DD 306 dPrev 3 Data prevista para entrega da carga no Recebedor E D 1-1 10 ER32 Pág. 106 / 136 .Remetente. onde é preciso averbar um valor maior.442/07.Emitente do CT-e.Expedidor. Para os demais modais esta informação é opcional. diferente por exemplo.Recebedor. 5 .Contribuinte # 295 296 297 298 299 Campo dEmi idDocAntEle chave seg respSeg Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. mensalmente. Nome da Seguradora Número da Apólice Número da Averbação 300 301 302 xSeg nApol nAver 3 3 3 E E E C C C 0-1 0-1 0-1 1 . pois muitas averbaçoões ocorrem aapós a emissão do CT.20 20 ER31 ER31 ER31 Obrigatório pela lei 11. Tamanho Domínio Exp.Tomador de Serviço. sendo 12 inteiras e 3 decimais. 3 ER19 304 305 rodo RNTRC 2 3 Informações do modal Rodoviário Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga CG E N 1-1 1-1 14 ER5 Registro obrigatório do emitente do CT-e junto à ANTT para exercer a atividade de transportador rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração. 3 . 2 . 1.Reg. quando a mercadoria transportada é isenta de tributos nacionais para exportação. Normalmente igual ao valor declarado da mercadoria. 15 posições.442/07 (RCTRC) Não é obrigatório.30 1 . pois no caso de indenização. 44 ER2 10 ER32 6 5 6 2 3 Data de emissão (AAAA-MM-DD) Documentos de transporte anterior eletrônicos Chave de acesso do CT-e Informações de Seguro da Carga 0. o valor a ser pago será maior 303 vMerc 3 Valor da Mercadoria para efeito de averbação E N 0-1 12.

Sim Contrato de Transporte Rodoviário de Bens Série do CTRB Número do Contrato de Transporte Rodoviário de Bens Ordens de Coleta associados Série da OCC Número da Ordem de coleta Data de emissão da ordem de coleta 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 CTRB serie nCTRB occ serie nOcc dEmi emiOcc CNPJ cInt IE UF fone valePed 3 4 4 3 4 4 4 4 5 5 5 5 5 3 G E E G E E E G C N D N N 0-1 1-1 1-1 0 . Dados só serão informados por empresas de transporte rodoviário e quando o CT-e for de carga lotação.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . e por viagem Também conhecido como Carta Frete ou Vale Frete 1-3 1-6 ER40 ER41 3 Indicador de Lotação 0 .Reg. . informar EX para operações com o exterior. Uso intermo das transportadoras. 5-9 ER31 322 nroRE 4 Número do Certificado do Regime Especial que permite que o Vale Pedágio não seja pago antecipadamente Valor Total dos Vales Pedágio. E C 0-1 323 vTValePed 4 E N 0-1 13.Não.12 D3 ER31 ER5 ER31 ER26 1-3 1-6 10 ER31 ER41 ER32 Formato AAAA-MM-DD Número do CNPJ Código interno de uso da transportadora Inscrição Estadual Sigla da UF. 107 / 136 . Este valor deve corresponder ao valor cobrado em todas as praças de pedágio Pág. sendo 13 inteiras e 2 decimais.10 0-1 1-1 1-1 1-1 N C C C C 1-1 0-1 1-1 1-1 0-1 0-1 14 1 . Tamanho Domínio Exp.Contribuinte # 307 Campo lota Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 1 .14 2 7 . Telefone Informações de Vale Pedágio E E E E E G Informar os zeros não significativos. 2 ER23 15 posições. Será lotação quando houver apenas 1 tomador do serviço por veículo.10 2 . Observações E N 1-1 1 D7 Obs. ou combinação veicular.

2) no trajeto não houver pedágio. Colocar 2099. ou. 324 respPg 4 Responsável pelo pagamento do Vale Pedágio.14 ER31 ER31 331 veic 3 G 0-4 Um CT-e poderá ter vários veículos associados.Ticket em papel.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.Reg. Dispensado para o caso de uso de Ticket em papel 328 dVig 5 Data de vigência do Contrato E D 1-1 10 ER32 329 330 nDisp nCompC 5 5 Número do dispositivo (cartão ou TAG).09. por veículo ou combinação veicular. ou.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Só preenchido em CT-e rodoviário de lotação. 3-recebedor. 5Tomador do Serviço Informações dos dispositivos do Vale Pedágio E N 1-1 1 D13 325 disp 4 G 0-n Esse grupo não é preenchido se: 1) existe o Regime Especial de ValePedágio. ex.TAG. Dados dos Veículos E E C C 0-1 0-1 1 . por viagem. Tamanho Domínio Exp. 3) for carga fracionada 1 D10 326 tpDisp 5 Tipo do dispositivo 0 .: cavalo + reboque.20 1 . Número de ordem do comprovante de compra do Vale Pedágio fornecido para cada veículo ou combinação veicular. Pág. 1.30 ER31 Ou seja. 0-emitente do CT-e. A data de vigência do contrato entre a Empresa Fornecedora e o Responsável pelo Pagamento do Vale Pedágio. Empresa fornecedora do Vale Pedágio E N 1-1 327 xEmp 5 E C 1-1 1 . 1-remetente. Formato AAAA-MM-DD. 108 / 136 . 2expedidor.09 se for prazo indeterminado. Observações existentes na rota de viagem contratada.Cartão magnético. 2 . empresa que fornece ao Responsável pelo Pagamento do Vale Pedágio os dispositivos do Vale Pedágio. 4-destinatário.

04 .Truck.Toco.VAN.Porta Container.Utilitário. Tipo de Carroceria: 00 . 1-Reboque Tipo de Rodado: 00 .Outros. Pág.Granelera.terceiro. coproprietário ou arrendatário do veículo for o Emitente do CT-e.Contribuinte # 332 333 334 335 336 337 338 Campo cInt RENAVAM placa tara capKG capM3 tpProp Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 03 . 05 .não aplicável 01 . 04 . caso contrário será caracterizado como de propriedade de Terceiro 4 4 4 4 4 4 4 Código interno do veículo RENAVAM do veículo Placa do veículo Tara em KG Capacidade em KG Capacidade em M3 Tipo de Propriedade de veículo: P.Fechada/Baú.Aberta.Sider UF em que veículo está licenciado Proprietários do Veículo. 339 tpVeic 4 Tipo de veículo: 0-Tração.Cavalo Mecânico. 109 / 136 . 02 . 05 . 03 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .10 9 ER31 ER31 ER31 ER42 ER42 ER28 Será próprio quando o proprietário. Tamanho Domínio Exp. Só preenchido quando o veículo não pertencer à empresa emitente do CT-e E N 1-1 1 D7 340 tpRod 4 E N 1-1 2 D15 341 tpCar 4 E N 1-1 2 D16 342 343 UF prop 4 4 E G C 1-1 0-1 2 D3 Sigla da UF de licenciamento do veículo.não aplicável 01 .Próprio. Observações E E E E E E E C C C N N N C 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-6 1-6 1-3 1 D14 1 . 02 . T. 06 .Reg.

Tamanho Domínio Exp.60 11 ER31 ER8 1 . não obrigatório.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . ou 2 – Outros.Reg.14 2 1 D3 D5 ER31 ER26 351 352 353 354 355 356 357 lacRodo nLacre moto xNome CPF aereo nMinu 3 4 3 4 4 2 3 G E G E E CG E N C N C 0-n 1-1 0-n 1-1 1-1 1-1 0-1 9 ER33 Documento que precede o CT-e. Registro obrigatório do proprietário. Esse campo será preenchido com o Identificador da Cia Aérea (999). 5 5 5 Número do CPF Número do CNPJ Registro Nacional dos Transportadores Rodoviários de Carga 347 348 349 350 xNome IE UF tpProp 5 5 5 5 Razão Social ou Nome do proprietário Inscrição Estadual UF 0-TAC – Agregado. Número (999999999) e Dígito verificador (9) Formato AAAA-MM-DD 1 . Lacres Número do Lacre Informações do(s) Motorista(s) Nome do Motorista CPF do Motorista Informações do modal Aéreo Número da Minuta E E E E C C C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1 . assinado pelo expedidor. 14 posições numéricas. espécie de pedido de serviço Número Operacional do Conhecimento Aéreo.60 2 . 110 / 136 . 1-TAC Independente. Range identificar (9). Observações CE CE E N N C 1-1 1-1 1-1 11 14 14 ER8 ER7 ER31 Informar os zeros não significativos. coproprietário ou arrendatário do veículo junto à ANTT para exercer a atividade de transportador rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração. Informar os zeros não significativos.20 ER31 Só preenchido em CT-e rodoviário de lotação 358 nOCA 3 Número da Operacional do Conhecimento Aéreo E N 0-1 14 ER5 359 dPrev 3 Data prevista da entrega E D 0-1 10 ER32 Pág.Contribuinte # 344 345 346 Campo CPF CNPJ RNTRC Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.

