ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

MANUAL DE ELABORAÇÃO
Aplicado à União e aos Estados, Distrito Federal e Municípios 6ª edição atualizada

Permitida a reprodução total ou parcial desta publicação desde que citada a fonte. Impresso no Brasil MINISTRO DE ESTADO DA FAZENDA Guido Mantega SECRETÁRIO-EXECUTIVO Bernard Appy SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL Carlos Kawall Leal Ferreira SECRETÁRIOS-ADJUNTOS Líscio Fábio de Brasil Camargo Tarcísio José Massote de Godoy Paulo Fontoura Valle Jorge Khalil Miski COORDENADOR-GERAL DE CONTABILIDADE Paulo Henrique Feijó da Silva COORDENADORA DE CONTABILIDADE Roberta Moreira da Costa Bernardi Pereira GERENTE DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS Alessandro Aurelio Caldeira EQUIPE TÉCNICA Iramar Rodrigues Cordeiro Maria Amélia Fonseca Lemos Maria José Soares Cordeiro Paulo Henrique de Godoy Machado Teresa Leão da Silva Thiago de Castro Sousa Colaboração Técnica: Coordenação-Geral de Operações de Crédito de Estados e Municípios – COPEM Coordenação-Geral de Análise Econômico-Fiscal de Projetos de Investimento Público – COAPI Informações: (61) 3412-3022 / 3412-3061 / 3412-3062 / 3412-3063 / 3412-3914 / 3412-3977 Fax: (61) 3412-1459 Informações SISTN: (61) 3412-3199 Endereço Eletrônico: www.tesouro.fazenda.gov.br Correio Eletrônico: geinc.ccont.df.stn@fazenda.gov.br Esplanada dos Ministérios, Bloco P, Edifício Anexo, Térreo, Ala A 70048-900 – Brasília - DF

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
MANUAL DE ELABORAÇÃO
Aplicado à União e aos Estados, Distrito Federal e Municípios 6ª edição atualizada

Brasília 2006

COORDENAÇÃO EDITORIAL: Secretaria do Tesouro Nacional REVISÃO DE TEXTO: Coordenação-Geral de Contabilidade CRIAÇÃO CAPA: Marcelo Avim Ferreira TIRAGEM: 6.000 exemplares Referência Bibliográfica Anexo de Metas Fiscais e Relatório Resumido da Execução Orçamentária: Manual de Elaboração. Brasília: Secretaria do Tesouro Nacional, 2006. 379 p. Ficha Catalográfica Brasil. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Anexo de metas fiscais e relatório resumido da execução orçamentária: manual de elaboração: aplicado à União e aos Estados, Distrito Federal e Municípios / Ministério da Fazenda, Secretaria do Tesouro Nacional. 6. ed. atual. Brasília: Secretaria do Tesouro Nacional, Coordenação-Geral de Contabilidade, 2006. 379 p. ISBN: 1. Execução Orçamentária – Manual – Brasil. 2. Finanças Públicas – Manual – Brasil. 3. Responsabilidade Fiscal – Manual – Brasil. 4. Contabilidade Pública – Manual Brasil. I. Título. CDD: 336.81 CDU: 336.126(81)

APRESENTAÇÃO

Após a edição da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, intitulada Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF, a Secretaria do Tesouro Nacional – STN, do Ministério da Fazenda, na qualidade de órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, nos termos do Decreto nº 3.589, de 6 de setembro de 2000, e da Lei nº 10.180, de 6 de fevereiro de 2001, vem buscando os meios normativos para atender ao disposto no § 2º do art. 50 da LRF, que trata dos procedimentos de consolidação das contas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Inicialmente foram padronizados os modelos do Relatório de Gestão Fiscal e do Relatório Resumido da Execução Orçamentária do Governo Federal, por meio das Portarias nº 469, para a União, nº 470, para o Distrito Federal e os Estados, e nº 471, para os Municípios, da STN, de 21 de setembro de 2000. Posteriormente foram expedidas a Portaria Interministerial nº 163, de 4 de maio de 2001, da STN e SOF, harmonizando as classificações da receita e despesa, e a Portaria nº 180, de 21 de maio de 2001, da STN, detalhando a classificação das receitas para todas as esferas de governo. Visando à harmonização de regras e procedimentos, foram editadas as seguintes Portarias, além das supracitadas: - PORTARIA Nº 614, DE 21 DE AGOSTO DE 2006, DA STN – DOU DE 22/8/2006 Estabelece normas gerais relativas à consolidação das contas públicas aplicáveis aos contratos de Parceria Público-Privada – PPP; - PORTARIA Nº 340, DE 26 DE ABRIL DE 2006, DA STN – DOU DE 28/4/2006 Aprova a 3ª edição do Manual de Procedimentos das Receitas Públicas; - PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 338, DE 26 DE ABRIL DE 2006, DA STN E SOF – DOU DE 28/4/2006 Altera o Anexo I da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163, de 4 de maio de 2001. especificando as operações intra-orçamentárias em nível de categoria econômica; - PORTARIA Nº 869, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2005, DA STN – DOU de 19/12/2005 Altera o Anexo I da Portaria nº 303, de 28 de abril de 2005, criando as naturezas de receita das operações intra-orçamentárias; - PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 688, DE 14 DE OUTUBRO DE 2005, DA STN E SOF – DOU de 17/10/2005 Altera o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163, de 4 de maio de 2001, criando novas modalidades de aplicação; - PORTARIA Nº 587, DE 29 DE AGOSTO DE 2005, DA STN – DOU DE 31/8/2005 Aprova a 5ª edição do Manual de Elaboração do Anexo de Metas Fiscais e Relatório Resumido da Execução Orçamentária; - PORTARIA Nº 586, DE 29 DE AGOSTO DE 2005, DA STN – DOU DE 31/8/2005 Aprova a 5ª edição do Manual de Elaboração do Anexo de Riscos Fiscais e do Relatório de Gestão Fiscal; - PORTARIA Nº 303, DE 28 DE ABRIL DE 2005, DA STN – DOU DE 29/4/2005 Aprova a 2ª edição do Manual de Procedimentos das Receitas Públicas;

- PORTARIA Nº 471, DE 31 DE AGOSTO DE 2004, DA STN – DOU DE 1/9/2004 Aprova a 4ª edição do Manual de Elaboração do Anexo de Metas Fiscais e Relatório Resumido da Execução Orçamentária; - PORTARIA Nº 470, DE 31 DE AGOSTO DE 2004, DA STN – DOU DE 1/9/2004 Aprova a 4ª edição do Manual de Elaboração do Anexo de Riscos Fiscais e do Relatório de Gestão Fiscal; - PORTARIA Nº 219, DE 29 DE ABRIL DE 2004, DA STN – DOU DE 3/5/2004 Aprova a 1ª edição do Manual de Procedimentos das Receitas Públicas; - PORTARIA Nº 441, DE 27 DE AGOSTO DE 2003, DA STN – DOU DE 29/8/2003 Aprova a 3ª edição do Manual de Elaboração do Relatório Resumido da Execução Orçamentária; - PORTARIA Nº 440, DE 27 DE AGOSTO DE 2003, DA STN – DOU DE 29/8/2003 Aprova a 3ª edição do Manual de Elaboração do Relatório de Gestão Fiscal; - PORTARIA Nº 248, DE 28 DE ABRIL DE 2003, DA STN – DOU DE 30/4/2003 Consolida as Portarias nº 180, 211 e 300, da STN, e divulga o detalhamento das naturezas de receita para 2004; - PORTARIA Nº 517, DE 14 DE OUTUBRO DE 2002, DA STN – DOU DE 23/10/2002 Aprova a 2ª edição do Manual de Elaboração do Relatório Resumido da Execução Orçamentária; - PORTARIA Nº 516, DE 14 DE OUTUBRO DE 2002, DA STN – DOU DE 22/10/2002 Aprova a 2ª edição do Manual de Elaboração do Relatório de Gestão Fiscal; - PORTARIA Nº 448, DE 13 DE SETEMBRO DE 2002, DA STN – DOU DE 17/9/2002 Divulga o detalhamento das naturezas de despesas 339030, 339036, 339039 e 449052; - PORTARIA Nº 447, DE 13 DE SETEMBRO DE 2002, DA STN – DOU DE 18/9/2002 Dispõe sobre normas gerais de registro de transferências de recursos intergovernamentais no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, com vistas à consolidação das contas públicas nacionais e dá outras providências; - PORTARIA Nº 300, DE 27 DE JUNHO DE 2002, DA STN – DOU DE 1/7/2002 Altera o Anexo II da Portaria nº 211, de 29/04/2002, da STN; - PORTARIA Nº 211, DE 29 DE ABRIL DE 2002, DA STN – DOU DE 2/5/2002 Altera o Anexo I da Portaria nº 180, de 21/05/2001, da STN; - PORTARIA Nº 109, DE 8 DE MARÇO DE 2002, DA STN – DOU DE 11/3/2002 Aprova formulários de encaminhamento, por Estados, DF e Municípios, de dados contábeis (contas) consolidados exigidos pela LRF; - PORTARIA Nº 589, DE 27 DE DEZEMBRO 2001, DA STN – DOU DE 28/12/2001 Estabelece conceitos, regras e procedimentos contábeis para consolidação das empresas estatais dependentes nas contas públicas e dá outras providências; - PORTARIA Nº 560, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2001, DA STN – DOU DE 29/12/2001 Institui o Manual de Elaboração do Relatório Resumido da Execução Orçamentária;

- PORTARIA Nº 559, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2001, DA STN – DOU DE 26/12/2001 Institui o Manual de Elaboração do Relatório de Gestão Fiscal; - PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 519, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2001, DA STN E SOF – DOU de 28/11/2001 Altera os Anexos I e II da Portaria Interministerial nº 163, de 4 de maio de 2001, da STN/SOF, que dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; - PORTARIA Nº 339, DE 29 DE AGOSTO DE 2001, DA STN – DOU DE 30/8/2001 Define, para os Estados, Distrito Federal e Municípios, os procedimentos relacionados aos registros decorrentes da execução orçamentária e financeira das despesas realizadas, de forma descentralizada (em substituição às transferências intragovernamentais), observando-se os aspectos orçamentários e financeiros; - PORTARIA Nº 328, DE 27 DE AGOSTO DE 2001, DA STN – DOU DE 28/8/2001 Estabelece, para os Estados, Distrito Federal e Municípios, os procedimentos contábeis para os recursos destinados e oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF; - PORTARIA Nº 327, DE 27 DE AGOSTO DE 2001, DA STN – DOU DE 28/8/2001 Dispõe sobre os valores totais recebidos a maior do Fundo de Participação dos Municípios – FPM; - PORTARIA Nº 326, DE 27 DE AGOSTO DE 2001, DA STN – DOU de 28/8/2001 Altera o Anexo I da Portaria nº 180, de 21 de maio de 2001, da STN; - PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 325, DE 27 DE AGOSTO DE 2001, DA STN E SOF – DOU de 28/8/2001 Altera os Anexos I, II e III da Portaria Interministerial nº 163, de 4 de maio de 2001, da STN/SOF, que dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; - PORTARIA Nº 212, DE 4 DE JUNHO DE 2001, DA STN – DOU DE 5/6/2001 Estabelece, para os Estados, Distrito Federal e Municípios, que a arrecadação do imposto descrito no inciso I dos arts. 157 e 158 da Constituição Federal, contabilizada como receita tributária, constantes do Anexo I, da Portaria Interministerial nº 163/2001, da STN/SOF; - PORTARIA Nº 211, DE 04 DE JUNHO DE 2001, DA STN – DOU DE 5/6/2001 Divulga o Anexo I – Tabela de Correlação da Despesa para fins de orientação quanto à aplicabilidade do disposto nos arts. 3º ao 5º da Portaria Interministerial nº 163/2001, da STN/SOF; - PORTARIA Nº 530, DE 19 DE OUTUBRO DE 2000, DA STN – DOU DE 23/10/2000 Dispõe sobre os procedimentos contábeis para registro da transferência de títulos da dívida pública da União para os Estados, objeto da Lei nº 9.988, de 19/07/2000. A STN, como órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, vem realizando, em conjunto com os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e as entidades técnicas representativas da sociedade, a harmonização dos conceitos, definições, regras e procedimentos contábeis a serem observados por todas as esferas de governo, culminando com a divulgação da 6ª edição do Manual de Elaboração do Anexo de Metas Fiscais e Relatório Resumido da Execução Orçamentária.

que visam a atender à sociedade na obtenção de informações da administração pública. direta ou indiretamente. . a Secretaria do Tesouro Nacional agradece aos colaboradores individuais e institucionais que. contribuíram para a elaboração deste Manual.É propósito da STN dar continuidade a estudos e desenvolvimento de sistemas. Nesta oportunidade.

e as disposições em contrário. 4º do Decreto nº 3. 9º do Anexo I do Decreto nº 5.tesouro. DE 30 DE AGOSTO DE 2006 Aprova a 6ª edição do Manual de Elaboração do Anexo de Metas Fiscais e do Relatório Resumido da Execução Orçamentária.gov. o qual contém os correspondentes anexos. que deverão ser utilizados pela União e pelos Estados.589. referentes aos demonstrativos descritos nos §§ 1º e 2º do art. e no inciso I do art.stn@fazenda.Brasília . a condição de órgão central do Sistema de Contabilidade Federal. de 6 de setembro de 2000. de 12 de agosto de 2005.br .DF www. Considerando as competências do órgão central do Sistema de Contabilidade Federal. no uso das atribuições que lhe confere a Portaria nº 403. 17 da Lei nº 10. CARLOS KAWALL LEAL FERREIRA Esplanada dos Ministérios. a coordenação e a execução do processo de atualização permanente do Manual de Elaboração do Anexo de Metas Fiscais e do Relatório Resumido da Execução Orçamentária. estabelecidas no art. resolve: Art.15 BL de BR IC A FEDERATIVA DO No 9 vem 188 bro de RE PÚ AS IL PORTARIA Nº 633.fazenda. Art.70048-900 .510. revogando-se. complementadas pelo disposto no inciso XVII do art. 52 e 53 da Lei Complementar nº 101. que atribui encargos ao órgão central de contabilidade da União. de 6 de setembro de 2000. que conferem à Secretaria do Tesouro Nacional. da STN. 50 da Lei Complementar nº 101. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação e tem seus efeitos aplicados a partir do exercício financeiro de 2007. de 6 de fevereiro de 2001. de 4 de maio de 2000. do art. de 4 de maio de 2000. O SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL. a partir daquele exercício. 2° Compete à Coordenação-Geral de Contabilidade.br .180. Art. 5º do Decreto nº 3.589. Distrito Federal e Municípios. do MF. de 29 de agosto de 2005. a Portaria nº 587. Considerando o disposto no inciso I do art. 48. e Considerando o disposto no § 2º. do Ministério da Fazenda. de 2 de dezembro de 2005. da Secretaria do Tesouro Nacional. 4º e nos arts. 2º andar . Bloco P. 1° Aprovar a 6ª edição do Manual de Elaboração do Anexo de Metas Fiscais e do Relatório Resumido da Execução Orçamentária.gov.

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........1 Entes da Federação que contratarem Parcerias Público-Privadas – PPP ....... 69 2....................................2 Particularidades...................................9...............................6 Demonstrativo VI – Avaliação da Situação Financeira e Atuarial do Regime Próprio de Previdência dos Servidores Públicos .......1 DEMONSTRATIVO I – METAS ANUAIS .................. 28 2.......................................................................... 40 2......................................................................................................5....................................1 Instruções de Preenchimento ..................8........................................................................................6...................................9............................. 17 2.....................................2.....4............................... 50 2........................................ 46 2............................1 Instruções de Preenchimento .1 Instruções de Preenchimento .7 Demonstrativo VII – Estimativa e Compensação da Renúncia de Receita..............9.............................................................2 Demonstrativo II – Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Exercício Anterior...............1.......................1 Instruções de Preenchimento ................................1 Instruções de Preenchimento .........................................................................................................................................................................................1 Instruções de Preenchimento . 33 2....................................................................................................... 25 2... 68 2...................... 19 2...............7 DEMONSTRATIVO VII – ESTIMATIVA E COMPENSAÇÃO DA RENÚNCIA DE RECEITA .............................1 Demonstrativo I – Metas Anuais ............................................9....................9. 65 2............... 72 2.SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ...............................................................9............ 32 2.................................................................... 45 2................................3.....................................................9....................2 DEMONSTRATIVO II – AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR .. 51 2..... 60 2..4 DEMONSTRATIVO IV – EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO ......1...1....................................................... 69 2................................ 15 2 ANEXO DE METAS FISCAIS ....3 DEMONSTRATIVO III – METAS FISCAIS ATUAIS COMPARADAS COM AS FIXADAS NOS TRÊS EXERCÍCIOS ANTERIORES ................................................................... 70 2......3 Demonstrativo III – Metas Fiscais Atuais Comparadas com as Fixadas nos Três Exercícios Anteriores ..............1 Instruções de Preenchimento ..... 63 2.............................................9 EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DOS DEMONSTRATIVOS PERTENCENTES AO ANEXO DE METAS FISCAIS....... 41 2.................. 21 2.........2..................................................1 Instruções de Preenchimento ...................................................................... 71 2......................................................7........................................ 25 2..................................... 68 2................................................8 DEMONSTRATIVO VIII – MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIGATÓRIAS DE CARÁTER CONTINUADO .............. 27 2....... 61 2..............5 DEMONSTRATIVO V – ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM A ALIENAÇÃO DE ATIVOS ............................5 Demonstrativo V – Origem e Aplicação dos Recursos Obtidos com a Alienação de Ativos.............................................................................. 74 ...............................................................6 DEMONSTRATIVO VI – AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS ....4 Demonstrativo IV – Evolução do Patrimônio Líquido ...................

..........8 ANEXO VIII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO ..................................... 213 3.3 Particularidades..................... 124 3....................................9 Memória e Metodologia de Cálculo das Metas Anuais de Receitas. 75 3 RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ............... 129 3.....................8................ 180 3....................................................9 ANEXO IX – DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E ÓRGÃO.............................1.........................1............ 120 3............10 ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE .....................................................2...1 Instruções de Preenchimento ........ DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS.................. 214 ............. 133 3.....6 ANEXO VI – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL ..... 114 3....................................3...................................................2............ 112 3..... Resultado Nominal e Montante da Dívida Pública .......................... 74 2..2 Particularidades............................................................ 122 3................1 Instruções de Preenchimento .......................2 ANEXO II – DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO...... 195 3........................................1.......................1........................9...............1 Estados e Distrito Federal ...............................................2.................1 Instruções de Preenchimento ................. Despesas.........................................................................9...........................3................2......................................................................................4......................3................. 206 3.7 ANEXO VII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS.......................................................................................... 111 3....8 Demonstrativo VIII – Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado ..........................2....3...................... 110 3................................2 Estados... 135 ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME PRÓPRIO DOS SERVIDORES PÚBLICOS .......1 Instruções de Preenchimento ............3...................5 3.......7..............................................................................9......................................2 Preenchimento da Tabela das Despesas Intra-orçamentárias ............... 193 3.................................................................................. 130 3........7.................................................................................... 194 3..........................5...............................3 Municípios .......................2.. 129 3.............................6....... 131 3............................................1 União ............................ 208 3.................................... 109 3............................. Resultado Primário..2 Preenchimento da Tabela das Receitas e Despesas Intra-orçamentárias ................ 141 3........3 ANEXO III – DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ...............................2 Preenchimento da Tabela dos Restos a Pagar Relativos a Despesas IntraOrçamentárias .............. 196 3..........1 Instruções de Preenchimento ................................. 169 3..............................................1 ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ................. 82 3........... 193 3..................7...2.................................2 Particularidades. 143 3....................................................... 110 3...........7..2 Estados..................................................................1 Instruções de Preenchimento ............2.............................................................................1............................. 87 3........1 União .....................1 Instruções de Preenchimento .........9..............................................................................................3....... 178 3.1 Instruções de Preenchimento .................................4 ANEXO IV – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL – UNIÃO............1 Instruções de Preenchimento ....3............... 85 3............ 167 3.........................................................2 Municípios .

..................2 Instruções de Preenchimento – ESTADOS .......................3 Distrito Federal ............................14 ANEXO XIV – DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS ....2......... 366 4.... 298 3......18......2 Particularidades ............... DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS............................... 367 5 PENALIDADES .........................10...................... 347 3......10........2.................1 Instruções de Preenchimento .......................................................14....................................................15.....................................................2...........11.................................................. 256 3. 365 4...................................................................... 368 ................... 349 3........................................................................... 322 3......................................... 219 3...........................16...................................................10................13.......................................16...................... 339 3............... 339 3........................000 HABITANTES ................4 MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO INFERIOR A 50......13 ANEXO XIII – DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS......................1 Instruções de Preenchimento – UNIÃO................................................16....................................................12 ANEXO XII – DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL – UNIÃO . 362 4 PRAZOS PARA PUBLICAÇÕES..........................................................1 Instruções de Preenchimento ........3 MUNICÍPIOS ..............1 Distrito Federal .................... 307 3.17 ANEXO XVII – DEMONSTRATIVO DAS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS .......................................................2 Perda ou Ganho nas Transferências do FUNDEF.............................................................................................................................................. 296 3.......................................3 Instruções de Preenchimento – MUNICÍPIOS ... 291 3...................... 279 3............. 299 3.. 279 3....................................................................... 355 3...........1 UNIÃO.4...............15 ANEXO XV – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – UNIÃO .........10................................................................. 294 3.................................................. 357 3.........................3......................16 ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE – ESTADOS...................................16..............4 Particularidades .................11 ANEXO XI – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL ...................................................18............................................................ 233 3..............................................1 Instruções de Preenchimento .................. 305 3........1 Instruções de Preenchimento ......................................................16......................2.................................................................................................................1 Instruções de Preenchimento .........................................................17.................2 Estados........................................................ 320 3...18 ANEXO XVIII – DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA .......... 364 4.......1 Instruções de Preenchimento ............................. 364 4.................1 Instruções de Preenchimento ...................................12...................................................... 345 3............1 Encerramento do Exercício... 284 3.......................................................................18.........................................................................................................................10.............. 290 3..10........ 343 3..........................4.... 282 3............. 279 3. 362 3.........2 Particularidades ............................2 ESTADOS ......1 Instruções de Preenchimento ......1 Municípios ....................................................................................................................

..... 377 ......................................................REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...............................

e define orientações metodológicas. O objetivo deste manual é uniformizar procedimentos. .br/sf . .planejamento.www.br . .br .modelos dos demonstrativos e instruções de preenchimento. No texto. essas deverão ser substituídas pela informação correspondente.portal.www.senado. o Distrito Federal e os Municípios deverão elaborar e publicar o Anexo de Metas Fiscais e o Relatório Resumido da Execução Orçamentária.gov.definições legais do Relatório Resumido da Execução Orçamentária.definição dos demonstrativos.fazenda. de forma permanente. de 4 de maio de 2000. os Estados. .presidencia. Os amparos legais citados neste manual poderão ser obtidos pela internet nos endereços: .gov. intitulado “Anexo de Metas Fiscais e Relatório Resumido da Execução Orçamentária – Manual de Elaboração”. Para a compreensão e a fundamentação legal do conteúdo do manual. O Manual de Elaboração do Anexo de Metas Fiscais e Relatório Resumido da Execução Orçamentária orientará o Poder Executivo de cada ente da Federação na elaboração do Anexo de Metas Fiscais e do Relatório Resumido previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal.br/saude As infrações e as respectivas punições constam no capítulo PENALIDADES. relacionados à elaboração do Anexo de Metas Fiscais e do Relatório Resumido da Execução Orçamentária. consoante os parâmetros definidos pela Lei Complementar nº 101. onde houver palavras ou expressões entre < >.www. Nesse sentido.www.gov. . Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.gov. para a elaboração do referido anexo e do relatório. estabelece regras de harmonização a serem observadas. enfatizando sua abrangência e particularidades. deste manual.anexo de metas fiscais.tesouro. A LRF estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e determina que a União. pela Administração Pública.saude. com a observância das normas fixadas pela lei. com o propósito de assegurar a transparência dos gastos públicos e a consecução das metas fiscais.gov. O Relatório Resumido da Execução Orçamentária é um instrumento imprescindível no acompanhamento das atividades financeiras e de gestão do Estado e está previsto no § 3º do artigo 165 da Constituição Federal.br .br .gov. descrever rotinas e servir de instrumento de racionalização de métodos.portal.1 INTRODUÇÃO Este trabalho. o manual dispõe sobre os seguintes aspectos: . são informadas notas gerais e específicas no rodapé das páginas.prazos para publicação. . regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.penalidades.mec.

A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. que para disponibilização das informações pela STN. deverão. Faz-se necessário observar. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. Os valores serão apresentados em unidade de Real. . tornar a linguagem mais clara e objetiva. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. abrangendo todas as informações necessárias à verificação da consecução das metas fiscais e normas de que trata a lei. Dessa forma. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. ainda. a partir dos preceitos legais que fundamentam e justificam a elaboração do Anexo de Metas Fiscais e do Relatório Resumido da Execução Orçamentária. os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. emitir o seu próprio Relatório Resumido da Execução Orçamentária. cada um.16 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Os entes da Federação. definidos na LRF. Em todos os demonstrativos instruídos por este manual. os valores deverão ser informados em unidade de Real. a atualização do presente manual visa. dentre outros aspectos.

e) demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado. d. inclusive sob a forma de subvenções para pagamento de pessoal e custeio.Demonstrativo III – Metas Fiscais Atuais Comparadas com as Metas Fiscais Fixadas nos Três Exercícios Anteriores. d) avaliação da situação financeira e atuarial: d. fundações. constituídas pelas autarquias. o Anexo de Metas Fiscais deve ser composto pelos seguintes demonstrativos: .2) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial. também nos últimos três exercícios. Na elaboração desse Anexo da LDO. empresas públicas e sociedades de economia mista que recebem recursos dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. c) evolução do patrimônio líquido.Demonstrativo I – Metas Anuais. Estados. O Anexo de Metas Fiscais deverá ser elaborado de acordo com o § 2º do art. neste caso. Distrito Federal e Municípios. e entidades da Administração Indireta. O Anexo de Metas Fiscais abrangerá os Órgãos da Administração Direta dos Poderes. 4º da Lei Complementar nº 101. em valores correntes e constantes. relativas a receitas. deverão ser observados os critérios e medidas constantes no presente manual. a fim de se estabelecer padrões mínimos das informações que irão constar no referido Anexo. que integrará o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias. pelo Poder Executivo da União. e evidenciando a consistência das mesmas com as premissas e os objetivos da política econômica nacional. . A LRF determina que no Anexo de Metas Fiscais serão estabelecidas metas anuais. e conterá ainda: a) avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior. despesas. instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos. comparando-as com as metas fixadas nos três exercícios anteriores. 1° da LRF. abrangendo tanto o Poder Executivo quanto os Poderes Legislativo e Judiciário. . resultados nominal e primário e montante da dívida pública. em atendimento ao disposto no § 1º do art. aquelas empresas lucrativas que recebam recursos para aumento de capital. destacando a origem e a aplicação dos recursos obtidos com a alienação de ativos. . do regime próprio dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador. A fim de dar cumprimento ao preceito da LRF.Demonstrativo IV – Evolução do Patrimônio Líquido.2 ANEXO DE METAS FISCAIS O ente deve elaborar o Anexo de Metas Fiscais.1) do regime geral de previdência social. . ou de auxílios para pagamento de despesas de capital. para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.Demonstrativo II – Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Exercício Anterior. b) demonstrativo das metas anuais. de 4 de maio de 2000. excluídas. fundos especiais.

. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida.Demonstrativo VII – Estimativa e Compensação da Renúncia de Receita. por municípios com população inferior a cinqüenta mil habitantes. que para coleta das informações pela STN. sugere-se a leitura de ambas as partes para o completo entendimento do assunto. sendo a primeira com o objetivo de apresentar os demonstrativos e instruir o seu correto preenchimento. os valores deverão ser informados em unidade de Real. . via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN.Demonstrativo VIII – Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado. ainda. destinado ao Anexo de Metas Fiscais da LDO. . passou a ser obrigatória a partir do exercício de 2005. Conforme estabelecido no inciso III do art. O disposto neste capítulo. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. Conforme instrução deste manual. Desse modo. os valores serão apresentados em unidade de Real. e a segunda. na LDO que orientou a elaboração do Orçamento de 2006. 63 da LRF.Demonstrativo V – Origem e Aplicação dos Recursos Obtidos com a Alienação de Ativos.18 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO . para esses municípios a aplicabilidade do Demonstrativo II – Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Exercício Anterior e do Demonstrativo III – Metas Fiscais Atuais Comparadas com as Metas Fiscais Fixadas nos Três Exercícios Anteriores será restrita àqueles que tenham elaborado metas fiscais para exercícios orçamentários anteriores ao exercício de 2005.Demonstrativo VI – Avaliação da Situação Financeira e Atuarial do RPPS. está dividido em duas partes. reservada para exemplificar o preenchimento dos mesmos. . Diante disso. Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. Faz-se necessário observar. a elaboração do Anexo de Metas Fiscais. O cumprimento das metas deve ser acompanhado com base nas informações divulgadas no Relatório Resumido da Execução Orçamentária e no Relatório de Gestão Fiscal.

não preencher as colunas relativas ao % PIB. A fim de dar cumprimento a esse preceito da LRF.bcb. para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes. relativas a receitas.Demonstrativo I – Metas Anuais – Na coluna % PIB.No caso dos Municípios. divulgados pelo Banco Central do Brasil – BACEN e pelo Instituto de . devem ser utilizados os outros parâmetros especificados neste capítulo 2.ibge.Crescimento Real do PIB (% anual) – Para a União deve ser utilizado como parâmetro o valor projetado do PIB nacional. em seus relatórios sobre inflação. poderão utilizar a projeção do PIB nacional constante da LDO da União. ou a própria Secretaria de Planejamento as elaborem. Distrito Federal e Municípios.gov. No caso de não ser possível a obtenção desses dados. até que o IBGE. de Câmbio e de Juros – Poderão ser utilizados os Relatórios de Mercado. tais como: . podem ser utilizadas as projeções disponibilizadas pelo Banco Central do Brasil. se estes não obtiverem. por conta própria.pdf. o Anexo de Metas Fiscais em que serão estabelecidas metas anuais. na página: http://www. divulgado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE no endereço eletrônico www.Projeção dos Índices de Inflação e das Taxas de Câmbio e de Juros (Selic) – Como parâmetros para o cálculo dos valores correntes das Metas Fiscais Anuais e para o cálculo do valor constante.Índice de Inflação – O ente governamental deverá utilizar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA.Expectativas de Mercado para a Taxa de Inflação. No caso dos Municípios.br/?RELINF. IBGE ou institutos equivalentes – Nas projeções do PIB. no caso dos Estados e do Distrito Federal. assim como de eventuais variações abruptas e outras que mereçam destaque. divulgado pelo IBGE.ibge. Não havendo projeção para os três exercícios posteriores ao ano de elaboração da LDO. . 4º da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. pode-se repetir a última projeção disponibilizada nos demais exercícios. em valores correntes e constantes. pelo IBGE ou por institutos equivalentes. nem pelo Governo do Estado. despesas.1 DEMONSTRATIVO I – METAS ANUAIS De acordo com o § 1º do art. como parâmetro para o cálculo dos valores correntes das Metas Fiscais Anuais para Estados. que será acompanhado de análise dos principais dados apresentados. . Também serão apresentadas as medidas que a Administração Pública pretende tomar visando a atingir as metas estabelecidas. devem ser mencionados os parâmetros básicos utilizados para se chegar aos valores apresentados. .Projeções realizadas pelos Estados. na página: http://www. . a projeção do PIB nacional. resultado nominal e primário e montante da dívida pública. Compondo esta análise.DEMONSTRATIVO I – METAS ANUAIS 19 2. integrará o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias. se as projeções do PIB do respectivo Estado não forem disponibilizadas pelo IBGE. devem ser utilizadas as projeções realizadas pelos próprios Estados e pelo Distrito Federal. . ou a entidade representante do Estado.gov. foi disponibilizado pelo IBGE o Relatório Metodológico de Cálculo dos PIB dos Municípios.1. Distrito Federal. deve ser elaborado o Demonstrativo de Metas Anuais. Outros Parâmetros para Composição do Cenário Macroeconômico: .br/home/estatistica/economia/pibmunicipios/srmpibmunicipios.br.gov.

. nos endereços eletrônicos www. quando esse valor for relevante em relação ao total das receitas auferidas pelo ente.Variação no valor das Transferências Constitucionais recebidas. dentre outros indicadores.gov.br e www.ipeadata.bcb.Pesquisa Mensal de Comércio – Divulgada pelo IBGE e especificada por Unidade da Federação.Pesquisa Industrial Mensal Produção Física/Regional – Divulgada pelo IBGE e especificada por Estados/Regiões Industriais. .gov. de câmbio e de juros. . .20 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA.br que trazem as expectativas de mercado para a taxa de inflação.

União. Estado. do Distrito Federal ou do Município.DEMONSTRATIVO I – METAS ANUAIS 21 2. art.00 <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> Valor Valor % PIB Valor Valor % PIB Valor Valor % PIB ESPECIFICAÇÃO Corrente Constante Corrente Constante Corrente Constante (a) (a/PIB) (b) (b/PIB) (c) (c/PIB) x 100 x 100 x 100 AMF – Tabela 1 (LRF. Distrito Federal ou Município. <ANO DE REFERÊNCIA> – A expressão <ANO DE REFERÊNCIA> indica o exercício orçamentário a que se refere a LDO. do Estado. Ex: <2008>. art.1 AMF – Tabela 1 (LRF. ou seja.4º. ANEXO DE METAS FISCAIS – Título do Anexo previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF em seu art. . Tabela 1.1 Instruções de Preenchimento Tabela 1 – Metas Anuais <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS METAS ANUAIS <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 1 (LRF. § 1º) R$ 1. 4º. § 1º) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. 4º. METAS ANUAIS – Título do demonstrativo que acompanha o Anexo de Metas Fiscais. § 1º. no formato aaaa. art.1. § 1º) R$ 1. 4º.00 <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> Valor Valor % PIB Valor Valor % PIB Valor Valor % PIB ESPECIFICAÇÃO Corrente Constante Corrente Constante Corrente Constante (a) (a/PIB) (b) (b/PIB) (c) (c/PIB) x 100 x 100 x 100 Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias (II) Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida FONTE: Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS METAS ANUAIS <ANO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – Esse título indica que o demonstrativo faz parte da Lei de Diretrizes Orçamentárias da União.

ou seja. expurgando os índices de inflação ou deflação aplicados no cálculo do valor corrente. Valor Corrente (b) – Essa coluna identifica os valores das metas fiscais para o exercício orçamentário a que se refere a LDO. Estados e Distrito Federal. o Resultado Primário. o percentual será apresentado em relação ao valor projetado do PIB dos respectivos Estados. até um milésimo por cento (0. em relação ao valor projetado do PIB nacional para a União. Estados e Distrito Federal. Ex: <2008>. Valor Constante – Essa coluna identifica os valores constantes. utilizando o cenário macroeconômico de forma que os valores apresentados sejam claramente fundamentados. expurgando os índices de inflação ou deflação aplicados no cálculo do valor corrente.001%). No caso dos Municípios. Valor Corrente (a) – Essa coluna identifica os valores das metas fiscais para o exercício orçamentário a que se refere a LDO. o percentual será apresentado em relação ao valor projetado do PIB dos respectivos Estados. em relação ao valor projetado do PIB nacional para a União. A expressão <Ano+2> indica o ano correspondente. <Ano de Referência> – Essa coluna identifica o exercício orçamentário a que se refere a LDO. % PIB (a/PIB) x 100 – Essa coluna identifica o valor percentual das Metas Fiscais previstas para o exercício orçamentário a que se refere a LDO. ESPECIFICAÇÃO – Essa coluna identifica a Receita. Valor Corrente (c) – Essa coluna identifica os valores das metas fiscais para o exercício orçamentário a que se refere a LDO. Ex: <2009>. ou seja. que equivalem aos valores correntes abstraídos da variação do poder aquisitivo da moeda. A expressão <Ano+1> indica o ano correspondente. até um milésimo por cento ( 0. <Ano+2> – Essa coluna identifica o segundo exercício orçamentário posterior ao ano de referência da LDO. utilizando o cenário macroeconômico de forma que os valores apresentados sejam claramente fundamentados. <Ano+1> – Essa coluna identifica o exercício orçamentário posterior ao ano de referência da LDO.001%). Valor Constante – Essa coluna identifica os valores constantes que equivalem aos valores correntes abstraídos da variação do poder aquisitivo da moeda. ou seja. % PIB (b/PIB) x 100 – Essa coluna identifica o valor percentual das Metas Fiscais previstas para o exercício orçamentário seguinte ao ano de referência da LDO. utilizando-se do cenário macroeconômico de forma que os valores apresentados sejam claramente fundamentados. trazendo os valores das metas anuais para valores praticados no ano anterior ao ano de referência da LDO. Ex: <2009>. A expressão <Ano de Referência> indica o exercício orçamentário correspondente. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. No caso dos Municípios. a Despesa.22 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO R$ 1. Valor Constante – Essa coluna identifica os valores constantes que equivalem aos valores correntes abstraídos da variação do poder aquisitivo da moeda.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. o Resultado Nominal e o Montante da Dívida. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. expurgando os índices de inflação ou . trazendo os valores das metas anuais para valores praticados no ano anterior ao ano de referência da LDO.

200 / 1.5 <Ano+2> 6.1289 Cálculo do Valor Constante: Valor Corrente / Índice para Deflação 137.396 <Ano+1> Índice para Deflação: {1 + (Taxa de Inflação Ano de Referência / 100)} x {1 + (Taxa de Inflação Ano + 1 / 100)} {1 + (6.06 x 1.500 / 1.534 <Ano+2> Índice para Deflação: {1 + (Taxa de Inflação Ano de Referência / 100)} x {1 + (Taxa de Inflação Ano + 1 / 100)} x {1 + (Taxa de Inflação Ano + 2 / 100)} .0 / 100)} x {1 + (6. trazendo os valores das metas anuais para valores praticados no ano anterior ao ano de referência da LDO.5 <Ano de Referência> Índice para Deflação: {1 + (Taxa de Inflação Ano de Referência / 100)} {1 + (6 / 100)} = 1. levando em consideração a taxa média de inflação projetada para o período.1289 = 121.06 = 118. Estados e Distrito Federal.001%). % PIB (c/PIB) x 100 – Essa coluna identifica o valor percentual das Metas Fiscais previstas para o segundo exercício orçamentário seguinte ao ano de referência da LDO.0 <Ano+1> 6. Exemplo de Cálculo do Valor Constante: Supondo que determinado Município tenha projetado a receita total para o ano de referência da LDO e para os dois seguintes. foram obtidos os respectivos valores correntes: R$ milhares <Ano+2> Valor Corrente 157.DEMONSTRATIVO I – METAS ANUAIS 23 deflação aplicados no cálculo do valor corrente. No caso dos Municípios.5 / 100)} = 1.830 ESPECIFICAÇÃO Receita Total <Ano de Referência> Valor Corrente 125.065 = 1. em relação ao valor projetado do PIB nacional para a União. até um milésimo por cento (0.200 Taxa Média de Inflação do Período: VARIÁVEIS Inflação Média (% anual) projetada com base em índice oficial de inflação <Ano de Referência> 6. o percentual será apresentado em relação ao valor projetado do PIB dos respectivos Estados.06 Cálculo do Valor constante: Valor corrente / Índice para Deflação 125.500 <Ano+1> Valor Corrente 137.

O resultado dessa operação será utilizado para o cálculo do resultado primário.500 118.5 / 100)} = 1.534 157. 4º. Despesas Primárias (II) – Corresponde ao total da despesa orçamentária deduzidas as despesas com juros e amortização da dívida interna e externa.2023 Cálculo do Valor Constante: Valor Corrente / Índice para Deflação 157.830 131. Nessa linha registrar as estimativas de Receitas Primárias do ente para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois exercícios seguintes.396 137.2023 = 131. art.5 / 100)} x {1 + (6. O resultado dessa operação será utilizado para o cálculo do resultado primário.06 x 1. . o recebimento de recursos oriundos de empréstimos concedidos e as receitas de privatizações. as provenientes de rendimentos de aplicações financeiras e retorno de operações de crédito (juros e amortizações).273 Como resultado.24 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO {1 + (6.0 / 100)} x {1 + (6. com a aquisição de títulos de capital integralizado e as despesas com concessão de empréstimos com retorno garantido.065 x 1.2 ESPECIFICAÇÃO Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias (II) Resultado Primário (III)=(I – II) <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> Valor Valor % PIB Valor Valor % PIB Valor Valor % PIB Corrente Constante Corrente Constante Corrente Constante (a) (a/PIB) (b) (b/PIB) (c) (c/PIB) x 100 x 100 x 100 Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida FONTE: Receita Total – Nessa linha registrar as estimativas de receita total para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois exercícios seguintes. Despesa Total – Nessa linha registrar os valores estimados para as despesas totais para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois exercícios seguintes. § 1º) R$ milhares <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> Valor Valor % PIB Valor Valor % PIB Valor Valor % PIB ESPECIFICAÇÃO Corrente Constante Corrente Constante Corrente Constante (a) (a/PIB) (b) (b/PIB) (c) (c/PIB) x 100 x 100 x 100 Receita Total 125. os seguintes valores serão apresentados no demonstrativo constante do Anexo de Metas: AMF – Tabela 1 (LRF.273 - Tabela 1.065 = 1. Receitas Primárias (I) – Corresponde ao total da receita orçamentária deduzidas as operações de crédito. Nessa linha registrar os valores estimados para as Despesas Primárias para o exercício orçamentário a que se refere a LDO a para os dois exercícios seguintes.200 121.830 / 1.

Nessa linha registrar os valores esperados para a Dívida Consolidada Líquida do exercício orçamentário a que se refere a LDO e. Nessa linha registrar as expectativas de Resultado Primário para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois exercícios seguintes. Dívida Pública Consolidada – Corresponde ao montante total apurado: . 2. para os dois exercícios seguintes. . também. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. contratos. assumidas em virtude de leis. Nessa linha registrar os valores esperados para o Resultado Nominal do exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois exercícios seguintes. se as Receitas Primárias são capazes de suportar as Despesas Primárias.: MF/SPE – Variação Real do PIB.1. inclusive as decorrentes de emissão de títulos.DEMONSTRATIVO I – METAS ANUAIS 25 Resultado Primário (III) = (I – II) – Essa linha indica se os níveis de gastos orçamentários dos entes federativos são compatíveis com a sua arrecadação.das obrigações financeiras do ente da Federação.2 Particularidades 2.2. . para os dois exercícios seguintes. tenham constado como receitas no orçamento. embora de prazo inferior a doze meses. Essa linha é o resultado das Receitas Primárias (I) menos as Despesas Primárias (II). ou que. assumidas em virtude da realização de operações de crédito para amortização em prazo superior a doze meses. Ex.1. também. .1 Entes da Federação que contratarem Parcerias Público-Privadas – PPP A Tabela 1A deverá ser elaborada pelos entes da Federação. a fim de demonstrar o impacto do saldo das Parcerias Público-Privadas nas metas de resultado primário. Dívida Consolidada Líquida (DCL) – Corresponde à dívida pública consolidada menos as deduções que compreendem o ativo disponível e os haveres financeiros. Deve ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado. líquidos dos Restos a Pagar Processados. Nessa linha registrar os valores esperados para a Dívida Pública Consolidada do exercício orçamentário a que se refere a LDO e.das obrigações financeiras do ente da Federação. Resultado Nominal – Representa a diferença entre o saldo da dívida fiscal líquida em 31 de dezembro de determinado ano em relação ao apurado em 31 de dezembro do ano anterior. ou seja.dos precatórios judiciais emitidos a partir de 5 de maio de 2000 e não pagos durante a execução do orçamento em que houverem sido incluídos. convênios ou tratados.

FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. 4º.: MF/SPE – Variação Real do PIB. para os dois exercícios seguintes.26 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 1A – Metas Anuais <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS METAS ANUAIS <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 1 (LRF. que equivale ao resultado das Receitas Primárias advindas de PPP menos as Despesas Primárias geradas por PPP. também. . Deve ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado.II) Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida Receitas Primárias advindas de PPP (IV) Despesas Primárias geradas por PPP (V) Impacto do saldo das PPP (VI) = (IV-V) FONTE: Receitas Primárias advindas de PPP (IV) – Nessa linha registrar os valores das receitas primárias advindas de PPP do exercício orçamentário a que se refere a LDO e. § 1) ESPECIFICAÇÃO R$ 1. para os dois exercícios seguintes. para os dois exercícios seguintes. também. ou seja. Ex.00 <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> Valor Valor % PIB Valor Valor % PIB Valor Valor % PIB Corrente Constante (a/PIB) Corrente Constante (b/PIB) Corrente Constante (c/PIB) (a) x 100 (b) x 100 (c) x 100 Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias (II) Resultado Primário (III ) = (I . também. Impacto do saldo das PPP (VI) = (IV – V) – Nessa linha registrar os valores do impacto do saldo das PPP. a linha (IV) menos a linha (V) do exercício orçamentário a que se refere a LDO e. Despesas Primárias geradas por PPP (V) – Nessa linha registrar os valores das despesas primárias geradas por PPP do exercício orçamentário a que se refere a LDO e. art.

” A finalidade desse demonstrativo é estabelecer uma comparação entre as metas fixadas e o resultado obtido no exercício orçamentário do segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. ainda: I – avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior. 4º da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. a elaboração desse demonstrativo se restringe àqueles que tenham elaborado metas fiscais em exercícios anteriores ao exercício orçamentário de 2005. . o desempenho das empresas estatais.2 DEMONSTRATIVO II – AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR Este demonstrativo visa ao cumprimento do inciso I do § 2º do art. devem ser motivo de explanação a respeito dos resultados obtidos. Alguns fatores. incluindo análise dos fatores determinantes para o alcance ou não dos valores estabelecidos como metas. que determina: “O anexo conterá.DEMONSTRATIVO II – AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR 27 2. tais como o cenário macroeconômico. as taxas de câmbio e de inflação. Para os municípios com menos de cinqüenta mil habitantes.

inciso I) Metas Previstas em ESPECIFICAÇÃO <Ano-2> (a) R$ 1. ANEXO DE METAS FISCAIS – Título do Anexo previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. inciso I) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR – Título do demonstrativo que acompanha o Anexo de Metas Fiscais.1 AMF – Tabela 2 (LRF. Estado. .1 Instruções de Preenchimento Tabela 2 – Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Exercício Anterior <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 2 (LRF.28 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 2. <ANO DE REFERÊNCIA> – A expressão <ANO DE REFERÊNCIA> indica o exercício orçamentário a que se refere a LDO. do Distrito Federal ou do Município. art. § 2º. Tabela 2. no formato aaaa. art. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – Esse título indica que o demonstrativo faz parte da Lei de Diretrizes Orçamentárias da União.2. § 2º. art. em seu art. Distrito Federal ou Município. § 2º. ou seja.4º. 4º. § 1º.00 % PIB Metas Realizadas em <Ano-2> (b) Variação % PIB Valor (c) = (b-a) % (c/a) x 100 AMF – Tabela 2 (LRF. inciso I) Metas Previstas em ESPECIFICAÇÃO <Ano-2> (a) Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias (II) Resultado Primário (III)=(I – II) R$ 1. 4º. do Estado. Ex: <2008>. 4º.00 % PIB Metas Realizadas em <Ano-2> (b) Variação % PIB Valor (c) = (b-a) % (c/a) x 100 Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida FONTE: Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR <ANO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. União.

Resultado Nominal e Montante da Dívida. Valor (c) = (b-a) – Essa coluna identifica a variação nominal das metas fiscais previstas em relação às metas fiscais realizadas no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. No caso dos Municípios. % (c/a) x 100 – Essa coluna identifica o percentual da variação entre as metas fiscais previstas e as realizadas no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. Metas Realizadas em <Ano-2> (b) – Essa coluna identifica os valores efetivamente realizados no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO para os itens Receita. o percentual será apresentado em relação ao valor projetado do PIB dos respectivos Estados.001%).00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. Estados e DF no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. até um milésimo por cento (0. em relação ao valor realizado do PIB nacional. No caso dos Municípios. em relação ao valor projetado do PIB nacional. % PIB – Essa coluna identifica o valor percentual das Metas Fiscais previstas pela União. a Despesa. ESPECIFICAÇÃO – Essa coluna identifica a Receita. Variação – Essa coluna identifica a variação entre as metas previstas pelo ente e as metas realizadas no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. informando a variação ocorrida em valores nominais e percentuais.001%). Resultado Nominal e Montante da Dívida. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. o percentual será apresentado em relação ao valor realizado do PIB dos respectivos Estados. as provenientes de rendimentos de aplicações financeiras e retorno de operações de crédito . Despesa. o Resultado Nominal e o Montante da Dívida. Resultado Primário.2 ESPECIFICAÇÃO Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias (II) Resultado Primário (III)=(I – II) Metas Previstas em <Ano-2> (a) % PIB Metas Realizadas em <Ano-2> (b) % PIB Variação Valor % (c) = (b-a) (c/a) x 100 Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida FONTE: Receita Total – Nessa linha registrar os valores previsto e realizado da receita total no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. Resultado Primário. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais.DEMONSTRATIVO II – AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR 29 R$ 1. o Resultado Primário. Metas Previstas em <Ano-2> (a) – Essa coluna identifica os valores relativos às metas referentes ao segundo ano anterior ao ano de referência da LDO para os itens Receita. % PIB – Essa coluna identifica o valor percentual das Metas Fiscais realizadas pela União. Tabela 2. Estados e DF no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. Despesa. Receitas Primárias (I) – Corresponde ao total da receita orçamentária deduzidas as operações de crédito. até um milésimo por cento (0.

Nessa linha registrar os valores previsto e realizado das Despesas Primárias no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. Nessa linha registrar os valores esperados para a Dívida Pública Consolidada do ano de referência da LDO e. também. Resultado Nominal – Representa a diferença entre o saldo da dívida fiscal líquida em 31 de dezembro de determinado ano em relação ao apurado em 31 de dezembro do ano anterior. Nessa linha registrar os valores previsto e realizado das Receitas Primárias no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. ou que. Nessa linha registrar os valores relativos ao Resultado Nominal previsto e realizado no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. demonstrando sua variação em valores nominais e percentuais. convênios ou tratados. . se as Receitas Primárias são capazes de suportar as Despesas Primárias. tenham constado como receitas no orçamento.dos precatórios judiciais emitidos a partir de 5 de maio de 2000 e não pagos durante a execução do orçamento em que houverem sido incluídos. informando a variação ocorrida em valores nominais e percentuais. Esses valores serão utilizados para o cálculo do resultado primário. Dívida Pública Consolidada –Corresponde ao montante total apurado: . Resultado Primário (III) = (I – II) – Indicará se os níveis de gastos orçamentários dos entes federativos são compatíveis com sua arrecadação. Dívida Consolidada Líquida – DCL – Corresponde à dívida pública consolidada. para os dois anos seguintes. . líquidos dos Restos a Pagar Processados. . assumidas em virtude da realização de operações de crédito para amortização em prazo superior a doze meses. É o resultado das Receitas Primárias (I) menos as Despesas Primárias (II). deduzidos os valores que compreendem o ativo disponível e os haveres financeiros. recebimento de recursos oriundos de empréstimos concedidos e as receitas de privatizações. Esses valores serão utilizados para o cálculo do resultado primário. informando a variação ocorrida em valores nominais e percentuais. contratos. Nessa linha registrar os valores esperados para a Dívida Consolidada Líquida do ano de referência da LDO e.das obrigações financeiras do ente da Federação. inclusive as decorrentes de emissão de títulos. para os dois anos seguintes.das obrigações financeiras do ente da Federação. Nessa linha registrar os valores previsto e realizado do Resultado Primário no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO.30 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO (juros e amortizações). embora de prazo inferior a doze meses. também. com a aquisição de títulos de capital integralizado e as despesas com concessão de empréstimos com retorno garantido. informando a variação ocorrida em valores nominais e percentuais. informando a variação ocorrida em valores nominais e percentuais. assumidas em virtude de leis. Despesa Total – Nessa linha registrar os valores previsto e realizado da despesa total no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. ou seja. Despesas Primárias (II) – Corresponde ao total da despesa orçamentária deduzidas as despesas com juros e amortização da dívida interna e externa.

: MF/SPE – Variação Real do PIB. .DEMONSTRATIVO II – AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR 31 FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. Deve ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado. Ex.

A fim de gerar maior consistência e subsídio às análises. ainda. que o demonstrativo das metas anuais deve ser instruído com a memória e metodologia de cálculo. comparadas com as metas fiscais fixadas nos três exercícios anteriores. Para os municípios com menos de cinqüenta mil habitantes. ainda. a elaboração desse demonstrativo se restringe àqueles que tenham elaborado metas fiscais em exercícios anteriores ao exercício orçamentário de 2005. compõem. Alguns itens considerados necessários à realização da análise são a taxa de juros.32 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 2. os indicadores de atividade econômica e os objetivos da política fiscal do ente da federação. os valores devem ser demonstrados a preços correntes e constantes. instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos.3 DEMONSTRATIVO III – METAS FISCAIS ATUAIS COMPARADAS COM AS FIXADAS NOS TRÊS EXERCÍCIOS ANTERIORES De acordo com o § 2º. . o Demonstrativo das Metas Anuais. objetivando demonstrar como tais valores foram obtidos. do art. A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece. evidenciando a consistência das mesmas com as premissas e os objetivos da Política Econômica Nacional. 4º da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. o Anexo de Metas Fiscais. inciso II. O demonstrativo deve vir acompanhado de análise a respeito de alguns itens que representam parâmetros básicos para se chegar aos valores apresentados como metas.

em seu art. §2º. METAS FISCAIS ATUAIS COMPARADAS COM AS FIXADAS NOS TRÊS EXERCÍCIOS ANTERIORES – Título do demonstrativo que acompanha o Anexo de Metas Fiscais. § 1º. art.DEMONSTRATIVO III – METAS FISCAIS ATUAIS COMP. Estado. ANTERIORES 33 2. 4º. . do Distrito Federal ou do Município.3.00 VALORES A PREÇOS CORRENTES <Ano-2> % <Ano-1> % <Ano de % <Ano+1> % <Ano+2> % Referência> Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida VALORES A PREÇOS CONSTANTES <Ano-2> % <Ano-1> % <Ano de % <Ano+1> % <Ano+2> % Referência> ESPECIFICAÇÃO Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias (II) Resultado Primário (III) = (I – II) <Ano-3> Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida FONTE: Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS METAS FISCAIS ATUAIS COMPARADAS COM AS FIXADAS NOS TRÊS EXERCÍCIOS ANTERIORES <ANO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. COM AS FIX.1 Instruções de Preenchimento Tabela 3 – Metas Fiscais Atuais Comparadas com as Fixadas nos Três Exercícios Anteriores <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS METAS FISCAIS ATUAIS COMPARADAS COM AS FIXADAS NOS TRÊS EXERCÍCIOS ANTERIORES <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 3 (LRF. Distrito Federal ou Município. NOS TRÊS EXERC. do Estado. União. inciso II) ESPECIFICAÇÃO Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias (II) Resultado Primário (III) = (I – II) <Ano-3> R$ 1. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – Esse título indica que o demonstrativo faz parte da Lei de Diretrizes Orçamentárias da União.4º. ANEXO DE METAS FISCAIS – Título do Anexo previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. ou seja.

a Despesa. A expressão <Ano-3> indica o ano correspondente. inciso II) ESPECIFICAÇÃO <Ano-3> <Ano-2> VALORES A PREÇOS CORRENTES <Ano de % <Ano-1> % % <Ano+1> Referência> % R$ 1. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. Ex: <2008>.00 <Ano+2> % AMF – Tabela 3 (LRF. <Ano-2> – Essa coluna identifica as Metas Fiscais correspondentes ao segundo ano anterior ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. EX: <2008>. % – Essa coluna identifica os valores percentuais correspondentes à comparação das Metas Fiscais contidas na coluna <Ano-1> com as contidas na coluna <Ano-2>. para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois exercícios seguintes. § 2º.1 AMF – Tabela 3. de forma que os valores apresentados sejam claramente fundamentados. em valores correntes. A expressão <Ano-2> indica o ano correspondente. em valores correntes. art. <Ano de Referência> – Essa coluna identifica os valores correspondentes às Metas Fiscais do exercício orçamentário a que se refere a LDO. A expressão <Ano+1> indica o ano correspondente. para os três exercícios orçamentários anteriores ao ano de referência da LDO. ESPECIFICAÇÃO – Essa coluna identifica a Receita. <Ano-3> – Essa coluna identifica as Metas Fiscais correspondentes ao terceiro ano anterior ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. Ex: <2007>. o Resultado Primário. em valores correntes.34 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO <ANO DE REFERÊNCIA> – A expressão <ANO DE REFERÊNCIA> indica o exercício orçamentário a que se refere a LDO. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. em valores correntes. <Ano+1> – Essa coluna identifica as Metas Fiscais correspondentes a um ano após o exercício orçamentário a que se refere a LDO. % – Essa coluna identifica os valores percentuais correspondentes à comparação das Metas Fiscais contidas na coluna <Ano-2> com as contidas na coluna <Ano-3>. em valores correntes. .1 (LRF.4º.4º. Tabela 3. o Resultado Nominal e o Montante da Dívida. Ex: <2006>.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. A expressão <Ano de Referência> indica o ano correspondente. Ex: <2009>. <Ano-1> – Essa coluna identifica as Metas Fiscais correspondentes ao ano anterior ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. R$ 1. VALORES A PREÇOS CORRENTES – Essa coluna identifica os valores das metas fiscais tomando como base o cenário macroeconômico. inciso II) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. Ex: <2005>. § 2º. art. no formato aaaa. A expressão <Ano-1> indica o ano correspondente. % – Essa coluna identifica os valores percentuais correspondentes à comparação das Metas Fiscais contidas na coluna <Ano de Referência> com as contidas na coluna <Ano-1>.

as provenientes de rendimentos de aplicações financeiras e retorno de operações de crédito (juros e amortizações). COM AS FIX. para serem comparados. Tabela 3. <Ano+2> – Essa coluna identifica as Metas Fiscais correspondentes a dois anos após o exercício orçamentário a que se refere a LDO. Nessa linha registrar os valores previstos de Receitas Primárias dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. O resultado dessa operação será utilizado para o cálculo do resultado primário. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. NOS TRÊS EXERC. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO.DEMONSTRATIVO III – METAS FISCAIS ATUAIS COMP. em valores correntes. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. Ex: <2010>. Despesa Total – Nessa linha registrar os valores previstos de Despesa Total dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. Despesas Primárias (II) – Corresponde ao total da despesa orçamentária deduzidas as despesas com juros e amortização da dívida interna e externa. em valores correntes. com a aquisição de títulos de capital integralizado e as despesas com concessão de empréstimos com retorno garantido. A expressão <Ano+2> indica o ano correspondente. para serem comparados. . Nessa linha registrar os valores previstos de Despesas Primárias dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. para serem comparados. em valores correntes. o recebimento de recursos oriundos de empréstimos concedidos e as receitas de privatizações. ANTERIORES 35 % – Essa coluna identifica os valores percentuais correspondentes à comparação das Metas Fiscais contidas na coluna <Ano+1> com as contidas na coluna <Ano de referência>. O resultado dessa operação será utilizado para o cálculo do resultado primário. Receitas Primárias (I) – Corresponde ao total da receita orçamentária deduzidas as operações de crédito. em valores correntes. % – Essa coluna identifica os valores percentuais correspondentes à comparação das Metas Fiscais contidas na coluna <Ano+2> com as contidas na coluna <Ano+1>. a fim de serem comparados.2 ESPECIFICAÇÃO Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias (II) Resultado Primário (III) = (I – II) <Ano-3> <Ano-2> % VALORES A PREÇOS CORRENTES <Ano de <Ano-1> % % <Ano+1> % <Ano+2> % Referência> Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida Receita Total – Nessa linha registrar os valores previstos de Receita Total dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. em valores correntes.

36 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Resultado Primário (III) = (I – II) – Essa linha indica se os níveis de gastos orçamentários dos entes federativos são compatíveis com sua arrecadação. ou seja. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. Nessa linha registrar os valores das previsões do Resultado Primário dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. que equivalem aos valores correntes abstraídos da variação do poder aquisitivo da moeda. o Resultado Nominal e o Montante da Dívida. a Despesa. Tabela 3. ou seja. deduzidos os valores que compreendem o ativo disponível e os haveres financeiros. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. Essa linha é o resultado da diferença entre as Receitas Primárias (I) e as Despesas Primárias (II).das obrigações financeiras do ente da Federação. assumidas em virtude da realização de operações de crédito para amortização em prazo superior a doze meses. Dívida Pública Consolidada – Corresponde ao montante total apurado: . para serem comparados. trazendo os . em valores correntes.das obrigações financeiras do ente da Federação. . Resultado Nominal – Representa a diferença entre o saldo da dívida fiscal líquida em 31 de dezembro de determinado ano em relação ao apurado em 31 de dezembro do ano anterior. Nessa linha registrar os valores esperados para a Dívida Pública Consolidada dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. em valores correntes. inclusive as decorrentes de emissão de títulos. contratos.dos precatórios judiciais emitidos a partir de 5 de maio de 2000 e não pagos durante a execução do orçamento em que houverem sido incluídos. Nessa linha registrar os valores esperados para a Dívida Consolidada Líquida dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. líquidos dos Restos a Pagar Processados. se as Receitas Primárias são capazes de suportar as Despesas Primárias. em valores correntes. tenham constado como receitas no orçamento. Dívida Consolidada Líquida (DCL) – Corresponde à dívida pública consolidada. convênios ou tratados. expurgando os índices de inflação ou deflação aplicados no cálculo do valor corrente.3 ESPECIFICAÇÃO <Ano-3> <Ano-2> % VALORES A PREÇOS CONSTANTES <Ano de <Ano-1> % % <Ano+1> Referência> % <Ano+2> % ESPECIFICAÇÃO – Essa coluna identifica a Receita. embora de prazo inferior a doze meses. para serem comparados. para serem comparados. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. o Resultado Primário. . ou que. para serem comparados. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. em valores correntes. assumidas em virtude de leis. Nessa linha registrar os valores das previsões do Resultado Nominal dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. VALORES A PREÇOS CONSTANTES – Essa coluna identifica os valores a preços constantes.

1. A expressão <Ano-1> indica o ano correspondente. Ex: <2010>. . Ex: <2006>. em valores constantes. em valores constantes. Ex: <2009>. <Ano+2> – Essa coluna identifica as Metas Fiscais correspondentes a dois anos após o exercício orçamentário a que se refere a LDO. % – Essa coluna identifica os valores percentuais correspondentes à comparação das Metas Fiscais contidas na coluna <Ano-2> com as contidas na coluna <Ano-3>. % – Essa coluna identifica os valores percentuais correspondentes à comparação das Metas Fiscais contidas na coluna <Ano-1 > com as contidas na coluna <Ano-2>. Ex: <2007>. A expressão <Ano+2> indica o ano correspondente.1. <Ano+1> – Essa coluna identifica as Metas Fiscais correspondentes a um ano após o exercício orçamentário a que se refere a LDO. <Ano de Referência> – Essa coluna identifica os valores correspondentes às Metas Fiscais do exercício orçamentário a que se refere a LDO. NOS TRÊS EXERC. <Ano-3> – Essa coluna identifica as Metas Fiscais correspondentes ao terceiro ano anterior ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. para os três exercícios orçamentários anteriores ao ano de referência da LDO. ANTERIORES 37 valores das metas anuais para valores praticados no ano anterior ao ano de referência da LDO. em valores constantes. A expressão <Ano de Referência> indica o ano correspondente. % – Essa coluna identifica os valores percentuais correspondentes à comparação das Metas Fiscais contidas na coluna <Ano+1> com as contidas na coluna <Ano de Referência>. A expressão <Ano+1> indica o ano correspondente. <Ano-2> – Essa coluna identifica as Metas Fiscais correspondentes ao segundo ano anterior ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. em valores constantes.DEMONSTRATIVO III – METAS FISCAIS ATUAIS COMP. Vide exemplo no capítulo 2. em valores constantes. % – Essa coluna identifica os valores percentuais correspondentes à comparação das Metas Fiscais contidas na coluna <Ano+2> com as contidas na coluna <Ano+1>. A expressão <Ano-3> indica o ano correspondente. EX: <2008> % – Essa coluna identifica os valores percentuais correspondentes à comparação das Metas Fiscais contidas na coluna <Ano de Referência> com as contidas na coluna <Ano-1>. Ex: <2005>. para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois exercícios seguintes. A expressão <Ano-2> indica o ano correspondente. <Ano-1> – Essa coluna identifica as Metas Fiscais correspondentes ao primeiro ano anterior ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. em valores constantes. COM AS FIX.

se as Receitas Primárias são capazes de suportar as Despesas Primárias. em valores constantes. Receitas Primárias (I) – Corresponde ao total da receita orçamentária deduzidas as operações de crédito. Resultado Primário (III) = (I – II) – Essa linha indica se os níveis de gastos orçamentários dos entes federativos são compatíveis com sua arrecadação. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. a fim de serem comparados. com a aquisição de títulos de capital integralizado e as despesas com concessão de empréstimos com retorno garantido. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. O resultado dessa operação será utilizado para o cálculo do resultado primário. O resultado dessa operação será utilizado para o cálculo do resultado primário. para serem comparados. Nessa linha registrar os valores das previsões do Resultado Primário dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. ou seja. Nessa linha registrar os valores previstos de Receitas Primárias dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. Despesa Total – Nessa linha registrar os valores previstos de Despesa Total dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. em valores constantes. para serem comparados. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. as provenientes de rendimentos de aplicações financeiras e retorno de operações de crédito (juros e amortizações). o recebimento de recursos oriundos de empréstimos concedidos e as receitas de privatizações.4 ESPECIFICAÇÃO Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias (II) Resultado Primário (III) = (I – II) <Ano-3> <Ano-2> VALORES A PREÇOS CONSTANTES <Ano de % <Ano-1> % % <Ano+1> % <Ano+2> % Referência> Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida FONTE: Receita Total – Essa linha deve registrar os valores previstos de Receita Total dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. em valores constantes. Despesas Primárias (II) – Corresponde ao total da despesa orçamentária deduzidas as despesas com juros e amortização da dívida interna e externa. para serem comparados. em valores constantes. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. . Essa linha é o resultado da diferença entre as Receitas Primárias (I) e as Despesas Primárias (II). Nessa linha registrar os valores previstos de Despesas Primárias dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. em valores constantes. para serem comparados.38 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 3.

assumidas em virtude da realização de operações de crédito para amortização em prazo superior a doze meses. convênios ou tratados. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. . para serem comparados. . Dívida Consolidada Líquida (DCL) – Corresponde à dívida pública consolidada. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação.das obrigações financeiras do ente da Federação. ANTERIORES 39 Resultado Nominal – Representa a diferença entre o saldo da dívida fiscal líquida em 31 de dezembro de determinado ano em relação ao apurado em 31 de dezembro do ano anterior. . em valores constantes. COM AS FIX. líquidos dos Restos a Pagar Processados. Dívida Pública Consolidada – Corresponde ao montante total apurado: .dos precatórios judiciais emitidos a partir de 5 de maio de 2000 e não pagos durante a execução do orçamento em que houverem sido incluídos. Nessa linha registrar os valores esperados para a Dívida Pública Consolidada dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO.: MF/SPE – Variação Real do PIB. deduzidos os valores que compreendem o ativo disponível e os haveres financeiros. contratos. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. assumidas em virtude de leis. para serem comparados. Deve ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado. tenham constado como receitas no orçamento. do exercício orçamentário a que se refere a LDO e dos dois exercícios posteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. Nessa linha registrar os valores esperados para a Dívida Consolidada Líquida dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. em valores constantes. ou que.DEMONSTRATIVO III – METAS FISCAIS ATUAIS COMP. embora de prazo inferior a doze meses. Nessa linha registrar os valores das previsões do Resultado Nominal dos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. NOS TRÊS EXERC.das obrigações financeiras do ente da Federação. Ex. em valores constantes. inclusive as decorrentes de emissão de títulos. para serem comparados.

com as causas das variações do PL do ente da Federação como. também. Com base nesse preceito. a demonstração da evolução do Patrimônio Líquido – PL dos últimos três exercícios anteriores ao ano de edição da respectiva Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO. o Anexo de Metas Fiscais deve conter. fatos que venham a causar desequilíbrio entre as variações ativas e passivas e outros que contribuam para o aumento ou a diminuição da situação líquida patrimonial.4 DEMONSTRATIVO IV – EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO De acordo com o inciso III do § 2º do art. 4º da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. o Demonstrativo da Evolução do Patrimônio Líquido deve trazer em conjunto uma análise dos valores apresentados.40 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 2. As instruções para elaboração e preenchimento do demonstrativo serão apresentadas a seguir. . por exemplo.

do Distrito Federal ou do Município. Ex: <2008>. Estado. Tabela 4.DEMONSTRATIVO IV – EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 41 2. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. inciso III) PATRIMÔNIO LÍQUIDO <Ano-2> Patrimônio/Capital Reservas Resultado Acumulado TOTAL % <Ano-3> % <Ano-4> R$ 1. art. § 2º.1 Instruções de Preenchimento Tabela 4 – Evolução do Patrimônio Líquido <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 4 (LRF. art. no formato aaaa.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real.4. ou seja.1 AMF – Tabela 4 (LRF. em seu art.4º.00 % AMF – Tabela 4 (LRF. União.4º. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – Esse título indica que o demonstrativo faz parte da Lei de Diretrizes Orçamentárias da União. 4º. R$ 1. EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO – Título do demonstrativo que acompanha o Anexo de Metas Fiscais. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. inciso III) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. inciso III) PATRIMÔNIO LÍQUIDO <Ano-2> % <Ano-3> % <Ano-4> R$ 1. <ANO DE REFERÊNCIA> – A expressão <ANO DE REFERÊNCIA> indica o exercício orçamentário a que se refere a LDO. Distrito Federal ou Município.4º.00 % PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio/Capital Reservas Resultado Acumulado TOTAL FONTE: REGIME PREVIDENCIÁRIO <Ano-2> % <Ano-3> % <Ano-4> % Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO <ANO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. do Estado. § 2º. art. . § 1º. ANEXO DE METAS FISCAIS – Título do Anexo previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. § 2º.

Ex: <2004>. A expressão <Ano-3> indica o ano correspondente.42 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO PATRIMÔNIO LÍQUIDO – Essa coluna identifica os grupos que compõem o Patrimônio Líquido. % – Essa coluna identifica o percentual das parcelas do Patrimônio Líquido em relação ao total. Tabela 4. <Ano-3> – Essa coluna identifica os componentes do Patrimônio Líquido do Ente da Federação do terceiro ano anterior ao ano de referência da LDO. às Reservas e ao Resultado Acumulado do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Resultado Acumulado– Nessa linha registrar em valores nominais e percentuais. que se originem de acréscimos de valor de elementos do ativo. ainda. Ex: <2005>. % – Essa coluna identifica o percentual das parcelas do Patrimônio Líquido em relação ao total. não distribuídos. relativos ao Patrimônio/Capital. nominais e percentuais. <Ano-4> – Essa coluna identifica os componentes do Patrimônio Líquido do Ente da Federação do quarto ano anterior ao ano de referência da LDO. o saldo remanescente dos lucros ou prejuízos.2 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio/Capital Reservas Resultado Acumulado TOTAL <Ano-2> % <Ano-3> % <Ano-4> % Patrimônio/Capital – Nessa linha registrar os valores nominais e percentuais do patrimônio em relação ao capital dos órgãos da Administração Direta bem como o capital das entidades da Administração Indireta do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. no quarto ano anterior ao ano de referência da LDO. Também se incluem nesta conta os lucros. as parcelas do Patrimônio Líquido que não constituam aumento do Patrimônio/Capital ou que não transitem como receita pelo resultado ou. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. A expressão <Ano-4> indica o ano correspondente. as Reservas. Reservas – Nessa linha registrar em valores nominais e percentuais. ou seja. % – Essa coluna identifica o percentual das parcelas do Patrimônio Líquido em relação ao total. líquidos das apropriações para reservas de lucros e dos dividendos distribuídos. TOTAL – Nessa linha registrar os valores totais. <Ano-2> – Essa coluna identifica os componentes do Patrimônio Líquido do Ente da Federação do segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. no terceiro ano anterior ao ano de referência da LDO. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Ex: <2006>. . A expressão <Ano-2> indica o ano correspondente.

previsto na Portaria nº 916. Reservas – Nessa linha registrar em valores nominais e percentuais. que se originem de acréscimos de valor de elementos do ativo dos Regimes Próprios de Previdência Social. % – Essa coluna identifica o percentual das parcelas do Patrimônio Líquido em relação ao total no quarto ano anterior ao ano de referência da LDO. % – Essa coluna identifica o percentual das parcelas do Patrimônio Líquido em relação ao total no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. ou seja. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO . Tabela 4. Ex: <2004>. as parcelas do Patrimônio Líquido que não constituam aumento do Patrimônio/Capital ou que não transitem como receita pelo resultado ou. A expressão <Ano-3> indica o ano correspondente. A expressão <Ano-2> indica o ano correspondente. as Reservas. <Ano-4> – Essa coluna identifica os componentes do Patrimônio Líquido do Ente da Federação do quarto ano anterior ao ano de referência da LDO. <Ano-2> – Essa coluna identifica os componentes do Patrimônio Líquido do Ente da Federação do segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. Ex: <2005>. <Ano-3> – Essa coluna identifica os componentes do Patrimônio Líquido do Ente da Federação do terceiro ano anterior ao ano de referência da LDO.3 PATRIMÔNIO LÍQUIDO REGIME PREVIDENCIÁRIO <Ano-2> % <Ano-3> % <Ano-4> % REGIME PREVIDENCIÁRIO – Essa coluna identifica o demonstrativo da evolução do Patrimônio Líquido do Regime Previdenciário do ente governamental. A expressão <Ano-4> indica o ano correspondente. ainda. do MPAS. % – Essa coluna identifica o percentual das parcelas do Patrimônio Líquido em relação ao total no terceiro ano anterior ao ano de referência da LDO. elaborado de acordo com o Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. de 15 de julho de 2003. .DEMONSTRATIVO IV – EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 43 Tabela 4. PATRIMÔNIO LÍQUIDO – Essa coluna identifica os grupos que compõem o Patrimônio Líquido. Ex: <2006>.4 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio/Capital Reservas Resultado Acumulado TOTAL FONTE: REGIME PREVIDENCIÁRIO <Ano-2> % <Ano-3> % <Ano-4> % Patrimônio/Capital – Nessa linha registrar os valores nominais e percentuais do patrimônio em relação ao capital dos Regimes Próprios de Previdência Social do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO.

nominais e percentuais. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO . relativos ao Patrimônio/Capital. às Reservas e ao Resultado Acumulado do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO dos Regimes Próprios de Previdência Social. TOTAL – Nessa linha registrar os valores totais.44 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Resultado Acumulado – Nessa linha registrar em valores nominais e percentuais.: MF/SPE – Variação Real do PIB. Ex. o saldo remanescente dos resultados positivos ou negativos dos Regimes Próprios de Previdência Social. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. . Deve ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado.

4º da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. deve ser destacada a origem e a aplicação dos recursos obtidos com a alienação de ativos. É importante ressaltar o disposto no art. . 44 da LRF. cuja forma de elaboração e preenchimento do respectivo demonstrativo está descrita a seguir. salvo se destinada por lei aos regimes de previdência social. de forma a dar maior clareza possível à visualização da situação descrita. destacando as eventuais variações atípicas e tendências de queda ou crescimento dos valores de um exercício orçamentário para outro. segundo o qual é vedada a aplicação de receita de capital derivada da alienação de bens e direitos que integram o patrimônio público para o financiamento de despesa corrente. geral e próprio dos servidores públicos. em continuidade à demonstração da evolução do patrimônio líquido. O Demonstrativo Origem e Aplicação dos Recursos Obtidos com a Alienação de Ativos deve estar acompanhado de análise dos valores apresentados.DEMONSTRATIVO V – ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM A ALIENAÇÃO DE ATIVOS 45 2.5 DEMONSTRATIVO V – ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM A ALIENAÇÃO DE ATIVOS Segundo o inciso III do § 2° do art.

00 <Ano-4> <Ano-2> (b) <Ano-3> (e) <Ano-4> Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida DESPESAS CORRENTES DOS REGIMES PREVIDENCIÁRIOS Regime Geral de Previdência Social Regimes Próprios dos Servidores Públicos TOTAL (c) = (a-b)+(f) SALDO FINANCEIRO FONTE: Nota: (f)=(d-e)+(g) (g) Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM ALIENAÇÃO DE ATIVOS <ANO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. . ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM ALIENAÇÃO DE ATIVOS – Título do demonstrativo que acompanha o Anexo de Metas Fiscais. Distrito Federal ou Município. no formato aaaa.1 Instruções de Preenchimento Tabela 5 – Origem e Aplicação dos Recursos Obtidos com a Alienação de Ativos <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM A ALIENAÇÃO DE ATIVOS <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 5 (LRF. § 2º.4º. do Distrito Federal DF ou do Município. § 1º. do Estado. inciso III) RECEITAS REALIZADAS RECEITAS DE CAPITAL ALIENAÇÃO DE ATIVOS Alienação de Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis TOTAL DESPESAS LIQUIDADAS APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS DESPESAS DE CAPITAL <Ano-2> (a) <Ano-3> (d) R$ 1. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – Esse título indica que o demonstrativo faz parte da Lei de Diretrizes Orçamentárias da União. <ANO DE REFERÊNCIA> – A expressão <ANO DE REFERÊNCIA> indica o exercício orçamentário a que se refere a LDO. ANEXO DE METAS FISCAIS – Título do Anexo previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.5. art. União. Estado. em seu art. Ex: <2008>.4º. ou seja.46 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 2.

mercadorias. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. ALIENAÇÃO DE ATIVOS – Nessa linha registrar o valor com a alienação de ativos. inseridos os valores do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. residenciais ou não. tais como títulos.DEMONSTRATIVO V – ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM A ALIENAÇÃO DE ATIVOS 47 Tabela 5. A expressão <Ano-3> indica o ano correspondente. . R$ 1. a subcategoria econômica é apenas a alienação de ativos. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. Tabela 5. de propriedade da União. RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica as origens dos recursos obtidos com a alienação de ativos. Ex: <2006>. § 2º. TOTAL – Nessa linha registrar o valor total da realização de receitas pelo ente. Estados ou Municípios. <Ano-3> (d) – Essa coluna identifica os valores relativos às origens de recursos do Ente da Federação no terceiro ano anterior ao ano de referência da LDO. Alienação de Bens Imóveis – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita de alienação de bens imóveis. inciso III) RECEITAS REALIZADAS <Ano-2> (a) <Ano-3> (d) R$ 1. Ex: <2005>.2 RECEITAS REALIZADAS RECEITAS DE CAPITAL ALIENAÇÃO DE ATIVOS Alienação de Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis TOTAL <Ano-2> (a) <Ano-3> (d) <Ano-4> RECEITAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar as receitas de capital referentes à subcategoria de alienação de ativos. inciso III) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo.4º. Na União. § 2º. imóveis e títulos mobiliários. tais como bens móveis. art.00 <Ano-4> AMF – Tabela 5 (LRF. bens inservíveis ou desnecessários e outros.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real.1 AMF – Tabela 5 (LRF. <Ano-2> (a) – Essa coluna identifica os valores relativos às origens de recursos do Ente da Federação no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. Alienação de Bens Móveis – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita de alienação de bens móveis. Ex: <2004>. art. considerados os bens móveis e os bens imóveis. A expressão <Ano-4> indica o ano correspondente. o Distrito Federal e os Municípios detalhem a alienação de ativos de forma mais analítica. <Ano-4> – Essa coluna identifica os valores relativos às origens de recursos do Ente da Federação no quarto ano anterior ao ano de referência da LDO. A expressão <Ano-2> indica o ano correspondente.4º. que compreende a alienação de bens móveis e imóveis. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. o que não impede que os Estados.

<Ano-4> – Essa coluna identifica os valores relativos às aplicações de recursos do Ente da Federação no quarto ano anterior ao ano de referência da LDO. DESPESAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar as despesas que contribuem. <Ano-3> (e) – Essa coluna identifica os valores relativos às aplicações de recursos do Ente da Federação no terceiro ano anterior ao ano de referência da LDO. em cada grupo de natureza da despesa de capital. e com a aquisição de instalações. diretamente.4 DESPESAS LIQUIDADAS APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida DESPESAS CORRENTES DOS REGIMES DE PREVID. Investimentos – Nessa linha registrar as despesas com o planejamento e a execução de obras. A expressão <Ano-2> indica o ano correspondente. Ex: <2006>. quando a operação não importe aumento do capital. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie. bem como em despesas correntes dos Regimes Geral e Próprio de Previdência Social.48 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 5. Tabela 5. equipamentos e material permanente. e com a . A expressão <Ano-4> indica o ano correspondente.3 DESPESAS LIQUIDADAS <Ano-2> (b) <Ano-3> (e) <Ano-4> DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores relativos aos empenhos liquidados. A expressão <Ano-3> indica o ano correspondente. Ex: <2005>. inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas. Ex: <2004>. já constituídas. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. Regime Geral de Previdência Social Regime Próprio dos Servidores Públicos TOTAL SALDO FINANCEIRO FONTE: <Ano-2> (b) <Ano-3> (e) <Ano-4> (c) = (a-b)+(f) (f)=(d-e)+(g) (g) APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS – Nessa linha registrar a aplicação dos recursos com alienação de ativos. <Ano-2> (b) – Essa coluna identifica os valores relativos às aplicações de recursos do Ente da Federação no segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. Inversões Financeiras – Nessa linha registrar as despesas com a aquisição de imóveis ou bens de capital já em utilização. cujos recursos foram obtidos com a alienação de ativos do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. para a formação ou aquisição de um bem de capital.

custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. Essa linha constará somente do demonstrativo da União. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. TOTAL – Nessa linha registrar o valor total dos empenhos liquidados pelo ente. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Amortização da Dívida – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa. Regime Próprio dos Servidores Públicos – Nessa linha registrar as despesas correntes do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos. SALDO FINANCEIRO – Nessa linha registrar o saldo financeiro a aplicar. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. Ex. contratual ou mobiliária.DEMONSTRATIVO V – ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM A ALIENAÇÃO DE ATIVOS 49 constituição ou aumento do capital de empresas. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. atendendo à ressalva do artigo 44 da LRF. Deve ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado. Regime Geral de Previdência Social – Nessa linha registrar as despesas correntes do Regime Geral de Previdência Social. DESPESAS CORRENTES DOS REGIMES PREVIDENCIÁRIOS – Nessa linha registrar as despesas correntes dos Regimes de Previdência Geral e Próprio dos Servidores Públicos. em atendimento à ressalva do artigo 44 da LRF.: MF/SPE – Variação Real do PIB. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. Para este cálculo deve ser incluído o saldo do exercício anterior ao de referência. atendendo à ressalva do artigo 44 da LRF. . do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos.

195 da Constituição Federal. Eventuais mudanças no cenário sócio-econômico que ensejem revisão das variáveis consideradas nas projeções atuariais implicam na elaboração de novas projeções. alínea “a”.O art. o qual determina que o Anexo de Metas Fiscais conterá a avaliação da situação financeira e atuarial do Regime Próprio de Previdência dos Servidores Públicos. Cumpre destacar outros dois artigos da LRF. consistência entre os dados utilizados e os valores apresentados. base de dados utilizada e outros elementos considerados relevantes também deverão ser objetos de análise. que integra o Relatório de Gestão Fiscal. 24 estabelece que nenhum benefício ou serviço relativo à seguridade social poderá ser criado. ainda que vinculadas a fundos específicos a que se referem os arts. Na análise e nas projeções devem ser atendidas as normas e critérios estabelecidos pelo Ministério da Previdência Social (vide endereço eletrônico www. 43 dispõe que as disponibilidades de caixa dos regimes de previdência social. . . 249 e 250 da Constituição Federal. atendidas ainda as exigências do art. Os demonstrativos também deverão estar acompanhados de análise descritiva dos parâmetros utilizados na avaliação atuarial e de valores que possuam maior relevância para o entendimento da situação financeira e atuarial do RPPS.previdencia. publicado no Relatório Resumido de Execução Orçamentária do último bimestre do segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. inciso IV. 17. estabelecendo-se. § 2°. visam a atender o estabelecido no art.50 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 2. apresentadas a seguir. publicados no Relatório Resumido de Execução Orçamentária do último bimestre do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. que servirão de base para a avaliação financeira e atuarial do RPPS: . Os valores referentes às disponibilidades financeiras do RPPS serão obtidos a partir do Demonstrativo da Disponibilidade de Caixa. A avaliação atuarial deve ser feita com base no Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Próprio dos Servidores Públicos. geral e próprio dos servidores públicos.6 DEMONSTRATIVO VI – AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS As tabelas que compõem este demonstrativo. ficarão depositadas em conta separadas das demais disponibilidades de cada ente e aplicadas nas condições de mercado. 4°. da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. A avaliação da situação financeira terá como base os Demonstrativos das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos.O § 1º do art. dessa forma. nos termos do § 5º do art. com observância dos limites e condições de proteção e prudência financeira.br). Variações atípicas observadas. majorado ou estendido sem a indicação da fonte de custeio total.gov.

1 Instruções de Preenchimento Tabela 6 – Receitas e Despesas Previdenciárias do RPPS <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 6 (LRF. § 2º. art.DEMONSTRATIVO VI – AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO RPPS 51 2. alínea “a”) RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS RECEITAS CORRENTES Receita de Contribuições Pessoal Civil Pessoal Militar Contribuição Patronal do Exercício Pessoal Civil Pessoal Militar Contribuição Patronal de Exercícios Anteriores Pessoal Civil Pessoal Militar Outras Contribuições Previdenciárias Compensação Previdenciária entre RGPS e RPPS Receita Patrimonial Outras Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL Alienação de Bens Outras Receitas de Capital REPASSES PREVIDENCIÁRIOS PARA COBERTURA DE DÉFICIT OUTROS APORTES AO RPPS TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (I) DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS ADMINISTRAÇÃO Despesas Correntes Despesas de Capital PREVIDÊNCIA SOCIAL Pessoal Civil Pessoal Militar Outras Despesas Previdenciárias Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS RESERVA DO RPPS TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (II) RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (III) = (I – II) DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS DO RPPS FONTE: <Ano-4> <Ano-3> R$ 1. inciso IV.00 <Ano-2> <Ano-4> <Ano-3> <Ano-2> Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS <ANO DE REFERÊNCIA> .4º.6.

00 <Ano-2> AMF – Tabela 6 (LRF. inciso IV. ou seja. 4º. repasses previdenciários para cobertura de déficit e outros aportes ao RPPS. do segundo ano anterior ao ano de referência da LDO.4º. §2º. alínea “a”) RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS <Ano-4> <Ano-3> R$ 1. do Distrito Federal. do quarto ano anterior ao ano de referência da LDO. em seu art. no formato aaaa. inciso IV.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. <Ano-4> – Essa coluna identifica os valores das Receitas Previdenciárias Correntes e de Capital.52 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. §2º. repasses previdenciários para cobertura de déficit e outros aportes ao RPPS. Distrito Federal ou Município.1 AMF – Tabela 6 (LRF. do terceiro ano anterior ao ano de referência da LDO. RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – Essa coluna identifica as Receitas Previdenciárias Correntes e de Capital. RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS – Título do demonstrativo que acompanha o Anexo de Metas Fiscais. . art. art. União. Ex: <2008>. <ANO DE REFERÊNCIA> – A expressão <ANO DE REFERÊNCIA> indica o exercício orçamentário a que se refere a LDO. que demonstra a situação financeira do Regime Próprio de Previdência dos Servidores Públicos nos três exercícios anteriores ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – Esse título indica que o demonstrativo faz parte da Lei de Diretrizes Orçamentárias da União. Tabela 6. Estado. repasses previdenciários para cobertura de déficit e outros aportes ao RPPS. do Estado. repasses previdenciários para cobertura de déficit e outros aportes ao RPPS. R$ 1. DF ou do Município. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos.4º. <Ano-2> – Essa coluna identifica os valores das Receitas Previdenciárias Correntes e de Capital. alínea “a”) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. <Ano-3> – Essa coluna identifica os valores das Receitas Previdenciárias Correntes e de Capital. ANEXO DE METAS FISCAIS – Título do Anexo previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. § 1°.

do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Receita Patrimonial e Outras Receitas Correntes. Pessoal Civil – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuições previdenciárias relativa ao pessoal civil. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO.DEMONSTRATIVO VI – AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO RPPS 53 Tabela 6. Contribuição Patronal de Exercícios Anteriores – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária de exercícios anteriores ao exercício de referência. representado pelo somatório da contribuição de servidor civil ativo. e da compensação previdenciária entre RGPS e RPPS. inativo e pensionista. representado pelo somatório da contribuição de pessoal militar ativo e inativo e pensionista. da contribuição patronal de pessoal civil e militar do exercício e de exercícios anteriores. Contribuição Patronal do Exercício – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária do exercício de referência. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. relativas ao Pessoal Militar. representado pelo somatório da contribuição de pessoal civil e militar. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. Pessoal Civil – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária do exercício de referência. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. inativo e pensionista. representado pelo somatório da contribuição de pessoal ativo civil e militar. Pessoal Militar – Nessa linha registrar o valor das receitas de contribuições previdenciárias relativas ao pessoal militar. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. . Receita de Contribuições – Nessa linha registrar o valor da Receita de Contribuições. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. inativo e pensionista.2 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS RECEITAS CORRENTES Receita de Contribuições Pessoal Civil Pessoal Militar Contribuição Patronal do Exercício Pessoal Civil Pessoal Militar Contribuição Patronal de Exercícios Anteriores Pessoal Civil Pessoal Militar Outras Contribuições Previdenciárias Compensação Previdenciária entre RGPS e RPPS Receita Patrimonial Outras Receitas Correntes <Ano-4> <Ano-3> <Ano-2> RECEITAS CORRENTES – Nessa linha registrar o total das Receitas Orçamentárias Correntes. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. relativa ao Pessoal Civil. Pessoal Militar – Nessa linha registrar o valor das receitas de contribuição patronal intraorçamentária do exercício de referência. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. representado pelo somatório das contribuições dos servidores civil ativo. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. representado pelo somatório da Receita de Contribuições. representado pelo somatório das contribuições do pessoal militar ativo. de outras contribuições previdenciárias. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.

. relativa ao Pessoal Civil. inativo e pensionista. receitas de valores mobiliários e outras. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. representado pelo somatório das contribuições dos servidores civil ativo. Outras Contribuições Previdenciárias – Nessa linha registrar o valor das Outras Contribuições Previdenciárias. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. relativas aos benefícios de aposentadorias concedidos a partir da Constituição Federal de 1988. Receita Patrimonial – Nessa linha registrar o valor da Receita Patrimonial. representado pela alienação de bens e outras receitas de capital. Compensação Previdenciária entre RGPS e RPPS – Nessa linha registrar o valor das receitas de compensação previdenciária em favor do RPPS. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO.54 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO representado pelo somatório da contribuição de pessoal ativo civil e militar. Pessoal Militar – Nessa linha registrar o valor das receitas de contribuição patronal intraorçamentária de exercícios anteriores ao exercício de referência.3 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS RECEITAS DE CAPITAL Alienação de Bens Outras Receitas de Capital REPASSES PREVIDENCIÁRIOS PARA COBERTURA DE DÉFICIT OUTROS APORTES AO RPPS TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (I) <Ano-4> <Ano-3> <Ano-2> RECEITAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar o valor das Receitas de Capital. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. da previsão inicial. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Pessoal Civil – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária de exercícios anteriores ao exercício de referência. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Tabela 6. inativo e pensionista. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. representado pelo somatório das receitas imobiliárias. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. representado pelo somatório das contribuições do pessoal militar ativo. Alienação de Bens – Nessa linha registrar o valor das Receitas de Alienação de Bens. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Outras Receitas Correntes – Nessa linha registrar o valor das Outras Receitas Correntes. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. representado pela alienação de bens móveis e imóveis. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. relativas ao Pessoal Militar. representado pelas indenizações e restituições e receitas correntes diversas. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.

do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Repasses Previdenciários para Cobertura de Déficit e Outros Aportes ao RPPS. <Ano-4> – Essa coluna identifica os valores das Despesas Previdenciárias nas funções Administração Geral e Previdência Social.187-13. do quarto ano anterior ao ano de referência da LDO.DEMONSTRATIVO VI – AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO RPPS 55 Outras Receitas de Capital – Nessa linha registrar o valor das Outras Receitas de Capital. ou seja. do terceiro ano anterior ao ano de referência da LDO. da entidade responsável. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos. REPASSES PREVIDENCIÁRIOS PARA COBERTURA DE DÉFICIT – Nessa linha registrar o somatório dos recebimentos de valores necessários ao equilíbrio financeiro da administração do RPPS. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. Tabela 6. <Ano-3> – Essa coluna identifica os valores das Despesas Previdenciárias nas funções Administração Geral e Previdência Social. Tabela 6. de 2001 . do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. observado os limites de gastos estabelecidos em parâmetros gerais1. à cobertura de déficit entre as receitas e despesas previdenciárias. do segundo ano anterior ao ano de referência da LDO. Equivale ao somatório 1 Medida Provisória nº 2. Incluem-se aqui despesas com a manutenção da entidade e investimentos para melhoria de sua infra-estrutura. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. exclusivamente. TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (I) – Nessa linha registrar o somatório das Receitas Previdenciárias. OUTROS APORTES AO RPPS (IV) – Nessa linha registrar o somatório dos recebimentos de eventuais aportes ao RPPS. <Ano-2> – Essa coluna identifica os valores das Despesas Previdenciárias nas funções Administração Geral e Previdência Social.5 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS ADMINISTRAÇÃO Despesas Correntes Despesas de Capital PREVIDÊNCIA SOCIAL Pessoal Civil Pessoal Militar Outras Despesas Previdenciárias Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS <Ano-4> <Ano-3> <Ano-2> ADMINISTRAÇÃO – Nessa linha registrar o valor das despesas com a função administração.4 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS <Ano-4> <Ano-3> <Ano-2> DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS – Essa coluna identifica as Despesas Previdenciárias nas funções Administração Geral e Previdência Social. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO.

Outros Serviços de Terceiros Pessoa Jurídica. Outros Benefícios Previdenciários relativos ao Pessoal Civil. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Diárias Pessoal Civil. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. executadas pela entidade responsável. executadas pela entidade responsável. exclusivamente. Auxílio Alimentação. Locação de Mãode-Obra. Outras Aposentadorias relativas ao . Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Civil. Despesas Correntes – Nessa linha registrar o valor das despesas previdenciárias correntes. Equivale ao somatório das seguintes despesas: Investimentos e Inversões Financeiras. Pensões Civis. e sendo os benefícios pagos diretamente pelo Tesouro Nacional. PREVIDÊNCIA SOCIAL – Nessa linha registrar o valor das despesas com a função Previdência Social. Passagens e Despesas com Locomoção. Despesas de Exercícios Anteriores. exclusivamente. referente às Reformas. Outras Pensões relativas ao Pessoal Civil. Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Civil. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. 13º Salário Pessoal Civil. Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS e Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS. Auxílio Transporte. Pensões. exclusivamente. e Outros Benefícios Previdenciários relativos ao Pessoal Civil. executados pela entidade. Pensões e Outros Benefícios Previdenciários. Pensões e Outros Benefícios Previdenciários. Outros Serviços de Terceiros Pessoa Física. Pensões Civis. Nessa linha registrar o somatório das seguintes despesas: Proventos Pessoal Civil. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social.56 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO dos valores relativos à categoria corrente. exclusivamente. Pensões. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos. Sentenças Judiciais. 13º Salário Pessoal Civil. Material de Consumo. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. e Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS. da entidade responsável. e sendo os benefícios pagos diretamente pelo Tesouro Nacional. Serviços de Consultoria. Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS. referentes às Aposentadorias. Estadual. exceto os benefícios previdenciários. Outros Benefícios Previdenciários. 13º Salário Pensionista Civil. Estadual. Municipal ou do Distrito Federal. Outras Pensões relativas ao Pessoal Civil. 13º Salário Pensionista Civil. Pessoal Civil – Nessa linha registrar os valores das despesas previdenciárias com Pessoal Civil. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos. Indenizações e Restituições. Obrigações Patronais. Municipal ou do Distrito Federal. Salário Família. 13º Salário Pessoal Militar. da entidade responsável. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social. e à categoria de Capital. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. representados pelo somatório das seguintes despesas: Proventos Pessoal Civil. representado pelo somatório das seguintes despesas: Proventos Pessoal Militar. da entidade responsável. exclusivamente. Nessa linha registrar o somatório das seguintes despesas: Aposentadorias e Reformas. Equivale ao somatório dos valores relativos às seguintes despesas: Aposentadorias e Reformas. Despesas de Capital – Nessa linha registrar o valor das despesas previdenciárias de capital. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Pessoal Militar – Nessa linha registrar os valores das despesas previdenciárias com Pessoal Militar. Não havendo essa entidade. Não havendo essa entidade. Equivale ao somatório das seguintes despesas: Pessoal e Encargos Sociais. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO.

Nessa linha registrar o somatório das seguintes despesas: Proventos Pessoal Militar. Não havendo essa entidade. 13º Salário Pensionista Militar. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. executadas pela entidade responsável. que será utilizado para pagamentos previdenciários futuros. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. relativas a benefícios de pensões decorrentes de aposentadorias concedidos a partir da Constituição Federal de 1988.DEMONSTRATIVO VI – AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO RPPS 57 Pessoal Militar. Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS – Nessa linha registrar o valor das despesas com compensação previdenciária junto ao RGPS. Outros Benefícios Previdenciários. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. Outras Despesas Previdenciárias – Nessa linha registrar o valor das Outras Despesas Previdenciárias. Outras Pensões relativas ao Pessoal Militar. representado pelas seguintes despesas: Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (II) – Nessa linha registrar o somatório das Despesas Previdenciárias e a Reserva do RPPS. Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS.6 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS RESERVA DO RPPS TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (II) RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (III) = (I – II) DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS DO RPPS FONTE: <Ano-4> <Ano-3> <Ano-2> RESERVA DO RPPS – Nessa linha registrar o total da Reserva do RPPS. exclusivamente. relativas a benefícios de aposentadorias concedidos a partir da Constituição Federal de 1988. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS – Nessa linha registrar o valor das despesas com compensação previdenciária junto ao RGPS. Corresponde ao superávit gerado pela diferença entre Receitas Previdenciárias e Despesas Previdenciárias previstas na Lei Orçamentária Anual. Corresponde ao valor das Despesas Previdenciárias referentes às Funções Administração e Previdência Social. Outras Pensões relativas ao Pessoal Militar. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. 13º Salário Pensionista Militar. e sendo os benefícios pagos diretamente pelo Tesouro Nacional. Estadual. 13º Salário Pessoal Militar. Pensões Militares. mais a Reserva do RPPS. Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Militar. Tabela 6. pela gestão do RPPS. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. Municipal ou do Distrito Federal. . constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. Pensões Militares.

do Distrito Federal ou do Município. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. ANEXO DE METAS FISCAIS – Título do Anexo previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal.4º. em seu art. DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS RPPS – Nessa linha registrar o saldo das disponibilidades financeiras do RPPS. no formato aaaa. União. representado pelas disponibilidades em Caixa e Bancos Conta Movimento dos Regimes Próprios de Previdência Social. Estado. § 2º.58 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (III) = (I – II) – Nessa linha registrar a diferença entre o somatório das receitas previdenciárias (I) e o total das despesas previdenciárias (II). ou seja.00 SALDO FINANCEIRO DO EXERCÍCIO (d) = (d Exercício Anterior) + (c) FONTE: Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS PROJEÇÃO ATUARIAL DO RPPS <ANO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. art. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. alínea a) RECEITAS PREVIDESPESAS PREVIEXERCÍCIO DENCIÁRIAS DENCIÁRIAS (a) (b) RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (c) = (a-b) R$ 1. O resultado negativo deverá ser colocado entre parênteses. do Estado. do segundo ao quarto anos anteriores ao ano de referência da LDO. Ex: <2008>. 4º. Distrito Federal ou Município. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – Esse título indica que o demonstrativo faz parte da Lei de Diretrizes Orçamentárias da União. Tabela 7 – Projeção Atuarial do RPPS <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS PROJEÇÃO ATUARIAL DO RPPS <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 7 (LRF. PROJEÇÃO ATUARIAL DO RPPS – Título do demonstrativo que compõe Anexo de Metas Fiscais. § 1°. <ANO DE REFERÊNCIA> – A expressão <ANO DE REFERÊNCIA> indica o exercício orçamentário a que se refere a LDO. inciso IV. . constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.

. alínea a) RECEITAS PREVIEXERCÍCIO DENCIÁRIAS (a) .. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. Pode haver superávit previdenciário caso o resultado seja positivo. bem como as receitas intra-orçamentárias da contribuição patronal.. Neste caso. art.4º.. menos as despesas previdenciárias. art. SALDO FINANCEIRO DO EXERCÍCIO (d) = (d exercício anterior) + (c) – Essa coluna identifica o valor estimado do saldo financeiro do RPPS. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. Deve ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado. tendo como ano inicial. para o custeio do regime próprio do Sistema Previdenciário do Servidor Público... R$ 1.. Ex. inciso IV. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. MPO – Taxa de Reposição dos Servidores... EXERCÍCIO – Essa coluna identifica os exercícios para as projeções das receitas e despesas.. ativos. em valores correntes.00 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (b) RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (c) = (a-b) SALDO FINANCEIRO DO EXERCÍCIO (d) = (d exercício anterior) + (c) AMF – Tabela 7 (LRF.: MF/SPE – Variação Real do PIB. inativos e reformados. em valores correntes.. Representa o resultado entre os Ingressos Previdenciários menos os Desembolsos Previdenciários. inciso IV.DEMONSTRATIVO VI – AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO RPPS 59 Tabela 7. caso o resultado seja negativo. alínea a) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo.. RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (a) – Essa coluna identifica a projeção das receitas previdenciárias provenientes das Contribuições Previdenciárias dos Servidores Civis e Militares. o ano anterior ao ano de referência da LDO. o valor da coluna (a) mais o valor da coluna (b) menos o valor da coluna (c). . o resultado deverá ser apresentado entre parênteses. DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (b) – Essa coluna identifica as despesas estimadas com benefícios previdenciários. a serem desembolsados. Representa o resultado entre as receitas intra-orçamentárias da contribuição patronal mais as receitas previdenciárias.... Deve ser apresentada a projeção de pelo menos 35 (trinta e cinco) anos. mais o Saldo Financeiro do exercício anterior ao de referência. § 2º. RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (c) = (a-b) – Essa coluna identifica o resultado previdenciário estimado. ou seja.. FONTE: R$ 1.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. 4º. ou déficit previdenciário.1 AMF – Tabela 7 (LRF. § 2º..

a um beneficiário individual (Pessoa Física ou Jurídica). Exemplos: Concessão de crédito presumido ao Setor Hoteleiro. . ampliação da base de cálculo. Se o ato de concessão ou ampliação do incentivo ou benefício decorrer da condição contida no inciso II do art. no período mencionado no caput. alteração de alíquota ou modificação de base de cálculo que implique redução discriminada de tributos ou contribuições. 12. a fim de atender ao disposto no caput do art. 4°. A forma de elaboração e preenchimento do referido demonstrativo é descrita a seguir. e será acompanhado de análise dos critérios estabelecidos para as renúncias de receitas e suas respectivas compensações. atender ao disposto na LDO e a pelo menos uma das seguintes condições: I – demonstração pelo proponente de que a renúncia foi considerada na estimativa de receita da lei orçamentária. A renúncia compreende incentivos fiscais. etc. e de que não afetará as metas fiscais previstas no anexo próprio da LDO. ainda. constante da LDO para o respectivo exercício orçamentário. II – estar acompanhada de medidas de compensação. Isenção de Imposto de Renda para pessoas com mais de 65 anos. anistia. majoração ou criação de tributo ou contribuição. e outros benefícios que correspondam a tratamento diferenciado. a fim de atender aos princípios emanados pela LRF. remissão. 14 da LRF. a fim de dar maior consistência aos valores apresentados. § 2°. 14 da LRF estabelece: “A concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária da qual decorra renúncia de receita deve estar acompanhada de estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva iniciar sua vigência e nos dois seguintes. programa de governo ou. subsídio. da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. Para a concessão da Renúncia. A renúncia pode ser destinada ao setor comercial ou industrial. crédito presumido.” Quando da elaboração do Demonstrativo da Estimativa e Compensação da Renúncia de Receita. por meio do aumento de receita. concessão de isenção em caráter não geral. prevista no demonstrativo. na forma do art. O art. 14 da LRF. seja suficiente para cobrir o valor da renúncia fiscal respectiva. o ente deverá indicar quais condições irá utilizar para cada Renúncia de Receita. o benefício só entrará em vigor quando implementadas as medidas de compensação. Cumpre ressaltar que. é necessário que o valor da compensação.60 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 2. o ente deverá cumprir o que foi previsto no Demonstrativo da Estimativa e Compensação da Renúncia de Receita. proveniente da elevação de alíquotas.7 DEMONSTRATIVO VII – RENÚNCIA DE RECEITA ESTIMATIVA E COMPENSAÇÃO DA O Demonstrativo da Estimativa e Compensação da Renúncia de Receita visa a atender ao art. inciso V.

00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. União. SETORES/PROGRAMAS/BENEFICIÁRIO – Essa coluna identifica os setores. em seu art. . art. do Distrito Federal DF ou do Município.1 AMF – Tabela 8 (LRF. ANEXO DE METAS FISCAIS – Título do Anexo previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. Estado. ou seja. R$ 1. art. inciso V) SETORES/PROGRAMAS/ RENÚNCIA DE RECEITA PREVISTA /BENEFICIÁRIO Tributo/Contribuição <Ano Ref. Ex: <2008>. § 1º. 4°. § 2°. § 2°.4º. ESTIMATIVA E COMPENSAÇÃO DA RENÚNCIA DE RECEITA – Título do demonstrativo que acompanha o Anexo de Metas Fiscais. <ANO DE REFERÊNCIA> – A expressão <ANO DE REFERÊNCIA> indica o exercício orçamentário a que se refere a LDO. Tabela 8. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais.> <Ano+1> R$ 1. inciso V) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – Esse título indica que o demonstrativo faz parte da Lei de Diretrizes Orçamentárias da União.00 <Ano+2> COMPENSAÇÃO - Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS ESTIMATIVA E COMENSAÇÃO DA RENÚNCIA DE RECEITA <ANO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo.1 Instruções de Preenchimento Tabela 8 – Estimativa e Compensação da Renúncia de Receita <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS ESTIMATIVA E COMPENSAÇÃO DA RENÚNCIA DE RECEITA <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 8 (LRF.7.> <Ano+1> TOTAL FONTE: R$ 1. 4°. programas e beneficiários das renúncias de receita. 4º. do Estado. no formato aaaa. art.DEMONSTRATIVO VII – ESTIMATIVA E COMPENSAÇÃO DA RENÚNCIA DE RECEITA 61 2.00 <Ano+2> COMPENSAÇÃO AMF – Tabela 8 (LRF. Distrito Federal ou Município. inciso V) RENÚNCIA DE RECEITA PREVISTA SETORES/PROGRAMAS/ /BENEFICIÁRIO Tributo/Contribuição <Ano Ref. § 2º.

<Ano+1> – Essa coluna identifica o valor previsto de renúncia de receita para o primeiro ano seguinte ao exercício orçamentário a que se refere a LDO.2 SETORES/PROGRAMAS/ /BENEFICIÁRIO RENÚNCIA DE RECEITA PREVISTA Tributo/Contribuição <Ano Ref. Ex: <2008>. Ex: <2010>. COMPENSAÇÃO – Nessa coluna devem ser inseridas as medidas a serem tomadas a fim de compensar a renúncia de receita prevista. A expressão <Ano+2> indica o ano correspondente.>.Essa coluna identifica o valor previsto de renúncia de receita para o exercício orçamentário a que se refere a LDO.> <Ano+1> <Ano+2> COMPENSAÇÃO TOTAL FONTE: - TOTAL – Essa linha indica o valor total da renúncia de receita para o ano de referência da LDO e para os dois exercícios seguintes. e para os dois exercícios seguintes.: MF/SPE – Variação Real do PIB. Tabela 8. A expressão <Ano de Referência> indica o ano correspondente. Ex. Tributo/Contribuição – Essa coluna identifica a espécie de tributo ou contribuição objeto da renúncia fiscal. Ex: <2009>. A expressão <Ano+1> indica o ano correspondente. <Ano+2> – Essa coluna identifica o valor previsto de renúncia de receita para o segundo ano seguinte ao exercício orçamentário a que se refere a LDO. <Ano Ref.62 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO RENÚNCIA DE RECEITA PREVISTA – Essa coluna identifica os valores relativos às renúncias de receita para o ano de referência da LDO. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. Deve ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado. .

00 5.Vide exemplo a seguir. para haver alteração na definição da base de cálculo de impostos é necessária a edição de Lei Complementar Federal. Também deve haver a comprovação de que a despesa criada ou aumentada não afetará as metas de resultados fiscais previstas no § 1º do art.00 Cumpre destacar que. está estabelecido que os atos que criarem ou aumentarem as DOCC deverão ser instruídos com a estimativa de impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subseqüentes. no caso dos municípios: . e demonstrar a origem dos recursos para seu custeio. ampliação da base de cálculo. Considera-se aumento permanente de receita o proveniente de elevação de alíquotas. que é o consumo total de energia elétrica. transcritos a seguir: . 157 e 158 da Constituição Federal de 1988.Ampliação da base de cálculo da Contribuição de Iluminação Pública. As DOCC não serão executadas antes da implementação de tais medidas. para efeito do § 2º. Medida Provisória ou Ato Administrativo Normativo que fixem para o Ente a obrigação legal de sua execução por um período superior a dois exercícios. 146.8 DEMONSTRATIVO VIII – MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIGATÓRIAS DE CARÁTER CONTINUADO O conceito de Despesa Obrigatória de Caráter Continuado – DOCC foi instituído pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF no art. 17.DEMONSTRATIVO VIII – MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIG. em seu art. Supondo que a base mínima para tributação do consumidor seja uma faixa de consumo até 80 KWh. e . Outra hipótese a ser considerada como aumento permanente de receita. do art. 17 da LRF. 4º da LRF e seus efeitos financeiros nos períodos seguintes devem ser compensados pelo aumento permanente de receita ou pela redução permanente de despesas. majoração ou criação de tributo ou contribuição. DE CARÁTER CONTINUADO 63 2. conceituando-a como Despesa Corrente derivada de Lei. com base nos arts. oriundos da elevação de alíquotas ou ampliação da base de cálculo de tributos que são objeto de transferência constitucional. Situação Inicial: FAIXA DE CONSUMO RESIDENCIAL Consumo até 80 KWh Consumo de 81 a 100 KWh Consumo de 101 a 150 KWh VALOR A PAGAR EM R$ 0. medido em KWh e constante da fatura emitida pela empresa concessionária distribuidora. inciso III. conforme estabelecido pela Constituição Federal. Ainda em relação ao mesmo artigo da LRF.00 8.00 8. alínea a. cuja competência tributária é do próprio ente.00 5.Elevação da alíquota do ITBI de 3% para 4%. É considerado aumento de despesa. ocorrerá a ampliação da base de cálculo. se esta for reduzida para 40 KWh. a prorrogação da DOCC criada por prazo determinado. Por exemplo.00 Situação Final (após ampliação da base de cálculo): FAIXA DE CONSUMO RESIDENCIAL Consumo até 40 KWh Consumo de 41 a 100 KWh Consumo de 101 a 150 KWh VALOR A PAGAR EM R$ 0. é a elevação do montante de recursos recebidos pelo ente.

Pertencem aos Estados e ao Distrito Federal: I – o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. e será acompanhado de análise técnica demonstrando a forma pela qual os valores apresentados foram obtidos. sobre rendimentos pagos. incidente na fonte. Pertencem aos Municípios: I – o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. 4°. 158. da LRF. por eles. 154. de 19. por eles. Art. a qualquer título.64 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO “Art. II – vinte por cento do produto da arrecadação do imposto que a União instituir no exercício da competência que lhe é atribuída pelo art.12. § 2°. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. inciso V. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 42. . Sua forma de elaboração e preenchimento está descrita a seguir. incidente na fonte. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. § 4º. 153. sobre rendimentos pagos. III. cabendo a totalidade na hipótese da opção a que se refere o art. 157. atividades desenvolvidas pela Administração Pública. relativamente aos imóveis neles situados.2003) III – cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios. a qualquer título. que foram direcionados e geraram os resultados apresentados. embasados por dados. IV – vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. II – cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural. tais como indicadores de atividade econômica.” O Demonstrativo da Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado visa ao atendimento do art. I. e outros que contribuam para dar consistência ao referido demonstrativo.

Distrito Federal ou Município. do Estado.1 AMF – Tabela 9 (LRF. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos.8. <ANO DE REFERÊNCIA> – A expressão <ANO DE REFERÊNCIA> indica o exercício orçamentário a que se refere a LDO. 4°.00 Valor Previsto <Ano de Referência> AMF – Tabela 9 (LRF. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. ANEXO DE METAS FISCAIS – Título do Anexo previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.DEMONSTRATIVO VIII – MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIG. Estado. art. § 2°. no formato aaaa. ou seja.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. inciso V) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIGATÓRIAS DE CARÁTER CONTINUADO – Título do demonstrativo que acompanha o Anexo de Metas Fiscais. 4°. § 2º. art. art. DE CARÁTER CONTINUADO 65 2. . R$ 1.4º. inciso V) EVENTO R$ 1. § 1º. inciso V) EVENTO Aumento Permanente da Receita (-) Transferências Constitucionais (-) Transferências ao FUNDEF Saldo Final do Aumento Permanente de Receita (I) Redução Permanente de Despesa (II) Margem Bruta (III) = (I+II) Saldo Utilizado da Margem Bruta (IV) Novas DOCC Novas DOCC geradas por PPP Margem Líquida de Expansão de DOCC (V) = (III-IV) FONTE: R$ 1.1 Instruções de Preenchimento Tabela 9 – Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIGATÓRIAS DE CARÁTER CONTINUADO <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 9 (LRF. Tabela 9.00 Valor Previsto <Ano de Referência> Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIGATÓRIAS DE CARÁTER CONTINUADO <ANO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. 4º. § 2°. União. do Distrito Federal DF ou do Município. em seu art. Ex: <2008>. LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – Esse título indica que o demonstrativo faz parte da Lei de Diretrizes Orçamentárias da União.

decorrente do aumento permanente de receita. a Margem Bruta de Expansão das DOCC. deverá ser registrado na linha Transferências ao FUNDEF o valor referente a 15% sobre 75% do aumento permanente de receita gerado por essa operação. do Saldo Utilizado da Margem e da Margem Líquida de Expansão das DOCC para o exercício orçamentário a que se refere a LDO. líquido dos aumentos permanentes de receita referentes às transferências constitucionais e às transferências do FUNDEF. o Saldo Utilizado da Margem e a Margem Líquida de Expansão das DOCC. Valor Previsto <Ano de Referência> – Essa coluna identifica os valores previstos da Arrecadação. das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado. como dedução da linha Aumento Permanente de Receita. no caso da União. Redução Permanente de Despesa (II) – Nessa linha registrar o valor previsto para a redução de despesa para o exercício orçamentário a que se refere a LDO.66 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO EVENTO – Essa coluna identifica a Arrecadação. Transferências Constitucionais – Nessa linha registrar a parcela da estimativa do aumento permanente de receita para o exercício orçamentário a que se refere a LDO que será transferida aos Estados. Transferências ao FUNDEF – Nessa linha registrar o valor que.2 EVENTO Aumento Permanente da Receita (-) Transferências Constitucionais (-) Transferências ao FUNDEF Saldo Final do Aumento Permanente de Receita (I) Redução Permanente de Despesa (II) Margem Bruta (III) = (I+II) Saldo Utilizado da Margem Bruta (IV) Novas DOCC Novas DOCC geradas por PPP Margem Líquida de Expansão de DOCC (V) = (III-IV) FONTE: Valor Previsto <Ano de Referência> Aumento Permanente da Receita – Nessa linha registrar a estimativa de aumento permanente de receita para o exercício orçamentário a que se refere a LDO. Distrito Federal e Municípios. Tabela 9. Essa linha não se aplica aos Municípios. Margem Bruta (III) = (I + II) – Nessa linha registrar o somatório do saldo final do aumento permanente de receita mais a redução permanente de despesa. será transferido ao FUNDEF por Estados. A expressão <Ano de Referência> indica o ano correspondente. a parcela do aumento permanente de receita gerado pelo aumento de alíquota do ICMS. e aos Municípios. no caso dos Estados. Saldo Final do Aumento Permanente de Receita (I) – Nessa linha registrar o valor do aumento da receita. . Ex: <2008>. transferida aos seus respectivos Municípios. Ex: No caso de um Estado. no exercício orçamentário a que se refere a LDO. pela elevação da alíquota do ICMS. as Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado. Ex: No caso de um Estado prever aumento permanente de receita. deve ser inserida nessa linha. Distrito Federal e Municípios. da Margem Bruta de Expansão das DOCC.

DE CARÁTER CONTINUADO 67 Saldo Utilizado da Margem Bruta (IV) – Nessa linha registrar o valor do saldo da margem de expansão das DOCC.DEMONSTRATIVO VIII – MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIG. Novas DOCC geradas por PPP – Nessa linha registrar o valor previsto de novas despesas obrigatórias de caráter continuado geradas por Parcerias Público-Privadas previstas para o exercício orçamentário a que se refere a LDO. . Novas DOCC – Nessa linha registrar o valor previsto de novas despesas obrigatórias de caráter continuado. Deve ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado. Ex. inclusive as geradas por PPP’s. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. Margem Líquida de Expansão de DOCC (V) = (III – IV) – Nessa linha registrar o saldo final da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado para o exercício financeiro a que se refere a LDO. exceto as previstas para PPP. comprometido para o ano de referência.: MF/SPE – Variação Real do PIB. para o exercício orçamentário a que se refere a LDO.

025 10.330 157.000) 37.9 EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DOS DEMONSTRATIVOS PERTENCENTES AO ANEXO DE METAS FISCAIS Os valores apresentados em todos os exemplos a seguir estão expressos em milhares de Reais.00 3.5 140.007 Valor Corrente (c) 157. art.858 0.500 118.1289 <Ano+2> Valor Corrente / 1.0 inflação Projeção do PIB do Estado – R$ milhares 130.000) (943) 0.000 8.063 54.200 118.712 0.110 131.68 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 2.031 Dívida Consolidada Líquida 11.396 0.830 88.1 Inflação Média (% anual) projetada com base em índice oficial de 6.054 Resultado Primário (III) = (I – II) 50.642 0.001 38.102 77.736 0.000 33.000 R$ milhares <Ano+2> Valor % PIB Constante (c / PIB) x 100 131.774 0.102 134.00 % anual) Câmbio (R$/US$ – Final do Ano) 3.039 Resultado Nominal (1.377 0.099 137.273 0.057 57. sem prejudicar a transparência dos demonstrativos.000. 4º.534 0.000 68.550 65.093 Despesa Total 125.06 <Ano+1> Valor Corrente / 1.000 10.113 128.2 6.000 9.097 Receitas Primárias (I) 120.500 113.679 0.362 0.651 0.534 0.000 <Ano+2> 3.008 FONTE: <Ano+1> Valor Valor % PIB Corrente Constante (b / PIB) (b) x 100 137. 2.000 <Ano+1> 3.661 0.113 73.273 0.3 6.2023 .042 (1.830 154.9.001 30.200 50.026 7.000.000 66.200 121.500 118.001 Dívida Pública Consolidada 40.486 0.5 135.000 37.780 (1.097 Despesas Primárias (II) 70.200 121. § 1) <Ano de Referência> Valor Valor % PIB ESPECIFICAÇÃO Corrente Constante (a / PIB) (a) x 100 Receita Total 125.208 0.5 5.038 0.000.047 (832) 0.5 Taxa real de juro implícito sobre a dívida líquida do Governo (média 6.1 Demonstrativo I – Metas Anuais MUNICÍPIO A LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS METAS ANUAIS <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 1 (LRF.50 3.500 47.000 Metodologia de Cálculo dos Valores Constantes <Ano de Referência> Valor corrente / 1.669 0.877 0.006 Nota: O cálculo das metas acima descritas foi realizado considerando-se o seguinte cenário macroeconômico: VARIÁVEIS <Ano de Referência> PIB real (crescimento % anual) 3.5 5.396 0.000) (886) 0.

810 Resultado Nominal (5.10 3.611 104.047 56.008 9.65 131.> % <Ano+1> % <Ano+2> % 113.020 4.100 0.534 2.000 (12.205 2.774 (8.700 13.000 122.52 45.273 8.377 (13.830 15.712 7.061 0.000) (150) (1.302 (2.01 60.52 134.98 45.38) (416) (0.27 118.396 4.EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DOS DEMONSTRATIVOS PERTENCENTES AO ANEXO DE METAS FISCAIS 69 2.24) 47.000 (2.086 0.800) Dívida Pública Consolidada 43.333 3.000) (150) Dívida Pública Consolidada 45.000 (9.000 (8.611 104.087 111.00 (1.43 56.000 (33.04 (832) 6.57 128.329 56.59 121.323 16.000 137.527 Despesa Não-Financeira (II) 56.90 120.679 3.05 2.275) (135.396 4.44) Dívida Consolidada Líquida 15.000 (7.000) 0.33 118.669 6.087 104.64) 7.037 47.236) 50. 4º.90 (943) (147.12 50.774 VALORES A PREÇOS CONSTANTES <Ano-2> % <Ano-1> % <Ano de Ref.000 (10.651 7.54 45.084 104.749 8.000.22 Resultado Nominal (2.046 0.205 2. §2º.9.000) (1.76) 38.32 157.858 (14.09 45.00 11.200 11.15) 33.091 0.642 5.000 20. art.53 113.945 101.89 125.35 54.500 11.09 9.54 110.04 110.550 13.49) FONTE: .00) 37.01 106.061 11.86 137.696 3.200 11.500 10.41) 37.000 0.361 Despesa Total 104.004 0. inciso I) I-Metas II-Metas ESPECIFICAÇÃO Previstas em % PIB Realizadas em <Ano –2> <Ano –2> (a) (b) Receita Total 104.320 2.967 6.82 Resultado Primário (III) = (I – II) 39.73) 3.80) 30.926 0.000 43.29 65.616 44.57 70.034 0.000.926 9.200 9.89 125.74 92.830 15.038 2.205 7.400 6.000 140.50 200 4.000) 42.500 9.58) 10.000 8.926 9.4º.07 68.98 110.200 9.921 59.19 78.940 106.036 41.550 (37.65 131.362 7.039 0.52) 8.273 8.000) (5.43 88.780 17.330 15.696 3.00 (1.365 (9.004 (4.00) ESPECIFICAÇÃO Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida <Ano-3> 106.9.63) 12.925 Dívida Consolidada Líquida 10.429 2.205 7.9) 2.3 Demonstrativo III – Metas Fiscais Atuais Comparadas com as Fixadas nos Três Exercícios Anteriores MUNICÍPIO A LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS METAS FISCAIS ATUAIS COMPARADAS COM AS FIXADAS NOS TRÊS EXERCÍCIOS ANTERIORES <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 3 (LRF.086 0.27 118.32) 40.69 95.53 113.50) (500) (5. art.000 10.30 (399) (0.29 73.736 (10.00) 0.000 (4.208 3. § 2º.98 (5.020 8.16 113.028 8.008 Nota: PIB Estadual Previsto e Realizado para <Ano-2> ESPECIFICAÇÃO Previsão do PIB Estadual para <Ano-2> Valor efetivo (realizado) do PIB Estadual para <Ano-2> VALOR – R$ milhares 120.86 137.78 64.000 (4.500 10.000 (5.33) 10.926 0.486 (15.000 (2.85) 42.000 11.00 113.700 7.584 2.32 157.551 Resultado Primário (III) = (I–II) 44.326 Receita Não-Financeira (I) 101.33) Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias (II) ESPECIFICAÇÃO Receita Total Receitas Primárias (I) Despesa Total Despesas Primárias(II) Resultado Primário (III) = (I – II) R$ milhares VALORES A PREÇOS CORRENTES <Ano-1> % <Ano de Ref.65 66.1) 12.74 53.37 154.08) 10.000 0. inciso II) <Ano-3> <Ano-2> % 95.534 2.2 Demonstrativo II – Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Exercício Anterior MUNICÍPIO A LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 2 (LRF.877 4.921 103.86 50.028 0.967 0.320 (0.59 121.500 FONTE: R$ milhares % PIB Variação (II-I) Valor % (b) – (a) (b) / (a)*100 6.000 2.661 (10.04 64.> % <Ano+1> % <Ano+2> % 110.637 44.15) (886) 6.075) (2.

52 4.00 5. divulgado pelo IBGE.500 % 80 16 4 100 REGIME PREVIDENCIÁRIO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio/Capital Reservas Resultado Acumulado TOTAL FONTE: <Ano-2> 8.800 300 3.36 26.50* 6.4º.500 800 3.000 1.00* 6.70 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Metodologia de Cálculo dos Valores Constantes INDICES DE INFLAÇÃO <Ano-3> <Ano-2> <Ano-1> <Ano de Ref.65 100 Notas: a) A expressiva queda no montante do Patrimônio Líquido da Prefeitura A verificada no exercício orçamentário <Ano-3> em relação a <Ano-4> se deveu.1 100 <Ano-4> 8.1289 <Ano+2> Valor Corrente / 1.50* 6.75 2.2023 2.500 % 85.285 12. .9 100 <Ano-3> 8.000 500 10.05 4.500) (500) % (1.50* *Inflação Média ( % anual) projetada com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA. art.500 500 2.000 500 12.06 <Ano+1> Valor Corrente / 1.9.54 6.600) 0 1.000 2.77 100 <Ano-3> 8.700 100 <Ano-4> 10. § 2º.71 9.4 Demonstrativo IV – Evolução do Patrimônio Líquido MUNICÍPIO A LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 4 (LRF.635 11. ao resultado negativo do exercício e a decréscimos patrimoniais oriundos de baixas de empréstimos e financiamentos concedidos.50 6.585 % 67.055 <Ano-1> Valor Corrente <Ano de Referência> Valor Corrente / 1. <Ano-3> Valor Corrente x 1.700 12. principalmente.> <Ano+1> <Ano+2> 6. inciso III) R$ milhares PATRIMÔNIO LÍQUIDO Patrimônio/Capital Reservas Resultado Acumulado TOTAL <Ano-2> 9.1183 <Ano-2> Valor Corrente x 1.635 % 73.000 0 (8.30 22.800 % 68.35 28.

§ 2º.5 Demonstrativo V – Origem e Aplicação dos Recursos Obtidos com a Alienação de Ativos MUNICÍPIO A LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM A ALIENAÇÃO DE ATIVOS <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 5 (LRF. tendo como razão preponderante o resultado positivo alcançado no período.EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DOS DEMONSTRATIVOS PERTENCENTES AO ANEXO DE METAS FISCAIS 71 b) Essa tendência de queda foi revertida no exercício orçamentário <Ano-2>.9. impulsionado pelo acréscimo significativo de inscrições em Dívida Ativa de tributos em atraso. mais notadamente.4º. art. no que se refere à alienação de bens móveis. 2. . b) As aplicações dos recursos oriundos da alienação de ativos acompanharam a tendência verificada em relação aos montantes arrecadados. inciso III) RECEITAS REALIZADAS RECEITA DE CAPITAL Receita de Alienação de Ativos Alienação de Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis TOTAL (I) DESPESAS LIQUIDADAS APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS Investimentos Inversões Financeiras Amortização/Refinanciamento da Dívida DESPESAS CORRENTES DO RPPS TOTAL (II) SALDO FINANCEIRO DO EXERCÍCIO FONTE: <Ano-2> (a) 75 15 60 75 <Ano-2> (b) 18 15 20 5 58 (c) = (a-b)+(f) 79 (f)=(d-e)+(g) 62 <Ano-3> (e) 20 18 22 6 66 (g) 43 <Ano-3> (d) 85 20 65 85 <Ano-4> R$ milhares <Ano-4> 80 30 130 160 30 50 30 7 117 Notas: a) No período compreendido entre <Ano-2> e <Ano-4> foi observada uma gradual e constante redução no montante da Receita de Alienação de Ativos.

§ 2º.200 1.000 200 100 100 0 3.200 2. PARA COBERTURA DE DÉFICIT TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (I) DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS ADMINISTRAÇÃO GERAL Despesas Correntes Despesas de Capital PREVIDÊNCIA SOCIAL Pessoal Civil Pessoal Militar Outras Despesas Correntes Compensação Previd.285 7.100 500 300 200 0 4. § 2º.320 <Ano-3> 335 300 35 3.000 500 500 0 7.900 2.300 2.650 2.440 2.600 1.500.300 4.700 11.050 850 160 40 550 0 0 0 10 5.710 2.72 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 2.345 <Ano-3> 2.950 <Ano-2> 350 320 30 3.000 2.700 1.250 3. art. era R$ 1. DESPESAS PREVID. para efeito do exemplo.115 1. R$ milhares REPASSE RECEBIDO P/COBERTURA . alínea a) RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS RECEITAS CORRENTES Receita de Contribuições Pessoal Civil Pessoal Militar Outras Contribuições Previdenciárias Compensação Previdenciária entre RGPS e RPPS Receita Patrimonial Outras Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL Alienação de Bens Outras Receitas de Capital RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS – RPPS Contribuição Patronal do Exercício Pessoal Civil Pessoal Militar Contribuição Patronal de Exercícios Anteriores Pessoal Civil Pessoal Militar REPASSES PREVID.500 1.635 4.6 Demonstrativo VI – Avaliação da Situação Financeira e Atuarial do Regime Próprio de Previdência dos Servidores Públicos MUNICÍPIO A LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 6 (LRF.9.120 Nota: O saldo das disponibilidades financeiras do exercício anterior ao <Ano-4>. art.050 400 300 100 0 4.230 4.500 230 200 30 0 6. de Pensões entre RPPS e RGPS RESERVA DO RPPS TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (II) RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (III) = (I – II) DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS DO RPPS FONTE: <Ano-4> 310 280 30 3. inciso IV.000 800 150 50 440 0 0 0 0 4.700 2.4º.100 1. de Aposent.915 800 700 400 15 200 0 0 0 0 4. inciso IV. MUNICÍPIO A LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS PROJEÇÃO ATUARIAL DO RPPS <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 7 (LRF.300 1.135 <Ano-4> 2.600 1. RPPS e RGPS Compensação Previd.880 4.420 R$ milhares <Ano-2> 2. RESULTADO PREVID.250 1.035 3.000.400 2.4º.000 1.600 680 400 280 0 7. alínea a) RECEITAS PREVID.00.

500 67.000 1.000) (8.500 17.000) (1.500 73.000 18.000 14.000 55.000 1.000 1.500) 73 P/COBERTURA DE DÉFICIT RPPS (e) 500 1.000 21.000 11.500 58.000 19.500 19.500 20.500 10.000 71.000 68.000) (1.000 5.000 1.000 12.000) (1.000 24.000) (1.000 22.000) (1.000) (1.000 9.000 15.000 (500) (1.000 71.000 23.000 Valor (c) 3.000) (1.500 24.000 9.500) (4.000 1.000 68.500 44.500 21.000 59.000) (1.000) (2.000 14.000 10.500 61.000 1.000 7.500 Valor (d) = (a+b-c) 12.000 53.000 1.000 21.000 35.500 70.000 1.000 2.500 18. .500 22.000 10.500 2.000 6.500 47.000 74.500) (10.000 65.000 62.000 17.000 22.500 15.000 74.000 1.000 18.000 1.000 13.500 64.000 8.000 42.000) (1.000 4.000 1.000 3.000 1.000 8.500 76.500 40.000) (1.000 28.000 21.500 Nota: Os valores atribuídos a este exemplo não possuem relação com os valores mencionados neste manual.000 20.000 65.000 24.500 16.000 17.EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DOS DEMONSTRATIVOS PERTENCENTES AO ANEXO DE METAS FISCAIS EXERCÍCIO Valor (b) 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033 2034 2035 2036 2037 2038 2039 FONTE: 5.000) (1.000 23.500 1.500 70.500 7.500) (7.000 19.000 1.000) (11.000) (5.500 6.000) (1.000 16.000 1.500 23.000) (1.500 73.000) (1.000 32.000 56.500 25.500 67.500 4.000 20.000 5.500 37.000 50.

inciso V) RENÚNCIA DE RECEITA PREVISTA SETOR/PROGRAMA/ <Ano BENEFICIÁRIO Tributo/Contribuição <Ano+1> <Ano+2> Ref. 149-A. 4°. § 2°.9. art.500 2. . § 2°.000 5. também.500 2.000 3. a forma de compensação encontrada foi a instituição da Contribuição de Iluminação Pública.300 R$ milhares COMPENSAÇÃO Elevação de alíquota do ISSQN em 2%. inciso V) EVENTO Aumento Permanente da Receita (-) Transferências Constitucionais (-) Transferências ao FUNDEF Saldo Final do Aumento Permanente de Receita (I) Redução Permanente de Despesa (II) Margem Bruta (III) = (I+II) Saldo Utilizado de Margem Bruta (IV) Impacto de Novas DOCC Margem Líquida de Expansão de DOCC (V) = (III – IV) FONTE: R$ milhares Valor Previsto <Ano de Referência> 9. O valor atribuído ao campo Aumento Permanente de Receita foi gerado a partir da elevação da alíquota do ICMS do Estado a que pertence o Município A e.700 3.500 6. em seu artigo 14.8 Demonstrativo VIII – Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado MUNICÍPIO A LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIGATÓRIAS DE CARÁTER CONTINUADO <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 9 (LRF. terão como forma de compensação a elevação da alíquota do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISSQN em 2% para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e.9. Instituição da Contribuição de Iluminação Pública - Notas: a) Conforme preceitua a Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.500 4.000 Transporte – Passageiros TOTAL FONTE: ISSQN 2.7 Demonstrativo VII – Estimativa e Compensação da Renúncia de Receita MUNICÍPIO A LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO DE METAS FISCAIS ESTIMATIVA E COMPENSAÇÃO DA RENÚNCIA DE RECEITA <ANO DE REFERÊNCIA> AMF – Tabela 8 (LRF.500 2. prevista no art. beneficiados pelas renúncias fiscais demonstradas.000 6.> Taxa de Fiscalização Calçados 500 600 800 de Estabelecimentos Informática ISSQN 2. art.000 2. para os dois exercícios subseqüentes. da Constituição Federal.400 2. que entrará em vigor ainda este ano com aplicação a partir do exercício orçamentário a que se refere a LDO. 4°. também.000 Nota: Na apuração da margem de expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado – DOCC. 2.100 5. os setores calçadista e de informática.74 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 2. b) Com relação à renúncia fiscal destinada ao setor transporte de passageiros. pela instituição da Contribuição de Iluminação Pública. é prevista a Redução Permanente de Despesas por meio da racionalização da utilização dos recursos humanos.000 500 6.

Cada ente deverá demonstrar a memória e metodologia de cálculo para que as metas fiscais pretendidas sejam claramente justificadas. § 2º.000 20.000 41.000 42. inciso II.000 41.500 125.800 9.330 29.000 3.500 1.200 40.9 Memória e Metodologia de Cálculo das Metas Anuais de Receitas. I – Metodologia e Memória de Cálculo das Metas Anuais para as Receitas da Prefeitura A: As metas anuais de Receitas da Prefeitura A foram calculadas a partir das seguintes receitas orçamentárias: TOTAL DAS RECEITAS ESPECIFICAÇÃO – Portaria STN 248/2003 PREVISÃO – R$ milhares <Ano de <Ano+1> <Ano+2> Referência> 120. Resultado Nominal e Montante da Dívida Pública O art.000 10.600 21.500 800 1. Resultado Primário.000 9.100 8.000 9.000 42.000 8.000 10.400 88. visando esclarecer a forma de obtenção dos valores.9. Resultado Nominal e Montante da Dívida Pública.500 137. da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.500 29.200 157.200 40.500 7.200 38.500 38. A partir desta determinação da lei.400 20.300 8.000 2. estabelece que o demonstrativo das metas anuais deverá ser instruído com a memória e metodologia de cálculo. Resultado Primário.750 400 500 250 600 500 3. foram elaborados modelos de demonstrativos com a memória de cálculo e a metodologia utilizada para a obtenção dos valores relativos a Receitas.400 20.000 67.200 40. 4º.EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DOS DEMONSTRATIVOS PERTENCENTES AO ANEXO DE METAS FISCAIS 75 2.830 RECEITAS CORRENTES Receita Tributária Impostos Taxas Receita de Contribuições Receita Patrimonial Transferências Correntes Transferências Intergovernamentais Transferências da União Cota-Parte do FPM Transferências de Recursos do SUS – FMS Outras Receitas Correntes Multa e Juros de Mora Receita da Dívida Ativa Tributária RECEITAS DE CAPITAL Operações de crédito Amortizações de Empréstimos Alienações de Bens TOTAL .000 2.000 20.200 154. O detalhamento de alguns itens dos anexos serve apenas como base para a elaboração do demonstrativo.000 42.330 55.200 20.330 25.200 9.500 134.000 41.000 8. Despesas.800 4. Despesas.000 1. Os modelos desenvolvidos incluem um exemplo prático da forma de elaboração e preenchimento dos valores encontrados.200 50.000 3.200 5.

30 2.000 19. Cota-Parte do Fundo de Participação dos Municípios Metas Anuais <Ano-3> <Ano-2> <Ano-1> <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> VALOR NOMINAL – R$ milhares 15.000 20.76 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO I. sendo sua maior fonte de receita a cobrança de créditos inscritos em dívida ativa.77 17.55 5.11 5.00 5.70 12.330 VARIAÇÃO % 4.000 67.000 20.000 10.400 20.600 21.96 Notas: a) O crescimento das transferências de recursos do SUS decorre da ampliação dos serviços básicos na área de saúde.400 88.88 Nota: A evolução desta receita tem apresentado uma performance bastante positiva.a – Metodologia e Memória de Cálculo das Principais Fontes de Receita: Receita Tributária Metas Anuais <Ano-3> <Ano-2> <Ano-1> <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> VALOR NOMINAL – R$ milhares 48.000 15. Transferências de Recursos do SUS Metas Anuais <Ano-3> <Ano-2> <Ano-1> <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> VALOR NOMINAL – R$ milhares 15. situando-se sempre acima dos índices de inflação e crescimento da economia.26 3.000 18.400 VARIAÇÃO % 20.10 11.00 5.000 20.64 31. Outras Receitas Correntes Metas Anuais <Ano-3> <Ano-2> <Ano-1> <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> VALOR NOMINAL – R$ milhares 2.445 4.05 Notas: a) O aumento gradual e constante previsto para a receita tributária provém da expectativa de continuidade na política de intensificação da fiscalização tributária municipal iniciada há dois anos. foi projetada uma evolução dessa receita considerando o cenário macroeconômico apresentado no Demonstrativo I.000 19.00 3. <Ano+1> e <Ano+2>.000 10. .70 5.028 4.520 9.00 Notas: a) Esta fonte de receita possui uma evolução regular.000 50.20 99.000 52.000 55. b) Para o período compreendendo <Ano de Referência>.000 20.20 4. b) As projeções foram realizadas considerando o cenário macroeconômico apresentado em nota do Demonstrativo I.500 VARIAÇÃO % 64.00 1.800 VARIAÇÃO % 26.

000 10. desde que não comprometessem os limites de endividamento e de contratação de operações de crédito fixadas pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF para os próximos três exercícios.000 3.500 7. atendendo ao direcionamento da política governamental no que se refere a estas duas fontes de receitas. d) Com base no princípio da prudência.200 4.000 23.500 <Ano+1> 107.500 500 125. a alternativa encontrada foi a de buscar linhas de financiamento. b) Como os recursos ordinários do Município são insuficientes para atender às prioridades e metas aprovadas.830 <Ano de Referência> 100. c) As execuções fiscais caminham na justiça há algum tempo e.000 27.66 Notas: a) As receitas de Capital. podem ser concluídas.666 3.200 . memória e metodologia de cálculo: TOTAL DE DESPESAS CATEGORIA ECONÔMICA E GRUPOS DE NATUREZA DE DESPESA DESPESAS CORRENTES (I) Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes DESPESAS DE CAPITAL (II) Investimentos Inversões Financeiras Amortização Financeira RESERVA DE CONTINGÊNCIA (III) TOTAL (IV)=(I+II+III) R$ milhares <Ano+2> 115.000 28.000 50.000 52.280 8. com origem em Alienação de Bens e Operações de Crédito.98 (40) 16.000 34.000 9.800 10.700 137. a qualquer momento. Seu aumento em <Ano+2> decorre do cenário macroeconômico projetado para esse exercício. Seguem.21 (18.280 15.29) 56.500 5.185 5.500 7. mas com projeção de diminuição em seu montante em <Ano+1>. abaixo.550 157.000 55.000 30. Receitas de Capital Metas Anuais <Ano-3> <Ano-2> <Ano-1> <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> VALOR NOMINAL – R$ milhares 2.000 27. II – Metodologia e Memória de Cálculo das Metas Anuais para as Despesas da Prefeitura A: As metas anuais de Despesas da Prefeitura A foram calculadas a partir das Despesas Orçamentárias.000 25.000 3. proporcionando o ingresso destes recursos no caixa da Prefeitura. apresentam comportamento irregular.000 25.500 VARIAÇÃO % 46.898 3. projetamos o sucesso das execuções fiscais ao longo dos próximos três exercícios. a partir da série histórica de recebimentos destes recursos nos últimos três anos.EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DOS DEMONSTRATIVOS PERTENCENTES AO ANEXO DE METAS FISCAIS 77 b) Os créditos tributários inscritos em dívida ativa de um único contribuinte representam 80% do total a receber em dívida ativa.000 14.000 5.000 30.

31 9. principalmente a partir do exercício orçamentário <Ano+1>. se as Receitas Primárias são capazes de suportar as Despesas Primárias.000 52.41 8.000 27. a partir de <Ano-1>.000 500 4.000 55.000 30.759 48.282 43.91 Nota: Os valores fixados para a Reserva de Contingência tiveram sua avaliação baseada na possibilidade de elevação dos resultados dos julgamentos de processos judiciais contrários à Fazenda do Município. deve-se a fatos como o reajuste salarial dos servidores da ativa e dos proventos de aposentadoria dos inativos Juros e Encargos da Dívida Metas Anuais <Ano-3> <Ano-2> <Ano-1> <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> VALOR NOMINAL – R$ milhares 38. § 2º. demonstrados em percentuais da Receita Corrente Líquida. para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois exercícios subseqüentes.70 7.00 81. demonstrando assim o empenho do município em honrar seus compromissos.000 3.00 3.78 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO II.70 4.000 VARIAÇÃO % 14.a – Metodologia e Memória de Cálculo das Principais Despesas da Prefeitura A: Pessoal e Encargos Sociais Metas Anuais <Ano-3> <Ano-2> <Ano-1> <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> VALOR NOMINAL – R$ milhares 20.17 4.700 8.550 VARIAÇÃO % 200. uma explanação a respeito da memória e metodologia de cálculo das metas de resultado primário.50) 72.000 2. . conforme previsto na LRF.000 14.000 VARIAÇÃO % (27. Reserva de Contingência Metas Anuais <Ano-3> <Ano-2> <Ano-1> <Ano de Referência> <Ano+1> <Ano+2> VALOR NOMINAL – R$ milhares 1. ou seja. fazemos.00 (33.33) (75. inciso II da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.000 28.000 50. III – Metodologia e Memória de Cálculo das Metas Anuais para o Resultado Primário da Prefeitura A: A finalidade do conceito de Resultado Primário é indicar se os níveis de gastos orçamentários dos entes federativos são compatíveis com sua arrecadação.500 25.14 Nota: O aumento do volume de despesas identificado no Grupo de Natureza de Despesa Pessoal e Encargos Sociais.77 Nota: O pagamento de juros e encargos da dívida tem-se mantido em patamar relativamente constante. Em atendimento ao artigo 4º. a seguir.00) 840.00 5.

185 3.967 44.020 93.520 110.780 Notas: a) Os dados relativos a receitas e despesas foram extraídos das metas fiscais estabelecidas para as mesmas.200 154.028 50.200 154.000 7.205 11.000 12.028 5.300 4. a seguir.000 42.700 45.000 25. para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois subseqüentes.500 4.550 88.000 55.800 10.329 3.330 55.020 52.282 20.000 38.500 500 70.280 20.000 25.500 19. .500 6.945 48.700 2.000 50. b) O cálculo da Meta de Resultado Primário obedeceu à metodologia estabelecida pelo Governo Federal.330 100.945 2.700 78.666 500 500 0 0 0 92.000 30.500 1.000 30.500 0 0 0 0 0 0 0 0 0 120.000 27.329 9.000 4.500 43.200 18.100 8.000 2.000 0 185 0 0 0 110.200 154.800 4.759 14.000 0 0 38.320 79 <Ano de <Ano+1> <Ano+2> Referência> 120.329 39.000 34.000 0 0 0 101.500 107.500 134. por meio das Portarias expedidas pela Secretaria do Tesouro Nacional – STN.000 23.167 9.EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DOS DEMONSTRATIVOS PERTENCENTES AO ANEXO DE METAS FISCAIS META FISCAL – RESULTADO PRIMÁRIO ESPECIFICAÇÃO RECEITAS CORRENTES (I) Receita Tributária Receita de Contribuição Receita Patrimonial Aplicações Financeiras (II) Outras Receitas Patrimoniais Transferências Correntes Demais Receitas Correntes RECEITAS FISCAIS CORRENTES (III)=(I-II) RECEITAS DE CAPITAL (IV) Operações de Crédito (V) Amortização de Empréstimos (VI) Alienação de Ativos (VII) Transferência de Capital Outras Receitas de Capital Receitas Fiscais de Capital (VIII)=(IV-V-VI-VII) RECEITAS PRIMÁRIAS (IX)=(III+VIII) DESPESAS CORRENTES (X) Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida (XI) Outras Despesas Correntes DESPESAS FISCAIS CORRENTES (XII)=(X-XI) DESPESAS DE CAPITAL (XIII) Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida (XIV) DESPESAS FISCAIS DE CAPITAL (XV)=(XIIIXIV) RESERVA DE CONTINGÊNCIA (XVI) DESPESAS PRIMÁRIAS (XVII)=(XII+XV+XVI) RESULTADO PRIMÁRIO (IX-XVII) <Ano-3> <Ano-2> <Ano-1> 92.000 52.000 64.200 9. § 2º.000 8.000 56.020 3.000 56.000 8.750 400 500 250 600 500 3.400 88.000 40.200 115.000 500 1.000 60.000 28.500 134.000 7.000 10.000 5.282 20.500 134. uma explanação a respeito da memória e metodologia de cálculo das metas de resultado nominal. conforme demonstrado anteriormente.000 10.280 15.000 18.000 14.445 92.967 3.500 9.000 3.000 53.330 8.000 27.000 41.000 20.330 5.550 65.500 120.000 50. inciso II da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.000 9.000 50.000 9.028 101.500 35.000 45.000 2.759 20.028 78.000 7.000 3.061 110.500 7.000 0 0 33.329 1.500 8. IV – Metodologia e Memória de Cálculo das Metas Anuais para o Resultado Nominal da Prefeitura A: Em atendimento ao artigo 4º.945 78.200 18.500 5.000 4.000 10.000 67. fazemos.616 101.000 48.000 25.000 6.000 23.500 7.000 4.000 2.467 4.500 7.000 16.200 0 0 0 0 0 0 40. relativas às normas de Contabilidade Pública.000 55.000 6.700 505 17.000 0 0 30.666 1.

000 (1. Nota: O cálculo das Metas Anuais relativas ao Resultado Nominal foi efetuado em conformidade com a metodologia estabelecida pelo Governo Federal. contratos. assumidas em virtude de leis. assumidas em virtude da realização de operações de crédito para amortização em prazo superior a doze meses ou que. V – Metodologia e Memória de Cálculo das Metas Anuais para o Montante da Dívida Pública da Prefeitura A: Dívida Pública Consolidada é o montante total apurado: .das obrigações financeiras do ente da Federação. convênios ou tratados.000) 2.000) *: Refere-se ao valor previsto da Dívida Consolidada Líquida do exercício orçamentário anterior ao previsto no exercício <Ano-3>.80 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO META FISCAL – RESULTADO NOMINAL <Ano-3> ESPECIFICAÇÃO DÍVIDA CONSOLIDADA (I) DEDUÇÕES (II) Ativo Disponível Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (III)= (I-II) RECEITA DE PRIVATIZAÇÕES (IV) PASSIVOS RECONHECIDOS (V) DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA (III+IV-V) RESULTADO NOMINAL (b) 45.000 5.000 10.000 (d) 42. Dívida Consolidada Líquida corresponde à dívida pública consolidada deduzidas as disponibilidades de caixa. normatizada pela STN.dos precatórios judiciais emitidos a partir de 5 de maio de 2000 e não pagos durante a execução do orçamento em que houverem sido incluídos. as aplicações financeiras e os demais haveres financeiros.000 12.000 38.000 42. inciso II da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF.000) (5.000 18. .000 19. Nessa linha devem ser informados os valores esperados para a Dívida Pública Consolidada do exercício orçamentário a que se refere a LDO e também para os dois exercícios seguintes.000 1.000 15.000 15.000 30.000 2.000 33.000 41.000 (c) 43. uma explanação a respeito da memória e metodologia de cálculo das metas anuais para o Montante da Dívida Pública.000) (1. Não são incluídas as obrigações entre cada município e seus respectivos fundos.000 10.000 43.000 10.000 3.das obrigações financeiras do ente da Federação. § 2º.000 10.000 22. fundações e empresas estatais dependentes ou entre estes. isto é. embora de prazo inferior a doze meses. a seguir.000) (1.000 28.000 (b-a *) (c-b) (d-c) (e-d) (f-e) (g-f) (2. .000 11.000 38.000 44. . para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois subseqüentes.000 11.000 11.000 12.000 5.000 28.000 9.000 13.000 10. autarquias.000 2. tenham constado como receitas no orçamento. a Dívida Pública Consolidada deve ser apurada sem duplicidade.000 <Ano-2> <Ano-1> <Ano de <Ano+1> <Ano+2> Referência> (e) (f) (g) 40.000 29.000 9.000 30.000 45. Em atendimento ao artigo 4º.000 37. fazemos. inclusive as decorrentes de emissão de títulos.

000 22.000 2.000 30.000 17.000 30.000 15. 31 da Lei Complementar nº 101. e II – no caso dos Municípios: a 1.000 19.000 11.000 <Ano-1> 42.000 20.000 16. inciso II da Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. a inobservância dos limites estabelecidos em seus incisos I e II sujeitará os entes da Federação às disposições do art.EXEMPLO DE ELABORAÇÃO DOS DEMONSTRATIVOS PERTENCENTES AO ANEXO DE METAS FISCAIS 81 Nessa linha devem ser informados os valores esperados para a Dívida Consolidada Líquida do exercício orçamentário a que se refere a LDO a para os dois exercícios seguintes.000 29.000 20.000 12.000 10.000 43.000 26. Parágrafo único.000 <Ano-2> 43. do Distrito Federal e dos Municípios.000 41.000 23. em relação aos limites de endividamento de Estados e Municípios. Em atendimento ao artigo 4º.000 44.000 <Ano+1> 38.000 11.000 15. a: I – no caso dos Estados e do Distrito Federal: 2 (duas) vezes a receita corrente líquida. respectivamente.000 14.000 5. 3º – A dívida consolidada líquida dos Estados.000 42. não poderá exceder. definida na forma do art.000 .” META FISCAL MONTANTE DA DÍVIDA ESPECIFICAÇÃO DÍVIDA CONSOLIDADA (I) Dívida Mobiliária Outras Dívidas DEDUÇÕES (II) Ativo Disponível Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Proc.000 10. o que estabelece a Resolução do Senado Federal nº 40/2001: “Art. DCL (III) = (I – II) FONTE: <Ano-3> 45.000 1.000 13. 2º. § 2º. de 4 de maio de 2000. Após o prazo a que se refere o caput. 2º.2 (um inteiro e dois décimos) vezes a receita corrente líquida. definida na forma do art. para o exercício orçamentário a que se refere a LDO e para os dois subseqüentes.000 30.000 24. É importante destacar.000 22. está descrita.000 45.000 3. ao final do décimo quinto exercício financeiro contado a partir do encerramento do ano de publicação desta Resolução.000 28.000 9.000 5.000 28.000 18. a seguir.000 <Ano de Referência> 40.000 38. explanação a respeito da memória e metodologia de cálculo das metas anuais para o Montante da Dívida Pública.000 2.000 18.000 <Ano+2> 37.000 10.000 33.

de 5 de outubro de 1988. visando sempre a responsabilização do titular do Poder ou órgão no que se refere à gestão dos recursos e patrimônio públicos2. O RREO e seus demonstrativos abrangerão os órgãos da Administração Direta. disponibilidades de caixa. § 2º. É pressuposto da responsabilidade na gestão fiscal a ação planejada e transparente em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas. que o Poder Executivo o publicará. excluídos. a não geração de despesas consideradas não autorizadas. A União já o divulga. parágrafo 3º. 32. 4º. inclusive sob a forma de subvenções para pagamento de pessoal ou de custeio em geral ou de capital. 8º. em especial os arts. de 4 de maio de 2000. e as ações de fiscalização e cobrança3. a limitação de empenho e movimentação financeira. a sociedade. a Lei Complementar nº 101/2000 orienta sobre o equilíbrio entre receitas e despesas. fundações. do Distrito Federal e dos Municípios. por meio dos diversos órgãos de controle. 53. serão apresentadas justificativas da limitação de empenho e da frustração de receitas. no último caso. no âmbito da Administração Direta. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações 2 3 LRF. empresas públicas e sociedades de economia mista. irregulares e lesivas ao patrimônio público. dos Poderes e entidades da Administração Indireta. empresas públicas e sociedades de economia mista que recebem recursos dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. Orienta. dentre outras disposições. conheça. especificando as medidas de combate à sonegação e à evasão fiscal. mensalmente. Quando for o caso. estabelece as normas para elaboração e publicação do RREO. fundações. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. . restos a pagar. constituídas pelas autarquias. incluiu. sobre a instituição. As informações deverão ser elaboradas a partir dos dados contábeis consolidados de todas as unidades gestoras. acompanhe e analise o desempenho da execução orçamentária do Governo Federal. O RREO será elaborado e publicado pelo Poder Executivo da União. ainda. adotadas e a adotar. Nesse sentido. previsão e efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente. que estabelece em seu artigo 165. autarquias. até trinta dias após o encerramento de cada bimestre. dos Estados. os critérios para criação. fundos especiais. A Portaria STN nº 869. sobre o cumprimento de metas de resultado primário ou nominal. há vários anos. 11. fundos especiais. que se refere às normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. sobre a contratação de operações de crédito. expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento de despesa. A Lei Complementar nº 101. 15.3 RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA O Relatório Resumido da Execução Orçamentária – RREO é exigido pela Constituição da República Federativa do Brasil. aqueles provenientes de aumento de participação acionária. O objetivo dessa periodicidade é permitir que. 42 e 43. LRF. art. de 15 de dezembro de 2005. 1º. cada vez mais.

listados a seguir. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. de 17 de março de 1964. O mecanismo de formação do código dessas receitas consiste em substituir a categoria econômica da receita pelo dígito 7. obrigatoriamente. . de 20 de setembro de 2005.Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino.RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 83 entre órgãos.Demonstrativo dos Restos a Pagar por Poder e Órgão. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. se a receita intraorçamentária for de capital. LDO para o exercício de 2006. . liquidação e pagamento. se a receita intra-orçamentária for corrente.Demonstrativo da Execução das Despesas por Função/Subfunção. deverão ser elaborados e publicados até trinta dias após o encerramento do bimestre de referência.Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Geral de Previdência Social. .Demonstrativo do Resultado Primário. . A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . realizadas na mesma esfera de governo (federal. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. Além dos demonstrativos acima citados. .00 – Receita Intra-Orçamentária de Capital. .Demonstrativo do Resultado Nominal. . Os demonstrativos do RREO. fundos. também deverão ser elaborados e publicados até trinta dias após o encerramento do último bimestre.320. . que estabelece que as operações entre órgãos. 8º da Lei nº 11. os seguintes: . .inciso VI do § 7º do art. .Demonstrativo Simplificado do Relatório Resumido da Execução Orçamentária. as intra-orçamentárias são específicas de operações entre órgãos. durante o exercício. estadual ou municipal).00 – Receita Intra-Orçamentária Corrente. de 14 de outubro de 2005. . . fundações públicas. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social serão executadas. autarquias.Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Geral de Previdência Social. autarquias. As subcategorias econômicas das receitas intra-orçamentárias (correntes e de capital) são as mesmas das receitas correntes e de capital.Demonstrativo da Receita Corrente Líquida.178. 8000. Os demais níveis deverão ser mantidos. fundos. No entanto. .Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesas de Capital.00.§ 2º do art. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social.00. de 4 de maio de 2001. As rubricas das receitas intra-orçamentárias deverão ser identificadas a partir dos códigos: 7000. nos termos da Lei nº 4.Demonstrativos das Despesas com Saúde. e pelo dígito 8. por meio de empenho.Balanço Orçamentário. . fundações. conforme a conta contábil original.Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos.

. para melhor transparência. e .Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos.Demonstrativo da Receita de Alienação de Ativos e Aplicação dos Recursos. será permitido o desdobramento de informações cujos entes julgarem necessárias. .84 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO .Demonstrativo das Despesas de Caráter Continuado Derivadas das Parcerias Público-Privadas Contratadas. Em todos os demonstrativos.

As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. fundos. de 17 de março de 1964. porém de forma mais detalhada e com periodicidade de publicação bimestral.§ 2º do art. incluiu. por meio de empenho. detalhadas por categoria econômica. 52. art. 8º da Lei nº 11.320. art. 6 LRF. para permitir maior transparência por meio da apuração líquida e total das receitas e despesas. nos termos da Lei nº 4. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. Integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária5. subcategoria econômica e fonte (destacando as receitas intra-orçamentárias). por categoria econômica e grupo de natureza da despesa (destacando as despesas intra-orçamentárias). 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. autarquias.ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 85 3.320/64.1 ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO O Balanço Orçamentário.320. estas deverão ser apresentadas neste demonstrativo segregadas em: a) receitas orçamentárias líquidas das intra-orçamentárias. as 4 5 Lei nº 4. definido na Lei nº 4. . bem como as despesas. Entretanto. o ente poderá optar por apresentá-las logo abaixo da linha totalizadora das receitas e despesas intra-orçamentárias. conforme descrito neste manual. especificando a previsão inicial. quando existentes. os créditos adicionais. e §1º. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. Dessa forma. Esse balanço também está previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF. alíneas “a” e “b”. de 4 de maio de 2001. de 20 de setembro de 2005. a previsão atualizada para o exercício. 102. liquidação e pagamento. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. d) despesas intra-orçamentárias As receitas e despesas intra-orçamentárias. caso não prejudique a transparência dos dados. e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre6. 52. no corpo do demonstrativo. demonstrará as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas4. incisos I e II.inciso VI do § 7º do art. b) receitas intra-orçamentárias. LDO para o exercício de 2006. que estabelece que as operações entre órgãos. art. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. de 31 de março de 1964. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. contendo o mesmo nível de desdobramento das outras receitas e despesas orçamentárias. obrigatoriamente. discriminando a dotação inicial. de 15 de dezembro de 2005. a realizada até o bimestre atual e o saldo a realizar. de 14 de outubro de 2005. A Portaria STN nº 869. c) despesas orçamentárias líquidas das intra-orçamentárias. a receita realizada no bimestre atual. o Balanço Orçamentário apresentará as receitas. fundações públicas. . deverão ser apresentadas em uma tabela no final do demonstrativo. LRF. a dotação atualizada para o exercício. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163.178. Segundo a LRF.

deve-se colocar no canto inferior direito da primeira página e nas demais. A informação “x/y” corresponde respectivamente ao número da página atual e ao número total de páginas do demonstrativo. No nível de detalhamento em que são apresentadas no modelo (3º nível – Fonte).Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 5. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. na última página colocar no canto inferior direito apenas a expressão “(x/y)”. destacadamente. aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer. fica inalterado o último algarismo a permanecer. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. nas despesas com amortização da dívida de refinanciamento. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. tais como as deduções para o FUNDEF. a partir da segunda página. 8 ou 9. e as repartições de receita entre os entes da Federação. As colunas ou linhas apresentadas em percentuais. os valores deverão ser informados em unidade de Real. 3 ou 4. o número deve ser arredondado de acordo com o seguinte critério: . Caso o demonstrativo ocupe mais de uma página. as despesas liquidadas no bimestre atual e até o bimestre atual. 2. se o resultado obtido for um número fracionário. para coleta das informações pela STN. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos.86 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO despesas empenhadas no bimestre atual e até o bimestre atual. nesse mesmo nível de agregação. 1. nas receitas de operações de crédito internas e externas e. se ocupar mais de duas páginas. deverão ser demonstradas com duas casas decimais.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 0. 6. as receitas deverão ser informadas pelos valores líquidos das respectivas deduções. Conforme instrução deste manual. a expressão “Continua (x/y)”. . os valores serão apresentados em unidade de Real. Para isso. quando registradas como dedução. conforme orientação do Manual de Procedimentos de Receitas Públicas. Os valores referentes ao refinanciamento da dívida mobiliária e de outras dívidas deverão constar. Faz-se necessário observar ainda que. 7. e o saldo a liquidar. . repetir o cabeçalho e colocar no canto superior direito a expressão “Continuação”. Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas.

e Financ.00 SALDO A REALIZAR (a-c) – – – – – – SALDO A LIQUIDAR (f-j) DESPESAS DESPESAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (VIII) DESPESAS CORRENTES PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA OUTRAS DESPESAS CORRENTES DESPESAS DE CAPITAL INVESTIMENTOS INVERSÕES FINANCEIRAS AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA RESERVA DE CONTINGÊNCIA RESERVA DO RPPS DESPESAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (IX) SUBTOTAL DAS DESPESAS (X) = (VIII + IX) AMORTIZAÇÃO DA DÍV.1 Instruções de Preenchimento Tabela 10 – Balanço Orçamentário <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO I (LRF. da Amortiz. / REFINANCIAMENTO (XI) Amortização da Dívida Interna Dívida Mobiliária Outras Dívidas Amortização da Dívida Externa Dívida Mobiliária Outras Dívidas SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (XII) = (X + XI) SUPERÁVIT (XIII) TOTAL (XIV) = (XII + XIII) FONTE: DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre Até o Bimestre % (i) (j) (j/f) – – – – – – – – – – . de Emp. Art. Atv. 52.ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 87 3. Prov. alíneas” a” e” b” do inciso II e § 1º) PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS RECEITAS INICIAL ATUALIZADA No Bimestre % (a) (b) (b/a) RECEITAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) RECEITAS CORRENTES RECEITA TRIBUTÁRIA Impostos Taxas Contribuição de Melhoria RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES Contribuições Sociais Contribuições Econômicas RECEITA PATRIMONIAL Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Receita de Concessões e Permissões Outras Receitas Patrimoniais RECEITA AGROPECUÁRIA Receita da Produção Vegetal Receita da Produção Animal e Derivados Outras Receitas Agropecuárias RECEITA INDUSTRIAL Receita da Indústria de Transformação Receita da Indústria de Construção Outras Receitas Industriais RECEITA DE SERVIÇOS TRANSFERÊNCIAS CORRENTES Transferências Intergovernamentais Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Transferências para o Combate à Fome OUTRAS RECEITAS CORRENTES Multas e Juros de Mora Indenizações e Restituições Receita da Dívida Ativa Receitas Correntes Diversas RECEITAS DE CAPITAL OPERAÇÕES DE CRÉDITO Operações de Crédito Internas Operações de Crédito Externas ALIENAÇÃO DE BENS Alienação de Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL Transferências Intergovernamentais Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Outras Instituições Públicas Transferências de Convênios Transferências para o Combate à Fome OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL Integralização do Capital Social Dív. Restituições Receitas de Capital Diversas RECEITAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) SUBTOTAL DAS RECEITAS (III) = (I + II) OPERAÇÕES DE CRÉDITO / REFINANCIAMENTO (IV) Operações de Crédito Internas Mobiliária Contratual Operações de Crédito Externas Mobiliária Contratual SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (V) = (III + IV) DÉFICIT (VI) – – – – – TOTAL (VII) = (V + VI) SALDOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES – – – – – DOTAÇÃO INICIAL (d) CRÉDITOS ADICIONAIS (e) DOTAÇÃO ATUALIZADA (f)=(d+e) DESPESAS EMPENHADAS No Bimestre Até o Bimestre (g) (h) Até o Bimestre (c) % (c/a) R$ 1. inciso I.1.

da administração direta ou indireta. que contém as receitas previstas e realizadas. órgãos e entidades. PREVISÃO INICIAL – Essa coluna identifica os valores da previsão inicial das receitas.ef.b. alíneas a e b do inciso II e §1º) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. inciso I. RECEITAS – Essa coluna identifica as receitas. . BALANÇO ORÇAMENTÁRIO – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. Art. assim como o bimestre a que se refere. da administração direta e indireta. (d) rubrica. subcategoria econômica e fonte originária da receita. Art. de janeiro até o mês de referência.00 RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RREO – Anexo I (LRF. pois deverão refletir a posição inicial do orçamento constante da Lei Orçamentária Anual.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. 52.d. inciso I.: JANEIRO A JUNHO 2007/BIMESTRE MAIO-JUNHO. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. constantes na Lei Orçamentária Anual. Os valores registrados nessa coluna permanecerão inalterados durante todo o exercício. (b) subcategoria econômica. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. (ef) alínea e (gh) subalínea. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. vinculados à seguridade social. Ex. alíneas a e b do inciso II e §1º) PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS INICIAL ATUALIZADA (a) R$ 1. o que equivale às três primeiras posições da natureza da receita (a. os fundos.gh). ou seja. União. (c) fonte. Distrito Federal ou Município. por categoria econômica . Tabela 10. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. Estado. R$ 1.88 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. 52. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. bem como as despesas orçadas e executadas. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. destacando o refinanciamento da dívida mobiliária e o refinanciamento de outras dívidas. A classificação da natureza da receita é lida da seguinte forma: (a) categoria econômica.1 RREO – Anexo I (LRF.c. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.

a coluna PREVISÃO INICIAL deverá ser preenchida com um traço “–”. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira. representadas pela diferença entre a previsão atualizada e a realizada até o final do bimestre de referência.ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 89 PREVISÃO ATUALIZADA (a) – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas para o exercício de referência. art. Quando houver uma nova natureza de receita. Nesse caso. que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. Se não ocorrer nenhum dos eventos mencionados. ou por meio de outras instituições como. 9º. O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita. (c/a) multiplicado por cem (100). Consideram-se realizadas as receitas arrecadadas diretamente pelo órgão. ou seja. a previsão dessa nova natureza deverá ser identificada pela coluna PREVISÃO ATUALIZADA (a). em que o total reestimado é menor. a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial. . A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. assim como daqueles atos que o modificarem. (b/a) multiplicado por cem (100). por exemplo. demonstrando que esse valor não estava previsto na LOA. poderá ser apresentado. combinados com o art. de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira7. caput e § 1º. % (c/a) – Essa coluna identifica o percentual das receitas realizadas até o final do bimestre de referência em relação à previsão atualizada. o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação. ou seja. Até o Bimestre (c) – Essa coluna identifica as receitas realizadas até o final do bimestre de referência. a rede bancária. acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada. no detalhamento das respectivas classificações. 7 LRF. No Bimestre (b) – Essa coluna identifica as receitas realizadas no bimestre de referência. RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica as receitas realizadas no período. % (b/a) – Essa coluna identifica o percentual das receitas realizadas no bimestre em relação à previsão atualizada. ou seja. Em caso de surgimento de nova natureza de receita que não esteja prevista na LOA. 52. (a-c). SALDO A REALIZAR (a-c) – Essa coluna identifica as receitas a realizar.

90 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 10... taxas e contribuições de melhoria)... pelo Distrito Federal ou pelos Municípios...... PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RECEITA TRIBUTÁRIA – Nessa linha registrar o valor da receita tributária (impostos.. Estados. efetiva ou potencial. RECEITAS CORRENTES RECEITA TRIBUTÁRIA Impostos Taxas Contribuição de Melhoria . ou a utilização...... . de contribuições.. patrimoniais.. Tabela 10.. pelos Estados. líquidas das respectivas deduções e das receitas intra-orçamentárias... prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição.2 RECEITAS RECEITAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) RECEITAS CORRENTES . de serviços públicos específicos e divisíveis. Distrito Federal ou Municípios. cuja obrigação tem por fato gerador situação independente de qualquer atividade estatal específica... Imposto é a modalidade de tributo. as transferências correntes e outras receitas correntes..... A contribuição de melhoria é de competência da União... industriais e de serviços...... Impostos – Nessa linha registrar o valor das receitas de impostos.. líquidas das respectivas deduções.... É arrecadada dos proprietários de imóveis beneficiados por obras públicas... Taxas – Nessa linha registrar o valor das receitas de taxas cobradas pela União.. Contribuição de Melhoria – Nessa linha registrar o valor das receitas de contribuições de melhoria decorrentes de obras públicas.. relativa ao contribuinte. agropecuárias. RECEITAS CORRENTES – Nessa linha registrar o total das receitas tributárias........ no âmbito de suas respectivas atribuições..... e terá como limite total a despesa realizada.. PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RECEITAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) – Nessa linha registrar o total das receitas correntes e de capital..... As taxas têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia.3 RECEITAS . no âmbito de suas respectivas atribuições.

. Receitas de Valores Mobiliários – Nessa linha registrar o valor da arrecadação de receitas decorrentes de valores mobiliários.................. constituídas por ordem social e profissional.....ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 91 Tabela 10.. para o custeio. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir contribuições cobradas de seus servidores..... de bens imóveis pertencentes ao setor público.. PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RECEITA PATRIMONIAL – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita patrimonial referente ao resultado financeiro da fruição do patrimônio.... exclusivamente.. ..... Os Estados.......... do direito de exploração de serviços públicos... PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuições sociais e econômicas.5 RECEITAS ....4 RECEITAS . por terceiros............ RECEITAS CORRENTES . Compete......... Contribuições Econômicas – Nessa linha registrar o valor da arrecadação de contribuições parafiscais..... de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas....... à União instituir contribuições sociais. Tabela 10. os quais estão sujeitos ao controle... como instrumento de intervenção nas respectivas áreas. de ordem econômica.. seja de participação societária... RECEITA PATRIMONIAL Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Receita de Concessões e Permissões Outras Receitas Patrimoniais ............. ao particular... RECEITAS CORRENTES .... Receita de Concessões e Permissões – Nessa linha registrar o valor da arrecadação de receitas originadas da concessão ou permissão........ seja decorrente de bens imobiliários ou mobiliários. fiscalização e regulação do poder público.. de sistemas de previdência e assistência social.. Receitas Imobiliárias – Nessa linha registrar as receitas provenientes da utilização. Contribuições Sociais – Nessa linha registrar o valor da arrecadação de contribuições sociais.... em beneficio destes.. RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES Contribuições Sociais Contribuições Econômicas .

.. Receita da Produção Animal e Derivados – Nessa linha registrar o valor das receitas de produção animal e derivados. fábricas de laticínios. suínos e outros (inclusive lã.. Outras Receitas Agropecuárias – Nessa linha registrar o valor da arrecadação de outras receitas agropecuárias não enquadradas nos itens anteriores. mel.. outras preparações de couros e peles... Tabela 10.. Estão incluídas nesses títulos apenas as receitas de atividades de beneficiamento ou transformação ocorridas em instalações nos próprios estabelecimentos. temporárias e espontâneas (ou nativas)..... serrarias e unidades industriais com produção licenciada.. tais como venda de sementes. recriação ou engorda de gado e de animais de pequeno porte).. e outras....6 RECEITAS . adubos ou assemelhados.. bem como secagem....... b) Pecuária de médio porte – ovinos.. curtimento. c) Aves e animais de pequeno porte (inclusive ovos.92 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Outras Receitas Patrimoniais – Nessa linha registrar o valor da arrecadação de outras receitas patrimoniais não enquadradas nos itens anteriores. silvicultura e extração de produtos vegetais.. fábricas de polpa... de madeira.. cera e casulos do bicho da seda)... Receita da Produção Vegetal – Nessa linha registrar o valor das receitas decorrentes de lavouras permanentes.. .. carne e peles).. carne e couro). produção animal e derivados.. d) Caça e pesca. RECEITAS CORRENTES ... eqüinos e outros (inclusive leite.... PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RECEITA AGROPECUÁRIA – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita de produção vegetal... inclusive hortaliças e flores.. As receitas oriundas de atividades industriais dedicadas à produção de alimentos (matadouros.. etc. bufalinos. RECEITA AGROPECUÁRIA Receita da Produção Vegetal Receita da Produção Animal e Derivados Outras Receitas Agropecuárias .. b) Pecuária (criação. etc. decorrentes das seguintes atividades ou explorações agropecuárias: a) Agricultura (cultivo do solo).. c) Atividades de beneficiamento ou transformação de produtos agropecuários em instalações existentes nos próprios estabelecimentos (excetuam-se as usinas de açúcar....) são classificadas em receitas da indústria de transformação.. desde que realizadas diretamente pelo produtor. decorrentes de atividades de exploração econômica de: a) Pecuária de grande porte – bovinos. que são classificadas como industriais). caprinos...... mudas....

...... Inclui.........atividades comerciais. reparação e demolição de prédios. a perfuração de poços artesianos e perfuração.. RECEITA INDUSTRIAL Receita da Indústria de Transformação Receita da Indústria de Construção Outras Receitas Industriais . de metrologia........ de saúde.. de comunicação....... Receita da Indústria de Construção – Nessa linha registrar o valor da arrecadação de receitas oriundas das atividades de construção. obras viárias....... provenientes das atividades industriais definidas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE......serviços científicos e tecnológicos... PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RECEITA DE SERVIÇOS – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita originária da prestação de serviços... também.ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 93 Tabela 10......... financeiras... reforma... RECEITAS CORRENTES ..... de construção e outras.... ... de armazenagem....8 RECEITAS ... revestimento e acabamento de poços de petróleo e gás natural. de agropecuária.... Receita da Indústria de Transformação – Nessa linha registrar o valor da arrecadação das receitas das atividades ligadas à indústria de transformação. de acordo com a classificação da fundação IBGE... etc... Outras Receitas Industriais – Nessa linha registrar o valor total da arrecadação de outras receitas da indústria não classificáveis nos itens anteriores. grandes estruturas e obras de arte... .. a preparação do terreno e a realização de obras para exploração de jazidas minerais......... RECEITA DE SERVIÇOS . PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RECEITA INDUSTRIAL – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita da indústria de extração mineral.... edifícios.......... tais como: ..... Tabela 10..........7 RECEITAS .. inclusive reforma e restauração de monumentos. de transporte. RECEITAS CORRENTES . de transformação.

.. RECEITAS CORRENTES .... Transferências de Instituições Privadas – Nessa linha registrar o valor das receitas que identificam recursos de incentivos fiscais como FINOR...94 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 10. EDUCAR.... PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) TRANSFERÊNCIAS CORRENTES – Nessa linha registrar o valor dos recursos que independem de contraprestação direta de bens e serviços. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes.. destinados a custear despesas correntes. TRANSFERÊNCIAS CORRENTES Transferências Intergovernamentais Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Convênios Transferências para o Combate à Fome .. Transferências de Pessoas – Nessa linha registrar o valor das receitas recebidas de contribuições e doações a governos e entidades da administração descentralizada. e que foram recebidos de outras pessoas de direito público ou privado................9 RECEITAS . ..... ainda.... creditados diretamente por pessoas jurídicas em conta de entidades da administração pública.. realizadas por pessoas físicas... ou entre estas e organizações particulares.. Englobam. Transferências para o Combate à Fome – Nessa linha registrar o valor total das receitas oriundas de transferências correntes para o combate à fome. promoção cultural e promoção do desporto amador....... de governos estrangeiros e instituições privadas internacionais.. por entidades públicas de qualquer espécie.. com ou sem contraprestação de serviços. FUNRES.. Transferências de Convênios – Nessa linha registrar o valor das receitas recebidas por meio de transferências de convênios firmados.. Transferências do Exterior – Nessa linha registrar o valor das receitas recebidas de transferências do exterior.... provenientes de organismos e fundos internacionais. Transferências Intergovernamentais – Nessa linha registrar o valor das receitas recebidas de transferências ocorridas entre diferentes esferas de governo. FINAM....... contribuições e doações a governos realizadas por instituições privadas.

.. PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) OUTRAS RECEITAS CORRENTES – Nessa linha registrar o valor da arrecadação de outras receitas correntes.... Tabela 10... tais como: multas..... RECEITAS CORRENTES . exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento....... líquidas das respectivas deduções. industriais............ Receitas Correntes Diversas – Nessa linha registrar o valor da eventual arrecadação de outras receitas correntes. de serviços e diversas). ... por infrações a regulamentos.... PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RECEITAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar o total das receitas de capital.11 RECEITAS ..ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 95 Tabela 10.... ou seja. amortização de empréstimos.. depois de apurada sua liquidez e certeza... de natureza tributária ou não tributária...... o total da categoria econômica que compreende operações de crédito.... não contempladas no plano de contas... juros.10 RECEITAS .. não-tributário (contribuições sociais e econômicas.. indenizações.. aplicações financeiras e outras. taxas e contribuições de melhoria)....... RECEITAS DE CAPITAL .. OUTRAS RECEITAS CORRENTES Multas e Juros de Mora Indenizações e Restituições Receita da Dívida Ativa Receitas Correntes Diversas .. receita da dívida ativa... e de natureza administrativa. Indenizações e Restituições – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita de indenizações e restituições... Representa as sanções legais aplicadas no campo tributário (impostos....... constituída por créditos da Fazenda Pública...... alienação de bens.. cujas classificações não se identificam com as anteriores..... Receita da Dívida Ativa – Nessa linha registrar o total da arrecadação da receita da dívida ativa.. transferências de capital e outras.. Multas e Juros de Mora – Nessa linha registrar o valor da receita arrecadada com penalidades pecuniárias decorrentes da inobservância de normas e com rendimentos destinados à indenização pelo atraso no cumprimento da obrigação.. restituições... inscritos na forma de legislação própria... patrimoniais........

desde que os recursos oriundos dessas operações não sejam destinados ao refinanciamento da dívida pública.. mercadorias. tais como títulos. RECEITAS DE CAPITAL OPERAÇÕES DE CRÉDITO Operações de Crédito Internas Operações de Crédito Externas .. RECEITAS DE CAPITAL .. sediadas no exterior. Operações de Crédito Internas – Nessa linha registrar o valor da arrecadação decorrente da colocação no mercado interno de títulos públicos ou de empréstimos obtidos junto a entidades estatais ou particulares.......... Alienação de Bens Imóveis – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita de alienação de bens imóveis....12 RECEITAS ......... Operações de Crédito Externas – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita decorrente da colocação de títulos públicos ou de empréstimos obtidos junto a organizações estatais ou particulares.... Tabela 10... bens inservíveis ou desnecessários e outros.... Não deverão ser informadas nessa linha as operações de crédito destinadas ao refinanciamento da dívida pública........96 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 10....... residenciais ou não.......13 RECEITAS ............ desde que os recursos oriundos dessas operações não sejam destinados ao refinanciamento da dívida pública.. de propriedade da União.............. PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) ALIENAÇÃO DE BENS – Nessa linha registrar o valor da receita decorrente da alienação de bens móveis e imóveis.... ..... PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) OPERAÇÕES DE CRÉDITO – Nessa linha registrar o valor da receita decorrente da colocação de títulos públicos ou de empréstimos. obtidos junto a entidades estatais ou particulares internas ou externas... Alienação de Bens Móveis – Nessa linha registrar o valor da receita de alienação de bens móveis..... pois essas deverão ser registradas destacadamente no item OPERAÇÕES DE CRÉDITO – REFINANCIAMENTO (IV). Estados ou Municípios.. ALIENAÇÃO DE BENS Alienação de Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis .......