2 1 .14 ER31 ER31 3 3 3 4 4 4 4 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 Loja Agente Emissor código IATA Informações de tarifa Código da Tarifa Valor da Tarifa Informações do modal Aquaviário Valor da Prestação Base de Cálculo do AFRMM AFRMM (Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante) Número do Booking (reserva) Número de Controle Identificação do Navio Número da Viagem Direção:N-Norte. O-Oeste Porto de Embarque Porto de Transbordo Porto de Destino Tipo de Navegação: 0 . Tamanho Domínio Exp. 15 posições.60 1 D7 D17 ER31 ER31 ER31 ER23 ER23 ER31 ER31 ER31 ER43 campo para transportadoras uso das empresas 15 posições.Contribuinte # 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 Campo xLAgEmi cIATA tarifa trecho CL cTar vTar aquav vPrest vAFRMM nBooking nCtrl xNavio nViag direc prtEmb prtTrans prtDest tpNav Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. S-Sul.60 1 .60 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. 111 / 136 .Interior 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.Cabotagem Irin do navio sempre deverá ser informado grupo de informações dos lacres dos E E CG E E E E E E E E E E E 379 380 irin lacre 3 3 E G 1-1 0-3 1 .60 1 . Observações E E G E E C C C N C C 0-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 0-1 1-1 N N C C C C C C C C N 1-1 1-1 0-1 0-1 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 0-1 13. 1-7 1-2 1-4 13.Reg. 2 ER31 ER31 ER31 ER23 15 posições. L-Leste.20 1 .10 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. 1 . 2 13.10 Pág.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .10 1 1 .10 1 .

rodoferroviário ou 3-rodoviário. Observações cointainers da qtde da carga 381 382 383 nLacre ferrov tpTraf 4 2 3 Lacre Informações do modal Ferroviário Tipo de Tráfego 0-Próprio.14 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. Informar os zeros não significativos. 1-Mútuo.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.60 ER31 ER26 ER31 C C C C N 1-1 0-1 0-1 0-1 1-1 1 .Reg. 2.255 1 . 112 / 136 .10 1-7 13. Valor do Frete Informações da Ferrovia Substituída Número do CNPJ E CG E N C 1-1 1-1 1-1 1 D6 1 . informar 9999999 para operações com o exterior.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Tamanho Domínio Exp. N 1-1 14 ER5 Informar o CNPJ da Ferrovia Substituída. Fluxo Ferroviário Identificação do trem.60 1 .60 7 ER31 ER31 ER31 ER31 ER1 Pág. Caso a Ferrovia substituída não seja inscrita no CNPJ o campo deverá preenchido com zeros. Uso da transportadora 389 390 391 392 393 394 395 396 397 cInt IE xNome enderFerro xLgr nro xCpl xBairro cMun 4 4 4 4 5 5 5 5 5 Código interno da Ferrovia Substituta Inscrição Estadual Razão Social ou Nome Dados do endereço da ferrovia substituída Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE).60 1 . 2 ER31 ER31 ER23 Trata-se de um número identificador do contrato firmado com o cliente Para o caso de ausência de DCL 15 posições.20 ER31 384 385 386 387 388 fluxo idTrem vFrete ferroSub CNPJ 3 3 3 3 4 E E E G E C C N 1-1 0-1 1-1 0-1 1 . E E E G E E E E E C C C 0-1 0-1 1-1 1-1 1 .10 2 .

sendo 13 inteiras e 2 decimais. N N C N N 1-1 0-1 0-1 1-1 1-1 8 3. 2 3 3. sendo 13 inteiras e 2 decimais. Observações E C 1-1 1 . 2 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições. 15 posições. Tamanho Domínio Exp.Contribuinte # 398 Campo xMun Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. sendo 13 inteiras e 2 decimais. Pág. 113 / 136 .: GDT. 2 13. 2 ER46 ER10 ER31 ER10 ER10 5 posições. XXX. Informações da DCL série da DCL número da DCL Data de emissão Quantidade de Vagões peso para cálculo em Toneladas (somatório dos pesos dos vagões) Valor da Tarifa Valor do Frete Valor dos Serviços Acessórios Valor Total do Serviço (Valor do Frete + valor dos serviços) Identificação do trem. CEP Sigla da UF. sendo 13 inteiras e 2 decimais. . informar EX para operações com o exterior. Ex. sendo 3 inteiras e 2 decimais.Reg. DAS. 2 13. 2 1-7 ER31 ER44 ER32 ER45 ER23 ER23 ER23 ER23 ER23 ER31 15 posições.20 10 1-5 13. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições.60 ER31 5 Nome do município. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 5 posições. . 2 13. 2 3. HAS 5 posições. informações de detalhes dos Vagões Número de Identificação do vagão Capacidade em Toneladas Tipo de Vagão Peso Real em Toneladas Peso Base de Cálculo de Frete em Toneladas 399 400 401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 CEP UF DCL serie nDCL dEmi qVag pCalc vTar vFrete vSAcess vTServ idTrem detVagDCL nVag cap tpVag pesoR pesoBC 5 5 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 E E G E E E E E E E E E E G E E E E E N C 1-1 1-1 0-n 8 2 D3 ER46 C N D N N N N N N C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-n 1-3 1 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . informar EXTERIOR para operações com o exterior. 15 posições.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .Reg. 2 3. 5 posições. 5 posições.20 10 ER48 ER32 1 . sendo 9 inteiras e 6 decimais.20 ER31 8 3. Número ONU Ver a legislação de transporte de 437 nONU 3 E C 1-1 1-4 ER47 Pág. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 1 . Tamanho Domínio Exp. Não deve ser preenchido para modais aéreo e dutoviário. 2 3 3. Observações G E G E E G E E E E E G E G E E CG E G N N D C N N C N N N D C 0-n 1-1 0-n 1-1 0-1 1-n 1-1 0-1 0-1 1-1 1-1 0-n 1-1 0-n 1-1 0-1 1-1 0-1 0-n 9. 1 . 6 ER16 15 posições.20 ER31 5 6 5 6 6 3 4 4 4 4 4 4 5 4 5 5 2 3 2 Lacres dos vagões do DCL número do lacre informações dos containeres contidos no vagão com DCL Identificação do Container Data prevista da entrega informações de detalhes dos Vagões Número de Identificação do vagão Capacidade em Toneladas Tipo de Vagão Peso Real em Toneladas Peso Base de Cálculo de Frete em Toneladas Lacres dos vagões número do lacre informações dos containeres contidos no vagão com DCL Identificação do Container Data prevista da entrega Informações do modal Dutoviário Valor da tarifa Preenchido quando for transporte de produtos classificados pela ONU como perigosos. 114 / 136 .Contribuinte # 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 Campo lacDetVagDCL nLacre contDCL nCont dPrev detVag nVag cap tpVag pesoR pesoBC lacDetVag nLacre contVag nCont dPrev duto vTar peri Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.20 10 ER48 ER32 1 . sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 ER46 ER10 ER31 ER10 ER10 5 posições.

Ver a legislação de transporte de produtos perigosos aplicadas ao modal Classe ou subclasse. este campo não é exigido.Reg.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Preencher conforme a legislação de transporte de produtos perigosos aplicada ao modal.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. Tamanho Domínio Exp. Observações produtos perigosos aplicadas ao modal 438 xNomeAE 3 Nome apropriado para embarque do produto.60 ER31 443 pontoFulgor 3 E C 0-1 1-6 ER31 444 445 446 447 448 449 veicNovos chassi cCor xCor cMod vUnit 2 3 3 3 3 3 G E E E E E C C C C N 0-n 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 17 1-4 1 . informações dos veículos transportados Chassi do veículo Cor do veículo (código de cada montadora) Descrição da cor Código Marca Modelo (utilizar tabela RENAVAM) Valor Unitário do Veículo E C 1-1 1 . 2 ER48 ER31 ER31 ER31 ER23 15 posições.40 1-6 13. Ver a legislação de transporte de produtos perigosos aplicadas ao modal Grupo de Embalagem. Preencher conforme a legislação de transporte de produtos perigosos aplicada ao modal Quantidade e Tipo de volumes Preencher conforme a legislação de transporte de produtos perigosos aplicada ao modal Ponto de Fulgor. sendo 13 inteiras e 2 Pág.150 ER31 439 xClaRisco 3 E C 1-1 1 .20 ER31 442 qVolTipo 3 E C 0-1 1 . Ver a legislação de transporte de produtos perigosos aplicadas ao modal Quantidade total por produto. No caso de transporte rodoviário e ferroviário. 115 / 136 . e risco subsidiário.40 ER31 440 grEmb 3 E C 0-1 1-6 ER31 441 qTotProd 3 E C 1-1 1 .

Observações decimais. Tamanho Domínio Exp. Informar a sub série do documento fiscal. Informar o número do documento fiscal Informar o valor do documento fiscal. 450 451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 vFrete infCteSub chCte tomaICMS refNFe refNF CNPJ mod serie subserie nro valor dEmi refCte tomaNaoICMS refCteAnu infCteComp chave 3 2 3 3 4 4 5 5 5 5 5 5 5 4 3 4 1 2 Frete Unitário Informações do CT-e de substituição Chave de acesso do CT-e a ser substituído (original) Tomador é contribuinte do ICMS Chave de acesso da NF-e emitida pelo Tomador Informação da NF ou CT emitido pelo Tomador Informar o CNPJ do emitente do Documento Fiscal Informar o código do modelo do Documento fiscal Informar a série do documento fiscal (informar zero se inexistente).Reg. 2 ER23 15 posições. N 1-1 1-1 44 ER2 N 1-1 1-1 44 ER2 N C N N N N D N 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 14 2 1-3 1-3 1-6 13. 116 / 136 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 10 44 D25 ER5 ER28 ER28 ER49 ER23 ER32 ER2 15 posições. Informar a data de emissão do documento fiscal. Chave de acesso do CT-e emitido pelo Tomador Tomador não é contribuinte do ICMS Chave de acesso do CT-e de Anulação E G E CG CE CG E E E E E E E CE CG E N 1-1 0-1 13.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . N 1-1 1 .10 44 ER2 Detalhamento do CT-e complementado CG Chave do CT-e complementado E N 1-1 44 ER2 Pág.

2 13. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 ER23 15 posições. 2 D18 ER23 ER10 ER23 15 posições. 2 ER31 ER23 15 posições. Tamanho Domínio Exp. sendo 13 inteiras e 2 decimais.tributação normal ICMS Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Prestação sujeito à tributação com redução de BC do ICMS classificação tributária do serviço: 20 . 5 posições. Observações G E G E E G G C N N 1-1 1-1 0-n 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2 3. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 3. 2 13.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 15 posições. 15 posições. 2 13. 2 13. 13.Reg. 2 3. 1 .Contribuinte # 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 Campo vPresComp vTPrest compComp xNome vComp impComp ICMSComp CST00 CST vBC pICMS vICMS CST20 CST pRedBC vBC pICMS vICMS Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 3 3 4 4 2 3 4 5 5 5 5 4 5 5 5 5 5 Valores da prestação de serviço Valor Total da Prestação de Serviço Complementado Componentes do valor da prestação Nome do componente Valor do componente Iinformações relativas aos Impostos complementados Prestação sujeito à tributação normal do ICMS classificação tributária do serviço: 00 . 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 117 / 136 .15 13.tributação com BC reduzida do ICMS Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS CG E E E E CG E E E E E Pág. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 5 posições. 2 D19 ER11 ER23 ER10 ER23 5 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais.

não Tributado ou diferido 40 . 2 D21 ER11 ER23 ER10 ER23 5 posições. 15 posições. Tamanho Domínio Exp. sendo 3 inteiras e 2 decimais.ICMS isenção. 2 3. 15 posições. 41 . 2 13.ICMS outros Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500 501 502 503 504 505 CST80 CST vBC pICMS vICMS vCred CST81 CST pRedBC vBC pICMS vICMS CST90 CST pRedBC vBC pICMS vICMS 4 5 5 5 5 5 4 5 5 5 5 5 4 5 5 5 5 5 CG E E E E E CG E E E E E CG E E E E E N N N N N N N N N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 2 3. 2 13.ICMS diferido Responsabilidade do recolhimento do ICMS atribuído ao tomador ou 3º por ST 90 . 2 13. 2 D21 ER11 ER23 ER10 ER23 5 posições. 118 / 136 . 2 D21 ER23 ER10 ER23 ER23 15 posições. 15 posições. 51 . 5 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições.Reg. 2 13. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições. Pág. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. Observações CG E N 1-1 1-1 2 D20 4 5 ICMS Isento. 2 3.ICMS outros Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS ICMS Outros 90 . sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 3.ICMS não tributada.Contribuinte # 486 487 Campo CST45 CST Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13. 5 posições. 2 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 2 3. 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13.ICMS outros Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Valor do Crédito outorgado/Presumido ICMS devido à Outra UF 90 . 5 posições.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .

2}(\.[0-9]{2})? 0\. sendo 13 inteiras e 2 decimais.[0-9]{1}[1-9]{1}|0\.[0-9]{2})? 0|0\. 119 / 136 .1000 ER23 ER31 15 posições.7}(\.[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.2}(\.[0-9]{3}|[1-9]{1}[0-9]{0.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . Observações decimais.[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{3})? Pág. N D 1-1 1-1 1-1 44 10 ER2 ER32 Expressões Regulares ER1 ER2 ER3 ER4 ER5 ER6 ER7 ER8 ER9 ER10 ER11 ER12 [0-9]{7} [0-9]{44} [0-9]{15} [0-9]{3} [0-9]{14} [0-9]{3.Contribuinte # Campo Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. Tamanho Domínio Exp. 506 507 508 509 510 511 vCred infAdFisco infCteAnu chCte dEmi 5 3 1 2 2 0 Valor do Crédito Outorgado/Presumido Informações adicionais de interesse do Fisco Detalhamento do CT-e do tipo Anulação de Valores Chave de acesso do CT-e original a ser anulado e substituído Data de emissão da declaração do tomador não contribuinte do ICMS ds:Signature E E CG E E E N C 0-1 0-1 1-1 13.14} [0-9]{0}|[0-9]{14} [0-9]{11} [0-9]{3.Reg.11} 0|0\. 2 1 .

[0-9]{4}|[1-9]{1}[0-9]{0.8} 0|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.12}(\.8}(\.[0-9]{3})? 0|0\.[0-9]{4})? 0\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{4}|0\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.3-9])|(1[0-2]))(29|30)))))T(20|21|22|23|[0-1]\d):[0-5]\d:[0-5]\d [0-9]{1} [0-9]{7.[0-9]{4})? 0\.14}|ISENTO|PR[0-9]{4.[1-9]{1}[0-9]{2}|0\.7}(\.11}(\.8} [0-9]{2.[0-9]{6})? 0|0\.[0-9]{4}|[1-9]{1}[0-9]{0.[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.10}(\.11}(\.[0-9]{4})? 0\.[1-9]{1}[0-9]{5}|0\.12}(\.[0-9]{3}[1-9]{1}|0\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.10}(\.[0-9]{4})? 0|0\.[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.3-9])|(1[0-2]))-(29|30))))) [0-9]{9} (((20(([02468][048])|([13579][26]))-02-29))|(20[0-9][0-9])-((((0[1-9])|(1[0-2]))-((0[1-9])|(1\d)|(2[0-8])))|((((0[13578])|(1[02]))-31)|(((0[1.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.11}(\.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.Contribuinte ER13 ER14 ER15 ER16 ER17 ER18 ER19 ER20 ER21 ER22 ER23 ER24 ER25 ER26 ER27 ER28 ER29 ER30 ER31 ER32 ER33 ER34 ER35 ER36 ER37 0\.[0-9]{4}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.[0-9]{3})? 0|0\.[0-9]{1}[1-9]{1}|0\.4} [!-ÿ]{1}[ -ÿ]{0.[0-9]{5}[1-9]{1}|[1-9]{1}[09]{0.[1-9]{1}[0-9]{2}|0\.[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.[0-9]{2})? 0\.[0-9]{3}[1-9]{1}|0\.[0-9]{4})? 0\.[0-9]{3}[1-9]{1}|0\.2} [0-9]{2} [0-9]{1.[0-9]{2}[1-9]{1}|0\.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.[0-9]{4}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{4})? 0|0\.[0-9]{3})? 0\.7}(\.7}(\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{3}[1-9]{1}[0-9]{2}|0\.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.[0-9]{2})? [0-9]{0.[0-9]{3}|[1-9]{1}[0-9]{0.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.14} [1-9]{1}[0-9]{0.12} [1-9]{1}[0-9]{1.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.8} Pág.}[!-ÿ]{1}|[!-ÿ]{1} (((20(([02468][048])|([13579][26]))-02-29))|(20[0-9][0-9])-((((0[1-9])|(1[0-2]))-((0[1-9])|(1\d)|(2[0-8])))|((((0[13578])|(1[02]))-31)|(((0[1.11}(\. 120 / 136 .[0-9]{2}[1-9]{1}|0\.