.... Tais recursos são provenientes de incentivos fiscais..... em conta de entidades da administração pública... de governos estrangeiros e instituições privadas internacionais... Transferências Intergovernamentais – Nessa linha registrar o valor das receitas recebidas por meio de transferências ocorridas entre diferentes esferas de governo. contribuições e doações a governos realizadas por instituições privadas. referentes a doações a governos e entidades da administração descentralizada............... PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar o valor das transferências de capital.. EDUCAR.............. tais como FINOR....ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 97 Tabela 10...... Transferências de Instituições Privadas – Nessa linha registrar o valor das receitas recebidas por meio de transferências de instituições privadas........ PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS – Nessa linha registrar o valor da receita relativa à amortização de empréstimos concedidos............. Transferência de Outras Instituições Públicas – Nessa linha registrar o valor total das receitas recebidas por meio de transferências de outras instituições públicas..... Englobam.... . estando vinculadas à constituição ou aquisição do mesmo.. e são creditados diretamente por pessoas jurídicas. AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS .... promoção cultural e promoção do desporto amador....... TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL Transferências Intergovernamentais Transferências de Instituições Privadas Transferências do Exterior Transferências de Pessoas Transferências de Outras Instituições Públicas Transferências de Convênios Transferências para o Combate à Fome ... Transferências de Pessoas – Nessa linha registrar o valor das receitas recebidas por meio de transferências de pessoas físicas.15 RECEITAS ........... FUNRES. RECEITAS DE CAPITAL ........ ainda.... que têm por finalidade concorrer para a formação de um bem de capital... FINAM.14 RECEITAS . Transferências do Exterior – Nessa linha registrar o valor dos recursos recebidos de organismos e fundos internacionais..... Tabela 10.. RECEITAS DE CAPITAL ..

... Restituições – Nessa linha registrar o valor total das receitas recebidas por meio de restituições...... Encontram-se no desdobramento desse título: integralização do capital social.... com ou sem contraprestação de serviços.. ou entre estas e organizações particulares. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes.. Prov.. cujas classificações não se identificam com as anteriores.... PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar o valor arrecadado de outras receitas vinculadas ao acréscimo patrimonial da unidade..98 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Transferências de Convênios – Nessa linha registrar o valor dos recursos oriundos de convênios firmados. Tabela 10... Restituições Receitas de Capital Diversas .. e Financ.. de Emp....... – Nessa linha registrar o valor da arrecadação com receita da dívida ativa proveniente de amortização de empréstimos e financiamentos. por entidades públicas de qualquer espécie. e receitas de capital diversas. e Financ.. não contempladas no plano de contas. de Emp. da Amortiz.... As receitas intra- . como participação em seu capital social......(dívida ativa proveniente de amortização de empréstimos e financiamentos).. destinados a custear despesas de capital..16 RECEITAS . líquidas das respectivas deduções...17 RECEITAS ... Atv........ da Amortiz.. Receitas de Capital Diversas– Nessa linha registrar o valor total da eventual arrecadação de outras receitas de capital. da Amortiz.. Integralização do Capital Social – Nessa linha registrar o valor dos recursos recebidos pelas empresas públicas ou sociedades de economia mista. Prov. OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL Integralização do Capital Social Dív...... RECEITAS DE CAPITAL . RECEITAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RECEITAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) – Nessa linha registrar o total das receitas intraorçamentárias correntes e de capital....... de Emp.. Atv. Dív... por devoluções em decorrência de pagamentos indevidos e reembolso ou retorno de pagamentos efetuados a título de antecipação... e Financ.. Tabela 10... Transferências para o Combate à Fome – Nessa linha registrar o valor total das receitas recebidas por meio de transferências de capital para o combate à fome.. Atv..... Prov. restituições. Dív.

originárias da venda de títulos públicos. quando existentes...18 RECEITAS . deverão ser apresentadas em uma tabela no final do demonstrativo... Vide instrução de preenchimento no item 3.2 – Preenchimento da Tabela das Receitas e Despesas Intraorçamentárias.. excluídas as operações de crédito contratadas para refinanciar a dívida pública. Representa a emissão de títulos públicos para. Operações de Crédito Internas – Nessa linha registrar o valor da arrecadação decorrente da colocação de títulos públicos no mercado interno. somente essa linha deverá ser apresentada e preenchida com um traço (–) em todas as colunas.1. SUBTOTAL DAS RECEITAS (III) = (I + II) OPERAÇÕES DE CRÉDITO / REFINANCIAMENTO (IV) Operações de Crédito Internas Mobiliária Contratual Operações de Crédito Externas Mobiliária Contratual SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (V) = (III + IV) DÉFICIT (VI) TOTAL (VII) = (V + VI) SALDOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) – – – – – – – – – – – – – – SUBTOTAL DAS RECEITAS (III) = (I + II) – Nessa linha registrar o somatório das colunas PREVISÃO INICIAL. PREVISÃO ATUALIZADA.... RECEITAS REALIZADAS e SALDO A REALIZAR. das receitas orçamentárias. para refinanciar a dívida pública mobiliária. com os recursos oriundos dessa emissão... desde que os recursos oriundos dessas operações sejam destinados ao refinanciamento da dívida pública.. obtidos junto a entidades estatais ou particulares internas ou externas. Tabela 10. Mobiliária – Nessa linha registrar o valor da receita decorrente das operações de crédito internas para refinanciamento da dívida mobiliária. . Quando não existentes tais receitas. Operações de Crédito Externas – Nessa linha registrar o valor da arrecadação decorrente da colocação de títulos públicos no mercado externo. destinadas ao refinanciamento da dívida pública.. O refinanciamento é também denominado “rolagem da dívida”. resgatar outros títulos públicos que estão vencendo.... Representa as operações de crédito realizadas pelo governo no mercado interno.ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 99 orçamentárias. contendo o mesmo nível de desdobramento das outras receitas orçamentárias e o total desta tabela deverá ser igual ao registrado nessa linha.. desde que os recursos oriundos dessas operações sejam destinados ao refinanciamento da dívida pública. Contratual – Nessa linha registrar o valor da receita decorrente das operações de crédito internas destinadas ao refinanciamento da dívida contratual.... OPERAÇÕES DE CRÉDITO / REFINANCIAMENTO (IV) – Nessa linha registrar o valor da receita decorrente da colocação de títulos públicos ou de empréstimos.

incluindo as operações de crédito contratadas para refinanciar a dívida pública. Quando (A) for menor que (C). menos a linha SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (XII) = (X + XI) das despesas. SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (V) = (III + IV) – Nessa linha registrar a soma da linha SUBTOTAL DAS RECEITAS (III) com a linha OPERAÇÕES DE CRÉDITO – REFINANCIAMENTO (IV). então: B = C – A e D = “–”. então: D = A – C e B = “–”. a menor. Representa as operações de crédito realizadas pelo governo no mercado externo. Nesse caso. até o bimestre. indicando valor inexistente ou nulo. Se as receitas realizadas forem superiores às despesas liquidadas. Representa a emissão de títulos públicos para. Observando a Figura 1. resgatar outros títulos públicos que estão vencendo. para fins de equilíbrio do demonstrativo. para refinanciar a dívida pública mobiliária. quando o resultado for negativo.100 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Mobiliária – Nessa linha registrar o valor da receita decorrente das operações de crédito externas para refinanciamento da dívida mobiliária. DÉFICIT (VI) – Nessa linha registrar a eventual diferença. originárias da venda de títulos públicos. a linha DÉFICIT (VI) deverá ser preenchida com um traço (–). essa diferença será lançada na linha SUPERÁVIT (XIII). O déficit equivale à linha SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (V) = (III + IV) das receitas. . é possível compreender o cálculo em análise: Quando (A) for maior que (C). com os recursos oriundos dessa emissão. Contratual – Nessa linha registrar o valor da receita decorrente das operações de crédito externas destinadas ao refinanciamento da dívida contratual. Equivale ao somatório de todas as receitas orçamentárias. entre as receitas realizadas e as despesas liquidadas.

.. inciso I. art 43. que constaram do superávit financeiro identificado no Balanço Patrimonial do ente.. que está sendo utilizado como fonte de recursos para abertura de créditos adicionais8.ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 101 RREO – Anexo I (LRF.. Apresentará valor somente na coluna que se refere ao realizado até o bimestre e deverá corresponder ao valor da execução dos referidos créditos adicionais..... .... SUBTOTAL DAS RECEITAS (III) = (I + II) OPERAÇÕES DE CRÉDITO / REFINANCIAMENTO (IV) Operações de Crédito Internas Mobiliária Contratual Operações de Crédito Externas Mobiliária Contratual SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (V) = (III + IV) DÉFICIT (VI) TOTAL (VII) = (V + VI) SALDOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) No Bimestre (b) RECEITAS REALIZADAS % Até o Bimestre (b/a) (c) R$ milhares SALDO A % REALIZAR (c/a) (a-c) (A) – – DOTAÇÃO – – CRÉDITOS – – DOTAÇÃO – – – – (B) – – – – – – SALDO A LIQUIDAR (f-j) DESPESAS ... SUBTOTAL DAS DESPESAS (X) = (VIII + IX) AMORTIZAÇÃO DA DÍV. Deverá demonstrar. e que serviram de fonte de financiamento de abertura e reabertura de créditos adicionais no exercício atual.. também.... os valores referentes aos créditos adicionais autorizados nos últimos 4 meses do exercício anterior ao de referência.. no montante equivalente aos créditos autorizados e executados... devem ter seus valores identificados na linha Saldos de Exercícios Anteriores... pertencentes àquele exercício../ REFINANCIAMENTO (XI) Amortização da Dívida Interna Dívida Mobiliária Outras Dívidas Amortização da Dívida Externa Dívida Mobiliária Outras Dívidas SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (XII) = (X + XI) SUPERÁVIT (XIII) TOTAL (XIV) = (XII + XIII) FONTE: INICIAL (d) DESPESAS EMPENHADAS ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o Bimestre Bimestre (e) (f)=(d+e) (g) (h) DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre (i) Até o Bimestre (j) % (j/f) (C) – – – – – – (D) – – – – Figura 1 TOTAL (VII) = (V + VI) – Nessa linha registrar a soma da linha SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (V) com a linha DÉFICIT (VI). reabertos no exercício corrente. SALDOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES – Nessa linha registrar o valor de recursos provenientes de superávit financeiro de exercícios anteriores. identificados no Balanço Patrimonial do exercício anterior ao de referência.. alíneas a e b do inciso II e §1º) RECEITAS .... Art.... As receitas arrecadadas e classificadas no exercício anterior ao de referência. 52..320/64. 8 Lei nº 4.... portanto.....

para a realização de uma despesa. que diz que. destacando-se. DESPESAS EMPENHADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas empenhadas no bimestre e as acumuladas até o bimestre de referência. CRÉDITOS ADICIONAIS (e) – Essa coluna identifica os créditos adicionais abertos e ou reabertos durante o exercício. deverá haver uma receita correspondente. 35 da Lei nº 4. inciso I. DOTAÇÃO ATUALIZADA (f) = (d+e) – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial mais os créditos adicionais abertos ou reabertos durante o exercício. Juros e Encargos da Dívida. DOTAÇÃO INICIAL (d) – Essa coluna identifica o valor dos créditos iniciais constantes da Lei Orçamentária Anual. e II – as despesas nele legalmente empenhadas. Outras Despesas Correntes. Corresponde à primeira fase da execução da despesa.9 Tabela 10.320/64. que assim dispõe: “Art. mas apenas restringirá a emissão de empenho. art. 35. como também não poderão ser considerados no cálculo de déficit ou superávit orçamentários. 9 10 Lei nº 4. deduzidas as anulações/cancelamentos correspondentes. O empenho de despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição. 35. se ocorrer. e Reserva de Contingência). pois representam recursos arrecadados em exercícios anteriores. Inversões Financeiras. Investimentos.” Tais valores não poderão ser lançados novamente como receita orçamentária já que pertencem ao exercício financeiro no qual foram arrecadados. separadamente. Amortização da Dívida. É a soma da coluna DOTAÇÃO INICIAL (d) com a coluna CRÉDITOS ADICIONAIS (e).Pertencem ao exercício financeiro: I – as receitas nele arrecadadas. não afetará a dotação autorizada. 9º. art. como também atende ao princípio da competência. LRF. deduzidas as anulações/cancelamentos correspondentes. o Refinanciamento da Dívida Mobiliária. .320/64. conforme determina o Art. No Bimestre (g) – Essa coluna identifica as despesas empenhadas apenas no bimestre de referência. A limitação de empenho10. Até o Bimestre (h) – Essa coluna identifica as despesas empenhadas até o final do bimestre de referência.102 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Esta identificação atende não só ao princípio do equilíbrio financeiro. detalhadas por grupo de natureza de despesa (Pessoal e Encargos Sociais.19 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO DESPESAS – Essa coluna identifica as despesas por categoria econômica.

No encerramento do exercício.320/64. isto é. para maior transparência. a coluna (f) menos a coluna (j). por força do art. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados.320/64. em função do empenho legal. as despesas que já foram pagas. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. . que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. o total das despesas liquidadas11. art. 35. inscritas em Restos a Pagar não processados. Dessa forma. a) Despesas liquidadas. convênios e outros instrumentos. as despesas empenhadas. Até o Bimestre (j) – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas acumuladas até o final do bimestre de referência. foram considerados como despesa liquidada. Portanto. % (j/f) – Essa coluna identifica o percentual das despesas liquidadas até o final do bimestre de referência. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. bem como o percentual das despesas liquidadas até o final do bimestre em relação à dotação atualizada. Durante o exercício. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. No encerramento do exercício. (j/f) multiplicado por 100(cem). DESPESAS DESPESAS EXECUTADAS CRÉDITOS DOTAÇÃO SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS % INSCRITAS EM DESPESAS ADICIONAIS ATUALIZADA RESTOS A PAGAR ((j+k)/f) EXECUTAR No Até o No Até o (e) (f)=(d+e) (f-(j+k)) NÃO PROCESSADOS Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (k) (g) (h) (i) (j) Nota: Durante o exercício. em relação à dotação atualizada. Figura 2 DOTAÇÃO INICIAL (d) Dessa forma.320/64. mas que. No Bimestre (i) – Essa coluna identifica as despesas liquidadas apenas no bimestre de referência. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. consideradas liquidadas no encerramento do exercício.35. . inclusive. em substituição à Tabela 10. durante o exercício. por força legal. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. ao fim do exercício financeiro. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. as despesas executadas estão segregadas em: . Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 103 DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas no bimestre e as acumuladas até o bimestre de referência. ou seja. por constituírem obrigações preexistentes.19. 11 Lei nº4. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 2 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 2. SALDO A LIQUIDAR (f-j) – Essa coluna identifica o valor referente à diferença entre a dotação atualizada e as despesas liquidadas. inciso II. inciso II da Lei 4. 63 da Lei 4. Deverão ser consideradas. decorrentes de contratos. no encerramento do exercício. nos termos do art. deverão compor. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas.

pertinentes a este grupo de despesa..... para a formação ou aquisição de um bem de capital. previstos na estrutura remuneratória dos militares......20 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO DESPESAS (EXCETO INTRAORÇAMENTÁRIAS) (VIII) DESPESAS CORRENTES ... E E DA PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS – Nessa linha registrar as despesas de natureza remuneratória decorrentes de : a)Efetivo exercício de cargo.. DESPESAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (VIII) – Nessa linha registrar o total das despesas correntes e de capital... diretamente. emprego ou função de confiança no setor público. em atendimento à LRF12. Tabela 10. . DESPESAS CORRENTES – Nessa linha registrar o total das despesas que não contribuem... c)Obrigações trabalhistas de responsabilidade do empregador. reformas e pensões. e 12 LRF. e)Soldo... 18... h)Despesas com contratos de terceirização de mão-de-obra que se refiram à substituição de servidores e empregados públicos.. d)Contribuição a entidades fechadas de previdência...21 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO DESPESAS CORRENTES PESSOAL ENCARGOS SOCIAIS JUROS ENCARGOS DÍVIDA OUTRAS DESPESAS CORRENTES ... § 1º.. incidentes sobre a página de salários. adicionais e outros direitos remuneratórios.. gratificações... art. f)Despesas com o ressarcimento de pessoal requisitado.....104 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 10... g)Despesas com a contratação temporária para atender a necessidade de excepcional interesse público. líquidas das despesas intra-orçamentárias. b)Pagamento dos proventos de aposentadorias....

subvenções.23 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO . Tabela 10........ art.. Nos casos de pessoal requisitado entre órgãos e entidades.... DE DESPESAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar o total das despesas que contribuem.. além de outras despesas da categoria econômica Despesas Correntes. DESPESAS CAPITAL .. JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento de juros... auxílio-alimentação.. equipamentos e material permanente.. e com a aquisição de instalações...... para a formação ou aquisição de um bem de capital. não classificáveis nos demais grupos de natureza de despesa..... a despesa de pessoal será empenhada e executada pelo órgão ou entidade requisitante. auxíliotransporte.. 38........ inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas.. pagamento de diárias.. ... INVESTIMENTOS – Nessa linha registrar as despesas com o planejamento e a execução de obras..22 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO .. comissões e outros encargos de operações de crédito internas e externas contratadas............. bem como da dívida pública mobiliária.. Caso haja empenho e execução tanto no órgão requisitante como no órgão cedente....... OUTRAS DESPESAS CORRENTES – Nessa linha registrar as despesas com aquisição de material de consumo....ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 105 i)Benefícios assistenciais classificáveis neste grupo de despesa que não foram descritos nos itens anteriores. DESPESAS DE CAPITAL INVESTIMENTOS INVERSÕES FINANCEIRAS AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA . contribuições. diretamente............ este ao receber o ressarcimento deverá proceder à anulação da despesa e do empenho correspondente13. 13 Lei nº 4.. Tabela 10.. Se não houver ressarcimento a despesa pertencerá ao órgão cedente..320/64.

RESERVA DE CONTINGÊNCIA RESERVA DE CONTINGÊNCIA – Nessa linha registrar o total da Reserva de Contingência para as colunas da dotação inicial e da dotação atualizada. que será utilizado para pagamentos previdenciários futuros.. aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie.. sendo destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos......... Estes últimos incluem as alterações e adequações orçamentárias que se identificam com o disposto no § 1º do inciso III do art.. A forma de utilização e o montante dessa reserva serão definidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias de cada ente da Federação (União.....24 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO ....... . pois deverá ser registrado destacadamente na linha AMORTIZAÇÃO DA DÍV... Tabela 10.. Distrito Federal ou Município) de acordo com sua receita corrente líquida. e com a constituição ou aumento do capital de empresas.320/64. programa ou categoria econômica. O refinanciamento da dívida pública não poderá ser informado nessa linha... inclusive da reserva de contingência incluída na Lei Orçamentária Anual. Estado.25 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO ... Tabela 10..... / REFINANCIAMENTO (XI)... quando a operação não importe aumento do capital. A Reserva de Contingência é constituída sob a forma de dotação global. RESERVA DO RPPS ...... não especificamente destinada a determinado órgão. já constituídas. A reserva do RPPS corresponde ao superávit gerado pela diferença entre Receitas Previstas (incluindo as receitas intra-orçamentárias recebidas pelo RPPS) e Despesas Previdenciárias fixadas na Lei Orçamentária Anual..106 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO INVERSÕES FINANCEIRAS – Nessa linha registrar as despesas com a aquisição de imóveis ou bens de capital já em utilização.. unidade orçamentária... 43 da Lei nº 4.. AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa. que permite a abertura de créditos adicionais com o cancelamento de dotações orçamentárias.............. contratual ou mobiliária. RESERVA DO RPPS – Nessa linha registrar o total da Reserva do RPPS para as colunas da dotação inicial e da dotação atualizada.

.. somente essa linha deverá ser apresentada e preenchida com um traço (–) em todas as colunas.. . / REFINANCIAMENTO (XI) Amortização da Dívida Interna Dívida Mobiliária Outras Dívidas Amortização da Dívida Externa Dívida Mobiliária Outras Dívidas SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (XII) = (X + XI) SUPERÁVIT (XIII) TOTAL (XIV) = (XII + XIII) FONTE: – – – – – – – – – – SUBTOTAL DAS DESPESAS (X) = (VIII + IX) – Nessa linha registrar o somatório das seguintes colunas da despesa: Dotação Inicial.. DESPESAS (INTRAORÇAMENTÁRIAS) (IX) DESPESAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (IX) – Nessa linha registrar o total das despesas intraorçamentárias correntes e de capital........ quando existentes....27 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO . Quando não existentes tais despesas.26 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO .... SUBTOTAL DAS DESPESAS (X) = (VIII + IX) AMORTIZAÇÃO DA DÍV. excetuado o refinanciamento da dívida pública...... Vide instrução de preenchimento no item 3..... Créditos Adicionais....... As despesas intra-orçamentárias. Dotação Atualizada...2 – Preenchimento da Tabela das Receitas e Despesas Intra-orçamentárias.1... contendo o mesmo nível de desdobramento das outras despesas orçamentárias e o total desta tabela deverá ser igual ao registrado nessa linha..ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 107 Tabela 10. Despesas Liquidadas e Saldo a Liquidar. Despesas Empenhadas.. deverão ser apresentadas em uma tabela no final do demonstrativo. Tabela 10.

SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (XII) = (X + XI) – Nessa linha registrar o somatório da linha SUBTOTAL DAS DESPESAS (X) com a linha AMORTIZAÇÃO DA DÍV. então: D = A – C e B = “–”. / REFINANCIAMENTO (XI) – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa custeadas com recursos oriundos de operações de crédito contratadas com essa finalidade. quando resultar positivo. incluindo as despesas com o refinanciamento da dívida pública. Quando (A) for menor que (C). essa diferença será lançada na linha DÉFICIT (VI). Amortização da Dívida Externa – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida externa (dívida mobiliária e outras dívidas) custeadas com recursos oriundos de operações de crédito contratadas com essa finalidade. Dívida Mobiliária – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida mobiliária externa custeadas com recursos oriundos de operações de crédito contratadas com essa finalidade. Dívida Mobiliária – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento do principal e da atualização monetária da dívida mobiliária interna custeadas com recursos oriundos de operações de crédito contratadas com essa finalidade. deverá ser evidenciado. SUPERÁVIT (XIII) – Nessa linha registrar a diferença. / REFINANCIAMENTO (XI).108 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO AMORTIZAÇÃO DA DÍV. Outras Dívidas – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento do principal e da atualização monetária de outras dívidas internas custeadas com recursos oriundos de operações de crédito contratadas com essa finalidade. entre as receitas realizadas e as despesas liquidadas. menos a linha SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (XII) = (X + XI) das despesas. até o bimestre. a maior. Nesse caso. em nota de rodapé. Amortização da Dívida Interna – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento do principal e da atualização monetária da dívida pública interna (dívida mobiliária e outras dívidas) custeadas com recursos oriundos de operações de crédito contratadas com essa finalidade. Representa os resgates de títulos públicos efetuados com recursos oriundos da contratação de operações de crédito. a linha SUPERÁVIT (XIII) deverá ser preenchida com um traço (–). Observando a Figura 3. Se as receitas realizadas forem inferiores às despesas liquidadas. Outras Dívidas – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento do principal e da atualização monetária ou cambial de outras dívidas externas custeadas com recursos oriundos de operações de crédito contratadas com essa finalidade. para fins de equilíbrio do demonstrativo. . é possível compreender o cálculo em análise: Quando (A) for maior que (C). então: B = C – A e D = “–”. Representa o valor total das despesas orçamentárias. indicando valor inexistente ou nulo. O superávit equivale à linha SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (V) = (III + IV) das receitas. No caso de superávit proveniente do Regime Próprio de Previdência Social – RPPS. o respectivo valor.

contendo o mesmo nível de desdobramento das outras receitas e despesas orçamentárias..... Por exemplo.... essa tabela não deverá ser apresentada. Art.. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. SUBTOTAL DAS RECEITAS (III) = (I + II) OPERAÇÕES DE CRÉDITO / REFINANCIAMENTO (IV) Operações de Crédito Internas Mobiliária Contratual Operações de Crédito Externas Mobiliária Contratual SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (V) = (III + IV) DÉFICIT (VI) TOTAL (VII) = (V + VI) SALDOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES No Bimestre (b) RECEITAS REALIZADAS % Até o Bimestre (b/a) (c) R$ milhares SALDO A % REALIZAR (c/a) (a-c) (A) – – DOTAÇÃO – – CRÉDITOS – – DOTAÇÃO – – – – (B) – – – – – – SALDO A LIQUIDAR (f-j) DESPESAS . quando existentes...... inciso I.... deverão ser apresentadas em uma tabela no final do demonstrativo... alíneas a e b do inciso II e §1º) PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS INICIAL ATUALIZADA (a) ..... RREO – ANEXO I (LRF...... pois representam recursos que não foram arrecadados no exercício de referência...1....2 Preenchimento da Tabela das Receitas e Despesas Intra-orçamentárias As receitas e despesas intra-orçamentárias. . / REFINANCIAMENTO (XI) Amortização da Dívida Interna Dívida Mobiliária Outras Dívidas Amortização da Dívida Externa Dívida Mobiliária Outras Dívidas SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (XII) = (X + XI) SUPERÁVIT (XIII) TOTAL (XIV) = (XII + XIII) FONTE: INICIAL (d) ADICIONAIS ATUALIZADA (e) (f)=(d+e) DESPESAS EMPENHADAS No Até o Bimestre Bimestre (g) (h) DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre (i) Até o Bimestre (j) % (j/f) (C) – – – – – – (D) – – – – Figura 3 3.. que as únicas despesas intra-orçamentárias que ocorreram foram Despesas de Pessoal e Outras Despesas Correntes. SUBTOTAL DAS DESPESAS (X) = (VIII + IX) AMORTIZAÇÃO DA DÍV. supondo que as únicas receitas intra-orçamentárias que ocorreram foram receitas de impostos e taxas e... TOTAL (XIV) = (XII + XIII) – Nessa linha registrar a soma da linha SUBTOTAL C/ REFINANCIAMENTO (XII) com a linha SUPERÁVIT (XIII)... 52.ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 109 Os Saldos de Exercícios Anteriores não podem ser considerados no cálculo de déficit ou superávit orçamentários. Quando não existentes tais receitas e despesas. a tabela de Receitas e Despesas Intra-orçamentárias deve ser demonstrada conforme a Figura 4. ainda..

da Amortiz. Tabela 10A.. .. Prov.1 União Na subcategoria OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL..... e Financ.. Atv.. O grupo de natureza de despesa OUTRAS DESPESAS CORRENTES deve ser detalhado nos itens Transferências a Estados... Os recursos destinam-se à amortização da dívida pública federal.... OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL Integralização do Capital Social Resultado do Banco Central do Brasil Dív...110 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO RECEITAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS RECEITAS CORRENTES RECEITA TRIBUTÁRIA Impostos Taxas TOTAL PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS INTRAORÇAMENTÁRIAS DESPESAS CORRENTES PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO TOTAL FONTE: Figura 4 3. de Emp. deve ser acrescentado o item Resultado Banco Central do Brasil...3.1 RECEITAS ... Benefícios Previdenciários e Demais Despesas Correntes..........1. RECEITAS DE CAPITAL ..3 Particularidades 3.. Restituições Receitas de Capital Diversas PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS SALDO A No % Até o % REALIZAR Bimestre Bimestre (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) Resultado do Banco Central do Brasil – Nessa linha registrar o valor da receita com os resultados positivos do Banco Central do Brasil operados em seus balanços semestrais.......1. Distrito Federal e Municípios...

Benefícios Previdenciários – Nessa linha registrar as despesas com benefícios do Regime Geral de Previdência Social..3 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO DESPESAS CORRENTES .1.... especificamente........2 Estados O grupo de natureza de despesa OUTRAS DESPESAS CORRENTES deve ser detalhado nos itens Transferências a Municípios e Demais Despesas Correntes.. pensões.. Distrito Federal e Municípios Benefícios Previdenciários Demais Despesas Correntes Transferências a Estados...3.. Distrito Federal e Municípios – Nessa linha registrar as despesas relativas às transferências constitucionais e legais. Demais Despesas Correntes – Nessa linha registrar as despesas correntes que não se enquadram em nenhum dos itens anteriores.......2 DOTAÇÃO CRÉDITOS DESPESAS DESPESAS DESPESAS SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INICIAL ADICIONAIS ATUALIZADA No Até o No Até o % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (d) (e) (f)=(d+e) (g) (h) (i) (j) (j/f) (f-j) DOTAÇÃO DESPESAS CORRENTES ... 3.. Demais Despesas Correntes – Nessa linha registrar as despesas correntes que não se enquadram em nenhum dos itens anteriores. OUTRAS DESPESAS CORRENTES Transferências a Municípios Demais Despesas Correntes Transferências a Municípios – Nessa linha registrar as despesas relativas às transferências constitucionais e legais.ANEXO I – BALANÇO ORÇAMENTÁRIO 111 Tabela 10A...... OUTRAS DESPESAS CORRENTES Transferências a Estados.... Tabela 10A.. .. reformas e outros benefícios previdenciários.. aposentadorias...

A subfunção representa uma partição da função. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. art. respeitados os conceitos e determinações da Portaria nº 42/1999. o Distrito Federal e os Municípios deverão observar a Portaria nº 42. 52. quando a subfunção de uma determinada função é utilizada por outra. Esse procedimento visa à harmonização da prestação de contas e dos relatórios e demonstrativos. A função expressa o maior nível de agregação das ações da administração pública. deverão ser apresentadas em uma tabela no final do demonstrativo. deixando para os Estados. 8º da Lei nº 11. detalhada por subfunções. por meio de empenho. Dessa forma. a qual atualiza a discriminação da despesa por função e subfunção e determina que se aplique aos orçamentos da União. nos termos da Lei nº 4.inciso VI do § 7º do art. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. As despesas intra-orçamentárias. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . Na elaboração deste demonstrativo. liquidação e pagamento. visando a agregar determinado subconjunto de despesa do setor público. quando existentes. de 4 de maio de 2001. códigos e identificação. de 20 de setembro de 2005. A Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. alínea “c”. da LRF.§ 2º do art. . 52. cuja combinação pode ser típica. Estados. estas deverão ser apresentadas neste demonstrativo segregadas em: a) despesas orçamentárias líquidas das intra-orçamentárias. b) despesas intra-orçamentárias. obrigatoriamente. caso não prejudique a transparência 14 15 LRF. que representa subfunções diretamente ligadas à função.2 ANEXO II – DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO O Demonstrativo da Execução das Despesas por Função/Subfunção integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária14.112 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. e deverá ser publicado até trinta dias após o encerra mento de cada bimestre15. do então Ministério de Orçamento e Gestão. de 14 de abril de 1999. Este demonstrativo deverá conter cada função. a União. . nas diversas áreas de despesa que competem ao setor público. para permitir maior transparência por meio da apuração líquida e total das despesas. Entretanto. inciso III. As subfunções poderão ser combinadas com funções diferentes daquelas a que estejam vinculadas. que estabelece que as operações entre órgãos. Distrito Federal e Municípios estabelecerem.178. os Estados.320. suas estruturas de programas. conforme artigo 67. a estrutura em nível de funções e subfunções. de 14 de outubro de 2005. em atos próprios. inciso II. e atípicas. LRF. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. art. conforme descrito neste manual. de 17 de março de 1964. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social foi criada pela Portaria STN nº 688. Distrito Federal e Municípios. LDO para o exercício de 2006.

que para coleta das informações pela STN. A informação “x/y” corresponde respectivamente ao número da página atual e ao número total de páginas do demonstrativo. 2. aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer. a expressão “Continua (x/y)”.ANEXO II – DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO 113 dos dados. 1. os valores deverão ser informados em unidade de Real. Conforme instrução deste manual. o número deve ser arredondado de acordo com o seguinte critério: . 8 ou 9. se ocupar mais de duas páginas. a partir da segunda página. Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. Faz-se necessário observar. repetir o cabeçalho e colocar no canto superior direito a expressão “Continuação”. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. na última página colocar no canto inferior direito apenas a expressão “(x/y)”. 7. fica inalterado o último algarismo a permanecer. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. deve-se colocar no canto inferior direito da primeira página e nas demais.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 0. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 5. Para isso. . 6. os valores serão apresentados em unidade de Real. deverão ser demonstradas com duas casas decimais. contendo o mesmo nível de desdobramento das outras despesas orçamentárias. As colunas ou linhas apresentadas em percentuais. Caso o demonstrativo ocupe mais de uma página. 3 ou 4. o ente poderá optar por apresentá-las logo abaixo da linha totalizadora das despesas intraorçamentárias. . se o resultado obtido for um número fracionário. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. ainda. no corpo do demonstrativo.

inciso II. Art.2.1 Instruções de Preenchimento Tabela 11 – Demonstrativo da Execução das Despesas por Função/Subfunção <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – Anexo II ( LRF. 52. alínea “c” ) DOTAÇÃO DOTAÇÃO FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO INICIAL ATUALIZADA (a) DESPESAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) LEGISLATIVA JUDICIÁRIA ESSENCIAL A JUSTIÇA ADMINISTRAÇÃO DEFESA NACIONAL SEGURANÇA PÚBLICA RELAÇÕES EXTERIORES ASSISTÊNCIA SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL SAÚDE TRABALHO EDUCAÇÃO CULTURA DIREITOS DA CIDADANIA URBANISMO HABITAÇÃO SANEAMENTO GESTÃO AMBIENTAL CIÊNCIA E TECNOLOGIA AGRICULTURA ORGANIZAÇÃO AGRÁRIA INDÚSTRIA COMÉRCIO E SERVIÇOS COMUNICAÇÕES ENERGIA TRANSPORTE DESPORTO E LAZER ENCARGOS ESPECIAIS RESERVA DE CONTINGÊNCIA RESERVA DO RPPS DESPESAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) TOTAL (III) = (I + II) FONTE: DESPESAS EMPENHADAS No Bimestre Até o Bimestre (b) (c) R$ 1.00 DESPESAS LIQUIDADAS SALDO A No Bimestre Até o Bimestre % % LIQUIDAR (d) (e) (e/total e) (e/a) (a-e) .114 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3.

deduzidas as anulações e cancelamentos correspondentes. assim como o bimestre a que se refere. alínea c ) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. os fundos. Distrito Federal ou Município. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha informar o período considerado. Art. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.: JANEIRO A JUNHO 2007/BIMESTRE MAIO-JUNHO. 52. . DOTAÇÃO ATUALIZADA (a) – Essa coluna identifica os valores da dotação inicial mais os créditos adicionais abertos ou reabertos durante o exercício. ou seja. Ex.00 DESPESAS DESPESAS LIQUIDADAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO EMPENHADAS SALDO A INICIAL ATUALIZADA No Até o No Até o % % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (a) (b) (c) (d) (e) (e/total (e/a) (a-e) e) FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO RREO – Anexo II ( LRF.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. R$ 1. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. vinculados à seguridade social. da administração direta ou indireta. de janeiro até o mês de referência. inciso II.1 RREO – Anexo II ( LRF. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. Art. Tabela 11. DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO – Essa coluna identifica as despesas por função e subfunção. órgãos e entidades. da administração direta e indireta. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica o valor dos créditos iniciais constantes da Lei Orçamentária Anual. alínea c ) R$ 1.ANEXO II – DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO 115 Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. inciso II. Estado. União. 52. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal.

são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. inclusive as despesas que já foram pagas. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. Lei nº4. art. deverão compor. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas no bimestre e as acumuladas até o bimestre de referência. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência.320/64. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. no encerramento do exercício. a) Despesas liquidadas. ainda. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. 63 da Lei 4. O empenho de despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição. as despesas executadas estão segregadas em: . inciso II. para maior transparência. Corresponde à primeira fase da execução da despesa. Durante o exercício. Deverão ser consideradas. nos termos do art. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço.320/64. art. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. bem como o percentual das despesas liquidadas até o final do bimestre em relação à dotação atualizada. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. inciso II da Lei 4. DESPESAS DESPESAS EXECUTADAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO SALDO A EMPENHADAS LIQUIDADAS INSCRITAS EM % % FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO INICIAL ATUALIZADA RESTOS A PAGAR ((e+f) ((e+f)/a) EXECUTAR No Até o No Até o (a) (a-(e+f)) NÃO PROCESSADOS / total Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (f) (b) (c) (d) (e) (e+f)) Nota: Durante o exercício. inscritas em Restos a Pagar não processados. Até o Bimestre (c) – Essa coluna identifica os valores das despesas empenhadas até o final do bimestre de referência. Dessa forma. por constituírem obrigações preexistentes. No encerramento do exercício. convênios e outros instrumentos. No encerramento do exercício. por força do art.116 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO A limitação de empenho16. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. .1. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. No Bimestre (b) – Essa coluna identifica os valores das despesas empenhadas apenas no bimestre de referência.35. durante o exercício. decorrentes de contratos. 9º. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. Portanto. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. se ocorrer. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 5. . DESPESAS EMPENHADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas empenhadas no bimestre e as acumuladas até o bimestre de referência. mas apenas restringirá a emissão de empenho. o total das despesas liquidadas17. em substituição à Tabela 11. Figura 5 16 17 LRF. a relação de cada despesa liquidada com o total de despesas liquidadas. 35. em função do empenho legal. não afetará a dotação autorizada. as despesas empenhadas. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa.320/64. e.

de cada função/subfunção. . de todas as funções/subfunções.ANEXO II – DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO 117 Dessa forma. SALDO A LIQUIDAR (a-e) – Essa coluna identifica o valor relativo à diferença entre a dotação atualizada e a despesa liquidada acumulada até o bimestre de referência.Cada função deve ser detalhada por subfunções. % (e/total e) – Essa coluna identifica o percentual das despesas liquidadas até o final do bimestre de referência. ou seja. ao fim do exercício financeiro.3 traz como exemplo o detalhamento da função LEGISLATIVA nas subfunções Ação Legislativa e Comunicação Social. O Demonstrativo da Execução das Despesas por Função/Subfunção é uma peça relativamente simples. % (e/a) – Essa coluna identifica o percentual das despesas liquidadas até o final do bimestre de referência em relação a dotação atualizada. . por força legal. que toma como exemplo de maior agregação das ações da administração pública.2 e 11. foram considerados como despesa liquidada. coluna DOTAÇÃO ATUALIZADA(a) menos a coluna Até o Bimestre(e).3 são meramente exemplificativas. . as funções LEGISLATIVA. mas que.O registro da execução das despesas por função é elucidado pela tabela 11. No Bimestre (d) – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas apenas no bimestre de referência. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 5 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. Controle Interno e Defesa da Ordem Jurídica. o preenchimento das linhas do demonstrativo será explanado neste manual da seguinte forma: . Até o Bimestre (e) – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas acumuladas até o final do bimestre de referência.2. podendo ser registradas no demonstrativo outras combinações entre funções e subfunções quando do preenchimento da peça. A tabela 11.As tabelas 11. em relação ao total das despesas liquidadas. JUDICIÁRIA e ESSENCIAL À JUSTIÇA. ou seja.As linhas do demonstrativo relativas às RESERVA DE CONTIGÊNCIA e RESERVA DO RPPS. têm seu preenchimento ilustrado separadamente devido as suas peculiaridades. por sua vez. resultando em combinações que podem ser típicas ou atípicas. Em vista disso. (e/a) multiplicado por cem (100). e da função JUDICIÁRIA nas subfunções Ação Judiciária. ou seja. . (e/total e) multiplicado por 100 (cem).

3... líquidas das despesas Intra-Orçamentárias.... Controle Interno..... – Nessas linhas.... A subfunção representa uma partição da função..118 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 11. como no exemplo da Tabela 11. nas diversas áreas de despesa que competem ao setor público. conforme as colunas do demonstrativo. ... A função expressa o maior nível de agregação das ações da administração pública. .. do então Ministério de Orçamento e Gestão.. do então Ministério de Orçamento e Gestão. Ação Judiciária... visando a agregar determinado subconjunto de despesa do setor público. LEGISLATIVA. Comunicação Social. As funções constam da Portaria nº 42/1999.2 FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO DESPESAS DESPESAS LIQUIDADAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO EMPENHADAS SALDO A INICIAL ATUALIZADA No Até o No Até o % % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (a) (b) (c) (d) (e) (e/total (e/a) (a-e) e) DESPESAS (EXCETO INTRAORÇAMENTÁRIAS) (I) LEGISLATIVA JUDICIÁRIA ESSENCIAL A JUSTIÇA .. – Nessas linhas..3 FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO DESPESAS DESPESAS LIQUIDADAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO EMPENHADAS SALDO A INICIAL ATUALIZADA No Até o No Até o % % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (a) (b) (c) (d) (e) (e/total (e/a) (a-e) e) LEGISLATIVA Ação Legislativa Comunicação Social JUDICIÁRIA Ação Judiciária Controle Interno Defesa da Ordem Jurídica . DESPESAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) – Nessa linha registrar o total das despesas correntes e de capital..... ESSENCIAL À JUSTIÇA... As subfunções poderão ser combinadas com funções diferentes daquelas a que estejam vinculadas na Portaria.. a ser observada por todos os entes federativos.. JUDICIÁRIA. Ação Legislativa... ....... registrar as despesas por subfunções de acordo com a Portaria nº 42/1999.. registrar as despesas por funções nos diversos níveis de informação. Tabela 11.....

... 43 da Lei nº 4. que será utilizado para pagamentos previdenciários futuros. RESERVA CONTINGÊNCIA DE RESERVA DE CONTINGÊNCIA – Nessa linha registrar o total da Reserva de Contingência para as colunas da dotação inicial e da dotação atualizada. Estes últimos incluem as alterações e adequações orçamentárias que se identificam com o disposto no § 1º do inciso III do art. Tabela 11... No entanto..... A forma de utilização e o montante dessa reserva serão definidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias de cada ente da Federação (União.4 FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO DESPESAS DESPESAS LIQUIDADAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO EMPENHADAS SALDO A INICIAL ATUALIZADA No Até o No Até o % % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (a) (b) (c) (d) (e) (e/total (e/a) (a-e) e) . Distrito Federal ou Município) de acordo com sua receita corrente líquida. inclusive da reserva de contingência incluída na Lei Orçamentária Anual. não se caracteriza como uma função.. A Reserva do RPPS.. A reserva do RPPS corresponde ao superávit gerado pela diferença entre as Receitas Previstas (incluindo as receitas Intra-Orçamentárias recebidas pelo RPPS) e as Despesas Previdenciárias fixadas na Lei Orçamentária Anual.. não se caracteriza como uma função... portanto. portanto...320/64... No entanto. A Reserva de Contingência é constituída sob a forma de dotação global.... Estado.. . sendo destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos. é apresentada nesse demonstrativo por constar no orçamento..ANEXO II – DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO 119 Tabela 11. unidade orçamentária..... que permite a abertura de créditos adicionais com o cancelamento de dotações orçamentárias. não especificamente destinada a determinado órgão.. A Reserva de Contingência.. programa ou categoria econômica... é apresentada nesse demonstrativo por constar no orçamento.5 FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO DESPESAS DESPESAS LIQUIDADAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO EMPENHADAS SALDO A INICIAL ATUALIZADA No Até o No Até o % % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (a) (b) (c) (d) (e) (e/total (e/a) (a-e) e) ..... RESERVA DO RPPS RESERVA DO RPPS – Nessa linha registrar o total da Reserva do RPPS para as colunas da dotação inicial e da dotação atualizada....

3... Por exemplo.7 FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO DESPESAS DESPESAS LIQUIDADAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO EMPENHADAS SALDO A INICIAL ATUALIZADA No Até o No Até o % % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (a) (b) (c) (d) (e) (e/total (e/a) (a-e) e) . As despesas Intra-Orçamentárias. essa tabela não deverá ser apresentada.... deverão ser apresentadas em uma tabela no final do demonstrativo. Quando não existentes tais despesas.2 Preenchimento da Tabela das Despesas Intra-orçamentárias As despesas intra-orçamentárias. TOTAL FONTE: TOTAL – Nessa linha registrar a soma de cada coluna do demonstrativo. Tabela 11. contendo o mesmo nível de desdobramento das outras despesas orçamentárias. .... a tabela das Despesas Intra-Orçamentárias deve ser demonstrada conforme a Figura 6.. deverão ser apresentadas em uma tabela no final do demonstrativo. quando existentes.....2 – Preenchimento da Tabela das Despesas Intra-Orçamentárias. somente essa linha deverá ser apresentada e preenchida com um traço (–) em todas as colunas... FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação.2.6 FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO DESPESAS DESPESAS LIQUIDADAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO EMPENHADAS SALDO A INICIAL ATUALIZADA No Até o No Até o % % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (a) (b) (c) (d) (e) (e/total (e/a) (a-e) e) DESPESAS (INTRAORÇAMENTÁRIAS) (II) DESPESAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) – Nessa linha registrar o total das despesas IntraOrçamentárias correntes e de capital.. quando existentes. Quando não existentes tais despesas.120 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 11. supondo que as únicas despesas intra-orçamentárias que ocorreram foram despesas das funções energia e transportes.. contendo o mesmo nível de desdobramento das outras despesas orçamentárias e o total desta tabela deverá ser igual ao registrado nessa linha.2. Vide instrução de preenchimento no item 3...

ANEXO II – DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO 121 FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO DESPESAS DESPESAS LIQUIDADAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO EMPENHADAS SALDO A INICIAL ATUALIZADA No Até o No Até o % % LIQUIDAR Bimestre Bimestre Bimestre Bimestre (a) (b) (c) (d) (e) (e/total (e/a) (a-e) e) DESPESAS (INTRAORÇAMENTÁRIAS) ENERGIA TRANSPORTES TOTAL FONTE: Figura 6 .

320. de 20 de setembro de 2005. inciso I. à pessoa física que lhe preste serviço. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. apresentados no Relatório de Gestão Fiscal.inciso VI do § 7º do art. de 15 de dezembro de 2005. autarquias.contribuições sociais para a seguridade social do trabalhador e dos demais segurados da previdência social. 18 19 LRF. obrigatoriamente. art.valores transferidos aos Estados e Municípios por determinação constitucional ou legal. mesmo sem vínculo empregatício. de 14 de outubro de 2005. Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária18 e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre19. fundos. . .§ 2º do art.178. Não devem ser consideradas. de contribuições. industriais. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . A informação constante desse demonstrativo serve de base de cálculo para os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. .contribuições sociais para a seguridade social do empregador. liquidação e pagamento. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. LDO para o exercício de 2006.arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de Integração Social – PIS e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PASEP. LRF. 52. incluiu. 8º da Lei nº 11. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei. para fins de apuração da Receita Corrente Líquida. de serviços. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. incidentes sobre a página de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. as receitas intraorçamentárias. . A Portaria STN nº 869.3 ANEXO III – DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA O Demonstrativo da Receita Corrente Líquida apresenta a apuração da Receita Corrente Líquida – RCL. nos termos da Lei nº 4. a qualquer título. as deduções consideradas no cálculo da RCL são as seguintes: . As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. sua evolução nos últimos doze meses e a previsão de seu desempenho no exercício. fundações públicas. de 17 de março de 1964. agropecuárias. que estabelece que as operações entre órgãos. patrimoniais. art. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. . Na União. Receita Corrente Líquida é o somatório das receitas tributárias. de 4 de maio de 2001. 53. transferências correntes e outras receitas correntes.122 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. por meio de empenho. consideradas algumas deduções. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163.

Este demonstrativo deverá ser apresentado na página com formato de paisagem. isto é. Os valores deverão ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. e das operações de crédito. 60. os valores deverão ser apresentados Reais. a partir do exercício financeiro de 2007. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. para tanto.a contribuição dos servidores para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social. de 13 de setembro de 1996. Em decorrência dessa nova forma de registro. Nos Estados e Municípios serão também computados os valores pagos e recebidos em decorrência do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF. Nos Estados. a contribuição patronal deverá ser deduzida da Receita Corrente Líquida. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal. em moeda. Faz-se necessário observar. pela União aos Estados. nos Estados e nos Municípios são deduzidas: . que para a coleta das informações pela STN. a maior dimensão da página fica no sentido horizontal. . É imprescindível. como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. A contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS passou a ser registrada na forma de despesa e não mais como repasse previdenciário. na contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada. . estabelecido no art. não serão considerados os recursos recebidos da União para atendimento das despesas com pessoal. Distrito Federal e Municípios a título de compensação financeira. evitando assim a dupla contagem dessa contribuição. pela perda de receitas decorrentes da desoneração das exportações. Na RCL do Distrito Federal e dos Estados do Amapá e de Roraima. que dispõe sobre ICMS. Conforme instrução deste manual. A RCL serve como base para o cálculo da reserva de contingência e para a apuração dos limites da despesa total com pessoal. da dívida pública. nos termos da Lei Complementar nº 87. por determinação constitucional. A receita corrente líquida deve ser apurada somando-se as receitas arrecadadas no mês de referência e nos onze anteriores.ANEXO III – DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA 123 Na União. rural e urbana. ainda.as receitas provenientes da compensação financeira entre os diversos regimes de previdência social. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. são deduzidas as parcelas entregues aos Municípios. das garantias e contragarantias. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. que as referidas receitas estejam adequadamente contabilizadas em contas próprias que as identifiquem. No cálculo da RCL serão computados os valores de recursos financeiros transferidos. os valores deverão ser informados em unidade de Real.

Art. vinculados à seguridade social.R.7> <M. Social Contrib. Estado.R. DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária.> 12 MESES) EXERCÍCIO Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo.2> <M. os fundos. . Assist. p/ Seg. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art.4> <M. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. do décimo primeiro mês anterior até o mês de referência.8> <M. entre Regimes Previd.3. da administração direta ou indireta. Empregadores e Trab.5> <M. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.R.1> R$ 1. União.R. Distrito Federal ou Município. ou seja.R.R.R.00 TOTAL PREVISÃO (ÚLTIMOS ATUALIZADA <M.R.6> <M.: MAIO/2006 A ABRIL/2007. inciso I) EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES ESPECIFICAÇÃO <M.9> <M. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado.11> RECEITAS CORRENTES (I) Receita Tributária Receita de Contribuições Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita de Serviços Transferências Correntes Outras Receitas Correntes DEDUÇÕES (II) Transferências Constitucionais e Legais Contrib. da administração direta e indireta.R.R. p/ Custeio Pensões Militares Compensação Financ. Dedução de Receita para Formação do FUNDEF Contribuições p/ PIS/PASEP PIS PASEP RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (III) = (I – II) FONTE: <M.3> <M.10> <M. Ex.1 Instruções de Preenchimento Tabela 12 – Demonstrativo da Receita Corrente Líquida <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO III (LRF.R. 53. Social Servidor Servidor Contrib.124 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. Plano Prev.R. órgãos e entidades.

R. <M. <M..-2> será Fev/07.R.. no mês de referência e nos onze meses anteriores. Os meses anteriores correspondentes devem ser informados no formato <mmm/aa>.-4> será Dez/06.R.R.R.<M.-1> será Mar/07.R. <M. Nesse caso. <M..R. 9º. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal. <M..ANEXO III – DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA 125 Tabela 12.<M. as deduções e a receita corrente líquida.. em que o total reestimado é menor.R.> 11> 10> 9> 8> 7> 6> 5> 4> 3> 2> 1> TOTAL R$ 1.. Se não ocorrerem nenhum dos eventos mencionados. que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual..> – Essa coluna identifica a receita realizada no mês de referência.<M. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. 20 LRF. 53. <M. art. acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada.<M.R. mês de referência menos dois meses. TOTAL (ÚLTIMOS 12 MESES) – Essa coluna identifica o somatório da coluna EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES. combinados com o art. e assim por diante..R. – Essas colunas identificam as receitas realizadas nos meses anteriores. O mês correspondente deve ser apresentado no formato <mmm/aa>.R. os valores mensais acumulados.. a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial do ANEXO I – Balanço Orçamentário. 52. considerando as receitas arrecadadas e as deduções. <M. ESPECIFICAÇÃO – Essa coluna identifica as receitas correntes.-3>.-11> a <M. isto é.: considerando como mês de referência abril de 2007. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Art. <M.R. representada pelas colunas <M. Ex. inciso I) ESPECIFICAÇÃO EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES <M.<M. inciso I) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo.R.R. PREVISÃO ATUALIZADA <EXERCÍCIO> – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas para o exercício do mês de referência.. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira. EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES – Essa coluna identifica a apuração da receita corrente líquida.R.R.R.. Ex.1 RREO – Anexo III (LRF. isto é. mês de referência menos um mês. . e assim por diante.-1>. Art.<M.<M.00 PREVISÃO (ÚLTIMOS ATUALIZADA 12 MESES) <EXERCÍCIO> RREO – ANEXO III (LRF. caput e § 1º.R.: Abr/07. de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira20.<M.R. poderá ser apresentado.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real.R. R$ 1..R>..<M.R. no detalhamento das respectivas classificações.<M. assim como daqueles atos que o modificarem.-2>.-3> será Jan/07.. 53.<M.

(Observar as particularidades deste demonstrativo). para o custeio.<M..R..... .R.<M.> 11> 10> 9> 8> 7> 6> 5> 4> 3> 2> 1> TOTAL PREVISÃO (ÚLTIMOS ATUALIZADA 12 MESES) <EXERCÍCIO> Receita Tributária – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação das receitas de impostos.<M. à União instituir contribuições sociais.R. transferências correntes e outras receitas correntes.<M.....<M.. taxas e contribuições de melhoria.<M.2 ESPECIFICAÇÃO RECEITAS CORRENTES (I) ..R.....R.R.R... Os Estados. de sistemas de previdência e assistência social...R..<M. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir contribuições cobradas de seus servidores.126 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita.. Ex.R..R. Tabela 12.R. EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES <M.R. Compete..<M.<M.R.R...<M..<M. Os 15% destinados à formação do FUNDEF deverão ser considerados nas Deduções. Tabela 12. em benefício destes....<M..... como instrumento de intervenção nas respectivas áreas.<M.<M.<M. quais sejam as de intervenção no domínio econômico e as de interesse das categorias profissionais ou econômicas. o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação.. agropecuárias.. exclusivamente.....3 ESPECIFICAÇÃO RECEITAS CORRENTES (I) Receita Tributária Receita de Contribuições Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita de Serviços Transferências Correntes Outras Receitas Correntes .R. de serviços.: PREVISÃO ATUALIZADA 2007.. de intervenção no domínio econômico. patrimoniais..<M..<M....<M. e de interesse das categorias profissionais ou econômicas..R...> 12 MESES) <EXERCÍCIO> 11> 10> 9> 8> 7> 6> 5> 4> 3> 2> 1> RECEITAS CORRENTES (I) – Nessa linha registrar os ingressos de recursos financeiros oriundos das seguintes subcategorias econômicas: receitas tributárias. de contribuições...<M.. EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES TOTAL PREVISÃO (ÚLTIMOS ATUALIZADA <M..<M...R. Os Estados deverão considerar a totalidade (100%) da arrecadação do ICMS.<M.R... Receita de Contribuições – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação da receita de contribuições sociais.R.R. O exercício deve ser indicado no formato <aaaa>. industriais.R.R..R..<M.R...

de metrologia.. a Contribuição dos Servidores para o Regime Próprio de Previdência Social. ..R. provenientes das atividades industriais definidas como tal pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. indenizações.R. realizados mediante condições preestabelecidas. Receita Industrial – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação da receita das atividades industriais de extração mineral.. judiciários. juros.3. portuários. serviços científicos e tecnológicos... restituições. ou mesmo sem qualquer exigência... constantes do capítulo 3.. decorrentes das atividades de agricultura (cultivo do solo).. que são as Transferências Constitucionais e Legais. a Contribuição do Empregador e Trabalhador para a Seguridade Social..<M. ... receita da dívida ativa e outras.<M....... de aplicações de disponibilidades em opções de mercado e outros rendimentos oriundos de renda de ativos permanentes. dos recursos de outro ente ou entidade... recebedora ou transferidora (pessoas de direito público ou privado). Tabela 12.<M.R.... e outros serviços.<M... financeiras.2.. tais como atividades comerciais.R..R. de armazenagem. Deverão ser observadas as particularidades para Estados.ANEXO III – DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA 127 Receita Patrimonial – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação da receita patrimonial decorrente dos investimentos do ativo permanente.. da pecuária (criação.R.4 ESPECIFICAÇÃO .. de construção e outras. em instalações existentes nos próprios estabelecimentos. de inspeção e fiscalização. Receita de Serviços – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação da receita originária da prestação de serviços. independentemente de contraprestação direta de bens e serviços..> 11> 10> 9> 8> 7> 6> 5> 4> 3> 2> 1> TOTAL PREVISÃO (ÚLTIMOS ATUALIZADA 12 MESES) <EXERCÍCIO> DEDUÇÕES (II) – Nessa linha registrar as deduções permitidas para a apuração da Receita Corrente Líquida.R.. as Deduções para o FUNDEF e as Contribuições para o PIS/PASEP. de saúde.Particularidades. Transferências Correntes – Nessa linha registrar os ingressos. tais como multas.R.... a Contribuição para o Custeio das Pensões Militares. EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES <M.<M. desde que o objetivo seja a aplicação em despesas correntes.... isto é. de transporte.R. a Compensação Financeira entre os Regimes de Previdência. de origens não classificáveis nas subcategorias econômicas anteriores...<M.... Outras Receitas Correntes – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação de outras receitas correntes.. Os Estados e os Municípios deverão considerar a totalidade (100%) das transferências correntes..R..R... de transformação. de comunicação. processamento de dados.<M.<M. Distrito Federal e Municípios. Receita Agropecuária – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação da receita de exploração agropecuária de origem vegetal e animal.<M.<M. Os 15% destinados à formação do FUNDEF serão considerados nas Deduções.R. pelo valor bruto. (Observar as particularidades deste demonstrativo)... recriação ou engorda de gado e de animais de pequeno porte) e das atividades de beneficiamento ou transformação de produtos agropecuários. DEDUÇÕES (II) .<M.

<M. p/ Custeio Pensões Militares – Nessa linha registrar a contribuição dos militares para o custeio das pensões militares. em atendimento à alínea c. Esse item se aplica somente ao demonstrativo da União.. a qualquer título. do artigo 2º da LRF..<M. p/ Custeio Pensões Militares Compensação Financ.R.<M. Compensação Financ. DEDUÇÕES (II) Transferências Constitucionais e Legais Contrib.R..R.<M.<M.. Servidor – Nessa linha registrar a parte da contribuição para o Plano de Previdência e Assistência Social que é paga pelos próprios servidores. entre Regimes Previd. p/ Seg.. Contrib. – Nessa linha registrar a receita proveniente da compensação financeira entre o Regime Geral de Previdência Social e os regimes próprios de previdência social dos servidores da União. à pessoa física que lhe preste serviço...R.R. Assist Social Servidor – Nessa linha registrar a Contribuição para o Plano de Previdência e Assistência Social do Servidor..> 11> 10> 9> 8> 7> 6> 5> 4> 3> 2> 1> TOTAL PREVISÃO (ÚLTIMOS ATUALIZADA 12 MESES) <EXERCÍCIO> Transferências Constitucionais e Legais – Nessa linha registrar os valores referentes às transferências constitucionais e legais. entre Regimes Previd... Social – Nessa linha registrar as contribuições sociais para a seguridade social do empregador.R.R.R. tais como as transferências de impostos arrecadados pela União e repartidos com os Estados e Municípios. Social Servidor Servidor Contrib.<M.R. do inciso IV. conforme alínea c..R. Assist. .<M. Social Contrib. de acordo com a Constituição Federal. do artigo 2º da LRF. dos Estados. pois esses valores são vinculados ao custeio do sistema próprio de previdência e assistência social.. rural e urbana.. Contrib. Dedução de Receita para Formação do FUNDEF Contribuições p/ PIS/PASEP PIS PASEP EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES <M... Empregadores e Trab.<M.<M.. mesmo sem vínculo empregatício e as contribuições sociais para a seguridade social do trabalhador e dos demais segurados da previdência social...R. incidentes sobre a página de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados.5 ESPECIFICAÇÃO .<M. Plano Prev. p/ Seg......128 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 12... Plano Prev.. Empregadores e Trab. pois esses valores são vinculados ao custeio do sistema próprio de previdência e assistência social dos servidores públicos.. do inciso IV..<M. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei. Contrib.. do Distrito Federal e dos Municípios na hipótese de contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada..R.

.<M..contribuições sociais para a seguridade social do trabalhador e dos demais segurados da previdência social...R. automaticamente. PIS – Nessa linha registrar a contribuição para Programa de Integração Social – PIS... as deduções são as seguintes: ... das receitas de transferências provenientes do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE e dos Municípios – FPM.3. ..<M.. Na União..R.<M. PASEP – Nessa linha registrar a contribuição para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PASEP.3... e da Desoneração do ICMS.R..<M....R...<M. ou seja.R. o total realizado no período considerado e o total da previsão atualizada do exercício..... Contribuições p/ PIS/PASEP – Nessa linha registrar a arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público.. apurada mensalmente pelas pessoas jurídicas de direito público interno.....> 11> 10> 9> 8> 7> 6> 5> 4> 3> 2> 1> TOTAL PREVISÃO (ÚLTIMOS ATUALIZADA 12 MESES) <EXERCÍCIO> RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (III) = (I – II) – Nessa linha registrar a receita corrente líquida realizada em cada mês. RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (III) = (I – II) FONTE: EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES <M...ANEXO III – DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA 129 Dedução de Receita para Formação do FUNDEF – Nessa linha registrar os 15 % (quinze por cento) retidos. apurada mensalmente pelas pessoas jurídicas de direito privado..2 Particularidades 3.valores transferidos aos Estados e Municípios por determinação constitucional ou legal.6 ESPECIFICAÇÃO RECEITAS CORRENTES (I) .. 3...<M. Tabela 12...R.. com base no valor mensal das receitas correntes arrecadadas e das transferências correntes e de capital recebidas..2.<M... e de Comunicação – ICMS.. do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e de Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal.R. na forma da Lei Complementar nº 61. Esse item se aplica somente ao demonstrativo da União. linha (I) menos linha (II).R.<M.R..1 União As Deduções para o FUNDEF não se aplicam à União.<M. do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI sobre as exportações. com base no faturamento do mês. DEDUÇÕES (II) .R.<M.R.. São as receitas correntes menos as deduções correspondentes.. pois já constam do item Transferências Constitucionais e Legais. nos termos da Lei Complementar nº 87/96...... FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação..<M.R.

pois se referem às contribuições para o Regime Geral de Previdência Social – RGPS. que as referidas receitas estejam adequadamente contabilizadas em contas próprias que as identifiquem. ainda. para tanto. estabelecido no art. . o Demonstrativo da Receita Corrente Líquida dos Estados deverá ser elaborado conforme o modelo da Tabela 12. Transferências do FUNDEF e Outras Transferências Correntes.7. que as referidas receitas estejam adequadamente contabilizadas em contas próprias que as identifiquem. Também não se aplicam as Contribuições para PIS/PASEP. Desse modo. não serão considerados os recursos recebidos da União para atendimento às despesas com pessoal. No cálculo da RCL serão computados os valores de recursos financeiros transferidos.contribuições sociais para a seguridade social do empregador. os valores pagos e recebidos em decorrência do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF. de 13 de setembro de 1996. . em moeda. pela perda de receitas decorrentes da desoneração das exportações. rural e urbana. incidentes sobre a página de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados. 87/1996. . na contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada.arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de Integração Social – PIS e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PASEP. que dispõe sobre ICMS. Nos Estados são deduzidas as parcelas entregues aos Municípios. pela União aos Estados e Distrito Federal a título de compensação financeira.7. 3.2 Estados Para os Estados.130 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO . as deduções são as seguintes: . de competência dos Estados. Nos Estados. . conforme o modelo da Tabela 12. É imprescindível. a qualquer título. Não se aplicam aos Estados as Contribuições do Empregador e Trabalhadores para a Seguridade Social. exclusivo da União. à pessoa física que lhe preste serviço. .a contribuição dos servidores para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social.a contribuição dos servidores para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social. o item Receita Tributária deverá ser detalhado em ICMS. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei. e o item Transferências Correntes detalhado em Cota-Parte do FPE. rural e urbana.2. Na RCL do Distrito Federal e dos Estados do Amapá e de Roraima.as receitas provenientes da compensação financeira dos diversos regimes de previdência social. na contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada.as receitas provenientes da compensação financeira dos diversos regimes de previdência social. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. nos termos da Lei Complementar nº 87. por determinação constitucional. para tanto.3. IPVA e Outras Receitas Tributárias. É imprescindível. mesmo sem vínculo empregatício. Transferências da LC. Nos Estados serão computados.

2> <M.a contribuição dos servidores para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social. Cota-Parte do IPVA. p/ Custeio Pensões Militares Compensação Financ.R.R. o Demonstrativo da Receita Corrente Líquida dos Municípios deverá ser elaborado conforme o modelo da Tabela 12. pois estes não possuem transferências para União ou Estados.9> <M. Cota-Parte do ICMS. e o item Transferências Correntes detalhado em Cota-Parte do FPM. Social Servidor Servidor Contrib. Outras Receitas Tributárias de competência dos Municípios. 87/1996 Transferências do FUNDEF Outras Transferências Correntes Outras Receitas Correntes DEDUÇÕES (II) Transferências Constitucionais e Legais Contrib. Dedução de Receita para Formação do FUNDEF RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (I – II) FONTE: <M. entre Regimes Previd. No cálculo da RCL serão computados os valores de recursos financeiros transferidos. Não se aplicam aos Municípios as Contribuições do Empregador e Trabalhadores para a Seguridade Social.11> RECEITAS CORRENTES (I) Receita Tributária ICMS IPVA Outras Receitas Tributárias Receita de Contribuições Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita de Serviços Transferências Correntes Cota-Parte do FPE Transferências da LC. Transferências do FUNDEF e Outras Transferências Correntes.7 ESPECIFICAÇÃO <M. nos termos da Lei Complementar nº 87.R. visto que não possuem força militar. em moeda.6> <M. ITBI. ainda. rural e urbana.8> <M.R. exclusivo da União. Nos Municípios serão computados. pela União aos Municípios a título de compensação financeira.10> EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES <M.R.R. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.R.5> <M. Desse modo. Nos Municípios.as receitas provenientes da compensação financeira dos diversos regimes de previdência social.> 12 MESES) <EXERCÍCIO> 3.R. pela perda de receitas decorrentes da desoneração das exportações. pois se referem às contribuições para o Regime Geral de Previdência Social. Assist. na contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada.R. Também não se aplicam as Contribuições para o PIS/PASEP.8.ANEXO III – DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA 131 Tabela 12.4> <M. para tanto. que as referidas receitas estejam adequadamente contabilizadas em contas próprias que as identifiquem.3 Municípios Para os Municípios o item Receita Tributária deverá ser detalhado em IPTU. ISS.8. estabelecido no art.1> TOTAL PREVISÃO (ÚLTIMOS ATUALIZADA <M. as deduções são as seguintes: .R. nem as Contribuições para o Custeio de Pensões Militares. Plano Prev. os valores pagos e recebidos em decorrência do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF. conforme o modelo da Tabela 12. de 13 de setembro de 1996. .2.3> <M. As Transferências Constitucionais e Legais não se aplicam aos municípios. .R. que dispõe sobre ICMS.3. É imprescindível.R.7> <M.

entre Regimes Previd.132 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 12. Social Servidor Servidor Compensação Financ.R.7> <M. Dedução de Receita para Formação do FUNDEF RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (III) = (I – II) <M.R.5> <M.R.R.9> <M.R.8> <M.> 12 MESES) <EXERCÍCIO> .4> <M.R.3> <M.1> TOTAL PREVISÃO (ÚLTIMOS ATUALIZADA <M.R. Plano Prev.6> <M. Assist.8 ESPECIFICAÇÃO <M.2> <M.10> EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES <M.R.R.11> RECEITAS CORRENTES (I) Receita Tributária IPTU ISS ITBI Outras Receitas Tributárias Receita de Contribuições Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita de Serviços Transferências Correntes Cota-Parte do FPM Cota-Parte do ICMS Cota-Parte do IPVA Transferências do FUNDEF Outras Transferências Correntes Outras Receitas Correntes DEDUÇÕES (II) Contrib.R.R.R.

vinculado ao então Ministério da Previdência e Assistência Social. . A Portaria STN nº 869. por meio do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS. 53.ANEXO IV – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RGPS – UNIÃO 133 3. inciso II. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. não incidindo contribuição sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo regime geral de previdência social. com a finalidade de prover recursos para o pagamento dos benefícios do regime geral da previdência social. de 15 de dezembro de 2005. autarquias. 23 CF. art. portanto. art.receita das contribuições sociais do trabalhador e dos demais segurados da previdência social. Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária21 e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre22. LRF. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. mediante lei que disporá sobre a natureza e administração desse fundo23. controlado e administrado pela União. . incidentes sobre a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados. aos Estados. a qualquer título. na forma da lei. a União poderá constituir fundo integrado por bens. art. 195.4 ANEXO IV – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL – UNIÃO O Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Geral de Previdência Social – União tem a finalidade de assegurar a transparência das receitas e despesas previdenciárias do Regime Geral de Previdência Social – RGPS. inciso I. 195.produto da liquidação de bens e outros ativos de pessoa física ou jurídica em débito com a Previdência Social.bens móveis e imóveis e.recursos provenientes do orçamento da União. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. 68. 26 CF. alínea “a”. também. 25 CF. O Fundo é constituído de: .receita das contribuições sociais do empregador. foi criado pela LRF24 o Fundo do Regime Geral de Previdência Social. à pessoa física que lhe preste serviço. mesmo sem vínculo empregatício. a qualquer título. Fundos e Entidades Integrantes dos 21 22 LRF. 250. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública.bens e direitos que. direitos e ativos de qualquer natureza. Com o objetivo de assegurar recursos para o pagamento dos benefícios concedidos pelo regime geral de previdência social. Dessa forma.resultado da aplicação financeira de seus ativos. 52. não sendo aplicável. valores e rendas do Instituto Nacional do Seguro Social não utilizados na operacionalização dessa Autarquia. O Fundo é gerido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). em adição aos recursos de sua arrecadação.26 . . art. inciso II. Distrito Federal e Municípios. . art. lhe sejam adjudicados ou que lhe vierem a ser vinculados por força de lei.25 . 24 LRF. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei. e . incluiu. art. fundos. fundações públicas.

. de 17 de março de 1964. nos termos da Lei nº 4. c) Categoria Econômica da Despesa.134 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. b) receitas intra-orçamentárias.178. por meio de empenho. c) despesas orçamentárias líquidas das intra-orçamentárias. liquidação e pagamento. Nesse demonstrativo. os valores serão apresentados em milhares de Reais. b) Mês de referência. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. Obtenção da Despesa com Benefícios Previdenciários a) Gestão Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. . estas deverão ser apresentadas neste demonstrativo segregadas em: a) receitas orçamentárias líquidas das intra-orçamentárias. b) Mês de referência. de 20 de setembro de 2005. obrigatoriamente. d) despesas intra-orçamentárias O Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Geral de Previdência Social – União poderá ser elaborado a partir do SIAFI OPERACIONAL ou do SIAFI GERENCIAL. para permitir maior transparência por meio da apuração líquida e total das receitas e despesas. 8º da Lei nº 11. de 14 de outubro de 2005.320. d) Programa (Previdência Social Básica). c) Categoria Econômica da Receita. e d) Fonte de Recursos (Contribuição dos Empregadores e dos Trabalhadores para Seguridade Social). A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. adotando-se os seguintes parâmetros: Obtenção da Contribuição dos Empregadores e dos Trabalhadores para a Seguridade Social a) Gestão Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social.inciso VI do § 7º do art. Dessa forma.§ 2º do art. LDO para o exercício de 2006. de 4 de maio de 2001. que estabelece que as operações entre órgãos. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: .

<PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal.: JANEIRO A JUNHO 2007/BIMESTRE MAIO-JUNHO. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. Ex. ou seja.1 Instruções de Preenchimento Tabela 13 – Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Geral de Previdência Social <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO IV (LRF. seja da administração direta ou da indireta. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. art. assim como o bimestre a que se refere. inciso II) RECEITAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (EXCETO INTRAORÇAMENTÁRIAS) (I) Contribuições de Empregadores e Trabalhadores para a Previdência Social RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) PREVISÃO INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA R$ milhares RECEITAS REALIZADAS No Bimestre Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (EXCETO INTRAORÇAMENTÁRIAS) (III) Benefícios Previdenciários do Governo Federal DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (IV) RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (V) = (I + II – III – IV) FONTE: DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. União. de janeiro até o mês de referência.4. ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades vinculados à seguridade social.ANEXO IV – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RGPS – UNIÃO 135 3. 53. . DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL – UNIÃO – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária.

PREVISÃO INICIAL – Essa coluna identifica os valores da previsão inicial das receitas. acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira.136 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 13. no detalhamento das respectivas classificações. combinados com o art. pois deverão refletir a posição inicial do orçamento constante da Lei Orçamentária Anual. a coluna PREVISÃO INICIAL deverá ser preenchida com um traço “–”. Quando houver uma nova natureza de receita. PREVISÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas para o exercício de referência que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. Os valores também poderão. ser expressos em unidades de Real. O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita. o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação. inciso II) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. 9º. no demonstrativo. excepcionalmente. caso a divulgação em milhares prejudique a transparência dos demonstrativos. 53. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. constantes na Lei Orçamentária Anual. demonstrando que esse valor não estava previsto na LOA. caput e § 1º. Os valores identificados nessa coluna permanecerão inalterados durante todo o exercício. Art. em que o total reestimado é menor. 52. Se não ocorrer nenhum dos eventos mencionados. inciso II) RECEITAS R$ milhares PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS INICIAL ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RREO – Anexo IV (LRF. em milhares de Reais. 53. segregadas em orçamentárias (exceto intra-orçamentárias) e intraorçamentárias. Em caso de surgimento de nova natureza de receita que não esteja prevista na LOA. a previsão dessa nova natureza deverá ser identificada pela coluna PREVISÃO ATUALIZADA (a). . Nesse caso. art. assim como daqueles atos que o modificarem. art. RECEITAS – Essa coluna identifica as receitas de contribuições de empregadores e trabalhadores para a Previdência Social. poderá ser apresentado. a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal.1 RREO – ANEXO IV (LRF. de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira27. 27 LRF. R$ milhares – Identifica os valores apresentados.

arrecadados diretamente pelo órgão. até o bimestre de referência. No Bimestre – Essa coluna identifica os valores das receitas de contribuições de empregadores e trabalhadores para a Previdência Social. ou por meio de outras instituições. por exemplo. por exemplo. a rede bancária. a rede bancária. ou por meio de outras entidades....... arrecadados diretamente pelo órgão. ou por meio de outras entidades.: Até o Bimestre/2007 Até o Bimestre/<Exercício Anterior> – Essa coluna identifica os valores das receitas de contribuições de empregadores e trabalhadores para a Previdência Social. bem como da realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência..3 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS INICIAL ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> (EXCETO INTRA- RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS ORÇAMENTÁRIAS) (I) Contribuições de Empregadores e Trabalhadores para a Previdência Social RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) Contribuições de Empregadores e Trabalhadores para a Previdência Social – Nessa linha registrar o valor das receitas de contribuições de empregadores e trabalhadores para a Previdência Social. O exercício anterior deve ser informado no formato <aaaa>.... Ex...: Até o Bimestre/2006 Tabela 13.. da previsão inicial.ANEXO IV – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RGPS – UNIÃO 137 RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica os valores das receitas de contribuições de empregadores e trabalhadores para a Previdência Social.... da realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. arrecadados diretamente pelo órgão. no bimestre de referência. até o bimestre correspondente do exercício anterior ao de referência. Ex. Tabela 13. ou por meio de outras entidades. por exemplo. a rede bancária. por exemplo. da previsão atualizada. arrecadados diretamente pelo órgão. O exercício correspondente deve ser informado no formato <aaaa>. a rede bancária. .... RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) – Nessa linha registrar as receitas de contribuições de empregadores e trabalhadores para a Previdência Social não consideradas as receitas intra-orçamentárias.2 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS INICIAL ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> (EXCETO INTRA- RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS ORÇAMENTÁRIAS) (I) . Até o Bimestre/<Exercício> – Essa coluna identifica os valores das receitas de contribuições de empregadores e trabalhadores para a Previdência Social.

deduzidas as anulações e cancelamentos correspondentes. 35. convênios e outros instrumentos. autarquias. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. constantes na Lei Orçamentária Anual. estadual ou municipal). decorrentes de contratos. em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91. se ocorrer. Deverão ser consideradas. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. inclusive.4. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. no encerramento do exercício.138 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) – Nessa linha registrar o total das receitas específicas de operações entre órgãos. as despesas empenhadas. Tabela 13. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. não afetará a dotação autorizada. 28 29 LRF. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. inciso II. No encerramento do exercício. . art. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. Portanto. para as despesas com os benefícios previdenciários do Governo Federal. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica o valor dos créditos iniciais. 9º. art. as despesas que já foram pagas.4 DESPESAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS – Essa coluna identifica as despesas de benefícios previdenciários do Governo. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. fundações. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. A limitação de empenho28. o total das despesas liquidadas29. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. por constituírem obrigações preexistentes. realizadas na mesma esfera de governo (federal. fundos. Lei nº4. Durante o exercício. em função do empenho legal.320/64. durante o exercício. mas apenas restringirá a emissão de empenho. DOTAÇÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial mais os créditos adicionais abertos ou reabertos durante o exercício. em substituição à Tabela 13. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas no bimestre e as acumuladas até o bimestre do exercício de referência e do exercício anterior ao de referência. deverão compor. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 7.

ao fim do exercício financeiro. por força legal. DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (III) – Nessa linha registrar as despesas com os benefícios previdenciários do Governo Federal.ANEXO IV – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RGPS – UNIÃO 139 DESPESAS EXECUTADAS Em <Exercício> Em <Exercício Anterior> DESPESAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO INSCRITAS EM LIQUIDADAS INSCRITAS EM LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Bimestre RESTOS A Até o Bimestre RESTOS A Até o PAGAR NÃO PAGAR NÃO Bimestre PROCESSADOS PROCESSADOS Nota: Durante o exercício. Dessa forma. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas.. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço.. mas que.. consideradas liquidadas no encerramento do exercício.320/64. foram considerados como despesa liquidada.. O exercício anterior deve ser informado no formato <aaaa>.. com os benefícios previdenciários do Governo Federal.: Até o Bimestre/2006 Tabela 13. Até o Bimestre/<Exercício> – Essa coluna identifica o valor das despesas liquidadas. com os benefícios previdenciários do Governo Federal. a) Despesas liquidadas. No encerramento do exercício. inscritas em Restos a Pagar não processados. da dotação atualizada e das despesas liquidadas.5 DESPESAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (EXCETO INTRAORÇAMENTÁRIAS) (III) . O exercício correspondente deve ser informado no formato <aaaa>. até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência. Tabela 13... com os benefícios previdenciários do Governo Federal....6 DESPESAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (EXCETO INTRAORÇAMENTÁRIAS) (III) Benefícios Previdenciários do Governo Federal DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (IV) Benefícios Previdenciários do Governo Federal – Nessa linha registrar os valores da dotação inicial.. por força do art. não consideradas as operações registradas na Modalidade de Aplicação 91. Ex.35. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 7 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada.320/64.. no bimestre. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. até o bimestre de referência. até o bimestre do exercício de . as despesas executadas estão segregadas em: ... b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. para maior transparência... no bimestre do exercício de referência. nos termos do art. 63 da Lei 4. .. Figura 7 Dessa forma. inciso II da Lei 4..: Até o Bimestre/2007 Até o Bimestre/<Exercício Anterior> – Essa coluna identifica o valor das despesas liquidadas. No Bimestre – Essa coluna identifica o valor das despesas liquidadas. Ex..

realizadas na mesma esfera de governo (federal.140 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO referência e até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência. para as colunas da dotação inicial. Tabela 13.... Fundos e Entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social... estadual ou municipal).7 DESPESAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> . até o bimestre do exercício de referência e até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência.. referentes às operações identificadas pela Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta decorrente de Operação entre Órgãos.. RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (V) = (I + II – III – IV) FONTE: RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (V) = (I + II – III – IV) – Nessa linha registrar a diferença entre o somatório das receitas previdenciárias líquidas das intra-orçamentárias e receitas previdenciárias intra-orçamentárias e o somatório das despesas previdenciárias líquidas das intraorçamentárias e despesas previdenciárias intra-orçamentárias. da liquidação no bimestre... da dotação atualizada e das despesas liquidadas. DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (IV) – Nessa linha registrar o total dos valores da dotação inicial. efetivamente realizados... no bimestre.. relativos aos benefícios da Previdência Social.. .. da dotação atualizada. até o bimestre do exercício de referência e até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência.... O resultado negativo deverá ser colocado entre parênteses. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação...

LRF. liquidação e pagamento. 52. financeira e orçamentária do patrimônio. nos termos da Lei nº 4.178. 53. do MPS. publicado pelo Ministério da Previdência Social33. A Portaria STN nº 869. a situação econômica. . A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. conferir-lhe-á caráter contributivo e o organizará com base em normas de contabilidade e atuária que preservem seu equilíbrio financeiro e atuarial32. em conformidade com o Manual de Contabilidade Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.§ 2º do art. incluiu. que visam à transparência do patrimônio real dos beneficiários. art. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. que é propriedade dos beneficiários da previdência. para seus servidores. de 15 de dezembro de 2005. . 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. fundações públicas. que o ente da Federação mantiver ou vier a instituir.ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 141 3. a qualquer momento. A institucionalização do Regime Próprio de Previdência Social implica em estabelecer contabilidade própria para permitir conhecer. que estabelece que as operações entre órgãos. autarquias. de 20 de setembro de 2005. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária30 e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre31. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. fundos. estas deverão ser apresentadas neste demonstrativo segregadas em: 30 31 LRF. O ente da Federação que mantiver ou vier a instituir regime próprio de previdência social. LDO para o exercício de 2006.inciso VI do § 7º do art. inciso II. de 14 de outubro de 2005. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. 69. 32 LRF. art. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. de 4 de maio de 2001. 33 Portaria nº 916/2003. Dessa forma.320. para permitir maior transparência por meio da apuração líquida e total das receitas e despesas. 8º da Lei nº 11. art. não implicam em alterações das exigências estabelecidas na LRF e nas demais leis pertinentes. por meio de empenho.5 ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME PRÓPRIO DOS SERVIDORES PÚBLICOS O Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos tem a finalidade de assegurar a transparência das receitas e despesas previdenciárias do regime próprio dos servidores públicos. obrigatoriamente. de 17 de março de 1964. As mudanças conceituais decorrentes da organização da contabilidade.

contendo o mesmo nível de desdobramento das outras receitas e despesas orçamentárias. Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. d) despesas intra-orçamentárias As receitas e despesas intra-orçamentárias. secretaria ou qualquer outra unidade administrativa. O ente da Federação que já houver instituído.142 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO a) receitas orçamentárias líquidas das intra-orçamentárias. não mais registrando como repasse financeiro do ente à referida entidade. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. os repasses recebidos para cobertura de déficits. fundação. deverão ser apresentadas ao final do demonstrativo. Faz-se necessário observar. conforme descrito neste manual. b) receitas intra-orçamentárias. que para coleta das informações pela STN. c) despesas orçamentárias líquidas das intra-orçamentárias. ou que vier a instituir uma entidade. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. seja ela uma autarquia. quando existentes. O Demonstrativo deverá evidenciar. deverá elaborar o Anexo V – Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos. no corpo do demonstrativo. o ente poderá optar por apresentá-las logo abaixo da linha totalizadora das receitas e despesas intra-orçamentárias. também. Entretanto. os valores serão apresentados em unidade de Real. os valores deverão ser informados em unidade de Real. caso não prejudique a transparência dos dados. deverá registrar e demonstrar a contribuição patronal na forma de realização de receita orçamentária. Conforme instrução deste manual. destinada a caracterizar. ainda. gerir e evidenciar o patrimônio do RPPS e suas respectivas variações. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. quando houver. . Para tanto. de acordo com o modelo publicado nesta edição.

ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 143 3.00 RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) RECEITAS CORRENTES Receita de Contribuições Pessoal Civil Contribuição de Servidor Ativo Civil Contribuição de Servidor Inativo Civil Contribuição de Pensionista Civil Pessoal Militar Contribuição de Militar Ativo Contribuição de Militar Inativo Contribuição de Pensionista Militar Outras Contribuições Previdenciárias Compensação Previdenciária entre RGPS e RPPS Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Outras Receitas Patrimoniais Outras Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL Alienação de Bens Outras Receitas de Capital RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) REPASSES PREVIDENCIÁRIOS PARA COBERTURA DE DÉFICIT – RPPS (III) OUTROS APORTES AO RPPS (IV) TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (V) = (I + II + III + IV) DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS No Bimestre DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (VI) ADMINISTRAÇÃO Despesas Correntes Despesas de Capital PREVIDÊNCIA SOCIAL Pessoal Civil Aposentadorias Pensões Outros Benefícios Previdenciários Pessoal Militar Reformas Pensões Outros Benefícios Previdenciários Outras Despesas Previdenciárias Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS Demais Despesas Previdenciárias DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (VII) RESERVA DO RPPS (VIII) TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (IX) = (VI + VII +VIII) RESULTADO PREVIDENCIÁRIO – RPPS (X) = (V– IX) SALDO DAS DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS E INVESTIMENTOS DO RPPS Caixa Bancos Conta Movimento Investimentos PREVISÃO INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> <MÊS ANTERIOR> PERÍODO DE REFERÊNCIA <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS – RPPS No Bimestre RECEITAS CORRENTES Receita de Contribuições Pessoal Civil Contribuição Patronal de Servidor Ativo Civil Contribuição Patronal de Servidor Inativo Civil Contribuição Patronal de Pensionista Civil Pessoal Militar Contribuição Patronal de Militar Ativo Contribuição Patronal de Militar Inativo Contribuição Patronal de Pensionista Militar Outras Contribuições Previdenciárias Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Outras Receitas Patrimoniais Outras Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL Alienação de Bens Outras Receitas de Capital TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS . inciso II) RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA No Bimestre R$ 1.1 Instruções de Preenchimento Tabela 14 – Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME PRÓPRIO DOS SERVIDORES PÚBLICOS ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – Anexo V (LRF. Art.5. 53.

bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. ou seja. DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME PRÓPRIO DOS SERVIDORES PÚBLICOS – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. refletindo a posição inicial da LOA. PREVISÃO INICIAL – Essa coluna identifica os valores da previsão inicial das receitas. ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL – O orçamento da seguridade social abrange todos os órgãos e entidades vinculados à seguridade social. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais.144 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS – RPPS DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA No Bimestre DESPESAS LIQUIDADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> ADMINISTRAÇÃO (XIV) Despesas Correntes Despesas de Capital TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS FONTE: Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME PRÓPRIO DOS SERVIDORES PÚBLICOS ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. Distrito Federal ou Município. inciso II) RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA R$ 1.00 RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> RREO – Anexo V (LRF. inciso II) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. Art.: JANEIRO A JUNHO 2007/BIMESTRE MAIO-JUNHO. assim como o bimestre a que se refere. da administração direta ou indireta. que permanecerão inalterados durante todo o exercício. Tabela 14. Estado. de janeiro até o mês de referência.1 RREO – Anexo V (LRF. Ex. 53. 53. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. . 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. União. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. Art.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. R$ 1. RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – Essa coluna identifica as Receitas Previdenciárias líquidas das Intra-orçamentárias e o total das Receitas Previdenciárias Intra-orçamentárias. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha informar o período considerado. constantes da Lei Orçamentária Anual.

efetivamente realizadas. O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita. ou por meio de outras instituições. acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada. No Bimestre – Essa coluna identifica o valor das receitas orçamentárias (líquidas das receitas intraorçamentárias) correntes e de capital. em que o total reestimado é menor. poderá ser apresentado. O exercício correspondente deve ser informado no formato <aaaa>. do Regime Próprio de Previdência Social. transferidas entre os órgãos ou entidades da mesma esfera governamental. ou por meio de outras instituições. e arrecadadas diretamente pelo órgão. Ex. transferidas entre os órgãos ou entidades da mesma esfera governamental. até o bimestre de referência. RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica os valores das receitas orçamentárias (líquidas das receitas intra-orçamentárias) correntes e de capital arrecadadas diretamente pelo órgão. do Regime Próprio de Previdência Social. Nesse caso. e o total das receitas intra-orçamentárias correntes e de capital. tais como a rede bancária. que não esteja prevista na LOA. e o total das receitas intra-orçamentárias correntes e de capital. efetivamente realizadas. Quando houver uma nova natureza de receita.ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 145 PREVISÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas para o exercício de referência que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. efetivamente realizadas. a previsão dessa nova natureza deverá ser identificada pela coluna PREVISÃO ATUALIZADA. 9º. do Regime Próprio de Previdência Social. art. a coluna PREVISÃO INICIAL deverá ser preenchida com um traço “–”.: Até o Bimestre/2007. transferidas entre os órgãos ou entidades da mesma esfera governamental. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira. Até o Bimestre <Exercício Anterior> – Essa coluna identifica o valor das receitas orçamentárias (líquidas das receitas intra-orçamentárias) correntes e de capital. . Em caso de surgimento de nova natureza de receita. ou por meio de outras instituições. combinados com o art. no bimestre do exercício de referência. assim como daqueles atos que o modificarem. caput e § 1º. a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial. até o bimestre 34 LRF. tais como a rede bancária. ou por meio de outras instituições. e arrecadadas diretamente pelo órgão. tais como a rede bancária. o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. 52. Se não ocorrer nenhum dos eventos mencionados. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal. e o total das receitas intra-orçamentárias correntes e de capital. tais como a rede bancária. transferidas entre os órgãos ou entidades da mesma esfera governamental. de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira34. e o total das receitas intraorçamentárias correntes e de capital. Até o Bimestre <Exercício> – Essa coluna identifica o valor das receitas orçamentárias (líquidas das receitas intra-orçamentárias) correntes e de capital. no detalhamento das respectivas classificações. demonstrando que esse valor não estava previsto na LOA. do Regime Próprio de Previdência Social. e arrecadadas diretamente pelo órgão.

representado pelo somatório da Receita de Contribuições.. líquidas das receitas intra-orçamentárias... referente à previsão inicial.. Tabela 14. Tabela 14. líquido das receitas intra-orçamentárias. O exercício anterior deve ser informado no formato <aaaa>. referente à previsão inicial.. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. inativo civil e militar. Ex.. RECEITAS CORRENTES – Nessa linha registrar o valor das Receitas Orçamentárias Correntes... representadas pelas contribuições dos servidores para o Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência.146 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO correspondente ao exercício anterior ao de referência.2 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) RECEITAS CORRENTES RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) – Nessa linha registrar o total das receitas orçamentárias correntes e de capital.. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência.. representado pelo somatório da contribuição de servidor ativo civil e militar. pensionista civil e militar e outras contribuições previdenciárias. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência.. previsão atualizada...... . Receita Patrimonial e Outras Receitas Correntes..3 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I) RECEITAS CORRENTES Receita de Contribuições Pessoal Civil Contribuição de Servidor Ativo Civil Contribuição de Servidor Inativo Civil Contribuição de Pensionista Civil Pessoal Militar Contribuição de Militar Ativo Contribuição de Militar Inativo Contribuição de Pensionista Militar Outras Contribuições Previdenciárias Compensação Previdenciária entre RGPS e RPPS . constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.: Até o Bimestre/2006. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social... previsão atualizada. Receita de Contribuições – Nessa linha registrar o valor da Receita de Contribuições.

representado pela contribuição de servidor ativo civil. representado pela contribuição de servidor inativo civil. referente à previsão inicial. referente à previsão inicial. previsão atualizada. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. referente à previsão inicial. Contribuição de Servidor Inativo Civil – Nessa linha registrar o valor da Contribuição de Servidor Inativo Civil. Pessoal Militar – Nessa linha registrar o valor das Receitas de Contribuições Previdenciárias relativas ao Pessoal Militar. referente à previsão inicial. inativo e pensionista. referente à previsão inicial. previsão atualizada. previsão atualizada. Outras Contribuições Previdenciárias – Nessa linha registrar o valor das Outras Contribuições Previdenciárias. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. Contribuição de Pensionista Militar – Nessa linha registrar o valor da Contribuição de Pensionista Militar. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. representado pela contribuição de pensionista civil. referente à previsão inicial. representado pelo somatório da contribuição de servidor civil ativo. referente à previsão inicial. referente à previsão inicial. previsão atualizada. previsão atualizada. .ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 147 Pessoal Civil – Nessa linha registrar o valor da Receita de Contribuições Previdenciárias relativa ao Pessoal Civil. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. previsão atualizada. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. previsão atualizada. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. previsão atualizada. Contribuição de Militar Ativo – Nessa linha registrar o valor da Contribuição de Militar Ativo. referente à previsão inicial. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. representado pelo somatório da contribuição de servidor militar ativo e inativo e pensionista. previsão atualizada. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. representado pela contribuição de servidor inativo militar. representado pela contribuição de pensionista militar. Contribuição de Militar Inativo – Nessa linha registrar o valor da Contribuição de Militar Inativo. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. Contribuição de Pensionista Civil – Nessa linha registrar o valor da Contribuição de Pensionista Civil. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. Contribuição de Servidor Ativo Civil – Nessa linha registrar o valor da Contribuição de Servidor Ativo Civil.