1. 27.03 (([0-1][0-9])|([2][0-3])):([0-5][0-9]):([0-5][0-9]) Domínio D1 D2 D3 D4 D5 D6 11. PB. 16. MG. 50. PE. SC. RS. CE. 25. MS. RR.Contribuinte ER38 ER39 ER40 ER41 ER42 ER43 ER44 ER45 ER46 ER47 ER48 ER49 ER50 ER51 ER52 ER53 ER54 ER55 [0-9]{8. ES. SP. PR. 32. AP. 14. 15. 28. 2 0. RN. MA. 2 0. 31. AM.4} [0-9]{8} [1-9]{1}[0-9]{0. 41. GO. 21. 35.2} [1-9]{1}[0-9]{0.9} [0-9]{1. 3 Pág. 17. 53 57 AC. EX 1. 51. AL. RJ. 43.20} [1-9]{1}[0-9]{0. PA. 33.9} [1-9]{1}[0-9]{0.19} [1-9]{1}[0-9]{0. 24. 2. BA. 23.5} 0|[1-9]{1}[0-9]{0. 42. 12. PI. RO. 29.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 22. 52.3}|ND [A-Z0-9]+ [0-9]{1. 1.10} [123567][0-9]([0-9][1-9]|[1-9][0-9]) [0-9]{1.6} CTe[0-9]{44} [0-9]{7. 13. SE. TO.15} 1\.5} [1-9]{1}[0-9]{0. MT. 26. 121 / 136 . DF.

1213. 09. 1206. 1724. 801. 06. 1512. 4. 03. 2101. 1706. 404. 106. 802. 2. 2503. 411. 03. 1006. 04. 305. 04. 505. 07. 422. 1510. 1404. 1713. 1104. 55 D23 D24 D25 Pág. 1502. 509. 20. 903. 1217. 507. 05 00. 1704. 01. 04. 721. 605. 902. 1505. 1208. 2002. 05 N. 3801. 703. 14. 418. 01. 41. 2901. 1722. 06. 1509. 1304. 1403. S. 3201. 302. 1407. 414. 1102. 716. 107. 1401. 8B. 25. 2502. 1701. 1212. 23. 508. 1204. 2201. 1506. 26. 24. 22. 415. 3301. 11. 708. 1009. 1210. 17. 1406. 13. 413. 1514. 02. 02. 506. 108. 602. 99 01. 1409. 1501. 1720. 2701. 3001. 1710. 1003. 705. 702. L. 27. 410. 2E. 407. 1202. 710. 3. 08. 901. 403. 1007. 1. 100 8. 1201. 412. 1 507. 1412. 3601. 1402. 1708. 1002. 03. 05. 99 00. 709. 502. 2501. 04 0. 2003. 707. 103. 2601. 417. 1215. 1302. 02. 1723. 2301. 722. 08. 1703. 4001 01. 1801. 717. 10. 406. 601. 1408. 1413. 104. 1004. 2D. 3501. 1518. 718. 07. 1705. 1207. 12. 1010. 3901. 304. 11. 1305. 1405. 711. 04. 01. 3701. 3101. T 00. 2504.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 1B. 10. 18. 02. 21. 1410. 409. 02. 1901. 501. 1601. 1214. 303.Contribuinte D7 D8 D9 D10 D11 D12 D13 D14 D15 D16 D17 D18 D19 D20 D21 D22 0. 16. 06 00. 1714. 1702. 704. 15. 03. 1513. 419. 2001. 706. 1216. 1716. 105. 1719. 1203. 1517. 2801. 604. 102. 423. 2. 3 00. 421. 2401. 1709. 09. 1 4 0 1. 1209. O 00 20 40. 51 90 101. 420. 504. 408. 720. 1303. 02. 401. 1005. 201. 1101. 713. 1411. 05. 1515. 122 / 136 . 1504. 416. 701. 719. 04. 402. 1516. 1211. 3401. 1001. 712. 1205. 1503. 1718. 1103. 1511. 03. 5 P. 1711. 28. 171 2. 1721. 503. 1715. 1508. 603. 01. 405. 1717.

Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

Anexo II – Modelo de DACTE
Modelo Padrão
DACTE
Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico
MODELO SÉRIE NÚMERO FL MODAL

12345678901

DATA E HORA DE EMISSÃO

LOGRADOUROLOGRDOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN - COMPLEMENTO COMPLEMENTOCOMPLEMENTO - BAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRRO MUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIO - UF - CEP: 12345-123
CNPJ

57

123 123456789 1/N 00/00/0000 - 00:00
CONTROLE DO FISCO

123456789012345678 55 11 1234-1234

INSCRIÇÃO ESTADUAL

123456789012345678
Chave de acesso para consulta de autenticidade no site www.cte.fazenda.gov.br

TELEFONE

42.0801.06.255.692/0001-03-57-111-000.000.071-000.000.062-1
TIPO DO CT-E TIPO DO SERVIÇO TOMADOR DO SERVIÇO FORMA DE PAGAMENTO

NORMAL
CFOP - NATUREZA DA PRESTAÇÃO

SUBCONTRATAÇÃO DESTINATÁRIO

A PRAZO

Nº PROTOCOLO

INSC. SUFRAMA DO DESTINATÁRIO

123456789012345 123456789

1234 - 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567
ORIGEM DA PRESTAÇÃO DESTINO DA PRESTAÇÃO

1234567890123456789012345678901234567890 - 12 - 123
REMETENTE ENDEREÇO

1234567890123456789012345678901234567890 - 12 - 123
DESTINATÁRIO

MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS EXPEDIDOR ENDEREÇO

12345678901234567890123456789012345678901234567890 LOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN COMPLEMENTOCOMPLEMENTOCOMPLEME - BAIRROBAIRROBAIRO 123456789012345678901234567890123 - 12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 12345678901234567890123456789012345678901234567890 LOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN COMPLEMENTOCOMPLEMENTOCOMPLEME - BAIRROBAIRROBAIRO 123456789012345678901234567890123 - 12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234

ENDEREÇO

MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS RECEBEDOR ENDEREÇO

12345678901234567890123456789012345678901234567890 LOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN COMPLEMENTOCOMPLEMENTOCOMPLEME - BAIRROBAIRROBAIRO 123456789012345678901234567890123 - 12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 12345678901234567890123456789012345678901234567890 LOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN COMPLEMENTOCOMPLEMENTOCOMPLEME - BAIRROBAIRROBAIRO 123456789012345678901234567890123 - 12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234

MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS

MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS

TOMADOR DO SERVIÇO ENDEREÇO CNPJ/CPF

123456789012345678901234567890123456789012345 MUNICÍPIO 1234567890123456789012345678901234 UF 12 CEP 12345-789 PAIS 123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234
OUTRAS CARACTERÍSTICAS DA CARGA VALOR TOTAL DA MERCADORIA

PRODUTO PREDOMINANTE

1234567890123456789012345678901234567890
QNT. / UN. MEDIDA QNT. / UN. MEDIDA QNT. / UN. MEDIDA

1234567890123456789012345678901234567890
QNT. / UN. MEDIDA NOME DA SEGURADORA RESPONSÁVEL

123.456.789.012.345,67
NÚMERO DA AVERBAÇÃO

QNT. / UN. MEDIDA

123456789012345678901234567890
NÚMERO DA APÓLICE

123.456,789
NOME

123.456,789
VALOR

123.456,789
NOME

123.456,789
VALOR

123.456,789
NOME

DESTINATÁRIO 12345678901234567890 12345678901234567890
VALOR VALOR TOTAL DO SERVIÇO

COMPONENTES DO VALOR DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

123456789012 123456789012 123456789012 123456789012
SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA

123.4567.890,12 123.4567.890,12 123.4567.890,12 123.4567.890,12

123456789012 123456789012 123456789012 123456789012

123.4567.890,12 123.4567.890,12 123.4567.890,12 123.4567.890,12

123456789012 123456789012 123.4567.890,12 123456789012 123.4567.890,12 123456789012 123.4567.890,12
ALÍQ ICMS VALOR ICMS

1.456.789.012.345,67
VALOR A RECEBER

1.456.789.012.345,67
% RED.BC.CALC. ICMS ST

INFORMAÇÕES RELATIVAS AO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO

123456789012345678901234567890123456789012345678901234 234.567.890,12 99 %
DOCUMENTOS ORIGINÁRIOS TP DOC. CNPJ / CPF EMITENTE SÉRIE/NRO.DOCUMENTO TP DOC. CNPJ / CPF EMITENTE

234.567.890,12

99 %

234.567.890,12

SÉRIE/NRO.DOCUMENTO

CTRC NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

NF NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

OBSERVAÇÕES

12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123
INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL XXXXXXXXXXXXXXXX