. referente à previsão inicial. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência.. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência.. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.. representado pelo somatório das receitas imobiliárias.. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. da previsão inicial. previsão atualizada... bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência.. Receitas Imobiliárias – Nessa linha registrar o valor das Receitas Imobiliárias. Outras Receitas Patrimoniais – Nessa linha registrar o valor das Outras Receitas Patrimoniais. remuneração de Depósitos Bancários e outras receitas de valores mobiliários.. previsão atualizada.. referente à previsão inicial.148 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Compensação Previdenciária entre RGPS e RPPS – Nessa linha registrar o valor das receitas de compensação previdenciária em favor do RPPS. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. representado por aluguéis.. previsão atualizada.... referente à previsão inicial. previsão atualizada. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência.... constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Outras Receitas Patrimoniais .... Fundos de Investimentos. Receitas de Valores Mobiliários – Nessa linha registrar o valor das Receitas de Valores Mobiliários.. referente à previsão inicial... realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência.. dividendos.. receitas de valores mobiliários e outras... referente à previsão inicial. relativas aos benefícios de aposentadorias concedidos a partir da Constituição Federal de 1988........4 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> RECEITAS CORRENTES . Tabela 14.. representado por juros de Títulos de Renda. previsão atualizada.. Receita Patrimonial – Nessa linha registrar o valor da Receita Patrimonial. . constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social... constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.

... bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência............. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.. previsão atualizada.......... Tabela 14..... referente à previsão inicial.... bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência....7 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> ........... constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.......... realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência....ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 149 Tabela 14. Outras Receitas Correntes ....5 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> RECEITAS CORRENTES ...... realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. previsão atualizada. Alienação de Bens – Nessa linha registrar o valor das Receitas de Alienação de Bens... RECEITAS DE CAPITAL .. representado pela alienação de bens e outras receitas de capital.. representado pelas indenizações e restituições e receitas correntes diversas.......... RECEITAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar o valor das Receitas de Capital... realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. RECEITAS DE CAPITAL Alienação de Bens Outras Receitas de Capital .. referente à previsão inicial....... constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.... constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social...6 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> .. representado pela alienação de bens móveis e imóveis. previsão atualizada... Tabela 14..... referente à previsão inicial...... referente à previsão ..... da previsão inicial...... Outras Receitas de Capital – Nessa linha registrar o valor das Outras Receitas de Capital. Outras Receitas Correntes – Nessa linha registrar o valor das Outras Receitas Correntes..

......150 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO inicial. fundações............ Corresponde ao valor das receitas orçamentárias transferidas correntes e de capital. em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91.. referentes ao exercício atual.......... realizadas na mesma esfera de governo (federal........ as receitas intra-orçamentárias. REPASSES PREVIDENCIÁRIOS PARA COBERTURA DE DÉFICIT – RPPS (III) . estadual ou municipal).... de 26 de abril de 2006.... previsão atualizada.... conforme estabelece a Portaria Interministerial STN/SOF nº 338....... que define as operações intra-orçamentárias e inclui essa classificação no Anexo I da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. OUTROS APORTES AO RPPS (IV) ...... ......... RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) – Nessa linha registrar o total das receitas específicas de operações entre órgãos..8 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> ..10 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> ...... empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência.... autarquias. fundos..... de 4 de maio de 2001...... REPASSES PREVIDENCIÁRIOS PARA COBERTURA DE DÉFICIT – RPPS (III) – Nessa linha registrar o somatório dos recebimentos de valores necessários ao equilíbrio financeiro da administração do RPPS.... Tabela 14....9 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> ... Tabela 14. OUTROS APORTES AO RPPS (IV) – Nessa linha registrar o somatório dos recebimentos de eventuais aportes (atuais ou futuros) ao RPPS... à cobertura de déficit entre as receitas e despesas previdenciárias......... ou seja.. Tabela 14.. ou seja...... bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência........ RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) ..

9º. A limitação de empenho35.12 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS – Essa coluna identifica as despesas previdenciárias líquidas das despesas intra-orçamentárias e o total das despesas previdenciárias intra-orçamentárias. Deverão ser consideradas. TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (V) = (I + II + III + IV) TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS ... não afetará a dotação autorizada. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas... inclusive.. as despesas que já foram pagas. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência..11 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> . Repasses Previdenciários para Cobertura de Déficit (III) e Outros Aportes ao RPPS (IV). 35 LRF. mas apenas restringirá a emissão de empenho. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa.. Tabela 14.. constantes na Lei Orçamentária Anual. previsão atualizada.. deduzidas as anulações e os cancelamentos correspondentes. DOTAÇÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial mais os créditos adicionais abertos e reabertos durante o exercício..RPPS (V) = (I+II+III+IV) – Nessa linha registrar o somatório das Receitas Previdenciárias – RPPS (Exceto Intra-orçamentárias) (I). Receitas Previdenciárias – RPPS (Intra-orçamentárias) (II).. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência.... que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. .. para as despesas com a administração e com a previdência social. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica os valores dos créditos iniciais... se ocorrer. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica as despesas liquidadas no bimestre.. até o bimestre do exercício de referência e até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência..ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 151 Tabela 14. com as funções administração e previdência social dos servidores públicos. art. referentes à previsão inicial.

em substituição à Tabela 14. por força do art. a) Despesas liquidadas. não foram liquidadas. com as funções administração e previdência social dos servidores públicos. No encerramento do exercício.320/64.12. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. 35. durante o exercício. DESPESAS EXECUTADAS Em <Exercício> Em <Exercício Anterior> LIQUIDADAS INSCRITAS EM LIQUIDADAS INSCRITAS EM RESTOS A Até o Bimestre RESTOS A No Bimestre Até o PAGAR NÃO PAGAR NÃO Bimestre PROCESSADOS PROCESSADOS Nota: Durante o exercício. no bimestre do exercício de referência.. inscritas em Restos a Pagar não processados. no encerramento do exercício.. O exercício correspondente deve ser informado no formato <aaaa>. por constituírem obrigações preexistentes. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. ainda. inciso II. deverão compor. foram considerados como despesa liquidada.. 36 Lei nº4.13 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (VI) ADMINISTRAÇÃO .. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 8 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. ao fim do exercício financeiro... as despesas empenhadas. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 8.. No Bimestre – Essa coluna identifica o valor das despesas liquidadas.320/64. em função do empenho legal. . Portanto.. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço.. art. mas que. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência. Até o Bimestre <Exercício> – Essa coluna identifica o valor das despesas liquidadas até o bimestre de referência.. com as funções administração e previdência social dos servidores públicos.. ... 63 da Lei 4. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. para maior transparência. No encerramento do exercício. convênios e outros instrumentos. O exercício anterior deve ser informado no formato <aaaa>. Ex..: Até o Bimestre/2006 Tabela 14. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência.. Dessa forma.35. inciso II da Lei 4. o total das despesas liquidadas36.: Até o Bimestre/2007 Até o Bimestre <Exercício Anterior> – Essa coluna identifica o valor das despesas liquidadas.152 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Durante o exercício. decorrentes de contratos. Ex.. Figura 8 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA Dessa forma. por força legal. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. as despesas executadas estão segregadas em: . com as funções administração e previdência social dos servidores públicos..320/64. nos termos do art. consideradas liquidadas no encerramento do exercício...

Outros Serviços de Terceiros Pessoa Física.. ADMINISTRAÇÃO – Nessa linha registrar o valor das despesas com a administração da entidade responsável... exceto os benefícios previdenciários.. de 2001 .. Passagens e Despesas com Locomoção. Obrigações Patronais. Equivale ao somatório dos valores relativos à categoria corrente. Material de Consumo.. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos.. Sentenças Judiciais....... Serviços de Consultoria... PREVIDÊNCIA SOCIAL .. exclusivamente. observado os limites de gastos estabelecidos em parâmetros gerais37..... Tabela 14.187-13.... Equivale ao somatório dos valores relativos às seguintes despesas: 37 Medida Provisória nº 2.... exclusivamente.. e à categoria de Capital.15 DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS ...... Despesas de Exercícios Anteriores. DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> PREVIDÊNCIA SOCIAL – Nessa linha registrar o valor das despesas com Previdência Social da entidade responsável.ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 153 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (VI) – Nessa linha registrar o valor das despesas previdenciárias do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos líquidas das despesas intra-orçamentárias. exclusivamente. nas funções Administração e Previdência Social. exclusivamente.. Salário Família. Auxílio Transporte. Indenizações e Restituições.... Incluem-se aqui despesas com a manutenção da entidade e investimentos para melhoria de sua infra-estrutura. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos. da entidade responsável. Auxílio Alimentação. Tabela 14.. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos.... constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.... Outros Serviços de Terceiros Pessoa Jurídica. Equivale ao somatório das seguintes despesas: Investimentos e Inversões Financeiras.. Despesas de Capital – Nessa linha registrar o valor das despesas previdenciárias de capital. Locação de Mão-de-Obra.... Equivale ao somatório das seguintes despesas: Pessoal e Encargos Sociais.. executados pela entidade....... DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> Despesas Correntes – Nessa linha registrar o valor das despesas previdenciárias correntes da entidade responsável.14 DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS ADMINISTRAÇÃO Despesas Correntes Despesas de Capital . pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos.. Diárias Pessoal Civil. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social...

Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Civil.. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.. Tabela 14. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. Municipal ou do Distrito Federal... executadas pela entidade responsável. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. exclusivamente. 13º Salário Pessoal Civil.. Não havendo entidade sendo os benefícios pagos diretamente pelo Tesouro Nacional. Pensões Civis. DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> Pessoal Civil – Nessa linha registrar os valores das despesas previdenciárias com Pessoal Civil.. Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Civil...16 DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS . Outras Pensões relativas ao Pessoal Civil. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. e Outros Benefícios Previdenciários relativos ao Pessoal Civil. e Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS.. Pensões..... 13º Salário Pensionista Civil. Aposentadorias – Nessa linha registrar o valor das despesas com aposentadorias dos servidores civis..... pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social. Municipal ou do Distrito Federal.. Outras Pensões relativas ao Pessoal Civil.. exclusivamente. Pensões.. Outros Benefícios Previdenciários. e sendo os benefícios pagos diretamente pelo Tesouro Nacional. representado pelas seguintes despesas. executadas pela entidade responsável.. Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS e Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS. Estadual. Nessa linha registrar o somatório das seguintes despesas: Aposentadorias e Reformas...154 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Aposentadorias e Reformas. Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS..... Outras Pensões relativas ao Pessoal Civil. PREVIDÊNCIA SOCIAL Pessoal Civil Aposentadorias Pensões Outros Benefícios Previdenciários .. 13º Salário Pessoal Civil. Estadual. Outros Benefícios Previdenciários relativos ao Pessoal Civil. pela gestão do RPPS: Civis. 13º Salário Pessoal Civil. e sendo os benefícios pagos diretamente pelo Tesouro Nacional. Pensões Civis. 13º Salário Pensionista Civil. 13º Salário Pessoal Civil..... Não havendo essa entidade. . Nessa linha registrar o somatório das seguintes despesas: Proventos Pessoal Civil... Não havendo essa entidade.. Estadual. Pensões – Nessa linha registrar o valor das despesas com pensões dos servidores civis. exclusivamente. pela gestão do RPPS: Proventos Pessoal Civil. Pensões e Outros Benefícios Previdenciários. representado pelas seguintes despesas.. executadas pela Entidade responsável. Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Civil. essa linha deverá registrar o somatório das seguintes despesas: Proventos Pessoal Civil. representados pelo somatório das seguintes despesas: Proventos Pessoal Civil. 13º Salário Pensionista Civil.. referentes às Aposentadorias. Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Civil. Municipal ou do Distrito Federal..

Estadual. Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Militar.. exclusivamente.. e sendo os benefícios pagos diretamente pelo Tesouro Nacional.. 13º Salário Pessoal Militar... 13º Salário Pessoal Militar. Não havendo essa entidade... Pensões Militares. Outras Pensões relativas ao Pessoal Civil.. exclusivamente.. executadas pela entidade responsável....... Pensões – Nessa linha registrar o valor das despesas com pensões dos militares.... executadas pela entidade responsável... Nessa linha registrar o somatório das seguintes despesas: Civis. Tabela 14.. Outras Pensões relativas ao Pessoal Militar... pela gestão do RPPS: Outros Benefícios Previdenciários.. Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Militar. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social... DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> Pessoal Militar – Nessa linha registrar os valores das despesas previdenciárias com Pessoal Militar. 13º Salário Pensionista Militar. Outras Pensões relativas ao Pessoal Militar... Outros Benefícios Previdenciários. Estadual..ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 155 Não havendo essa entidade.... Outros Benefícios Previdenciários – Nessa linha registrar o valor das despesas com Outros Benefícios Previdenciários dos servidores civis.. 13º Salário Pensionista Civil. Nessa linha registrar o somatório das seguintes despesas: Proventos Pessoal Militar. . exclusivamente. 13º Salário Pensionista Militar..... pela gestão do RPPS. pela gestão do RPPS. 13º Salário Pensionista Militar. Não havendo essa entidade. Pessoal Militar Reformas Pensões Outros Benefícios Previdenciários .. e sendo os benefícios pagos diretamente pelo Tesouro Nacional.. Municipal ou do Distrito Federal. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social.. executadas pela entidade responsável... essa linha deverá registrar o somatório das seguintes despesas Proventos Pessoal Militar. exclusivamente.. representado pelo somatório das seguintes despesas: Militares..17 DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS . 13º Salário Pessoal Militar.. Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Militar... e sendo os benefícios pagos diretamente pelo Tesouro Nacional. Reformas – Nessa linha registrar o valor das despesas com reformas dos militares. 13º Salário Pessoal Militar.. Municipal ou do Distrito Federal. executadas pela entidade responsável. representado pela somatório das seguintes despesas: Proventos Pessoal Militar.. Pensões Militares. representado pelas seguintes despesas. representado pelo somatório das seguintes despesas: Proventos Pessoal Militar.. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.... Municipal ou do Distrito Federal. Pensões e Outros Benefícios Previdenciários. Outras Pensões relativas ao Pessoal Militar. Outras Aposentadorias relativas ao Pessoal Militar... Estadual.. referente às Reformas. PREVIDÊNCIA SOCIAL ..

.. Estadual..... exclusivamente. executadas pela entidade responsável.. Municipal ou do Distrito Federal. Nessa linha registrar o somatório das seguintes despesas: Militares.156 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Não havendo essa entidade.. Outras Despesas Previdenciárias Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS Demais Despesas Previdenciárias ........ Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS – Nessa linha registrar o valor das despesas com compensação previdenciária junto ao RGPS.. ... 13º Salário Pensionista Militar.. exclusivamente... pela gestão do RPPS......... Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS – Nessa linha registrar o valor das despesas com compensação previdenciária junto ao RGPS.. relativas a benefícios de pensões decorrentes de aposentadorias concedidos a partir da Constituição Federal de 1988. PREVIDÊNCIA SOCIAL . Outras Pensões..... Outros Benefícios Previdenciários – Nessa linha registrar o valor das despesas com Outros Benefícios Previdenciários dos militares... constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.. pela gestão do RPPS.... relativas a benefícios de aposentadorias concedidos a partir da Constituição Federal de 1988...... Demais Despesas Previdenciárias – Nessa linha registrar as eventuais despesas previdenciárias que não se enquadram nos itens anteriores. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.. representado pelas seguintes despesas: Compensação Previdenciária de Aposentadorias entre o RPPS e o RGPS..... e sendo os benefícios pagos diretamente pelo Tesouro Nacional. Tabela 14.. Compensação Previdenciária de Pensões entre o RPPS e o RGPS. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.. DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> Outras Despesas Previdenciárias – Nessa linha registrar o valor das Outras Despesas Previdenciárias executadas pela entidade responsável...... constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.18 DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS .

. conforme Portaria STN nº 688............ .. Despesas Previdenciárias – RPPS (Intra-orçamentárias) (VII) e a Reserva do RPPS (VIII).. de 4 de maio de 2001. TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS–RPPS (IX) = (VI+VII+VIII) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (IX) = (VI+VII+VIII) – Nessa linha registrar o somatório das Despesas Previdenciárias – RPPS (Exceto Intra-orçamentárias) (VI)......ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 157 Tabela 14..... que incluiu essa modalidade no Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163.. bem como a liquidação até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência... referentes à dotação inicial.........21 DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS . representado pelo somatório das despesas identificadas na Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta decorrente de operação entre órgãos. Tabela 14......19 DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (INTRAORÇAMENTÁRIAS) (VII) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> ............ DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> RESERVA DO RPPS (VIII) – Nessa linha registrar o total da Reserva do RPPS para as colunas da dotação inicial e da dotação atualizada......... nas Funções Administração e Previdência Social.. Corresponde ao superávit gerado pela diferença entre Receitas Previdenciárias e Despesas Previdenciárias previstas na Lei Orçamentária Anual....... que será utilizado para pagamentos previdenciários futuros... DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS – RPPS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (VII) – Nessa linha registrar o total das despesas previdenciárias intra-orçamentárias do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos. dotação atualizada....20 DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS .. de 14 de outubro de 2005. fundos e entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social... Tabela 14.. RESERVA DO RPPS (VIII) ... liquidação no bimestre e até o bimestre do exercício de referência.

.... . RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (X) = (V – IX) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (X) = (V – IX) – Nessa linha registrar a diferença entre o somatório das receitas previdenciárias (V) e o total das despesas previdenciárias (IX). mais a Reserva do RPPS.. O mês anterior deve ser apresentado no formato <mmm/aaaa>. representado pelas disponibilidades em: Caixa. PERÍODO DE REFERÊNCIA – Essa coluna identifica o saldo do disponível e dos investimentos do Regime Próprio de Previdência Social.. Bancos Conta Movimento e Investimentos dos Regimes Próprios de Previdência Social...23 SALDO DAS DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS E INVESTIMENTOS DO RPPS <MÊS ANTERIOR> PERÍODO DE REFERÊNCIA <Exercício> <Exercício Anterior> SALDO DAS DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS E INVESTIMENTOS DO RPPS – Essa coluna identifica o saldo das disponibilidades financeiras e investimentos do RPPS. Ex: 2007... bem como a liquidação até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência.. liquidação no bimestre e até o bimestre do exercício de referência... O exercício deve ser apresentado no formato <aaaa>. Tabela 14. Ex: Mai/2007. Ex: 2006. <Exercício Anterior> – Essa coluna identifica o saldo do disponível e dos investimentos do Regime Próprio de Previdência Social em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência. O exercício anterior correspondente deve ser apresentado no formato <aaaa>.22 DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS .. do exercício de referência e do exercício anterior ao de referência.. referentes à dotação inicial. Tabela 14.. O resultado negativo deverá ser colocado entre parênteses.. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. considerando o período de referência JANEIRO A JUNHO DE 2007/BIMESTRE MAIO-JUNHO. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.. <MÊS ANTERIOR> – Essa coluna identifica o saldo do disponível e dos investimentos do Regime Próprio de Previdência Social do mês anterior ao último mês do período de referência. dotação atualizada.158 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Corresponde ao valor das Despesas Previdenciárias referentes às Funções Administração e Previdência Social.. <Exercício> – Essa coluna identifica o saldo do disponível e dos investimentos do Regime Próprio de Previdência Social do exercício de referência.

Tabela 14. em que o total 38 LRF. que permanecerão inalterados durante todo o exercício. Investimentos – Nessa linha registrar o valor das aplicações do Regime Próprio de Previdência Social em investimentos. a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial. . assim como daqueles atos que o modificarem. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira.24 SALDO DAS DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS E INVESTIMENTOS DO RPPS Caixa Bancos Conta Movimento Investimentos <MÊS ANTERIOR> PERÍODO DE REFERÊNCIA <Exercício> <Exercício Anterior> Caixa – Nessa linha registrar o valor da movimentação financeira de numerário e outros valores em tesouraria do Regime Próprio de Previdência Social. constantes da Lei Orçamentária Anual. PREVISÃO INICIAL – Essa coluna identifica os valores da previsão inicial das receitas. PREVISÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas para o exercício de referência que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. 9º.RPPS – Essa coluna identifica as receitas previdenciárias intra-orçamentárias do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos. Se não ocorrer nenhum dos eventos mencionados.25 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRAORÇAMENTÁRIAS – RPPS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS . 52. refletindo a posição inicial da LOA. combinados com o art.ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 159 Tabela 14. art. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira38. efetuados em conformidade com a Resolução CMN nº 2. Bancos Conta Movimento – Nessa linha registrar o valor das disponibilidades agregadas nas contas bancárias do Regime Próprio de Previdência Social. Nesse caso. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal. caput e § 1º. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias.652/1999. constante do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.

realização no bimestre e . Ex... transferidas entre os órgãos ou entidades da mesma esfera governamental.. acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada.. Até o Bimestre <Exercício Anterior> – Essa coluna identifica o valor das receitas intraorçamentárias correntes e de capital. Em caso de surgimento de nova natureza de receita. Tabela 14... o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação. até o bimestre correspondente ao exercício anterior ao de referência. O exercício correspondente deve ser informado no formato <aaaa>.: Até o Bimestre/2006. do Regime Próprio de Previdência Social.. do Regime Próprio de Previdência Social.. até o bimestre de referência. Quando houver uma nova natureza de receita.. Até o Bimestre <Exercício> – Essa coluna identifica o valor das receitas intra-orçamentárias correntes e de capital. referente à previsão inicial.. O exercício anterior deve ser informado no formato <aaaa>. O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita. transferidas entre os órgãos ou entidades da mesma esfera governamental. previsão atualizada. que não esteja prevista na LOA.. demonstrando que esse valor não estava previsto na LOA.160 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO reestimado é menor. no bimestre do exercício de referência. No Bimestre – Essa coluna identifica o valor das receitas intra-orçamentárias correntes e de capital.. RECEITAS CORRENTES – Nessa linha registrar o valor das Receitas Previdenciárias Intraorçamentárias Correntes... Ex. do Regime Próprio de Previdência Social. poderá ser apresentado. a previsão dessa nova natureza deverá ser identificada pela coluna PREVISÃO ATUALIZADA.26 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRAORÇAMENTÁRIAS – RPPS RECEITAS CORRENTES Receita de Contribuições Pessoal Civil Contribuição Patronal de Servidor Ativo Civil Contribuição Patronal de Servidor Inativo Civil Contribuição Patronal de Pensionista Civil Pessoal Militar Contribuição Patronal de Militar Ativo Contribuição Patronal de Militar Inativo Contribuição Patronal de Pensionista Militar Outras Contribuições Previdenciárias PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> . transferidas entre os órgãos ou entidades da mesma esfera governamental. a coluna PREVISÃO INICIAL deverá ser preenchida com um traço “–”. no detalhamento das respectivas classificações. do Regime Próprio de Previdência Social.. RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica os valores das receitas intra-orçamentárias correntes e de capital. transferidas entre os órgãos ou entidades da mesma esfera governamental....: Até o Bimestre/2007..

ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 161 até o bimestre do exercício de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. previsão atualizada. Contribuição Patronal de Pensionista Civil – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária de pensionista civil. referente à previsão inicial. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. relativas ao Pessoal Militar. referente à previsão inicial. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. . bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. pensionista civil e militar e outras contribuições previdenciárias. representado pelo somatório da contribuição de servidor ativo civil e militar. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. Receita de Contribuições – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intraorçamentária. previsão atualizada. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. Contribuição Patronal de Servidor Ativo Civil – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária de servidor ativo civil. previsão atualizada. inativo civil e militar. referente à previsão inicial. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. inativo e pensionista. representado pelo somatório das contribuições dos servidores civil ativo. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. referente à previsão inicial. Contribuição Patronal de Militar Ativo – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária de militar ativo. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. referente à previsão inicial. previsão atualizada. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. relativa ao Pessoal Civil. previsão atualizada. previsão atualizada. referente à previsão inicial. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. Pessoal Civil – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. Pessoal Militar – Nessa linha registrar o valor das receitas de contribuição patronal intraorçamentária. representado pelo somatório das contribuições do servidor militar ativo. Contribuição Patronal de Militar Inativo – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária de militar inativo. previsão atualizada. Contribuição Patronal de Servidor Inativo Civil – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária de servidor inativo civil. referente à previsão inicial. previsão atualizada. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. previsão atualizada. referente à previsão inicial. Contribuição Patronal de Pensionista Militar – Nessa linha registrar o valor da receita de contribuição patronal intra-orçamentária de pensionista militar. inativo e pensionista. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. referente à previsão inicial. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência.

referente à previsão inicial.... Outras Receitas Patrimoniais – Nessa linha registrar o valor das Outras Receitas Patrimoniais Intra-orçamentárias......27 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRAORÇAMENTÁRIAS – RPPS RECEITAS CORRENTES PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> . previsão atualizada. Tabela 14.. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência.. previsão atualizada..162 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Outras Contribuições Previdenciárias – Nessa linha registrar o valor das receitas de outras contribuições previdenciárias intra-orçamentárias.. Fundos de Investimentos.... Receita Patrimonial – Nessa linha registrar o valor da Receita Patrimonial Intra-Orçamentária. Receitas Imobiliárias – Nessa linha registrar o valor das Receitas Imobiliárias Intra-orçamentárias. Tabela 14...... receitas de valores mobiliários e outras receitas patrimoniais....... representado pelo somatório das receitas imobiliárias.. previsão atualizada. previsão atualizada. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência..28 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRAORÇAMENTÁRIAS – RPPS RECEITAS CORRENTES PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> . realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência.. previsão atualizada.. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência.. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. Receita Patrimonial Receitas Imobiliárias Receitas de Valores Mobiliários Outras Receitas Patrimoniais .. representado por juros de Títulos de Renda........... realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. referente à previsão inicial.... representado por aluguéis. referente à previsão inicial. dividendos.. Outras Receitas Correntes .......... . referente à previsão inicial......... Receitas de Valores Mobiliários – Nessa linha registrar o valor das Receitas de Valores Mobiliários Intra-orçamentárias....... remuneração de Depósitos Bancários e outras receitas de valores mobiliários.... referente à previsão inicial.... bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência..

...........31 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS INTRAORÇAMENTÁRIAS – RPPS DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS -RPPS – Essa coluna identifica o valor das despesas previdenciárias intra-orçamentárias do Regime Próprio de Previdência Social . referente à previsão inicial..... representado pela alienação de bens e outras receitas de capital. Tabela 14.. PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> Alienação de Bens – Nessa linha registrar o valor das Receitas de Alienação de Bens Intraorçamentárias..... representado pela alienação de bens móveis e imóveis.... referente à previsão inicial.29 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRAORÇAMENTÁRIAS – RPPS ..30 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS INTRAORÇAMENTÁRIAS – RPPS ..... realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência... bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência... bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. RECEITAS DE CAPITAL Alienação de Bens Outras Receitas de Capital ... previsão atualizada. PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> RECEITAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar o valor das Receitas de Capital Intraorçamentárias... Outras Receitas de Capital – Nessa linha registrar o valor das Outras Receitas de Capital Intraorçamentárias.. Tabela 14...... representado pelas indenizações e restituições e receitas correntes diversas........ realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. referente à previsão inicial. bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência...... Tabela 14... realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência.....ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 163 Outras Receitas Correntes – Nessa linha registrar o valor das Outras Receitas Correntes Intraorçamentárias. previsão atualizada... RECEITAS DE CAPITAL .. previsão atualizada.. referente à previsão inicial.. realização no bimestre e até o bimestre do exercício de referência........... bem como realização até o bimestre do exercício anterior ao de referência. previsão atualizada..

consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. inciso II da Lei 4. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica os valores dos créditos iniciais. 63 da Lei 4. as despesas executadas estão segregadas em: . A limitação de empenho39. as despesas empenhadas. deduzidas as anulações e os cancelamentos correspondentes. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. Durante o exercício. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. . inscritas em Restos a Pagar não processados. inciso II. utilizadas para pagamento de benefícios previdenciários do regime e de gastos administrativos. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. Lei nº4. constantes na Lei Orçamentária Anual. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. deverão compor. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. art. Dessa forma. o total das despesas liquidadas40. as despesas que já foram pagas. no encerramento do exercício. a) Despesas liquidadas. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. não foram liquidadas. por constituírem obrigações preexistentes.320/64.35. . com as funções administração e previdência social dos servidores públicos.164 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO dos Servidores Públicos. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. decorrentes de contratos. não afetará a dotação autorizada. até o bimestre do exercício de referência e até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica as despesas liquidadas no bimestre. art. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. para as despesas com a administração e com a previdência social.320/64. Figura 9 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA 39 40 LRF. DESPESAS EXECUTADAS Em <Exercício> Em <Exercício Anterior> LIQUIDADAS INSCRITAS EM LIQUIDADAS INSCRITAS EM RESTOS A Até o Bimestre RESTOS A No Bimestre Até o PAGAR NÃO PAGAR NÃO Bimestre PROCESSADOS PROCESSADOS Nota: Durante o exercício. inclusive. em função do empenho legal. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. nos termos do art. se ocorrer. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que. Portanto. durante o exercício. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. 9º.31. No encerramento do exercício. mas apenas restringirá a emissão de empenho. No encerramento do exercício.320/64. ainda. por força do art. DOTAÇÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial mais os créditos adicionais abertos e reabertos durante o exercício. convênios e outros instrumentos. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 9 em substituição à Tabela 14. para maior transparência. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. 35. Deverão ser consideradas.

e à categoria de Capital. Incluem-se aqui despesas com a manutenção da entidade e investimentos para melhoria de sua infra-estrutura. foram considerados como despesa liquidada. Equivale ao somatório das seguintes despesas: Pessoal e Encargos Sociais. por força legal. No Bimestre – Essa coluna identifica o valor das despesas intra-orçamentárias liquidadas. Salário Família. Outros Serviços de Terceiros Pessoa Física. Diárias Pessoal Civil. fundos e entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da 41 Medida Provisória nº 2. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos. no bimestre do exercício de referência. O exercício anterior deve ser informado no formato <aaaa>. com a função administração.ANEXO V – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS 165 Dessa forma. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos.: Até o Bimestre/2007 Até o Bimestre <Exercício Anterior> – Essa coluna identifica o valor das despesas intraorçamentárias liquidadas. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 9 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. Equivale ao somatório dos valores relativos à categoria corrente. Locação de Mão-de-Obra. Despesas de Exercícios Anteriores. Ex. Outros Serviços de Terceiros Pessoa Jurídica. Indenizações e Restituições.: Até o Bimestre/2006 Tabela 14. Auxílio Alimentação. ao fim do exercício financeiro. Material de Consumo. identificadas na Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta decorrente de operação entre órgãos. Despesas de Capital – Nessa linha registrar o valor das despesas previdenciárias intra-orçamentárias de Capital. pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos.32 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS INTRAORÇAMENTÁRIAS – RPPS ADMINISTRAÇÃO DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS No Até o Bimestre/ Até o Bimestre <Exercício> Bimestre/ <Exercício Anterior> Despesas Correntes Despesas de Capital FONTE: ADMINISTRAÇÃO – Nessa linha registrar o valor das despesas intra-orçamentárias com a administração da entidade responsável. Passagens e Despesas com Locomoção. da entidade responsável. Ex. até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social. executados pela entidade. Sentenças Judiciais. Obrigações Patronais. com a função administração. Auxílio Transporte. O exercício correspondente deve ser informado no formato <aaaa>. de 2001 . exclusivamente. fundos e entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. observado os limites de gastos estabelecidos em parâmetros gerais41. exceto os benefícios previdenciários.187-13. Despesas Correntes – Nessa linha registrar o valor das despesas previdenciárias intra-orçamentárias Correntes da entidade responsável. exclusivamente. exclusivamente. identificadas na Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta decorrente de operação entre órgãos. Serviços de Consultoria. Até o Bimestre <Exercício> – Essa coluna identifica o valor das despesas intra-orçamentárias liquidadas até o bimestre de referência. mas que. com a função administração.

. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação.166 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Seguridade Social. Equivale ao somatório das seguintes despesas: Investimentos e Inversões Financeiras. constantes do Plano de Contas Aplicado aos Regimes Próprios de Previdência Social.

No exercício. Quanto aos ativos. o resultado nominal representa a diferença entre o saldo da dívida fiscal líquida ao final do bimestre de referência e o saldo ao final do bimestre anterior. conforme o modelo da Tabela 15. . Essa evidenciação é necessária em função da composição e das peculiaridades do patrimônio do RPPS. do setor privado não financeiro e do resto do mundo. todos os entes da Federação que pagam aposentadorias. A valoração dos passivos segue o critério de valor atual no caso de passivos contratuais e da curva do papel para os títulos de dívida mobiliária. do Banco Central com o sistema financeiro (público e privado). líquidos dos Restos a Pagar Processados. Os valores do Regime Previdenciário deverão ser evidenciados destacada e separadamente no Anexo VI. art. ao final de um bimestre. que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais. o resultado nominal representa a diferença entre o saldo da dívida fiscal líquida acumulada até o final do bimestre de referência e o saldo em 31 de dezembro do exercício anterior ao de referência. limitação de empenho e movimentação financeira. a valoração é feita pelo valor nominal para os ativos domésticos. deduzida do Ativo Disponível e dos Haveres Financeiros. Os títulos de emissão do Banco Central do Brasil compõem a dívida consolidada da União. A dívida consolidada líquida corresponde ao saldo da dívida consolidada. por ato próprio e nos montantes necessários.ANEXO VI – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL 167 3. 52. O saldo da dívida fiscal líquida corresponde ao saldo da dívida consolidada líquida somado às receitas de privatização. decorrentes de déficits ocorridos em exercícios anteriores. os Poderes e o Ministério Público promoverão. deduzidos os passivos reconhecidos. em parte específica que se refere ao Regime. Portanto. No bimestre. Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária42 e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre43. nos trinta dias subseqüentes. bem como suas contragarantias. reformas ou pensões e criaram ou não entidade para gerir o Regime Próprio de Previdência Social – RPPS deverão elaborar o Demonstrativo do Resultado Nominal. art. inciso III. sendo os ativos externos valorados a mercado. 53. segundo os critérios fixados pela Lei de Diretrizes Orçamentárias44. 44 LRF. O estoque de precatórios anteriores a 5 de maio de 2000 também não compõe a dívida fiscal líquida. A Dívida Líquida é o saldo líquido do endividamento (dívidas e créditos/obrigações e haveres) do setor público não financeiro.6 ANEXO VI – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL O Demonstrativo do Resultado Nominal apresenta a apuração do resultado nominal. não são consideradas na dívida fiscal líquida. 42 43 LRF. art. LRF. O objetivo da apuração do Resultado Nominal é medir a evolução da Dívida Fiscal Líquida. Eventuais garantias concedidas. 9º. Se verificado.

Conforme instrução deste manual. que para coleta das informações pela STN. reformas ou pensões e não criaram entidade para gerir o RPPS deverão manter registros contábeis específicos. os valores serão apresentados em unidade de Real. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida.168 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Os entes que pagam aposentadorias. no que for pertinente. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. Faz-se necessário observar. ainda. os valores deverão ser informados em unidade de Real. do Relatório de Gestão Fiscal. Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. As informações deste Demonstrativo devem guardar conformidade com o Anexo II – Demonstrativo da Dívida Consolidada Líquida. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. . a fim de evidenciar os valores do regime previdenciário separadamente na Tabela 15. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN.

inciso III) ESPECIFICAÇÃO DÍVIDA CONSOLIDADA (I) DEDUÇÕES (II) Ativo Disponível Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (III) = (I – II) RECEITA DE PRIVATIZAÇÕES (IV) PASSIVOS RECONHECIDOS (V) DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA (VI) = (III + IV – V) PERÍODO DE REFERÊNCIA No bimestre Até o bimestre (c-b) (c-a) Em 31/Dez/<Exercício Anterior> (a) SALDO Em <Bimestre Anterior> (b) R$ 1.00 Em <Bimestre> (c) ESPECIFICAÇÃO RESULTADO NOMINAL DISCRIMINAÇÃO DA META FISCAL META DE RESULTADO NOMINAL FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO P/ O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA REGIME PREVIDENCIÁRIO SALDO Em Em <Bimestre Anterior> 31/Dez/<Exercício Anterior> VALOR CORRENTE ESPECIFICAÇÃO DÍVIDA CONSOLIDADA PREVIDENCIÁRIA (VII) DEDUÇÕES (VIII) Ativo Disponível Investimentos Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA PREVIDENCIÁRIA (IX) = (VII – VIII) PASSIVOS RECONHECIDOS (X) DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA PREVIDENCIÁRIA (XI) = (IX – X) FONTE: Em <Bimestre> Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> .ANEXO VI – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL 169 3. art 53.6.1 Instruções de Preenchimento Tabela 15 – Demonstrativo do Resultado Nominal <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – Anexo VI (LRF.

RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. ou seja. a receita de privatizações. inciso III) ESPECIFICAÇÃO Em 31/Dez/<Exercício Anterior> (a) SALDO Em <Bimestre Anterior> (b) R$ 1.1 RREO – Anexo VI (LRF.: Em 30/Jun/2007. Ex. Tabela 15. Em <Bimestre Anterior> (b) – Essa coluna identifica o saldo do final do bimestre anterior ao de referência. assim como o bimestre a que se refere. ESPECIFICAÇÃO – Essa coluna identifica a dívida consolidada. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. de janeiro até o mês de referência. órgãos e entidades. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. da administração direta ou indireta.170 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. União. R$ 1. SALDO – Essa coluna identifica o saldo em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência e os saldos do bimestre anterior e do bimestre de referência.: Em 30/Abr/2007. O bimestre anterior deve ser apresentado no formato <dd/mmm/aaaa>. DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. Ex. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. O bimestre deve ser apresentado no formato <dd/mmm/aaaa>. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado. Ex. . inciso III) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente.: Em 31/Dez/2006. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.00 Em <Bimestre> (c) RREO – Anexo VI (LRF. os passivos reconhecidos e a dívida fiscal líquida. O exercício anterior deve ser apresentado no formato <aaaa>.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real.: JANEIRO A JUNHO 2007/BIMESTRE MAIO-JUNHO. art 53. os fundos. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. Em <Bimestre> (c) – Essa coluna identifica o saldo do final do bimestre de referência. Em 31/Dez/<Exercício Anterior> (a) – Essa coluna identifica o saldo em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência. Estado. Ex. Distrito Federal ou Município. vinculados à seguridade social. art 53. da administração direta e indireta. a dívida consolidada líquida.

ANEXO VI – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL

171

Tabela 15.2
ESPECIFICAÇÃO Em 31/Dez/<Exercício Anterior> (a) SALDO Em <Bimestre Anterior> (b) Em <Bimestre> (c)

DÍVIDA CONSOLIDADA (I) ....................

DÍVIDA CONSOLIDADA (I) – Nessa linha registrar os saldos da dívida consolidada, ou seja, o montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras, inclusive as decorrentes de emissão de títulos, do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses, dos precatórios judiciais emitidos a partir de 5 de maio de 2000 e não pagos durante a execução do orçamento em que houverem sido incluídos e das operações de crédito que, embora inferiores a doze meses, tenham constado como receitas no orçamento45. O valor registrado nessa linha deverá ser igual ao valor divulgado no Anexo II – Demonstrativo da Dívida Consolidada Líquida, do Relatório de Gestão Fiscal. Tabela 15.3
ESPECIFICAÇÃO Em 31/Dez/<Exercício Anterior> (a) SALDO Em <Bimestre Anterior> (b) Em <Bimestre> (c)

.................... DEDUÇÕES (II) Ativo Disponível Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados ....................

DEDUÇÕES (II) – Nessa linha registrar os saldos do exercício anterior e do exercício de referência até o bimestre correspondente do Ativo Disponível e dos Haveres Financeiros, líquidos dos Restos a Pagar Processados. Se o saldo apurado for negativo, ou seja, se o total do Ativo Disponível mais os Haveres Financeiros for menor que Restos a Pagar Processados, o saldo não deverá ser informado. Assim quando o valor apurado das DEDUÇÕES (II) for negativo, colocar um “–” (traço) nessa linha. Ativo Disponível – Nessa linha registrar o valor total das disponibilidades financeiras, representadas pelo somatório de Caixa, Bancos e Outras Disponibilidades Financeiras. O valor registrado nessa linha deverá ser igual ao valor divulgado no Anexo II – Demonstrativo da Dívida Consolidada Líquida, do Relatório de Gestão Fiscal. Haveres Financeiros – Nessa linha registrar o valor total do Ativo Financeiro, com exceção do Ativo Disponível. Apresenta também os valores líquidos e certos que constam do Ativo NãoFinanceiro, tais como: empréstimos, financiamentos e outros créditos a receber, considerando-se os créditos a receber líquidos das respectivas provisões para perdas prováveis reconhecidas em balanço.

45

Resolução nº 40/2001, do SF, art. 1º, § 1º, inciso III.

172

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

Não serão considerados como haveres financeiros, para efeito de apuração da Dívida Consolidada Líquida, os valores inscritos em Dívida Ativa e outros valores registrados no Ativo Não-Financeiro que não representam créditos a receber, tais como, Estoques e contas do Ativo Permanente. O valor registrado nessa linha deverá ser igual ao valor divulgado no Anexo II – Demonstrativo da Dívida Consolidada Líquida, do Relatório de Gestão Fiscal. (-) Restos a Pagar Processados – Nessa linha registrar o saldo dos restos a pagar processados de exercícios anteriores e do exercício anterior ao de referência, decorrentes da execução orçamentária da despesa, tais como fornecedores, convênios a pagar, pessoal a pagar, encargos sociais a recolher, provisões diversas e débitos diversos a pagar. Restos a Pagar Processados representam as obrigações do Passivo Financeiro decorrentes da execução orçamentária da despesa. Os valores que pertencem ao Passivo Financeiro, não decorrentes da execução orçamentária da despesa, tais como Depósitos, Adiantamentos Recebidos e outros, bem como os Restos a Pagar NãoProcessados, não deverão ser registrados nessa linha. O valor registrado nessa linha deverá ser igual ao valor divulgado no Anexo II – Demonstrativo da Dívida Consolidada Líquida, do Relatório de Gestão Fiscal. Tabela 15.4
ESPECIFICAÇÃO Em 31/Dez/<Exercício Anterior> (a) SALDO Em <Bimestre Anterior> (b) Em <Bimestre> (c)

.................... DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (III) = (I – II) ....................

DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (III) = (I – II) – Nessa linha registrar o saldo da dívida consolidada, deduzido do Ativo Disponível e dos Haveres Financeiros, líquidos dos Restos a Pagar Processados. O valor registrado nessa linha deverá ser igual ao valor divulgado no Anexo II – Demonstrativo da Dívida Consolidada Líquida, do Relatório de Gestão Fiscal. Tabela 15.5
ESPECIFICAÇÃO Em 31/Dez/<Exercício Anterior> (a) SALDO Em <Bimestre Anterior> (b) Em <Bimestre> (c)

.................... RECEITA DE PRIVATIZAÇÕES (IV) ....................

RECEITA DE PRIVATIZAÇÕES (IV) – Nessa linha registrar o valor arrecadado da Receita de Privatizações, subtraído das despesas de vendas (imposto de renda sobre a operação, comissão de venda e gastos com avaliação e reestruturação da empresa) e acrescido das dívidas transferidas identificadas no sistema financeiro.

ANEXO VI – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL

173

Para efeito de cálculo do resultado nominal, é necessário somar à Dívida Consolidada Líquida as receitas oriundas de privatizações. Tal metodologia tem o objetivo de expurgar os efeitos que não guardam relação com a situação fiscal. As receitas de privatizações, sejam elas utilizadas para abatimento de dívidas ou não utilizadas, permanecendo em ativo disponível, estão computadas no cálculo da Dívida Consolidada Líquida e, portanto, devem ser somadas à Dívida Consolidada Líquida, pois não representam esforço fiscal para obtenção do Resultado Nominal. Tabela 15.6
ESPECIFICAÇÃO Em 31/Dez/<Exercício Anterior> (a) SALDO Em <Bimestre Anterior> (b) Em <Bimestre> (c)

.................... PASSIVOS RECONHECIDOS (V) ....................

PASSIVOS RECONHECIDOS (V) – Nessa linha registrar todos os passivos reconhecidos pelo ente. As dívidas incorporadas, os chamados “esqueletos”, correspondem às dívidas juridicamente devidas, de valor certo, reconhecidas pelo governo e representativas de déficits passados que não mais ocorrem no presente, tais como: parcelamentos de dívida junto ao INSS, FGTS e RPPS. Ressalte-se, ainda, que o preenchimento dessa linha será feito se tais passivos forem computados na Dívida Consolidada. Também poderão ser reconhecidas como dívidas de responsabilidade dos entes, as decorrentes do não pagamento para fundos de previdência, fornecedores, empreiteiras, sentenças judiciais (principalmente as trabalhistas) e dívidas com companhias estaduais e federais de energia, água e saneamento. Analogamente às receitas de privatizações, para efeito de cálculo do resultado nominal, devem ser deduzidos da Dívida Consolidada Líquida os passivos reconhecidos. Tais passivos estão contabilizados no cálculo da Dívida Consolidada Líquida e, portanto, visando expurgar os efeitos que não representam esforço fiscal, devem ser deduzidos para a apuração da Dívida Fiscal Líquida. Tabela 15.7
ESPECIFICAÇÃO Em 31/Dez/<Exercício Anterior> (a) SALDO Em <Bimestre Anterior> (b) Em <Bimestre> (c)

.................... DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA (VI) = (III + IV – V)

DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA (VI) = (III+IV-V) – Nessa linha registrar a dívida consolidada líquida mais as receitas de privatizações, deduzidos os passivos reconhecidos. A soma e a subtração dessas receitas de privatização e passivos reconhecidos, respectivamente, decorre da necessidade de expurgar os efeitos dos ajustes patrimoniais ocorridos em dado momento, uma vez que tais ajustes não guardam relação com a situação fiscal. Desse modo, apesar de as receitas de privatização reduzirem o estoque de dívida e os passivos reconhecidos aumentarem o estoque de dívida, tais ajustes, para efeito de cálculo do resultado nominal, não devem afetar a dívida fiscal líquida.

174

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

Tabela 15.8
ESPECIFICAÇÃO PERÍODO DE REFERÊNCIA No Bimestre Até o Bimestre (c-b) (c-a)

ESPECIFICAÇÃO – Essa coluna identifica o resultado nominal. PERÍODO DE REFERÊNCIA – Essa coluna identifica o resultado nominal no bimestre de referência e o resultado nominal até o bimestre de referência. No Bimestre (c-b) – Essa coluna identifica o resultado nominal ocorrido no bimestre de referência, ou seja, a dívida fiscal líquida ao final do bimestre de referência menos a dívida fiscal líquida ao final do bimestre anterior. Até o Bimestre (c-a) – Essa coluna identifica o resultado nominal acumulado até o bimestre de referência, ou seja, a dívida fiscal líquida ao final do bimestre de referência menos a dívida fiscal líquida ao final do exercício anterior ao de referência. Tabela 15.9
ESPECIFICAÇÃO RESULTADO NOMINAL FONTE: PERÍODO DE REFERÊNCIA No Bimestre Até o Bimestre (c-b) (c-a)

RESULTADO NOMINAL – Nessa linha registrar o valor do resultado nominal apurado no bimestre e valor do resultado nominal apurado até o final do bimestre de referência. Tabela 15.10
DISCRIMINAÇÃO DA META FISCAL META DE RESULTADO NOMINAL FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO P/ O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA FONTE: VALOR CORRENTE

META DE RESULTADO NOMINAL FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO PARA O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA – Nessa linha registrar o valor corrente da meta fiscal para o resultado nominal para o exercício de referência, previsto no Anexo de Metas Fiscais constante da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Tabela 15.11
ESPECIFICAÇÃO SALDO Em 31/Dez/<Exercício Em <Bimestre Anterior> Anterior> (a) (b) Em <Bimestre> (c)

DÍVIDA CONSOLIDADA PREVIDENCIÁRIA (VII) ....................

ANEXO VI – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL

175

DÍVIDA CONSOLIDADA PREVIDENCIÁRIA (VII) – Nessa linha registrar os saldos da Dívida Consolidada Previdenciária do exercício anterior e do exercício de referência até o quadrimestre correspondente. Considera-se Dívida Consolidada Previdenciária, para efeito dessa Portaria, o montante total apurado sem duplicidade das obrigações atuariais, nestas incluído o Passivo Atuarial, e demais dívidas integrantes da Dívida Consolidada do Regime Previdenciário. Tabela 15.12
ESPECIFICAÇÃO SALDO Em 31/Dez/<Exercício Em <Bimestre Anterior> Anterior> (a) (b) Em <Bimestre> (c)

.................... DEDUÇÕES (VIII) Ativo Disponível Investimentos Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados ....................

DEDUÇÕES (VIII) – Nessa linha registrar os saldos do exercício anterior e do exercício de referência até o quadrimestre correspondente, dos saldos do Ativo Disponível e dos Haveres Financeiros, líquidos dos Restos a Pagar Processados do Regime Próprio de Previdência Social. Se o saldo apurado for negativo, ou seja, se o total do Ativo Disponível mais os Haveres Financeiros for menor que Restos a Pagar Processados, o saldo não deverá ser registrado nessa linha, mas sim na linha das Obrigações não integrantes da Dívida Consolidada. Assim quando o cálculo de DEDUÇÕES (VIII) for negativo, colocar um “–” (traço) nessa linha. Ativo Disponível – Nessa linha registrar o valor total das disponibilidades financeiras, representadas pelo somatório de Caixa, Bancos e Outras Disponibilidades Financeiras, do Regime Previdenciário. Investimentos – Nessa linha registrar o total dos valores aplicados pelo Regime Previdenciário para cobertura das obrigações previdenciárias. Haveres Financeiros – Nessa linha registrar o total dos saldos relativos ao exercício anterior e ao exercício de referência, até o quadrimestre correspondente, do Ativo Financeiro do Regime Previdenciário, deduzido o Ativo Disponível. Apresenta também os valores líquidos e certos que constam do Ativo Não-Financeiro, tais como empréstimos, financiamentos e outros créditos a receber, considerando-se os créditos a receber líquidos das respectivas provisões para perdas prováveis reconhecidas em balanço. Não serão considerados como haveres financeiros, para efeito de apuração da Dívida Consolidada Líquida, os valores inscritos em Dívida Ativa e outros valores registrados no Ativo Não-Financeiro que não representam créditos a receber, tais como Estoques e contas do Ativo Permanente. (-) Restos a Pagar Processados – Nessa linha registrar o saldo dos restos a pagar processados do Regime Previdenciário, de exercícios anteriores e do exercício anterior ao de referência decorrentes da execução orçamentária da despesa, tais como fornecedores, convênios a pagar, pessoal a pagar, encargos sociais a recolher, provisões diversas e débitos diversos a pagar.

176

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

Restos a Pagar Processados representam as obrigações do Passivo Financeiro decorrentes da execução orçamentária da despesa. Os valores que pertencem ao Passivo Financeiro, não decorrentes da execução orçamentária da despesa, tais como Depósitos, Adiantamentos Recebidos e outros, bem como os Restos a Pagar NãoProcessados, não deverão ser registrados nessa linha. Tabela 15.13
ESPECIFICAÇÃO SALDO Em 31/Dez/<Exercício Em <Bimestre Anterior> Anterior> (a) (b) Em <Bimestre> (c)

.................... DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA PREVIDENCIÁRIA (IX) = (VII – VIII) ....................

DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA PREVIDENCIÁRIA (IX) = (VII – VIII) – Nessa linha registrar o saldo da dívida consolidada previdenciária, deduzidas do Ativo Disponível, dos Investimentos e dos Haveres Financeiros, líquido dos Restos a Pagar Processados do regime previdenciário. O valor apresentado nessa linha deverá ser igual ao valor divulgado no Anexo II – Demonstrativo da Dívida Consolidada Líquida, do Relatório de Gestão Fiscal. Tabela 15.14
ESPECIFICAÇÃO SALDO Em 31/Dez/<Exercício Em <Bimestre Anterior> Anterior> (a) (b) Em <Bimestre> (c)

.................... PASSIVOS RECONHECIDOS (X) ....................

PASSIVOS RECONHECIDOS (X) – Nessa linha registrar todos os passivos reconhecidos pelo Regime Previdenciário. As dívidas incorporadas, os chamados “esqueletos”, correspondem às dívidas juridicamente devidas, de valor certo, reconhecidas pelo Regime Previdenciário e representativas de déficits passados que não mais ocorrem no presente, tais como: parcelamentos de dívida junto ao INSS e FGTS. Ressalte-se, ainda, que o preenchimento dessa linha será feito se tais passivos forem computados na Dívida Consolidada do Regime Previdenciário. Também poderão ser reconhecidas como dívidas de responsabilidade do Regime Previdenciário, as decorrentes do não pagamento para fundos de previdência, fornecedores, empreiteiras, sentenças judiciais (principalmente as trabalhistas) e dívidas com companhias estaduais e federais de energia, água e saneamento. Tais passivos estão contabilizados no cálculo da Dívida Consolidada Líquida Previdenciária e, portanto, visando a expurgar os efeitos que não representam esforço fiscal, devem ser deduzidos para a apuração da Dívida Fiscal Líquida do Regime Previdenciário.

ANEXO VI – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL

177

Tabela 15.15
ESPECIFICAÇÃO SALDO Em 31/Dez/<Exercício Em <Bimestre Anterior> Anterior> (a) (b) Em <Bimestre> (c)

.................... DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA PREVIDENCIÁRIA (XI) = (IX – X) FONTE:

DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA PREVIDENCIÁRIA (XI) = (IX – X) – Nessa linha registrar a dívida consolidada líquida, deduzidos os passivos reconhecidos, do Regime Previdenciário. A subtração desses passivos reconhecidos decorre da necessidade de expurgar os efeitos dos ajustes patrimoniais ocorridos em dado momento, uma vez que tais ajustes não guardam relação com a situação fiscal. Desse modo, apesar de os passivos reconhecidos aumentarem o estoque de dívida, tal ajuste, para efeito de cálculo do resultado nominal, não deve afetar a dívida fiscal líquida do Regime Previdenciário. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação.

por meio de empenho. nesse demonstrativo. deverão ser computadas todas as receitas e despesas. liquidação e pagamento. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. Em contrapartida. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. O resultado primário representa a diferença entre as receitas e as despesas primárias. .§ 2º do art. obrigatoriamente. Para fins de apuração do Resultado Primário. os Poderes e o Ministério Público promoverão. ao final de um bimestre. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: .7 ANEXO VII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS. nos trinta dias subseqüentes.Contudo. de 17 de março de 1964. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. de 20 de setembro de 2005. incluiu. Distrito Federal e Municípios. fundações públicas. não é necessário segregar as receitas e despesas intra-orçamentárias das outras receitas e despesas. A Portaria STN nº 869. que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais. DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS O Demonstrativo do Resultado Primário apresenta o resultado primário apurado nos Estados. de 15 de dezembro de 2005. 52. LRF. segundo os critérios fixados pela Lei de Diretrizes Orçamentárias48. Sua apuração fornece uma melhor avaliação do impacto da política fiscal em execução pelo ente da Federação. incluindo as intra-orçamentárias. art. déficits primários indicam a parcela do aumento da dívida. inciso III.178 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. art. que são direcionados para o pagamento de serviços da dívida. nos termos da Lei nº 4.inciso VI do § 7º do art. contribuem para a redução do estoque total da dívida líquida. de 4 de maio de 2001. . que estabelece que as operações entre órgãos.320. 53. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. 8º da Lei nº 11. autarquias. Superávits primários. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas.178. por ato próprio e nos montantes necessários. de 14 de outubro de 2005. Se verificado. resultante do financiamento de gastos não-financeiros que ultrapassam as receitas não-financeiras. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. limitação de empenho e movimentação financeira. os valores serão apresentados em unidade de 46 47 LRF. fundos. 9º. 48 LRF. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária46 e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre47. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. art. LDO para o exercício de 2006. Conforme instrução deste manual. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163.

. Faz-se necessário observar. ainda. os valores deverão ser informados em unidade de Real. DF E MUNICÍPIOS 179 Real. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN.ANEXO VII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. que para coleta das informações pela STN.

art 53.7. inciso III) RECEITAS PRIMÁRIAS RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I) Receitas Tributárias Receitas de Contribuições Receitas Previdenciárias Outras Receitas de Contribuições Receita Patrimonial Líquida Receita Patrimonial (-) Aplicações Financeiras Transferências Correntes Convênios Outras Transferências Correntes Demais Receitas Correntes Dívida Ativa Diversas Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL (II) Operações de Crédito (III) Amortização de Empréstimos (IV) Alienação de Bens (V) Transferências de Capital Convênios Outras Transferências de Capital Outras Receitas de Capital RECEITAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (VI) = (II – III – IV – V) RECEITA PRIMÁRIA TOTAL (VII) = (I + VI) DOTAÇÃO ATUALIZADA PREVISÃO ATUALIZADA R$ 1. DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO VII (LRF.180 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3.1 Instruções de Preenchimento Tabela 16 – Demonstrativo do Resultado Primário <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS.00 RECEITAS REALIZADAS No Bimestre Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS PRIMÁRIAS DESPESAS CORRENTES (VIII) Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida (IX) Outras Despesas Correntes DESPESAS PRIMÁRIAS CORRENTES (X) = (VIII – IX) DESPESAS DE CAPITAL (XI) Investimentos Inversões Financeiras Concessão de Empréstimos (XII) Aquisição de Título de Capital já Integralizado (XIII) Demais Inversões Financeiras Amortização da Dívida (XIV) DESPESAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (XV) = (XI – XII – XIII – XIV) RESERVA DE CONTINGÊNCIA (XVI) RESERVA DO RPPS (XVII) DESPESA PRIMÁRIA TOTAL (XVIII) = (X + XV + XVI+XVII) RESULTADO PRIMÁRIO (XIX) = (VII – XVIII) SALDO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> – – – – – VALOR CORRENTE DISCRIMINAÇÃO DA META FISCAL META DE RESULTADO PRIMÁRIO FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO P/ O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA FONTE: .

00 PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RREO – Anexo VII (LRF. DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial do ANEXO I – Balanço Orçamentário. DF E MUNICÍPIOS 181 Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. R$ 1. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado. órgãos e entidades. assim como daqueles atos que o modificarem. Distrito Federal ou Município. Ex. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. RECEITAS PRIMÁRIAS – Essa coluna identifica os itens de receitas primárias. inciso III) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. da administração direta e indireta. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. Estado. Tabela 16. PREVISÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas para o exercício de referência. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades.1 RREO – Anexo VII (LRF. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal. inciso III) RECEITAS PRIMÁRIAS R$ 1. art. de janeiro até o mês de referência. da administração direta ou indireta.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. de acordo . 53.: JANEIRO A JUNHO 2007/BIMESTRE MAIO-JUNHO. os fundos. art 53. Se não ocorrerem nenhum dos eventos mencionados. União. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal.ANEXO VII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS. vinculados à seguridade social. assim como o bimestre a que se refere. que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. ou seja.

Até o Bimestre/<Exercício> – Essa coluna identifica as receitas realizadas até o bimestre de referência. no detalhamento das respectivas classificações. receita patrimonial líquida... Ex. Nesse caso.: Até o Bimestre/2006.. combinados com o art. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira. O exercício deve ser apresentado no formato <aaaa>. receita de contribuições. Até o Bimestre/<Exercício Anterior> – Essa coluna identifica as receitas realizadas até o bimestre correspondente do exercício anterior ao de referência. Essas duas colunas apresentam-se dessa forma para facilitar a comparação de períodos correspondentes nos dois exercícios...2 RECEITAS PRIMÁRIAS PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I) ... o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação. em que o total reestimado é menor.. No Bimestre – Essa coluna identifica as receitas realizadas no bimestre de referência. caput e § 1º.. 52.. acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada. a rede bancária.. O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita... poderá ser apresentado. Consideram-se realizadas as receitas arrecadadas diretamente pelo órgão.. art. 9º... RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I) – Nessa linha registrar o total da receita tributária.182 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira49. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. ou por meio de outras instituições como. no exercício e no exercício anterior ao de referência. 49 LRF. Tabela 16. por exemplo.: Até o Bimestre/2007.. Ex. transferências correntes e demais receitas correntes.. O exercício anterior deve ser apresentado no formato <aaaa>. RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica as receitas realizadas no bimestre de referência e as receitas realizadas até o bimestre. .. no de referência e no anterior.

ANEXO VII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS. Compete.. Receita Patrimonial Líquida – Nessa linha registrar a receita patrimonial deduzida as aplicações financeiras correspondentes..... Registra o somatório dos valores das aplicações em títulos do mercado aberto com direito a resgate imediato... Excetuam-se as .. DF E MUNICÍPIOS 183 Tabela 16.. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir contribuições cobradas de seus servidores. Receitas Tributárias – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação das receitas de impostos. de aplicações de disponibilidades em opções de mercado e outros rendimentos oriundos de renda de ativos permanentes.. como instrumento de intervenção nas respectivas áreas. Os Estados.3 RECEITAS PRIMÁRIAS PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I) Receitas Tributárias Receitas de Contribuições Receitas Previdenciárias Outras Receitas de Contribuições Receita Patrimonial Líquida Receita Patrimonial (-) Aplicações Financeiras Transferências Correntes Convênios Outras Transferências Correntes Demais Receitas Correntes Dívida Ativa Diversas Receitas Correntes .. Receitas de Contribuições – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação da receita de contribuições sociais... instituir contribuições sociais. à União. e a contribuição sobre a receita de concursos de prognósticos. de sistemas de previdência e assistência social. do trabalhador e dos demais segurados da previdência social.. exclusivamente. de intervenção de domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas.. Receitas Previdenciárias – Nessa linha registrar o valor da arrecadação das receitas de contribuições sociais previdenciárias do empregador.. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas. (-) Aplicações Financeiras – Nessa linha registrar as receitas de aplicações financeiras oriundas de eventuais disponibilidades de caixa.. para o custeio. Outras Receitas de Contribuições – Nessa linha registrar as demais contribuições não consideradas como receita previdenciária. Receita Patrimonial – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação da receita patrimonial decorrente dos investimentos do ativo permanente. em beneficio destes. referentes às receitas patrimoniais.. Os Estados deverão informar o valor do ICMS. deduzido da parcela destinada à formação do FUNDEF.. taxas e contribuições de melhoria.

. por entidades públicas de qualquer espécie.00. Convênios – Nessa linha registrar o valor dos recursos oriundos de convênios firmados. que não se enquadram no conceito de convênios. RECEITAS DE CAPITAL (II) .4 RECEITAS PRIMÁRIAS PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> . Transferências Correntes – Nessa linha registrar os ingressos dos recursos de outro ente ou entidade. Demais Receitas Correntes – Nessa linha registrar os ingressos provenientes da arrecadação da dívida ativa do ente da Federação e de outras receitas correntes.. tais como multas. inscritos por não terem sido liquidados na época do seu vencimento. Diversas Receitas Correntes – Nessa linha registrar as demais receitas correntes. as importâncias relativas a tributos... isto é. exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento.11. destinados a custear despesas correntes..... subtraída a dedução para o FUNDEF.00 – Dividendos e 1323.. de natureza tributária e não tributária.... multas e demais créditos da Fazenda Pública. a partir da data de sua inscrição e depois de apurada a sua liquidez e certeza. art..00 – Participações.. Outras Transferências Correntes – Nessa linha registrar o valor das transferências correntes.00 – Ações e Cotas de Sociedades. Dívida Ativa – Nessa linha registrar a receita oriunda dos créditos do ente público contra terceiros. independentemente de contraprestação direta de bens e serviços. desde que o objetivo seja a aplicação em despesas correntes.... Nessa linha registrar o valor das transferências correntes.. Os Estados deverão informar os valores resultantes do ICMS deduzido da parcela destinada à formação do FUNDEF.320/64. 1322.00. indenizações. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes... ou mesmo sem qualquer exigência.... Tabela 16. Os Estados deverão informar os valores resultantes do ICMS deduzidos da parcela destinada à formação do FUNDEF.. 50 Lei nº 4.. receita da dívida ativa e outras de origens não classificáveis nas subcategorias econômicas anteriores...184 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Naturezas de Receitas 1321. recebedora ou transferidora (pessoas de direito público ou privado). juros. restituições..... que não se enquadram no conceito de dívida ativa.. com ou sem contraprestação de serviços. . 39. realizados mediante condições preestabelecidas.. Constituem Dívida Ativa50..... ou entre estas e organizações particulares..

ANEXO VII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS..... Transferências de Capital – Nessa linha registrar o valor das transferências de capital que têm por finalidade concorrer à formação de um bem de capital..... DF E MUNICÍPIOS 185 RECEITAS DE CAPITAL (II) – Nessa linha registrar os ingressos de recursos oriundos de atividades operacionais ou não operacionais. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes.... para aplicação em despesas operacionais.... Operações de Crédito (III) – Nessa linha registrar os valores dos ingressos provenientes da colocação de títulos públicos ou da contratação de empréstimos e financiamentos obtidos junto a entidades estatais ou privadas.. Amortização de Empréstimos (IV) – Nessa linha registrar os valores dos ingressos provenientes da amortização de empréstimos. Encontram-se no desdobramento desse item a integralização do capital social e as outras receitas de capital. Outras Receitas de Capital – Nessa linha registrar o valor arrecadado de outras receitas vinculadas ao acréscimo patrimonial da unidade. ou entre estas e organizações particulares. Tabela 16. valores referentes ao recebimento de parcelas de empréstimos ou financiamentos concedidos em títulos ou contratos.. RECEITAS DE CAPITAL (II) Operações de Crédito (III) Amortização de Empréstimos (IV) Alienação de Bens (V) Transferências de Capital Convênios Outras Transferências de Capital Outras Receitas de Capital ... por entidades públicas de qualquer espécie.... com ou sem contraprestação de serviços. Convênios – Nessa linha registrar o valor dos recursos oriundos de convênios firmados... correntes ou de capital. que não se enquadram no conceito de convênios. Alienação de Bens (V) – Nessa linha registrar os valores dos ingressos provenientes da alienação de bens móveis e imóveis. ou seja.... destinados a custear despesas de capital...... .. visando aos objetivos traçados nos programas e ações de governo... Outras Transferências de Capital – Nessa linha registrar o valor das transferências de capital...5 RECEITAS PRIMÁRIAS PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> ... vinculadas à constituição ou aquisição do mesmo.

. inclusive. Tabela 16.. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica as despesas liquidadas no bimestre.... A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. art.. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço.... 9º. deduzidas as anulações e cancelamentos correspondentes..186 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 16... A limitação de empenho51... não afetará a dotação autorizada.. deduzidas as operações de crédito. as despesas liquidadas até o bimestre do exercício de referência e as liquidadas até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência.. as amortizações de empréstimos e as receitas de alienação de ativos.. DOTAÇÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial mais os créditos adicionais abertos e ou reabertos durante o exercício... RECEITA PRIMÁRIA TOTAL (VII) = (I + VI) RECEITA PRIMÁRIA TOTAL (VII) = (I + VI) – Nessa linha registrar a soma das receitas primárias correntes com as receitas primárias de capital.8 DESPESAS PRIMÁRIAS DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS PRIMÁRIAS – Essa coluna identifica os itens de despesas primárias e a reserva de contingência.. mas apenas restringirá a emissão de empenho........ que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor..7 RECEITAS PRIMÁRIAS PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> . RECEITAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (VI) = (II – III – IV – V) RECEITAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (VI) = (II – III – IV – V) – Nessa linha registrar as receitas de capital.. Tabela 16. as despesas que já foram pagas.....6 RECEITAS PRIMÁRIAS PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> . 51 LRF... Deverão ser consideradas. se ocorrer.. ...

somente as despesas liquidadas são consideradas executadas.320/64. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. . mas que. inscritas em Restos a Pagar não processados. Até o Bimestre/<Exercício> – Essa coluna identifica as despesas liquidadas até o bimestre de referência. convênios e outros instrumentos. inciso II da Lei 4. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e.8. No encerramento do exercício. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. Essas duas colunas apresentam-se dessa forma para facilitar a comparação de períodos correspondentes nos dois exercícios.ANEXO VII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS.: Até o Bimestre/2006. em substituição à Tabela 16. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. inciso II. DESPESAS PRIMÁRIAS DESPESAS EXECUTADAS Em <Exercício> Em <Exercício Anterior> LIQUIDADAS INSCRITAS EM LIQUIDADAS INSCRITAS EM DOTAÇÃO RESTOS A RESTOS A ATUALIZADA No Até o PAGAR NÃO Até o Bimestre PAGAR NÃO Bimestre Bimestre PROCESSADOS PROCESSADOS Nota: Durante o exercício. durante o exercício. DF E MUNICÍPIOS 187 Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. Até o Bimestre/<Exercício Anterior> – Essa coluna identifica as despesas liquidadas até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência. Dessa forma. as despesas empenhadas. No Bimestre – Essa coluna identifica as despesas liquidadas no bimestre de referência. No encerramento do exercício. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. por constituírem obrigações preexistentes. art. decorrentes de contratos. as despesas executadas estão segregadas em: . a) Despesas liquidadas. em função do empenho legal. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 10 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. Figura 10 Dessa forma. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. por força legal. O exercício deve ser apresentado no formato <aaaa>. no encerramento do exercício. por força do art. o total das despesas liquidadas52. foram considerados como despesa liquidada. ao fim do exercício financeiro. nos termos do art. 35.320/64. Ex. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 10. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados.320/64. deverão compor. Ex. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. 63 da Lei 4. .: Até o Bimestre/2007. Portanto. no de referência e no anterior. Durante o exercício. 52 Lei nº4.35. para maior transparência. O exercício anterior deve ser apresentado no formato <aaaa>.

. DESPESAS CORRENTES (VIII) – Nessa linha registrar as despesas que não contribuem diretamente para a formação ou aquisição de um bem de capital.... a despesa pertencerá ao órgão cedente. contribuições. em atendimento à LRF53. gratificações. bem como da dívida pública mobiliária... previstos na estrutura remuneratória dos militares e. .. Lei nº 4. adicionais e outros direitos remuneratórios.188 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 16. pagamento de diárias. Tabela 16. Outras Despesas Correntes – Nessa linha registrar as despesas correntes que não se referem às despesas com pessoal e encargos sociais e juros e encargos da dívida. ao receber o ressarcimento. contribuição a entidades fechadas de previdência.. São despesas com aquisição de material de consumo. art... 18... 38.. ainda.. deverá proceder à anulação da despesa e do empenho correspondente54. pertinentes a este grupo de despesa.. despesas com a contratação temporária para atender a necessidade de excepcional interesse público e despesas com contratos de terceirização de mão-de-obra que se refiram à substituição de servidores e empregados públicos... incidentes sobre a página de salários. juros e encargos da dívida e outras despesas correntes... comissões e outros encargos das operações de crédito internas e externas contratadas.320/64.. outros benefícios assistenciais classificáveis neste grupo de despesa. Pessoal e Encargos Sociais – Nessa linha registrar as despesas de natureza remuneratória decorrentes do efetivo exercício de cargo.. auxílio53 54 LRF.. este. para se obter as despesas correntes líquidas.9 DESPESAS PRIMÁRIAS DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS CORRENTES (VIII) .. despesas com o ressarcimento de pessoal requisitado... § 1º. reformas e pensões. Registrar o somatório das despesas de pessoal e encargos sociais. a despesa de pessoal será empenhada e executada pelo órgão ou entidade requisitante. art. Se não houver ressarcimento. das obrigações trabalhistas de responsabilidade do empregador.. Caso haja empenho e execução tanto no órgão requisitante como no órgão cedente. do pagamento dos proventos de aposentadorias.... auxílio-alimentação... Nos casos de pessoal requisitado entre órgãos e entidades. subvenções... O valor dos juros e encargos da dívida deve ser deduzido das despesas correntes.. Juros e Encargos da Dívida (IX) – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento de juros.10 DESPESAS PRIMÁRIAS DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS CORRENTES (VIII) Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida (IX) Outras Despesas Correntes .. bem como soldo... emprego ou função de confiança no setor público..

.... além de outras despesas da categoria econômica Despesas Correntes.. Tabela 16........... DESPESAS PRIMÁRIAS CORRENTES (X) = (VIII – IX) ......12 DESPESAS PRIMÁRIAS DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> .......... não classificáveis nos demais grupos de natureza de despesa..... deduzidos os juros e encargos da dívida...ANEXO VII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS. inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas....... despesas com a contratação temporária para atender a necessidade de excepcional interesse público......11 DESPESAS PRIMÁRIAS DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> . inversões financeiras e amortização da dívida.. quando não se referir à substituição de servidores de categorias funcionais abrangidas pelo respectivo plano de cargos do quadro de pessoal..... ........ Tabela 16. DESPESAS DE CAPITAL (XI) Investimentos Inversões Financeiras Concessão de Empréstimos (XII) Aquisição de Título de Capital já Integralizado (XIII) Demais Inversões Financeiras Amortização da Dívida (XIV) . DESPESAS DE CAPITAL (XI) ...... DESPESAS PRIMÁRIAS CORRENTES (X) = (VIII – IX) – Nessa linha registrar o total das despesas correntes........... Investimentos – Nessa linha registrar as despesas com o planejamento e a execução de obras.............. Tabela 16.. É o somatório das despesas de investimentos.13 DESPESAS PRIMÁRIAS DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> ............. DESPESAS DE CAPITAL (XI) – Nessa linha registrar as despesas que contribuem diretamente para a formação ou aquisição de um bem de capital.. equipamentos e material permanente.......... e com a aquisição de instalações.... DF E MUNICÍPIOS 189 transporte...

Concessão de Empréstimos (XII) – Nessa linha registrar os valores referentes à concessão de qualquer empréstimo a terceiros. cujos recursos serão utilizados para abertura de créditos adicionais. e com a constituição ou aumento do capital de empresas.. Registra o valor da dotação global.. contratual ou mobiliária...... não especificamente destinada a determinado órgão... programa ou categoria econômica...... Amortização da Dívida (XIV) – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento ou refinanciamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa. quando a operação não importe aumento do capital. Aquisição de Título de Capital já Integralizado (XIII) – Nessa linha registrar as despesas com a aquisição de ações ou quotas de qualquer tipo de sociedade.190 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Inversões Financeiras – Nessa linha registrar as despesas com a aquisição de imóveis ou bens de capital já em utilização.. DESPESAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (XV) = (XI – XII – XIII – XIV) – Nessa linha registrar as despesas de capital.. Distrito Federal ou Município.... isto é.. aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie. inclusive bolsas de estudos reembolsáveis....... União.. já constituídas.. Tabela 16.. desde que tais títulos não representem constituição ou aumento de capital. ...14 DESPESAS PRIMÁRIAS DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> .... Tabela 16.. Demais Inversões Financeiras – Nessa linha registrar as despesas de inversões financeiras que não sejam classificadas como concessão de empréstimos ou aquisição de título de capital já integralizado... RESERVA DE CONTINGÊNCIA (XVI) RESERVA DE CONTINGÊNCIA (XVI) – Nessa linha registrar a reserva destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos. Estado......... aquisições de títulos de capital já integralizados e amortizações da dívida. unidade orçamentária...15 DESPESAS PRIMÁRIAS DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> – – – . DESPESAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (XV) = (XI – XII – XIII – XIV) ........ Sua forma de utilização e montante serão definidos com base na receita corrente líquida e na Lei de Diretrizes Orçamentárias de cada ente da federação... deduzidas as concessões de empréstimos..

. os valores referentes aos créditos adicionais autorizados nos últimos 4 meses do exercício anterior ao de referência..ANEXO VII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS.. Registrar. e da Reserva do RPPS.17 DESPESAS PRIMÁRIAS DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> ..... art 43.19 SALDOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES – – SALDOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES – Nessa linha registrar o valor de recursos provenientes de superávit financeiro de exercícios anteriores. DESPESA PRIMÁRIA TOTAL (XVIII) = (X + XV + XVI + XVII) DESPESA PRIMÁRIA TOTAL (XVIII) = (X + XV + XVI + XVII) – Nessa linha registrar o somatório das despesas primárias. Tabela 16.. que está sendo utilizado como fonte de recursos para abertura de créditos adicionais55. da reserva de contingência.. correntes e de capital... A reserva do RPPS corresponde ao superávit que será utilizado para pagamentos previdenciários futuros...18 RESULTADO PRIMÁRIO (XIX) = (VII – XVII) RESULTADO PRIMÁRIO (XIX) = (VII – XVIII) – Nessa linha registrar o resultado primário. Tabela 16....... Este superávit é gerado pela diferença entre Receitas. Tabela 16... Apresentará valor somente na coluna que se refere ao realizado até o bimestre e deverá corresponder ao valor da execução dos referidos créditos adicionais. e Despesas Previdenciárias previstas na Lei Orçamentária Anual.. RESERVA DO RPPS (XVII) RESERVA DO RPPS (XVII) – Nessa linha registrar o total da Reserva do RPPS na coluna Dotação Atualizada... identificados no Balanço Patrimonial do exercício anterior ao de referência...... reabertos no exercício de referência. DF E MUNICÍPIOS 191 Tabela 16... incluindo as receitas intraorçamentárias recebidas pelo RPPS.. também..320/64. . O resultado primário é um valor não financeiro.....16 DESPESAS PRIMÁRIAS DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> . 55 Lei nº 4. que representa a diferença entre as receitas primárias totais e as despesas primárias totais..

conforme determina o Art.Pertencem ao exercício financeiro: I – as receitas nele arrecadadas.320/64.” Tais valores não poderão ser lançados novamente como receita orçamentária já que pertencem ao exercício financeiro no qual foram arrecadados. 56 Lei nº 4. no montante equivalente aos créditos autorizados e executados. que constaram do superávit financeiro identificado no Balanço Patrimonial do ente.20 DISCRIMINAÇÃO DA META FISCAL META DE RESULTADO PRIMÁRIO FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO PARA O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA FONTE: VALOR CORRENTE META DE RESULTADO PRIMÁRIO FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO PARA O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA – Nessa linha registrar o valor corrente da meta fiscal para o resultado primário para o exercício de referência.320/64. pois representam recursos arrecadados em exercícios anteriores. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. . 35. prevista no Anexo de Metas Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Esta identificação atende não só ao equilíbrio financeiro necessário. como também ao princípio da competência. pertencem àquele exercício. 35 da Lei nº 4. e II – as despesas nele legalmente empenhadas. devem ter seus valores identificados na linha Saldos de Exercícios Anteriores. portanto. para realização de despesa. art. inciso I. que assim dispõe: “Art. onde. como também não poderão ser considerados no cálculo de déficit ou superávit orçamentários. 35.56 Tabela 16. deverá haver uma receita correspondente.192 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO As receitas arrecadadas e classificadas no exercício anterior que. e que serviram de fonte de financiamento de abertura e reabertura de créditos adicionais no exercício atual.

.... e Outras Transferências Correntes...... A subcategoria econômica Receita Tributária deverá ser detalhada nas fontes ICMS.....ANEXO VII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO – ESTADOS..... tais como taxas e contribuição de melhoria.. IRRF e Outras Receitas Tributárias. A subcategoria econômica Transferências Correntes deverá ser detalhada nas fontes FPE. RECEITA PRIMÁRIA TOTAL (VII) = (I + VI) DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS PRIMÁRIAS DESPESAS CORRENTES (VIII) Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida (IX) Outras Despesas Correntes Transferências Constitucionais e Legais Demais Despesas Correntes .... .2...7. IPVA.... A fonte IRRF corresponde à arrecadação do imposto descrito no inciso I do art..21 RECEITAS PRIMÁRIAS PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I) Receitas Tributárias ICMS IPVA ITCD IRRF Outras Receitas Tributárias .. de competência dos Estados. contabilizada como receita tributária do Estado ou do Distrito Federal. Transferências Correntes FPE Convênios Outras Transferências Correntes . 157 da Constituição Federal........ O grupo de natureza de despesa Outras Despesas Correntes deverá ser detalhado em Transferências Constitucionais e Legais e Demais Receitas Correntes. DF E MUNICÍPIOS 193 3...........21.... O modelo para os Estados e Distrito Federal será conforme a Tabela 16. ITCD.7.. (Fundo de Participação dos Estados) e do Distrito Federal.....2 Particularidades 3..1 Estados e Distrito Federal Tabela 16....

......2 Municípios Tabela 16... ICMS e Outras Transferências Correntes.. ITBI..... contabilizada como receita tributária do Município..... A subcategoria econômica Transferências Correntes deverá ser detalhada nas fontes FPM... O modelo para os Municípios será conforme a Tabela 16..... tais como taxas e contribuição de melhoria.. ... (Fundo de Participação dos Municípios)... A fonte IRRF corresponde à arrecadação do imposto descrito no inciso I do art.... 158 da Constituição Federal.194 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. IRRF e Outras Receitas Tributárias..22 RECEITAS PRIMÁRIAS PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS ATUALIZADA No Bimestre Até o Até o Bimestre/ Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I) Receitas Tributárias IPTU ISS ITBI IRRF Outras Receitas Tributárias ..7. de competência dos Municípios..2.. A subcategoria econômica Receita Tributária deverá ser detalhada nas fontes IPTU.. ISS.22.. Transferências Correntes FPM ICMS Convênios Outras Transferências Correntes ..

obrigatoriamente. LRF. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. inciso III. de 17 de março de 1964. O Resultado Primário da União é a diferença entre as receitas e as despesas primárias. Neste demonstrativo. A Portaria STN nº 869. .178. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. fundações públicas. .inciso VI do § 7º do art. a Previdência Social e o Banco Central são efetivas e não podem ser excluídas. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. liquidação e pagamento. exceto as despesas provenientes de Juros e Encargos da Dívida. de 15 de dezembro de 2005. deverão ser computadas todas as receitas e despesas. incluiu.§ 2º do art. LDO para o exercício de 2006. de 20 de setembro de 2005. 53. os valores serão apresentados em milhares de Reais. visto que estas se anulam quando consideramos apenas as despesas pagas. art. autarquias. não influenciando no resultado. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163.ANEXO VIII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO 195 3. as despesas e receitas intra-orçamentárias entre o Tesouro Nacional. Para fins de apuração do Resultado Primário. nos termos da Lei nº 4. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. incluindo as intra-orçamentárias. que estabelece que as operações entre órgãos.320. Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária57 e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre58. de 14 de outubro de 2005. art. 57 58 LRF. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . 8º da Lei nº 11. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. Além disso. de 4 de maio de 2001. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. pois influenciariam o resultado individual desses órgãos. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social.8 ANEXO VIII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO O Demonstrativo do Resultado Primário da União apresenta o resultado primário apurado na União. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. por meio de empenho. fundos. 52.

4 Despesas Administrativas deduzidas das Receitas Próprias (inclui transferências do Tesouro Nacional).8. inciso III) RECEITAS RECEITA TOTAL RECEITAS DO TESOURO NACIONAL (I) Receita Bruta Receitas de Impostos Impostos s/ Comércio Exterior Impostos s/ Patrimônio e a Renda Impostos s/ Produção e Circulação Receitas de Contribuições Demais Receitas Concessões de Serviços Públicos Participações e Dividendos Outras (-) Restituições (-) Incentivos Fiscais RECEITAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (II) RECEITAS DO BANCO CENTRAL (III) TRANSFERÊNCIAS A ESTADOS E MUNICÍPIOS (IV) RECEITA TOTAL LÍQUIDA (V) = (I+II–IV) DESPESAS PAGAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> R$ milhares RECEITAS REALIZADAS No Bimestre Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS DESPESA TOTAL DESPESAS DO TESOURO NACIONAL (VI) Pessoal e Encargos Sociais Custeio e de Capital Despesa do FAT Subsídios e Subvenções Econômicas Benefícios Assistenciais (LOAS/RMV) Outras Despesas de Custeio e de Capital Transferências ao Banco Central DESPESAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (VII) DESPESAS DO BANCO CENTRAL (VIII) No Bimestre RESULTADO PRIMÁRIO² No Bimestre PERÍODO Até o Bimestre/ <Exercício> Até o Bimestre/ <Exercício Anterior> RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO (IX)=(V) – (VI + VII) Tesouro Nacional (X) = (I – VI) Previdência Social – RGPS³ (XI) = (II – VII) Banco Central4 (XII) = (III – VIII) FONTE: ¹ Considera-se. ² Os valores entre parênteses correspondem a déficit.1 Instruções de Preenchimento Tabela 17 – Demonstrativo do Resultado Primário da União <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO¹ ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – Anexo VIII (LRF. ³ Receita de Contribuições menos Benefícios Previdenciários.196 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. o conceito de União como equivalente ao de Governo Central. . art 53. para efeito de apuração do Resultado Primário.

RECEITAS – Essa coluna identifica a receita total. de janeiro até o mês de referência. da administração direta e indireta. DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. os fundos. RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica as receitas realizadas no bimestre de referência. consideradas as receitas do Tesouro Nacional e as da Previdência Social. da administração direta ou indireta. Ex. Consideram-se realizadas as receitas arrecadadas diretamente pelo órgão. inciso III) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. inciso III) RECEITAS R$ milhares RECEITAS REALIZADAS No Bimestre Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RREO – Anexo VIII (LRF. art 53.: Até o Bimestre/2007. Ex. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. Tabela 17. O exercício deve ser apresentado no formato <aaaa>. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.ANEXO VIII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO 197 Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO¹ ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. assim como o bimestre a que se refere.: JANEIRO A JUNHO 2007/BIMESTRE MAIO-JUNHO. por exemplo. ou seja. Estado. União. Distrito Federal ou Município. vinculados à seguridade social. Até o Bimestre/<Exercício> – Essa coluna identifica os valores realizados até o bimestre de referência.1 RREO – Anexo VIII (LRF. art 53. a rede bancária. bem como as transferências a Estados e Municípios. órgãos e entidades. ou por meio de outras instituições como. . RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. R$ milhares – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em milhares de Reais. No Bimestre – Essa coluna identifica os valores realizados no bimestre de referência. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado. as receitas realizadas até o bimestre do exercício de referência e até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência.

.. Incluem..2 RECEITAS No Bimestre RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITA TOTAL .. como arrendamento e aluguel..... A finalidade dessas colunas é demonstrar. autarquias e fundações integrantes do Orçamento Geral da União..... Tabela 17... RECEITAS DO TESOURO NACIONAL (I) – Nessa linha registrar as receitas oriundas do Tesouro Nacional. provenientes de alienação de ações onde o governo detém a maioria do capital.: Até o Bimestre/2006. destacando as deduções de restituições e incentivos fiscais.. ainda... Previdência Social e Banco Central.. distribuída em três grandes grupos: Tesouro Nacional... não são consideradas receitas primárias. ... fundos. As receitas do Tesouro Nacional... Abrangem os recolhimentos efetuados pela administração direta... as receitas de participações e dividendos da União e as de concessões de serviços ou de utilização do patrimônio público. períodos correspondentes em dois exercícios. Tabela 17. objetivamente...3 RECEITAS No Bimestre RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITA TOTAL RECEITAS DO TESOURO NACIONAL (I) . Ex... RECEITA TOTAL (I) – Nessa linha registrar o total da receita primária arrecadada pela administração federal.... O exercício anterior deve ser apresentado no formato <aaaa>......198 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Até o Bimestre/<Exercício Anterior> – Essa coluna identifica os valores realizados até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência.

quais sejam.. quais sejam.. exclusivamente. de contribuições e demais receitas. Receita Bruta – Nessa linha registrar as receitas de impostos. quais sejam... autarquias e fundações... Impostos s/ Patrimônio e a Renda – Nessa linha registrar os impostos sobre o patrimônio e a renda. de competência da União. . de competência da União. à União.. Imposto sobre Produtos Industrializados e o Imposto sobre Operações de Crédito. Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros e Imposto sobre Exportação. aluguéis. Compete...... Receitas de Impostos – Nessa linha registrar os impostos sobre o comércio exterior. instituir contribuições sociais.. como instrumento de intervenção nas respectivas áreas. as concessões de serviços públicos e arrendamento do patrimônio e outras. receitas de prestação de serviço e rendas de alienação de ativos imobiliários.ANEXO VIII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO 199 Tabela 17. como tarifas. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas. Imposto sobre Propriedade Territorial Rural e o Imposto sobre Renda e Proventos de qualquer Natureza. definidos como tal no Código Tributário Nacional. Receitas de Contribuições – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita de contribuições sociais e econômicas..4 RECEITAS No Bimestre RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITA TOTAL RECEITAS DO TESOURO NACIONAL (I) Receita Bruta Receitas de Impostos Impostos s/ Comércio Exterior Impostos s/ Patrimônio e a Renda Impostos s/ Produção e Circulação Receitas de Contribuições Demais Receitas Concessões de Serviços Públicos Participações e Dividendos Outras (-) Restituições (-) Incentivos Fiscais . definidos como tal no Código Tributário Nacional.. Impostos s/ Comércio Exterior – Nessa linha registrar os impostos sobre o comércio exterior. sobre o patrimônio e a renda e sobre a produção e circulação. Câmbio e Seguro. que incluem taxas e receitas parafiscais. Uma parcela dessas outras receitas corresponde aos recolhimentos próprios de órgãos da administração direta. ou operações relativas a Títulos ou Valores Mobiliários... Demais Receitas – Nessa linha registrar os dividendos recebidos à conta do lucro de empresas estatais. para o Exterior.. fundos.. de Produtos Nacionais ou Nacionalizados. Impostos s/ Produção e Circulação – Nessa linha registrar os impostos sobre a produção e a circulação. definidos como tal no Código Tributário Nacional. sem deduções.