USO EXCLUSIVO DO EMISSOR DO CT-E

Pág. 123 / 136

Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

Modelo Padrão – folha de continuação
DACTE
Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico
MODELO SÉRIE NÚMERO FL MODAL

12345678901

DATA E HORA DE EMISSÃO

LOGRADOUROLOGRDOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN - COMPLEMENTO COMPLEMENTOCOMPLEMENTO - BAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRRO MUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIO - UF - CEP: 12345-123
CNPJ

57

123 123456789 2/N 00/00/0000 - 00:00
CONTROLE DO FISCO

123456789012345678 55 11 1234-1234

INSCRIÇÃO ESTADUAL

123456789012345678
Chave de acesso para consulta de autenticidade no site www.cte.fazenda.gov.br

TELEFONE

42.0801.06.255.692/0001-03-57-111-000.000.071-000.000.062-1
TIPO DO SERVIÇO TOMADOR DO SERVIÇO FORMA DE PAGAMENTO Nº PROTOCOLO INSC. SUFRAMA DO DESTINATÁRIO

TIPO DO CT-E

NORMAL
TP DOC. CNPJ / CPF EMITENTE

SUBCONTRATAÇÃO DESTINATÁRIO
SÉRIE/NRO.DOCUMENTO

A PRAZO
DOCUMENTOS ORIGINÁRIOS TP DOC.

123456789012345 123456789
CNPJ / CPF EMITENTE SÉRIE/NRO.DOCUMENTO

CTRC NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

NF NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

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Conhecimento de Transporte Eletrônico
Manual de Integração - Contribuinte

Ferroviário
DACTE
Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico
MODELO SÉRIE NÚMERO FL
MODAL

FERROVIÁRIO

DATA E HORA DE EMISSÃO

LOGRADOUROLOGRDOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO, NNN - COMPLEMENTO COMPLEMENTOCOMPLEMENTO - BAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRRO MUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIO - UF - CEP: 12345-123
CNPJ TELEFONE

57

123 123456789 2/2 00/00/0000 - 00:00
CONTROLE DO FISCO

123456789012345678 55 11 1234-1234

INSCRIÇÃO ESTADUAL

123456789012345678
Chave de acesso para consulta de autenticidade no site

www.cte.fazenda.gov.br

42.0801.06.255.692/0001-03-57-111-000.000.071-000.000.062-1
DOCUMENTOS ORIGINÁRIOS

TP DOC.

CNPJ / CPF EMITENTE

SERIE/NRO.DOCUMENTO

TP DOC.

CNPJ / CPF EMITENTE

SERIE/NRO.DOCUMENTO

CTRC NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

NF NF-E CTRC NF-E CTRC NF-E

123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234 123.123.123/1234-12 123/123456789 CHAVE: 12345678901234567890123456789012345678901234

INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL FERROVIÁRIO NUM. EMISSÃO NUM. TIPO CAPACIDADE PESO REAL/TON PESO B.CALC/TON IDENTIFICAÇÃO DOS CONTÊINERS

12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678

123 123 123 123 123 123 123 123 123

00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000

12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678

123 123 123 123 123 123 123 123 123

123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56

123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56

123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56 123,56

12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890 12345678901234567890/12345678901234567890

VAGÕES

DCL

Pág. 125 / 136

fazenda.fazenda.gov. 126 / 136 .cte.000-FL 1/N 00/00/00 00:00 ASSINATURA / CARIMBO Pág.cte.071-000.Contribuinte Dutoviário DACTE Documento Auxiliar de Conhecimento de Transporte Eletrônico CONTROLE DO FISCO ENDERECO LOGRADOURO NÚMERO CIDADE CNPJ TELEFONE COMPLEMENTO ESTADO ESTADO CEP MODAL: Nº 0123456789 Chave de acesso para consulta de autenticidade no site www.000.062-1 Nº 000.06.000.gov.000.692/0001-03-57-111-000.br 0123456789012345678901234567890123456789 NATUREZA DOS SERVIÇOS TOMADOR DO SERVIÇO ENDEREÇO NÚMERO CIDADE PAIS CNPJ/CPF REMETENTE ENDEREÇO NÚMERO CIDADE PAIS CNPJ/CPF PRODUTO TRANSPORTADO ESTADO INSCRIÇÃO ESTADUAL CEP COMPLEMENTO ESTADO INSCRIÇÃO ESTADUAL CEP COMPLEMENTO SÉRIE DATA DE EMISSÃO ORIGEM DESTINO DESTINATÁRIO ENDEREÇO NÚMERO CIDADE PAIS CNPJ/CPF QUANTIDADE UNIDADE ESTADO INSCRIÇÃO ESTADUAL VALOR TOTAL DA MERCADORIA (R$) CEP COMPLEMENTO OUTRAS CARACTERÍSTICAS CONTROLE DO FISCO DECLARAMOS QUE FORAM PRESTADOS OS SERVIÇOS CONSTANTES DO CT-e INDICADO AO LADO CHEGADA DATA/HORA CHAVE DE ACESSO PARA CONSULTA www.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .255.0801.br 00/00/00 00:00 SAÍDA DATA/HORA 42.