Tabela 17.... RECEITAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (II) – Nessa linha registrar a arrecadação de contribuições pelos trabalhadores e empregadores da iniciativa privada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS).. RECEITAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (II) ...... (-) Restituições – Nessa linha registrar as devoluções aos contribuintes dos impostos dos valores recolhidos a maior.. como tarifas. SENAI.....6 RECEITAS No Bimestre RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITA TOTAL ... (-) Incentivos Fiscais – Nessa linha registrar os incentivos fiscais.. administração do Sistema de Liquidação e Custódia de Títulos Públicos (Selic) e tarifas do Sistema de Transferência de Reservas (STR).. SESC e FNDE... efetuadas após a apuração do imposto devido para o ano de referência (ano-base). O pagamento é efetuado por meio de Guias de Recolhimento da Previdência Social (GRPS).. Outras – Nessa linha registrar as taxas e receitas parafiscais.....200 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Concessões de Serviços Públicos – Nessa linha registrar os recursos provenientes de concessões de serviços públicos e arrendamento do patrimônio. por meio do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).... SESI.. utilização do Sisbacen. As maiores devoluções são relativas ao imposto de renda........ Exclui qualquer tipo de operação referente à autoridade monetária e inclui a transferência do Tesouro ao Bacen relativa à .. por aplicação de até 40% do Imposto de Renda devido em Fundos de Investimento do Nordeste (Finor)..... receitas de prestação de serviço e rendas de alienação de ativos imobiliários..... administração de fundos e programas. autarquias e fundações. que decorrem da opção pelo contribuinte. Uma parcela dessas outras receitas são recolhimentos próprios de órgãos da administração direta..... como SENAC.. Também inclui o recolhimento à Previdência por meio do sistema “Simples” e as demais receitas do INSS. da Amazônia (Finam) e do Espírito Santo (Funres). fundos. Tabela 17. As receitas são líquidas de restituições e de transferências a terceiros..... RECEITAS DO BANCO CENTRAL (III) ... entre outras. aluguéis.. e destinados a outras instituições.5 RECEITAS No Bimestre RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITA TOTAL ... RECEITAS DO BANCO CENTRAL (III) – São receitas operacionais do Banco Central advindas de multas e taxas cobradas pela prestação de serviços ao sistema financeiro. pessoa jurídica......... na rede bancária. como as de aluguéis de imóveis.. dos recursos oriundos das empresas contribuintes... Participações e Dividendos – Nessa linha registrar as participações e os dividendos recebidos à conta do lucro de empresas estatais...... gerido pelo setor público federal..

os incentivos fiscais e as transferências a Estados e Municípios... do Imposto Territorial Rural – ITR.... sob amparo da Lei nº 9. para as exportações de produtos primários e semi-elaborados.. É a receita bruta do Governo Central. e na aquisição de bens para integração do ativo permanente59. .9 DESPESAS No Bimestre DESPESAS PAGAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESAS – Essa coluna identifica os itens das contas de despesas com pessoal e encargos sociais........ disponível para o custeio da máquina administrativa..478/1997. Tabela 17.ANEXO VIII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO 201 fonte 100.. Tabela 17. os repasses efetuados aos Estados pela desoneração do ICMS. visto que é registrada como receita do Banco Central e despesa do Tesouro Nacional.8 RECEITAS No Bimestre RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> RECEITA TOTAL .. Esta transferência é neutra do ponto de vista do cálculo do resultado primário do Governo Central.. Constituem as transferências legais.7 RECEITAS No Bimestre RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> ..... além de transferências voluntárias decorrentes de convênios..... do salário-educação e as transferências relativas a royalties pagos pela empresa Itaipu Binacional e royalties pagos pela Petrobrás. As constitucionais compreendem as parcelas de recursos do Imposto de Renda – IR e do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI...IV) – Nessa linha registrar o total da receita primária arrecadada pela administração federal... as despesas pagas até o bimestre do exercício de referência e até o bimestre correspondente no 59 Lei Complementar nº 87/96. alocação em atividades de governo e execução da política fiscal.. Também são incluídos os repasses de transferências de recursos oriundos de arrecadação do IOF – Ouro... TRANSFERÊNCIAS A ESTADOS E MUNICÍPIOS (IV) TRANSFERÊNCIAS A ESTADOS E MUNICÍPIOS (IV) – Nessa linha registrar as transferências constitucionais e legais... a parcela da União referente ao FUNDEF. deduzidas as restituições. e despesas de custeio e de capital. DESPESAS PAGAS – Essa coluna identifica as despesas pagas no bimestre de referência. TRANSFERÊNCIAS A ESTADOS E MUNICÍPIOS (IV) RECEITA TOTAL LÍQUIDA (V) = (I+II–IV) RECEITA TOTAL LÍQUIDA (V) = (I + II . Tabela 17..... arrecadados pelo Governo Federal e transferidos aos Estados e Municípios.

Até o Bimestre/<Exercício> – Essa coluna identifica as despesas pagas de janeiro até o final do bimestre de referência. Tabela 17. custeio e investimento. O exercício anterior deve ser apresentado no formato <aaaa>.. Até o Bimestre/<Exercício Anterior> – Essa coluna identifica as despesas pagas de janeiro até o final do bimestre correspondente no exercício anterior ao exercício de referência. fundos.202 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO exercício anterior ao de referência.: Até o Bimestre/2006. para a realização de suas despesas. Excluem-se dessas despesas os pagamentos com juros. Pessoal e Encargos Sociais – Nessa linha registrar o valor das ordens bancárias emitidas para pagamento de pessoal e encargos sociais da administração direta... tais como pagamento de pessoal. objetivamente. No Bimestre – Essa coluna identifica as despesas pagas no bimestre de referência..... ... Corresponde ao conceito de pagamento efetivo. assim como parte do pessoal do Governo do Distrito Federal e dos ex-Territórios.11 DESPESAS No Bimestre DESPESAS PAGAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESA TOTAL DESPESAS DO TESOURO NACIONAL (VI) Pessoal e Encargos Sociais Custeio e de Capital Despesa do FAT Subsídios e Subvenções Econômicas Benefícios Assistenciais (LOAS/RMV) Outras Despesas de Custeio e de Capital Transferências ao Banco Central DESPESAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (VII) DESPESAS DO BANCO CENTRAL (VIII) DESPESAS DO TESOURO NACIONAL (VI) – Nessa linha registrar o total da despesa primária realizada pela Administração Federal com Pessoal e Encargos Sociais... Ex.10 DESPESAS No Bimestre DESPESAS PAGAS Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ <Exercício> <Exercício Anterior> DESPESA TOTAL . despesas do FAT. subsídios e subvenções econômicas e benefícios assistenciais. DESPESA TOTAL – Nessa linha registrar o total da despesa primária realizada pela Administração Federal.. empréstimos e aplicações financeiras..... O exercício deve ser apresentado no formato <aaaa>..: Até o Bimestre/2007. A finalidade dessas colunas é demonstrar. Ex. Corresponde ao total de cheques emitidos (Ordem Bancária – OB) pelos órgãos do governo federal. Tabela 17... despesas de custeio e de capital. autarquias e fundações. períodos correspondentes em dois exercícios. que equivale aos valores desembolsados de ordens bancárias a débito da conta única do Tesouro Nacional.

Inclui. DESPESAS DO BANCO CENTRAL (VIII) – Nessa linha registrar despesas primárias com pessoal e encargos. Outras Despesas de Custeio e de Capital – Nessa linha registrar o conjunto das demais despesas primárias efetuadas pela administração pública federal. é a diferença entre o valor pago às instituições financeiras do serviço dessa dívida e o pagamento efetuado pelos agricultores ao Tesouro Nacional. Por fim. onde não há rede bancária. também.ANEXO VIII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO 203 Custeio e de Capital – Nessa linha registrar as despesas primárias da administração pública federal com o custeio da Administração Pública e realização das políticas de governo. também. sentenças judiciais e precatórios. Inclui aquelas previstas no Orçamento Geral da União e as referentes ao exercício anterior ao de referência. Transferências ao Banco Central – Nessa linha registrar recursos ordinários do Tesouro que são transferidos ao Banco Central para financiamento de despesas primárias do Banco Central. por meio de reserva bancária e de ordens bancárias emitidas em favor dos Correios e Telégrafos. considerando o retorno potencial da aplicação dos mesmos na rede bancária. Despesa do FAT – Nessa linha registrar as transferências de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT aos bancos oficiais. São eles: Renda Mensal Vitalícia (RMV). DESPESAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (VII) – Nessa linha registrar os pagamentos de benefícios aos aposentados. amparos assistenciais (LOAS) e pensão mensal vitalícia. No caso de dívida agrícola securitizada pela União. FNE). denominadas Restos a Pagar. pela utilização de seus recursos nesses financiamentos. além das despesas administrativas. Benefícios Assistenciais (LOAS/RMV) – Nessa linha registrar o pagamento de benefícios concedidos independentemente de contribuições efetuadas. Os subsídios implícitos são calculados como sendo o custo de oportunidade desses fundos. As equalizações correspondem à diferença entre o custo de captação das instituições financeiras e a taxa de financiamento. pensionistas e demais beneficiários do Regime Geral de Previdência Social (inclusive precatórios e requisições de pequeno valor referentes a essa rubrica). FNO. a despesa líquida com compra e venda de produtos agrícolas. Subsídios e Subvenções Econômicas – Nessa linha registrar equalizações de taxas de juros e despesas administrativas relativas aos empréstimos efetuados pelas instituições financeiras aos setores agrícola e exportador. para o pagamento de abono salarial e seguro-desemprego aos trabalhadores da iniciativa privada.12 RESULTADO PRIMÁRIO² No Bimestre PERÍODO Até o Bimestre/ <Exercício> Até o Bimestre/ <Exercício Anterior> RESULTADO PRIMÁRIO – Essa coluna identifica os itens de Resultado Primário. Inclui. pagos pelos Fundos Regionais (FCO. com o treinamento de trabalhadores e com o Sistema Nacional de Emprego – SINE. com o objetivo de regular o preço mínimo desses ativos. . fabricação de cédulas e moedas e custeio e investimento Tabela 17. pelo Tesouro Nacional. inclui os subsídios implícitos destinados aos setores agrícola e industrial. as despesas com serviços bancários.

Nessa linha registrar o déficit mensal do Banco Central.204 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO PERÍODO – Essa coluna identifica os valores realizados no bimestre de referência.. O resultado primário é a diferença entre as receitas primárias e as despesas primárias. que corresponde às despesas administrativas.. Previdência Social – RGPS³ (XI) = (II – VII) – Nessa linha registrar o resultado do RGPS.: Até o Bimestre/2006. do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e do Banco Central. compõe o resultado nominal calculado pelo Banco Central com base no estoque da dívida líquida..... Tesouro Nacional (X) = (I – VI) – Nessa linha registrar a diferença entre as receitas e as despesas primárias do Tesouro Nacional. não consideradas as receitas e as despesas da previdência social. Tabela 17. Até o Bimestre/<Exercício> – Essa coluna identifica o valor realizado de janeiro até o final do bimestre de referência.. O exercício deve ser apresentado no formato <aaaa>... líquidas de receitas próprias. Ex... . Ex... até o bimestre do exercício de referência e até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência. Banco Central4 (XII) = (III – VIII) ... que corresponde à diferença entre as receitas da Previdência Social e as despesas com benefícios previdenciários do setor privado. O exercício anterior deve ser apresentado no formato <aaaa>.13 RESULTADO PRIMÁRIO² No Bimestre PERÍODO Até o Bimestre/ <Exercício> Até o Bimestre/ <Exercício Anterior> RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO(IX) = (V) – (VI + VII) Tesouro Nacional (X) = (I – VI) Previdência Social – RGPS³ (XI) = (II – VII) Banco Central4 (XII) = (III – VIII) . O resultado do RGPS corresponde à diferença entre as receitas da Previdência Social e as despesas com benefícios previdenciários do setor privado.. No Bimestre – Essa coluna identifica o valor realizado no bimestre de referência. O resultado das demais operações do Banco Central está incluído nas despesas líquidas com juros nominais do Governo Central e. RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO (IX) = (V) – (VI + VII) – Essa linha identifica a diferença entre as receitas e as despesas primárias do Tesouro Nacional. portanto.: Até o Bimestre/2007.... Até o Bimestre/<Exercício Anterior> – Essa coluna identifica o valor realizado de janeiro até o final do bimestre correspondente no exercício anterior ao exercício de referência.

³ Receita de Contribuições menos Benefícios Previdenciários – Indica que no item de Previdência Social – RGPS é considerada a receita de contribuições menos os benefícios previdenciários. ² Os valores entre parênteses correspondem a déficit – Indicação de que os valores do demonstrativo que aparecem entre parênteses são valores negativos. o conceito de União como equivalente ao de Governo Central. para efeito de apuração do Resultado Primário. 4 Despesas Administrativas deduzidas das Receitas Próprias (inclui transferências do Tesouro Nacional) – Indica a forma de apuração do resultado primário do Banco Central.ANEXO VIII – DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DA UNIÃO 205 Tabela 17. ¹ Considera-se.14 RESULTADO PRIMÁRIO² No Bimestre PERÍODO Até o Bimestre/ <Exercício> Até o Bimestre/ <Exercício Anterior> FONTE: ¹ Considera-se. representando déficit. . para efeito de apuração do Resultado Primário. ³ Receita de Contribuições menos Benefícios Previdenciários. 4 Despesas Administrativas deduzidas das Receitas Próprias (inclui transferências do Tesouro Nacional). ² Os valores entre parênteses correspondem a déficit. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. o conceito de União como equivalente ao de Governo Central.

Deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre61. art. onde houver. de 14 de outubro de 2005. o Superior Tribunal de Justiça. O detalhamento por Poder agrega as informações em Executivo. art. o Tribunal de Justiça e outros. 50. art. . A Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. art. 60 61 LRF. distinguindose as processadas das não processadas62. de 4 de maio de 2001. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social foi criada pela Portaria STN nº 688. pelo menos. O detalhamento por órgão. LRF. a Câmara Legislativa e o Tribunal de Contas do Distrito Federal. e no Poder Legislativo Municipal. 53. agrega o Supremo Tribunal Federal. Distrito Federal e Municípios. mas não pagas. a Justiça do Trabalho. As inscrições em Restos a Pagar e as demais formas de financiamento ou assunção de compromissos junto a terceiros deverão ser escrituradas de modo a evidenciar o montante e a variação da dívida pública no período. a Justiça Eleitoral. também. 36. pagos e a pagar. 62 Lei nº 4320/64.206 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. As despesas que ainda não concluíram o estágio da liquidação são inscritas em restos a pagar não processados. a Câmara de Vereadores e o Tribunal de Contas do Município. No detalhamento do Poder Executivo dos Estados. no Poder Legislativo Estadual. Restos a Pagar são as despesas empenhadas. o Ministério Público. a Justiça Militar e a Justiça do DF e Territórios. O detalhamento por órgão. no Poder Judiciário Estadual. Legislativo. onde houver. No Poder Executivo Federal os órgãos. Os Municípios farão o detalhamento por órgãos dos Poderes Executivo e Legislativo. inciso V. Este demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária60 e possibilita o acompanhamento efetivo dos Restos a Pagar. agrega as respectivas Casas e o Tribunal de Contas da União. considerar as respectivas Secretarias e os órgãos subordinados. Restos a Pagar são as obrigações assumidas pelos órgãos ou entidades e constam do Passivo Financeiro do Balanço Patrimonial como Restos a Pagar Processados e Não Processados. 63 LRF. a Assembléia Legislativa e os Tribunais de Contas. para fins deste demonstrativo. 52. no Poder Legislativo do Distrito Federal. a natureza e o tipo de credor63. no Poder Legislativo Federal. no Poder Judiciário Federal.9 ANEXO IX – DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E ÓRGÃO O Demonstrativo dos Restos a Pagar por Poder e Órgão apresenta os valores inscritos. Judiciário e. inciso V. detalhando. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. bem como o Gabinete da Presidência da República e a Advocacia-Geral da União. a Justiça Federal. até o dia 31 de dezembro. agregam os Ministérios.

178. a expressão “Continua (x/y)”. 3 ou 4. repetir o cabeçalho e colocar no canto superior direito a expressão “Continuação”. na última página colocar no canto inferior direito apenas a expressão “(x/y)”. quando existentes. Faz-se necessário observar.inciso VI do § 7º do art. A informação “x/y” corresponde respectivamente ao número da página atual e ao número total de páginas do demonstrativo. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. b) restos a pagar referentes a despesas intra-orçamentárias. liquidação e pagamento. Caso o demonstrativo ocupe mais de uma página. se o resultado obtido for um número fracionário. obrigatoriamente. . para permitir maior transparência por meio da apuração líquida e total dos restos a pagar.§ 2º do art. estes deverão ser apresentados neste demonstrativo segregados em: a) restos a pagar líquidos dos restos a pagar referentes a despesas intra-orçamentárias. 6. por meio de empenho. deverão ser apresentados em uma tabela no final do demonstrativo. Dessa forma. 1. de 20 de setembro de 2005. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. 8 ou 9.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 0. Os restos a pagar referentes a despesas intra-orçamentárias. os valores serão apresentados em unidade de Real. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. deverão ser demonstradas com duas casas decimais. aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer. que para coleta das informações pela STN. . bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. no corpo do demonstrativo. As colunas ou linhas apresentadas em percentuais. o ente poderá optar por apresentá-los logo abaixo da linha totalizadora dos restos a pagar referentes a despesas intra-orçamentárias. caso não prejudique a transparência dos dados. se ocupar mais de duas páginas. Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. 8º da Lei nº 11. o número deve ser arredondado de acordo com o seguinte critério: . 2. LDO para o exercício de 2006. Para isso. de 17 de março de 1964.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 5.320. que estabelece que as operações entre órgãos. Conforme instrução deste manual. ainda.ANEXO IX – DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E ÓRGÃO 207 A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . Entretanto. nos termos da Lei nº 4. 7. a partir da segunda página. deve-se colocar no canto inferior direito da primeira página e nas demais. conforme descrito neste manual. os valores deverão ser informados em unidade de Real. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. contendo o mesmo nível de desdobramento dos outros restos a pagar. fica inalterado o último algarismo a permanecer. . via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN.

inciso V) RESTOS A PAGAR PROCESSADOS R$ 1. da administração direta e indireta. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. Estado. União.1 Instruções de Preenchimento Tabela 18 – Demonstrativo dos Restos a Pagar por Poder e Órgão <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E ÓRGÃO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – Anexo IX (LRF.00 RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Inscritos Inscritos Em Em 31 de em 31 de Exercícios dezembro de Cancelados Pagos A Pagar dezembro de Cancelados Pagos A Pagar Anteriores <Exercício <Exercício Anterior> Anterior> PODER/ÓRGÃO RESTOS A PAGAR (EXCETO INTRAORÇAMENTÁRIOS) (I) EXECUTIVO LEGISLATIVO JUDICIÁRIO MINISTÉRIO PÚBLICO RESTOS A PAGAR (INTRAORÇAMENTÁRIOS) (II) TOTAL (III) = (I + II) FONTE: Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E ÓRGÃO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E ÓRGÃO – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. os fundos. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. órgãos e entidades. art. Distrito Federal ou Município. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal.9. ou seja. 53. O Orçamento da Seguridade Social abrange . ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente.208 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3.

o saldo de R$ 300.00 em Restos a Pagar Não Processados.00 – Identifica os valores apresentados no demonstrativo em unidade de Real. 53. assim como o bimestre a que se refere. restando um saldo liquidado a pagar de R$ 300. Os saldos de Restos a Pagar Não Processados. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. liquidou todo o valor inscrito e pagou R$ 700. Legislativo e Judiciário e do Ministério Público. que durante o exercício de referência são liquidados mas não pagos. cancelados. inciso V) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. Em Exercícios Anteriores – Essa coluna identifica os saldos de Restos a Pagar Processados inscritos em exercícios anteriores. deverão.00. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. ser demonstrados na coluna Restos a Pagar Processados Inscritos de Exercícios Anteriores. e que já tiveram sua efetiva liquidação constatada. R$ 1. pagos e a pagar. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. no exercício de 2007. Ex.00. inciso V) RESTOS A PAGAR PROCESSADOS R$ 1. Inscritos – Essa coluna identifica os saldos de Restos a Pagar Processados inscritos em exercícios anteriores e o saldo em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito. no exercício seguinte. .2005. da administração direta ou indireta. RESTOS A PAGAR PROCESSADOS – Essa coluna identifica os saldos dos Restos a Pagar Processados inscritos. de janeiro até o mês de referência. Tabela 18. 53. art. Logo. Restos a Pagar Processados são as despesas empenhadas que já concluíram a fase de liquidação. Em 31 de dezembro de <Exercício Anterior> – Essa coluna identifica os saldos de Restos a Pagar Processados inscritos em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência. excetuados aqueles inscritos em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência. Os Municípios e o Distrito Federal deverão fazer o detalhamento por órgão dos Poderes Executivo e Legislativo.ANEXO IX – DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E ÓRGÃO 209 todos os órgãos e entidades.12.00 RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Inscritos Inscritos Em Em 31 de em 31 de Exercícios dezembro de Cancelados Pagos A Pagar dezembro de Cancelados Pagos A Pagar Anteriores <Exercício <Exercício Anterior> Anterior> PODER/ÓRGÃO RREO – Anexo IX (LRF.1 RREO – Anexo IX (LRF.00 deverá ser demonstrado na coluna Em Exercícios Anteriores. PODER/ÓRGÃO – Essa coluna identifica os itens Poder e Órgão. O detalhamento deverá ser feito por órgão dos Poderes Executivo. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado. Durante o exercício de 2006. Exemplo: Em 31.: JANEIRO A JUNHO 2007/BIMESTRE MAIO-JUNHO. a qual consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. art. vinculados à seguridade social. determinado Município inscreveu R$ 1.000.

Tabela 18.. os saldos liquidados a pagar deverão ser demonstrados na coluna RESTOS A PAGAR PROCESSADOS – Inscritos – Em Exercícios Anteriores. inscritos. Restos a Pagar Não Processados são as despesas empenhadas que ainda não concluíram a fase de liquidação.... por algum motivo. tiveram de ser cancelados durante o exercício de referência.. A Pagar – Essa coluna identifica os Restos a Pagar Processados inscritos. o título dessa coluna será “Em 31 de dezembro de 2006”.. Cancelados – Essa coluna identifica os Restos a Pagar Processados inscritos que. durante o exercício de referência.. Todavia. durante o exercício de referência. A Pagar – Essa coluna identifica os Restos a Pagar Não Processados inscritos.: Se o período de referência do demonstrativo for JANEIRO A AGOSTO/2007. cancelados. Pagos – Essa coluna identifica os Restos a Pagar Não Processados inscritos que já foram pagos. serão demonstrados os Restos a Pagar Não Processados inscritos em 31 de dezembro de 2006. por algum motivo. no exercício seguinte... Pagos – Essa coluna identifica os Restos a Pagar Processados inscritos e que já foram pagos.. . Inscritos em 31 de dezembro de <Exercício Anterior> – Essa coluna identifica a totalidade dos Restos a Pagar Não Processados inscritos em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência...: Se o período de referência do demonstrativo for JANEIRO A AGOSTO/2007.. tiveram de ser cancelados durante o exercício de referência...2 RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Inscritos Inscritos Em Em 31 de em 31 de Exercícios dezembro de Cancelados Pagos A Pagar dezembro de Cancelados Pagos A Pagar Anteriores <Exercício <Exercício Anterior> Anterior> RESTOS A PAGAR PROCESSADOS PODER/ÓRGÃO RESTOS A PAGAR (EXCETO INTRAORÇAMENTÁRIOS) (I) EXECUTIVO . pendentes de pagamento. pendentes de pagamento...210 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Ex. Os Restos a Pagar Não Processados e liquidados no exercício de referência deverão permanecer demonstrados nas respectivas colunas de RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS. Ex.. Cancelados – Essa coluna identifica os Restos a Pagar Não Processados inscritos que. e que ainda não tiveram sua efetiva liquidação constatada. RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS – Essa coluna identifica os saldos dos Restos a Pagar Não Processados. pagos e a pagar..

....... em cada esfera de governo (federal.. líquido dos restos a pagar referentes a despesas intra-orçamentárias. se houver. são o Supremo Tribunal Federal. são as respectivas Casas Legislativas e o Tribunal de Contas da União.. para fins deste demonstrativo...... o Superior Tribunal de Justiça.. JUDICIÁRIO – Nessa linha registrar os valores do Poder Judiciário. a Câmara de Vereadores e o Tribunal de Contas do Município. serão consideradas as respectivas Secretarias.. LEGISLATIVO .... se houver..... estadual ou municipal). bem como o Gabinete da Presidência da República e a Advocacia-Geral da União... EXECUTIVO – Nessa linha registrar os valores do Poder Executivo...... detalhados por órgão... em cada esfera de governo. no Poder Legislativo do Distrito Federal... Distrito Federal e Municípios.. estadual ou municipal).ANEXO IX – DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E ÓRGÃO 211 RESTOS A PAGAR (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIOS) (I) – Nessa linha registrar o total dos restos a pagar.. No Poder Judiciário Federal... a Justiça Eleitoral. o Tribunal de Justiça e outros. detalhados por órgão.... JUDICIÁRIO ... No Poder Executivo Federal.. E no Poder Executivo dos Estados. a Justiça Federal.. detalhados por órgão.. a Justiça do Trabalho.... (federal.. No Poder Legislativo Federal..... LEGISLATIVO – Nessa linha registrar os valores do Poder Legislativo.3 RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Inscritos Inscritos Em Em 31 de em 31 de Exercícios dezembro de Cancelados Pagos A Pagar dezembro de Cancelados Pagos A Pagar Anteriores <Exercício <Exercício Anterior> Anterior> RESTOS A PAGAR PROCESSADOS PODER/ÓRGÃO .. Tabela 18. .. a Câmara Legislativa e o Tribunal de Contas do Distrito Federal.. a Justiça Militar e a Justiça do DF e Territórios.. serão discriminados os Ministérios.... as Assembléias Legislativas e os Tribunais de Contas.... para fins deste demonstrativo.. no Poder Legislativo Estadual.4 RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Inscritos Inscritos Em Em 31 de em 31 de Exercícios dezembro de Cancelados Pagos A Pagar dezembro de Cancelados Pagos A Pagar Anteriores <Exercício <Exercício Anterior> Anterior> RESTOS A PAGAR PROCESSADOS PODER/ÓRGÃO ....... No Poder Judiciário Estadual. estadual ou municipal).. em cada esfera de governo (federal..... Tabela 18. e no Poder Legislativo Municipal.

..9.....212 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 18... TOTAL (III) = (I + II) FONTE: TOTAL (III) = (I + II) – Nessa linha registrar o total das colunas RESTOS A PAGAR PROCESSADOS e RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS.7 RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Inscritos Inscritos Em Em 31 de em 31 de Exercícios dezembro de Cancelados Pagos A Pagar dezembro de Cancelados Pagos A Pagar Anteriores <Exercício <Exercício Anterior> Anterior> RESTOS A PAGAR PROCESSADOS PODER/ÓRGÃO . MINISTÉRIO PÚBLICO .. Tabela 18.... quando existentes..... no caso dos Estados. Quando não existentes tais restos a pagar. Tabela 18.... representado pelo somatório das linhas RESTOS A PAGAR (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIOS) (I) e RESTOS A PAGAR (INTRA-ORÇAMENTÁRIOS) (II)..... Vide instrução de preenchimento no item 3. Os restos a pagar relativos a despesas intraorçamentárias.6 RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Inscritos Inscritos Em Em 31 de em 31 de Exercícios dezembro de Cancelados Pagos A Pagar dezembro de Cancelados Pagos A Pagar Anteriores <Exercício <Exercício Anterior> Anterior> RESTOS A PAGAR PROCESSADOS PODER/ÓRGÃO RESTOS A PAGAR (INTRAORÇAMENTÁRIOS) (II) RESTOS A PAGAR (INTRA-ORÇAMENTÁRIOS) (II) – Nessa linha registrar o total dos restos a pagar referentes a despesas intra-orçamentárias... .. MINISTÉRIO PÚBLICO – Nessa linha registrar os valores totais do Ministério Público da União....... somente essa linha deverá ser apresentada e preenchida com um traço (–) em todas as colunas.....2 – Preenchimento da Tabela dos Restos a Pagar relativos a Despesas Intra-Orçamentárias...5 RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Inscritos Inscritos Em Em 31 de em 31 de Exercícios dezembro de Cancelados Pagos A Pagar dezembro de Cancelados Pagos A Pagar Anteriores <Exercício <Exercício Anterior> Anterior> RESTOS A PAGAR PROCESSADOS PODER/ÓRGÃO .... e do Ministério Público Estadual......... contendo o mesmo nível de desdobramento dos demais restos a pagar....... deverão ser apresentados em uma tabela no final do demonstrativo.. no caso da União..

contendo o mesmo nível de desdobramento dos demais restos a pagar. Por exemplo. quando existentes. tanto dos Restos a Pagar Processados quanto dos Não Processados. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação.2 Preenchimento da Tabela dos Restos a Pagar Relativos a Despesas IntraOrçamentárias Os restos a pagar relativos às despesas intra-orçamentárias. supondo que os únicos restos a pagar existentes relativos a despesas intraorçamentárias pertencem ao Poder Executivo. 3.9. deverão ser apresentados em uma tabela no final demonstrativo. RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Inscritos Inscritos Em Em 31 de em 31 de Exercícios dezembro de Cancelados Pagos A Pagar dezembro de Cancelados Pagos A Pagar Anteriores <Exercício <Exercício Anterior> Anterior> RESTOS A PAGAR PROCESSADOS PODER/ÓRGÃO RESTOS A PAGAR (INTRAORÇAMENTÁRIOS) EXECUTIVO TOTAL FONTE: Figura 11 .ANEXO IX – DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E ÓRGÃO 213 O total das colunas A PAGAR. a tabela dos Restos a Pagar Relativos às Despesas Intra-Orçamentárias deve ser demonstrada conforme a Figura 11. é o resultado dos Restos a Pagar Inscritos menos os Cancelados e menos os Pagos.

o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento. art. art. os valores relativos aos 15% (quinze por cento) do ICMS e das transferências constitucionais e legais que compõem a base de cálculo para a formação do FUNDEF deverão ser registrados em contas contábeis retificadoras de cada uma das receitas orçamentárias. e será publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre65. art. ou pelos Estados aos respectivos Municípios. 70 ADCT. é prevista pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional64. Fundo de Participação dos Municípios e do IPI. com o primeiro dígito substituído pelo número 9. que terá o mesmo código da classificação orçamentária. no mínimo. § 1º. juntamente com o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. A União aplicará. na manutenção e desenvolvimento do ensino. . da receita resultante de impostos. na receita do governo que a transferir67. 66 CF. 60. art. caput. a observação quanto ao cumprimento do limite mínimo é anual. não é considerada. no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal. de 27 de agosto de 2001. A parcela da arrecadação de impostos transferida pela União aos Estados. art. e será distribuído entre cada Estado e seus Municípios. 60. 68 ADCT. de um Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF). para efeito do cálculo previsto no parágrafo anterior. LRF.214 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. compreendida a proveniente de transferências66. caput. anualmente. as perdas ou ganhos nas transferências do FUNDEF. nunca menos de dezoito por cento. § 1º. até o ano de 2006. entretanto. na forma da organização do sistema de ensino. quinze por cento dos recursos provenientes de ICMS.10 ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE O Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino apresenta os recursos públicos destinados à educação provenientes da receita resultante de impostos e das receitas vinculadas ao ensino. de natureza contábil69.394/96. Fundo de Participação dos Estados e Distrito Federal. Transferências de ICMS. art. ao Distrito Federal e aos Municípios. Os Estados. à manutenção e ao desenvolvimento do ensino fundamental. a sua publicação. § 2º. com o objetivo de assegurar a universalização de seu atendimento e a remuneração condigna do magistério. pelo menos. Este demonstrativo não está previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. proporcionalmente ao número de alunos nas respectivas redes de ensino fundamental70. 212. e os Estados. o Distrito Federal e os Municípios destinarão não menos de sessenta por cento dos recursos aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. 52. art 72. Portanto. O FUNDEF será constituído por. é assegurada mediante a criação. De acordo com a Portaria STN nº 328. 212. 69 ADCT. 60. o cumprimento dos limites constitucionais e as despesas com a manutenção e desenvolvimento do ensino por subfunção. 64 65 Lei nº 9.68 A distribuição de responsabilidades e recursos entre os Estados e seus Municípios. as despesas com a manutenção e desenvolvimento do ensino por vinculação de receita. 67 CF. criadas especificamente para esse fim.

mantidos os efeitos do art. . A União complementará os recursos do FUNDEF. A Portaria STN nº 869. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. O art. em função da forma de controle dos gastos com Educação de cada ente. nos termos da Lei nº 4. que altera o art. em cada Estado e no Distrito Federal.inciso VI do § 7º do art. de 20 de setembro de 2005.178. 3º da Proposta de Emenda à Constituição nº 536-D. não podem ser computadas na base de cálculo. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. 60 do ADCT (conforme estabelecido pela EC nº 14. mesmo se utilizadas para a educação no ensino público. ou qualquer outra parcela de receita vinculada a fundo ou despesa. para fins de apuração dos percentuais de aplicação na manutenção e desenvolvimento do ensino. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. Uma proporção não inferior a sessenta por cento dos recursos do FUNDEF de cada ente da Federação será destinada ao pagamento dos profissionais do magistério do ensino fundamental em efetivo exercício72. de 12/09/1996) até o início da vigência do FUNDEB. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. 60. de 4 de maio de 2001. liquidação e pagamento.320. de 1997. de 17 de março de 1964. este demonstrativo mantém os dados e cálculos em relação ao FUNDEF (conforme preconizado pela EC nº 14/1996) até retificação que poderá ocorrer no exercício de referência. . 60. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. art. O objetivo é incluir todas as despesas com Educação. dispõe que a emenda entrará em vigor na data de sua publicação. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. autarquias. § 5º. DO ENSINO – MDE 215 Não poderão ser deduzidas da base de cálculo das receitas. obrigatoriamente. por meio de empenho.§ 2º do art. fundações públicas. a parcela adicional do ICMS vinculada ao Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza. Para efeito do cumprimento dos percentuais mínimos de aplicação na manutenção e desenvolvimento do ensino. de 15 de dezembro de 2005. porém sem gerar 71 72 ADCT. 8º da Lei nº 11. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. fundos. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. em trâmite no Congresso Nacional. mas não as voluntárias. que estabelece que as operações entre órgãos. sempre que. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . de 14 de outubro de 2005. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. Portanto. Para fins de apuração da despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino. incluiu. LDO para o exercício de 2006. Dessa forma. art. devem ser contabilizadas as transferências constitucionais. E DESENV. ADCT. § 3º. deve-se incluir ou não as receitas e despesas intra-orçamentárias. 60 do ADCT e propõe a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. seu valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente71.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.

aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer. fica inalterado o último algarismo a permanecer. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. . 3 ou 4.216 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO dupla contagem. No demonstrativo. A contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS passou a ser registrada na forma de despesa e não mais como repasse previdenciário. os valores deverão ser informados em unidade de Real. o número deve ser arredondado de acordo com o seguinte critério: . Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. na última página colocar no canto inferior direito apenas a expressão “(x/y)”. . A Figura 12 demonstra o Quadro de Financiamento do Ensino. que para coleta das informações pela STN. os valores em percentuais deverão ser apresentados com duas casas decimais.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 0. se ocupar mais de duas páginas. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. Não é necessário segregar as receitas e despesas intra-orçamentárias das outras receitas e despesas.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 5. 1. Conforme instrução deste manual. Não obstante essa modificação. a expressão “Continua (x/y)”. 2. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. 8 ou 9. 7. ao número da página atual e ao número total de páginas do demonstrativo. respectivamente. Caso o demonstrativo ocupe mais de uma página. ainda. 6. a partir da segunda página. deve-se colocar no canto inferior direito da primeira página e nas demais. Para isso. repetir o cabeçalho e colocar no canto superior direito a expressão “Continuação”. caso resultem números fracionários. A informação “x/y” corresponde. Faz-se necessário observar. os valores serão apresentados em unidade de Real. a contribuição patronal referente ao pessoal da área da educação continuará sendo considerada despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino para fins de limite mínimo.

ISS .ITCD .Imposto sobre Operações Financeiras .FUNDEF (Ensino Fundamental) 25% TRANSFERÊNCIAS 10% .Ensino Fundamental ESTADOS MÍNIMO 25% dos Impostos/Transferências na MDE MÍNIMO 15% (60% de 25%) no Ensino Fundamental Receita Resultante de Impostos . DO ENSINO – MDE 217 FINANCIAMENTO DO ENSINO UNIÃO MÍNIMO 18% dos Impostos na MDE MÍNIMO 5.Imposto s/ Circulação de Mercad.Ensino Fundamental 10% .Desoneração ICMS (LC 87/96) . MDE Figura 12 .Imposto sobre Importação .Cota-Parte ICMS 15% .IPI .Cota-Parte IOF Ouro 15% .Ensino Fundamental Repartição do Percentual Mínimo na MDE TRANSFERÊNCIAS .Outras Desp. MDE Repartição do Percentual Mínimo na MDE 5. MDE 25% 15% .Imposto de Renda Retido na Fonte 25% 10% .FPM .Imposto sobre Exportação .Outras Desp.Imposto de Renda Retido na Fonte .Imposto s/ Propriedade de Veículos Automotores (50%) .ITR . e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (75% da arrecadação) .II .Imposto sobre Produtos Industrializados (43% da arrecadação) .IRRF .Fundo de Participação dos Estados e DF .IPTU .FUNDEF (Ensino Fundamental) 25% 10% .Impostos s/ Transmissão "causa mortis" e Doação .Outras Desp.Cota-Parte ITR .4% (30% de 18%) no Ensino Fundamental Receita Resultante de Impostos .ITBI .Outros Impostos 18% 12.FPE .IR .Outras Desp.Fundo de Participação dos Municípios . E DESENV.IPVA .Cota-Parte IPVA .Cota-Parte IOF Ouro Base de Cálculo FUNDEF 10% .Outras Desp.Outras Desp.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza .Desoneração ICMS (LC 87/96) .Imposto de Renda e Proventos de Qualquer Natureza (53% da arrecadação) .6 % . MDE Repartição do Percentual Mínimo na MDE 15% .IE .4 % .IRRF .ICMS .Imposto s/ Transmissão de Bens "inter vivos" .Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (50% da arrecadação) . MDE MUNICÍPIOS MÍNIMO 25% dos Impostos/Transferências na MDE MÍNIMO 15% (60% de 25%) no Ensino Fundamental Receita Resultante de Impostos .Cota-Parte IPI Exportação .Ensino Fundamental Base de Cálculo FUNDEF . MDE 25% 15% .Imposto s/ Propriedade Territorial Urbana .Cota-Parte IPI Exportação (75%) .IOF .

Cota-Parte IPI Exportação MUNICÍPIOS -Cota-Parte ICMS -FPM -Desoneração ICMS (LC 87/96) -Cota-Parte IPI Exportação 15 % 15 % 40% Outras Despesas do Ensino Fundamental Figura 13 . no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal. Remuneração dos Profissionais do Magistério em Efetivo Exercício 60% ESTADOS -ICMS -FPE -Desoneração ICMS (LC 87/96) .a União complementará os recursos do Fundo sempre que. seu valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente.218 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO FINANCIAMENTO DO FUNDEF UNIÃO Complementação ao FUNDEF .

Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos (-) Transferências Constitucionais dos Impostos (-) Desvinculação da Receita de Impostos da União RECEITAS VINCULADAS À EDUCAÇÃO Contribuição Social do Salário-Educação Receita de Operações de Crédito Destinada à Educação Outras Receitas Destinadas à Educação TOTAL DAS RECEITAS DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre Até o Bimestre (d) PREVISÃO INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS No Até o Bimestre Bimestre (b) R$ 1. art. 72) RECEITAS RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) Impostos Multas.10.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. E DESENV. Juros de Mora. DO ENSINO (II – IX) / (I) Caput do artigo 212 da CF/1988 MÍNIMO DE 30% DOS RECURSOS COM MDE NA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO E NO ENSINO FUNDAMENTAL [(III + IV + V + VI + VII) – (X)] / (I * 18%) Caput/ § 6º do artigo 60 do ADCT DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Cancelados Exercícios Anteriores em <Exercício> VALOR MÍNIMO VALOR APURADO % APLICADO DESPESAS COM ENSINO POR SUBFUNÇÃO ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO MÉDIO ENSINO PROFISSIONAL ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EDUCAÇÃO ESPECIAL OUTRAS SUBFUNÇÕES TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO FONTE: ¹ Limites mínimos anuais a serem cumpridos no encerramento do exercício. DO ENSINO – MDE 219 3.1 Instruções de Preenchimento – UNIÃO Tabela 19 – Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE – UNIÃO <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO X (Lei nº 9.394/1996. art. 71) CUSTEADAS COM A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO (V) Erradicação do Analfabetismo Ensino Fundamental FINANCIADAS COM RECURSOS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS CORRENTES DESTINADOS À EDUCAÇÃO Ações Típicas de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE Erradicação do Analfabetismo (VI) Ensino Fundamental (VII) Demais Ações com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Outras Ações com Educação (LDB/EN.00 % (b/a) DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS CUSTEADAS COM A RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS Ações Típicas de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE (II) Erradicação do Analfabetismo (III) Ensino Fundamental (IV) Ensino Médio Ensino Superior Demais Ações com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Outras Ações com Educação (LDB/EN. 71) TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO (VIII) % (d/c) CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO (IX) RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO E ENSINO FUNDAMENTAL (X) TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS¹ MÍNIMO DE 18% DA RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIM. DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre Até o Bimestre (d) % (d/c) . art. Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos Dívida Ativa dos Impostos Multas.

220 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. R$ 1. PREVISÃO INICIAL – Essa coluna identifica os valores da previsão inicial das receitas. constantes da Lei Orçamentária Anual. 72) RECEITAS R$ 1. ou seja. refletindo a posição inicial da LOA.1 RREO – ANEXO X (Lei nº 9. a União. Ex.: JANEIRO A AGOSTO 2007/BIMESTRE JULHO-AGOSTO. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. RECEITAS – Essa coluna identifica a receita resultante de impostos e as receitas vinculadas ao ensino. que permanecerão inalterados durante todo o exercício. art. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. As receitas e despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino serão apuradas e publicadas nos balanços do Poder Público.394/1996. da administração direta ou indireta.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. da administração direta e indireta. de janeiro até o mês de referência. . RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. 72) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. art. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. PREVISÃO ATUALIZADA (a) – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas para o exercício de referência. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. os fundos.394/1996. vinculados à seguridade social.00 PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (a) (b) (b/a) RREO – ANEXO X (Lei nº 9. órgãos e entidades. assim como no relatório resumido da execução orçamentária. Tabela 19. assim como o bimestre a que se refere. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.

Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos Dívida Ativa dos Impostos Multas. . No Bimestre – Essa coluna identifica os valores das receitas realizadas no bimestre de referência. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos (-) Transferências Constitucionais dos Impostos (-) Desvinculação da Receita de Impostos da União . % (b/a) – Essa coluna identifica o percentual das receitas realizadas no exercício de referência em relação à previsão atualizada. Juros de Mora. Tabela 19. RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica os valores das receitas realizadas.. Até o Bimestre (b) – Essa coluna identifica os valores das receitas realizadas até o final do bimestre de referência.. de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira73... o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação.. 9º. caput e § 1º. no bimestre de referência e até o bimestre de referência. a coluna PREVISÃO INICIAL deverá ser preenchida com um traço “–”. assim como daqueles atos que o modificarem. ou seja. acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada.. 73 RECEITAS REALIZADAS No Até o % Bimestre Bimestre (b) (b/a) LRF.. arrecadadas diretamente pelo órgão ou por meio de outra instituição. em que o total reestimado é menor. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira. E DESENV.2 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) Impostos Multas. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. poderá ser apresentado. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal... Quando houver uma nova natureza de receita. a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial. 52... art. o valor da coluna (b) dividido pelo valor da coluna (a) multiplicado por cem (100)..ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.. DO ENSINO – MDE 221 Se não ocorrer nenhum dos eventos mencionados. bem como o percentual realizado em relação à previsão atualizada.. demonstrando que esse valor não estava previsto na LOA.. tal como a rede bancária.. combinados com o art. O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita... Em caso de surgimento de nova natureza de receita que não esteja prevista na LOA. Nesse caso. a previsão dessa nova natureza deverá ser identificada pela coluna PREVISÃO ATUALIZADA (a). no detalhamento das respectivas classificações..

Multas. Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos – Nessa linha registrar os valores referentes a receitas com penalidades pecuniárias decorrentes da inobservância de normas tributárias. receitas de transferências constitucionais e legais. inscritos na forma de legislação própria. cuja obrigação tem por fato gerador situação independente de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte. especificamente multas. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos – Nessa linha registrar os valores referentes a receitas com penalidades pecuniárias decorrentes da inobservância de normas tributárias.222 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) – Nessa linha registrar a receita resultante de impostos (deduzidas as Transferências Constitucionais e Legais aos Estados e a Desvinculação da Receita de Impostos). atualização monetária e outros encargos resultantes de impostos e da dívida ativa de impostos. atualização monetária e outros encargos incidentes sobre a dívida ativa dos impostos. Inclui as receitas de impostos. fundo ou despesa. Deverá ser informada somente a parcela desvinculada dos impostos. que dispõe que será desvinculado de órgão. Impostos – Nessa linha registrar os valores das receitas brutas de impostos. previstos em contratos ou em normativos legais. (-)Desvinculação da Receita de Impostos da União – Nessa linha registrar os valores referentes à desvinculação da receita de impostos da União. Juros de Mora. (-)Transferências Constitucionais dos Impostos – Nessa linha registrar os valores referentes às transferências constitucionais e legais concedidas pela União. Dívida Ativa dos Impostos – Nessa linha registrar os valores referentes a receita da dívida ativa dos impostos. constituída de créditos de natureza tributária. e outras receitas correntes resultantes de impostos. em obediência ao preceito do artigo 76 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias74. a serem observados. ou seja. depois de apurada sua liquidez e certeza. pois as contribuições sociais não compõem a base de cálculo de aplicação na manutenção e desenvolvimento do ensino. . considerada para base de cálculo. as transferências de impostos arrecadados e repartidos com os Estados. 74 EC nº 27/2000. Multas. conforme o Código Tributário Nacional. juros de mora. receitas de dívida ativa de impostos. 20% (vinte por cento) da arrecadação dos impostos e contribuições sociais. Imposto é a modalidade de tributo. em cumprimento aos limites mínimos estabelecidos na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento. o Distrito Federal e os Municípios. juros de mora. multas.

. RECEITAS VINCULADAS À EDUCAÇÃO Contribuição Social do Salário-Educação Receita de Operações de Crédito Destinada à Educação Outras Receitas Destinadas à Educação TOTAL DAS RECEITAS RECEITAS REALIZADAS No Até o % Bimestre Bimestre (b) (b/a) RECEITAS VINCULADAS À EDUCAÇÃO – Nessa linha registrar os valores de receitas que não entram na base de cálculo para a comprovação dos limites mínimos constitucionais.78 Não compõem a base de cálculo dos limites mínimos a serem aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino.5% (dois e meio por cento) sobre o total de remunerações pagas ou creditadas. Outras Receitas Destinadas à Educação – Nessa linha registrar o valor de outras receitas destinadas à Educação que não constam nos itens anteriores e que requerem apresentação no demonstrativo. caput. Contribuição Social do Salário-Educação – Nessa linha registrar o valor da contribuição social do salário-educação.. mais as receitas totais vinculadas à educação.. 77 CF. aos segurados empregados76. TOTAL DAS RECEITAS – Nessa linha registrar a receita total resultante de impostos. § 5º. art. 78 Lei nº 9. Estados....4 DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) 75 76 DEC nº 3.. art.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.. 72.. 7º.142/99.. O salário-educação é devido pelas empresas e calculado com base na alíquota de 2. Tabela 19.... A quota federal do salário-educação corresponde a um terço do montante dos recursos. 15.. art. DO ENSINO – MDE 223 Tabela 19. art. mas que possuem destinação específica e vinculada. e servirá de fonte adicional de financiamento do ensino fundamental público77. a qualquer título. distribuído pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino (FNDE)75. E DESENV... Distrito Federal e regiões brasileiras. Esses valores não serão considerados na base de cálculo dos limites mínimos a serem observados..424/96. de forma a propiciar a redução dos desníveis sócioeducacionais existentes entre Municípios.3 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) .394/96. 212.. que será destinada ao FNDE e aplicada no financiamento de programas e projetos voltados para a universalização do ensino fundamental.. Receita de Operações de Crédito Destinada à Educação – Nessa linha registrar o valor da receita de operações de crédito com destinação específica para aplicação na Educação. . Lei nº 9.

79 80 LRF. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor.224 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS – Essa coluna identifica o detalhamento das despesas com Ensino. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial prevista na Lei Orçamentária Anual. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. mas apenas restringirá a emissão de empenho. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. até o bimestre e o percentual liquidado em relação à dotação atualizada. deverão compor. Durante o exercício. para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. por destinação de recursos. em função do empenho legal. durante o exercício. se ocorrer. Lei nº4. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas. por constituírem obrigações preexistentes. em substituição à Tabela 19. processados ou não processados. as despesas que já foram pagas. decorrentes de contratos. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à educação. inclusive. art. não afetará a dotação autorizada. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. Deverão ser consideradas. as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. inscritas em restos a pagar. poderão ser consideradas. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais. No encerramento do exercício. inciso II. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. o total das despesas liquidadas80. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. No encerramento do exercício. no bimestre de referência.4. para as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. referentes às despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. convênios e outros instrumentos. A limitação de empenho79. 35. . no encerramento do exercício. art. DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento. Portanto.320/64. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 14. 9º. as despesas empenhadas.

320/64... Erradicação do Analfabetismo (III) – Nessa linha registrar a aplicação em despesas relacionadas com a erradicação do analfabetismo.5 DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS CUSTEADAS COM A RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS Ações Típicas de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE (II) Erradicação do Analfabetismo (III) Ensino Fundamental (IV) Ensino Médio Ensino Superior Demais Ações com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Outras Ações com Educação (art. mas que. 63 da Lei 4. por força do art. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço.. nos termos do art. % (d/c) – Essa coluna identifica o percentual da despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada no exercício em relação à dotação atualizada.. custeadas com receitas provenientes de impostos..35. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. 71... para maior transparência. E DESENV... No Bimestre – Essa coluna identifica a despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada no bimestre de referência. por força legal. as despesas executadas estão segregadas em: . ensino superior e demais ações com manutenção e desenvolvimento do ensino. DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) CUSTEADAS COM A RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS – Nessa linha registrar as despesas com ensino. Dessa forma. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 14 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. No encerramento do exercício. ensino fundamental. Até o Bimestre (d) – Essa coluna identifica a despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada até o final do bimestre de referência.. Ações Típicas de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE (II) – Nessa linha registrar os valores somados das despesas com erradicação do analfabetismo. DO ENSINO – MDE 225 DESPESAS EXECUTADAS DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) LIQUIDADAS No Até o Bimestre Bimestre (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % (d/c) Nota: Durante o exercício...ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.. . ao fim do exercício financeiro. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas... .. foram considerados como despesa liquidada. custeadas pelas receitas resultantes de impostos. inciso II da Lei 4.320/64. inscritas em Restos a Pagar não processados. Figura 14 Dessa forma. a) Despesas liquidadas.. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas... ou seja.. o valor da coluna (d) dividido pelo valor da coluna (c) multiplicado por cem (100). ensino médio. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. Tabela 19. LDB) .

. e as despesas liquidadas com o ensino fundamental... inicial e atualizada..... custeadas pelas receitas resultantes de Impostos...226 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Ensino Fundamental (IV) – Nessa linha registrar a aplicação em despesas com ensino fundamental..7 DOTAÇÃO DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS INICIAL ATUALIZADA (c) ... custeadas com a contribuição social do salário-educação.. inicial e atualizada.......6 DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS . inicial e atualizada........ FINANCIADAS COM RECURSOS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO .. Tabela 19.. 71 da Lei Federal nº 9394/96 – LDB. DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) CUSTEADAS COM A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO (V) – Nessa linha registrar os totais das dotações. não constituirão despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino..... nem do ensino superior........ aquelas que não constam como despesas do ensino fundamental... custeadas com a contribuição social do salário-educação. e as despesas liquidadas com educação. 71.. custeadas com a contribuição social do salárioeducação.. ou seja... Tabela 19.. nem do ensino médio.... custeadas pelas receitas resultantes de impostos.. e que compõem as custeadas com receitas resultantes de impostos. Ensino Médio – Nessa linha registrar a aplicação em despesas com ensino médio. DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) . Ensino Fundamental – Nessa linha registrar os totais das dotações......... e as despesas liquidadas com a erradicação do analfabetismo. conforme o disposto no art. Demais Ações com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – Nessa linha registrar as aplicações nas demais ações com manutenção e desenvolvimento do ensino... LDB) – Nessa linha registrar as aplicações em outras ações com educação que.. Erradicação do Analfabetismo – Nessa linha registrar os totais das dotações...... CUSTEADAS COM A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIOEDUCAÇÃO (V) Erradicação do Analfabetismo Ensino Fundamental .. Outras Ações com Educação (art.. custeadas pelas receitas resultantes de Impostos....... Ensino Superior – Nessa linha registrar a aplicação em despesas relacionadas com ensino superior..

....8 DOTAÇÃO DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS INICIAL ATUALIZADA (c) ... Tabela 19...... LDB) ... 71... TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO (VIII) ... Outras Ações com Educação (art. Tabela 19... CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS CORRENTES DESTINADOS À EDUCAÇÃO Ações Típicas de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE Erradicação do Analfabetismo (VI) Ensino Fundamental (VII) Demais Ações com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Outras Ações com Educação (art..... inicial e atualizada. LDB) – Nessa linha registrar a aplicação em outras ações com educação custeadas com outros recursos correntes que.. financiadas com outros recursos correntes.... E DESENV.... financiadas com outros recursos correntes. inicial e atualizada. financiadas com recursos originários de Operações de Crédito... Ações Típicas de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE – Nessa linha registrar os totais das dotações. e despesas liquidadas com a erradicação do analfabetismo. financiadas com outros recursos correntes... financiadas com outros recursos correntes.. 71.... DO ENSINO – MDE 227 FINANCIADAS COM RECURSOS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO – Nessa linha registrar os totais das dotações.... Erradicação do Analfabetismo (VI) – Nessa linha registrar os totais das dotações.. inicial e atualizada..... não constituirão despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino.. DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS CORRENTES DESTINADOS À EDUCAÇÃO – Nessa linha registrar os totais das dotações. Demais Ações com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – Nessa linha registrar a aplicação em outras despesas relacionadas com a manutenção e o desenvolvimento do ensino... inicial e atualizada. e despesas liquidadas com o ensino fundamental....9 DESPESAS DOTAÇÃO DOTAÇÃO LIQUIDADAS DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS INICIAL ATUALIZADA No Até o % (c) Bimestre Bimestre (d/c) (d) . inicial e atualizada. e despesas liquidadas com educação e financiadas com outros recursos correntes...ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. conforme o disposto no art. 71 da Lei Federal nº 9394/96 – LDB.. Ensino Fundamental (VII) – Nessa linha registrar os totais das dotações.. e despesas liquidadas com ações típicas de manutenção e desenvolvimento do ensino... e despesas liquidadas com educação.

Tabela 19. que foram cancelados no exercício de referência. inscritos com disponibilidade financeira em exercícios anteriores ao de referência. Esse valor deverá ser compensado. Tabela 19. inscritos com disponibilidade financeira em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência. cujos valores já foram considerados em percentuais de aplicação nos respectivos exercícios de inscrição. Inscritos em Exercícios Anteriores – Essa coluna identifica o total de restos a pagar inscritos com disponibilidade financeira em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência.228 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO (VIII) – Nessa linha registrar os totais das dotações. aplicando-o em despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino no exercício de referência. em função dos cancelamentos de restos a pagar inscritos em exercícios anteriores ao exercício de referência.11 CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS Á EDUCAÇÃO RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO (IX) RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO E ENSINO FUNDAMENTAL (X) RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Cancelados em Exercícios Anteriores <Exercício> RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO (IX) – Nessa linha registrar o total a compensar. relativos à erradicação do analfabetismo e ao ensino fundamental. relativos à manutenção e desenvolvimento do ensino.10 CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Cancelados em Exercícios Anteriores <Exercício> CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES – Essa coluna identifica o cancelamento de Restos a Pagar vinculados ao Ensino. Cancelados em <Exercício> (g) – Essa coluna identifica o total de restos a pagar. em função dos cancelamentos de restos a pagar inscritos em exercícios anteriores ao exercício de referência. à época. RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO E ENSINO FUNDAMENTAL (X) – Nessa linha registrar o total a compensar. que foram considerados como aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS – Essa coluna identifica os valores de restos a pagar inscritos em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência até o limite da disponibilidade financeira. além do limite mínimo constitucional para o exercício de referência. inicial e atualizada. de recursos próprios vinculados à Educação e o valor dos restos a pagar inscritos com disponibilidade financeira nesses exercícios e cancelados no exercício de referência. e despesas liquidadas com educação. Esse valor deverá ser .

Dessa forma. aplicando-o em despesas com erradicação do analfabetismo e ensino fundamental no exercício de referência. no caso da União. Tabela 19. O percentual é de 30% de 18% das receitas provenientes de impostos. VALOR APURADO – Essa coluna identifica o valor apurado. 60 do ADCT dispõe que a União deverá aplicar nunca menos que o equivalente a 30% (trinta por cento) dos recursos a que se refere o caput do art. VALOR MÍNIMO – Essa coluna identifica o valor mínimo de aplicação em despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. da aplicação em despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino para fins de limites. dessa forma. são consideradas todas as aplicações na erradicação do analfabetismo e na manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental. % – Essa coluna identifica o percentual de aplicação. que corresponde ao limite mínimo constitucional do exercício de referência. a União aplicará “o equivalente” a 30% de 18% das receitas provenientes de impostos. além do limite mínimo constitucional para o exercício de referência. . O limite constitucional mínimo deverá ser observado somente no encerramento do exercício. e não necessariamente 30% de 18% das receitas provenientes de impostos. DO ENSINO – MDE 229 compensado. para cada limite constitucional a ser cumprido. no bimestre de referência. a receita de impostos como mera referência) e não em vinculação direta do montante arrecadado. ou seja. uma vez que o dispositivo citado fala em equivalência (utilizando.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.12 TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS¹ VALOR VALOR MÍNIMO APURADO % TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS¹ – Essa coluna identifica a participação das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino nas receitas correspondentes. Tabela 19. E DESENV. a relação entre as despesas e as receitas. pois o limite considerado é anual. independentemente da fonte de recursos. 212 da CF. com a finalidade de demonstrar se os limites mínimos exigidos pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação vêm sendo cumpridos. ou seja. O § 6° do art.13 TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS¹ MÍNIMO DE 18% DA RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO (II – IX) / (I) Caput do artigo 212 da CF/88 MÍNIMO DE 30% DOS RECURSOS COM MDE NA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO E NO ENSINO FUNDAMENTAL [(III + IV + V + VI + VII) – (X)] / (I * 18%) Caput/ § 6º do artigo 60 do ADCT VALOR VALOR MÍNIMO APURADO % MÍNIMO DE 18% DA RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – (II – IX) / (I) Caput do artigo 212 da CF/88 – Nessa linha registrar o percentual das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino em relação às receitas líquidas provenientes de impostos. MÍNIMO DE 30% DOS RECURSOS COM MDE NA ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO E NO ENSINO FUNDAMENTAL [(III + IV + V + VI + VII) – (X)] / (I * 18%) Caput / § 6º do artigo 60 do ADCT – Nessa linha registrar a aplicação mínima dos recursos da União na erradicação do analfabetismo e na manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental.

não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. . até o bimestre e o percentual liquidado em relação à dotação atualizada. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à educação. as despesas que já foram pagas. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados.230 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 19. No encerramento do exercício. para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. convênios e outros instrumentos. para as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. Deverão ser consideradas. inciso II. No modelo são apresentadas as subfunções típicas da função Educação. Portanto.320/64. referentes às despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. mas apenas restringirá a emissão de empenho. de 14 de abril de 1999. 9º. podendo. 35. poderão ser consideradas. No encerramento do exercício. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. no bimestre de referência. em função do empenho legal. serem utilizadas subfunções não vinculadas especificamente à função Educação. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. processados ou não processados. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 15. do Ministério de Orçamento e Gestão. em 81 82 LRF. por constituírem obrigações preexistentes. inclusive. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados.14 DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR SUBFUNÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (c) (d) (d/c) DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR SUBFUNÇÃO – Essa coluna identifica o detalhamento das despesas com Ensino. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial prevista na Lei Orçamentária Anual. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. desde que sejam despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. decorrentes de contratos. inscritas em restos a pagar. as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. as despesas empenhadas. no encerramento do exercício. A limitação de empenho81. Durante o exercício. mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais. não afetará a dotação autorizada. deverão compor. se ocorrer. art. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. o total das despesas liquidadas82. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas. por subfunção da despesa. entretanto. art. durante o exercício. observada a Portaria nº 42. Lei nº4.

32. No Bimestre – Essa coluna identifica as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas no bimestre de referência. com duração mínima de oito anos.394/96. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. nos termos do art. ou seja. ENSINO MÉDIO – Nessa linha registrar as despesas com o ensino médio. E DESENV. Até o Bimestre (d) – Essa coluna identifica as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas até o bimestre de referência. inciso II da Lei 4. para maior transparência. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 15 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. a coluna (d) sobre a coluna (c) multiplicado por cem (100). Dessa forma. . 83 Lei nº 9.320/64. Tabela 19.15 DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR SUBFUNÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (c) (d) (d/c) DOTAÇÃO ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO MÉDIO ENSINO PROFISSIONAL ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EDUCAÇÃO ESPECIAL OUTRAS SUBFUNÇÕES ENSINO FUNDAMENTAL – Nessa linha registrar as despesas com o ensino fundamental. mas que. art. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. foram considerados como despesa liquidada. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. No encerramento do exercício.320/64. ao fim do exercício financeiro. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. por força do art. por força legal.35. .14. inscritas em Restos a Pagar não processados. que tem por objetivo a formação básica do cidadão83. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. etapa final da educação básica tem duração mínima de três anos. O ensino médio. obrigatório e gratuito na escola pública. % (d/c) – Essa coluna identifica o percentual da despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada no exercício em relação à dotação atualizada. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. DESPESAS EXECUTADAS DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) LIQUIDADAS No Até o Bimestre Bimestre (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % (d/c) Nota: Durante o exercício. 63 da Lei 4.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. a) Despesas liquidadas. DO ENSINO – MDE 231 substituição à Tabela 19. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. Figura 15 Dessa forma. as despesas executadas estão segregadas em: .

. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – Nessa linha registrar as despesas com a educação de jovens e adultos... TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO FONTE: TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO – Nessa linha registrar os totais das dotações e despesas liquidadas com educação. com variados graus de abrangência ou especialização.. A educação superior será ministrada em instituições de ensino superior.16 DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR SUBFUNÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (c) (d) (d/c) DOTAÇÃO . A educação profissional será desenvolvida em articulação com o ensino regular ou por diferentes estratégias de educação continuada.. A educação profissional.. . Tabela 19. a modalidade de educação escolar. para os efeitos desta Lei. à ciência e à tecnologia.. intelectual e social.. em seus aspectos físico. preferencialmente.. Entende-se por educação especial. A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio. Esse valor deve ser igual ao informado na linha Total das Despesas com Ensino (VIII). complementando a ação da família e da comunidade.. oferecida.. conduz ao permanente desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva.. EDUCAÇÃO ESPECIAL – Nessa linha registrar as despesas com a educação especial. OUTRAS SUBFUNÇÕES . ao trabalho. primeira etapa da educação básica..232 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO ENSINO PROFISSIONAL – Nessa linha registrar as despesas com o ensino profissional. na idade própria. tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade. na rede regular de ensino.. em instituições especializadas ou no ambiente de trabalho. integrada às diferentes formas de educação. para educandos portadores de necessidades especiais... psicológico. EDUCAÇÃO INFANTIL – Nessa linha registrar as despesas com a educação infantil. ENSINO SUPERIOR – Nessa linha registrar as despesas com o ensino superior. A educação infantil.Essa linha deverá ser substituída por quantas forem as subfunções atípicas da função Educação desde que sejam despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. públicas ou privadas....

C. Juros de Mora e Outros Encargos do ICMS Dívida Ativa do ICMS Multas. IPVA e IRRF Receitas de Transferências Constitucionais e Legais Cota-Parte FPE (85%) Transferência Financeira ICMS-Desoneração – L.25) Caput do artigo 60 do ADCT MÍNIMO DE 60% DO FUNDEF NA REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO ENSINO FUNDAMENTAL (X / IV) § 5º do artigo 60 do ADCT % . E DESENV.2 Instruções de Preenchimento – ESTADOS Tabela 19A – Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE – ESTADOS <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO X (Lei nº 9.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.394/1996. DO ENSINO – MDE 233 3. nº 87/1996 (85%) Cota-Parte IPI-Exportação Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II) Cota-Parte IOF-Ouro (100%) (-) Transferências Constitucionais RECEITAS VINCULADAS AO ENSINO (III) Transferências Multigovernamentais do FUNDEF (IV) Transferências de Recursos do FUNDEF (V) Complementação da União ao FUNDEF Transferências do FNDE Transferências do Salário-Educação Outras Transferências do FNDE Transferências de Convênios destinadas a Programas de Educação Receita de Operações de Crédito destinada à Educação Outras Receitas destinadas à Educação TOTAL DAS RECEITAS (VI) = (I + III – II) DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre Até o Bimestre % (d) (d/c) PREVISÃO INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA (a) R$ milhares RECEITAS REALIZADAS No Bimestre Até o Bimestre % (b) (b/a) DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DESPESAS VINCULADAS ÀS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS (VII) Despesas com Ensino Fundamental (VIII) Despesas com Ensino Médio Outras Despesas com Ensino DESPESAS VINCULADAS AO FUNDEF. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa do ICMS Parcela da Receita Resultante do ICMS destinada à Formação do FUNDEF (II) Receita Resultante de Outros Impostos ITCD IPVA IRRF Multas.10. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa do ITCD. 72) RECEITAS RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) Receitas de Impostos Receita Resultante do ICMS ICMS Multas. NO ENSINO FUNDAMENTAL (IX) Pagamento dos Profissionais do Magistério do Ensino Fundamental (X) Outras Despesas no Ensino Fundamental DESPESAS VINCULADAS À CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO DESPESAS FINANCIADAS COM RECURSOS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO DESPESAS FINANCIADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À EDUCAÇÃO TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO (XI) PERDA OU GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF [se II > V] = PERDA NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF (XII) [se II < V] = GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF DEDUÇÕES DA DESPESA PARCELA DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF APLICADA NO EXERCÍCIO (XIII) RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹ Despesas com Ensino Fundamental (XIV) Outras Despesas com Ensino DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF DO EXERCÍCIO ANTERIOR (XV) TOTAL (XVI) VALOR VALOR CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO (XVII) RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM ENSINO FUNDAMENTAL (XVIII) TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (XIX) = [(VII + IX + XII) – XVI] RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Cancelados Exercício Anterior em <Exercício> TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS² MÍNIMO DE 25% DAS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO [(XIX – XVII) / I] Caput do artigo 212 da CF/1988 MÍNIMO DE 60% DOS RECURSOS COM MDE NO ENSINO FUNDAMENTAL [(VIII + IX + XII) – (XIII + XIV + XV + XVIII)] / (I x 0. art. Juros de Mora e Outros Encargos do ITCD. IPVA e IRRF Multas. Juros de Mora. Juros de Mora. IPVA e IRRF Dívida Ativa do ITCD.

00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real.394/1996. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais.00 PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (a) (b) (b/a) RREO – ANEXO X (Lei nº 9. As receitas e despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino serão apuradas e publicadas nos balanços do Poder Público. os fundos.234 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO SALDO FINANCEIRO DO FUNDEF Saldo Financeiro do FUNDEF Em 31 de dezembro de <Exercício Anterior> Até o Bimestre DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR SUBFUNÇÃO DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (h) DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre Até o Bimestre % (i) (i/h) ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO MÉDIO ENSINO PROFISSIONAL ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EDUCAÇÃO ESPECIAL Outras Subfunções TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO FONTE: ¹ Os valores referentes à parcela dos Restos a Pagar inscritos sem disponibilidade financeira vinculada à educação deverão ser informados somente no RREO do último bimestre do exercício. Tabela 19A. Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. da administração direta e indireta. o Estado. R$ 1. órgãos e entidades. ou seja. Ex. art. da administração direta ou indireta. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente.1 RREO – ANEXO X (Lei nº 9. 72) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. . art. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. de janeiro até o mês de referência. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.394/1996. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado.: JANEIRO A AGOSTO 2007/BIMESTRE JULHO-AGOSTO. 2 Limites mínimos anuais a serem cumpridos no encerramento do exercício. assim como no relatório resumido da execução orçamentária. 72) RECEITAS R$ 1. assim como o bimestre a que se refere. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. vinculados à seguridade social. DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.

Se não ocorrer nenhum dos eventos mencionados.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. DO ENSINO – MDE 235 RECEITAS – Essa coluna identifica a receita resultante de impostos e as receitas vinculadas ao ensino. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira. em que o total reestimado é menor. Até o Bimestre (b) – Essa coluna identifica os valores das receitas realizadas até o final do bimestre de referência. o valor da coluna (b) dividido pelo valor da coluna (a) multiplicado por cem (100). Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. No Bimestre – Essa coluna identifica os valores das receitas realizadas no bimestre de referência. Em caso de surgimento de nova natureza de receita que não esteja prevista na LOA. ou seja. 84 LRF. 9º. poderá ser apresentado. ou por meio de outras instituições. no detalhamento das respectivas classificações. . a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial. no bimestre de referência e até o bimestre de referência. refletindo a posição inicial da LOA. bem como o percentual realizado em relação à previsão atualizada. RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica os valores das receitas efetivamente realizadas. a coluna PREVISÃO INICIAL deverá ser preenchida com um traço “–”. art. Nesse caso. de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira84. % (b/a) – Essa coluna identifica o percentual das receitas realizadas no exercício de referência em relação à previsão atualizada. tais como a rede bancária. PREVISÃO INICIAL – Essa coluna identifica os valores da previsão inicial das receitas. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal. demonstrando que esse valor não estava previsto na LOA. E DESENV. para o exercício de referência. caput e § 1º. e arrecadadas diretamente pelo órgão. constantes da Lei Orçamentária Anual. a previsão dessa nova natureza deverá ser identificada pela coluna PREVISÃO ATUALIZADA (a). que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. assim como daqueles atos que o modificarem. PREVISÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas. o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação. que permanecerão inalterados durante todo o exercício. combinados com o art. O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita. acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada. Quando houver uma nova natureza de receita. 52.

. RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) – Nessa linha registrar a receita resultante de impostos (deduzidas as Transferências Constitucionais aos Municípios).3 PREVISÃO RECEITAS INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) Receitas de Impostos Receita Resultante do ICMS ICMS Multas... considerada para base de cálculo.236 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 19A. IPVA e IRRF Receitas de Transferências Constitucionais e Legais Cota-Parte FPE (85%) Transferência Financeira ICMS-Desoneração – L.2 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (a) (b) (b/a) RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) .. Juros de Mora.. cuja obrigação tem por fato gerador situação independente de qualquer atividade estatal específica... propriamente ditos. atualização monetária e outros encargos resultantes de impostos e da dívida ativa de impostos.... RECEITAS REALIZADAS No Bimestre Até o % Bimestre (b) (b/a) Receitas de Impostos – Nessa linha registrar as receitas de impostos. Tabela 19A. os valores dos juros. Inclui as receitas de impostos..... para efeito de cálculo da aplicação mínima exigida constitucionalmente. compreendendo o principal.C.. Juros de Mora...... receitas de dívida ativa de impostos. receitas de transferências constitucionais e legais. em cumprimento aos limites mínimos estabelecidos na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional a serem observados. relativa ao contribuinte.. IPVA e IRRF Multas. . nº 87/96 (85%) Cota-Parte IPI-Exportação Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II) Cota-Parte IOF-Ouro (100%) (-) Transferências Constitucionais . multas e outros encargos dos impostos.. juros de mora. os juros de mora.. Essa linha deverá demonstrar valor bruto dos impostos... as receitas da dívida ativa de impostos.. Atualização Monetária e Outros Encargos do da Dívida Ativa do ITCD...... Juros de Mora e Outros Encargos do ICMS Dívida Ativa do ICMS Multas.... a atualização monetária e as multas resultantes de dívida ativa de impostos. Imposto é a modalidade de tributo. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa do ICMS Parcela da Receita Resultante do ICMS Destinada à Formação do FUNDEF (II) Receita Resultante de Outros Impostos ITCD IPVA IRRF Dívida Ativa do ITCD.. multas.. e outras receitas correntes resultantes de impostos...

como sanção legal no campo tributário. ou seja. Nessa linha deverão ser informadas somente as receitas de Dívida Ativa oriundas do ICMS. juros de mora. A parcela do ICMS destinada à formação do FUNDEF. resultante do ICMS. deduzidos os 15% destinados à 85 Lei nº 4. juros de mora e outros encargos resultantes do ICMS deverão ser registrados pelo valor líquido.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. juros de mora e outros encargos resultantes do ICMS. As multas. de natureza tributária e não tributária. a partir da data de sua inscrição e depois de apurada a sua liquidez e certeza. atualização monetária e outros encargos resultantes da Dívida Ativa oriunda do ICMS deverão ser registrados pelo valor líquido. . deduzidos os 15% destinados à formação do FUNDEF.Multas. Esta parcela para o FUNDEF deverá compor o valor registrado na linha Parcela da Receita Resultante do ICMS Destinada à Formação do FUNDEF (II). atualização monetária e outros encargos resultantes da dívida ativa do ICMS. e . DO ENSINO – MDE 237 Receita Resultante do ICMS – Nessa linha registrar o valor total bruto da receita resultante da arrecadação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS.Dívida ativa do ICMS. Esta parcela para o FUNDEF deverá compor o valor registrado na linha Parcela da Receita Resultante do ICMS Destinada à Formação do FUNDEF (II).320/64. deduzidos os 15% destinados à formação do FUNDEF. no transcurso do prazo exigível. além de outros encargos resultantes do ICMS.ICMS.Multas. Juros de Mora e Outros Encargos do ICMS – Nessa linha registrar o valor da receita arrecadada com penalidades pecuniárias decorrentes de rendimentos destinados a indenização pelo atraso no cumprimento da obrigação. inscritos na Dívida Ativa por não terem sido liquidados na época do seu vencimento.Parcela do ICMS destinada à formação do FUNDEF. Multas. as importâncias relativas a tributos. Juros de Mora. Multas. As multas. Essa linha deverá demonstrar o somatório dos seguintes itens: . deverá ser informada destacadamente na linha Parcela da Receita Resultante do ICMS Destinada à Formação do FUNDEF (II). ICMS – Nessa linha registrar o ICMS pelo valor líquido. juros de mora. exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento. ou seja. 39 . A Dívida Ativa resultante do ICMS deverá ser registrada pelo valor líquido. ou seja. incidente sobre a Dívida Ativa oriunda do ICMS. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa do ICMS – Nessa linha registrar o valor da receita arrecadada com penalidades pecuniárias impostas aos contribuintes pelo não cumprimento de obrigações para com a Fazenda Pública. deduzida a parcela destinada à formação do FUNDEF. multas e demais créditos da Fazenda Pública. ou seja. Constituem Dívida Ativa85. representando o resultado de aplicações impostas ao contribuinte faltoso. . que será calculada sobre o valor que efetivamente pertence ao Estado (15% de 75%). E DESENV. Dívida Ativa do ICMS – Nessa linha registrar a receita oriunda dos créditos do ente público contra terceiros. art. .

A parcela para o FUNDEF deverá compor o valor da linha Parcela da Receita Resultante do ICMS Destinada à Formação do FUNDEF (II). Esse imposto deverá ser informado pelo valor bruto (100%). pois não compõe a base de cálculo do FUNDEF. com o primeiro dígito substituído pelo número 9. da STN. IPVA e IRRF. atualização monetária e outros encargos oriundos do ITCD. pois não compõe a base de cálculo do FUNDEF. Assim. . deverão ser registrados na conta contábil retificadora da receita orçamentária. que terá o mesmo código da classificação orçamentária.00 – Dedução da Receita de ICMS para Formação do FUNDEF. e terá como base de cálculo do imposto o valor venal do bem ou direito ou o valor do título ou do crédito.02. terá como retificadora a 9113. Os 15% (quinze por cento). juros de mora. o montante transferido ao Fundo. a classificação de receita 1113.Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA. pois não compõe a base de cálculo do FUNDEF. por exemplo. criada especificamente para esse fim. incidente sobre os rendimentos pagos a qualquer título. O objetivo dessa linha é destacar. direitos reais sobre imóveis. . juros de mora e outros encargos resultantes do ICMS e 15% da Dívida Ativa oriunda do ICMS).Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação de Bens e Direitos – ITCD. retidos automaticamente das receitas resultantes do ICMS. pelos Estados e pelo Distrito Federal. utilizando classificação própria. 15% das multas. IRRF – Nessa linha registrar o valor da arrecadação do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza Retido na Fonte – IRRF.Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF sobre os rendimentos pagos a qualquer título pelos Estados e Distrito Federal.238 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO formação do FUNDEF. títulos e créditos. Parcela da Receita Resultante do ICMS Destinada à Formação do FUNDEF (II) – Nessa linha registrar o valor destinado à formação do FUNDEF (15% de 75% da arrecadação do ICMS.Dívida Ativa do ITCD. incidente sobre a transmissão causa mortis e a doação de propriedade ou domínio útil de bens imóveis. visando o cálculo de perda ou ganho do FUNDEF. IPVA – Nessa linha registrar o valor da arrecadação do Imposto Estadual sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA. Esse imposto deverá ser informado pelo valor bruto (100%). . De acordo com a Portaria nº 212.00 – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. da Constituição Federal. com transparência.02. IPVA e IRRF e da Dívida Ativa desses impostos. Esse imposto deverá ser informado pelo valor bruto (100%). será contabilizada como receita tributária.Multas. Distrito Federal e Municípios. dos artigos 157 e 158. ITCD – Nessa linha registrar o valor da arrecadação do Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Bens e Direitos – ITCD. . . pertencente aos Estados. Receita Resultante de Outros Impostos – Nessa linha registrar o valor bruto que corresponde a 100% (cem por cento) das receitas resultantes de: . a arrecadação do imposto IRRF descrito nos incisos I. de 04 de junho de 2001. direitos. direitos relativos às transmissões de bens móveis.

ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. E DESENV. DO ENSINO – MDE

239

Dívida Ativa do ITCD, IPVA e IRRF – Nessa linha registrar a receita oriunda dos créditos do ente público contra terceiros, resultante do ITCD, IPVA e IRRF, inscritos por não terem sido liquidados na época do seu vencimento. Constituem Dívida Ativa86, a partir da data de sua inscrição e depois de apurada a sua liquidez e certeza, as importâncias relativas a tributos, multas e demais créditos da Fazenda Pública, de natureza tributária e não tributária, exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento. No caso dessa linha, deverão ser informadas somente as receitas de Dívida Ativa oriundas dos impostos ITCD, IPVA e IRRF. Deverá ser registrada pelo valor bruto (100%), pois não compõe a base de cálculo do FUNDEF. Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa do ITCD, IPVA e IRRF – Nessa linha registrar o valor da receita arrecadada com penalidades pecuniárias decorrentes de rendimentos destinados a indenização pelo atraso no cumprimento da obrigação representando o resultado de aplicações impostas ao contribuinte faltoso, como sanção legal no campo tributário, além de outros encargos resultantes do ITCD, IPVA e IRRF e da Dívida Ativa desses impostos. Deverão ser registrados pelo valor bruto (100%), pois não compõem a base de cálculo do FUNDEF. Receitas de Transferências Constitucionais e Legais – Nessa linha registrar os valores referentes às transferências constitucionais e legais recebidas da União, ou seja, as transferências de impostos arrecadados e repartidos com os Estados e o Distrito Federal87. Essa linha deverá demonstrar o valor bruto (100%) da receita de transferências constitucionais e legais resultante de impostos. A dedução da receita destinada à formação do FUNDEF deverá ser demonstrada na linha Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II), com o objetivo de destacar, com transparência, o montante transferido ao Fundo, visando o cálculo de perda ou ganho do FUNDEF. Para as demais transferências, que não compõem a base de cálculo do FUNDEF, considerar os valores brutos (100%). Não poderão ser registradas nessa linha as transferências recebidas do FUNDEF, por se tratar de receitas vinculadas ao ensino, e deverão ser informadas, destacadamente, na linha Transferências Multigovernamentais do FUNDEF (IV). O valor da Contribuição Social do Salário-educação não deverá ser considerado nessa linha, por se tratar de receita vinculada ao ensino, e será destacado, separadamente, no item Transferências do Salário-Educação. Portanto, essa linha será composta pelo somatório da receita destinada à formação do FUNDEF, item Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (15%), mais as demais receitas de transferências já deduzida a parcela do FUNDEF (85%). Cota-Parte FPE (85%) – Nessa linha registrar as receitas recebidas por meio de cota-parte do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE. Deverão ser registradas pelo valor líquido (85%), ou seja, deduzida a respectiva conta redutora da receita destinada à formação do FUNDEF, que equivale a 15% do valor bruto dessa transferência.

86 87

Lei nº 4.320/64, art. 39 CF, art. 212.

240

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

A parcela da Cota-Parte FPE, destinada à formação do FUNDEF, deverá ser informada, destacadamente, na linha Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II). Transferência Financeira ICMS-Desoneração – L.C. nº 87/1996 (85%) – Nessa linha registrar o valor dos recursos de transferências da União aos Estados e ao Distrito Federal, atendidos os limites, critérios, prazos e demais condições fixados no anexo à Lei Complementar nº 87/1996, com base no produto da arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS. Deverá ser registrada pelo valor líquido (85%), ou seja, deduzida a respectiva conta redutora da receita destinada à formação do FUNDEF, que equivale a 15% do valor bruto dessa transferência. A parcela da Transferência Financeira ICMS-Desoneração, destinada à formação do FUNDEF, deverá ser informada, destacadamente, na linha Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II). Cota-Parte IPI-Exportação – Nessa linha registrar a receita recebida em decorrência da transferência constitucional do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI88. Deverá ser informada pelo valor líquido, isto é, deduzida a respectiva conta redutora da receita destinada à formação do FUNDEF. A União entregará 10% do produto da arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI aos Estados e ao Distrito Federal. Os Estados deverão entregar 25% deste montante aos seus municípios. Dessa forma, a parte que efetivamente pertence aos Estados é 75% dos 10% repassados pela União. A parcela da Cota-Parte IPI-Exportação, destinada à formação do FUNDEF, será calculada sobre o valor que efetivamente pertence ao Estado. Deverá ser registrada, destacadamente, na linha Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II). Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II) – Nessa linha registrar o valor equivalente a 15% (quinze por cento) da parcela das transferências constitucionais e legais (FPE, Desoneração do ICMS e IPI-Exportação) que contribuirão para a formação do FUNDEF. O objetivo dessa linha é destacar, com transparência, o montante transferido ao Fundo, visando o cálculo de perda ou ganho do FUNDEF. Os 15% (quinze por cento) retidos automaticamente das transferências, deverão ser registrados na conta contábil retificadora da receita orçamentária, criada especificamente para este fim, que terá o mesmo código da classificação orçamentária, com o primeiro dígito substituído pelo número 9. Neste caso, por exemplo, a classificação de receita 1721.01.00 – Participação na Receita da União e respectivos desdobramentos, terá como retificadora a 9721.01.00 – Dedução de Receita para Formação do FUNDEF – Transf. União e respectivos desdobramentos. Nos Estados e no Distrito Federal, integram as transferências constitucionais e legais, para fins de base de cálculo do FUNDEF: - a Cota-Parte do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE; - a Cota-Parte do Imposto sobre Produtos Industrializados (75%, no caso dos Estados, e 100%, no caso do Distrito Federal, do valor recebido da União relativo a dos 10% do produto da arrecadação do IPI); - a Cota-Parte da Desoneração do ICMS (Lei Complementar 87/1996).
88

CF, art. 159, II.

ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. E DESENV. DO ENSINO – MDE

241

- a Cota-Parte do Fundo de Participação dos Municípios – FPM, no caso do Distrito Federal. Cota-Parte IOF-Ouro (100%) – Nessa linha registrar o valor total recebido pelo Estado e Distrito Federal a título de transferência do IOF-Ouro. Essa transferência deverá ser informada pelo valor bruto (100%), pois não compõe a base de cálculo do FUNDEF. Do montante da arrecadação do IOF-Ouro, 30% será transferido ao Estado de origem da receita. (-) Transferências Constitucionais – Nessa linha registrar os valores referentes às transferências constitucionais concedidas pelos Estados aos seus respectivos Municípios, decorrentes da repartição de impostos e da transferência do IPI-Exportação. Tabela 19A.4
PREVISÃO RECEITAS RECEITAS REALIZADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (a) (b) (b/a) PREVISÃO

.................... RECEITAS VINCULADAS AO ENSINO (III) Transferências Multigovernamentais do FUNDEF (IV) Transferências de Recursos do FUNDEF (V) Complementação da União ao FUNDEF Transferências do FNDE Transferências do Salário-Educação Outras Transferências do FNDE Transferências de Convênios destinadas a Programas de Educação Receita de Operações de Crédito destinada à Educação Outras Receitas destinadas à Educação TOTAL DAS RECEITAS (VI) = (I + III – II)

RECEITAS VINCULADAS AO ENSINO (III) – Nessa linha registrar os valores de receitas que não entram na base de cálculo para a comprovação dos limites mínimos constitucionais, mas que possuem destinação específica e vinculada. Transferências Multigovernamentais do FUNDEF (IV) – Nessa linha registrar os valores brutos recebidos do FUNDEF, pelos Estados e Distrito Federal. Representa a soma da linha Transferências de Recursos do FUNDEF (V) com a linha Complementação da União ao FUNDEF. Transferências de Recursos do FUNDEF (V) – Nessa linha registrar o valor dos recursos recebidos pelos Estados e Distrito Federal, a título de Transferências do FUNDEF. Essas transferências são também denominadas retorno do FUNDEF. Não compreendem a complementação da União ao FUNDEF, a qual deverá ser registrada em linha própria. Essa linha compõe o cálculo de perda ou ganho nas transferências do FUNDEF, que equivale à diferença entre as deduções para formação do FUNDEF (II) e as transferências de recursos do FUNDEF (V). Complementação da União ao FUNDEF – Nessa linha registrar o valor dos recursos recebidos pelos Estados e Distrito Federal, a título de Complementação da União ao FUNDEF. A União complementará os recursos do FUNDEF sempre que, no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal, seu valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente.

242

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

A complementação da União não compõe o cálculo de perda ou ganho nas transferências do FUNDEF. Transferências do FNDE – Nessa linha registrar o total dos recursos transferidos pela União aos Estados e Distrito Federal, por meio do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação – FNDE. Essas transferências não serão consideradas na base de cálculo dos limites mínimos a serem aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. Transferências do Salário-Educação – Nessa linha registrar o valor da Contribuição Social do Salário-Educação, distribuído pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino (FNDE)89. Os Estados deverão registrar a Contribuição Social do Salário-educação pelo valor líquido, ou seja, deduzida a transferência aos respectivos Municípios. Os Estados deverão repassar aos Municípios, no mínimo 50% do valor recebido da União. O salário-educação é devido pelas empresas e calculado com base na alíquota de 2,5% (dois e meio por cento) sobre o total de remunerações pagas ou creditadas, a qualquer título, aos segurados empregados90, e servirá de fonte adicional de financiamento do ensino fundamental público91. A quota estadual do salário-educação corresponde a dois terços do montante dos recursos, que será creditada mensal e automaticamente em favor das Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal para financiamento de programas, projetos e ações do ensino fundamental. A quota estadual será redistribuída entre o Estado e os respectivos Municípios, conforme critérios estabelecidos em lei estadual, sendo que, do seu total, uma parcela correspondente a, pelo menos, 50% (cinqüenta por cento) será repartida proporcionalmente ao número de alunos matriculados no ensino fundamental nas respectivas redes de ensino, conforme apurado pelo censo educacional realizado pelo Ministério da Educação e do Desporto92. Outras Transferências do FNDE – Nessa linha registrar o valor das outras transferências do FNDE, excetuando-se as transferências do salário-educação. Transferências de Convênios destinadas a Programas de Educação – Nessa linha registrar o total das receitas de transferências de convênios firmados, com ou sem contraprestação de serviços, por entidades públicas de qualquer espécie, ou entre estas e organizações particulares, para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes, destinados a custear despesas correntes e de capital vinculadas a programas de educação. Esses valores não serão considerados na base de cálculo dos limites mínimos a serem aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. Receita de Operações de Crédito destinada à Educação – Nessa linha registrar o valor da receita de operações de crédito com destinação específica para aplicação na Educação. Esses valores não serão considerados na base de cálculo dos limites mínimos a serem observados. Outras Receitas destinadas à Educação – Nessa linha registrar o valor de outras receitas destinadas à Educação que não constam nos itens anteriores e que requerem apresentação no demonstrativo.93 Não compõem a base de cálculo dos limites mínimos a serem aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino.
89 90

DEC nº 3.142/99, art. 7º. Lei nº 9.424/96, art. 15, caput. 91 CF, art. 212, § 5º. 92 Lei nº 9.766/98, art. 2º. 93 Lei nº 9.394/96, art. 72.

ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. E DESENV. DO ENSINO – MDE

243

TOTAL DAS RECEITAS (VI) = (I+III-II) – Nessa linha registrar o total das receitas consideradas ou não para fins de base de cálculo do cumprimento dos limites constitucionais. É a receita total resultante de impostos mais as receitas totais vinculadas ao Ensino menos a receita destinada à formação do FUNDEF. Tabela 19A.5
DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c)

DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO – Essa coluna identifica o detalhamento das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino, por vinculação de receitas. Cada item de vinculação possui a sua respectiva origem correspondente na tabela de receita deste demonstrativo. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial prevista na Lei Orçamentária Anual, para as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento, mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais, referentes às despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. A limitação de empenho94, se ocorrer, não afetará a dotação autorizada, mas apenas restringirá a emissão de empenho. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas, no bimestre de referência, até o bimestre e o percentual liquidado em relação à dotação atualizada. Deverão ser consideradas, inclusive, as despesas que já foram pagas. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa, que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. Durante o exercício, não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. No encerramento do exercício, as despesas empenhadas, não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados, por constituírem obrigações preexistentes, decorrentes de contratos, convênios e outros instrumentos, deverão compor, em função do empenho legal, o total das despesas liquidadas95. Portanto, durante o exercício, são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e, no encerramento do exercício, são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. No encerramento do exercício, as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino, inscritas em restos a pagar, processados ou não processados, poderão ser consideradas, para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal, desde que haja disponibilidade financeira vinculada à educação.
94 95

LRF, art. 9º. Lei nº4.320/64, art. 35, inciso II.

244

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados, deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 16, em substituição à Tabela 19A.5, no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência, apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo.
DESPESAS EXECUTADAS DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) LIQUIDADAS No Até o Bimestre Bimestre (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % (d/c)

Nota: Durante o exercício, somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. No encerramento do exercício, as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Dessa forma, para maior transparência, as despesas executadas estão segregadas em: . a) Despesas liquidadas, consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço, nos termos do art. 63 da Lei 4.320/64; . b) Despesas empenhadas mas não liquidadas, inscritas em Restos a Pagar não processados, consideradas liquidadas no encerramento do exercício, por força do art.35, inciso II da Lei 4.320/64. Figura 16

Dessa forma, ao fim do exercício financeiro, o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 16 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada, mas que, por força legal, foram considerados como despesa liquidada. No Bimestre – Essa coluna identifica a despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada no bimestre de referência. Até o Bimestre (d) – Essa coluna identifica a despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada até o final do bimestre de referência. % (d/c) – Essa coluna identifica o percentual da despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada no exercício em relação à dotação atualizada, ou seja, o valor da coluna (d) dividido pelo valor da coluna (c) multiplicado por cem (100). Tabela 19A.6
DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (c) (d) (d/c) DOTAÇÃO

DESPESAS VINCULADAS ÀS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS (VII) Despesas com Ensino Fundamental (VIII) Despesas com Ensino Médio Outras Despesas com Ensino ....................

DESPESAS VINCULADAS ÀS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS (VII) – Nessa linha registrar as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino, vinculadas às receitas provenientes de impostos. No caso dos Estados, deve ser detalhada em despesas com ensino fundamental, despesas com ensino médio e outras despesas com ensino. Despesas com Ensino Fundamental (VIII) – Nessa linha registrar a aplicação em despesas com ensino fundamental, vinculadas às receitas resultantes de impostos, que deverá ser considerada para fins de cumprimento dos limites mínimos constitucionalmente estabelecidos.

ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. E DESENV. DO ENSINO – MDE

245

Despesas com Ensino Médio – Nessa linha registrar a aplicação em despesas com ensino médio, vinculadas às receitas resultantes de Impostos. Outras Despesas com Ensino – Nessa linha registrar a aplicação em outras despesas com ensino, ou seja, aquelas que não constam como despesas do ensino fundamental e nem do ensino médio e que compõem as custeadas com receitas resultantes de impostos. Tabela 19A.7
DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (c) (d) (d/c) DOTAÇÃO

.................... DESPESAS VINCULADAS AO FUNDEF NO ENSINO FUNDAMENTAL (IX) Pagamento dos Profissionais do Magistério do Ensino Fundamental (X) Outras Despesas no Ensino Fundamental ....................

DESPESAS VINCULADAS AO FUNDEF NO ENSINO FUNDAMENTAL (IX) – Nessa linha registrar as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino, vinculadas às receitas recebidas do FUNDEF (Transferências Multigovernamentais do FUNDEF). Essas despesas compreendem a execução das dotações iniciais previstas na Lei Orçamentária Anual e os créditos adicionais abertos durante o exercício. Pagamento dos Profissionais do Magistério do Ensino Fundamental (X) – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento dos profissionais do magistério, em efetivo exercício de suas atividades no ensino fundamental público, referente a pelos menos 60% (sessenta por cento) dos recursos do FUNDEF, incluída a complementação da União, quando for o caso. Outras Despesas no Ensino Fundamental – Nessa linha registrar as demais despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental e que não são as relativas ao pagamento dos Profissionais do Magistério do Ensino Fundamental. Tabela 19A.8
DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (c) (d) (d/c) DOTAÇÃO

.................... DESPESAS VINCULADAS À CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO ....................

DESPESAS VINCULADAS À CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO – Nessa linha registrar os totais das dotações, inicial e atualizada e as despesas liquidadas com manutenção e desenvolvimento do ensino, vinculadas à contribuição social do salário-educação.

inicial e atualizada e despesas liquidadas com o ensino e financiadas com recursos originários de Operações de Crédito. DESPESAS FINANCIADAS COM RECURSOS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO .......10 DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (c) (d) (d/c) DOTAÇÃO ... conforme o caso............................ TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO (XI) TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO (XI) – Nessa linha registrar os totais das dotações. inicial e atualizada e despesas liquidadas com o ensino.. conforme o caso............ Tabela 19A. Tabela 19A.......... DESPESAS FINANCIADAS COM RECURSOS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO – Nessa linha registrar os totais das dotações.246 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 19A....... Tabela 19A.12 PERDA OU GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF VALOR PERDA OU GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF – Essa coluna identifica a perda ou o ganho nas transferências do FUNDEF..9 DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (c) (d) (d/c) DOTAÇÃO ......11 DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (c) (d) (d/c) DOTAÇÃO . VALOR – Essa coluna identifica o valor da perda ou do ganho nas transferências do FUNDEF....... ... DESPESAS FINANCIADAS DESTINADOS À EDUCAÇÃO COM OUTROS RECURSOS DESPESAS FINANCIADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À EDUCAÇÃO – Nessa linha registrar os totais das dotações. inicial e atualizada e despesas liquidadas com o ensino e financiadas com outros recursos que não se enquadrarem nos anteriores.

.10. Será apurada pela diferença positiva entre a parcela das Receitas Destinadas à Formação do FUNDEF (II) e as Transferências de Recursos do FUNDEF (V). As despesas liquidadas. [Se II < V] = GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF – Nessa linha registrar o ganho nas transferências do FUNDEF.4 – Perda ou Ganho nas Transferências do FUNDEF.4. quando for o caso. Haverá ganho quando o valor da dedução das receitas para formação do FUNDEF (II) for menor que o valor recebido a título de transferências do FUNDEF (V). deverão ser subtraídas quando do cálculo do TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL.14 DEDUÇÕES DA DESPESA VALOR DEDUÇÕES DA DESPESA – Essa coluna identifica as especificações das deduções da despesa total com educação para fins de apuração dos percentuais aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. Haverá perda quando o valor da dedução das receitas para formação do FUNDEF (II). Se a diferença apurada for negativa (ganho) ou igual a zero (situação nula). VALOR – Essa coluna identifica os valores das deduções da despesa total com educação para fins de apuração dos percentuais aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. Se a diferença apurada for positiva (perda) ou igual a zero (situação nula). quando for o caso. A perda nas transferências do FUNDEF deverá ser somada ao montante das despesas executadas para fins de apuração do percentual mínimo aplicado na manutenção e desenvolvimento do ensino. Para maior detalhamento.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. E DESENV. vide tópico 3. este campo deverá ser preenchido com traço “–”. Será apurado pela diferença negativa entre a parcela das Receitas Destinadas à Formação do FUNDEF (II) e as Transferências de Recursos do FUNDEF (V).13 PERDA OU GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF [Se II > V] = PERDA NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF (XII) [Se II < V] = GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF VALOR [Se II > V] = PERDA NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF (XII) – Nessa linha registrar a perda nas transferências do FUNDEF. este campo deverá ser preenchido com traço “–”. Tabela 19A. DO ENSINO – MDE 247 Tabela 19A. for maior que o valor recebido a título de transferências do FUNDEF (V). vinculadas ao ganho do FUNDEF.

248

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

Tabela 19A.15
DEDUÇÕES DA DESPESA PARCELA DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF APLICADA NO EXERCÍCIO (XIII) RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹ Despesas com Ensino Fundamental (XIV) Outras Despesas com Ensino DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF DO EXERCÍCIO ANTERIOR (XV) TOTAL (XVI) VALOR

PARCELA DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF APLICADA NO EXERCÍCIO (XIII) – Nessa linha registrar a parcela das despesas vinculadas ao FUNDEF, no ensino fundamental, custeadas pelo ganho ou pela complementação do FUNDEF. Quando não houver complementação da União ao FUNDEF, ou quando houver perda nas transferências do FUNDEF, essa linha deverá apresentar um traço “–”. O valor informado nessa linha deverá ser subtraído quando do cálculo do TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL. O valor da parcela do ganho e da complementação do FUNDEF aplicada no exercício, poderá ser igual, inferior ou superior ao do ganho nas transferências do FUNDEF, pois irá depender do valor da despesa custeada por esses recursos, ou seja, se o ente executar todo o ganho e não houver complementação ou se esta não for aplicada, o valor será igual nos dois campos. Se além do ganho houver complementação, e esta também for totalmente executada, o valor será superior. 1º Exemplo: Parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício < ganho do FUNDEF 1 – Ganho FUNDEF = R$ 1.000,00; 2 – Complementação da União = R$ 500,00; 3 – Parcela do ganho aplicada = R$ 900,00; 4 – Parcela da complementação aplicada = 0. Logo, parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício (R$ 900,00) < ganho do FUNDEF (R$ 1.000,00). 2º Exemplo: Parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício = ganho do FUNDEF 1 – Ganho FUNDEF = R$ 1.000,00; 2 – Complementação da União = R$ 500,00; 3 – Parcela do ganho aplicada = R$ 900,00; 4 – Parcela da complementação aplicada = R$ 100,00. Logo, parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício (R$ 900,00 + R$ 100,00 = R$ 1.000,00) = ganho do FUNDEF (R$ 1.000,00). 3º Exemplo: Parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício > ganho do FUNDEF 1 – Ganho FUNDEF = R$ 1.000,00; 2 – Complementação da União = R$ 500,00; 3 – Parcela do ganho aplicada = R$ 1.000,00; 4 – Parcela da complementação aplicada = R$ 500,00. Logo, parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício (R$1000,00 + R$500,00 = R$1.500,00) > ganho do FUNDEF (R$ 1.000,00).

ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. E DESENV. DO ENSINO – MDE

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Portanto, se não houver complementação da União, a parcela do ganho e da complementação aplicada no exercício, estará limitada ao próprio ganho do FUNDEF. RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹ – Nessa linha registrar, somente no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício, a parcela dos restos a pagar, inscritos no encerramento do exercício, que exceder o valor, em 31 de dezembro, da disponibilidade financeira de recursos próprios vinculados à Educação. Essa linha visa a abranger os casos de inobservância do art. 42 da LRF que determina a suficiente disponibilidade financeira para a inscrição de restos a pagar. Deverá ser considerado, para efeito deste demonstrativo, somente os Restos a Pagar inscritos no exercício de referência. No entanto, os recursos vinculados a Restos a Pagar de exercícios anteriores serão também considerados, pois deverão ser deduzidos das disponibilidades financeiras vinculadas à Educação, uma vez que, tendo sido vinculados a Restos a Pagar de exercícios anteriores, não podem ser considerados recursos disponíveis, conforme art. 8º, parágrafo único, da Lei Complementar nº 101, de 04/05/2000, Lei de Responsabilidade Fiscal. No caso de não haver disponibilidade financeira de recursos próprios vinculados à Educação, no encerramento do exercício, deverá ser registrado o valor total dos Restos a Pagar, pois os mesmos não poderão ser considerados como aplicados em manutenção e desenvolvimento do Ensino. Os valores dos restos a pagar cancelados permanecem vinculados ao ensino, conforme determina o art. 8º, parágrafo único, da LRF. Porém, não poderão ser considerados para fins de cumprimento dos percentuais mínimos constitucionais pois já compuseram o percentual de aplicação no exercício de inscrição dos mesmos. Exemplo: suponha que o mínimo (25%) que deveria ser aplicado no exercício anterior pelo município equivalesse à quantia de R$ 250.000,00. Porém, o município aplicou um montante de R$ 300.000,00, sendo R$ 90.000,00 referentes a Restos a Pagar. No exercício atual, se houver cancelamento de até R$ 50.000,00, nada será deduzido no demonstrativo pois tal cancelamento não afeta a aplicação mínima do exercício anterior (R$ 250.000,00). Mas se o cancelamento for no valor de R$ 70.000,00, R$ 20.000,00 devem ser deduzidos, pois a aplicação do ano anterior passaria para R$ 230.000,00, isto é, abaixo do limite mínimo (R$ 250.000,00). Portanto, a parcela de Restos a Pagar cancelada que ultrapassar R$ 50.000,00 deverá ser deduzida no demonstrativo do exercício atual, para compensar esse cancelamento. Despesas com Ensino Fundamental (XIV) – Nessa linha registrar, no último bimestre do exercício, os restos a pagar relativos às despesas com ensino fundamental, inscritos em 31 de dezembro do exercício de referência para os quais não haja disponibilidade financeira de recursos próprios vinculados. Outras Despesas com Ensino – Nessa linha registrar, no último bimestre do exercício, os restos a pagar relativos à outras despesas com ensino, inscritos em 31 de dezembro do exercício de referência para os quais não haja disponibilidade financeira de recursos próprios vinculados. DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF DO EXERCÍCIO ANTERIOR (XV) – Nessa linha registrar o valor das despesas vinculadas ao superávit financeiro do ganho ou da complementação do FUNDEF do exercício anterior ao de referência. Esse valor não deverá compor a base de cálculo para fins de cumprimento dos limites mínimos constitucionalmente estabelecidos.

250

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

TOTAL (XVI) – Nessa linha registrar o somatório das deduções da despesa com educação. Tabela 19A.16
CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Cancelados Exercícios Anteriores em < Exercício >

CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES – Essa coluna identifica o cancelamento de Restos a Pagar vinculados à educação, inscritos com disponibilidade financeira no exercício anterior ao de referência, cujos valores já foram considerados em percentuais de aplicação nos respectivos exercícios de inscrição. RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS – Essa coluna identifica os valores de restos a pagar inscritos em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência até o limite da disponibilidade financeira, à época, de recursos próprios vinculados à Educação e o valor dos restos a pagar inscritos com disponibilidade financeira nesses exercícios e cancelados no exercício de referência. Inscritos em 31 de dezembro do Exercício – Essa coluna identifica o total de restos a pagar inscritos com disponibilidade financeira em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência, que foram considerados como aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. Cancelados em <Exercício> (g) – Essa coluna identifica o total de restos a pagar, inscritos com disponibilidade financeira em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência, que foram cancelados no exercício de referência. Tabela 19A.17
CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO (XVII) RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO E ENSINO FUNDAMENTAL (XVIII) RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Cancelados em Exercícios Anteriores <Exercício>

RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO (XVII) – Nessa linha registrar o total a compensar, em função dos cancelamentos de restos a pagar inscritos nos exercícios anteriores ao exercício de referência, relativos à manutenção e desenvolvimento do ensino. Esse valor deverá ser compensado, aplicando-o em despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino no exercício de referência, além do limite mínimo constitucional para o exercício de referência. RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM ERRADICAÇÃO DO ANALFABETISMO E ENSINO FUNDAMENTAL (XVIII) – Nessa linha registrar o total a compensar, em função dos cancelamentos de restos a pagar inscritos nos exercícios anteriores ao exercício de referência, relativos à erradicação do analfabetismo e ao ensino fundamental. Esse valor deverá ser

ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. E DESENV. DO ENSINO – MDE

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compensado, aplicando-o em despesas com erradicação do analfabetismo e ensino fundamental no exercício de referência, além do limite mínimo constitucional para o exercício de referência. Tabela 19A.18
TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (XIX) = [(VII + IX + XII) – (XVI)]

TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (XIX)=[(VII+IX+XII) – (XVI)] – Nessa linha registrar o total das despesas consideradas para fins de cumprimento do limite estabelecido constitucionalmente, ou seja, às despesas vinculadas às receitas resultantes de impostos e às despesas vinculadas ao FUNDEF, soma-se a perda ou subtrai-se a parcela das despesas vinculadas ao FUNDEF, custeadas pelo ganho ou pela complementação da União, conforme o caso, e subtrai-se também as despesas vinculadas ao superávit financeiro do ganho e da complementação do FUNDEF do exercício anterior ao de referência, os valores decorrentes do cancelamento de restos a pagar vinculados a Impostos/FUNDEF e os restos a pagar inscritos sem disponibilidade financeira vinculada à educação. Serão, também, consideradas despesas para fins de limite constitucional as receitas intraorçamentárias da Contribuição Patronal relativa aos servidores da área da educação, no caso de o ente possuir Regime Próprio de Previdência Social – RPPS. Tabela 19A.19
TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS¹ %

TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS¹ – Essa coluna identifica a participação das despesas com Ensino nas receitas correspondentes, com a finalidade de demonstrar se os limites mínimos exigidos pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação vêm sendo cumpridos. Cumpre destacar que os limites exigidos são anuais, podendo, portanto, apresentar-se em determinados meses com percentuais inferiores aos exigidos, observado o disposto no artigo 69, § 4o, da LDB. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios aplicarão, anualmente, na manutenção e desenvolvimento do ensino, nunca menos de vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências96. % – Essa coluna identifica o percentual de aplicação, ou seja, a relação entre as despesas e as receitas, para cada limite constitucional a ser cumprido. Tabela 19A.20
TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS² MÍNIMO DE 25% DAS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO [(XIX – XVII) / I] Caput do artigo 212 da CF/88 MÍNIMO DE 60% DOS RECURSOS COM MDE NO ENSINO FUNDAMENTAL [(VIII + IX + XII) – (XIII + XIV + XV + XVIII)] / (I x 0,25) Caput / § 6º do artigo 60 do ADCT MÍNIMO DE 60% DO FUNDEF NA REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO ENSINO FUNDAMENTAL (X / IV) § 5º do artigo 60 do ADCT %

96

CF, art. 212, e Lei nº 9.394/96, art. 69.

252

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

MÍNIMO DE 25% DAS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO [XIX – XVII) / I] Caput do artigo 212 da CF/88 – Nessa linha registrar o percentual efetivamente aplicado na manutenção e desenvolvimento do ensino em relação às receitas líquidas provenientes de impostos. O limite constitucional mínimo deverá ser observado somente no encerramento do exercício, pois o limite considerado é anual. MÍNIMO DE 60% DOS RECURSOS COM MDE NO ENSINO FUNDAMENTAL [(VIII + IX + XII) – (XIII + XIV + XV + XVIII)] / (I x 0,25) Caput do artigo 60 do ADCT – Nessa linha registrar a aplicação mínima dos recursos de cada ente da federação na manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental, sendo que, para os Estados, Distrito Federal e Municípios o percentual é de 60% de 25% das receitas provenientes de impostos. Exemplo: Um Estado que tenha como RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) o valor de R$ 1.000.000,00, deverá aplicar, no mínimo, R$ 250.000,00 na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (25% de R$ 1.000.000,00), dos quais, R$ 150.000,00 (60% de R$250.000,00) deverão ser destinados ao Ensino Fundamental. MÍNIMO DE 60% DO FUNDEF NA REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO ENSINO FUNDAMENTAL (X / IV) § 5º do artigo 60 do ADCT – Nessa linha registrar a aplicação mínima de cada ente da federação, Estados, Distrito Federal e Municípios, de 60% dos recursos do FUNDEF na remuneração do Magistério no Ensino Fundamental. Tabela 19A.21
SALDO FINANCEIRO DO FUNDEF SALDO FINANCEIRO DO FUNDEF Em 31 de dezembro de <Exercício Anterior> Até o Bimestre

SALDO FINANCEIRO DO FUNDEF – Essa coluna identifica o saldo financeiro do FUNDEF. Em 31 de dezembro de <Exercício Anterior> – Essa coluna identifica o saldo financeiro da conta FUNDEF em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência. O exercício anterior deve ser apresentado no formato <aaaa>. Ex: 2006. Até o Bimestre – Essa coluna identifica o saldo financeiro da conta FUNDEF até o final do bimestre de referência. Saldo Financeiro do FUNDEF – Nessa linha registrar o saldo financeiro da conta bancária do FUNDEF, devendo ser considerado o saldo da conta única e específica vinculada ao Fundo, mantida em instituição financeira, prevista no artigo 3º da Lei nº 9.424/96, em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência e até o bimestre de referência. Essa linha servirá para controle da aplicação do superávit financeiro do FUNDEF no exercício seguinte. Tabela 19A.22
DOTAÇÃO DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR SUBFUNÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (h) (i) (i/h) DOTAÇÃO

ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. E DESENV. DO ENSINO – MDE

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DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR SUBFUNÇÃO – Essa coluna identifica o detalhamento das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino, por subfunção da despesa, observada a Portaria nº 42, de 14 de abril de 1999, do Ministério de Orçamento e Gestão. No modelo são apresentadas as subfunções típicas da função Educação, podendo, entretanto, serem utilizadas subfunções não vinculadas especificamente à função Educação, desde que sejam despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial prevista na Lei Orçamentária Anual, para as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. DOTAÇÃO ATUALIZADA (h) – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento, mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais, referentes às despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. A limitação de empenho97, se ocorrer, não afetará a dotação autorizada, mas apenas restringirá a emissão de empenho. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas, no bimestre de referência, até o bimestre e o percentual liquidado em relação à dotação atualizada. Deverão ser consideradas, inclusive, as despesas que já foram pagas. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa, que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. Durante o exercício, não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. No encerramento do exercício, as despesas empenhadas, não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados, por constituírem obrigações preexistentes, decorrentes de contratos, convênios e outros instrumentos, deverão compor, em função do empenho legal, o total das despesas liquidadas98. Portanto, durante o exercício, são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e, no encerramento do exercício, são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. No encerramento do exercício, as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino, inscritas em restos a pagar, processados ou não processados, poderão ser consideradas, para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal, desde que haja disponibilidade financeira vinculada à educação. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados, deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 17, em substituição à Tabela 19A.21, no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência, apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo.

97 98

LRF, art. 9º. Lei nº4.320/64, art. 35, inciso II.

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ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

DESPESAS EXECUTADAS DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) LIQUIDADAS No Até o Bimestre Bimestre (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % (d/c)

Nota: Durante o exercício, somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. No encerramento do exercício, as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Dessa forma, para maior transparência, as despesas executadas estão segregadas em: . a) Despesas liquidadas, consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço, nos termos do art. 63 da Lei 4.320/64; . b) Despesas empenhadas mas não liquidadas, inscritas em Restos a Pagar não processados, consideradas liquidadas no encerramento do exercício, por força do art.35, inciso II da Lei 4.320/64. Figura 17

Dessa forma, ao fim do exercício financeiro, o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 17 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada, mas que, por força legal, foram considerados como despesa liquidada. No Bimestre – Essa coluna identifica as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas no bimestre de referência. Até o Bimestre (i) – Essa coluna identifica as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas até o bimestre de referência. % (i/h) – Essa coluna identifica o percentual da despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada no exercício em relação à dotação atualizada, ou seja, a coluna (i) sobre a coluna (h) multiplicado por cem (100). Tabela 19A.23
DOTAÇÃO DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR SUBFUNÇÃO ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO MÉDIO ENSINO PROFISSIONAL ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EDUCAÇÃO ESPECIAL OUTRAS SUBFUNÇÕES DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (h) (i) (i/h) DOTAÇÃO

ENSINO FUNDAMENTAL – Nessa linha registrar as despesas com o ensino fundamental, com duração mínima de oito anos, obrigatório e gratuito na escola pública, que tem por objetivo a formação básica do cidadão99. ENSINO MÉDIO – Nessa linha registrar as despesas com o ensino médio. O ensino médio, etapa final da educação básica tem duração mínima de três anos. ENSINO PROFISSIONAL – Nessa linha registrar as despesas com o ensino profissional. A educação profissional, integrada às diferentes formas de educação, ao trabalho, à ciência e à tecnologia, conduz ao permanente desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva. A educação profissional será desenvolvida em articulação com o ensino regular ou por diferentes estratégias de educação continuada, em instituições especializadas ou no ambiente de trabalho.
99

Lei nº 9.394/96, art.32.

..24 DOTAÇÃO DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR SUBFUNÇÃO . A educação infantil.... preferencialmente. a modalidade de educação escolar. TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO FONTE: ¹ Os valores referentes à parcela dos Restos a Pagar inscritos no exercício sem disponibilidade financeira vinculada à educação deverão ser informados somente no RREO do último bimestre do exercício. oferecida. ² Limites mínimos anuais a serem cumpridos no encerramento do exercício – Indica que o limite constitucional mínimo deverá ser atingido no encerramento do exercício. Esse valor deve ser igual ao informado na linha Total das Despesas com Ensino (XI). tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade.. . públicas ou privadas. intelectual e social. durante o exercício.... DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (h) (i) (i/h) DOTAÇÃO TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO – Nessa linha registrar os totais das dotações e despesas liquidadas com Ensino. A educação superior será ministrada em instituições de ensino superior. na idade própria.. Tabela 19A. ¹ Os valores referentes à parcela dos Restos a Pagar inscritos no exercício sem disponibilidade financeira vinculada à educação deverão ser informados somente no RREO do último bimestre do exercício – Indica que a informação dessa linha deverá ser apresentada somente no RREO do último bimestre do exercício.. DO ENSINO – MDE 255 ENSINO SUPERIOR – Nessa linha registrar as despesas com o ensino superior. para os efeitos desta Lei.. ² Limites mínimos anuais a serem cumpridos no encerramento do exercício. Portanto. pois o mesmo é anual. a aplicação em despesas com manutenção e desenvolvimento do Ensino poderá ser inferior ao limite mínimo exigido para o exercício. primeira etapa da educação básica. na rede regular de ensino. com variados graus de abrangência ou especialização. Entende-se por educação especial. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – Nessa linha registrar as despesas com a educação de jovens e adultos. quando serão conhecidos os valores da inscrição de Restos a Pagar e da disponibilidade financeira vinculada à educação. E DESENV.. para educandos portadores de necessidades especiais.. EDUCAÇÃO ESPECIAL – Nessa linha registrar as despesas com a educação especial. em seus aspectos físico... A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT... EDUCAÇÃO INFANTIL – Nessa linha registrar as despesas com a educação infantil. psicológico. Outras Subfunções – Essa linha deverá ser substituída por quantas forem as subfunções atípicas da função Educação desde que sejam despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino.. complementando a ação da família e da comunidade. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação.

2 Limites mínimos anuais a serem cumpridos no encerramento do exercício. Juros de Mora.3 Instruções de Preenchimento – MUNICÍPIOS Tabela 19B – Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE – MUNICÍPIOS <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO X (Lei nº 9.256 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. .C. nº 87/1996 (85%) Cota-Parte ICMS (85%) Cota-Parte IPI-Exportação (85%) Parcela das Transferências destinada à Formação do FUNDEF (II) Cota-Parte ITR (100%) Cota-Parte IOF-Ouro (100%) Cota-Parte IPVA (100%) RECEITAS VINCULADAS AO ENSINO (III) Transferências Multigovernamentais do FUNDEF (IV) Transferências de Recursos do FUNDEF (V) Complementação da União ao FUNDEF Transferências do FNDE Transferências do Salário-Educação Outras Transferências do FNDE Transferências de Convênios destinadas a Programas de Educação Receita de Operações de Crédito destinada à Educação Outras Receitas destinadas à Educação TOTAL DAS RECEITAS (VI) = (I + III – II) DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre Até o Bimestre % (d) (d/c) DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO VINCULADAS ÀS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS Despesas com Ensino Fundamental (VII) Despesas com Educação Infantil em Creches e Pré-Escolas (VIII) Outras Despesas com Ensino VINCULADAS AO FUNDEF.25) Caput do artigo 60 do ADCT MÍNIMO DE 60% DO FUNDEF NA REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO ENSINO FUNDAMENTAL (X / IV) § 5º do artigo 60 do ADCT SALDO FINANCEIRO DO FUNDEF Saldo Financeiro do FUNDEF DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR SUBFUNÇÃO DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (h) DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre Até o Bimestre % (i) (i/h) Em 31 de dezembro de <Exercício Anterior> % Até o Bimestre ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO MÉDIO ENSINO PROFISSIONAL ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EDUCAÇÃO ESPECIAL OUTRAS SUBFUNÇÕES TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO FONTE: ¹ Os valores referentes à parcela dos Restos a Pagar inscritos sem disponibilidade financeira vinculada à educação deverão ser informados somente no RREO do último bimestre do exercício. APLICADAS NO ENSINO FUNDAMENTAL (IX) Pagamento dos Profissionais do Magistério do Ensino Fundamental (X) Outras Despesas no Ensino Fundamental VINCULADAS À CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO FINANCIADAS COM RECURSOS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO FINANCIADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À EDUCAÇÃO TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO (XI) PERDA OU GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF [se II > V] = PERDA NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF (XII) [se II < V] = GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF VALOR DEDUÇÕES DA DESPESA VALOR PARCELA DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF APLICADA NO EXERCÍCIO (XIII) RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹ Despesas com Ensino Fundamental (XIV) Despesas com Educação Infantil em Creches e Pré-Escolas DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF DO EXERCÍCIO ANTERIOR (XV) TOTAL (XVI) CONTROLE DE RESTOS A PAGAR RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO Inscritos em Cancelados em INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES Exercícios Anteriores <Exercício> RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO (XVII) RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM ENSINO FUNDAMENTAL (XVIII) TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (XIX) = [(VII + VIII + IX + XII) – XVI] TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS² MÍNIMO DE 25% DAS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO [(XIX – XVII) / I] Caput do artigo 212 da CF/1988 MÍNIMO DE 60% DOS RECURSOS COM MDE NO ENSINO FUNDAMENTAL [(VII + IX + XII) – (XIII + XIV + XV + XVIII)] / (I x 0.394/1996.10. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos Receitas de Transferências Constitucionais e Legais Cota-Parte FPM (85%) Transferência Financeira ICMS-Desoneração – L. 72) R$ milhares PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS RECEITAS INICIAL ATUALIZADA No Bimestre Até o Bimestre % (a) (b) (b/a) RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) Receitas de Impostos Impostos Multas. Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos Dívida Ativa dos Impostos Multas. art.

art.1 RREO – ANEXO X (Lei nº 9. assim como no relatório resumido da execução orçamentária. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. refletindo a posição inicial da LOA.00 PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (a) (b) (b/a) RREO – ANEXO X (Lei nº 9. Tabela 19B. os fundos. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado. Ex. órgãos e entidades. 72) RECEITAS R$ 1. DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. assim como o bimestre a que se refere. E DESENV. DO ENSINO – MDE 257 Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo.394/1996. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. PREVISÃO INICIAL – Essa coluna identifica os valores da previsão inicial das receitas. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. 72) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. constantes da Lei Orçamentária Anual. RECEITAS – Essa coluna identifica a receita resultante de impostos e as receitas vinculadas ao ensino. art. que permanecerão inalterados durante todo o exercício. As receitas e despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino serão apuradas e publicadas nos balanços do Poder Público. R$ 1. ou seja.: JANEIRO A AGOSTO 2007/BIMESTRE JULHO-AGOSTO. da administração direta e indireta. vinculados à seguridade social. . o Município. PREVISÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. de janeiro até o mês de referência. para o exercício de referência. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos.394/1996. da administração direta ou indireta.

de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira100... Tabela 19B. considerada para base de cálculo. bem como o percentual realizado em relação à previsão atualizada. art. tais como a rede bancária. RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) – Nessa linha registrar a receita resultante de impostos. Nesse caso.. em que o total reestimado é menor. Inclui as receitas de impostos... a coluna PREVISÃO INICIAL deverá ser preenchida com um traço “–”. No Bimestre – Essa coluna identifica os valores das receitas realizadas no bimestre de referência. o valor da coluna (b) dividido pelo valor da coluna (a) multiplicado por cem (100).2 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (a) (b) (b/a) RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) . assim como daqueles atos que o modificarem. a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial. caput e § 1º. no bimestre de referência e até o bimestre de referência. O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita. . RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica os valores das receitas efetivamente realizadas.. Até o Bimestre (b) – Essa coluna identifica os valores das receitas realizadas até o final do bimestre de referência. poderá ser apresentado... juros de mora. atualização monetária e outros encargos resultantes de impostos e da dívida ativa de impostos. combinados com o art. demonstrando que esse valor não estava previsto na LOA.. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Quando houver uma nova natureza de receita. a previsão dessa nova natureza deverá ser identificada pela coluna PREVISÃO ATUALIZADA (a). 100 LRF... o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação. acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada. multas. e outras receitas correntes resultantes de impostos. 9º... em cumprimento aos limites mínimos estabelecidos na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional a serem observados. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal. e arrecadadas diretamente pelo órgão.. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira. no detalhamento das respectivas classificações... 52. ou seja.. receitas de dívida ativa de impostos.258 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Se não ocorrer nenhum dos eventos mencionados.. % (b/a) – Essa coluna identifica o percentual das receitas realizadas no exercício de referência em relação à previsão atualizada. Em caso de surgimento de nova natureza de receita que não esteja prevista na LOA.. receitas de transferências constitucionais e legais. ou por meio de outras instituições.

39 . Juros de Mora.. cuja obrigação tem por fato gerador situação independente de qualquer atividade estatal específica. os valores dos juros. E DESENV.. inscritos por não terem sido liquidados na época do seu vencimento.. de natureza tributária e não tributária. e as multas resultantes de dívida ativa de impostos. Multas. Juros de Mora.. a atualização monetária. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos – Nessa linha registrar os valores referentes a receitas com penalidades pecuniárias 101 Lei nº 4. como sanção legal no campo tributário. No caso desse demonstrativo. Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos – Nessa linha registrar o valor da receita arrecadada com penalidades pecuniárias decorrentes da inobservância de normas tributárias e com rendimentos destinados a indenização pelo atraso no cumprimento da obrigação representando o resultado de aplicações impostas ao contribuinte faltoso. as receitas da dívida ativa de impostos.. DO ENSINO – MDE 259 Tabela 19B. resultantes de impostos... Multas. os juros de mora.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.. art.. RECEITAS REALIZADAS No Até o % Bimestre Bimestre (b) (b/a) Receitas de Impostos – Nessa linha registrar a soma das receitas dos impostos propriamente ditos. Constituem Dívida Ativa101. compreendendo o principal. além de outros encargos resultantes de impostos. deverão ser informadas somente as receitas de Dívida Ativa oriundas de impostos. multas e demais créditos da Fazenda Pública.... Impostos – Nessa linha registrar o total da receita de impostos... Dívida Ativa dos Impostos – Nessa linha registrar a receita oriunda dos créditos do ente público contra terceiros.. a partir da data de sua inscrição e depois de apurada a sua liquidez e certeza.. relativa ao contribuinte. exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento. multas e outros encargos. Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos Dívida Ativa dos Impostos Multas..320/64. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos Receitas de Transferências Constitucionais e Legais Cota-Parte FPM (85%) Transferência Financeira ICMS-Desoneração – LC nº 87/1996 (85%) Cota-Parte ICMS (85%) Cota-Parte IPI-Exportação (85%) Parcela das Transferências destinada à Formação do FUNDEF (II) Cota-Parte ITR (100%) Cota-Parte IOF-Ouro (100%) Cota-Parte IPVA (100%) ..3 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I) Receitas de Impostos Impostos Multas. Imposto é a modalidade de tributo. as importâncias relativas a tributos.

260 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO decorrentes da inobservância de normas tributárias. . pois deverão ser informadas destacadamente na linha Transferências Multigovernamentais do FUNDEF. nº 87/1996 (85%) – Nessa linha registrar os recursos de transferências da União aos Municípios. considerar os valores brutos (100%). inciso I. Deverão ser registradas pelo valor líquido (85%). com base no produto da arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS. pois está destacado. 102 CF. O FPM102 é formado por parte do produto da arrecadação dos impostos sobre a renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados. A parcela da Cota-Parte FPM destinada à formação do FUNDEF deverá ser registrada destacadamente na linha Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II). As Transferências Constitucionais e Legais. que compõem a base de cálculo do FUNDEF. A distribuição entre os Municípios obedece a coeficientes de participação. art. que não compõem a base de cálculo do FUNDEF. isto é. previstos em contratos ou em normativos legais. atendidos os limites. Receitas de Transferências Constitucionais e Legais – Nessa linha registrar os valores referentes às transferências constitucionais e legais recebidas pelos Municípios. que equivale a 15% do valor bruto dessa transferência. Nessa linha registrar os valores brutos da receita de transferências constitucionais e legais resultantes de impostos. prazos e demais condições fixados no anexo à Lei Complementar nº 87/96. Cota-Parte FPM (85%) – Nessa linha registrar as receitas recebidas por meio de cota-parte do Fundo de Participação dos Municípios. critérios. especificamente multas. deduzida a respectiva conta redutora da receita destinada à formação do FUNDEF. deverão ser registradas pelos valores líquidos (85%). Para os demais municípios. divulgados pelo Tribunal de Contas da União. Essa linha será formada pela soma da receita destinada à formação do FUNDEF com as receitas de transferências após deduções para o FUNDEF. no item RECEITAS VINCULADAS AO ENSINO (III). será considerado o coeficiente resultante do produto do fator representativo da população do Município pelo fator representativo do inverso da renda per capita do respectivo Estado. deduzida a respectiva conta redutora da receita destinada à formação do FUNDEF. que equivale a 15% do valor bruto dessa transferência. separadamente. juros de mora. O valor da Contribuição Social do Salário-educação também deverá ser excluído deste montante. Transferência Financeira ICMS-Desoneração – L. Não poderão ser registradas nessa linha as transferências recebidas do FUNDEF.C. isto é. Para as demais transferências. 159. ou seja. Para os municípios das capitais. A Cota-Parte ICMS-Desoneração deverá ser registrada pelo valor líquido (85%). ou seja. atualização monetária e outros encargos incidentes sobre a dívida ativa dos impostos. as transferências dos valores referentes a impostos arrecadados pela União e pelos Estados e repassados aos Municípios. devendo ser deduzidas as contas redutoras da receita destinadas à formação do FUNDEF. o coeficiente será o fator representativo da população.

deverão ser registrados na conta contábil retificadora da receita orçamentária. art.a Cota-Parte do Fundo de Participação dos Municípios – FPM. Pertence aos Municípios 25% do produto da arrecadação do ICMS do Estado. que equivale a 15% calculados sobre a parcela que efetivamente pertence aos Municípios. Dessa forma. para fins de base de cálculo do FUNDEF: . o montante transferido ao Fundo. Os Estados deverão entregar 25% deste montante aos seus municípios. O objetivo dessa linha é destacar. deduzida a respectiva conta redutora da receita destinada à formação do FUNDEF.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. com transparência. destinada à formação do FUNDEF. e dessa parcela. que terá o mesmo código da classificação orçamentária. 103 CF. A parcela da Cota-Parte ICMS destinada à formação do FUNDEF deverá ser registrada destacadamente na linha Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II). inciso II. Nos Municípios. visando o cálculo de perda ou ganho do FUNDEF. 15% serão deduzidos e destinados à formação do FUNDEF. A União entregará 10% do produto da arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI aos Estados e ao Distrito Federal.00 – Participação na Receita dos Estados e respectivos desdobramentos terá como retificadora a 9722. referentes à cota-parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS. ou seja.a Cota-Parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação-ICMS (25% do ICMS do Estado). . Neste caso. Os 15% (quinze por cento) retidos automaticamente das transferências. por exemplo. Parcela das Transferências destinada à Formação do FUNDEF (II) – Nessa linha registrar o valor equivalente a 15% (quinze por cento) das transferências constitucionais e legais que contribuirão para a formação do FUNDEF. . que equivale a 15% do valor bruto dessa transferência. Cota-Parte ICMS (85%) – Nessa linha registrar a receita de transferências provenientes do Estado. a parte que efetivamente pertence aos Municípios é 25% dos 10% repassados pela União. E DESENV.00 – Dedução da Receita para Formação do FUNDEF – Transferência dos Estados.01. Deverá ser registrada pelo valor líquido (85% da cota-parte pertencente aos Municípios). 159.01. Deverá ser registrada pelo valor líquido (85% da cota-parte pertencente aos Municípios). A parcela da Cota-Parte IPI-Exportação. será calculada sobre o valor que efetivamente pertence ao Município. deduzida a respectiva conta redutora da receita destinada à formação do FUNDEF. com o primeiro dígito substituído pelo número 9. DO ENSINO – MDE 261 A parcela da Transferência Financeira ICMS-Desoneração destinada à formação do FUNDEF deverá ser registrada destacadamente na linha Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II). criada especificamente para este fim. a classificação de receita 1722. isto é. Deverá ser registrada destacadamente na linha Parcela das Transferências Destinada à Formação do FUNDEF (II). Cota-Parte IPI-Exportação (85%) – Nessa linha registrar a receita recebida em decorrência da transferência constitucional do Imposto sobre Produtos Industrializados103. integram as transferências constitucionais e legais.

Transferências Multigovernamentais do FUNDEF (IV) – Nessa linha registrar os valores brutos recebidos do FUNDEF.. mas que possuem destinação específica e vinculada.. Essa transferência deverá ser informada pelo valor bruto (100%). pois não compõe a base de cálculo do FUNDEF. Tabela 19B. RECEITAS VINCULADAS AO ENSINO (III) Transferências Multigovernamentais do FUNDEF (IV) Transferências de Recursos do FUNDEF (V) Complementação da União ao FUNDEF Transferências do FNDE Transferências do Salário-Educação Outras Transferências do FNDE Transferências de Convênios destinadas a Programas de Educação Receita de Operações de Crédito destinada à Educação Outras Receitas destinadas à Educação TOTAL DAS RECEITAS (VI) = (I + III – II) RECEITAS REALIZADAS No Até o % Bimestre Bimestre (b) (b/a) RECEITAS VINCULADAS AO ENSINO (III) – Nessa linha registrar os valores de receitas que não entram na base de cálculo para a comprovação dos limites mínimos constitucionais. Cota-Parte ITR (100%) – Nessa linha registrar as receitas referentes à Cota-Parte do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural-ITR. Do montante da arrecadação do IOF-Ouro. pois não compõe a base de cálculo do FUNDEF.... a qual deverá ser registrada em linha própria.. que corresponde a 50% do produto da arrecadação do IPVA do Estado....a Cota-Parte da Desoneração do ICMS (Lei Complementar nº 87/96). que corresponde a 50% do produto da arrecadação do ITR..a Cota-Parte do Imposto sobre Produtos Industrializados-IPI (25% de 10% do produto da arrecadação do IPI)..262 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO .. e . referentes à Cota-Parte do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores-IPVA..4 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) . Essa transferência deverá ser informada pelo valor bruto (100%)... transferida pela União aos Municípios onde estejam localizados os imóveis sobre os quais incide o imposto. pois não compõe a base de cálculo do FUNDEF. Essa transferência deverá ser informada pelo valor bruto (100%).. Não compreendem a complementação da União ao FUNDEF. Cota-Parte IOF-Ouro (100%) – Nessa linha registrar o total recebido pelos Municípios a título de transferência do IOF-Ouro. Essas transferências são também denominadas retorno do FUNDEF.. Transferências de Recursos do FUNDEF (V) – Nessa linha registrar o valor dos recursos recebidos a título de Transferências do FUNDEF. . Representa a soma da linha Transferências de Recursos do FUNDEF (V) com a linha Complementação da União ao FUNDEF... 70% será transferido ao Município conforme a origem. Cota-Parte IPVA (100%) – Nessa linha registrar as receitas de transferências provenientes do Estado.

A União complementará os recursos do FUNDEF sempre que.5% (dois e meio por cento) sobre o total de remunerações pagas ou creditadas. A complementação da União não compõe o cálculo de perda ou ganho nas transferências do FUNDEF. Transferências de Convênios destinadas a Programas de Educação – Nessa linha registrar o total das receitas de transferências de convênios firmados. a qualquer título. com ou sem contraprestação de serviços. . e servirá de fonte adicional de financiamento do ensino fundamental público106. Receita de Operações de Crédito destinada à Educação – Nessa linha registrar o valor da receita de operações de crédito com destinação específica para aplicação na Educação. art. § 5º. por entidades públicas de qualquer espécie. Transferências do FNDE – Nessa linha registrar o total dos recursos transferidos pela União ao Município. projetos e ações do ensino fundamental. distribuído pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino (FNDE)104. conforme apurado pelo censo educacional realizado pelo Ministério da Educação e do Desporto107. DO ENSINO – MDE 263 Essa linha compõe o cálculo de perda ou ganho nas transferências do FUNDEF. conforme critérios estabelecidos em lei estadual. Complementação da União ao FUNDEF – Nessa linha registrar o valor dos recursos recebidos a título de Complementação da União ao FUNDEF. pelo menos. excetuando-se as transferências do salário-educação. destinados a custear despesas correntes e de capital vinculadas a programas de educação. 50% (cinqüenta por cento) será repartida proporcionalmente ao número de alunos matriculados no ensino fundamental nas respectivas redes de ensino. que será creditada mensal e automaticamente em favor das Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal para financiamento de programas. Lei nº 9. Esses valores não serão considerados na base de cálculo dos limites mínimos a serem observados. Outras Transferências do FNDE – Nessa linha registrar o valor das outras transferências do FNDE. Essas transferências não serão consideradas na base de cálculo dos limites mínimos a serem aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. art.142/99. Esses valores não serão considerados na base de cálculo dos limites mínimos a serem aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. uma parcela correspondente a. A quota estadual será redistribuída entre o Estado e os respectivos Municípios.766/98. E DESENV. ou entre estas e organizações particulares. sendo que. A quota estadual do salário-educação corresponde a dois terços do montante dos recursos.424/96. 104 105 DEC nº 3. para realização de objetivos de interesse comum dos partícipes. art. que equivale à diferença entre as deduções para formação do FUNDEF (II) e as transferências de recursos do FUNDEF (V). no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal. 15. 7º. do seu total. 107 Lei nº 9. 2º. seu valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. Transferências do Salário-Educação – Nessa linha registrar o valor da Contribuição Social do Salário-Educação. art. por meio do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação – FNDE. aos segurados empregados105. caput. 212. O salário-educação é devido pelas empresas e calculado com base na alíquota de 2.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. 106 CF.

Durante o exercício. No encerramento do exercício. até o bimestre e o percentual liquidado em relação à dotação atualizada. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. Tabela 19B. . DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento. Não obstante essa modificação. mas apenas restringirá a emissão de empenho. se ocorrer. as despesas empenhadas.394/96. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. não liquidadas e inscritas 108 109 Lei nº 9. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. no bimestre de referência. para as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino.264 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Outras Receitas destinadas à Educação – Nessa linha registrar o valor de outras receitas destinadas à Educação que não constam nos itens anteriores e que requerem apresentação no demonstrativo. por vinculação de receitas. A limitação de empenho109. art. referentes às despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. art. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas. as despesas que já foram pagas. TOTAL DAS RECEITAS (VI) = (I+III-II) – Nessa linha registrar o total das receitas consideradas ou não para fins de base de cálculo do cumprimento dos limites constitucionais. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial prevista na Lei Orçamentária Anual.108 Não compõem a base de cálculo dos limites mínimos a serem aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. 72. 9º. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. a contribuição patronal referente ao pessoal da área da educação continuará sendo considerada despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino para fins de limite mínimo. mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais. inclusive. É a receita total resultante de impostos mais as receitas totais vinculadas ao Ensino menos a receita destinada à formação do FUNDEF. Deverão ser consideradas. A contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS passou a ser registrada na forma de despesa e não mais como repasse previdenciário. LRF.5 DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO – Essa coluna identifica o detalhamento das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. Cada item de vinculação possui a sua respectiva origem correspondente na tabela de receita deste demonstrativo. não afetará a dotação autorizada.

nos termos do art. No encerramento do exercício. o valor da coluna (d) dividido pelo valor da coluna (c) multiplicado por cem (100). ao fim do exercício financeiro. Figura 18 Dessa forma. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. decorrentes de contratos. para maior transparência. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Até o Bimestre (d) – Essa coluna identifica a despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada até o final do bimestre de referência. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. inscritas em Restos a Pagar não processados. No Bimestre – Essa coluna identifica a despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada no bimestre de referência.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. DESPESAS EXECUTADAS DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) LIQUIDADAS No Até o Bimestre Bimestre (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % (d/c) Nota: Durante o exercício. inscritas em restos a pagar. por força legal. ou seja. por constituírem obrigações preexistentes. No encerramento do exercício.320/64. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. por força do art. em substituição à Tabela 19B. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados.5. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. foram considerados como despesa liquidada. inciso II. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 18 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. E DESENV. inciso II da Lei 4. Portanto. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. 63 da Lei 4. art. convênios e outros instrumentos. durante o exercício. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à educação. % (d/c) – Essa coluna identifica o percentual da despesa com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidada no exercício em relação à dotação atualizada. poderão ser consideradas. deverão compor.320/64. o total das despesas liquidadas110. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. no encerramento do exercício.320/64. as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. processados ou não processados. a) Despesas liquidadas. DO ENSINO – MDE 265 em restos a pagar não processados. mas que. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 18. as despesas executadas estão segregadas em: . em função do empenho legal. . . consideradas liquidadas no encerramento do exercício. 110 Lei nº4.35. Dessa forma. 35.

394/96... ou seja.. 111 112 Lei 9.. vinculadas às receitas provenientes de impostos. que será considerada para fins de cumprimento dos limites mínimos constitucionalmente estabelecidos. sendo que a atuação em outros níveis de ensino somente será permitida quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados à manutenção e desenvolvimento do ensino111.. 11 da Lei nº 9. Nos Municípios.. e que compõem as custeadas pelas receitas resultantes de impostos. V. Deve ser detalhada em despesas com ensino fundamental.266 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 19B... que será considerada para fins de cumprimento dos limites mínimos constitucionalmente estabelecidos. art.. Essas despesas não serão consideradas para fins de cumprimento dos limites mínimos constitucionalmente estabelecidos.394/96. 11. somente as despesas com ensino fundamental e as despesas com educação infantil em creches e pré-escolas poderão ser consideradas para fins de cumprimento dos percentuais mínimos de aplicação exigidos pela Constituição Federal. e outras despesas com ensino....6 DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) DESPESAS VINCULADAS ÀS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS Despesas com Ensino Fundamental (VII) Despesas com Educação Infantil em Creches e Pré-Escolas (VIII) Outras Despesas com Ensino .. . Outras Despesas com Ensino – Nessa linha registrar a aplicação em outras despesas com ensino.. em atendimento ao disposto no inciso V do art.. Despesas com Ensino Fundamental (VII) – Nessa linha registrar a aplicação em despesas com ensino fundamental.. aquelas que não constam como despesas com ensino fundamental nem com educação infantil em creches e pré-escolas. vinculadas às receitas resultantes de impostos. Despesas com Educação Infantil em Creches e Pré-Escolas (VIII) – Nessa linha registrar a aplicação em despesas com educação infantil em creches e pré-escolas. art. Lei 9.394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional112... Essas despesas compreendem a execução das dotações iniciais previstas na Lei Orçamentária Anual e os créditos adicionais abertos durante o exercício.. DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) DESPESAS VINCULADAS ÀS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS – Nessa linha registrar as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. vinculadas às receitas resultantes de impostos. despesas com educação infantil em creches e pré-escolas. 11. inciso V.

.. em efetivo exercício de suas atividades no ensino fundamental público... DESPESAS VINCULADAS À CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO ... Pagamento dos Profissionais do Magistério do Ensino Fundamental (X) – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento dos profissionais do magistério...8 DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) ... DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) DESPESAS VINCULADAS À CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO – Nessa linha registrar os totais das dotações.. DESPESAS FINANCIADAS COM RECURSOS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO ............ E DESENV.. Essas despesas compreendem a execução das dotações iniciais previstas na Lei Orçamentária Anual e os créditos adicionais abertos durante o exercício.......ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.......... DO ENSINO – MDE 267 Tabela 19B............7 DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) .. Tabela 19B. DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) DESPESAS VINCULADAS AO FUNDEF NO ENSINO FUNDAMENTAL (IX) – Nessa linha registrar as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino.. inicial e atualizada e as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas... Outras Despesas no Ensino Fundamental – Nessa linha registrar as demais despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental e que não são as relativas ao pagamento dos Profissionais do Magistério do Ensino Fundamental.................. vinculadas à contribuição social do salário-educação......... incluída a complementação da União... quando for o caso.......... DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) ................ vinculadas às receitas recebidas do FUNDEF (Transferências Multigovernamentais do FUNDEF). referente a pelos menos 60% (sessenta por cento) dos recursos do FUNDEF.. DESPESAS VINCULADAS AO FUNDEF NO ENSINO FUNDAMENTAL (IX) Pagamento dos Profissionais do Magistério do Ensino Fundamental (X) Outras Despesas no Ensino Fundamental ...9 DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) ....... Tabela 19B..

....10 DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) ....13 PERDA OU GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF [Se II > V] = PERDA NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF (XII) [Se II < V] = GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF VALOR [Se II > V] = PERDA NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF (XII) – Nessa linha registrar a perda nas transferências do FUNDEF.... inicial e atualizada e despesas com o ensino liquidadas e financiadas com outros recursos que não se enquadrarem nos anteriores............... quando for o caso.268 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO DESPESAS FINANCIADAS COM RECURSOS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO – Nessa linha registrar os totais das dotações.12 PERDA OU GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF VALOR PERDA OU GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF – Essa coluna identifica a perda ou o ganho nas transferências do FUNDEF.. DESPESAS FINANCIADAS DESTINADOS À EDUCAÇÃO COM OUTROS RECURSOS DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) DESPESAS FINANCIADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À EDUCAÇÃO – Nessa linha registrar os totais das dotações.. Tabela 19B.. VALOR – Essa coluna identifica o valor da perda ou do ganho nas transferências do FUNDEF.. Haverá perda quando o valor da dedução . Tabela 19B.. Tabela 19B. inicial e atualizada e despesas liquidadas com o ensino.. Tabela 19B.... conforme o caso. inicial e atualizada e despesas com o ensino liquidadas e financiadas com recursos originários de Operações de Crédito. TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO (XI) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (d) (d/c) TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO (XI) – Nessa linha registrar os totais das dotações. conforme o caso.11 DESPESAS COM ENSINO POR VINCULAÇÃO DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) ......

menos as Transferências de Recursos do FUNDEF (V). Será apurada pela diferença positiva entre a parcela das Receitas Destinadas à Formação do FUNDEF (II) e as Transferências de Recursos do FUNDEF (V). . vide tópico 3. essa linha deverá apresentar apenas um traço “–”. Será apurado pela diferença negativa entre a parcela das Receitas Destinadas à Formação do FUNDEF (II). Haverá ganho quando o valor da dedução das receitas para formação do FUNDEF (II) for menor que o valor recebido a título de transferências do FUNDEF (V). Para maior detalhamento. este campo deverá ser preenchido com traço “–”.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. no ensino fundamental.4 – Perda ou Ganho nas Transferências do FUNDEF.4.15 DEDUÇÕES DA DESPESA PARCELA DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF APLICADA NO EXERCÍCIO (XIII) RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS ¹ Despesas com Ensino Fundamental (XIV) Despesas com Educação Infantil em Creches e Pré-Escolas DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF DO EXERCÍCIO ANTERIOR (XV) TOTAL (XVI) VALOR PARCELA DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF APLICADA NO EXERCÍCIO (XIII) – Nessa linha registrar a parcela das despesas vinculadas ao FUNDEF.14 DEDUÇÕES DA DESPESA VALOR DEDUÇÕES DA DESPESA – Essa coluna identifica as deduções da despesa com educação para fins de apuração dos percentuais aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. vinculadas ao ganho do FUNDEF. Tabela 19B. [Se II < V] = GANHO NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF – Nessa linha registrar o ganho nas transferências do FUNDEF. Se a diferença apurada for positiva (perda) ou igual a zero (situação nula). A perda nas transferências do FUNDEF deverá ser somada ao montante das despesas executadas para fins de apuração do percentual mínimo na manutenção e desenvolvimento do ensino. ou quando houver perda nas transferências do FUNDEF. custeadas pelo ganho ou pela complementação do FUNDEF. este campo deverá ser preenchido com traço “–”. As despesas liquidadas. DO ENSINO – MDE 269 das receitas para formação do FUNDEF (II). Tabela 19B. deverão ser subtraídas quando do cálculo do TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL.10. quando for o caso. for maior que o valor recebido a título de transferências do FUNDEF (V). VALOR – Essa coluna identifica os valores das deduções da despesa total com educação para fins de apuração dos percentuais aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. E DESENV. Se a diferença apurada for negativa (ganho) ou igual a zero (situação nula). Quando não houver complementação da União ao FUNDEF.

000. a parcela do ganho e da complementação aplicada no exercício.000. Portanto.500.00. então o valor será igual nos dois campos. da Lei Complementar nº 101. Deverá ser considerado. Se além do ganho houver complementação.00). 4 – Parcela da complementação aplicada = R$ 100.000. pois irá depender do valor da despesa custeada por esses recursos. se não houver complementação da União. parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício (R$ 900. somente os Restos a Pagar inscritos no exercício de referência.00) = ganho do FUNDEF (R$ 1.00. 3 – Parcela do ganho aplicada = R$ 1.00. 2 – Complementação da União = R$ 500.00) > ganho do FUNDEF (R$ 1.00 = R$1. que exceder o valor.00). 1º Exemplo: Parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício < ganho do FUNDEF 1 – Ganho FUNDEF = R$ 1.00.000.00).00. Essa linha visa a abranger os casos de inobservância do art. não podem ser considerados recursos disponíveis.00. 3º Exemplo: Parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício > ganho do FUNDEF 1 – Ganho FUNDEF = R$ 1. 3 – Parcela do ganho aplicada = R$ 900. inferior ou superior ao do ganho nas transferências do FUNDEF. tendo sido vinculados a Restos a Pagar de exercícios anteriores. 8º.00) < ganho do FUNDEF (R$ 1. 3 – Parcela do ganho aplicada = R$ 900. . 4 – Parcela da complementação aplicada = R$ 500.000. em 31 de dezembro. Logo. os recursos vinculados a Restos a Pagar de exercícios anteriores serão também considerados.000. a parcela dos restos a pagar. RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹ – Nessa linha registrar. ou seja. parágrafo único.00.270 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO O valor informado nessa linha deverá ser subtraído quando do cálculo do TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL. 2 – Complementação da União = R$ 500. O valor da parcela do ganho e da complementação do FUNDEF aplicada no exercício. conforme art. o valor será superior. para efeito deste demonstrativo. e esta também for totalmente executada. Logo.00. Logo.00 + R$500. uma vez que. parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício (R$ 900.00.00 + R$ 100. somente no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício. pois deverão ser deduzidos das disponibilidades financeiras vinculadas à Educação. No entanto. se o ente executar todo o ganho e não houver complementação ou se esta não for aplicada. 2 – Complementação da União = R$ 500. 4 – Parcela da complementação aplicada = 0. poderá ser igual.000. da disponibilidade financeira de recursos próprios vinculados à Educação. parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício (R$1000. estará limitada ao próprio ganho do FUNDEF. de 04/05/2000.00 = R$ 1. 42 da LRF que determina a suficiente disponibilidade financeira para a inscrição de restos a pagar.000. inscritos no encerramento do exercício. 2º Exemplo: Parcela de ganho ou complementação aplicada no exercício = ganho do FUNDEF 1 – Ganho FUNDEF = R$ 1.00. Lei de Responsabilidade Fiscal.00.

inscritos em 31 de dezembro do exercício de referência para os quais não haja disponibilidade financeira de recursos próprios vinculados.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. inscritos em 31 de dezembro do exercício de referência para os quais não haja disponibilidade financeira de recursos próprios vinculados. E DESENV. DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO GANHO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF DO EXERCÍCIO ANTERIOR (XV) – Nessa linha registrar o valor das despesas vinculadas ao superávit financeiro do ganho e da complementação do FUNDEF. Inscritos em Exercícios Anteriores – Essa coluna identifica o total de restos a pagar inscritos com disponibilidade financeira em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência. que foram considerados como aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino. DO ENSINO – MDE 271 No caso de não haver disponibilidade financeira de recursos próprios vinculados à Educação. no encerramento do exercício. verificado no encerramento do exercício anterior ao de referência. Esse valor não poderá ser considerado para fins de cumprimento dos limites mínimos constitucionais. no último bimestre do exercício. Cancelados em <Exercício> – Essa coluna identifica o total de restos a pagar. de recursos próprios vinculados à Educação e o valor dos restos a pagar inscritos com disponibilidade financeira nesses exercícios e cancelados no exercício de referência. pois os mesmos não poderão ser considerados como aplicados em manutenção e desenvolvimento do Ensino. deverá ser registrado o valor total dos Restos a Pagar. RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS – Essa coluna identifica os valores de restos a pagar inscritos em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência até o limite da disponibilidade financeira. à época. cujos valores já foram considerados em percentuais de aplicação nos respectivos exercícios de inscrição. que foram cancelados no exercício de referência. Tabela 19B. os restos a pagar relativos às despesas com educação infantil em creches e pré-escolas. TOTAL (XVI) – Nessa linha registrar o somatório das deduções da despesa com educação. no último bimestre do exercício. os restos a pagar relativos às despesas com ensino fundamental.16 CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Cancelados Exercícios Anteriores em < Exercício > CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES – Essa coluna identifica o cancelamento de Restos a Pagar vinculados ao ensino. . Despesas com Ensino Fundamental (XIV) – Nessa linha registrar. Despesas com Educação Infantil em Creches e Pré-Escolas – Nessa linha registrar. inscritos com disponibilidade financeira nos exercícios anteriores ao de referência. inscritos com disponibilidade financeira em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência.

em função dos cancelamentos de restos a pagar inscritos em exercícios anteriores ao exercício de referência. ou seja. além do limite mínimo constitucional para o exercício de referência. . consideradas despesas para fins de limite constitucional as receitas intraorçamentárias da Contribuição Patronal relativa aos servidores da área da educação do ensino fundamental e da educação infantil em creches e pré-escolas. Serão. RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM ENSINO FUNDAMENTAL (XVIII) – Nessa linha registrar o total a compensar. relativos à erradicação do analfabetismo e ao ensino fundamental. aplicando-o em despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino no exercício de referência.17 CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS AO ENSINO INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO (XVII) RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM ENSINO FUNDAMENTAL (XVIII) RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Cancelados em Exercícios Anteriores <Exercício> RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO (XVII) – Nessa linha registrar o total a compensar. no exercício anterior ao de referência. relativos à manutenção e desenvolvimento do ensino. também. às despesas vinculadas às receitas resultantes de impostos e às despesas vinculadas ao FUNDEF. os valores decorrentes do cancelamento de restos a pagar vinculados a Impostos/FUNDEF e os restos a pagar inscritos sem disponibilidade financeira vinculada à educação. aplicando-o em despesas com erradicação do analfabetismo e ensino fundamental no exercício de referência. em função dos cancelamentos de restos a pagar inscritos em exercícios anteriores ao exercício de referência. Esse valor deverá ser compensado.272 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 19B. conforme o caso. soma-se a perda ou subtrai-se a parcela das despesas vinculadas ao FUNDEF. Esse valor deverá ser compensado. Tabela 19B. e subtrai-se também as despesas vinculadas ao superávit financeiro do ganho e da complementação do FUNDEF.18 TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (XIX) = [(VII+VIII+IX+XII) – (XVI)] TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (XIX) = [(VII+VIII+IX+XII) – (XVI)] – Nessa linha registrar o total das despesas consideradas para fins de cumprimento do limite estabelecido constitucionalmente. além do limite mínimo constitucional para o exercício de referência. custeadas pelo ganho ou pela complementação da União. no caso de o ente possuir Regime Próprio de Previdência Social – RPPS.

da receita resultante de impostos. O limite constitucional mínimo deverá ser observado somente no encerramento do exercício. ou seja. DO ENSINO – MDE 273 Tabela 19B.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.394/96. % – Essa coluna identifica o percentual de aplicação. observado o disposto no artigo 69.25) Caput do artigo 60 do ADCT – Nessa linha registrar a aplicação mínima dos recursos de cada ente da federação na manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental.20 TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS² MÍNIMO DE 25% DAS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO [XIX – XVII) / I] Caput do artigo 212 da CF/88 MÍNIMO DE 60% DAS DESPESAS COM MDE NO ENSINO FUNDAMENTAL [(VII + IX + XII) – (XIII + XIV + XV + XVIII)] / (I x 0. . Lei nº 9. 69. e. com a finalidade de demonstrar se os limites mínimos exigidos pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação vêm sendo cumpridos. o Distrito Federal e os Municípios aplicarão. MÍNIMO DE 60% DOS RECURSOS COM MDE NO ENSINO FUNDAMENTAL [(VII + IX + XII) – (XIII + XIV + XV + XVIII)] / (I x 0. podendo. a relação entre as despesas e as receitas. Os Municípios deverão oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas. § 4o. sendo que. 11. da LDB. e Lei nº 9. Tabela 19B. art. 113 114 CF. apresentar-se em determinados meses com percentuais inferiores aos exigidos. com prioridade. Distrito Federal e Municípios o percentual é de 60% de 25% das receitas provenientes de impostos. para cada limite constitucional a ser cumprido. o ensino fundamental. inciso V.394/96. compreendida a proveniente de transferências113. art. E DESENV.19 TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS¹ % TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS¹ – Essa coluna identifica a participação das despesas com Ensino nas receitas correspondentes. portanto. no mínimo. anualmente. para os Estados. pois o limite considerado é anual. permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino114. Cumpre destacar que os limites exigidos são anuais. art. 212.25) Caput do artigo 60 do ADCT MÍNIMO DE 60% DO FUNDEF NA REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO ENSINO FUNDAMENTAL (X / IV) § 5º do artigo 60 do ADCT % MÍNIMO DE 25% DAS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS NA MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO [XIX – XVII) /I] Caput do artigo 212 da CF/88 – Nessa linha registrar o percentual efetivamente aplicado na manutenção e desenvolvimento do ensino em relação às receitas líquidas provenientes de impostos. na manutenção e desenvolvimento do ensino. nunca menos de vinte e cinco por cento. Os Estados.

no mínimo. R$ 250.00 na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (25% de R$ 1. Até o Bimestre – Essa coluna identifica o saldo financeiro da conta FUNDEF até o final do bimestre de referência. A partir de 2007. Distrito Federal e Municípios. devendo ser considerado o saldo da conta única e específica vinculada ao Fundo. Em 31 de dezembro de <Exercício Anterior> – Essa coluna identifica o saldo financeiro da conta FUNDEF em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência. o valor de R$ 1.000. e Portaria nº 504/2003.000. Tabela 19B. em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência e até o bimestre de referência. dos quais. Ex: 2005.000. de 14 de abril de 1999. identificada no Grupo de Natureza de Despesa 1 – Pessoal e Encargos Sociais e na Modalidade de Aplicação 91 115 Portaria nº 916/2003 e Portaria nº 1.00) deverão ser destinados ao Ensino Fundamental.000.000.274 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Exemplo: Um Município que tenha como RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (I). desde que sejam despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino.768/2003.21 SALDO FINANCEIRO DO FUNDEF Saldo Financeiro do FUNDEF Em 31 de dezembro de <Exercício Anterior> Até o Bimestre SALDO FINANCEIRO DO FUNDEF – Essa coluna identifica o saldo financeiro do FUNDEF. O exercício anterior deve ser apresentado no formato <aaaa>. Essa linha servirá para controle da aplicação do superávit financeiro do FUNDEF no exercício seguinte. mantida em instituição financeira. Tabela 19B. deverá aplicar. de 60% dos recursos do FUNDEF na Remuneração do Magistério no Ensino Fundamental.00. Saldo Financeiro do FUNDEF – Nessa linha registrar o saldo financeiro da conta bancária do FUNDEF. prevista no artigo 3º da Lei nº 9.000.000. podendo. do MPS.22 DOTAÇÃO DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR SUBFUNÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS INICIAL ATUALIZADA No Até o % Bimestre Bimestre (h) (i) (i/h) DOTAÇÃO DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR SUBFUNÇÃO – Essa coluna identifica o detalhamento das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. entretanto. por subfunção da despesa.00). No modelo são apresentadas as subfunções típicas da função Educação. MÍNIMO DE 60% DO FUNDEF NA REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO ENSINO FUNDAMENTAL (X / IV) § 5º do artigo 60 do ADCT – Nessa linha registrar a aplicação mínima de cada ente da federação.424/96. . do Ministério de Orçamento e Gestão. da STN. observada a Portaria nº 42. R$ 150. a contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS será registrada como despesa.00 (60% de R$250. com a eliminação da dupla contagem de receitas e despesas115. serem utilizadas subfunções não vinculadas especificamente à função Educação. Estados.

DO ENSINO – MDE 275 – Aplicação Direta decorrente de Operações entre Órgãos. para as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. 9º. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. referentes às despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. mas apenas restringirá a emissão de empenho. No entanto. No encerramento do exercício. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. art. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados.21. não afetará a dotação autorizada. o total das despesas liquidadas117. Lei nº4. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino liquidadas. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais. A limitação de empenho116. as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino. no encerramento do exercício. art.320/64. E DESENV. deverão compor. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. Durante o exercício. Portanto. DOTAÇÃO ATUALIZADA (h) – Nessa coluna registrar a dotação inicial prevista no Orçamento. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. se ocorrer. no bimestre de referência. as despesas que já foram pagas. 35. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. inciso II. as despesas empenhadas. DOTAÇÃO INICIAL – Nessa coluna registrar o valor da dotação inicial prevista na Lei Orçamentária Anual. No encerramento do exercício. até o bimestre e o percentual liquidado em relação à dotação atualizada. poderão ser consideradas. 116 117 LRF. relativos ao pessoal ativo da área de educação. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à educação. inclusive.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT. Fundos e Entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. processados ou não processados. Deverão ser consideradas. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 19. decorrentes de contratos. para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. em substituição à Tabela 19B. As receitas correspondentes serão registradas pelo recebedor em classificações específicas. inscritas em restos a pagar. os valores da cota patronal ao RPPS. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. em função do empenho legal. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. por constituírem obrigações preexistentes. convênios e outros instrumentos. . são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. durante o exercício. continuarão sendo considerados despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino para fins de apuração da aplicação mínima exigida constitucionalmente.

inscritas em Restos a Pagar não processados. ENSINO PROFISSIONAL – Nessa linha registrar as despesas com o ensino profissional. ao fim do exercício financeiro. com duração mínima de oito anos. para maior transparência. as despesas executadas estão segregadas em: .23 DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR SUBFUNÇÃO ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO MÉDIO ENSINO PROFISSIONAL ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EDUCAÇÃO ESPECIAL OUTRAS SUBFUNÇÕES DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (h) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (i) (i/h) ENSINO FUNDAMENTAL – Nessa linha registrar as despesas com o ensino fundamental. Até o Bimestre (i) – Nessa coluna registrar as despesas liquidadas até o bimestre de referência. % (i/h) – Nessa coluna registrar o percentual da despesa liquidada no exercício em relação à dotação atualizada. a) Despesas liquidadas. . No Bimestre – Nessa coluna registrar as despesas liquidadas no bimestre de referência. 63 da Lei 4. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 19 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. que tem por objetivo a formação básica do cidadão118.35. etapa final da educação básica tem duração mínima de três anos. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. .320/64. a coluna (i) sobre a coluna (h) vezes 100. nos termos do art.394/96. A educação 118 Lei nº 9. à ciência e à tecnologia.276 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO DESPESAS EXECUTADAS DOTAÇÃO DESPESAS COM ENSINO POR DESTINAÇÃO DE RECURSOS INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) LIQUIDADAS No Até o Bimestre Bimestre (d) INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) % (d/c) Nota: Durante o exercício. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. inciso II da Lei 4.320/64. mas que. foram considerados como despesa liquidada. obrigatório e gratuito na escola pública. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. art. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. ao trabalho. integrada às diferentes formas de educação. Dessa forma. A educação profissional. ENSINO MÉDIO – Nessa linha registrar as despesas com o ensino médio. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. Figura 19 Dessa forma. Tabela 19B. ou seja. O ensino médio. por força legal. por força do art. No encerramento do exercício.32. conduz ao permanente desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva.

EDUCAÇÃO ESPECIAL – Nessa linha registrar as despesas com a educação especial. primeira etapa da educação básica. com variados graus de abrangência ou especialização.. públicas ou privadas.. OUTRAS SUBFUNÇÕES – Essa linha deverá ser substituída por quantas forem as subfunções atípicas da função Educação desde que sejam despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino.. para educandos portadores de necessidades especiais.. pois o mesmo é anual... EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – Nessa linha registrar as despesas com a educação de jovens e adultos. na idade própria.... EDUCAÇÃO INFANTIL – Nessa linha registrar as despesas com a educação infantil.. .ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT... A educação infantil. preferencialmente. A educação superior será ministrada em instituições de ensino superior. ² Limites mínimos anuais a serem cumpridos no encerramento do exercício. complementando a ação da família e da comunidade. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. em instituições especializadas ou no ambiente de trabalho. Entende-se por educação especial. quando serão conhecidos os valores da inscrição de Restos a Pagar e da disponibilidade financeira vinculada à educação. DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (h) DESPESAS LIQUIDADAS No Até o % Bimestre Bimestre (i) (i/h) TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO – Nessa linha registrar os totais das dotações e despesas liquidadas com ensino.. ¹ Os valores referentes à parcela dos Restos a Pagar inscritos no exercício sem disponibilidade financeira vinculada à educação deverão ser informados somente no RREO do último bimestre do exercício – Indica que a informação dessa linha deverá ser apresentada somente no RREO do último bimestre do exercício. ² Limites mínimos anuais a serem cumpridos no encerramento do exercício – Indica que o limite constitucional mínimo deverá ser atingido no encerramento do exercício.. a modalidade de educação escolar. A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio.24 DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR SUBFUNÇÃO . psicológico.. tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade. DO ENSINO – MDE 277 profissional será desenvolvida em articulação com o ensino regular ou por diferentes estratégias de educação continuada. para os efeitos desta Lei. intelectual e social.. na rede regular de ensino.. em seus aspectos físico.. TOTAL DAS DESPESAS COM ENSINO FONTE: ¹ Os valores referentes à parcela dos Restos a Pagar inscritos no exercício sem disponibilidade financeira vinculada à educação deverão ser informados somente no RREO do último bimestre do exercício. Esse valor deve ser o mesmo informado na linha Total das Despesas com Ensino (XI).. Tabela 19B. E DESENV. ENSINO SUPERIOR – Nessa linha registrar as despesas com o ensino superior. oferecida.

278 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Portanto. a aplicação em despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino poderá ser inferior ao limite mínimo exigido para o exercício. . durante o exercício.

o ganho. não se aplicando o item (-) Transferências Constitucionais. pois são recursos de outros Municípios ou do Estado que estão sendo aplicados no Município beneficiado.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.1 Distrito Federal O Distrito Federal.10. 3. deve ser desconsiderado (subtraído) para fins de limite.10. 119 120 Lei nº 9. anualmente. caput. Lei nº 9. Entretanto. pois são valores que pertenciam ao ente. considere que o Município A apresente no encerramento do exercício. o valor da perda deve ser somada para fins de limite. pois são recursos do Município que estão sendo aplicados no ensino fundamental. isto é. haverá perda nas transferências do FUNDEF. Essa diferença é conseqüência da distribuição dos recursos do FUNDEF.000. A sistemática de perda e ganho do FUNDEF é necessária porque a perda. 2 – Total das transferências constitucionais e legais do Município A (FPM.00. . informará os impostos de sua competência e as receitas de transferências constitucionais e legais.00.000. E DESENV. o ente recebeu menos recursos do que contribuiu para a formação do FUNDEF. causada quando um Município recebe menos do que os 15% de suas transferências que foram destinadas para o FUNDEF. art. se efetivamente aplicado.00. 4 – Transferências de Recursos do FUNDEF = R$ 18. e Cota-Parte ICMS) = R$ 100. Caso o valor da Parcela da Receita Destinada à Formação do FUNDEF (II) seja maior que o valor das Transferências de Recursos do FUNDEF (V). mas estão sendo aplicados em outros entes. IPI-Export. pois não há repartição constitucional de receitas deste ente da Federação com outros entes.4 Particularidades 3. haverá ganho nas transferências do FUNDEF.00. devido à sua especificidade.000. DO ENSINO – MDE 279 3. na proporção do número de alunos matriculados.424/96.424/96. As despesas liquidadas vinculadas ao ganho do FUNDEF não poderão ser computadas como do ente beneficiado. Caso o valor da Parcela da Receita Destinada à Formação do FUNDEF (II) seja menor que o valor das Transferências de Recursos do FUNDEF (V). para fins de comprovação no limite mínimo constitucional de 25% (vinte e cinco por cento). como despesa no ensino fundamental do Município que foi beneficiado. o ente recebeu recursos acima do que contribuiu para a formação do fundo.4. 8º.000. 3 – Receita destinada a formação do FUNDEF (15%) = R$ 15. mesmo que em outro Município. art. estará sendo aplicada no ensino fundamental em outro Município que obteve ganho (recebeu mais do que os 15% de suas transferências para o FUNDEF). 5 – Ganho nas Transferências do FUNDEF = R$ 3.00.4.10. § 1º. Esse valor poderá ser considerado.000. 2º. Portanto. exceto a complementação da União. Somente para fins de exemplo.2 Perda ou Ganho nas Transferências do FUNDEF Representa a diferença entre a parcela dos 15% (quinze por cento) das transferências para o FUNDEF e o valor efetivamente recebido do FUNDEF. a seguinte situação: 1 – Total da Receita de Impostos = R$ 50. nas escolas cadastradas das respectivas redes de ensino fundamental119. para fins de comprovação no limite mínimo constitucional de 25% (vinte cinco por cento)120. isto é.

00 + R$ 17.00 + R$ 17.500.000.000.00 e que não poderá ser considerado para fins de limite.000. o superávit financeiro do FUNDEF para o ano seguinte seria de R$ 4.500. no exercício seguinte. .00.000. 8 – Parcela do ganho do FUNDEF efetivamente aplicado no exercício (R$ 17.00.000.00) = R$ 37.000.00 (e não mais R$ 17.00) = R$ 2.500.00 (60% de 25% = 15% dos impostos e transferências). na qual os dois primeiros representam a situação descrita acima.000.00 (25% dos impostos e Transferências).00 – R$ 15. até o valor de R$ 1.000.280 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 6 – Valor diretamente aplicado na manutenção e desenvolvimento do ensino = R$ 22.00. 9 – Total aplicado na MDE (R$ 22.500. 10 – Total aplicado no Ensino Fundamental (R$ 7. dos quais R$ 3.000.00 – R$ 2.00 – R$ 2.00) = R$ 22. Portanto. haverá um superávit financeiro do ganho do FUNDEF no valor de R$ 1. o Município A poderá considerar para fins de limite as despesas vinculadas ao superávit do FUNDEF.000.00. Aproveitando os dados do exemplo anterior e supondo que o valor do item 7 – Despesas vinculadas ao FUNDEF tivesse sido de R$ 14.00 representam o ganho.00 foram aplicados no ensino fundamental. Apresentamos abaixo uma tabela exemplificativa para sete exercícios hipotéticos subseqüentes.000.00). 7 – Despesas vinculadas ao FUNDEF = R$ 17. R$ 7.000. no exercício seguinte.00.500. De acordo com o exemplo anterior.500. pois o que exceder a esse valor será referente ao superávit do ganho do FUNDEF.000.000. sendo que destes.

00 1.00 22. então valor = VIII + IX – X – XI + VI 60% de 25% = 15% dos impostos e transferências XIV Superávit financeiro do ganho do FUNDEF Se houve ganho (V > 0).000. então se (IX – III) <= V 3 então valor = IX – III se (IX – III) > V 4 então valor = V XI Parcela do superávit financeiro do ganho do FUNDEF aplicada no exercício (Esse valor não será considerado para fins de limite) Se houve ganho (V > 0).00 Ano 2 50.00 22.00 4.500.00 37.00 37.000.00 7.000.500.00 37.000.000.000.00 0.00 37.00 3.500.000.00 100.000.00 37.00 22.00 17.00 100.500.ANEXO X – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUT.00 3. E DESENV.00 100.000.500.000.000.00 23.00 15.000.00 37.00 1.500.00 22.500.00 0.00 100. 6 Se a diferença entre o valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental e a parcela da receita destinada ao FUNDEF menos o ganho nas transferências do FUNDEF for maior que o superávit financeiro do ganho do FUNDEF do exercício anterior. do Ensino (Este item contém o valor do item VIII) VIII Valor dos recursos próprios aplicados no ensino fundamental (O valor deste item está contido no item VII) IX Valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental Parcela do ganho do FUNDEF aplicada no exercício (Esse valor não será considerado para fins de limite) Se houve ganho (V > 0).000. então valor = VII + IX – X – XI Se houve perda (VI > 0).00 0.00 Ano 7 50.00 14.00 37.000.00 12.500.000.00 22.500.00 22.00 15.500.00 22.000.00 15.000.000.00 1.00 1.00 3.00 0.500.00 22.000. então valor = III – IV VII Valor dos recursos próprios aplicados na Manutenção e Desenv.000.00 15.00 0.00 37.00 7.00 15.00 21.00 0.500.000.500.00 24.000. significa que existe superávit financeiro do ganho do FUNDEF suficiente para cobrir toda a diferença (IX – IV).00 22.00 13.500.00 100.00 3.000.500.000. então se IX <= III 1.00 0.00 0.500.00 0.500.000.00 22.500. DO ENSINO – MDE 281 Tabela Exemplificativa Item Especificação I II Total da receita de impostos Total das receitas com transferências constitucionais e legais Ano 1 50.00 8.00 Ano 3 50.00 18.000.00 2. 8 Se o valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental for maior que os recursos recebidos do FUNDEF.00 0.500.00 0.500.00 15.500.00 18.00 5.500.000. 5 Se a diferença entre o valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental e a parcela da receita destinada ao FUNDEF menos o ganho nas transferências do FUNDEF for menor ou igual ao superávit financeiro do ganho do FUNDEF do exercício anterior.00 100.500. então valor = VII + IX – X – XI + VI 25% dos impostos e Transferências XIII Total aplicado no Ensino Fundamental Se houve ganho (V > 0) ou valor nulo (V = VI = 0).00 22.000.00 15.00 0. significa que existe superávit financeiro do ganho do FUNDEF suficiente para cobrir toda a diferença (IX – IV).500.500.500.00 37.000.00 0.00 22.500.00 Ano 5 50.00 3.00 10.000.00 0. então valor = 0 se IX > III 2.00 2.00 18.00 20.000.000.000.500.00 5.00 37.00 Se o valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental for menor ou igual à parcela da receita destinada ao FUNDEF.00 2.00 12. 4 Se a diferença entre o valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental e a parcela da receita destinada ao FUNDEF for maior que o ganho nas transferências do FUNDEF do exercício atual.500.500.00 0.00 500.00 22.00 22.500.500.00 2.00 0.00 3.500. 10 Se a diferença entre o valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental e os recursos recebidos do FUNDEF for maior que o superávit financeiro do ganho do FUNDEF do exercício anterior.500.000.00 37.500.500.000.00 37.00 18.000.000.500. significa que existe ganho do FUNDEF suficiente para cobrir toda a diferença (IX – III) e que não será utilizado o superávit do exercício anterior.000.000.00 22. .000. 3 Se a diferença entre o valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental e a parcela da receita destinada ao FUNDEF for menor ou igual ao ganho nas transferências do FUNDEF do exercício atual.00 Ano 6 50.00 100.00 22. então valor = IV – III VI Perda nas Transferências do FUNDEF Se III > IV.00 Ano 4 50.00 15.00 500.000.500.00 0.500.500.00 4.00 22. então valor = 0 se IX > III 2. então se (IX – III) <= V 3 então valor = 0 se (IX – III) > V 4 então se (IX – III – V) <= XIII do exercício anterior 5 então valor = IX – III – V se (IX – III – V) > XIII do exercício anterior 6 então valor = XIII do exercício anterior Se houve perda (VI > 0) ou valor nulo (V = VI = 0) se IX <= IV 7. 7 Se o valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental for menor ou igual aos recursos recebidos do FUNDEF.00 37.000. então se (IX – IV) <= XIII do exercício anterior 9 então valor = IX – IV se (IX – IV) > XIII do exercício anterior 10 então valor = XIII do exercício anterior XII Total aplicado na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Se houve ganho (V > 0) ou valor nulo (V = VI = 0).500.00 9.00 7.00 12.000.000. então se IX <= III 1.00 7. então valor VIII + IX – X – XI Se houve perda (VI > 0).500.000.000.00 15.00 37.00 III Parcela da receita destinada ao FUNDEF (15% de II) IV Recursos recebidos do FUNDEF V Ganho nas Transferências do FUNDEF Se IV > III. significa que não existe superávit financeiro do ganho do FUNDEF suficiente para cobrir toda a diferença (IX – IV).000.500. significa que não existe superávit financeiro do ganho do FUNDEF suficiente para cobrir toda a diferença (IX – IV). então valor = 0 se IX > IV 8. 9 Se a diferença entre o valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental e os recursos recebidos do FUNDEF for menor ou igual ao superávit financeiro do ganho do FUNDEF do exercício anterior.00 3. Se o valor dos recursos do FUNDEF aplicados no ensino fundamental for maior que a parcela da receita destinada ao FUNDEF.500. significa que não houve ganho do FUNDEF suficiente para cobrir toda a diferença (IX – III) e que parte desta poderá ser coberta pelo superávit do exercício anterior.00 500. então valor = V + XIV do exercício anterior – X – XI Se houve perda (VI > 0) ou valor nulo (V = VI = 0).00 500.500.500.00 6.00 0.000. então valor = XIV do exercício anterior – XI XV Superávit financeiro do FUNDEF (IV + XV do exercício anterior – IX) 1 2 X 0.00 22.000.000.

282

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

3.11 ANEXO XI – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL
O Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesas de Capital apresenta as receitas de operações de crédito comparadas com as despesas de capital líquidas, com a finalidade de demonstrar o cumprimento da Regra de Ouro, ou seja, a vedação constitucional da realização de receitas das operações de crédito excedentes ao montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta121. Os recursos de operações de crédito serão considerados pelo total ingressado no exercício financeiro. Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, referente ao último bimestre do exercício e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento do exercício122. Das despesas de capital serão deduzidas as realizadas sob a forma de empréstimo ou financiamento a contribuinte, com o intuito de promover incentivo fiscal, tendo por base tributo de competência do ente da Federação, se resultar na diminuição, direta ou indireta, do ônus do ente123. A Portaria STN nº 869, de 15 de dezembro de 2005, incluiu, no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública, as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos, fundos, autarquias, fundações públicas, empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos, Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688, de 14 de outubro de 2005, que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163, de 4 de maio de 2001. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: - § 2º do art. 8º da Lei nº 11.178, de 20 de setembro de 2005, LDO para o exercício de 2006, que estabelece que as operações entre órgãos, fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas, obrigatoriamente, por meio de empenho, liquidação e pagamento, nos termos da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964; - inciso VI do § 7º do art. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis; Para fins da verificação do cumprimento da Regra de Ouro, deverão ser computadas todas as receitas e despesas, incluindo as intra-orçamentárias. Contudo, nesse demonstrativo, não é necessário segregar as receitas e despesas intra-orçamentárias das outras receitas e despesas. Especificam-se as operações de crédito relativas às receitas e às aplicações nas despesas de capital, não se computando aquelas que gerarem dupla contagem, deduzidas as restrições definidas em lei.

121 122

CF, art. 167, inciso III. LRF, art. 53, § 1º, inciso I. 123 LRF, art. 32, § 3º, incisos I e II.

ANEXO XI – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL

283

Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas, bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. Conforme instrução deste manual, os valores serão apresentados em unidade de Real. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida, desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. Faz-se necessário observar, ainda, que para coleta das informações pela STN, via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN, os valores deverão ser informados em unidade de Real.

284

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

3.11.1 Instruções de Preenchimento
Tabela 20 – Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesas de Capital
<ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO XI (LRF, art.53, § 1º, inciso I) RECEITAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO (I) DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre LIQUIDADAS INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) (f) PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre (b) R$ 1,00 SALDO A REALIZAR (c) = (a–b)

DESPESAS

DOTAÇÃO ATUALIZADA (d)

SALDO A EXECUTAR
(g)=(d)-(e+f))

DESPESAS DE CAPITAL (-) Incentivos Fiscais a Contribuinte (-) Incentivos Fiscais a Contribuinte por Instituições. Financeiras DESPESA DE CAPITAL LÍQUIDA (II) RESULTADO PARA APURAÇÃO DA REGRA DE OURO (III) = (I – II) (a-d) FONTE: 1 < Operações de Crédito descritas na CF, art. 167, inciso III> (b)-(e+f) (c-g)

Nota: Durante o exercício, somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. No encerramento do exercício, as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Dessa forma, para maior transparência, as despesas executadas estão segregadas em: . a) Despesas liquidadas, consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço, nos termos do art. 63 da Lei 4.320/64; . b) Despesas empenhadas mas não liquidadas, inscritas em Restos a Pagar não processados, consideradas liquidadas no encerramento do exercício, por força do art.35, inciso II da Lei 4.320/64.