56 123456789012345678901234567890123456 123456789012345678901234567890123456 123456789012345678901234567890123456 123456789012345678901234567890123456 123456789012345678901234567890123456 INFORMAÇÃO SOBRE A FERROVIA SUBSTITUÍDA NOME XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 123 123 123 123 123 123 123 123 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 VAGÕES FLUXO FERROVIÁRIO 1234567890 TIPO DE TRÁFEGO CÓDIGO INTERNO CNPJ RODOFERROVIÁRIO NOME 1234567890 123456789012345678 123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890 INSCRIÇÃO ESTADUAL 123456789012345678 PARTICIPAÇÃO DA OUTRA FERROVIA 123.890.567.56 123.12 234. 127 / 136 . DATILOGRAFADAS OU CARIMBADAS NESTE CONHECIMENTO. ESSE CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ATENDE À LEGISLAÇÃO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO EM VIGOR INFORMAÇÕES REFERENTES AO VALE-PEDÁGIO IDENTIFICAÇÃO DO CONJUNTO TRANSPORTADOR TIPO CAVALO S.000.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . REB.56 123.56 123. 262 E 264.890. 1 S.000. FORAM DEVIDAMENTE INFORMADOS E ACONDICIONADOS PARA TRANSPORTE AÉREO. EXPEDIDOR / REMETENTE DESTINATÁRIO / RECEBEDOR NOME DATA / HORA NOME DATA / HORA 00/00/00 00:00 RG ASSINATURA RG 00/00/00 00:00 ASSINATURA Pág. DE CUJO TEOR O EXPEDIDOR/REMETENTE DECORA CONCORDAR E TER PLENA CIÊNCIA.56 123. DA B.56 123.234.56 123. CERTIFICANDO QUE OS ARTIGOS PERIGOSOS DESCRITOS PELA REGULAMENTAÇÃO DA I. DE CALC.565 DE 19/12/1986).56 123. 2 S. TREM.56 123.CALC/TON INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL FERROVIÁRIO IDENTIFICAÇÃO DOS CONTÊINERS 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 12345678 123 123 123 123 123 123 123 123 123 123. REB.56 123. 244.890.56 123.00 CÓDIGO DA TRANSAÇÃO XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XXX-9999 XX XX XX XX 12345678901234 12345678901234 12345678901234 12345678901234 EMPRESA CREDENCIADA 12345678901234567890 12345678901234567890 12345678901234567890 CPF DO MOTORISTA 00/00/0000 00/00/0000 00/00/0000 12345678901234567890 12345678901234567890 12345678901234567890 12345678901234567890 12345678901234567890 12345678901234567890 NOME DO MOTORISTA IDENTIFICAÇÃO DOS LACRES EM TRÂNSITO 123456789012345678 123456789012345678 12345678901234567890/12345678901234567890/12345678901234567890 DECLARO QUE RECEBI OS VOLUMES DESTE CONHECIMENTO EM PERFEITO ESTADO PELO QUE DOU POR CUMPRIDO O PRESENTE CONTRATO DE TRANSPORTE NOME CHEGADA DATA/HORA 00/00/00 00:00 RG SAÍDA DATA/HORA ASSINATURA / CARIMBO 00/00/00 00:00 INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL RODOVIÁRIO .4567.LOTAÇÃO RNTRC DA EMPRESA 12345678901234 UF RNTRC LOTAÇÃO DATA PREVISTA DE ENTREGA SIM DD/MM/AAAA NRO. TIPO CAPACIDADE PESO REAL/TON PESO B. 3 PLACA 123456789 RESPONSÁVEL VIGÊNCIA TOMADOR DO SERVIÇO NÚMERO DO DISPOSITIVO VALOR TOTAL 000.56 123.56 123.12 DECLARO QUE RECEBI OS VOLUMES DESTE CONHECIMENTO EM PERFEITO ESTADO PELO QUE DOU POR CUMPRIDO O PRESENTE CONTRATO DE TRANSPORTE CHEGADA DATA/HORA DCL 00/00/00 00:00 RG SAÍDA DATA/HORA ASSINATURA / CARIMBO 00/00/00 00:00 CARACTERÍSTICAS ADICIONAIS DO SERVIÇO 123456789012345 DADOS DA TARIFA TRECHO CL CÓDIGO VALOR 123456789012345123456789012345 CONTA CORRENTE INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL AÉREO CARACTERÍSTICAS ADICIONAIS DO TRANSPORTE NÚMERO OPERACIONAL 999-9-999999-9 NÚMERO DA MINUTA 1234567 RETIRA 12 NÃO 1234 123. NUM. EMISSÃO NUM.56 123.56 123.4567.O. REB. ESP.56 123.56 123.56 123.56 123.Contribuinte Modais DADOS ESPECÍFICOS DO MODAL RODOVIÁRIO . O EXPEDIDOR/REMETENTE ACEITA COMO CORRETAS TODAS AS ESPECIFICAÇÕES IMPRESSAS.890.56 123. 241.56 123.000.CARGA FRACIONADA RNTRC DA EMPRESA 12345678901234 LOTAÇÃO DATA PREVISTA DE ENTREGA NÃO DD/MM/AAAA ESSE CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ATENDE À LEGISLAÇÃO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO EM VIGOR DECLARO QUE RECEBI OS VOLUMES DESTE CONHECIMENTO EM PERFEITO ESTADO PELO QUE DOU POR CUMPRIDO O PRESENTE CONTRATO DE TRANSPORTE NOME CHEGADA DATA/HORA 00/00/00 00:00 RG SAÍDA DATA/HORA ASSINATURA / CARIMBO 00/00/00 00:00 INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS DO MODAL AQUAVIÁRIO PORTO DE EMBARQUE PORTO DE DESTINO 12345678901234567890123456789012345678901234567890 IDENTIFICAÇÃO DO NAVIO / REBOCADOR 12345678901234567890123456789012345678901234567890 VR.56 123.C. DO AFRMM TIPO DE NAVEGAÇÃO DIREÇÃO 12345678901234567890123456789012345678901234567890 IDENTIFICAÇÃO DOS CONTEINERS 01.56 123.A.12 CABOTAGEM OESTE 123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234 DECLARO QUE RECEBI OS VOLUMES DESTE CONHECIMENTO EM PERFEITO ESTADO PELO QUE DOU POR CUMPRIDO O PRESENTE CONTRATO DE TRANSPORTE NOME CHEGADA DATA/HORA 00/00/00 00:00 RG SAÍDA DATA/HORA ASSINATURA / CARIMBO 00/00/00 00:00 IDENT. MANUSCRITAS.12 123456789012345678901234567890 123456789 DADOS RELATIVOS A RETIRADA DA CARGA LOJA OU AGENTE EMISSOR X SIM 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890 DECLARO QUE RECEBI OS VOLUMES DESTE CONHECIMENTO EM PERFEITO ESTADO PELO QUE DOU POR CUMPRIDO O PRESENTE CONTRATO DE TRANSPORTE O TRANSPORTE COBERTO POR ESTE CONHECIMENTO SE REGE PELO CÓDIGO BRASILEIRO DE AERONÁUTICA (LEI 7.567.56 123. REG.56 123.56 123. ESPECIALMENTE PELAS REGRAS RELATIVAS A RESPONSABILIDADE CIVIL PREVISTA NOS ARTIGOS 293.56 123. AFRMM VLR.

ONU GRUPO EMBAL.00 000.000. ONU SUB-CLASSE SUB-CLASSE GRUPO EMBAL.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .000.3 1234 IVX 1 1 1 1 2.00 000.3 1234 IVX Declaro que o(s) produto(s) está(ao) adequadamente acondicionado(s) para suportarem os riscos normais das etapas necessárias a uma operação de transporte e que atende a regulamentação em vigor Pág. 128 / 136 .3 1234 IVX 1 1 1 1 2. ONU GRUPO EMBAL.3 1234 IVX 2.000.000.3 1234 IVX 1 1 1 1 2. INFORMAÇÕES SOBRE OS PRODUTOS PERIGOSOS CLASSE NRO.3 1234 IVX 2.3 1234 IVX 2.00 000. ONU EMBAL.000.00 000. CLASSE SUB-CLASSE NRO.00 000.000.3 1234 IVX 2.000.000.00 000.00 000.3 1234 IVX 1 1 1 1 2.3 1234 IVX 2.3 1234 IVX 2.000.3 1234 IVX 2.000.00 CLASSE SUB-CLASSE NRO.00 000. ONU GRUPO EMBAL.00 000.000.00 000. ONU GRUPO EMBAL.00 000.3 1234 IVX 2.000.000.Contribuinte Específicos INFORMAÇÕES SOBRE OS VEÍCULOS NOVOS TRANSPORTADOS CHASSI COR MARCA/MODELO VR.3 1234 IVX 2.3 1234 IVX 2.00 000.000.000.3 1234 IVX 2.000.00 000.000. CLASSE SUB-CLASSE NRO.000.000.000.000.000.000.000.3 1234 IVX 2.000.000.000.3 1234 IVX 2.000.3 1234 IVX 2. GRUPO CLASSE NRO.3 1234 IVX 1 1 1 1 2.000.000.000.3 1234 IVX 2.000.00 000.3 1234 IVX 2.3 1234 IVX 2.00 000.000. CLASSE SUB-CLASSE NRO.000.000. DO VEÍCULO FRETE UNITÁRIO 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 12345678901234567 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 1234-1234567890123456789012345678901234567890 123456 123456 123456 123456 123456 123456 123456 123456 123456 000.000.000.000.00 000.000.000.000.000.000.000.000.3 1234 IVX 2.000.000.000.000. UNIT.000.00 000. 1 1 1 1 2.000.000.000.000.

890.Contribuinte Complemento DACTE Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico MODELO SÉRIE NÚMERO FL MODAL 1234567890 DATA E HORA DE EMISSÃO LOGRADOUROLOGRDOUROLOGRADOUROLOGRADOUROLOGRADOURO.890.12 123.4567.567.CALC.456.890.12 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 123. 129 / 136 .12 123.12 123.12 .12 COMPONENTES DO VALOR DA PRESTAÇÃO NOME VALOR NOME VALOR NOME VALOR VALOR TOTAL DO SERVIÇO 123456789012 123456789012 123456789012 123456789012 SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA 123.456.123 REMETENTE ENDEREÇO 1234567890123456789012345678901234567890 .890.12 123.12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS TOMADOR DO SERVIÇO ENDEREÇO CNPJ/CPF 123456789012345678901234567890123456789012345 MUNICÍPIO 1234567890123456789012345678901234 UF 12 CEP 12345-789 PAIS 123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234 COMPONENTES DO VALOR DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO VALOR COMPLEMENTADO CHAVE DO CT-ECOMPLEMENTADO VALOR COMPLEMENTADO CHAVE DO CT-ECOMPLEMENTADO 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 12345678901234567890123456789012345678901234 123.gov.567.12 .12 99 % 234.456.890.890.cte.CEP: 12345-123 CNPJ 57 123 123456789 1/N 00/00/0000 .890.456.4567.12 123.456.12 123456789012 123.890. ICMS ST INFORMAÇÕES RELATIVAS AO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO 123456789012345678901234567890123456789012345678901234 234.345.4567.UF .456.06.789.4567.12 123.4567.12 99 % OBSERVAÇÕES 234.00:00 CONTROLE DO FISCO 123456789012345678 55 11 1234-1234 INSCRIÇÃO ESTADUAL 123456789012345678 Chave de acesso para consulta de autenticidade no site www.890.890.12 123456789012 123.12 123.890.890.456.890.890.456.890.12 123.692/0001-03-57-111-000.12 123.456. SUFRAMA DO DESTINATÁRIO 123456789012345 123456789 1234 .890. NNN .456.456.345.NATUREZA DA PRESTAÇÃO DESTINATÁRIO A PRAZO Nº PROTOCOLO INSC.890.456.890.12 123.fazenda.890.12 123.567.456.67 % RED.123 DESTINATÁRIO MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS EXPEDIDOR ENDEREÇO 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 123456789012345678901234567890123 .255.071-000.000.890.12 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123 USO EXCLUSIVO DO EMISSOR DO CT-E Pág.12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 123456789012345678901234567890123 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .4567.BAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRROBAIRRO MUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIOMUNICÍPIO .67 VALOR A RECEBER 1.456.456.12 123.890.000.0801.12 123.12 123.890.12 ALÍQ ICMS 1.890.br TELEFONE 42.890.012.12 123456789012 123456789012 123456789012 123456789012 123.12 123.456.COMPLEMENTO COMPLEMENTOCOMPLEMENTO .12 123456789012 123456789012 123.890.890.4567.12 123.4567.890.12 123.4567.12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 ENDEREÇO MUNICÍPIO CNPJ/CPF PAIS RECEBEDOR ENDEREÇO 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 123456789012345678901234567890123 .062-1 TIPO DO SERVIÇO TOMADOR DO SERVIÇO FORMA DE PAGAMENTO TIPO DO CT-E COMPLEMENTO DE VALORES NORMAL CFOP .789.12 123.012.4567.12 CEP 12345-789 123456789012345678 INSCRIÇÃO ESTADUAL 12345678901234567890 123456789012345678901234567890 FONE 55 11 1234-1234 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 12345678901234567890123456789012345678901234567890 123456789012345678901234567890123 .12 123.890.456.890.456.12345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890123456789012345678901234567 ORIGEM DA PRESTAÇÃO DESTINO DA PRESTAÇÃO 1234567890123456789012345678901234567890 .BC.12 123.890.4567.