Cabeçalho do Demonstrativo
<ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA>

<ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo, ou seja, União, Estado, Distrito Federal ou Município. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente, os fundos, órgãos e entidades, da administração direta e indireta, inclusive

ANEXO XI – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL

285

fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público, vinculados à seguridade social. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado, de janeiro até o mês de referência, assim como o bimestre a que se refere. Ex.: JANEIRO A DEZEMBRO 2007/BIMESTRE NOVEMBRO-DEZEMBRO. Tabela 20.1
RREO – ANEXO XI (LRF, art.53, § 1º, inciso I) PREVISÃO ATUALIZADA RECEITAS (a) RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre (b) R$ 1,00 SALDO A REALIZAR (c)=(a-b)

RREO – ANEXO XI (LRF, art.53, § 1º, inciso I) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. R$ 1,00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais, desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. RECEITAS – Essa coluna identifica o item de receitas de operações de crédito. PREVISÃO ATUALIZADA (a) – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas para o exercício de referência, que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. Se não ocorrerem nenhum dos eventos mencionados, a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial do ANEXO I – Balanço Orçamentário. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal, assim como daqueles atos que o modificarem, de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira124. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira. Nesse caso, em que o total reestimado é menor, poderá ser apresentado, no detalhamento das respectivas classificações, acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada. O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita, o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação. RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre (b) – Essa coluna identifica os valores das receitas realizadas até o final do bimestre de referência. Consideram-se realizadas as receitas arrecadadas diretamente pelo órgão, ou por meio de outras instituições como, por exemplo, a rede bancária. SALDO A REALIZAR (c) = (a-b) – Essa coluna identifica o saldo das receitas a realizar, ou seja, coluna (a) menos coluna (b).
124

LRF, art. 9º, caput e § 1º, combinados com o art. 52.

286

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

Tabela 20.2
RECEITAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO (I) PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre (b) SALDO A REALIZAR (c) = (a-b)

RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO (I) – Nessa linha registrar as receitas de operações de crédito pelos ingressos no exercício financeiro, até o bimestre de referência, excluídas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta. São os valores da receita decorrente da colocação de títulos públicos ou de empréstimos, obtidos junto a entidades estatais ou particulares internas ou externas. Também são registradas as Operações de Crédito por Antecipação da Receita Orçamentária – ARO não liquidadas, com juros e outros encargos incidentes, até o dia dez de dezembro de cada ano.125 Tabela 20.3
DESPESAS DOTAÇÃO ATUALIZADA (d) DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre LIQUIDADAS INSCRITAS EM SALDO A RESTOS A EXECUTAR PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) (f) (g) = (d)-(e+f)

DESPESAS – Essa coluna identifica o item de despesas de capital e suas deduções. DOTAÇÃO ATUALIZADA (d) – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial para as despesas de capital, mais os créditos adicionais abertos e/ou reabertos durante o exercício, deduzidas as anulações/cancelamentos correspondentes. A limitação de empenho126, se ocorrer, não afetará a dotação autorizada, mas apenas restringirá a emissão de empenho. DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre – Essa coluna identifica os valores acumulados das despesas executadas até o final do bimestre de referência. Deverão ser consideradas inclusive as despesas que já foram pagas. Identificam-se como despesas executadas: - Despesas liquidadas, assim consideradas por ter ocorrido a entrega do correspondente material ou serviço, nos termos do art. 63 da Lei 4.320/64; - Despesas empenhadas mas não liquidadas, inscritas em Restos a Pagar não processados, consideradas liquidadas no encerramento do exercício, por força do art.35, inciso II da Lei 4.320/64. Deverá ser apresentada nota explicativa no rodapé do demonstrativo, de acordo com o modelo da Tabela 20. LIQUIDADAS (e) – Essa coluna identifica as despesas liquidadas na forma do art. 63 da Lei 4.320/64, ou seja, houve a verificação do direito adquirido do credor com base em títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço127.
125 126

LRF, art. 38, § 1º. LRF, art. 9º. 127 Lei nº4.320/64, art. 63.

ANEXO XI – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL

287

A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa, que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço128.
despesas

INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (f) – Essa coluna identifica as empenhadas mas não liquidadas, inscritas em Restos a Pagar não processados, consideradas liquidadas no encerramento do exercício, por força do art.35, inciso II da Lei 4.320/64. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. No encerramento do exercício, as despesas empenhadas, não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados, por constituírem obrigações preexistentes, decorrentes de contratos, convênios e outros instrumentos, deverão compor, em função do empenho legal, o total das despesas liquidadas129. Portanto, durante o exercício, são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e, no encerramento do exercício, são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. SALDO A EXECUTAR (g) = (d)–(e+f) – Essa coluna identifica o valor da diferença entre a dotação atualizada e a despesa executada acumulada até o final do bimestre de referência, ou seja, coluna (d) menos a soma das colunas (e) e (f). Tabela 20.4
DESPESAS DOTAÇÃO ATUALIZADA (d) DESPESAS DE CAPITAL DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre LIQUIDADAS INSCRITAS EM SALDO A RESTOS A EXECUTAR PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) (f) (g) = (d)-(e+f)

DESPESAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar as despesas que contribuem, diretamente, para a formação ou aquisição de um bem de capital. Tabela 20.5
DESPESAS DOTAÇÃO ATUALIZADA (d) DESPESAS DE CAPITAL (-) Incentivos Fiscais a Contribuinte (-) Incentivos Fiscais a Contribuinte por Instituições Financeiras DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre LIQUIDADAS INSCRITAS EM SALDO A RESTOS A EXECUTAR PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) (f) (g) = (d)-(e+f)

(-) Incentivos Fiscais a Contribuinte – Nessa linha registrar as despesas de capital realizadas sob a forma de empréstimo ou financiamento a contribuinte, com o intuito de promover incentivo fiscal,

128 129

Lei nº4.320/64, art. 63. Lei nº4.320/64, art. 35, inciso II.

288

ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO

tendo por base tributo de competência do ente da Federação, se resultar na diminuição, direta ou indireta, do ônus do ente130. (-) Incentivos Fiscais a Contribuinte por Instituições Financeiras – Nessa linha registrar as despesas de capital realizadas sob a forma de empréstimo ou financiamento a contribuinte, com o intuito de promover incentivo fiscal, concedido por instituição financeira controlada pelo ente da Federação131. Tabela 20.6
DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre DESPESAS DOTAÇÃO ATUALIZADA (d) .................... DESPESA DE CAPITAL LÍQUIDA (II) LIQUIDADAS INSCRITAS EM SALDO A RESTOS A EXECUTAR PAGAR NÃO PROCESSADOS (f) (g) = (d)-(e+f)

(e)

DESPESA DE CAPITAL LÍQUIDA (II) – Nessa linha registrar a despesa de capital líquida, deduzidos os valores referentes a incentivos ficais, sob a forma de empréstimo ou financiamento a contribuinte. Tabela 20.7
PREVISÃO ATUALIZADA RECEITAS (a) RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO (I) DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre LIQUIDADAS INSCRITAS EM SALDO A RESTOS A EXECUTAR PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) (f) (g) = (d)-(e+f) (b) (c) = (a-b) RECEITAS REALIZADAS Até o Bimestre SALDO A REALIZAR

DESPESAS

DOTAÇÃO ATUALIZADA (d)

.................... DESPESA DE CAPITAL LÍQUIDA (II) RESULTADO PARA APURAÇÃO DA REGRA DE OURO (III) = (I – II) (a-d) FONTE: 1 < Operações de Crédito descritas na CF, art. 167, inciso III>

(b)-(e+f)

(c-g)

Nota: Durante o exercício, somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. No encerramento do exercício, as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Dessa forma, para maior transparência, as despesas executadas estão segregadas em: . a) Despesas liquidadas, consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço, nos termos do art. 63 da Lei 4.320/64; . b) Despesas empenhadas mas não liquidadas, inscritas em Restos a Pagar não processados, consideradas liquidadas no encerramento do exercício, por força do art.35, inciso II da Lei 4.320/64.

RESULTADO PARA APURAÇÃO DA REGRA DE OURO (III) = (I – II) – Nessa linha registrar a diferença entre as receitas de operações de crédito e a despesa de capital líquida. O

130 131

LRF, art. 32, § 3º, inciso I. LRF, art. 32, § 3º, inciso II.

o Balanço Orçamentário também apresenta a realização das receitas de capital. ainda. 1 . Por exemplo. art. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. neste demonstrativo. < Operações de Crédito descritas na CF. representa o cumprimento do dispositivo constitucional. que veda a realização de receitas de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital. aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta que excederam o montante das despesas de capital. pelas operações de crédito autorizadas na forma do disposto na Constituição Federal. mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa.ANEXO XI – DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL 289 resultado negativo. porém sem a exclusão das receitas provenientes dessas operações de crédito excedentes. inciso III. Tal procedimento visa a manter a transparência das operações de crédito. A inclusão desta nota visa. 167. à compatibilização com outros demonstrativos que compõem o RREO. visto que as receitas dessas operações excedentes não são computadas para efeito do cumprimento da Regra de Ouro. artigo 167. inciso III > – O texto entre < > deve ser substituído. ou seja.

320. de 4 de maio de 2001. o número deve ser arredondado de acordo com o seguinte critério: . 8º da Lei nº 11. obrigatoriamente.290 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. nos termos da Lei nº 4. § 1º. Nas colunas ou linhas apresentadas em percentuais. 2. incluiu. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. autarquias. inciso I. fundos. Neste demonstrativo. LDO para o exercício de 2006. por meio de empenho. fundações públicas.§ 2º do art. de 20 de setembro de 2005. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. . Para fins de apuração da projeção atuarial do Regime de Previdência Social. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 5.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 0. incluindo as intra-orçamentárias. fica inalterado o último algarismo a permanecer. 132 LRF. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. devem ser consideradas todas as receitas e despesas. . que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. 8 ou 9. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. os valores serão apresentados em milhões de Reais. que estabelece que as operações entre órgãos. 6. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. liquidação e pagamento. controlado ou administrado pela União. 1. portanto. 7.178. se o resultado obtido for um número fracionário. nesse demonstrativo. por meio do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.inciso VI do § 7º do art. 3 ou 4. art.12 ANEXO XII – DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL – UNIÃO O Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Geral de Previdência Social – União apresenta a projeção atuarial do Regime Geral de Previdência Social – RGPS. . não sendo aplicável. deverão ser demonstradas com duas casas decimais. de 17 de março de 1964. de 14 de outubro de 2005. 53. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . aos Estados ou Municípios. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. A Portaria STN nº 869. referente ao último bimestre do exercício. de 15 de dezembro de 2005. Contudo. e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento do exercício132. Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. não é necessário segregar as receitas e despesas intra-orçamentárias das outras receitas e despesas. Para isso.

53.1 Instruções de Preenchimento Tabela 21 – Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Geral de Previdência Social <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO XII (LRF. neste caso a União. .ANEXO XII – DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO RGPS – UNIÃO 291 3. da administração direta ou indireta. inciso II) RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS EXERCÍCIO Valor (a) % em relação ao PIB DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS Valor (b) % em relação ao PIB R$ milhões RESULTADO PREVIDENCIÁRIO Valor (a-b) % em relação ao PIB FONTES: TABELA DE HIPÓTESES EXERCÍCIO MASSA CRESCIMENTO SALARIAL VEGETATIVO % % TAXA DE VARIAÇÃO INFLAÇÃO REAL DO ANUAL (IGPPIB DI) MÉDIA % % REAJUSTE DO SALÁRIO MÍNIMO % REAJUSTE DOS DEMAIS BENEFÍCIOS % FONTES: Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. § 1º. art. ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL – O orçamento da seguridade social abrange todos os órgãos e entidades. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL – UNIÃO – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. vinculados à seguridade social.12. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art.

Valor (a – b) – Essa coluna identifica o resultado previdenciário estimado. Valor (b) – Essa coluna identifica as estimativas de despesas previdenciárias... de pelo menos 35 (trinta e cinco) anos. em relação ao Produto Interno Bruto estimado. % em relação ao PIB – Essa coluna identifica o percentual das receitas previdenciárias estimadas em relação ao Produto Interno Bruto estimado.. RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS – Essa coluna identifica o valor da estimativa da receita de contribuições sociais previdenciárias do empregador... Se for negativa. DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS – Essa coluna identifica as despesas estimadas dos benefícios previdenciários a serem desembolsados pelo Governo Federal. a estimativa das despesas previdenciárias identificadas na coluna Valor (b) sobre a estimativa do PIB multiplicado por 100. Tabela 21. R$ milhões – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em milhões de Reais. a estimativa do resultado previdenciário identificado na coluna Valor (a – b) sobre a estimativa do PIB multiplicado por 100. em valores correntes... Valor (a) – Nessa coluna registrar as estimativas das receitas previdenciárias. representa um déficit previdenciário.. FONTES: EXERCÍCIO – Essa coluna identifica os exercícios para as projeções das receitas e despesas. Ex.: 2006 A 2040 RREO – ANEXO XII (LRF. art.. RESULTADO PREVIDENCIÁRIO – Essa coluna identifica o resultado previdenciário estimado. ou seja. % em relação ao PIB – Essa coluna identifica o percentual do resultado previdenciário estimado...292 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha informar o período considerado nas projeções. Esse valor representa a diferença entre as receitas previdenciárias (a) e as despesas previdenciárias (b). % em relação ao PIB – Essa coluna identifica o percentual das despesas previdenciárias estimadas em relação ao Produto Interno Bruto estimado. ou seja. Se essa diferença for positiva. Deverá ser apresentada a projeção anual.. representa um superávit previdenciário.. 53. e deverá ser apresentada entre parênteses.. em valores correntes. ou seja. e a contribuição sobre a receita de concursos de prognósticos. a estimativa das receitas previdenciárias identificadas na coluna Valor (a) sobre a estimativa do PIB multiplicado por 100. em valores correntes. do trabalhador e dos demais segurados da previdência social.1 EXERCÍCIO RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS Valor % em relação ao PIB (a) DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS Valor % em relação ao PIB (b) R$ milhões RESULTADO PREVIDENCIÁRIO Valor % em relação ao PIB (a-b) . inciso II) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo)... .... tendo como ano inicial o ano anterior ao da publicação deste demonstrativo. § 1º.

.. taxa média de inflação anual. MPOG – Reajuste do Salário Mínimo. REAJUSTE DO SALÁRIO MÍNIMO % – Essa coluna identifica o percentual estimado para reajuste do salário mínimo. MASSA SALARIAL % – Essa coluna identifica o percentual estimado para o crescimento da massa salarial. .. variação real do PIB. Ex. cujos valores sejam superiores ao salário mínimo...ANEXO XII – DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO RGPS – UNIÃO 293 FONTES: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação.. VARIAÇÃO REAL DO PIB % – Essa coluna identifica o percentual estimado da variação real do crescimento do PIB... de pelo menos 35 (trinta e cinco) anos. Deverá ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado. tendo como ano inicial o ano anterior ao da publicação desse demonstrativo. calculada com base no Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI).. TAXA DE INFLAÇÃO ANUAL (IGP-DI) MÉDIA % – Essa coluna identifica o percentual estimado para a taxa de inflação anual. crescimento vegetativo. Deverá ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado.. Deverá ser apresentada a projeção anual. MF/SPE – Variação Real do PIB..: MPS – Massa Salarial. reajuste do salário mínimo e reajuste dos demais benefícios. REAJUSTE DOS DEMAIS BENEFÍCIOS % – Essa coluna identifica o percentual estimado para reajustes dos demais benefícios.. CRESCIMENTO VEGETATIVO % – Essa coluna identifica o percentual estimado do crescimento vegetativo da despesa... FONTES: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação.3 TABELA DE HIPÓTESES EXERCÍCIO MASSA CRESCIMENTO SALARIAL VEGETATIVO % . Tabela 21. EXERCÍCIO – Essa coluna identifica os exercícios para as projeções..... FONTES: % TAXA DE VARIAÇÃO INFLAÇÃO REAL DO ANUAL (IGPPIB DI) MÉDIA % % REAJUSTE DO SALÁRIO MÍNIMO % REAJUSTE DOS DEMAIS BENEFÍCIOS % TABELA DE HIPÓTESES – A Tabela de Hipóteses apresenta o comparativo das estimativas de massa salarial..

de 4 de maio de 2001. cuja alíquota não será inferior a da contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos da União. 149. passou a ser feita na forma de receita orçamentária. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. que estabelece que as operações entre órgãos. fundações públicas.178.§ 2º do art. para o custeio. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir contribuição. nos termos da Lei nº 4. tendo como ano inicial o ano anterior ao que o demonstrativo se refere. nesse demonstrativo. Contudo. parágrafo único. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . LDO para o exercício de 2006. não mais como repasse financeiro do ente à referida entidade. do regime previdenciário de que trata o art. Deve ser apresentada a projeção atuarial de pelo menos 35 (trinta e cinco) anos. autarquias. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. 40. de 14 de outubro de 2005. e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento do exercício133. a contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS. . Os Estados. ambos da Constituição Federal. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. incluiu. cobrada de seus servidores.inciso VI do § 7º do art. 133 LRF. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. combinado com o art. de 20 de setembro de 2005. § 1º. de 17 de março de 1964. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas.13 ANEXO XIII – DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS O Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos apresenta a projeção atuarial do regime próprio de previdência social dos servidores públicos. art. não é necessário segregar as receitas e despesas intra-orçamentárias das outras receitas e despesas. A partir de 2006. liquidação e pagamento. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. devem ser consideradas todas as receitas e despesas. fundos. por meio de empenho. 8º da Lei nº 11. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. 53. . Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. incluindo as intra-orçamentárias. em benefício destes.294 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. A Portaria STN nº 869. obrigatoriamente. de 15 de dezembro de 2005. referente ao último bimestre do exercício. inciso II. Para fins de apuração da projeção atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos.320.

ainda. Faz-se necessário observar. os valores serão apresentados em unidade de Real.ANEXO XIII – DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO RPPS 295 Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. 2. se o resultado obtido for um número fracionário.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 0. Conforme instrução deste manual. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. que para coleta das informações pela STN. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. fica inalterado o último algarismo a permanecer. 3 ou 4. 7. deverão ser demonstradas com duas casas decimais. Para isso.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 5. o número deve ser arredondado de acordo com o seguinte critério: . 8 ou 9. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. 6. aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer. . 1. Nas colunas ou linhas apresentadas em percentuais. . os valores deverão ser informados em unidade de Real.

Tabela 22.: 2006 a 2040. DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. Ex. art.. Distrito Federal ou Município.. ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL – O orçamento da seguridade social abrange todos os órgãos e entidades....1 Instruções de Preenchimento Tabela 22 – Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO XIII (LRF.13. § 1º. inciso II) RECEITAS DESPESAS EXERCÍCIO PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIAS (a) (b) R$ 1. Estado. ou seja. 53.. inciso II) RECEITAS DESPESAS RESULTADO PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIO EXERCÍCIO (a) (b) (c) = (a-b) .. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha informar o período considerado nas projeções.. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.00 SALDO FINANCEIRO DO EXERCÍCIO (d) = (“d” exercício anterior) + (c) . da administração direta ou indireta. FONTE: R$ 1... RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. 53.296 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. União. § 1º. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. art.00 SALDO FINANCEIRO RESULTADO DO EXERCÍCIO PREVIDENCIÁRIO (c) = (a-b) (d) = (“d“exercício anterior) + (c) FONTES: Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo.1 RREO – Anexo XIII (LRF. vinculados à seguridade social..

00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. em valores correntes. a serem desembolsados. Se for negativo. art. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. mais o Saldo Financeiro do exercício anterior ao exercício de referência. para o custeio do regime próprio do Sistema Previdenciário do Servidor Público. tendo como ano inicial o ano anterior ao que se refere o demonstrativo. . haverá um déficit previdenciário e deverá ser apresentado entre parênteses. o valor da coluna (a) menos o valor da coluna (b). Representa o resultado entre os Ingressos Previdenciários menos os Desembolsos Previdenciários. inciso II) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. bem como as receitas intra-orçamentárias da contribuição patronal. DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (b) – Essa coluna identifica as despesas estimadas com benefícios previdenciários. § 1º. ativos. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos.53. RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (c) = (a-b) – Essa coluna identifica o resultado previdenciário estimado. Representa a diferença entre as receitas previdenciárias e as despesas previdenciárias. de pelo menos 35 (trinta e cinco) anos. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. Deverá ser especificada cada fonte com o seu respectivo dado apresentado. inativos e reformados. MPO – Taxa de Reposição dos Servidores. EXERCÍCIO – Essa coluna identifica os exercícios financeiros para as projeções das receitas. despesas e resultado previdenciários.: MF/SPE – Variação Real do PIB. ou seja. Ex. SALDO FINANCEIRO DO EXERCÍCIO (d) = (“d”exercício anterior)+(c) – Essa coluna identifica o valor do saldo financeiro do RPPS estimado.ANEXO XIII – DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO RPPS 297 RREO – ANEXO XIII (LRF. R$ 1. Se o resultado for positivo haverá um superávit previdenciário. em valores correntes. RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (a) – Essa coluna identifica a projeção das receitas previdenciárias provenientes das Contribuições Previdenciárias dos Servidores Civis e Militares. Deverá ser apresentada a projeção anual.

que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. . Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. A Portaria STN nº 869. 44. inciso III. referente ao último bimestre do exercício. Contudo. Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. fundações públicas. É vedada a aplicação da receita de capital derivada da alienação de bens e direitos que integram o patrimônio público. não é necessário segregar as receitas e despesas intra-orçamentárias das outras receitas e despesas.298 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. LRF. § 1º. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. LDO para o exercício de 2006. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . art. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento do exercício134. art. autarquias.inciso VI do § 7º do art. obrigatoriamente. 53. liquidação e pagamento. de 15 de dezembro de 2005.14 ANEXO XIV – DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS O Demonstrativo da Receita de Alienação de Ativos e Aplicação dos Recursos apresenta a receita proveniente da alienação de ativos e a correspondente aplicação dos recursos auferidos. fundos. os valores deverão ser informados em unidade de Real. Para fins da apuração das receitas de alienação de ativos e da aplicação desses recursos. deverão ser computadas todas as receitas e despesas. geral e próprio dos servidores públicos135. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. por meio de empenho. de 14 de outubro de 2005. nos termos da Lei nº 4. ainda.§ 2º do art. que para coleta das informações pela STN. incluindo as intra-orçamentárias.178. que estabelece que as operações entre órgãos. os valores serão apresentados em unidade de Real. de 20 de setembro de 2005. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. de 4 de maio de 2001.320. 8º da Lei nº 11. para o financiamento de despesa corrente. de 17 de março de 1964. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. salvo se destinada por lei aos regimes de previdência social. Faz-se necessário observar. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. incluiu. Conforme instrução deste manual. nesse demonstrativo. 134 135 LRF. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. . As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. caput.

somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. Estado. . 63 da Lei 4. No encerramento do exercício. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. inscritas em Restos a Pagar não processados. 53. inciso III ) RECEITAS RECEITAS DE CAPITAL ALIENAÇÃO DE ATIVOS Alienação de Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis TOTAL DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre LIQUIDADAS INSCRITAS EM SALDO A RESTOS A EXECUTAR PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) (f) (g) = (d)-(e+f) PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS (b) R$ 1. as despesas executadas estão segregadas em: .ANEXO XIV – DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS 299 3. inciso II da Lei 4. União. para maior transparência. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. . consideradas liquidadas no encerramento do exercício. nos termos do art.14. Distrito Federal ou Município.320/64.00 SALDO A REALIZAR (c) = (a-b) DESPESAS (APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS) Despesas de Capital Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida Despesas Correntes dos Regimes de Previdência Regime Geral da Previdência Social Regime Próprio dos Servidores Públicos TOTAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (d) SALDO FINANCEIRO A APLICAR FONTE: <EXERCÍCIO ANTERIOR> (h) <EXERCÍCIO> (i) = (b)-(e+f) SALDO ATUAL (j) = (h+i) Nota: Durante o exercício. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. ou seja. por força do art. art.320/64.1 Instruções de Preenchimento Tabela 23 – Demonstrativo da Receita de Alienação de Ativos e Aplicação dos Recursos <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO XIV(LRF. Dessa forma. § 1º.35. a) Despesas liquidadas. Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo.

Nesse caso. poderá ser apresentado. Se não ocorrerem nenhum dos eventos mencionados. Ex. combinados com o art. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. vinculados à seguridade social. inciso III ) RECEITAS PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS (b) R$ 1. que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. § 1º. R$ 1. inciso III )– Identifica o fundamento legal do demonstrativo. RECEITAS – Essa coluna identifica os itens de receitas de capital. acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada. art. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira136.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. da administração direta e indireta. Tabela 23. art.300 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. § 1º. 9º. assim como daqueles atos que o modificarem.1 RREO – ANEXO XIV(LRF. de janeiro até o mês de referência. 136 LRF.00 SALDO A REALIZAR (c) = (a-b) RREO – ANEXO XIV(LRF. os fundos. no detalhamento das respectivas classificações. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.: JANEIRO A DEZEMBRO DE 2007. art. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. 53. PREVISÃO ATUALIZADA (a) – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas para o exercício de referência. em que o total reestimado é menor. da administração direta ou indireta. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado. DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial do ANEXO I – Balanço Orçamentário. considerando-se a Categoria Econômica e a Subcategoria Econômica. 53. órgãos e entidades. . 52. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal. caput e § 1º. com alienação de ativos.

.... o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação... a coluna (a) menos a coluna (b).. residenciais ou não. tais como mercadorias. por exemplo.. participações societárias e outros. bens inservíveis ou desnecessários... Tabela 23..... de propriedade da União. das receitas realizadas e do saldo a realizar. a rede bancária.. Alienação de Bens Móveis – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita de alienação de bens móveis. Tabela 23. Consideram-se realizadas as receitas arrecadadas diretamente pelo órgão. considerada qualquer alienação de ativos em uma dessas duas subcategorias econômicas.. Na União.3 RECEITAS PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS (b) SALDO A REALIZAR (c) = (a-b) RECEITAS DE CAPITAL ALIENAÇÃO DE ATIVOS Alienação de Bens Móveis Alienação de Bens Imóveis ALIENAÇÃO DE ATIVOS – Nessa linha registrar o valor com a alienação de ativos... realizadas no período de referência. SALDO A REALIZAR (c) = (a-b) – Essa coluna identifica o saldo a realizar das receitas de capital com a alienação de ativos.ANEXO XIV – DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS 301 O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita. Alienação de Bens Imóveis – Nessa linha registrar o valor da arrecadação da receita de alienação de bens imóveis. detalhem a alienação de ativos de forma mais específica... RECEITAS REALIZADAS (b) – Essa coluna identifica o valor das receitas com alienação de ativos. TOTAL TOTAL – Nessa linha registrar o valor total da previsão atualizada... Isso não impede que os Estados.. ou seja.. sendo. RECEITAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar as receitas de capital referentes à subcategoria de alienação de ativos... portanto. imóveis e títulos mobiliários. Tabela 23.... o Distrito Federal e os Municípios. ..2 RECEITAS PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS (b) SALDO A REALIZAR (c) = (a-b) RECEITAS DE CAPITAL . ou por meio de outras instituições como... tais como bens móveis... Estados ou Municípios. adota-se como subcategoria econômica apenas a alienação de bens móveis e de bens imóveis.4 RECEITAS PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS (b) SALDO A REALIZAR (c) = (a-b) .....

não afetará a dotação autorizada. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. LIQUIDADAS (e) – Essa coluna identifica as despesas liquidadas na forma do art. durante o exercício. DOTAÇÃO ATUALIZADA (d) – Essa coluna identifica o valor da dotação inicial mais os créditos adicionais abertos ou reabertos durante o exercício. .35. deve ser apresentada nota explicativa no rodapé do demonstrativo.320/64. deduzidas as anulações/cancelamentos correspondentes. 63. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. art. mas apenas restringirá a emissão de empenho. assim consideradas por ter ocorrido a entrega do correspondente material ou serviço. 9º. inscritas em Restos a Pagar não processados.320/64. . no encerramento 137 138 LRF. deverão compor. inscritas em Restos a Pagar não processados. Lei nº4. 35. por constituírem obrigações preexistentes. para as quais houve dotação ou aplicação de recursos provenientes da alienação de ativos. 63 da Lei 4. as despesas empenhadas. inciso II da Lei 4. se ocorrer. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados.320/64. despesas INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (f) – Essa coluna identifica as empenhadas mas não liquidadas.5 DESPESAS (APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS) DOTAÇÃO ATUALIZADA (d) DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre LIQUIDADAS INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) (f) SALDO A EXECUTAR (g) = (d)-(e+f) DESPESAS (APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS) – Essa coluna identifica as despesas. decorrentes de contratos. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados.320/64. inclusive as despesas que já foram pagas. Portanto. 139 Lei nº4. inciso II. 63 da Lei 4. A limitação de empenho137.35. por força do art.320/64. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. Deverão ser consideradas. No encerramento do exercício. Identificam-se como despesas executadas: .Despesas liquidadas. ou seja. art. o total das despesas liquidadas139. houve a verificação do direito adquirido do credor com base em títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço138.Despesas empenhadas mas não liquidadas. de acordo com o modelo apresentado na Tabela 23 . nos termos do art. por força do art. inciso II da Lei 4. DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre – Essa coluna identifica os valores das despesas executadas até o final do bimestre de referência com recursos de alienação de ativos. convênios e outros instrumentos.320/64. art.302 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 23. em função do empenho legal.

inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas. consta somente do demonstrativo da União. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. atendendo à ressalva do artigo 44 da LRF. Despesas de Capital – Nessa linha registrar as despesas que contribuem diretamente para a formação ou aquisição de um bem de capital. Despesas Correntes dos Regimes de Previdência – Nessa linha registrar as despesas correntes dos Regimes de Previdência Geral ou Próprio dos Servidores Públicos. a coluna (d) menos a soma das colunas (e) e (f). custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie.ANEXO XIV – DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS 303 do exercício. Essa linha. Tabela 23. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. bem como em despesas correntes dos Regimes Geral e Próprio de Previdência Social. SALDO A EXECUTAR (g) = (d)-(e+f) – Essa coluna identifica o saldo das despesas a executar com recursos da alienação de ativos. Amortização da Dívida – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa. contratual ou mobiliária. Investimentos – Nessa linha registrar as despesas com o planejamento e a execução de obras. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. equipamentos e material permanente. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos. ou seja. e com a constituição ou aumento do capital de empresas. e com a aquisição de instalações.6 DESPESAS (APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS) Despesas de Capital Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida Despesas Correntes dos Regimes de Previdência Regime Geral da Previdência Social Regime Próprio dos Servidores Públicos DOTAÇÃO ATUALIZADA (d) DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre LIQUIDADAS INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) (f) SALDO A EXECUTAR (g) = (d)-(e+f) DESPESAS (APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS)– Nessa linha registrar a aplicação dos recursos com alienação de ativos em cada grupo de natureza da despesa de capital. Inversões Financeiras – Nessa linha registrar as despesas com a aquisição de imóveis ou bens de capital já em utilização. já constituídas. Regime Geral de Previdência Social – Nessa linha registrar as despesas correntes do Regime Geral de Previdência Social. quando a operação não importe aumento do capital. atendendo à ressalva do artigo 44 da LRF. . são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados.

Ex: 2007 SALDO ATUAL (j) =(h+i) – Essa coluna identifica o saldo financeiro a aplicar. ou seja.. ao exercício de referência e o saldo final do exercício de referência.. ou seja. O exercício de referência deve ser apresentado no formato <aaaa>. Dessa forma.. de despesas executadas e de saldo a executar. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas.. .. No encerramento do exercício.7 DESPESAS EXECUTADAS Até o Bimestre DESPESAS (APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS) . proveniente da alienação de ativos referente ao exercício anterior ao de referência.. <EXERCÍCIO> (i) = (b)-(e+f) – Essa coluna identifica o saldo financeiro a aplicar do exercício de referência.. 63 da Lei 4. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. disponível em 31 de dezembro do exercício de referência.320/64. a) Despesas liquidadas...304 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Regime Próprio dos Servidores Públicos – Nessa linha registrar as despesas correntes do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos.320/64. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço.. o total da coluna (b) menos o total da coluna (d).. O exercício anterior deve ser apresentado no formato <aaaa>. as despesas executadas estão segregadas em: . atendendo à ressalva do artigo 44 da LRF... o total da coluna (e) mais o total da coluna (f).. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. Tabela 23... Ex: 2006. para maior transparência. por força do art. consideradas liquidadas no encerramento do exercício.35. custeadas com recursos oriundos da alienação de ativos... <EXERCÍCIO ANTERIOR> (h) <EXERCÍCIO> (i) = (b)-(e+f) SALDO ATUAL (j) =(h+i) SALDO FINANCEIRO A APLICAR – Essa tabela demonstra o saldo financeiro a aplicar.. . proveniente da diferença entre a receita realizada com alienação de ativos e o total efetivamente aplicado no exercício. inciso II da Lei 4.8 SALDO FINANCEIRO A APLICAR FONTE: Nota: Durante o exercício. FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. inscritas em Restos a Pagar não processados. nos termos do art. Tabela 23. TOTAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (d) LIQUIDADAS INSCRITAS EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (e) (f) SALDO A EXECUTAR (g) = (d)-(e+f) TOTAL – Nessa linha registrar o valor total das colunas de dotação atualizada. proveniente da alienação de ativos. proveniente da alienação de ativos. <EXERCÍCIO ANTERIOR> (h) – Essa coluna identifica o saldo financeiro a aplicar em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência.

178. § 1º. passou a ser feita na forma de despesa intra-orçamentária. A Portaria STN nº 869. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. em função da forma de controle dos gastos com Saúde na União. que estabelece que as operações entre órgãos.320. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária para verificação do cumprimento do disposto na Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF141 e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre142. o número deve ser arredondado de acordo com o seguinte critério: 140 141 ADCT. detalhadas por grupo de natureza da despesa. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. nos termos da Lei nº 4. de 4 de maio de 2001. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. a contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS. visto que isto não gera dupla contagem. obrigatoriamente. 52.inciso VI do § 7º do art. incluiu.§ 2º do art. 8º da Lei nº 11. Para fins de apuração das despesas próprias com ações e serviços públicos de Saúde. deverá ser demonstrado com duas casas decimais. fundos. bem como a variação nominal do PIB. IV. de 14 de outubro de 2005. a contribuição patronal referente ao pessoal da área da saúde continuará sendo considerada despesa com ações e serviços públicos de saúde para fins de limite mínimo. alterada pela Emenda Constitucional nº 29140. de 17 de março de 1964. de 20 de setembro de 2005. aplicado somente à União. LDO para o exercício de 2006.ANEXO XV – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – UNIÃO 305 3. se o resultado obtido for um número fracionário. LRF. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. autarquias. apresenta as despesas com ações e serviços públicos de saúde. liquidação e pagamento. as despesas próprias com saúde e as despesas por subfunção. nas ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. art. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. 77. . Para isso. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. . por meio de empenho. fundações públicas. A partir de 2006. e não mais como repasse financeiro.15 ANEXO XV – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – UNIÃO O Demonstrativo das Despesas com Saúde. com a finalidade de demonstrar o cumprimento da aplicação dos recursos mínimos. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. deve-se incluir as receitas e despesas intra-orçamentárias. Nas colunas ou linhas apresentadas em percentuais. previstos na Constituição Federal. 142 LRF. art. art. de 15 de dezembro de 2005. 25. Não é necessário destacar as receitas e despesas intra-orçamentárias das outras receitas e despesas. b. Nada obstante essa nova forma de registro.

repetir o cabeçalho e colocar no canto superior direito a expressão “Continuação”. 3 ou 4. Neste demonstrativo. 6. a partir da segunda página. 1. a expressão “Continua (x/y)”. . aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 5. Caso o demonstrativo ocupe mais de uma página. 2. deve-se colocar no canto inferior direito da primeira página e nas demais. .306 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO .Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 0. os valores serão apresentados em milhares de Reais. na última página colocar no canto inferior direito apenas a expressão “(x/y)”. fica inalterado o último algarismo a permanecer. se ocupar mais de duas páginas. A informação “x/y” corresponde respectivamente ao número da página atual e ao número total de páginas do demonstrativo. 8 ou 9. 7.

. do inciso I. conforme alínea b.1 Instruções de Preenchimento Tabela 24 – Demonstrativo das Despesas com Saúde – União <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO XV (ADCT. do artigo 77 do ADCT. 77) DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) DESPESAS CORRENTES Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida TOTAL DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o Bimestre % (c) (c)/despesas com saúde DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (a) R$ milhares DESPESAS LIQUIDADAS Até o Bimestre % (b) (b/a) DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DESPESAS COM SAÚDE (-) ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS (-) JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA (-) AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA (-) DESPESAS CUSTEADAS PELO FUNDO DE COMBATE E ERRADICAÇÃO DA POBREZA TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE ESPECIFICAÇÃO VARIAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS VARIAÇÃO NOMINAL DO Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ % DE PIB¹ <Exercício> <Exercício APLICAÇÃO % Anterior> (d) (e) (d/e*100)-100 TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE DOTAÇÃO DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS SAÚDE INICIAL ATUALIZADA Até o Bimestre % (Por Subfunção) (f) (f)/total (f) Atenção Básica Assistência Hospitalar e Ambulatorial Suporte Profilático e Terapêutico Vigilância Sanitária Vigilância Epidemiológica Alimentação e Nutrição Outras Subfunções TOTAL FONTE: ¹ Os recursos mínimos aplicados serão equivalentes ao valor apurado no ano anterior corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto – PIB.15. art.ANEXO XV – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – UNIÃO 307 3.

77) DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) DOTAÇÃO INICIAL R$ milhares DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (a) (b) (b/a) RREO – ANEXO XV (ADCT. . e não mais como repasse financeiro. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. DOTAÇÃO ATUALIZADA (a) – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais. da administração direta ou indireta. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista na Lei Orçamentária Anual. R$ milhares – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em milhares de Reais. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. os fundos. DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) – Essa coluna identifica as despesas com ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. ou seja. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. A partir de 2006. Ex. detalhadas por grupo de natureza da despesa143. de janeiro até o mês de referência. 143 Portaria Interministerial nº 163/2001.308 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. art. a contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS passou a ser feita na forma de despesa intra-orçamentária. Nada obstante essa nova forma de registro. 77) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. órgãos e entidades. da administração direta e indireta. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art.: JANEIRO A JUNHO/2007. vinculados à seguridade social. a contribuição patronal referente ao pessoal da área da saúde continuará sendo considerada despesa com ações e serviços públicos de saúde para fins de limite mínimo. art. Tabela 24. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha informar o período considerado. União.1 RREO – ANEXO XV (ADCT. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades.

ao fim do exercício financeiro. DESPESAS EXECUTADAS LIQUIDADAS INSCRITAS EM % DESPESAS COM SAÚDE Até o Bimestre RESTOS A PAGAR (Por Grupo de Natureza da Despesa) (b) NÃO PROCESSADOS (c) ((b+c)/a) Nota: Durante o exercício. as despesas empenhadas. inciso II da Lei 4. durante o exercício. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. as despesas com ações e serviços públicos de saúde inscritas em Restos a Pagar poderão ser consideradas para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. 144 145 LRF. liquidadas até o final do bimestre de referência.320/64. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 20 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. 63 da Lei 4. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 20.ANEXO XV – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – UNIÃO 309 A limitação de empenho144. para maior transparência. se ocorrer. .320/64.35. em substituição à Tabela 24. no encerramento do exercício. deverão compor. inciso II. mas que. Deverão ser consideradas. art. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. 9º. não afetará a dotação autorizada. por constituírem obrigações preexistentes. convênios e outros instrumentos. por força do art. 35. Figura 20 DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (a) Dessa forma. inscritas em Restos a Pagar não processados. as despesas executadas estão segregadas em: . no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. a) Despesas liquidadas. mas apenas restringirá a emissão de empenho. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à saúde. art. Durante o exercício. em valores nominais e em percentuais. decorrentes de contratos. No encerramento do exercício. . Portanto. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas com saúde liquidadas até o bimestre. em função do empenho legal. o total das despesas liquidadas145. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Lei nº4. inclusive. Dessa forma. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados.1. No encerramento do exercício. nos termos do art. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e.320/64. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. No encerramento do exercício. Até o Bimestre (b) – Essa coluna identifica as despesas com saúde. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. as despesas que já foram pagas. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. por força legal. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. foram considerados como despesa liquidada.

. . contribuição a entidades fechadas de previdência.. Fundos e Entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. o valor da coluna (b) dividido pelo valor da coluna (a) multiplicado por 100 (cem). No caso de pessoal requisitado entre órgãos e entidades. reformas e pensões. e . pertinentes a esse grupo de despesa.... . em atendimento à LRF146... bem como soldo..... DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (a) (b) (b/a) DESPESAS CORRENTES – Nessa linha registrar todas as despesas com saúde que não contribuem.... em relação à dotação atualizada. adicionais e outros direitos remuneratórios.310 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO % (b/a) – Essa coluna identifica o percentual das despesas com saúde liquidadas até o bimestre de referência. emprego ou função de confiança no setor público.efetivo exercício de cargo..... ou seja. Tabela 24.despesas com contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS. Caso haja empenho e execução tanto no órgão requisitante como no órgão cedente... .. a despesa de pessoal será empenhada e executada pelo órgão ou entidade requisitante. . na modalidade de aplicação 91 – Aplicação Direta decorrente de Operações entre Órgãos. art. previstos na estrutura remuneratória dos militares. Tabela 24... referentes às ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. § 1º. identificadas na execução do grupo de despesa 1 – Pessoal e Encargos Sociais.. 18... DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (a) (b) (b/a) Pessoal e Encargos Sociais – Nessa linha registrar as despesas de natureza remuneratória decorrentes de: .pagamento dos proventos de aposentadorias. este ao receber o ressarcimento deverá proceder à anulação da 146 LRF... .obrigações trabalhistas de responsabilidade do empregador.. para a formação ou aquisição de um bem de capital.3 DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) DESPESAS CORRENTES Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes .. incidentes sobre a folha de salários. gratificações.despesas com o ressarcimento de pessoal requisitado.. outros benefícios assistenciais classificáveis no grupo de despesa 1 – Pessoal e Encargos Sociais..despesas com contratos de terceirização de mão-de-obra que se refiram à substituição de servidores e empregados públicos. diretamente.....despesas com a contratação temporária para atender a necessidade de excepcional interesse público..2 DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) DESPESAS CORRENTES . ..

.. pagamento de diárias.. Outras Despesas Correntes – Nessa linha registrar as despesas com aquisição de material de consumo..... equipamentos e material permanente.... referentes às despesas com ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. A partir de 2006.. subvenções.... referente às ações e serviços públicos de saúde de acesso universal........ e não mais como repasse financeiro... quando a operação não importe aumento do capital. art. auxílio-alimentação.. referentes às ações e serviços públicos de saúde. . a contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS.. diretamente. comissões e outros encargos de operações de crédito internas e externas contratadas. além de outras despesas da categoria econômica Despesas Correntes. Juros e Encargos da Dívida – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento de juros. passou a ser feita na forma de despesa intra-orçamentária.. nos quais existam restrições ao atendimento aberto ao público......... aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie. não classificáveis nos demais grupos de natureza de despesa.4 DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) . auxílio-transporte.. Nada obstante essa nova forma de registro. DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (a) (b) (b/a) Investimentos – Nessa linha registrar as despesas com o planejamento e a execução de obras. 38... Devem ser excluídas as despesas referentes às ações e serviços públicos de saúde que não atendam ao critério da universalidade. e com a aquisição de instalações.. já constituídas. DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (a) (b) (b/a) DESPESAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar as despesas com saúde que contribuem.320/64........ Tabela 24.. contribuições......5 DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) . DESPESAS DE CAPITAL .ANEXO XV – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – UNIÃO 311 despesa e do empenho correspondente147. e com a 147 Lei nº 4. Tabela 24. Se não houver ressarcimento a despesa pertencerá ao órgão cedente. para a formação ou aquisição de um bem de capital. bem como da dívida pública mobiliária.... a contribuição patronal referente ao pessoal da área da saúde continuará sendo considerada despesa com ações e serviços públicos de saúde para fins de limite mínimo.. Inversões Financeiras – Nessa linha registrar as despesas com a aquisição de imóveis ou bens de capital já em utilização.. inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas..

inicial e atualizada. Amortização da Dívida – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento ou o refinanciamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa.... Durante o exercício. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas.. mas apenas restringirá a emissão de empenho.. Deverão ser consideradas. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor.6 DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) . No encerramento do exercício. se ocorrer.. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. A limitação de empenho148.. Tabela 24. .. Tabela 24.. DOTAÇÃO ATUALIZADA (a) – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. nos quais não existam restrições ao atendimento aberto ao público.. em valores nominais e em percentuais. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. inclusive. e das despesas liquidadas até o bimestre de referência. art. TOTAL DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (a) (b) (b/a) TOTAL – Nessa linha registrar os totais das dotações... com ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. decorrentes de 148 LRF..312 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO constituição ou aumento do capital de empresas. as despesas empenhadas.7 DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (c) (c)/despesas com saúde DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE – Essa coluna identifica as despesas em ações e serviços públicos de saúde de acesso universal.. as despesas que já foram pagas.. contratual ou mobiliária. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista na Lei Orçamentária Anual. referentes a serviços públicos de saúde que atendam ao critério da universalidade. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas com saúde liquidadas até o bimestre. por constituírem obrigações preexistentes. 9º.... não afetará a dotação autorizada. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados..

ANEXO XV – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – UNIÃO 313 contratos.. Tabela 24. . % (c)/Despesas com Saúde – Essa coluna identifica o percentual das despesas liquidadas até o bimestre de referência em relação à linha DESPESAS COM SAÚDE. No encerramento do exercício. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. em função do empenho legal. foram considerados como despesa liquidada... o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 21 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. DESPESAS EXECUTADAS LIQUIDADAS INSCRITAS EM % Até o Bimestre RESTOS A PAGAR ((c+d)/ DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS (c) NÃO PROCESSADOS despesas PÚBLICOS DE SAÚDE (d) com saúde) Nota: Durante o exercício. o valor da coluna (c) dividido pelo valor da linha DESPESAS COM SAÚDE multiplicado por 100 (cem). a) Despesas liquidadas. e a coluna % (c)/despesas com saúde apresentará o valor de 100 % (cem por cento). DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (c) (c)/despesas com saúde DESPESAS COM SAÚDE – Nessa linha registrar o total das despesas liquidadas com ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 21.. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. convênios e outros instrumentos. nos termos do art.. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas.320/64.7. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. . Até o Bimestre (c) – Essa coluna identifica as despesas com ações e serviços públicos de saúde.. ou seja. ao fim do exercício financeiro. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados..... b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. mas que. as despesas com ações e serviços públicos de saúde inscritas em Restos a Pagar poderão ser consideradas para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. inciso II da Lei 4. inciso II. inscritas em Restos a Pagar não processados. 149 Lei nº4. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à saúde.320/64.8 DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DESPESAS COM SAÚDE . No encerramento do exercício..35.. em substituição à Tabela 24.320/64. art. Nessa linha. Figura 21 DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA Dessa forma. deverão compor. para maior transparência. Dessa forma.. liquidadas até o final do bimestre de referência... por força do art. 63 da Lei 4. as despesas executadas estão segregadas em: . durante o exercício. no encerramento do exercício. Portanto. o total das despesas liquidadas149. por força legal. a coluna Até o Bimestre (c) apresentará o mesmo valor do total da coluna (b)... 35... consideradas liquidadas no encerramento do exercício.

(-) ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS (-) JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA (-) AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA (-) DESPESAS CUSTEADAS PELO FUNDO DE COMBATE E ERRADICAÇÃO DA POBREZA DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (c) (c)/despesas com saúde (-) ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS – Nessa linha registrar o total das despesas com inativos e pensionistas constantes do orçamento da saúde...... e sim despesas com previdência social.. .. e as despesas custeadas pelo Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. comissões e outros encargos de operações de crédito internas e externas contratadas...... (-) DESPESAS CUSTEADAS PELO FUNDO DE COMBATE E ERRADICAÇÃO DA POBREZA – Nessa linha registrar as despesas com ações e serviços públicos de saúde cuja fonte de recursos é o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. Tabela 24....9 DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE . deduzidas as despesas com inativos e pensionistas.314 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 24. Essas despesas são deduzidas por não se caracterizarem despesas com saúde propriamente dita..... encargos e amortização da dívida..... (-) AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento ou o refinanciamento do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa. com juros.10 DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE .. apurado para fins de verificação do cumprimento do limite mínimo constitucionalmente estabelecido..... financiado com recursos próprios.... bem como da dívida pública mobiliária.. (-) JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento de juros..... TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (c) (c)/despesas com saúde TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE – Nessa linha registrar o total das despesas em ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. contratual ou mobiliária.. Esse total representa todo o gasto do ente em ações e serviços públicos de saúde de acesso universal..

320/64. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. em termos percentuais. No encerramento do exercício. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. em função do empenho legal. . inscritas em Restos a Pagar não processados. inciso II. por força do art. nos termos do art. inciso II da Lei 4. Durante o exercício. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 22. para maior transparência. deverão compor. 63 da Lei 4. as despesas empenhadas.320/64. VARIAÇÃO ESPECIFICAÇÃO NOMINAL DO PIB¹ % DESPESAS EXECUTADAS VARIAÇÃO <Exercício> <Exercício Anterior> % DE DESPESAS INSCRITAS EM DESPESAS INSCRITAS EM APLICAÇÃO LIQUIDADAS RESTOS A LIQUIDADAS RESTOS A Até o Bimestre PAGAR NÃO Até o Bimestre PAGAR NÃO (((d+e)/ PROCESSADOS PROCESSADOS (f+g)*100) (d) (e) (f) (g) -100) Nota: Durante o exercício. as despesas executadas estão segregadas em: . art.35.ANEXO XV – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – UNIÃO 315 Tabela 24. a) Despesas liquidadas. Dessa forma. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à saúde. em substituição à Tabela 24. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. decorrentes de contratos.320/64. .11. Deverão ser consideradas. as despesas com ações e serviços públicos de saúde inscritas em Restos a Pagar poderão ser consideradas para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. inclusive. Portanto. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. 35. as despesas que já foram pagas. por constituírem obrigações preexistentes. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica o total das despesas liquidadas até o bimestre do exercício de referência e até o bimestre correspondente no exercício anterior ao de referência. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. apurado no ano anterior. no encerramento do exercício. VARIAÇÃO NOMINAL DO PIB1 % – Essa coluna identifica a variação nominal do Produto Interno Bruto – PIB. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. Figura 22 150 Lei nº4. convênios e outros instrumentos. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. No encerramento do exercício. durante o exercício.11 ESPECIFICAÇÃO VARIAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS VARIAÇÃO NOMINAL DO Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ % DE PIB¹ <Exercício> <Exercício APLICAÇÃO % Anterior> (d) (e) (d/e*100)-100 ESPECIFICAÇÃO – Essa coluna identifica o item das despesas próprias com saúde. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. o total das despesas liquidadas150. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. No encerramento do exercício.

Nas despesas por subfunção. para cumprimento do limite mínimo.12 ESPECIFICAÇÃO VARIAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS VARIAÇÃO NOMINAL DO Até o Bimestre/ Até o Bimestre/ % DE PIB¹ <Exercício> <Exercício APLICAÇÃO % Anterior> (d) (e) (d/e*100)-100 TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE – Nessa linha registrar a variação nominal do PIB. por força legal. entretanto. também devem ser excluídas as despesas com inativos e pensionistas. menos cem (100). O exercício deve ser informado no formato <aaaa>. juros. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 22 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. o valor total das despesas liquidadas até o bimestre do exercício de referência e até o bimestre no exercício anterior ao de referência. mas que. art.13 DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (Por Subfunção) DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS % (f)/total (f) ATUALIZADA Até o Bimestre (f) DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (Por Subfunção) – Essa coluna identifica as despesas de saúde detalhadas por subfunção152. . alínea “b”. nos quais existam restrições ao atendimento aberto ao público. podendo. em percentual. inciso I. ao fim do exercício financeiro. foram considerados como despesa liquidada. no encerramento do exercício. O valor será o mesmo demonstrado no total da coluna Até o Bimestre (c). ser utilizadas as subfunções atípicas (da função Saúde). ou seja. Portaria nº 42/99. encargos e amortização da dívida. O exercício anterior deve ser informado no formato <aaaa>. Tabela 24. o valor da coluna Até o Bimestre/<Exercício> (d) dividido pelo valor da coluna Até o Bimestre/<Exercício Anterior> (e) multiplicado por cem (100). Ex: Até o Bimestre/2007. Ex: Até o Bimestre/2006. Tabela 24. Até o Bimestre/<Exercício Anterior> (e) – Essa coluna identifica o valor aplicado nas ações e serviços públicos de saúde até o bimestre correspondente no exercício anterior ao exercício de referência. e a variação percentual de aplicação. desde que sejam despesas de saúde.316 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Dessa forma. 151 152 ADCT. Esse resultado deverá. VARIAÇÃO DE APLICAÇÃO % (d/e*100)-100 – Essa coluna identifica a variação percentual de aplicação nas ações e serviços públicos de saúde. No modelo são apresentadas as subfunções típicas da função Saúde. 77. Até o Bimestre/<Exercício> (d) – Essa coluna identifica o valor aplicado nas ações e serviços públicos de saúde até o bimestre de referência. as despesas financiadas pelo Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza e as referentes a serviços públicos de saúde que não atendam ao critério da universalidade. ser igual ou superior a variação nominal do PIB151. do MOG.

A limitação de empenho153. durante o exercício. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo.ANEXO XV – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – UNIÃO 317 DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista na Lei Orçamentária Anual. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 23. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. em substituição à Tabela 24. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. convênios e outros instrumentos. em função do empenho legal.320/64. as despesas executadas estão segregadas em: . deverão compor. se ocorrer. . não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. DOTAÇÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais.320/64. DESPESAS EXECUTADAS LIQUIDADAS INSCRITAS EM % Até o Bimestre RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS ((f+g)/ (f) (g) total (f+g)) Nota: Durante o exercício. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. . as despesas com ações e serviços públicos de saúde inscritas em Restos a Pagar poderão ser consideradas para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. decorrentes de contratos. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. 35. mas apenas restringirá a emissão de empenho.320/64. No encerramento do exercício. Lei nº4. Dessa forma.13. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. art. nos termos do art. inciso II. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. Durante o exercício. 63 da Lei 4. a) Despesas liquidadas. Portanto. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. por força do art. não afetará a dotação autorizada. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas com saúde liquidadas até o bimestre e a participação de cada subfunção em relação ao total das despesas liquidadas. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à saúde. No encerramento do exercício. inciso II da Lei 4. Figura 23 DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (Por Subfunção) DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA 153 154 LRF. para maior transparência. inclusive. as despesas empenhadas. Deverão ser consideradas. as despesas que já foram pagas. o total das despesas liquidadas154. art. 9º.35. No encerramento do exercício. inscritas em Restos a Pagar não processados. no encerramento do exercício. por constituírem obrigações preexistentes.

Suporte Profilático e Terapêutico. foram considerados como despesa liquidada. Vigilância Sanitária. e as despesas liquidadas com saúde até o bimestre de referência. desde que sejam despesas de saúde. inicial e atualizada. serão aplicados nos Municípios. no mínimo. do MOG. No modelo são apresentadas as subfunções típicas da função Saúde. suprimindo a linha Outras Subfunções. Dos recursos da União aplicados nas ações e serviços de saúde. Assistência Hospitalar e Ambulatorial. ou seja. Tabela 24. Vigilância Epidemiológica. por força legal. na forma da lei155. podendo. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 23 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. Demonstram as dotações. % (f)/total (f) – Essa coluna identifica o percentual das despesas liquidadas de cada subfunção. § 2º. Demonstram as dotações. art. Até o Bimestre (f) – Essa coluna identifica os valores das despesas de saúde liquidadas até o final do bimestre de referência. e as despesas liquidadas com saúde até o bimestre de referência. mas que. inicial e atualizada. 77. ao fim do exercício financeiro. O total dessa coluna deverá ser igual ao valor demonstrado no total da coluna Até o Bimestre (c). ser utilizadas subfunções atípicas (da função Saúde). Portaria nº 42/99. a coluna (f) sobre o total da coluna (f) multiplicado por 100 (cem). 155 156 ADCT.14 DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (Por Subfunção) Atenção Básica Assistência Hospitalar e Ambulatorial Suporte Profilático e Terapêutico Vigilância Sanitária Vigilância Epidemiológica Alimentação e Nutrição Outras Subfunções DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS % (f)/total (f) ATUALIZADA Até o Bimestre (f) Atenção Básica – Nessa linha registrar os valores da subfunção que apresenta aplicações em ações e serviços básicos de saúde. segundo critério populacional. em relação ao total das despesas. . entretanto. Alimentação e Nutrição e Outras Subfunções – Nessas linhas registrar os valores das demais subfunções da função Saúde156. 15% (quinze por cento).318 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Dessa forma. As subfunções atípicas da função Saúde deverão ser discriminadas uma a uma com seus respectivos valores.

15 DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (Por Subfunção) . 1 Os recursos mínimos aplicados serão equivalentes ao valor apurado no ano anterior.... com o objetivo de apresentar a variação nominal do PIB.. TOTAL – Nessa linha registrar os totais das dotações.. conforme a alínea b do inciso I do artigo 77 do ADCT.. do inciso I. corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto.ANEXO XV – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS COM SAÚDE – UNIÃO 319 Tabela 24. com ações e serviços públicos de saúde de acesso universal..... inicial e atualizada. – Chamada constante no próprio modelo do demonstrativo. e o valor total das despesas liquidadas até o bimestre de referência.. que serve para fins de cálculo do cumprimento do limite mínimo aplicado nas ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. ..... FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação. conforme alínea b. DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO DESPESAS LIQUIDADAS ATUALIZADA Até o Bimestre % (f) (f)/total (f) TOTAL FONTE: ¹ Os recursos mínimos aplicados serão equivalentes ao valor apurado no ano anterior corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto... do artigo 77 do ADCT...

o qual determina que a União. A parcela da receita destinada ao FUNDEF deverá ser apresentada. da Constituição Federal. As diretrizes acerca da aplicação da Emenda Constitucional nº 29/2000 estão dispostas na Resolução nº 322. da LRF. Não poderão ser deduzidas da base de cálculo da receita. alínea b. tendo em vista a necessidade de apuração devida ao disposto no § 2º. apresenta a receita de impostos líquida e as transferências constitucionais e legais. No seu preenchimento. destacadamente. art. de 08 de maio de 2003. aplicado aos Estados. ou seja. para fins de apuração dos percentuais de aplicação em ações e serviços públicos de saúde. deverá ser deduzida da base de cálculo da receita para efeito de apuração do cumprimento dos limites mínimos constitucionalmente estabelecidos. com a finalidade de demonstrar o cumprimento da aplicação dos recursos mínimos. DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS O Demonstrativo da Receita de Impostos Líquida das Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde. as despesas com saúde por grupo de natureza da despesa e por subfunção. . portanto.320 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. deverão ser utilizados os formulários do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde – SIOPS e o manual desse sistema. inciso IV. 77.br. alínea “b”. provenientes de outros entes federados. aplicações mínimas de recursos públicos em ações e serviços públicos de saúde. o cumprimento dos limites constitucionais relativos à educação e à saúde. referente à repartição do ICMS.datasus. do Conselho Nacional de Saúde. A parcela dos impostos transferida pelos Estados aos respectivos Municípios. e a participação das despesas com saúde na receita de impostos líquida e transferências constitucionais e legais. § 1º. a parcela adicional do ICMS vinculada ao Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza. previstos na Constituição Federal157. 25. ou qualquer outra parcela de receita vinculada a fundo ou despesa.16 ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE – ESTADOS. equivalentes a 100% (cem por cento). Esse demonstrativo integra o Relatório Resumido da Execução Orçamentária para verificação do cumprimento do disposto na Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF158 e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento do 3º e 6º bimestres.gov. inciso IV. anualmente. IPI–Exportação e IPVA. art. no Demonstrativo. o Distrito Federal e os Municípios terão. as transferências de recursos do Sistema Único de Saúde – SUS. o disposto no artigo 25. 157 158 ADCT. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT. Esse demonstrativo deve ser apresentado. nas ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. ao Distrito Federal e aos Municípios. obtidos no endereço http://siops. LRF. Também constitui fator determinante para a elaboração do demonstrativo. Os limites mínimos estão estabelecidos no artigo 77. § 1º. as receitas de impostos e as transferências deverão ser apresentadas pelos valores brutos. do artigo 198. os Estados. que determina como condição para o recebimento de Transferências Voluntárias por parte do ente da Federação.

8 ou 9.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 0. 8º da Lei nº 11. Nas colunas ou linhas apresentadas em percentuais. respectivamente. de 4 de maio de 2001. A informação “x/y” corresponde. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. em função da forma de controle dos gastos com Saúde de cada ente. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social. porém sem gerar dupla contagem. Não é necessário segregar as receitas e despesas intra-orçamentárias das outras receitas e despesas. ao número da página atual e ao número total de páginas do demonstrativo.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC. de 20 de setembro de 2005. . fica inalterado o último algarismo a permanecer. se ocupar mais de duas páginas. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. . de 15 de dezembro de 2005. por meio de empenho. O objetivo é incluir todas as despesas com Saúde. ainda. a expressão “Continua (x/y)”. os valores serão apresentados em unidade de Real. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. o número deve ser arredondado de acordo com o seguinte critério: .178. Para isso. incluiu. Caso o demonstrativo ocupe mais de uma página. de 14 de outubro de 2005. deverá ser demonstrado com duas casas decimais. Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas.§ 2º do art. repetir o cabeçalho e colocar no canto superior direito a expressão “Continuação”. liquidação e pagamento. na última página colocar no canto inferior direito apenas a expressão “(x/y)”.320. fundos. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: . 3 ou 4. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis. Para fins de apuração das despesas próprias com ações e serviços públicos de Saúde. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. .inciso VI do § 7º do art. que para coleta das informações pela STN. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. deve-se incluir ou não as receitas e despesas intra-orçamentárias. 1. autarquias. Faz-se necessário observar. a partir da segunda página. DF E MUNICÍPIOS 321 A Portaria STN nº 869. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. que estabelece que as operações entre órgãos. aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer. LDO para o exercício de 2006. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. os valores deverão ser informados em unidade de Real.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 5. obrigatoriamente. 7. fundações públicas. deve-se colocar no canto inferior direito da primeira página e nas demais. de 17 de março de 1964. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. Conforme instrução deste manual. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. nos termos da Lei nº 4. E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS. 6. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. se o resultado obtido for um número fracionário. 2.

322 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. Juros de Mora. Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos Dívida Ativa dos Impostos Multas.1 Instruções de Preenchimento Tabela 25 – Demonstrativo da Receita de Impostos Líquida e das Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – ANEXO XVI (ADCT.00 DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) DESPESAS LIQUIDADAS Até o Semestre % (d) (d/c) DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DESPESAS COM SAÚDE (-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS (-) DESPESAS CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À SAÚDE Recursos de Transferências do Sistema Único de Saúde – SUS Recursos de Operações de Crédito Outros Recursos (-) RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹ TOTAL DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (V) - - CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS À SAÚDE INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Exercícios Cancelados Anteriores Em <Exercício> (VI) RESTOS A PAGAR DE DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS – LIMITE CONSTITUCIONAL <%>² [(V – VI) / I] DESPESAS COM SAÚDE (Por Subfunção) DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o Semestre % (i) (i/total i) Atenção Básica Assistência Hospitalar e Ambulatorial Suporte Profilático e Terapêutico Vigilância Sanitária Vigilância Epidemiológica Alimentação e Nutrição Outras Subfunções TOTAL FONTE: ¹ Essa linha apresentará valor somente no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício. ² Limite anual mínimo a ser cumprido no encerramento do exercício. Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> . 77) RECEITAS RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I) Impostos Multas. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos Receitas de Transferências Constitucionais e Legais TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS (II) RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III) OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS (-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEF TOTAL DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) DESPESAS CORRENTES Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida TOTAL (IV) DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o Semestre % (e) (e)/despesas com saúde PREVISÃO INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS Até o Semestre % (b) (b/a) R$ 1.16. art.

que deverão refletir a reestimativa da receita ou o surgimento de nova natureza de receita não prevista na Lei Orçamentária Anual. R$ 1.1 RREO – ANEXO XVI (ADCT. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. art. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. de janeiro até o mês de referência. pois deverão refletir a posição inicial do orçamento constante da LOA. das receitas de transferências constitucionais e legais. juros de mora e outros encargos provenientes de impostos. PREVISÃO ATUALIZADA (a) – Essa coluna identifica os valores da previsão atualizada das receitas para o exercício de referência.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. ou seja. DF E MUNICÍPIOS 323 <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. a dedução das transferências constitucionais e legais para os Municípios. . 77) – Identifica o fundamento legal do demonstrativo.: JANEIRO A JUNHO/2007. não devendo ser consideradas as contas retificadoras. órgãos e entidades. Ex. Tabela 25. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS. 77) PREVISÃO RECEITAS INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA (a) R$ 1.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC. art. da receita da dívida ativa de impostos. As receitas deverão ser informadas pelos seus valores brutos. Distrito Federal ou Município. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha informar o período considerado. as receitas de operações de crédito vinculadas à saúde e outras receitas orçamentárias. vinculados à seguridade social. dos Municípios e dos demais Estados. as transferências de recursos do Sistema Único de Saúde – SUS – provenientes da União. Os valores registrados nessa coluna permanecerão inalterados durante todo o exercício. da administração direta ou indireta. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal. das multas. Estado. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. os fundos. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. pois estas serão informadas na linha (-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEF. constantes na Lei Orçamentária Anual. da administração direta e indireta. RECEITAS – Essa coluna identifica os recursos públicos provenientes da receita de impostos.00 RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) RREO – ANEXO XVI (ADCT. PREVISÃO INICIAL – Essa coluna identifica os valores da previsão inicial das receitas.

o valor da coluna (b) dividido pelo valor da coluna (a) multiplicado por 100 (cem). assim como daqueles atos que o modificarem. no detalhamento das respectivas classificações... estabelecidos na Constituição Federal. ou seja. Quando houver uma nova natureza de receita. 9º. demonstrando que esse valor não estava previsto na LOA. RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I) – Nessa linha registrar o total da receita de impostos líquida e transferências constitucionais e legais. caput e § 1º.. bem como o percentual realizado em relação à previsão atualizada. Os valores identificados nessa coluna deverão ser ajustados sempre que houver reestimativas de receita que resultem na limitação de empenho e movimentação financeira. em que o total reestimado é menor. art. até o final do semestre de referência.. o que descaracterizaria eventuais excessos de arrecadação.. Corresponde ao somatório das seguintes receitas: 159 LRF. a coluna PREVISÃO INICIAL deverá ser preenchida com um traço “–”.. Tal ajuste visa ao cumprimento das metas de resultado primário e nominal estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. . acréscimos e reduções nos valores da previsão atualizada. a serem aplicados.. tais como a rede bancária... combinados com o art. 52. Até o Semestre (b) – Essa coluna identifica as receitas realizadas até o final do semestre de referência. a previsão dessa nova natureza deverá ser identificada pela coluna PREVISÃO ATUALIZADA (a). a coluna da previsão atualizada deverá identificar os mesmos valores da coluna previsão inicial. Nesse caso. e arrecadadas diretamente pelo órgão. RECEITAS REALIZADAS – Essa coluna identifica os valores das receitas efetivamente realizadas. Emenda Constitucional nº 29. % (b/a) – Essa coluna identifica o percentual das receitas realizadas no exercício de referência em relação à previsão atualizada..324 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Se não ocorrer nenhum dos eventos mencionados.. Tabela 25.. considerada para efeito do cálculo para o cumprimento dos limites mínimos.. A Previsão Atualizada deverá refletir a previsão constante do ato normativo que estabelecer o cronograma anual de desembolso mensal. poderá ser apresentado.. ou por meio de outras instituições. O restabelecimento parcial ou total da previsão não deverá implicar em um valor atualizado superior à previsão inicial da receita... Em caso de surgimento de nova natureza de receita que não esteja prevista na LOA..2 PREVISÃO RECEITAS INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I) .. nas ações de serviços públicos de saúde de acesso universal. de acordo com os dispositivos legais de ajuste da programação financeira159..

. pois estas serão informadas na linha (-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEF. depois de apurada sua liquidez e certeza. juros de mora e atualização monetária resultantes da dívida ativa proveniente de impostos. Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos . Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa dos Impostos – Nessa linha registrar a receita das multas.. E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS. Os impostos deverão ser informados pelos seus valores brutos.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC.. DF E MUNICÍPIOS 325 . deles não podendo ser deduzidas as contas retificadoras para formação do FUNDEF. .... Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos – Nessa linha registrar o valor da receita arrecadada com as penalidades pecuniárias decorrentes da inobservância de normas tributárias e com os rendimentos destinados à indenização pelo atraso no cumprimento da obrigação.. cuja obrigação tem por fato gerador situação independente de qualquer atividade estatal específica. deles não podendo ser deduzidas as contas retificadoras para formação do FUNDEF.. . pois estas serão informadas na linha (-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEF. constituída de créditos de natureza tributária.. Imposto é a modalidade de tributo. As multas. Tabela 25... Multas......... menos as transferências constitucionais concedidas aos Municípios..multas. Juros de Mora. Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos Dívida Ativa dos Impostos Multas. .3 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) ...receitas de transferências constitucionais e legais...impostos. Impostos Multas.. inscritos na forma de legislação própria.. conforme o Código Tributário Nacional. Multas..... juros de mora. RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) Impostos – Nessa linha registrar as receitas de impostos.. Juros de Mora.. como sanção legal no campo tributário (impostos). exigíveis pelo transcurso do prazo para pagamento.. representando o resultado de aplicações impostas ao contribuinte faltoso. relativa ao contribuinte. Dívida Ativa de Impostos – Nessa linha registrar o valor da receita arrecadada da dívida ativa dos impostos... atualização monetária e dívida ativa de impostos deverão ser informados pelos seus valores brutos. juros de mora e dívida ativa dos impostos....

..Cota-Parte Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal – FPE – Representa o valor das receitas recebidas por meio de cota-parte do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal..326 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 25.. de 13 de setembro de l996. critérios.... proporcionalmente ao valor das respectivas exportações de produtos industrializados... 25% serão destinados aos seus respectivos Municípios....... Tabela 25..4 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) ... Distrito Federal e aos Municípios.... Receitas de Transferências Constitucionais e Legais . . de 26 de dezembro de 2002.. RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) Receitas de Transferências Constitucionais e Legais – Nessa linha registrar os valores referentes às transferências constitucionais e legais recebidas pelos Estados. pertencentes aos Estados e ao Distrito Federal.. de acordo com a Constituição Federal.. Os entes deverão detalhar as transferências conforme sua origem.. .... As receitas de transferências constitucionais deverão ser informadas pelos seus valores brutos.. prazos e demais condições fixados no anexo à Lei Complementar nº 87... com base no produto da arrecadação do Imposto Estadual Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS. alterada pela Lei Complementar nº 115.. Distrito Federal e Municípios...... referente ao Sistema Único de Saúde – SUS. deles não podendo ser deduzidas as contas retificadoras para formação do FUNDEF.... DF e Municípios – Lei Complementar nº 87/1996 – Representa o valor dos recursos de transferências da União aos Estados.... atendidos os limites..... Dos recursos repassados aos Estados.. TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS (II) RECEITAS REALIZADAS Até o Semestre (b) % (b/a) . TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS (II) – Nessa linha registrar o total de recursos de transferências recebidas..2 Particularidades........Cota-Parte do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI-Exportação – Representa o valor dos recursos recebidos em decorrência da transferência constitucional do imposto sobre produtos industrializados.16.. Nessa linha devem compor as receitas provenientes das seguintes transferências: .... de acordo com o item 3.. .. Corresponde a 10% da arrecadação do produto do Imposto Sobre Produtos Industrializados.Transferência Financeira aos Estados......5 PREVISÃO RECEITAS INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA (a) .......... pois estas serão informadas na linha (-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEF.

. serão informados nessa linha pelo valor líquido. da previsão e da realização até o final do semestre de referência..... recebidos pelo Estado por meio de transferências da União.. ou seja. deduzidas das transferências para a formação do FUNDEF. da Receita Líquida de Impostos e Transferências Constitucionais e Legais (I). RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III) OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS (-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEF RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III) – Nessa linha registrar os recursos oriundos de operações de crédito.... Essa dedução deverá ser considerada no total das receitas do Estado ou do Município.....8 DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (d) (d/c) DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) – Essa coluna identifica as despesas com ações e serviços públicos de saúde de acesso universal.. (-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEF – Nessa linha registrar o valor das transferências destinadas ao FUNDEF..7 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) . internas e externas. OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS – Nessa linha registrar as demais receitas orçamentárias do ente. que não se enquadrem em nenhum dos itens anteriores.. contribuições... Tabela 25... mais as Transferências de Recursos do Sistema Único de Saúde – SUS (II). contratadas.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC.. TOTAL RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) TOTAL – Nessa linha registrar o somatório. deduzidos os 25% transferidos aos Municípios.. para financiar ações e serviços públicos de saúde. detalhadas por grupo de .. correspondentes às contas retificadoras da receita... Esse total corresponde ao total das receitas do ente. Os royalties do petróleo e a cota-parte da Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico – CIDE...... E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS.6 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) .. DF E MUNICÍPIOS 327 Tabela 25.. transferências do FUNDEF)... exclusivamente.... mais as Receitas de Operações de Crédito Vinculadas à Saúde (III) e mais as outras receitas orçamentárias (taxas.. Tabela 25.

a contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS. as despesas que já foram pagas. convênios e outros instrumentos. o total das despesas liquidadas161. Não devem ser consideradas as despesas referentes a serviços públicos de saúde que não atendam ao critério da universalidade. se ocorrer. Portanto. Deverão ser consideradas. A partir de 2006.8. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica o valor dos créditos iniciais constantes da Lei Orçamentária Anual. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à saúde.320/64. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. passou a ser feita na forma de despesa intra-orçamentária. para os quais existam restrições ao atendimento aberto ao público. No encerramento do exercício. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. Nada obstante essa nova forma de registro. de 04 de maio de 2001. durante o exercício. decorrentes de contratos. as despesas com ações e serviços públicos de saúde inscritas em Restos a Pagar poderão ser consideradas para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais. No encerramento do exercício. 160 161 LRF. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas até o semestre de referência. art. em substituição à Tabela 25. deverão compor. Lei nº4. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. observada a Portaria Interministerial nº 163. 9º. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. Durante o exercício. inclusive. em função do empenho legal. mas apenas restringirá a emissão de empenho. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. e alterações. 35. no encerramento do exercício. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados.328 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO natureza da despesa. art. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. as despesas empenhadas. . deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 24. A limitação de empenho160. em valores e em percentuais. a contribuição patronal referente ao pessoal da área da saúde continuará sendo considerada despesa com ações e serviços públicos de saúde para fins de limite mínimo. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. inciso II. por constituírem obrigações preexistentes. não afetará a dotação autorizada. e não mais como repasse financeiro.

35. na área de saúde.. até o final do semestre de referência.9 DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) DESPESAS CORRENTES Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes .320/64.. das obrigações trabalhistas de responsabilidade do empregador. Dessa forma. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 24 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. inciso II da Lei 4. diretamente. § 1º. ainda.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC.. emprego ou função de confiança no setor público. incidentes sobre a página de salários. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. ao fim do exercício financeiro. Figura 24 DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA Dessa forma.. Nos casos de pessoal requisitado entre órgãos e entidades. as despesas executadas estão segregadas em: . Pessoal e Encargos Sociais – Nessa linha registrar as despesas com recursos humanos. foram considerados como despesa liquidada.. bem como soldo. gratificações. mas que. Caso haja empenho e execução tanto no órgão requisitante como no órgão cedente.320/64. . para a formação ou aquisição de um bem de capital. do pagamento dos proventos de aposentadorias. em atendimento à LRF162. referente às ações e serviços públicos de saúde de acesso universal.. contribuição a entidades fechadas de previdência. por força legal. % (d/c) – Essa coluna identifica o percentual das despesas já liquidadas em relação à dotação atualizada. outros benefícios assistenciais classificáveis neste grupo de despesa... em atividade. Até o Semestre (d) – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas com saúde. inscritas em Restos a Pagar não processados. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas.. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. por força do art. previstos na estrutura remuneratória dos militares e. 63 da Lei 4. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. adicionais e outros direitos remuneratórios. pertinentes a este grupo de despesa.... Tabela 25. art. despesas com o ressarcimento de pessoal requisitado.. DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (d) (d/c) DESPESAS CORRENTES – Nessa linha registrar o total das despesas que não contribuem.. ou seja.. 18. a) Despesas liquidadas. DF E MUNICÍPIOS 329 DESPESAS EXECUTADAS LIQUIDADAS INSCRITAS EM % DESPESAS COM SAÚDE Até o Semestre RESTOS A PAGAR (Por Grupo de Natureza da Despesa) NÃO PROCESSADOS (c) (d) (e) ((d+e)/c) Nota: Durante o exercício. reformas e pensões. a despesa de pessoal será empenhada e executada pelo órgão ou entidade requisitante. o valor da coluna (d) sobre o valor da coluna (c) multiplicado por cem (100)... despesas com a contratação temporária para atender a necessidade de excepcional interesse público e despesas com contratos de terceirização de mão-de-obra que se refiram à substituição de servidores e empregados públicos.. .. de natureza remuneratória decorrentes do efetivo exercício de cargo. No encerramento do exercício. nos termos do art. para maior transparência. E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. este ao receber o ressarcimento deverá proceder à anulação da 162 LRF.

referentes às despesas com ações e serviços públicos com saúde de acesso universal. inclusive. equipamentos e material permanente... referentes a serviços públicos de saúde que atendam ao critério da universalidade.. Devem ser excluídas as despesas referentes a serviços públicos de saúde que não atendam ao critério da universalidade.... . a contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS.330 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO despesa e do empenho correspondente163. art.... e não mais como repasse financeiro.. já constituídas... Nada obstante essa nova forma de registro. contribuições... DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (d) (d/c) DESPESAS DE CAPITAL – Nessa linha registrar o total das despesas que contribuem.. passou a ser feita na forma de despesa intra-orçamentária.... Inversões Financeiras – Nessa linha registrar as despesas com a aquisição de imóveis ou bens de capital já em utilização.10 DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) .. a partir do exercício de 2000.. Amortização da Dívida – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento de amortizações das operações de crédito contratadas... A partir de 2006.. Juros e Encargos da Dívida – Nessa linha registrar as despesas com o pagamento de juros.. 163 Lei nº 4. nos quais existam restrições ao atendimento aberto ao público. para a formação ou aquisição de um bem de capital. DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida . com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas. comissões e outros encargos de operações de crédito internas e externas contratadas. aquisição de títulos representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer espécie.. subvenções. Outras Despesas Correntes – Nessa linha registrar as despesas com aquisição de material de consumo...... diretamente.. para custear ações e serviços públicos de saúde.. nos quais não existam restrições ao atendimento aberto ao público. a partir do exercício de 2000.320/64. pagamento de diárias. Tabela 25. 38.. Investimentos – Nessa linha registrar as despesas com o planejamento e a execução de obras. quando a operação não importe aumento do capital.. além de outras despesas da categoria econômica Despesas Correntes não classificáveis nos demais grupos de natureza de despesa. referente às ações e serviços públicos com saúde de acesso universal.... e com a constituição ou aumento do capital de empresas. a contribuição patronal referente ao pessoal da área da saúde continuará sendo considerada despesa com ações e serviços públicos de saúde para fins de limite mínimo. e com a aquisição de instalações.. Se não houver ressarcimento a despesa pertencerá ao órgão cedente. com o fim de custear ações e serviços públicos de saúde.

e os restos a pagar inscritos sem disponibilidade de recursos próprios. Nada obstante essa nova forma de registro... despesas custeadas com outros recursos vinculados à saúde. e não mais como repasse financeiro. incluídos os recursos do SUS. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica o valor dos créditos iniciais constantes da Lei Orçamentária Anual. 9º... mas apenas restringirá a emissão de empenho..12 DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (e) (e)/despesas com saúde DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE – Essa coluna identifica as despesas próprias com ações e serviços públicos de saúde e as seguintes deduções: despesas com inativos e pensionistas.. com ações e serviços públicos com saúde de acesso universal. não afetará a dotação autorizada. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas até o semestre de referência... A limitação de empenho164. As despesas com juros. passou a ser feita na forma de despesa intra-orçamentária. se ocorrer. Tabela 25. DOTAÇÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais. TOTAL (IV) DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (d) (d/c) TOTAL (IV) – Nessa linha registrar os somatórios das dotações e das despesas liquidadas. encargos e amortizações decorrentes de operações de crédito contratadas para custear ações e serviços públicos de saúde integrarão o montante considerado para o cálculo do percentual mínimo constitucionalmente exigido.. A partir de 2006...ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC. a contribuição patronal referente ao pessoal da área da saúde continuará sendo considerada despesa com ações e serviços públicos de saúde para fins de limite mínimo. a contribuição patronal ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS.. os recursos de operações de crédito e as despesas custeadas com outros recursos vinculados à saúde.11 DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA (c) .. E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS. 164 LRF. ... DF E MUNICÍPIOS 331 Tabela 25.. art. em valores e em percentuais... inclusive. Deverão ser consideradas. as despesas que já foram pagas..

Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. o total das despesas liquidadas165. nos termos do art. No encerramento do exercício. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor.320/64. art. no encerramento do exercício. as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à saúde. ou seja. Dessa forma.332 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 25. as despesas executadas estão segregadas em: . o valor da coluna (e) sobre o valor da linha TOTAL (IV) – DESPESAS LIQUIDADAS – Até o Semestre (d) multiplicado por cem (100). não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. DESPESAS EXECUTADAS LIQUIDADAS INSCRITAS EM % Até o Semestre RESTOS A PAGAR ((e+f)/ DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E NÃO PROCESSADOS despesas SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (e) (f) com saúde) Nota: Durante o exercício.35. Portanto. a) Despesas liquidadas. deverão compor. 165 Lei nº4. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. 63 da Lei 4. as despesas empenhadas. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. inciso II.12. . decorrentes de contratos. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 25 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. Até o Semestre (e) – Essa coluna identifica os valores das despesas com saúde liquidadas até o final do semestre de referência. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. por força legal. No encerramento do exercício. 35. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. por constituírem obrigações preexistentes. Figura 25 DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA Dessa forma. por força do art. durante o exercício. No encerramento do exercício. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e.320/64. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. Durante o exercício. mas que. . em função do empenho legal.320/64. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. as despesas com ações e serviços públicos de saúde inscritas em Restos a Pagar poderão ser consideradas para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. para maior transparência. em substituição à Tabela 25. convênios e outros instrumentos. ao fim do exercício financeiro. foram considerados como despesa liquidada. inscritas em Restos a Pagar não processados. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. % (e/despesas com saúde) – Essa coluna identifica o percentual das despesas já liquidadas de cada item em relação ao total das despesas liquidadas com saúde. inciso II da Lei 4.

. Recursos de Operações de Crédito – Nessa linha registrar as despesas vinculadas às operações de crédito.. Tabela 25........14 DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE ... deverá registrar nessa linha o total da receita de transferência de recursos recebida do Sistema Único da Saúde – SUS. ... deverá informar nessa linha o total da receita de operações de crédito vinculadas à saúde.. (-) DESPESAS CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À SAÚDE – Nessa linha registrar o total das despesas custeadas com outros recursos do Sistema Único de Saúde – SUS e das Operações de Crédito contratadas para financiar despesas com saúde.. A coluna % (e)/despesas com saúde apresentará o valor de 100 % (cem por cento). Recursos de Transferências do Sistema Único de Saúde – SUS – Nessa linha registrar as despesas vinculadas às transferências de recursos recebidos do Sistema Único de Saúde – SUS..... Caso o ente não disponha da informação por fonte de recursos. DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (e) (e)/despesas com saúde DESPESAS COM SAÚDE – Nessa linha registrar o total das despesas liquidadas com ações e serviços públicos com saúde de acesso universal.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC. Essas despesas são deduzidas por não caracterizarem despesas com saúde propriamente dita.... internas e externas.. provenientes de outros entes federados. DF E MUNICÍPIOS 333 Tabela 25.. (-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS (-) DESPESAS CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À SAÚDE Recursos de Transferências do Sistema Único de Saúde – SUS Recursos de Operações de Crédito Outros Recursos (-) RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹ DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (e) (e)/despesas com saúde - - (-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS – Nessa linha registrar o total das despesas com inativos e pensionistas constantes do orçamento da saúde.. contratadas para custear despesas com ações e serviços públicos de saúde.... despesas com previdência social.... Caso o ente não disponha da informação por fonte de recursos.. E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS.13 DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DESPESAS COM SAÚDE .. apresentando o mesmo valor da linha TOTAL (IV) – DESPESAS LIQUIDADAS – Até o Semestre (d). e sim.. apresentando o mesmo valor da linha (II). apresentando o mesmo valor da linha (III).....

que exceder o valor. não podem ser considerados recursos disponíveis. inscritos no encerramento do exercício. as receitas de operações de crédito internas e externas e outros recursos. da disponibilidade financeira de recursos próprios vinculados à saúde. Deverá ser considerado. conforme art. parágrafo único. Essa linha visa a abranger os casos de inobservância do art. deduzidas as despesas com inativos e pensionistas. (-) RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS – Nessa linha registrar.15 DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE TOTAL DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (V) DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (e) (e)/despesas com saúde TOTAL DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (V) – Nessa linha registrar o total das despesas com saúde. somente os Restos a Pagar inscritos no exercício de referência. apurado para fins de verificação do cumprimento do limite mínimo constitucionalmente estabelecido. de 04/05/2000. em 31 de dezembro. financiado com recursos próprios. os recursos vinculados a Restos a Pagar de exercícios anteriores serão também considerados. no último Relatório Resumido da Execução Orçamentária do exercício os restos a pagar que excederem a disponibilidade financeira vinculada à saúde em 31 de dezembro.16 CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS À SAÚDE INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Cancelados Exercícios Em <Exercício> Anteriores (VI) . as despesas vinculadas aos recursos do SUS. Lei de Responsabilidade Fiscal. somente no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício. Esse total das despesas próprias com saúde representa todo o gasto do ente em ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. No caso de não haver disponibilidade financeira de recursos próprios vinculados à Saúde. pois os mesmos não poderão ser considerados como aplicados em ações e serviços públicos de saúde. Tabela 25. 8º. uma vez que. deverá ser registrado o valor total dos Restos a Pagar. Deverão ser deduzidos.334 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Outros Recursos – Nessa linha registrar as despesas custeadas com outros recursos vinculados à saúde. Tabela 25. No entanto. tendo sido vinculados a Restos a Pagar de exercícios anteriores. pois deverão ser deduzidos das disponibilidades financeiras vinculadas à Saúde. para efeito deste demonstrativo. 42 da LRF que determina a suficiente disponibilidade financeira para a inscrição de restos a pagar. da Lei Complementar nº 101. no encerramento do exercício. a parcela dos Restos a Pagar.

Esse valor deverá ser compensado no exercício de referência. Esse percentual tem a finalidade de demonstrar se o limite mínimo exigido pela Constituição Federal está sendo cumprido. . linha (VI). Inscritos em Exercícios Anteriores– Essa coluna identifica o total de restos a pagar inscritos com disponibilidade financeira em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência. em relação ao total da receita de impostos líquida e transferências constitucionais e legais. Tabela 25. inscritos com disponibilidade financeira em exercícios anteriores ao de referência. os quais deverão ser compensados no exercício de referência. aplicando-o em despesas com ações e serviços públicos de saúde. inscritos em exercícios anteriores ao exercício de referência e o valor destes restos a pagar que foram cancelados no exercício de referência. de recursos próprios vinculados à saúde e o valor dos restos a pagar inscritos em exercícios anteriores ao exercício de referência que foram cancelados no exercício de referência. além do limite mínimo constitucional para o exercício de referência. deduzidos da compensação dos cancelamentos de restos a pagar no exercício de referência.17 CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS À SAÚDE INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTOS A PAGAR DE DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS Inscritos em Cancelados Exercícios Em <Exercício> Anteriores (VI) RESTOS A PAGAR DE DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE – Nessa linha registrar o total dos restos a pagar. que foram considerados como aplicados na saúde.18 PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS – LIMITE CONSTITUCIONAL <%>² [V – VI) / I] PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS – LIMITE CONSTITUCIONAL <%>2 [(V – VI) / I] – Nessa linha registrar o percentual do total das despesas próprias com ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS – Essa coluna identifica o valor dos restos a pagar inscritos em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência até o limite da disponibilidade financeira. Tabela 25. DF E MUNICÍPIOS 335 CONTROLE DE RESTOS A PAGAR VINCULADOS À SAÚDE INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES – Essa coluna identifica o cancelamento de Restos a Pagar vinculados à saúde. Cancelados em <Exercício> (VI) – Essa coluna identifica o total de restos a pagar inscritos com disponibilidade financeira em 31 de dezembro dos exercícios anteriores ao exercício de referência e que foram cancelados no exercício de referência.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC. referentes a despesas próprias com ações e serviços públicos de saúde. à época. cujos valores já foram considerados em percentuais de aplicação nos respectivos exercícios de inscrição. E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS. linha (V). linha (I).

inciso II. Na ausência da lei complementar a que se refere o art.19 DESPESAS COM SAÚDE (Por Subfunção) DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (i) (i/total i) DESPESAS COM SAÚDE (Por Subfunção) – Essa coluna identifica o detalhamento das despesas de saúde. não afetará a dotação autorizada. de 14 de abril de 1999. tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou serviço. 168 Lei nº4.336 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Cumpre destacar que os limites exigidos são anuais. se ocorrer. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. LRF. portanto. mas apenas restringirá a emissão de empenho. Tabela 25. as despesas que já foram pagas. 77. as despesas empenhadas. em valores e em percentuais. aplicar-se-á aos Estados e ao Distrito Federal os percentuais previstos para 2004166. Portanto. nas quais existam restrições ao atendimento aberto ao público. art. Deverão ser consideradas. da Constituição Federal. A limitação de empenho167. Durante o exercício. 9º. do então Ministério de Orçamento e Gestão. o total das despesas liquidadas168. decorrentes de contratos. 198. por constituírem obrigações preexistentes. DOTAÇÃO INICIAL – Essa coluna identifica o valor dos créditos iniciais constantes da Lei Orçamentária Anual. durante o exercício. são consideradas despesas executadas 166 167 ADCT. desde que sejam despesas de saúde. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. entretanto. Ex: 12%. serem apresentadas subfunções atípicas à função Saúde. deverão compor. podendo. No modelo são apresentadas as subfunções típicas da função Saúde. § 3º. apresentar-se em determinados meses com percentuais inferiores aos exigidos para o ano. podendo. art. O sinal de <%> deverá ser substituído pelo percentual correspondente a cada Unidade da Federação. que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. a partir do exercício financeiro de 2005. No encerramento do exercício. DESPESAS LIQUIDADAS – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas até o semestre de referência.320/64. A liquidação é o segundo estágio da execução da despesa. convênios e outros instrumentos. 35. DOTAÇÃO ATUALIZADA – Essa coluna identifica a dotação inicial prevista no Orçamento mais as atualizações decorrentes de créditos adicionais. . § 4º. Devem ser excluídas as despesas de saúde que não atendam ao critério da universalidade. por subfunção da despesa. observada a Portaria nº 42. em função do empenho legal. art. não deverão ser incluídos os valores das despesas empenhadas que ainda não foram liquidadas. inclusive.

inscritas em Restos a Pagar não processados. a) Despesas liquidadas. DESPESAS EXECUTADAS LIQUIDADAS INSCRITAS EM Até o Semestre RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (i) (j) DESPESAS COM SAÚDE (Por Subfunção) DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA % ((i+j)/ total (i+j)) Nota: Durante o exercício. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço.19. No encerramento do exercício.320/64. o preenchimento do demonstrativo apresentado na figura 26 evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada. mas que. em substituição à Tabela 25. as despesas executadas estão segregadas em: . em relação ao total das despesas. nos termos do art. Figura 26 Dessa forma. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. ou seja. % (i/total i) – Essa coluna identifica o percentual das despesas liquidadas de cada subfunção. para maior transparência. Tabela 25. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC. desde que haja disponibilidade financeira vinculada à saúde.320/64.35. DF E MUNICÍPIOS 337 apenas as despesas liquidadas e. cada linha da coluna (i) sobre o total da coluna (i) multiplicado por cem (100). deverá ser utilizada a forma demonstrada na Figura 26. 63 da Lei 4. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. ao fim do exercício financeiro. . as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas.20 DESPESAS COM SAÚDE (Por Subfunção) DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (i) (i/total i) Atenção Básica Assistência Hospitalar e Ambulatorial Suporte Profilático e Terapêutico Vigilância Sanitária Vigilância Epidemiológica Alimentação e Nutrição Outras Subfunções Atenção Básica – Nessa linha registrar a subfunção que apresenta os valores aplicados em ações e serviços básicos de saúde. até o final do semestre de referência. Até o Semestre (i) – Essa coluna identifica os valores das despesas liquidadas com saúde. Dessa forma. por força do art. 15% . as despesas com ações e serviços públicos de saúde inscritas em Restos a Pagar poderão ser consideradas para fins de apuração dos percentuais de aplicação estabelecidos na Constituição Federal. por força legal. no encerramento do exercício. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. Dos recursos da União aplicados nas ações e serviços de saúde. foram considerados como despesa liquidada. No encerramento do exercício. E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS. inciso II da Lei 4. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados.