gov.gov.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .ibge.br/Organizacao/Divisao_Territorial/2006/DTB_2006.br/Organizacao/Divisao_Territorial/2006/DTB_2006. 130 / 136 .zip O código de município é composto de 7 dígitos numéricos.ibge.Contribuinte Anexo III – Tabelas de UF. com as duas primeiras representando a UF. Município e País 1.zip A seguinte codificação adotada pelo IBGE deverá ser utilizada para representar o código da UF: Região Norte 11-Rondônia 12-Acre 13-Amazonas 14-Roraima 15-Pará 16-Amapá 17-Tocantins Região Nordeste 21-Maranhão 22-Piauí 23-Ceará 24-Rio Grande do Norte 25-Paraíba 26-Pernambuco 27-Alagoas 28-Sergipe 29-Bahia Região Sudeste 31-Minas Gerais 32-Espírito Santo 33-Rio de Janeiro 35-São Paulo Região Sul 41-Paraná 42-Santa Catarina 43-Rio Grande do Sul Região CentroOeste 50-Mato Grosso do Sul 51-Mato Grosso 52-Goiás 53-Distrito Federal 2. Os códigos de município das capitais dos estados são: Município Aracaju Belém Belo Horizonte Boa Vista Brasília Campo Grande Cuiabá Curitiba Florianópolis Fortaleza Goiânia João Pessoa Macapá Maceió Manaus Natal Palmas Porto Alegre Porto Velho código 2800308 1501402 3106200 1400100 5300108 5002704 5103403 4106902 4205407 2304400 5208707 2507507 1600303 2704302 1302603 2408102 1721000 4314902 1100205 Estado Sergipe Pará Minas Gerais Roraima Distrito Federal Mato Grosso do Sul Mato Grosso Paraná Santa Catarina Ceará Goiás Paraíba Amapá Alagoas Amazonas Rio Grande do Norte Tocantins Rio Grande do Sul Rondônia código 28 15 31 14 53 50 51 41 42 23 52 25 16 27 13 24 17 43 11 Pág. Tabela de código de Município do IBGE Os campos de códigos de municípios devem ser informados com a utilização da Tabela de código de Município mantida pelo IBGE disponível em: ftp://geoftp. Tabela de código de UF do IBGE A tabela de UF do IBGE está disponível em: ftp://geoftp.

Contribuinte Município Recife Rio Branco Rio de Janeiro Salvador São Luís São Paulo Teresina Vitória código 2611606 1200401 3304557 2927408 2111300 3550308 2211001 3205309 Estado Pernambuco Acre Rio de Janeiro Bahia Maranhão São Paulo Piauí Espírito Santo código 26 12 33 29 21 35 22 32 Informar o código 9999999 e o nome do município “EXTERIOR” para as operações que envolvam localidades do exterior.2 Exemplo de cálculo do dígito de controle do código de Município Exemplo 1: Código Município IBGE = 355030 D (Município de São Paulo) A. PESOS C. conforme Tabela de UF do IBGE. com um resto valendo 2 O dígito verificador é: DV = 10 – (resto da divisão). 131 / 136 . portanto 10 – 2 = 8 Neste caso. Dígito de Controle: módulo 10 (pesos 2 e 1) Obs 1: Considerar a soma dos algarismos no somatório dos produtos dos pesos. 2. Cidades-satélites do DF). 2. Obs 2: Se o resto da divisão for zero. deve ser considerado o município sede como localidade da operação.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . considerar o dígito verificador igual a zero. Extensão mínima: 7 dígitos. o Dígito Verificador = 8 Pág. Código da UF: deve ser válido. Quando a operação envolver regiões administrativas (Ex. Ou seja.1 Validação do código de Município O Código de Município do IBGE tem a composição que segue: • • Composição: UUNNNND Onde: UU = Código da UF do IBGE NNNN = Número de ordem dentro da UF. SOMA ALGARISMOS 3 1 3 3 5 2 10 1 5 1 5 5 0 2 0 0 3 1 3 3 0 2 0 0 O somatório da soma dos algarismos é: 3 + 1 + 5 + 0 + 3 + 0 = 12 Dividindo o somatório por 10 teremos: 12 / 10 = 1. CÓDIGO MUN B. se o produto for superior a 9 os dois algarismos devem ser somados. D = Dígito de Controle módulo 10 Validação possível: • • • • • Extensão máxima: 7 dígitos. Número de ordem dentro da UF: não pode ser zero. PONDERAÇÃO (A * B) D.

2611533 – Quixaba/PE.br/rex/ftp/tabela_de_paises. República da. CÓDIGO MUN B.1 Validação do código de País Composição do Código de País: • NNND Pág. 2202251 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .3 Exceção no cálculo do dígito de controle do código de Município O código de Município do IBGE dos seguintes Municípios tem o DV .Canavieira /PI.Cônego Marinho/MG. PONDERAÇÃO (A * B) D. 2201919 . Formosa Japão código 2496 1600 1902 1619 3999 3. 2201988 .Coronel Barros/RS.Buriti de Goiás/GO.txt Exemplo de codificação: País Brasil Argentina Chile Paraguai Uruguai código 1058 0639 1589 5860 8451 País Espanha França Itália Portugal Reino Unido código 2453 2755 3867 6076 6289 País Estados Unidos China.Brejo do Piauí/PI.Bom Princípio do Piauí/PI. República Popular. 3152131 . Coréia. Tabela de código de País do BACEN Para o preenchimento dos campos de códigos de países deve ser utilizada a Tabela de País do Banco Central do Brasil. 3117836 . As aplicações dos Estados devem utilizar os códigos de município do IBGE sem validação do DV – dígito verificador. da mesma forma como consta da tabela de código de município do IBGE. PESOS C. 3. com um resto valendo 0 O dígito verificador é: DV = 10 – (resto da divisão). disponível em: www.gov. SOMA ALGARISMOS 2 1 2 2 1 2 2 2 1 1 1 1 1 2 2 2 3 1 3 3 0 2 0 0 O somatório da soma dos algarismos é: 2 + 2 + 1 + 2 + 3 + 0 = 10 Dividindo o somatório por 10 teremos: 10 / 10 = 1.bcb. portanto 10 – 0 = 10 Neste caso.Contribuinte Exemplo 2: Código Município IBGE = 211130 D (Município de São Luís) A. o Dígito Verificador = 0 2. 5203962 – Buritinópolis/GO. 5203939 .dígito verificador inválido: • • • • • • • • • 4305871 .Ponto Chique/MG. 132 / 136 .

3. o Dígito Verificador = 0 3. portanto: 11 – 1 = 10 Neste caso. o Dígito Verificador = 8 Exemplo 2 – Código País = 586 D (Paraguai): A. As aplicações dos Estados devem utilizar os códigos de País do BACEN sem validação do DV – dígito verificador. CÓDIGO PAÍS B.dígito verificador inválido: • • • • • • • 1504 -GUERNSEY. 133 / 136 . PESOS C. D = Dígito de Controle módulo 11. 4525 -MADEIRA. da mesma forma que consta da tabela de código de país do BACEN. CÓDIGO PAÍS B.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . 4985 –MONTENEGRO. com resto valendo 1 Considerar: 11 – (resto da divisão). PRODUTOS (A * B) 5 4 20 8 3 24 6 2 12 O somatório dos produtos é: 20 + 24 + 12 = 56 Dividindo o somatório por 11 teremos: 56 / 11 = 5. PESOS C. considerar o dígito verificador igual a zero. 6781 -SAINT KITTS E NEVIS. 7370 – SERVIA.3 Exceção no cálculo do dígito de controle do código de País O código de País do BACEN dos seguintes países tem o DV . Extensão mínima: 2 dígitos. Dígito de Controle: módulo 11.Contribuinte • Onde: NNN = Número de ordem do Código do País. ILHA DO CANAL. 1508 -JERSEY. ILHA DO CANAL (INCLUI ALDERNEY E SARK). portanto: 11 – 3 = 8 Neste caso.: Se o resto da divisão for zero ou 1. ILHA DA. com resto valendo 3 Considerar: 11 – (resto da divisão).2 Exemplo de cálculo do dígito de controle do código de País Exemplo 1 – Código País = 105 D (Brasil): A. PRODUTOS (A * B) 1 4 4 0 3 0 5 2 10 O somatório dos produtos é: 4 + 0 + 10 = 14 Dividindo o somatório por 11 teremos: 14 / 11 = 1. Validação possível: • • • Extensão máxima: 4 dígitos. ILHA DE. Pág. 3595 -MAN. pesos 2 a 9 Obs.

134 / 136 . por exemplo) e digite o endereço desejado seguido do literal ‘?WSDL’. Ambiente de Produção Os endereços dos Web Services disponíveis podem ser obtidos no sítio nacional do projeto.Contribuinte Anexo IV – WS disponíveis Ambiente de Homologação: Os endereços dos Web Services disponíveis podem ser obtidos no sítio nacional do projeto.cte.gov. para obter o WSDL de cada um dos Web Service acione o navegador Web (Internet Explorer.br. ambiente de homologação de empresas. ambiente de produção.fazenda.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .fazenda. no endereço http://cte. Pág.br Obtenção do WSDL: A documentação do WSDL pode ser obtida na internet acessando o endereço do Web Service desejado.gov. no endereço http://hom. Exemplificando.

Contribuinte Anexo V – Conjunto de caracteres Código de Barras CODE-128C Conjunto de caracteres representativos do Código de Barras CODE-128C Combinação de barras: B = barra preta e S = espaço (barra branca) Valor Valor Combinação de Barras Combinação de Barras CODE C B S B S B S CODE C B S B S B S 00 50 2 1 2 2 2 2 2 3 1 1 3 1 01 51 2 2 2 1 2 2 2 1 3 1 1 3 02 52 2 2 2 2 2 1 2 1 3 3 1 1 03 53 1 2 1 2 2 3 2 1 3 1 3 1 04 54 1 2 1 3 2 2 3 1 1 1 2 3 05 55 1 3 1 2 2 2 3 1 1 3 2 1 06 56 1 2 2 2 1 3 3 3 1 1 2 1 07 57 1 2 2 3 1 2 3 1 2 1 1 3 08 58 1 3 2 2 1 2 3 1 2 3 1 1 09 59 2 2 1 2 1 3 3 3 2 1 1 1 10 60 2 2 1 3 1 2 3 1 4 1 1 1 11 61 2 3 1 2 1 2 2 2 1 4 1 1 12 62 1 1 2 2 3 2 4 3 1 1 1 1 13 63 1 2 2 1 3 2 1 1 1 2 2 4 14 64 1 2 2 2 3 1 1 1 1 4 2 2 15 65 1 1 3 2 2 2 1 2 1 1 2 4 16 66 1 2 3 1 2 2 1 2 1 4 2 1 17 67 1 2 3 2 2 1 1 4 1 1 2 2 18 68 2 2 3 2 1 1 1 4 1 2 2 1 19 69 2 2 1 1 3 2 1 1 2 2 1 4 20 70 2 2 1 2 3 1 1 1 2 4 1 2 21 61 2 1 3 2 1 2 1 2 2 1 1 4 22 72 2 2 3 1 1 2 1 2 2 4 1 1 23 73 3 1 2 1 3 1 1 4 2 1 1 2 24 74 3 1 1 2 2 2 1 4 2 2 1 1 25 75 3 2 1 1 2 2 2 4 1 2 1 1 26 76 3 2 1 2 2 1 2 2 1 1 1 4 27 77 3 1 2 2 1 2 4 1 3 1 1 1 28 78 3 2 2 1 1 2 2 4 1 1 1 2 29 79 3 2 2 2 1 1 1 3 4 1 1 1 30 80 2 1 2 1 2 3 1 1 1 2 4 2 31 81 2 1 2 3 2 1 1 2 1 1 4 2 32 82 2 3 2 1 2 1 1 2 1 2 4 1 33 83 1 1 1 3 2 3 1 1 4 2 1 2 34 84 1 3 1 1 2 3 1 2 4 1 1 2 35 85 1 3 1 3 2 1 1 2 4 2 1 1 36 86 1 1 2 3 1 3 4 1 1 2 1 2 37 87 1 3 2 1 1 3 4 2 1 1 1 2 38 88 1 3 2 3 1 1 4 2 1 2 1 1 39 89 2 1 1 3 1 3 2 1 2 1 4 1 40 90 2 3 1 1 1 3 2 1 4 1 2 1 41 91 2 3 1 3 1 1 4 1 2 1 2 1 42 92 1 1 2 1 3 3 1 1 1 1 4 3 43 93 1 1 2 3 3 1 1 1 1 3 4 1 44 94 1 3 2 1 3 1 1 3 1 1 4 1 45 95 1 1 3 1 2 3 1 1 4 1 1 3 46 96 1 1 3 3 2 1 1 1 4 3 1 1 47 97 1 3 3 1 2 1 4 1 1 1 1 3 48 98 3 1 3 1 2 1 4 1 1 3 1 1 49 99 2 1 1 3 3 1 1 1 3 1 4 1 Valor 105 Caractere de Início (START) B S B S B S 2 1 1 2 3 2 Caractere de Fim (STOP) B S B S B S B 2 3 3 1 1 1 2 Valor CODE C 100 101 102 103 104 Combinação de Barras B S B S B S 1 1 4 1 3 1 3 1 1 1 4 1 4 1 1 1 3 1 2 1 1 4 1 2 2 1 1 2 1 4 Pág. 135 / 136 .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração .

Rio Grande do Sul. de forma integrada. TRANSPORTADORA LIMA TRANSPORTADORA TRANSPEL LTDA TRANSPORTE DELLA VOLPE S/A COM.Contribuinte Anexo VI – Projeto Piloto do CT-e O Projeto Piloto do Conhecimento de Transportes eletrônico foi desenvolvido.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Integração . pelas Secretarias de Fazenda dos Estados de Alagoas. Pág. Superintendência da Zona Franca de Manuas (SUFRAMA). Rio de Janeiro. Espiríto Santo.TRANSPETRO RODONAVES TRANSPORTES E ENCOMENDAS LTDA RODOVIÁRIO LÍDER LTDA SADIA S/A SARATOGA ENGENHARIA E TRANSPORTES LTDA SPEEDPAK ENCOMENDAS EXPRESSAS LTDA TAM TRANSEICH ASSESSORIA E TRANSPORTES LTDA Transportadora Americana LTDA TRANSPORTADORA GAMPER LTDA TRANSPORTADORA ITAPEMIRIM S. Minas Gerais. E IND. TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS ZAPELINI LTDA TRANSPORTES BERTOLINI LTDA TRANSULTRA ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE ESPECIALIZADO LTDA VARIG LOGISTICA S/A O projeto conta ainda com a colaboração das seguintes entidades: • ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre).A. • NTC&Logística (Associação Nacional de Transporte de Cargas & Logítica). Maranhão. Receita Federal do Brasil. Goiás. Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) e as seguintes empresas: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Aliança Navegação e Logística LTDA ALL . Distrito Federal. Mato Grosso do Sul. Santa Catarina. São Paulo. Sergipe. 136 / 136 .América Latina Logística S/A Andorinha Transportadora LTDA BEMEX LOGÍSTICA LTDA BINOTTO S/A LOGÍSTICA TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO CEVA LOGISTICS LTDA COOPERATIVA DE TRANSPORTE DE CARGAS DO ESTADO DE SC DHL DISPLAN ENCOMENDAS URGENTES LTDA EMPRESA DE TRANSPORTE ATLAS LTDA EXPRESSO ARAÇATUBA TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA EXPRESSO JUNDIAÍ SÃO PAULO LTDA Expresso Mercúrio S/A GOL GRISTEC JÚLIO SIMÕES TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA MIRA OTM TRANSPORTES LTDA MRS PATRUS TRANSPORTE URGENTES LTDA Petrobrás Transporte S/A . • GS1 Brasil. Bahia. Mato Grosso.

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