. pois o mesmo é anual. Portanto. As subfunções atípicas da função Saúde serão agregadas na linha Outras Subfunções. e das despesas liquidadas com saúde.. Registrar as dotações e as despesas liquidadas com saúde. Os totais deverão ser os mesmos da linha TOTAL (IV). de 14 de abril de 1999. Limite anual mínimo a ser cumprido no encerramento do exercício – Indica que o limite constitucional mínimo deverá ser atingido somente no encerramento do exercício. Assistência Hospitalar e Ambulatorial.. em ações e serviços básicos de saúde. No modelo são apresentadas as subfunções típicas da função Saúde.. 2 Limite anual mínimo a ser cumprido no encerramento do exercício. .. entretanto. Serão.. do então Ministério de Orçamento e Gestão.. § 2º. quando serão conhecidos os valores da inscrição de Restos a Pagar e da disponibilidade financeira vinculada à saúde... Tabela 25. na forma da lei169.. Vigilância Sanitária. no mínimo. TOTAL – Nessa linha registrar os totais das dotações. art.. segundo critério populacional.. serão aplicados nos Municípios. Vigilância Epidemiológica. serem apresentadas subfunções atípicas à função Saúde. TOTAL FONTE: 1 Essa linha apresentará valor somente no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício. Suporte Profilático e Terapêutico. observada a Portaria nº 42.21 DESPESAS COM SAÚDE (Por Subfunção) DOTAÇÃO DOTAÇÃO INICIAL ATUALIZADA DESPESAS LIQUIDADAS Até o % Semestre (i) (i/total i) . inicial e atualizada. podendo. Alimentação e Nutrição e Outras Subfunções – Nessas linhas registrar as demais subfunções da função Saúde.. 77.338 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO (quinze por cento). incluídos nessa linha os valores das receitas intra-orçamentárias da Contribuição Patronal referentes aos servidores da área de saúde. até o final do semestre de referência. durante o exercício. desde que sejam despesas de saúde.. FONTE: – Nessa linha registrar a fonte de onde a informação foi obtida... 1 Essa linha apresentará valor somente no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício – Indica que a informação dessa linha deverá ser apresentada somente no RREO do último bimestre do exercício. 2 169 ADCT.. a aplicação em despesas com saúde poderá ser inferior ao limite mínimo exigido para o exercício.. também..

item 3. de serviços constantes em lista própria.. Juros de Mora e Dívida Ativa dos Impostos Receitas de Transferências Constitucionais e Legais Da União Do Estado TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE-SUS (II) Da União para o Município Do Estado para o Município Demais Municípios para o Município Outras Receitas do SUS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III) OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS (-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEF TOTAL PREVISÃO INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS Até o Semestre % (b) (b/a) Tabela 25A.2 Particularidades 3. por empresa ou profissional autônomo. DF E MUNICÍPIOS 339 3.. RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) Impostos – Nessa linha registrar as receitas de impostos.. e incide sobre o valor venal dos bens ou direitos transmitidos ou cedidos.1 Municípios Os Municípios deverão apresentar o demonstrativo apresentado na Tabela 25..16.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC.. Tem como fato gerador a propriedade.2 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) .. Imposto é a modalidade de tributo....1 RECEITAS RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I) Impostos Multas......Imposto sobre Transmissão Intervivos de Bens e Direitos sobre Imóveis – ITBI – Representa a arrecadação do imposto sobre transmissão intervivos de bens imóveis e de direitos reais sobre imóveis de competência municipal.....Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana – IPTU – Representa o valor da arrecadação do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. cuja obrigação tem por fato gerador situação independente de qualquer atividade estatal específica. Devem ser informadas as receitas provenientes dos seguintes impostos: ..... de competência dos Municípios.16.. . E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS. Tem o fato gerador no momento da lavratura do instrumento ou ato que servir de título às transmissões ou às cessões... com os seguintes desdobramentos para demonstração das Receitas: Tabela 25A.16... Tem como fato gerador a prestação. como definido na lei civil.2.. .Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS – Representa a arrecadação do imposto sobre serviços de qualquer natureza..1 Instruções de Preenchimento. Impostos .... localizado na zona urbana do município.. o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou por acessão física. de competência dos Municípios... conforme o Código Tributário Nacional. relativa ao contribuinte... com ou sem estabelecimento fixo. ..

.. atendidos os limites... Da União – Nessa linha registrar os valores referentes às transferências recebidas da União. .Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza – IRRF –Representa o produto da arrecadação do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. Devem ser informadas as receitas provenientes das seguintes transferências: . prazos e demais condições fixados no anexo à Lei Complementar nº 87. Informar as receitas provenientes de transferências da União. e do produto do fator representativo da população para os demais.. sobre os rendimentos pagos a qualquer título...Transferência Financeira aos Estados.. incidente na fonte. A distribuição obedece a coeficientes de participação. no caso dos Municípios das capitais. de 13 de setembro de 1996.. art. transferido pela União aos Municípios onde estejam localizados os imóveis sobre os quais incide o imposto.....340 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO . Não se incluem as transferências voluntárias.... deles não podendo ser deduzidas as contas retificadoras para formação do FUNDEF. Tabela 25A. inciso I..Cota-Parte do Imposto sobre Propriedade Territorial Rural – ITR – Corresponde a 50% do produto da arrecadação do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural..3 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) . . de acordo com a Constituição Federal.. As receitas de transferências constitucionais deverão ser informadas pelos seus valores brutos...Cota-Parte Fundo de Participação dos Municípios – FPM – O Fundo de Participação dos Municípios é formado por parte do produto da arrecadação dos Impostos sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza e sobre Produtos Industrializados. pois estas serão informadas na linha (-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEF. critérios. de 26 de dezembro de 2003. RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) Receitas de Transferências Constitucionais e Legais – Nessa linha registrar os valores referentes às transferências recebidas da União e do Estado.. pelos Municípios170. divulgados pelo Tribunal de Contas da União – TCU.. referentes à Cota-Parte do Imposto Sobre a Propriedade Territorial Rural. Distrito Federal e aos Municípios... com base no produto da arrecadação do Imposto Estadual Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS.. Receitas de Transferências Constitucionais e Legais Da União Do Estado ...... alterada pela Lei Complementar nº 115. 158.. 170 CF... de acordo com a Constituição Federal... . Não se incluem as transferências voluntárias.. DF e Municípios – Lei Complementar nº 87/1996 – Representa o valor dos recursos de transferências da União aos Estados. resultantes do produto do fator representativo da população do Município pelo fator representativo do inverso da renda per capita do respectivo Estado..

referentes ao Sistema Único de Saúde – SUS.. Da União para o Município – Nessa linha registrar os recursos transferidos pelo Ministério da Saúde.. pagamentos de consórcios intermunicipais de saúde ou convênios. RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS (II) – Nessa linha registrar os recursos de transferências recebidos da União....Cota-Parte do IPVA –Representa as receitas de transferências provenientes do Estado... Tabela 25A. pagamentos a prestadores de serviços sob gestão municipal ou convênios com o Estado. tais como receitas de serviços de saúde a instituições privadas – saúde suplementar e outros serviços de saúde. referentes à Cota-Parte do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores...... referentes à cota-parte do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.Cota-Parte do IPI–Exportação –Representa a receita de transferências provenientes do Estado. TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE-SUS (II) Da União para o Município Do Estado para o Município Demais Municípios para o Município Outras Receitas do SUS . ..Cota-Parte do ICMS –Representa a receita de transferências provenientes do Estado. por meio de transferências regulares e automáticas (fundo a fundo).. Devem ser informadas as receitas provenientes das seguintes transferências: .4 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) .. por meio de convênios firmados. REFORSUS e outros..... . de acordo com a Constituição Federal..... dos Estados. pelo Município. DF E MUNICÍPIOS 341 Do Estado – Nessa linha registrar os valores referentes às transferências recebidas do Estado... do Fundo Estadual de Saúde para o Fundo Municipal de Saúde. ... do Distrito Federal e dos demais Municípios.. Outras Receitas do SUS – Nessa linha registrar as receitas do SUS que não se enquadram nos itens anteriores... pagamentos federais a prestadores de serviços sob gestão municipal ou convênios com o FNS.. referentes à Cota-Parte do IPI–Exportação. por meio de pagamentos a prestadores municipais... Do Estado para o Município – Nessa linha registrar os recursos transferidos pelo Estado.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC.... FUNASA. E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS. Demais Municípios para o Município – Nessa linha registrar os recursos transferidos pelos governos municipais para o referido Município... Não se incluem as transferências voluntárias.

5 PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS – LIMITE CONSTITUCIONAL <%>² [(V – VI) / I] PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS – LIMITE CONSTITUCIONAL <%>² [(V – VI) / I] – Nessa linha registrar o percentual do total da despesa própria com ações e serviços públicos de saúde de acesso universal. pela Constituição Federal. art. Ex: 15%. 77. § 3º. linha (I). em relação ao total da receita de impostos líquida e transferências constitucionais e legais. deduzidos da compensação dos cancelamentos de RP no exercício de referência. ADCT. inciso III. da Constituição Federal.342 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 25A. 198. art. a partir do exercício financeiro de 2005. . § 4º. linha (V). Cumpre destacar que os limites exigidos são anuais. podendo. está sendo cumprido. linha (VI). portanto. aplicar-se-á aos Municípios os percentuais previstos para 2004172. apresentar-se em determinados meses com percentuais inferiores aos exigidos para o ano. 171 172 ADCT. O percentual mínimo a ser aplicado pelos Municípios é de 15% (quinze por cento) do total da receita de impostos171 e transferências constitucionais e legais. O sinal de <%> deverá ser substituído pelo percentual correspondente a cada Unidade da Federação. Tem a finalidade de demonstrar se o limite mínimo exigido. 77. Na ausência da lei complementar a que se refere o art.

.. Tem como fato gerador as operações relativas à circulação de mercadorias e as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.... DF E MUNICÍPIOS 343 3. .. ..Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS – Representa o valor da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. item 3. direitos relativos às transmissões de bens móveis. Devem ser informadas as receitas provenientes dos seguintes impostos: . conforme o Código Tributário Nacional. . Impostos .. direitos reais sobre imóveis. relativa ao contribuinte. ou o valor do título ou do crédito. também.Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação de Bens e Direitos – ITCD – Representa o valor da arrecadação de imposto sobre a transmissão "causa mortis" e a doação de propriedade ou domínio útil de bens imóveis.. A base de cálculo é o valor venal do bem ou direito...6 RECEITAS RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I) Impostos Multas.... E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS..... RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) Impostos – Nessa linha registrar as receitas de impostos..Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA – Representa o valor da arrecadação do imposto..2... cuja obrigação tem por fato gerador situação independente de qualquer atividade estatal específica.2 Estados Os Estados deverão apresentar o demonstrativo apresentado na Tabela 25. Juros de Mora e Dívida Ativa dos Impostos Receitas de Transferências Constitucionais e Legais (-) Transferências Constitucionais TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE-SUS (II) Da União para o Estado Dos Municípios para o Estado Demais Estados para o Estado Outras Receitas do SUS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III) OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS (-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEF TOTAL PREVISÃO INICIAL PREVISÃO ATUALIZADA (a) RECEITAS REALIZADAS Até o Semestre % (b) (b/a) Tabela 25A....1 Instruções de Preenchimento.16...... direitos. que incide sobre o valor do veículo automotor sujeito a licenciamento pelos órgãos competentes.16... ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. Incide..7 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) . títulos e créditos. sobre a entrada de mercadoria importada.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC. com os seguintes desdobramentos para demonstração das Receitas: Tabela 25A... Imposto é a modalidade de tributo....

............. inciso I. de 25% (vinte e cinco por cento)....... .. de 50% (cinqüenta por cento). Devem ser informadas as seguintes transferências: ... no total da Transferência da União relativa ao IPI–Exportação... pelos Estados174. sobre os rendimentos pagos a qualquer título...Transferências do ICMS – Representa o valor efetivamente repassado pelo Estado aos Municípios por sua participação constitucional. de 25% (vinte e cinco por cento). Tabela 25A. RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) (-) Transferências Constitucionais – Nessa linha registrar os valores referentes às transferências constitucionais concedidas aos Municípios. art.... ... incidente na fonte (IRRF).. ADCT. 77.. no total da arrecadação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA........ Intermunicipal e de Comunicação – ICMS.... 157..344 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO . ..... art...8 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I) ....... pelos Estados e Distrito Federal173.... Tabela 25A..9 RECEITAS PREVISÃO PREVISÃO INICIAL ATUALIZADA (a) . (-) Transferências Constitucionais .Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza – IRRF – Representa o produto da arrecadação do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza.....Transferências do IPI-Exportação – Representa o valor efetivamente repassado pelo Estado aos Municípios por sua participação constitucional... TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS (II) Da União para o Estado Dos Municípios para o Estado Demais Estados para o Estado Outras Receitas do SUS .. no total da arrecadação do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual..Transferências do IPVA – Representa o valor efetivamente repassado pelo Estado aos Municípios por sua participação constitucional..... inciso II... tais como as transferências de impostos arrecadados e repartidos com os Municípios. RECEITAS REALIZADAS Até o % Semestre (b) (b/a) 173 174 CF...

pagamentos federais a prestadores de serviços sob gestão estadual ou convênios com FNS e FUNASA. Na ausência da lei complementar a que se refere o art. pela Constituição Federal. tais como receitas de serviços de saúde a instituições privadas – saúde suplementar e outros serviços de saúde. está sendo cumprido. por meio de transferências regulares e automáticas (fundo a fundo).16. art. pelos Estados. informará os impostos de sua competência e as receitas de transferências constitucionais e legais. Tabela 25A. linha (VI). não se aplicando o item “(-) Transferências Constitucionais”. Dos Municípios para o Estado – Nessa linha registrar os recursos transferidos pelos governos municipais para o Estado. linha (I). referente ao Sistema Único de Saúde – SUS. O percentual mínimo a ser aplicado pelos Estados é de 12% (doze por cento) do total da receita de impostos175 e transferências constitucionais e legais. Demais Estados para o Estado – Nessa linha registrar os recursos transferidos pelos demais entes estaduais para o Estado. Da União para o Estado – Nessa linha registrar os recursos transferidos pelo Ministério da Saúde. portanto. 175 176 ADCT. a partir do exercício financeiro de 2005. aplicar-se-á aos Municípios os percentuais previstos para 2004176. apresentar-se em determinados meses com percentuais inferiores aos exigidos para o ano.3 Distrito Federal O Distrito Federal. Cumpre destacar que os limites exigidos são anuais. 77. ADCT. da Constituição Federal. DF E MUNICÍPIOS 345 TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS (II) – Nessa linha registrar o total de recursos de transferências recebidos da União e dos Municípios. devido à sua especificidade. deduzidos da compensação dos cancelamentos de RP no exercício de referência. inciso III. § 3º. § 4º. . O sinal de <%> deverá ser substituído pelo percentual correspondente a cada Unidade da Federação. Outras Receitas do SUS – Nessa linha registrar as receitas do SUS que não se enquadram nos itens anteriores. 3. 198. Ex: 12%. pois não há repartição constitucional de receitas deste ente da Federação com outros entes.2. Tem a finalidade de demonstrar se o limite mínimo exigido. E DAS DESPESAS COM SAÚDE – ESTADOS. 77. podendo. art.ANEXO XVI – DEMONSTRATIVO DA REC. em relação ao total da receita de impostos líquida e transferências constitucionais e legais. linha (V).10 PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS – LIMITE CONSTITUCIONAL <%>² [(V – VI) / I] PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS – LIMITE CONSTITUCIONAL <%>² [(V – VI) / I] – Nessa linha registrar o percentual do total da despesa própria com ações e serviços públicos de saúde de acesso universal.

de 27 de dezembro de 2002. Tabela 25A. as despesas com saúde executadas no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal – SIAFI. .5 PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS – LIMITE CONSTITUCIONAL <%>² [(V – VI) / I] PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS – LIMITE CONSTITUCIONAL <%>² [(V – VI) / I] – Nessa linha. de acordo com os impostos arrecadados. respectivamente.633. por meio do Fundo Constitucional do DF.346 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Quando da elaboração do Anexo XVI – Demonstrativo da Receita de Impostos Líquida e das Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde. inclusive. no cômputo do percentual de aplicação em ações e serviços públicos de saúde. o Distrito Federal deverá demonstrar. de competência dos Estados ou dos Municípios. considerando-as. deverão ser observados os limites mínimos aplicados aos Estados e aos Municípios. instituído pela Lei nº 10. para fins de limite constitucional.

Estados. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. e deverá ser publicado bimestralmente. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. se aplica aos órgãos da Administração Pública direta. art. para coleta das informações pela STN. Lei nº 11. o demonstrativo das PPP passa a integrar o Relatório Resumido da Execução Orçamentária.079/2004. o demonstrativo deverá ser publicado somente no último bimestre do exercício. Despesas empenhadas. com a obrigatoriedade de publicação restrita aos entes que realizarem as parcerias público-privadas.079. os valores deverão ser informados em unidade de Real. Para os Estados. Para isso. no ano anterior. deverão ser demonstradas com duas casas decimais. a 1% (um por cento) da receita corrente líquida do exercício ou se as despesas anuais dos contratos vigentes nos 10 (dez) anos subseqüentes excederem a 1% (um por cento) da receita corrente líquida projetada para os respectivos exercícios178. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. inscritas em restos a pagar não processados. declaração atestando que o ente não contratou parcerias público-privadas até aquela data. A União não poderá conceder garantia e realizar transferência voluntária aos Estados. devem compor o total de despesas contratadas. A União somente poderá contratar parceria público-privada quando a soma das despesas de caráter continuado derivadas do conjunto das parcerias já contratadas não tiver excedido. de 30 de dezembro de 2004. Dessa forma. 22.ANEXO XVII – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DAS PPP’S 347 3. nos 10 (dez) anos subseqüentes.35. e as despesas anuais dos contratos vigentes. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. são consideradas liquidadas no encerramento do exercício. tanto as despesas efetivamente liquidadas como as despesas inscritas em restos a pagar não processados. inciso II da Lei 4. às autarquias.17 ANEXO XVII – DEMONSTRATIVO DAS PARCERIAS PÚBLICOPRIVADAS A Lei nº 11. em caso de não realização. Faz-se necessário observar ainda que. por força do art. às fundações públicas. mas não liquidadas. às sociedades de economia mista e às demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União. estará habilitado a receber. Distrito Federal e Municípios.079/2004. a 1% (um por cento) da receita corrente líquida do exercício. O Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN/CAIXA.320/64. Para fins de transparência. o número deve ser arredondado de acordo com o seguinte critério: 177 178 Lei nº 11. Conforme instrução deste manual. art. aos fundos especiais. Distrito Federal e Municípios. no último bimestre de cada exercício as informações sobre a realização de PPP’s. se o resultado obtido for um número fracionário. no ano anterior. os valores serão apresentados em unidade de Real. Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. . Distrito Federal e Municípios se a soma das despesas de caráter continuado derivadas do conjunto das parcerias já contratadas por esses entes tiver excedido. no encerramento do exercício. ou. As colunas ou linhas apresentadas em percentuais. às empresas públicas. no caso específico da União. não excedam a 1% (um por cento) da receita corrente líquida projetada para os respectivos exercícios177. que instituiu normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da administração pública. 28.

a partir da segunda página.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 5. aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer.Se o primeiro algarismo a ser abandonado for 0. se ocupar mais de duas páginas. deve-se colocar no canto inferior direito da primeira página e nas demais. Caso o demonstrativo ocupe mais de uma página. . a expressão “Continua (x/y)”. 2. A informação “x/y” corresponde respectivamente ao número da página atual e ao número total de páginas do demonstrativo. 1. . 6. 8 ou 9. na última página colocar no canto inferior direito apenas a expressão “(x/y)”. repetir o cabeçalho e colocar no canto superior direito a expressão “Continuação”. fica inalterado o último algarismo a permanecer.348 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO . 7. 3 ou 4.

12.17.1 Instruções de Preenchimento Tabela 26 – Demonstrativo das Parcerias Público Privadas <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> RREO – Anexo XVII (Lei nº 11.ANEXO XVII – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DAS PPP’S 349 3. 22.00 SALDO TOTAL (c) = (a + b) TOTAL DE ATIVOS Direitos Futuros Ativos Contabilizados na SPE Contrapartida para Provisões de PPP TOTAL DE PASSIVOS (I) Obrigações Não Relacionadas a Serviços Contrapartida para Ativos da SPE Provisões de PPP GARANTIAS DE PPP (II) SALDO LÍQUIDO DE PASSIVOS DE PPP (III) = (I-II) PASSIVOS CONTINGENTES Contraprestações Futuras Riscos Não Provisionados Outros Passivos Contingentes ATIVOS CONTINGENTES Serviços Futuros Outros Ativos Contingentes DESPESAS DE PPP EXERCÍCIO EXERCÍCIO ANTERIOR CORRENTE (EC) <EC + 1> <EC + 2> <EC + 3> <EC + 4> <EC + 5> <EC + 6> <EC + 7> <EC + 8> <EC + 9> Do Ente Federado Das Estatais Não-Dependentes TOTAL DAS DESPESAS RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (RCL) TOTAL DAS DESPESAS / RCL (%) Nota: FONTE: Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> . de 30.079.2004. arts. 25 e 28) ESPECIFICAÇÃO SALDO TOTAL EM 31 DE DEZEMBRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR (a) REGISTROS EFETUADOS EM <EXERCÍCIO> No bimestre Até o bimestre (b) R$ 1.

no bimestre do exercício de referência.2004.Anexo XVII (Lei nº 11.350 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. 22. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. ativos contigentes e passivos contigentes de PPP. arts. . saldo líquido de passivos. Tabela 26. União. saldo líquido de passivos. vinculados à seguridade social.1 RREO – Anexo XVII (Lei nº 11. ativos contigentes e passivos contigentes de PPP. de 30. dos ativos. RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no art. de janeiro a dezembro. 25 e 28 – Identifica o fundamento legal do demonstrativo. da administração direta ou indireta. garantias.2004. da administração direta e indireta. dos ativos. No bimestre – Essa coluna identifica os valores registrados. Ex. 25 e 28) R$ 1. garantias. ativos contigentes e passivos contigentes de PPP.00 ESPECIFICAÇÃO SALDO TOTAL EM 31 REGISTROS EFETUADOS EM SALDO TOTAL <EXERCÍCIO> DE DEZEMBRO DO EXERCÍCIO No bimestre Até o bimestre ANTERIOR (a) (c) = (a + b) (b) RREO . O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. passivos.079. arts. ativos contigentes e passivos contigentes de PPP. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha registrar o período considerado. Distrito Federal ou Município. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. em 31 de dezembro do exercício anterior ao exercício de referência. garantias. REGISTROS EFETUADOS EM <EXERCÍCIO> – Essa coluna identifica os valores registrados.079. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. passivos. garantias. no bimestre e até o bimestre do exercício de referência. dos ativos. Os valores também poderão ser expressos em milhares de Reais. SALDO TOTAL EM 31 DE DEZEMBRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR (a) – Essa coluna identifica o saldo total. 52 da Lei de Responsabilidade Fiscal.12. órgãos e entidades. no caso dos Estados e dos Municípios. ou seja. passivos. passivos.00 – Identifica que os valores apresentados no demonstrativo estão em unidade de Real. ESPECIFICAÇÃO – Essa coluna identifica os saldos dos ativos. saldo líquido de passivos. Até o bimestre (b) – Essa coluna identifica os valores registrados. saldo líquido de passivos. desde que não prejudiquem a transparência dos demonstrativos. de janeiro até o mês de referência. ativos contigentes e passivos contigentes de PPP. saldo líquido de passivos. garantias. de 30. R$ 1. 22. DEMONSTRATIVO DAS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS – Nome do demonstrativo que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. Estado. passivos. no caso da União e.: JANEIRO A DEZEMBRO 2007/BIMESTRE NOVEMBRO-DEZEMBRO.12. dos ativos. até o bimestre do exercício de referência. os fundos.

. Direitos Futuros – Nesta linha. decorrentes de pagamentos pré-estabelecidos em contrato.... passivos.. registrar o valor das obrigações que configurarem o comprometimento de recursos do parceiro público. Tabela 26. e não relacionados à efetiva prestação do serviço. Representa o somatório das colunas SALDO TOTAL EM 31 DE DEZEMBRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR (a) e Até o bimestre (b).180 Contrapartida para Provisões de PPP – Nesta linha.. ativos contigentes e passivos contigentes de PPP.. registrar o valor de contrapartida à linha de Provisões de PPP.. Art..ANEXO XVII – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DAS PPP’S 351 SALDO TOTAL (c) = (a + b) – Essa coluna identifica somatório do saldo do exercício anterior ao exercício de referência com os valores registrados até o bimestre do exercício de referência. 3º da Portaria STN nº 614/2006.179 Ativos Contabilizados na SPE – Nesta linha. ...2 ESPECIFICAÇÃO SALDO TOTAL EM 31 DE DEZEMBRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR (a) REGISTROS EFETUADOS EM <EXERCÍCIO> No bimestre Até o bimestre (b) SALDO TOTAL (c) = (a + b) TOTAL DE ATIVOS Direitos Futuros Ativos Contabilizados na SPE Contrapartida para Provisões de PPP Total de Ativos – Nesta linha... garantias. registrar o valor total apurado para os passivos decorrentes de contratos de PPP.. 181 Art..181 179 180 Art.... 6º da Portaria STN nº 614/2006...... Tabela 26.3 ESPECIFICAÇÃO SALDO TOTAL EM 31 DE DEZEMBRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR (a) REGISTROS EFETUADOS EM <EXERCÍCIO> No bimestre Até o bimestre (b) SALDO TOTAL (c) = (a + b) .. saldo líquido de passivos. Obrigações Não Relacionadas a Serviços – Nesta linha.. registrar o total apurado para os ativos decorrentes de contratos de Parceria Público-Privada – PPP... Total de Passivos (I) – Nesta linha.. não relacionado à efetiva prestação de serviços. TOTAL DE PASSIVOS (I) Obrigações Não Relacionadas a Serviços Contrapartida para Ativos da SPE Provisões de PPP . dos ativos. registrar o valor dos direitos futuros reconhecidos pelo ente público. 4º da Portaria STN nº 614/2006. registrar o valor dos ativos contabilizados na Sociedade de Propósito Específico.

.. . Art. Tabela 26. ou ainda outros valores que se entender necessários. 11 da Portaria STN nº 614/2006. registrar o valor da soma das provisões dos riscos assumidos em decorrência de garantias concedidas ao parceiro privado ou em seu benefício183.. quando a assunção de riscos caracterizar que a essência da relação econômica implica o registro do ativo no balanço do ente público. PASSIVOS CONTINGENTES Contraprestações Futuras Riscos Não Provisionados Outros Passivos Contingentes .. incluindo a parcela variável condicionada à qualidade do serviço..... Saldo Líquido de Passivos de PPP (III) = (I – II) – Nesta linha................ deduzidos do valor da linha de Garantias de PPP. 7º da Portaria STN nº 614/2006.. registrar o valor dos ativos contingentes referentes a contraprestações futuras devidas pelo Ente Público ao Parceiro Privado.. Garantias de PPP (II) – Nesta linha.182 Provisões de PPP – Nesta linha.. GARANTIAS DE PPP (II) SALDO LÍQUIDO DE PASSIVOS DE PPP (III) = (I-II) .5 ESPECIFICAÇÃO SALDO TOTAL EM 31 DE DEZEMBRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR (a) REGISTROS EFETUADOS EM <EXERCÍCIO> No bimestre Até o bimestre (b) SALDO TOTAL (c) = (a + b) ........ registrar o valor total apurado para os passivos decorrentes de contratos de PPP. Passivos Contingentes – Nesta linha. 4º da Portaria STN nº 614/2006....... As garantias servirão como conta redutora das obrigações pecuniárias contraídas pelo parceiro público..352 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Contrapartida para Ativos da SPE – Nesta linha... registrar o valor dos passivos decorrentes de contrato de PPP que devem abranger o valor presente da melhoria de um ativo não financeiro passível de transferência ao setor público e das prestações dos serviços objeto do contrato.. Contraprestações Futuras – Nesta linha.... registrar o valor de garantias dadas em favor do Parceiro Privado que cubram eventual descumprimento de pagamentos por parte do Parceiro Público..... 184 Art. Tabela 26. 182 183 Art.4 ESPECIFICAÇÃO SALDO TOTAL EM 31 DE DEZEMBRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR (a) REGISTROS EFETUADOS EM <EXERCÍCIO> No bimestre Até o bimestre (b) SALDO TOTAL (c) = (a + b) .. e também aqueles decorrentes de riscos não provisionados... registrar o valor da contrapartida aos ativos das Sociedades de Propósito Específico.. até o limite do Patrimônio Líquido da empresa ou fundo garantidor e desde que os ativos estejam segregados contabilmente e avaliados pelo valor de mercado184...

C. com a parcela variável vinculada ao desempenho do parceiro privado e com os diferentes riscos provisionados.<E. Tabela 26.. por contrato. os valores das despesas derivadas de contratos de PPP que já foram liquidadas no exercício atual. Lei nº 11. 185 186 A provisão de riscos deve seguir a metodologia estabelecida no art. por contrato.....ANEXO XVII – DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DAS PPP’S 353 Riscos Não Provisionados – Nesta linha. EXERCÍCIO CORRENTE (EC) – Essa coluna identifica. <E. 7º da Portaria nº 614/2006. EXERCÍCIO ANTERIOR – Essa coluna identifica. Tabela 26.6 ESPECIFICAÇÃO SALDO TOTAL EM 31 DE DEZEMBRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR (a) REGISTROS EFETUADOS EM <EXERCÍCIO> No bimestre Até o bimestre (b) SALDO TOTAL (c) = (a + b) .. <E.+9> – Essa coluna identifica. pelo respectivo ente186.7 DESPESAS DE PPP EXERCÍCIO ANTERIOR EXERCÍCIO CORRENTE (EC) <EC + 1> <EC + 2> <EC + 3> <EC + 4> <EC + 5> <EC + 6> <EC + 7> <EC + 8> <EC + 9> DESPESAS DE PPP – Essa coluna identifica. registrar o valor dos ativos contingentes que não estejam incluídos na linha anterior. registrar o valor dos passivos contingentes referentes a riscos assumidos em decorrência de garantias concedidas ao parceiro privado ou em seu benefício... Especificamente para a União..C. Outros Ativos Contingentes – Nesta linha.. os valores das despesas derivadas de contratos de PPP que foram liquidadas no exercício anterior ao de referência. por contrato..+1>. ATIVOS CONTINGENTES Serviços Futuros Outros Ativos Contingentes Ativos Contingentes – Nesta linha. art. que não tenham sido registradas com Provisões de PPP. § 2º.+2>. Serviços Futuros – Nesta linha. bem como as previsões de despesas de PPP para o resto do ano..185 Deverão estar incluídas as despesas derivadas de contratos de parceria celebrados pela Administração Pública direta.C.. direta ou indiretamente..+3>.079/04. autarquias. fundações públicas.. empresas públicas. por contrato. 28. as despesas de estatais não dependentes não deverão estar expressas. sociedades de economia mista e demais entidades controladas. registrar o valor de ativos contingentes referentes a serviços futuros a serem prestados pela Sociedade de Propósito Específico no âmbito de contrato de PPP... Devem abranger as despesas com a parcela fixa da contraprestação pecuniária. Outros Passivos Contingentes – Nesta linha. registrar o valor dos passivos contingentes que não tenham sido registrados nas linhas anteriores.C. as despesas derivadas das PPP já contratadas nos 9 (nove) anos subseqüentes ao exercício atual. as despesas derivadas de PPP contratadas pelo ente da Federação e pelas estatais não-dependentes. registrar o valor de contrapartida à linha de Passivos Contingentes.<E. .

4º.gov. 187 188 LRF.8 DESPESAS CONTRATADAS EXERCÍCIO ANTERIOR EXERCÍCIO CORRENTE (EC) <EC + 1> <EC + 2> <EC + 3> <EC + 4> <EC + 5> <EC + 6> <EC + 7> <EC + 8> <EC + 9> Do Ente Federado Das Estatais Não-dependentes TOTAL DAS DESPESAS RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (RCL) TOTAL DAS DESPESAS / RCL (%) Nota: FONTE: TOTAL DAS DESPESAS – Nessa linha registrar. aplicável aos procedimentos para contratação de operação de crédito de estados. Na projeção da RCL para os outros exercícios. §§ 1º. o total das despesas derivadas dos contratos das PPP. a Receita Corrente Líquida – RCL187. Nota – Nessa linha. inciso IV. 2º e 3º. art. . FONTE: – Informação referente à origem dos dados e ao órgão responsável pela sua divulgação.fazenda. discriminados nas linhas acima deste item. deverá ser utilizada a RCL demonstrada no Anexo III do RREO referente ao 6º bimestre. 2º. Ativos Contabilizados na SPE. os percentuais do total das despesas anuais sobre a Receita Corrente Líquida. RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (RCL) – Nessa linha registrar.br. Esta taxa deverá ser a mesma divulgada pela Secretaria do Tesouro Nacional no Manual de Instrução de Pleitos.354 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 26.tesouro. podendo se restringir aos registros feitos no exercício corrente até o bimestre de referência. ou Provisões de PPP deverá explicar as principais características dos contratos que fundamentaram esses registros. disponível no sítio www. 6º e 7º da Portaria nº 614/2006. deverá ser utilizada a geométrica da taxa de crescimento real do PIB do Brasil nos últimos dez anos divulgada pelo IBGE. o ente que tenha registrado em seu balaço patrimonial Obrigações Não Relacionadas a Serviços.188 TOTAL DAS DESPESAS / RCL (%) – Nessa linha registrar. Para o exercício anterior ao de referência. Conforme arts. Distrito Federal e municípios.

incluindo as intra-orçamentárias. de 15 de dezembro de 2005. Faz-se necessário observar. Para fins desse demonstrativo. bem como deverão atender às necessidades do controle a ser exercido pelos órgãos competentes e pela sociedade. art. o cumprimento das metas de resultado nominal e primário estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais da LDO e a aplicação da receita de capital derivada da alienação de ativos. que estabelece que as operações entre órgãos. via Sistema de Coleta de Dados Contábeis – SISTN. os valores deverão ser informados em unidade de Real. A elaboração deste demonstrativo far-se-á mediante a extração das informações dos demonstrativos completos que compõem o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. os valores serão apresentados em unidade de Real. A Modalidade de Aplicação 91 tem como fundamento: .178. que alterou o Anexo II da Portaria Interministerial STN/SOF nº 163.320. . obrigatoriamente. A Modalidade de Aplicação 91 foi criada pela Portaria STN nº 688. e em um único demonstrativo. nos termos da Lei nº 4. fundações públicas. as projeções atuariais dos Regimes de Previdência bem como suas receitas e despesas. o valor da Receita Corrente Líquida.ANEXO XVIII – DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RREO 355 3. que para coleta das informações pela STN. de 20 de setembro de 2005. desde que não prejudique a transparência dos demonstrativos. fundos e entidades previstas nos orçamentos fiscal e da seguridade social sejam executadas. as naturezas de receitas e suas respectivas funções das operações entre órgãos. empresas estatais dependentes e outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social.18 ANEXO XVIII – DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA O ente deverá publicar como um instrumento de transparência da gestão fiscal189 o Demonstrativo Simplificado do Relatório Resumido da Execução Orçamentária. . LDO para o exercício de 2006. 48. 189 LRF. 7º da LDO/2006 que determina que as operações identificadas pela modalidade de aplicação 91 possibilitam o aperfeiçoamento do processo de consolidação dos balanços e demais demonstrações contábeis.§ 2º do art. de 14 de outubro de 2005. incluiu. deverão ser computadas todas as receitas e despesas. fundos. as execuções orçamentária e de restos a pagar. A Portaria STN nº 869. autarquias. Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. no Anexo I da 2ª edição do Manual de Procedimentos da Receita Pública. A utilização da unidade milhares de Reais é admitida. de 4 de maio de 2001. 8º da Lei nº 11. Conforme instrução deste manual. a apuração dos limites mínimos constitucionalmente estabelecidos de aplicação em saúde e educação.inciso VI do § 7º do art. Os valores devem ser expressos de maneira a não prejudicar a transparência das contas públicas. a apuração do limite máximo constitucionalmente permitido para contratação de operações de crédito.Contudo. de 17 de março de 1964. liquidação e pagamento. ainda. As receitas intra-orçamentárias foram criadas em contrapartida à Modalidade de Aplicação 91 – Aplicação Direta Decorrente de Operação entre Órgãos. Este demonstrativo visa evidenciar de forma simplificada. por meio de empenho. não se faz necessário segregar as receitas e despesas intraorçamentárias das outras receitas e despesas.

se ocupar mais de duas páginas. a partir da segunda página. A informação “x/y” corresponde respectivamente ao número da página atual e ao número total de páginas do demonstrativo. . deve-se colocar no canto inferior direito da primeira página e nas demais. repetir o cabeçalho e colocar no canto superior direito a expressão “Continuação”.356 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Caso o demonstrativo ocupe mais de uma página. na última página colocar no canto inferior direito apenas a expressão “(x/y)”. a expressão “Continua (x/y)”.

1 Instruções de Preenchimento Tabela 27 – Demonstrativo Simplificado do Relatório Resumido da Execução Orçamentária <ESFERA DE GOVERNO> DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> LRF.ANEXO XVIII – DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RREO 357 3.00 RESULTADOS NOMINAL E PRIMÁRIO Resultado Nominal Resultado Primário MOVIMENTAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E MINISTÉRIO PÚBLICO RESTOS A PAGAR PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judiciário Ministério Público RESTOS A PAGAR NÃO-PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judiciário Ministério Público TOTAL Meta Fixada no AMF da LDO (a) Resultado Apurado Até o Bimestre (b) % em Relação à Meta (b/a) Inscrição Cancelamento Até o Bimestre Pagamento Até o Bimestre Saldo a Pagar DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE Mínimo Anual de <18% / 25%> das Receitas de Impostos na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE Mínimo Anual de 60% das Despesas com MDE no Ensino Fundamental Mínimo Anual de 60% do FUNDEF na Remuneração dos Professores do Ensino Fundamental RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL Receitas de Operações de Crédito Despesa de Capital Líquida PROJEÇÃO ATUARIAL DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA Regime Geral de Previdência Social Receitas Previdenciárias (I) Despesas Previdenciárias (II) Resultado Previdenciário (I – II) Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias (IV) Despesas Previdenciárias (V) Resultado Previdenciário (IV – V) RECEITA DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS Receita de Capital Resultante da Alienação de Ativos Aplicação dos Recursos da Alienação de Ativos Valor Apurado Até o Bimestre Limites Constitucionais Anuais % Mínimo a % Aplicado Até o Bimestre Aplicar no Exercício <18% / 25%> 60% 60% Saldo a Realizar Valor Apurado Até o Bimestre Exercício 10º Exercício 20º Exercício 35º Exercício Valor Apurado Até o Bimestre Saldo a Realizar .18. 48 – Anexo XVIII BALANÇO ORÇAMENTÁRIO – RECEITAS Previsão Inicial da Receita Previsão Atualizada da Receita Receitas Realizadas Déficit Orçamentário Saldos de Exercícios Anteriores BALANÇO ORÇAMENTÁRIO – DESPESAS Dotação Inicial Créditos Adicionais Dotação Atualizada Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas Superávit Orçamentário DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas RECEITA CORRENTE LÍQUIDA – RCL Receita Corrente Líquida RECEITAS/DESPESAS DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA Regime Geral de Previdência Social Receitas Previdenciárias (Exceto Intra-Orçamentárias) (I) Receitas Previdenciárias (Intra-Orçamentárias) (II) Despesas Previdenciárias (Exceto Intra-Orçamentárias) (III) Despesas Previdenciárias (Intra-Orçamentárias) (IV) Resultado Previdenciário (V) = (I + II – III .IV) Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias (Exceto Intra-Orçamentárias) (VI) Receitas Previdenciárias (Intra-Orçamentárias) (VII) Despesas Previdenciárias (Exceto Intra-Orçamentárias) (VIII) Despesas Previdenciárias (Intra-Orçamentárias) (IX) Resultado Previdenciário (X) = (VI + VII – VIII – IX) No Bimestre Até o Bimestre Até o Bimestre No Bimestre Até o Bimestre No Bimestre Até o Bimestre No Bimestre Até o Bimestre R$ 1. Art.

demonstrando os valores no bimestre e acumulados até o bimestre. O Orçamento da Seguridade Social abrange todos os órgãos e entidades. ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL – O Orçamento Fiscal compreende os Poderes do ente. a fim de evidenciar as previsões inicial e atualizada e a execução da receita total. Ex.1 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO – RECEITAS Previsão Inicial da Receita Previsão Atualizada da Receita Receitas Realizadas Déficit Orçamentário Saldos de Exercícios Anteriores BALANÇO ORÇAMENTÁRIO – DESPESAS Dotação Inicial Créditos Adicionais Dotação Atualizada Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas Superávit Orçamentário No Bimestre Até o Bimestre No Bimestre Até o Bimestre As informações da Tabela 27. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. os saldos de exercícios anteriores. assim como o bimestre a que se refere. ou seja. órgãos e entidades. Distrito Federal ou Município. vinculados à seguridade social. Tabela 27.: JANEIRO A JUNHO 2007/BIMESTRE MAIO-JUNHO. <PERÍODO DE REFERÊNCIA> – Nessa linha informar o período considerado. os fundos. da administração direta e indireta. se houver. bem o como o déficit ou superávit orçamentário. de janeiro até o mês de referência.358 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DE PPP CONTRATADAS Total das Despesas/RCL (%) FONTE: Valor apurado Até o Bimestre Limite Constitucional Anual % Mínimo a % Aplicado Até o Bimestre Aplicar no Exercício VALOR APURADO NO EXERCÍCIO CORRENTE Cabeçalho do Demonstrativo <ESFERA DE GOVERNO> DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> <ESFERA DE GOVERNO> – Nessa linha do cabeçalho registrar a esfera de governo a que se refere o demonstrativo. as dotações inicial e atualizada e a execução da despesa total. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. da administração direta ou indireta. que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – Título do relatório previsto no artigo 48 da Lei de Responsabilidade Fiscal. Estado.1 deverão ser extraídas do Anexo I – Balanço Orçamentário. . União.

2 DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas No Bimestre Até o Bimestre As informações da Tabela 27.3 RECEITA CORRENTE LÍQUIDA – RCL Receita Corrente Líquida Até o Bimestre A informação da Tabela 27.IV) Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias (Exceto Intra-Orçamentárias) (VI) Receitas Previdenciárias (Intra-Orçamentárias) (VII) Despesas Previdenciárias (Exceto-Intra-Orçamentárias) (VIII) Despesas Previdenciárias (Intra-Orçamentárias) (IX) Resultado Previdenciário (X) = (VI + VII – VIII .4 RECEITAS/DESPESAS DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA Regime Geral de Previdência Social Receitas Previdenciárias (Exceto Intra-Orçamentárias) (I) Receitas Previdenciárias (Intra-Orçamentárias) (II) Despesas Previdenciárias (Exceto Intra-Orçamentárias) (III) Despesas Previdenciárias (Intra-Orçamentárias) (IV) Resultado Previdenciário (V) = (I + II – III .5 deverão ser extraídas do Anexo VI – Demonstrativo do Resultado Nominal e do Anexo VII – Demonstrativo do Resultado Primário. nestes casos para os Estados.ANEXO XVIII – DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RREO 359 Tabela 27. no bimestre e até o bimestre. utilizar também as informações do Anexo VI e do Anexo VIII – Demonstrativo do Resultado Primário da União.5 RESULTADOS NOMINAL E PRIMÁRIO Meta Fixada no AMF da LDO (a) Resultado Apurado Até o Bimestre (b) % em Relação à Meta (b/a) Resultado Nominal Resultado Primário As informações da Tabela 27. e deverão ser demonstradas o total das despesas empenhadas e liquidadas.3 deverá ser extraída no Anexo III – Demonstrativo da Receita Corrente Líquida. acumulada nos últimos 12 meses.4 deverão ser extraídas do Anexo IV – Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Geral de Previdência Social – União e do Anexo V – Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos. Tabela 27. Tabela 27. que compõem o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. As Metas Fiscais serão as constantes do Anexo de Metas Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias.2 deverão ser extraídas do Anexo II – Demonstrativo das Despesas por Função/Subfunção. Tabela 27. DF e Municípios. demonstrando o valor da Receita Corrente Líquida. que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. . No caso da União. até o bimestre de referência.IX) No Bimestre Até o Bimestre As informações da Tabela 27.

da Constituição Federal.7 deverão ser extraídas do Anexo X – Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino. que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. definidos na Constituição Federal. Deverão ser informados os valores e percentuais das despesas apurados até o bimestre os percentuais mínimos a aplicar no exercício. Tabela 27.6 deverão ser extraídas do Anexo IX – Demonstrativo dos Restos a Pagar por Poder e Órgão.8 RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL Receita de Operação de Crédito Despesa de Capital Líquida Valor Apurado Até o Bimestre Saldo a Realizar As informações da Tabela 27.6 Inscrição MOVIMENTAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E MINISTÉRIO PÚBLICO RESTOS A PAGAR PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judiciário Ministério Público RESTOS A PAGAR NÃO-PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judiciário Ministério Público TOTAL Cancelamento Pagamento Até o Até o Bimestre Bimestre Saldo a Pagar As informações da Tabela 27. Tabela 27. .360 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO Tabela 27. que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária.8 deverão ser extraídas do Anexo XI – Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesas de Capital.7 DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO – MDE Mínimo Anual de <18% / 25%> das Receitas de Impostos na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino – MDE Mínimo Anual de 60% das Despesas com MDE no Ensino Fundamental Mínimo Anual de 60% do FUNDEF na Remuneração dos Professores do Ensino Fundamental Valor Apurado Até o Bimestre Limites Constitucionais Anuais % Mínimo a Aplicar no Exercício <18% / 25%> 60% 60% % Aplicado Até o Bimestre As informações da Tabela 27. que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária com o fim de demonstrar o cumprimento do disposto no artigo 167. §3º.

DF e Municípios. que compõem o Relatório Resumido da Execução Orçamentária. que compõe o Relatório Resumido da Execução Orçamentária.10 deverão ser extraídas do Anexo XIV – Demonstrativo da Receita de Alienação de Ativos e Aplicação dos Recursos. 20º e 35º exercícios subseqüentes.ANEXO XVIII – DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RREO 361 Tabela 27. .9 deverão ser extraídas do Anexo XII – Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Geral de Previdência Social e do Anexo XIII – Demonstrativo da Projeção Atuarial e do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos.12 DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DE PPP´S VALOR APURADO NO EXERCÍCIO CORRENTE CONTRATADAS Total das Despesas/RCL (%) FONTE: Nessa linha registrar os percentuais do total das despesas anuais sobre a Receita Corrente Líquida.11 DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde Valor apurado Até o Bimestre Limite Constitucional Anual % Mínimo a Aplicar no Exercício % Aplicado Até o Bimestre As informações da Tabela 27. Tabela 27.9 PROJEÇÃO ATUARIAL DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA Regime Geral de Previdência Social Receitas Previdenciárias (I) Despesas Previdenciárias (II) Resultado Previdenciário (I – II) Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias (IV) Despesas Previdenciárias (V) Resultado Previdenciário (IV – V) Exercício 10º Exercício 20º Exercício 35º Exercício As informações da Tabela 27. e do Anexo XVI – Demonstrativo da Receita de Impostos e das Despesas Próprias com Saúde. As informações da Tabela 27. no caso da União. no caso dos Estados. Serão demonstradas as projeções do exercício de referência. Tabela 27. demonstrando o valor e percentual apurados até o bimestre e o percentual mínimo a aplicar no exercício de referência.12 deverão ser extraídas do Anexo XVII – Demonstrativo das Despesas de Caráter Continuado Derivadas das Parcerias Público-Privadas Contratadas. Tabela 27. e dos 10º.10 RECEITA DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS Receita de Capital Resultante da Alienação de Ativos Aplicação dos Recursos da Alienação de Ativos Valor Apurado Até o Bimestre Saldo a Realizar As informações da Tabela 27.11 deverão ser extraídas do Anexo XV – Demonstrativo das Despesas com Saúde.

as despesas não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados são também consideradas executadas. nos termos do art.1 Encerramento do Exercício No encerramento do exercício. Tabela 27A. deverá ser utilizada a forma demonstrada nas tabelas 27A.35. consideradas liquidadas no encerramento do exercício. são consideradas despesas executadas apenas as despesas liquidadas e.320/64. .3 DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DE PPP VALOR APURADO NO EXERCÍCIO CORRENTE CONTRATADAS Total das Despesas/RCL (%) FONTE: Nota: Durante o exercício. decorrentes de contratos. 35.18.2 Particularidades 3. 27A. por força do art.3 em substituição às Tabelas 27.320/64. no encerramento do exercício. as despesas empenhadas.362 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 3. deverão compor. a) Despesas liquidadas. convênios e outros instrumentos. não liquidadas e inscritas em restos a pagar não processados. Portanto.1 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO – RECEITAS Previsão Inicial da Receita Previsão Atualizada da Receita Receitas Realizadas Déficit Orçamentário Saldos de Exercícios Anteriores BALANÇO ORÇAMENTÁRIO – DESPESAS Dotação Inicial Dotação Atualizada Despesas Empenhadas Despesas Executadas Liquidadas Inscritas em Restos a Pagar Não Processados Superávit Orçamentário No Bimestre Até o Bimestre No Bimestre Até o Bimestre Tabela 27A.12 no Relatório Resumido da Execução Orçamentária do último bimestre do exercício de referência. somente as despesas liquidadas são consideradas executadas. durante o exercício. 190 Lei nº4. apresentando nota explicativa no rodapé do demonstrativo. o total das despesas liquidadas190. para maior transparência. 27. são consideradas despesas executadas as despesas liquidadas e as inscritas em restos a pagar não processados. . Dessa forma. b) Despesas empenhadas mas não liquidadas.2 e 27A.18. em função do empenho legal.320/64.2 e 27.1.1. consideradas aquelas em que houve a entrega do material ou serviço. Para maior transparência na divulgação das despesas liquidadas e das não liquidadas inscritas em restos a pagar não processados. por constituírem obrigações preexistentes. inscritas em Restos a Pagar não processados.2 DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO Despesas Empenhadas Despesas Executadas Liquidadas Inscritas em Restos a Pagar Não Processados No Bimestre Até o Bimestre Tabela 27A. as despesas executadas estão segregadas em: . 63 da Lei 4. inciso II da Lei 4.2. art. No encerramento do exercício. inciso II.

1. por força legal. mas que.2 e 27A. ao fim do exercício financeiro. o preenchimento do demonstrativo de acordo com as tabelas 27A. 27A. evidencia os compromissos que ainda não tiveram a sua contraprestação efetivada.ANEXO XVIII – DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RREO 363 Dessa forma. . foram considerados como despesa liquidada.3.

4 PRAZOS PARA PUBLICAÇÕES O Relatório Resumido da Execução Orçamentária. . deverá ser publicado pelo Poder Executivo até 30 dias após o encerramento de cada bimestre. 165. deverão ser observados os procedimentos vigentes na época da publicação original. § 3º.1 UNIÃO Quadro 1 PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS I II III IV V VI VIII IX X XV XVII XVIII PERÍODO Jan/Fev Jan/Abr Jan/Jun Jan/Ago Jan/Out Jan/Dez PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS XI XII XIII XIV PERÍODO Jan/Dez Até 30 de janeiro Até 30 de março Até 30 de maio Até 30 de julho Até 30 de setembro Até 30 de novembro Até 30 de janeiro ANUAL DEMONSTRATIVOS Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesas de Capital Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Geral de Previdência Social Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Demonstrativo da Receita de Alienação de Ativos e Aplicação dos Recursos PRAZO PARA PUBLICAÇÃO BIMESTRAL DEMONSTRATIVOS Balanço Orçamentário Demonstrativo da Execução das Despesas por Função/Subfunção Demonstrativo da Receita Corrente Líquida Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Geral de Previdência Social Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos Demonstrativo do Resultado Nominal Demonstrativo do Resultado Primário da União Demonstrativo dos Restos a Pagar por Poder e Órgão Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Demonstrativo das Despesas com Saúde Demonstrativo das Despesas de Caráter Continuado Derivadas das Parcerias Público-Privadas Contratadas Demonstrativo Simplificado do Relatório Resumido da Execução Orçamentária PRAZOS PARA PUBLICAÇÃO 191 CF. art. de acordo com as demonstrações dos quadros a seguir. Em caso de necessidade de republicação do referido relatório. 4. conforme estabelece a Constituição Federal191.

PRAZOS PARA PUBLICAÇÕES 365 4.2 ESTADOS Quadro 2 PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS I II III V VI VII IX X XVIII PERÍODO Jan/Fev Jan/Abr Jan/Jun Jan/Ago Jan/Out Jan/Dez PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS XVI PERÍODO Jan/Jun Até 30 de julho Jan/Dez Até 30 de janeiro PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS XI XIII XIV XVII PERÍODO Jan/Dez Até 30 de janeiro Até 30 de março Até 30 de maio Até 30 de julho Até 30 de setembro Até 30 de novembro Até 30 de janeiro SEMESTRAL DEMONSTRATIVOS Demonstrativo da Receita Líquida de Impostos e das Despesas Próprias com Saúde PRAZOS PARA PUBLICAÇÃO BIMESTRAL DEMONSTRATIVOS Balanço Orçamentário Demonstrativo da Execução das Despesas por Função/Subfunção Demonstrativo da Receita Corrente Líquida Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos Demonstrativo do Resultado Nominal Demonstrativo do Resultado Primário Demonstrativo dos Restos a Pagar por Poder e Órgão Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Demonstrativo Simplificado do Relatório Resumido da Execução Orçamentária PRAZOS PARA PUBLICAÇÃO ANUAL DEMONSTRATIVOS Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesas de Capital Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Demonstrativo da Receita de Alienação de Ativos e Aplicação dos Recursos Demonstrativo das Despesas de Caráter Continuado Derivadas das Parcerias Público-Privadas Contratadas PRAZO PARA PUBLICAÇÃO .

366 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO 4.3 MUNICÍPIOS Quadro 3 PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS I II III V VI VII IX X XVIII PERÍODO Jan/Fev Jan/Abr Jan/Jun Jan/Ago Jan/Out Jan/Dez PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS XVI PERÍODO Jan/Jun Até 30 de julho Jan/Dez Até 30 de janeiro PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS XI XIII XIV XVII PERÍODO Jan/Dez Até 30 de janeiro Até 30 de março Até 30 de maio Até 30 de julho Até 30 de setembro Até 30 de novembro Até 30 de janeiro SEMESTRAL DEMONSTRATIVOS Demonstrativo da Receita Líquida de Impostos e das Despesas Próprias com Saúde PRAZOS PARA PUBLICAÇÃO BIMESTRAL DEMONSTRATIVOS Balanço Orçamentário Demonstrativo da Execução das Despesas por Função/Subfunção Demonstrativo da Receita Corrente Líquida Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos Demonstrativo do Resultado Nominal Demonstrativo do Resultado Primário Demonstrativo dos Restos a Pagar por Poder e Órgão Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Demonstrativo Simplificado do Relatório Resumido da Execução Orçamentária PRAZOS PARA PUBLICAÇÃO ANUAL DEMONSTRATIVOS Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesas de Capital Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Demonstrativo da Receita de Alienação de Ativos e Aplicação dos Recursos Demonstrativo das Despesas de Caráter Continuado Derivadas das Parcerias Público-Privadas Contratadas PRAZO PARA PUBLICAÇÃO .

000 HABITANTES Quadro 4 PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS I II X PERÍODO Jan/Fev Jan/Abr Jan/Jun Jan/Ago Jan/Out Jan/Dez PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS III V VI VII IX XVI XVIII PERÍODO Jan/Jun Até 30 de julho Jan/Dez Até 30 de janeiro PERIODICIDADE DE PUBLICAÇÃO ANEXOS XI XIII XIV XVII PERÍODO Jan/Dez Até 30 de janeiro Até 30 de março Até 30 de maio Até 30 de julho Até 30 de setembro Até 30 de novembro Até 30 de janeiro SEMESTRAL DEMONSTRATIVOS Demonstrativo da Receita Corrente Líquida Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos Demonstrativo do Resultado Nominal Demonstrativo do Resultado Primário Demonstrativo dos Restos a Pagar por Poder e Órgão Demonstrativo da Receita Líquida de Impostos e das Despesas Próprias com Saúde Demonstrativo Simplificado do Relatório Resumido da Execução Orçamentária PRAZOS PARA PUBLICAÇÃO BIMESTRAL DEMONSTRATIVOS Balanço Orçamentário Demonstrativo da Execução das Despesas por Função/Subfunção Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino PRAZOS PARA PUBLICAÇÃO ANUAL DEMONSTRATIVOS Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesas de Capital Demonstrativo da Projeção Atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Demonstrativo da Receita de Alienação de Ativos e Aplicação dos Recursos Demonstrativo das Despesas de Caráter Continuado Derivadas das Parcerias Público-Privadas Contratadas PRAZO PARA PUBLICAÇÃO .4 MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO INFERIOR A 50.PRAZOS PARA PUBLICAÇÕES 367 4.

Nos atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da administração pública: . 73. notadamente.cassação de mandato. Qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade. de 19 de outubro de 2000. em relação à responsabilidade fiscal. . 192 LRF. emprego ou função na administração pública. . . . Os agentes públicos são obrigados a observar estritamente os princípios da legalidade. notadamente.perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio.5 PENALIDADES As infrações dos dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal serão punidas segundo o DecretoLei nº 2. de 10 de abril de 1950. e .028. se houver.pagamento de multa civil até duas vezes o valor do dano. e demais normas da legislação pertinente192. a Lei nº 1. dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato. a Lei nº 8. e . A Lei 8.429.perda da função pública. de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal). de 27 de fevereiro de 1967. . moralidade e publicidade dos atos públicos.proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de cinco anos. .429. imparcialidade. constituem atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da administração pública. civis e administrativas. impessoalidade.079. desvio. de 2 de junho de 1992.perda do cargo público. dolosa ou culposa. .impedimento da entidade para o recebimento de transferências voluntárias. Independentemente das sanções penais. Nos atos de improbidade administrativa que causam prejuízo ao erário: .proibição de contratação de operações de crédito e de obtenção de garantias para a sua contratação. está o responsável pelo ato de improbidade administrativa sujeito às cominações a seguir.ressarcimento integral do dano.detenção ou reclusão.suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos.ressarcimento integral do dano. O não cumprimento das regras estabelecidas na Lei de Responsabilidade Fiscal sujeita o titular do Poder ou órgão a punições que poderão ser: . Lei 10. legalidade e lealdade às instituições e.848. . ordenar ou permitir a realização de despesas não autorizadas em lei ou regulamento. . Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário. . apropriação. . cargo. art. qualquer ação ou omissão. em relação à responsabilização fiscal.perda da função pública. praticar ato visando a fim proibido em lei ou regulamento e negar a publicidade aos atos oficiais. de 2 de junho de 1992. malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades e. o Decreto-Lei nº 201.pagamento de multa com recursos próprios (podendo chegar a 30% dos vencimentos anuais) do agente que lhe der causa. que enseje perda patrimonial.inabilitação para o exercício da função pública por um período de até cinco anos.

art. 4º. art. . inciso V. inciso V. inciso VII. 4º. Quadro 5 LEGISLAÇÃO LRF. art. ou em legislação específica. TRANSGRESSÃO À LEI PUNIÇÃO Fiscal Penal Cassação do mandato. Superar a variação do índice de preços previsto na LDO. com a LDO e com as normas da lei. 5º. §§ Propor LDO que não contenha as metas 1º e 2º. Cassação do mandato. art. art. DEL 201. art. DEL 201. PLANEJAMENTO Não fazer a LDO de acordo com a lei e não entregar no prazo. mobiliária ou contratual. art. 4º. Consignar na LOA dotação para investimento com duração superior a um exercício financeiro que não esteja previsto no PPA ou em lei que autorize a sua inclusão. Não conter no projeto de LOA o demonstrativo regionalizado do efeito. art. art. LRF. 5º. Cassação do mandato. art. e . Multa de 30% dos vencimentos anuais. art. inciso V. bem como das medidas de compensação a renúncias de receita e ao aumento de despesas obrigatórias de caráter continuado. inciso II. DEL 201. 4º. LRF. No quadro. 5º. destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos. art. § 2º. art.PENALIDADES 369 . § 3º.pagamento de multa civil até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente. DEL 201. LRF. 4º. 5º. art. Não constar separadamente na LOA e nas de crédito adicional o refinanciamento da dívida pública. inciso V. inciso II. 5º. DEL 201. Cassação do mandato. e não entregar no prazo. DEL 201. 4º.suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos. Cassação do mandato. sobre as receitas e despesas. 4º.proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de três anos. 4º. DEL 201. Não constar na LOA todas as despesas relativas à dívida pública. LEGISLAÇÃO DEL 201. art. Cassação do mandato. Cassação do mandato. Não elaborar o projeto de LOA de forma compatível com o PPA. Cassação do mandato. 5º. DEL 201. inciso V. 4º. art. a seguir. LRF. art. art. 4º. § 1º. fiscais na forma da lei. Cassação do mandato. 4º. Lei 10. Os crimes contra as finanças públicas não excluem o seu autor da reparação civil do dano causado ao patrimônio público. Consignar na LOA crédito com finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada. art. 5º. Não conter no projeto de LOA reserva de contingência na forma estabelecida pela LDO. inciso VII. Propor LDO que não contenha os riscos fiscais na forma da lei. art. LRF. inciso III. Cassação do mandato. art. § 3º. inciso V. LRF. LRF. § 4º. Cassação do mandato. LRF. inciso V. LRF. 4º. 5º. art. . para a atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada. art. decorrente de renúncia fiscal. DEL 201. LRF. são destacadas algumas das punições previstas para os atos cometidos em desacordo com a LRF. Não conter no projeto de LOA o demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas fiscais. 5º.028/2000. 4º. 4º. LRF. 5º. inciso V. inciso V. DEL 201. art. § 5º. e as receitas que as atenderão. inciso I.

art. art. que se refere aos impostos. LRF. 359-D. 8º. 359-D. inciso VII. inciso VII. art. 13. Cassação do mandato. saúde e assistência social (LRF. 9º. 5º. 12. TRANSGRESSÃO À LEI PUNIÇÃO Fiscal Não estabelecer no prazo a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso. no competência constitucional do ente. ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso. LEGISLAÇÃO DEL 201. decorrer da condição de compensação permanente de receita. LRF. Cassação do mandato. 4º. 4º. inciso VII. art. inclusive da corrente líquida. inciso VII. art. § Não respeitar a regra de que o montante 2º. 16. art. 14. Multa de 30% dos vencimentos anuais. autorizada. § Efetuar a renúncia de receita. Reclusão de 1 CP. art. 4º. DEL 201. inciso VII. Lei 10. antes de implementadas as medidas dessa compensação. 4º. DEL 201. das medidas de combate à evasão e à sonegação. Deixar de instituir. Reclusão de 1 CP. LRF. inciso VII. 12. estudos e as estimativas das receitas para o exercício subseqüente. nos casos e condições estabelecidos em lei. 4º. no caso dela 2º. art. art. Deixar de observar as normas técnicas e legais aplicáveis às previsões de receita. e as respectivas memórias de cálculo. inciso III. DEL 201. Cassação do mandato. Não cumprir a Lei na criação. inciso VII. 4º. § Não colocar à disposição no prazo os 3º. art. LRF. bem como da evolução do montante dos créditos tributários passíveis de cobrança administrativa. art. art. art. DEL 201. art. 8º. inciso VII. DEL 201. da quantidade e valores de ações ajuizadas para cobrança da dívida ativa. LRF. Gerar despesa ou assumir obrigação que Despesa ou obrigação não não atenda o disposto na Lei. 4º.028/2000. previsto para as receitas de operações de crédito não poderá ser superior ao das despesas de capital constantes do projeto de LOA. DESPESA PÚBLICA LRF. Não desdobrar no prazo as receitas previstas em metas bimestrais de arrecadação. Cassação do mandato. art. irregular e lesiva. LRF. Deixar de expedir ato determinando a limitação de empenho e movimentação financeira. a 4 anos. 15. art. 14. LRF. art. art. quando cabível. parágrafo único). DEL 201. a 4 anos. 4º. art. art. Cassação do mandato. exceto relativas a ações de educação. DEL 201. Penal Cassação do mandato. 11. LRF. DEL 201. art. prever e efetivamente Proibição de receber arrecadar todos os impostos da transferências voluntárias. Não utilizar os recursos legalmente parágrafo único. 12. art. . art. art. art. 11. em separado.370 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO LEGISLAÇÃO LRF. vinculados a finalidade específica exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação. LRF. Efetuar a renúncia de receita sem a estimativa do impacto orçamentáriofinanceiro no exercício em que deva iniciar sua vigência e nos dois seguintes. Cassação do mandato. inciso VII. 4º. com a especificação. sem atender ao disposto na LDO e a pelo menos uma das condições estabelecidas na lei. Cassação do mandato. expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa. Cassação do mandato. RECEITA PÚBLICA LRF.

somado ao das operações de crédito autorizadas no orçamento para este efeito e efetivamente realizadas. Proibição de receber transferências voluntárias. 1º. Utilizar recursos transferidos em finalidade diversa da pactuada. art. art. art. Perda do cargo e inabilitação por 5 anos. LRF. LRF. art. Reclusão de 1 CP. art. incisos I a III). 25. 22. ressalvadas as destinadas ao refinanciamento da dívida mobiliária e redução de despesa com pessoal (LRF. LRF. DEL 201. art. TRANSGRESSÃO À LEI Não cumprir a Lei na criação ou expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado. Reclusão de 1 CP. art. exceto condição estabelecida em lei. exceto relativas a ações de educação. a 4 anos. 29. ao término de cada ano. art. DESPESA COM A SEGURIDADE SOCIAL Criar. art. DEL 201. art. 25. 22. art. Detenção de 3 meses a 3 anos. a 4 anos. Exceder o limite da despesa total com pessoal em cada período de apuração. Nulidade do ato. Cassação do mandato. 359-D. . na forma e nos prazos da lei. relativa a ações de educação. LRF. art. art. Cassação do DEL 201. LRF. a execução de medida para a redução do montante da despesa total com pessoal que houver excedido a repartição por Poder do limite máximo. a 4 anos. LRF. art. 25. a 4 anos. art. art. Proibições previstas na lei (LRF. Proibição de obter garantia e contratar operações de crédito. 5º. 23. 359-G. Ordenar. art. 359-D.028/2000. § 4º. saúde e assistência social (LRF. 21. LRF. Reclusão de 1 CP. sem atender às condições estabelecidas na LDO e sem estar prevista no orçamento ou em seus créditos adicionais. inciso IV. art. Nulidade do ato. TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA Realizar ou receber transferência Proibição de realizar voluntária em desacordo com o limite ou transferência voluntária. 19. 23. 359-D. § 2º. mandato. 4º. art. 1º. art. inciso VII. 359-D. acrescido da atualização monetária. § 1º. Multa de 30% dos vencimentos anuais. 24. majorar ou estender benefício ou serviço relativo à seguridade social em desacordo com a lei. lei quando a despesa total com pessoal exceder a 95% do limite. 17. Deixar de ordenar ou de promover. inciso VI. a 4 anos. Expedir ato que provoque aumento da despesa total com pessoal em desacordo com a Lei. Detenção de 3 meses a 3 anos. Deixar de adotar as medidas previstas na parágrafo único. 4º. incisos I a V). o refinanciamento do principal da dívida mobiliária do exercício anterior ao de referência.PENALIDADES PUNIÇÃO Fiscal 371 LEGISLAÇÃO Penal Reclusão de 1 CP. Reclusão de 1 CP. § 3º. LEGISLAÇÃO LRF. DEL 201. DESPESA COM PESSOAL LRF. 21. art. acarrete aumento da despesa total com pessoal nos 180 dias anteriores ao final do mandato ou legislatura. art. 26. Perda do cargo e inabilitação por 5 anos. 359-D. autorizar ou executar ato que parágrafo único. art. § 3º). Lei 10. inciso IV. Reclusão de 1 CP. art. art. LRF. inciso XXIII. a 4 anos. saúde e assistência social. DÍVIDA Exceder. RECURSOS PÚBLICOS PARA O SETOR PRIVADO Realizar a transferência de recursos ao setor privado sem autorização por lei específica. LRF.

condição ou montante estabelecido em lei. inciso III. exceto quando relativa à dívida mobiliária ou à externa.372 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO LEGISLAÇÃO LRF. art. 32. 31. art. art. 31. de prazo. 4º. inciso XVII. 33. LRF. a 2 anos. Proibição de receber transferências voluntárias. inciso II. na forma da lei. art. Ordenar ou autorizar a destinação de recursos provenientes da emissão de títulos para finalidade diversa da prevista na lei que a autorizou. inciso VII. LRF. Estar acima do limite da dívida Proibição de realizar operação consolidada e das operações de crédito de crédito. LRF. Detenção de 3 meses a 3 anos. inciso XVIII. inciso XVI. incisos I e II) Federal. art. DEL 201. 31. LRF. § 1º. 359-A. 31. com limitação de empenho. art. DEL 201. Contratar operação de crédito. 5º. Obrigação de obter resultado primário. Reclusão de 1 a 2 anos. 32. LRF. art. 32. §§ 2º e 3º). § 1º. que não atende às condições e limites estabelecidos em lei. LEGISLAÇÃO DEL 201. Deixar de promover ou de ordenar. art. Reclusão de 1 CP. com limitação de empenho (LRF. DEL 201. Multa de 30% dos vencimentos anuais. § 3º. Perda do cargo e inabilitação por 5 anos. resultado primário. quando o montante resultado primário. Detenção de 3 meses a 3 anos. art. Proibição de realizar operação de crédito. 1º. LRF. art. art. Obrigação de obter dentro do limite de prazo. Perda do cargo e inabilitação por 5 anos. 1º. art. com ultrapassar o valor resultante da aplicação limitação de empenho (LRF. sem fundamento na LOA ou na de crédito adicional ou com inobservância de prescrição legal. Obrigação de obter estabelecidos em lei. Penal Detenção de 3 meses a 3 anos. OPERAÇÕES DE CRÉDITO Ordenar.028/2000. Ordenar ou autorizar a abertura de crédito em desacordo com os limites estabelecidos pelo Senado Federal. art. condição ou montante estabelecido em lei ou em resolução do Senado Federal. DEL 201. saúde e assistência social. Perda do cargo e inabilitação por 5 anos. a amortização ou a constituição de reserva para anular os efeitos de operação de crédito realizada com inobservância de limite. 31. Nulidade do ato. com limitação de empenho (LRF. art. § 1º. 359-A. LRF. nos prazos de crédito. art. 1º. inciso XVII. art. art. art. exceto relativas a ações de educação. inciso VI. § 2º. CP. § 1º. incisos I e II) Não obter o resultado primário necessário à recondução da dívida ao limite. art. § 1º. Proibição de obter garantia e contratar operações de crédito. LRF. o cancelamento. § 1º. PUNIÇÃO Fiscal Deixar de ordenar a redução do montante Proibição de realizar operação da dívida consolidada. TRANSGRESSÃO À LEI Estar acima do limite da dívida mobiliária Proibição de receber e das operações de crédito além do limite transferências voluntárias. saúde e assistência social. Cassação do mandato. Perda do cargo e inabilitação por 5 anos. exceto relativas a ações de educação. Detenção de 3 meses a 3 anos. 31. . Lei 10. autorizar ou realizar operação de crédito com inobservância de limite. 32. 1º. art. ressalvadas as destinadas ao refinanciamento da dívida mobiliária e redução de despesa com pessoal. do limite máximo fixado pelo Senado 31.

Detenção de 3 meses a 3 anos. LRF. DEL 201. a maioria do capital social com direito a voto. 40. LRF. . LRF. DEL 201. art. Perda do cargo e inabilitação por 5 anos. inciso IV. com fornecedores para mandato. orçamentária. art. inciso VII. indireta. refinanciamento ou postergação de dívida contraída anteriormente. indiretamente. mediante emissão. 4º. art.PENALIDADES PUNIÇÃO Fiscal 373 LEGISLAÇÃO DEL 201. Receber antecipado valores de empresa parágrafo único. inciso VII. art. DEL 201. honrada pela União ou Estados. 4º. mandato. 40. § Não ressarcir pagamento de dívida Condicionamento de 9º. Assunção direta de compromisso. até o inabilitação encerramento do exercício financeiro. DEL 201. art. 37. art. em transferências constitucionais. 38. inciso VII. LRF. pagamento a posteriori de bens e serviços. fato gerador ainda não tenha ocorrido. DEL 201. na forma da lei. 37. DEL 201. art. liquidação integral das operações de 3 meses a 3 crédito por antecipação de receita anos. 4º. LRF. Assunção de obrigação. Perda orçamentária. 4º. inciso VII. salvo lucros e dividendos. art. inciso VII. DEL 201. art. mercadorias ou serviços. inciso XXI. III e por antecipação de receita orçamentária mandato. com fornecedor de bens. art. art. de crédito e às disposições da Lei. a realização de operação de crédito com qualquer um dos demais entes da Federação. em desacordo com a lei. CP. art. 1º. LRF. inciso XX. Cassação do mandato. por 5 anos. em desacordo com a lei. 4º. art. ao valor da garantia prestada. assemelhada. Conceder garantia sem obedecer às Cassação do condições legais para contratar operações mandato. confissão de dívida ou operação mandato. art. DEL 201. 37. 40. LRF. recursos de fundos. 38. LEGISLAÇÃO LRF. LRF. inciso VII. art. inciso III. § Conceder garantia acima dos limites Nulidade da garantia. § Prestar garantia em operação de crédito Detenção de 1º. sem autorização Cassação do parágrafo único. inclusive os respectivos do cargo e juros e demais encargos. ressalvada a operação com empresa estatal dependente. art. LRF. Penal Detenção de 3 meses a 3 anos. GARANTIA E CONTRAGARANTIA LRF. sem que tenha sido constituída 3 meses a 1 contragarantia em valor igual ou superior ano. 35. Cassação do parágrafo único. 4º. art. OPERAÇÃO POR ANTECIPAÇÃO DE RECEITA ORÇAMENTÁRIA LRF. IV. em que o Poder Público detenha. aceite ou aval de título de crédito. Cassação do 5º. 359-E. inclusive suas empresas controladas e subsidiárias. ainda que com Cassação do 6º. especificamente até o dia 10 de dezembro de cada ano. receita de tributo ou de contribuição cujo inciso I. art. TRANSGRESSÃO À LEI Ordenar ou autorizar. inciso XIX. pela administração mandato. 40. 1º. inciso VII. art. art. 4º. Contratar ou resgatar operação de crédito Cassação do incisos I. Perda do cargo e inabilitação por 5 anos. direta ou inciso II. DEL 201. art. art. fixados pelo Senado Federal. 37. inclusive suas entidades da Administração Indireta. 40. Captar recursos a título de antecipação de parágrafo único. 1º. ainda que na forma de novação. § Conceder garantia. Deixar de promover ou de ordenar a Detenção de inciso II. decorrência de garantia prestada. art.

Cassação do mandato. art. art. 45. do envio do projeto de LDO. art. 4º. 42. Detenção de 6 meses a 2 anos. art. LRF. 4º. caso reste parcela a ser paga no exercício seguinte. inciso VII. 47. 4º. inciso VII. Deixar de ordenar. § Aplicar as disponibilidades de caixa dos 2º. inciso VII.374 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO PUNIÇÃO Fiscal LRF. 42. 46. DEL 201. art. Não encaminhar ao Legislativo. 4º. cuja despesa não possa ser paga no mesmo exercício financeiro ou. art. inciso VII. Cassação do mandato. Ordenar ou autorizar a inscrição em restos a pagar de despesa que não tenha sido previamente empenhada ou que exceda limite estabelecido em lei. 4º. art. Cassação do mandato. em decorrência de garantia prestada em operação de crédito. art. art. 43. demais disponibilidades de cada ente. Cassação do mandato. GESTÃO PATRIMONIAL LRF. regimes de previdência social em títulos da dívida pública estadual e municipal. § Não liquidar totalmente a dívida que tiver Suspensão de acesso a novos 10º. art. as disponibilidades de caixa dos regimes de previdência social e não aplicar nas condições de mercado. até a data parágrafo único. . Aplicar a receita de capital derivada da alienação de bens e direitos para o financiamento da despesa corrente. que não tenha contrapartida suficiente de disponibilidade de caixa. Ordenar ou autorizar a assunção de obrigação. 40. 359-C. CP. Reclusão de 1 CP. Aplicar as disponibilidade de caixa em desacordo com a lei. 4º. RESTOS A PAGAR LRF. ações e outros papéis relativos às empresas controladas e em empréstimos aos segurados e ao Poder Público. inciso VII. art. § Não depositar. LRF. art. DEL 201. art. a 4 anos. art. DEL 201. DEL 201. DEL 201. Não incluir nos balanços trimestrais da parágrafo único. inciso VII. art. de autorizar ou de promover o cancelamento do montante de restos a pagar inscrito em valor superior ao permitido em lei. Cassação do mandato. LRF. art. Desapropriar imóvel urbano sem a prévia Nulidade do ato. CP. DEL 201. 45. créditos ou financiamentos. Cassação do mandato. nos dois últimos quadrimestres do último ano do mandato ou legislatura. LRF. art. art. 359-F. art. LRF. LRF. 4º. inciso VII. com observância dos limites e condições de proteção e prudência financeira. inciso VII. e justa indenização em dinheiro ou prévio depósito judicial do valor da indenização. art. DEL 201. salvo se destinada por lei aos regimes de previdência social. 43. LRF. 42. 43. LEGISLAÇÃO TRANSGRESSÃO À LEI Penal LEGISLAÇÃO Detenção de 6 meses a 2 anos. ASSUNÇÃO DE OBRIGAÇÃO NO FINAL DO MANDATO LRF. LRF. Cassação do mandato. art. art. 44. 359-B. relatório com as informações sobre o início de novos projetos após atendidos aqueles em andamento e sobre a destinação dos recursos de venda do patrimônio. 4º. Iniciar novos projetos sem estarem adequadamente atendidos aqueles em andamento e contempladas as despesas de conservação do patrimônio público. empresa controlada informações estabelecidas na lei. art. DEL 201. sido honrada pela União ou por Estado. Cassação do mandato. em conta separada das 1º.

CONTROLE E FISCALIZAÇÃO LRF. art. Proibição de contratar operação de crédito. 4º. nos prazos e relativa a ações de educação. LRF. . LRF. 52. da apreciação das contas. Não obedecer as normas de escrituração das contas públicas estabelecidas na Lei e às demais normas de contabilidade pública. art. Cassação do mandato. anuais. 1º. inciso VII. exceto Orçamentária no prazo e com o relativa a ações de educação. inciso VII. art. detalhamento previsto na lei. prazos e condições estabelecidos. 4º. 58. 53. § Manter gastos com inativos e pensionistas 1º. Cassação do mandato. inciso IV. DEL 201.028/2000. LRF. art. art. art. DEL 201. DEL 201. 4º. 55. 59. art. Não disponibilizar as contas ao público no prazo estabelecido. art. DEL 201. exceto as destinadas ao refinanciamento do principal atualizado da dívida mobiliária (LRF. LDO e orçamentos. 48. art. Multa de Lei 30% dos 10. DEL 201. 51. Cassação do mandato. Não divulgar os planos. 4º. a Constituição do Estado indicar. LEGISLAÇÃO TRANSGRESSÃO À LEI 375 LEGISLAÇÃO DEL 201. inciso VII. LRF. julgadas ou tomadas. Penal Cassação do mandato. LRF. realizar audiências públicas. art. § 3º). art. Cassação do mandato. saúde e assistência social. dos programas ou irregularidades na gestão orçamentária. exceto as destinadas ao refinanciamento do principal atualizado da dívida mobiliária (LRF. § Comprometer os custos ou os resultados 1º. 4º. durante os processos de elaboração e discussão dos planos. 55. art. art. art. inciso VI. inciso VII. Deixar de divulgar ou enviar ao Poder Proibição de receber Legislativo e ao Tribunal de Contas o transferência voluntária. acima do limite definido em lei. 4º. 50. saúde e assistência social. Não incentivar a participação popular e parágrafo único. 4º. Cassação do mandato. orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias. o RREO e o RGF e suas versões simplificadas. inciso VII. 56. art. exceto Câmara dos Vereadores. DEL 201. LRF. 4º. Cassação do mandato. 48. art. LRF. Proibição de contratar operação de crédito. inciso VII. com o detalhamento previsto na lei. art. Não apresentar no RREO os demonstrativos e justificativas estabelecidos na lei. § 2º). 4º. Cassação do mandato. LRF. exceto Relatório de Gestão Fiscal. Detenção de 3 meses a 3 anos. Proibição de contratar operação de crédito. Cassação do mandato. DEL 201. nos saúde e assistência social. art. § 2º). LRF. 49. as prestações de contas e o respectivo parecer prévio. Cassação do mandato. Deixar de prestar contas anuais da Proibição de receber administração financeira do Município à transferência voluntária. DEL 201. art. DEL 201. 5º. art. art. 4º. art. 51. condições estabelecidos em lei. 59. art. inciso V. 52. § Não dar ampla divulgação dos resultados 3º. art. exceto as destinadas ao refinanciamento do principal atualizado da dívida mobiliária (LRF. ou ao órgão que relativa a ações de educação. LRF. Não evidenciar na prestação de contas o desempenho da arrecadação em relação à previsão. inciso VII. inciso VII. inciso VII. inciso I. Deixar de apresentar e publicar o Proibição de receber Relatório Resumido da Execução transferência voluntária. LRF.PENALIDADES PUNIÇÃO Fiscal TRANSPARÊNCIA. DEL 201. inciso VII. art. vencimentos art. art. Perda do cargo e inabilitação por 5 anos.

. LRF. 72. conforme sua legislação. Cassação do mandato. 70. assegurada a revisão geral anual. Cassação do mandato. 4º. art. LRF. ressalvadas as destinadas ao refinanciamento da dívida mobiliária e redução de despesa com pessoal (LRF. eliminando o excesso educação. saúde e assistência gradualmente à razão de. art. art. a 4 anos. crédito. inciso VII. sem convênio. parágrafo único). Ultrapassar até 2003. art. DEL 201. sempre que na mesma data e sem distinção de índices. ajuste ou congênere. 62. caso em 1999 tenha estado acima do exceto relativa a ações de limite. se esta for inferior ao limite definido em lei. LRF. TRANSGRESSÃO À LEI PUNIÇÃO Fiscal Penal LEGISLAÇÃO LRF. inciso VII. art. Reclusão de 1 CP. DEL 201. Ultrapassar até 2003 o percentual das despesas com serviço de terceiros ocorrida em 1999.376 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO LEGISLAÇÃO LRF. 359-H. DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Ordenar. Proibição de obter 50% ao ano. art. pelo menos. 61. inciso VII. a despesa total com pessoal verificada no exercício imediatamente anterior. art. 4º. social. Cassação do mandato. 70. autorizar ou promover oferta pública ou a colocação no mercado financeiro de títulos da dívida pública sem que tenham sido criados por lei ou sem que estejam registrados em sistema centralizado de liquidação e custódia. acrescida de 10%. inciso VII. art. mediante a adoção das garantia e contratar operações de medidas previstas em lei. 4º. Contribuir os Municípios para o custeio de despesas de competência de outros entes da Federação sem autorização na LDO e na LOA. Cassação do mandato. art. Não se enquadrar no limite da despesa Proibição de receber total com pessoal em até dois exercícios. 4º. DEL 201. art. DEL 201. art. transferências voluntárias. 71. acordo. em percentual da receita corrente líquida.

no art. de 6 de setembro de 2000. _______. Poder Legislativo. _______. DF. de 27 de novembro de 1998.320. 14 mar. 3195. 2348. 23 mar. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. _______. Brasília. 15 da Lei nº 9. _______. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e dá outras providências. 28 nov. 1. Lei nº 8. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. indireta ou fundacional e dá outras providencias. _______. 1992. p. Lei nº 9. p. p. p. Seção 1.424. Decreto nº 3. Brasília. DF. Lei nº 9. Brasília. Poder Legislativo. 3089. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília. Brasília. 1998. 1967. Lei nº 4. Seção 1. Poder Legislativo. de 20 de dezembro de 1996. emprego ou função na administração publica direta. DF. 27 fev. 5 out. Constituição da República Federativa do Brasil. 1. p. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 28442. dos militares dos Estados e do Distrito Federal e dá outras providências. de 24 de dezembro de 1996. 1999. e dá outras providências. Brasília. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. de 27 de fevereiro de 1976. Poder Legislativo. DF. de 18 de dezembro de 1998. Dispõe sobre o sistema de contabilidade federal e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. DF. Seção 1. de 2 de junho de 1992. 08 set. p. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília. 1996. de 04 de março de 1964. 1996. 27833. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 3 jun. de 16 de agosto de 1999. _______. § 7°.717.424. DF. 112. DF. DF. de 24 de dezembro de 1996.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL.394. Brasília. Poder Legislativo. Poder Executivo. Poder Executivo. _______. Seção 1. do Distrito Federal e dos Municípios. p. Poder Legislativo. Poder Executivo. Seção 1. 212. 26 dez. cargo. dos Estados. 2745. DF. Seção 1. Decreto nº 3. DF. Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato. 29. 23 dez. § 5º. Brasília. Seção 1. Dispõe sobre regras gerais para a organização e o funcionamento dos regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União. _______. 9 abr. na forma prevista no art. Lei nº 9. e dá outras providências. dos Estados.142. . prevista no art. Dispõe sobre a responsabilidade de prefeitos e vereadores. Retificação Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Regulamenta a contribuição social do salárioeducação. p. e na Lei nº 9. 60.429.589. p. Brasília. dos Municípios e do Distrito Federal. Brasília. 1988. 1967. 1964. 17 ago. p. Poder Executivo. p. da Constituição. 1964. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 2000.766. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União. Constituição (1988). 6993. DF. Retificação Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Poder Legislativo. Decreto-Lei nº 201. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.

079. Altera o Decreto-Lei nº 2. Poder Legislativo. Brasília. Brasília. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 2. DF. Seção 1. e dá outras providências. p. Orçamento e Gestão. 2º. Seção 1. Dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. da Portaria.028. Ministério da Previdência e Assistência Social. DF. de 13 de setembro de 1996. p.848. _______. p. 18261. e dá outras providências. Organiza e disciplina os Sistemas de Planejamento e de Orçamento Federal. de 13 de setembro de 2000. . o Manual das Contas. ______. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. e dá outras providências.º 10. constantes dos anexos I. Altera a legislação que rege o Salário-Educação. _______. Dispõe sobre o imposto dos Estados e do Distrito Federal sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Brasília. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. _______. Ministério do Planejamento. 8º. DF. projeto. Aprova o Plano de Contas. Brasília. Brasília. Seção 1. de 6 de fevereiro de 2001. Lei nº 10. _______. de 10 de abril de 1950. DF. de 8 de maio de 2003. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Atualiza a discriminação da despesa por funções de que tratam o inciso I. Seção 1. Secretaria do Tesouro Nacional. Brasília. Secretaria de Orçamento Federal. 16. Seção 1. DF. ambos da Lei nº 4. Poder Legislativo. II. de 4 de maio de 2000. do art. DF. de 19 de outubro de 2000. estabelece conceitos de função. Ministério da Fazenda. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Poder Legislativo. de 18 de dezembro de 1998. de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal. Poder Executivo. 1. de 15 de julho de 2003. Ministério do Orçamento e Gestão. 15. Poder Executivo. Brasília. e dá outras providências. 20 dez.378 ANEXO DE METAS FISCAIS E RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA – MANUAL DE ELABORAÇÃO _______. 17 jul. DF. de 17 de março de 1964. 1999. p. Brasília. Lei n. 23 maio 2001. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. e o Decreto-Lei nº 201. Ministério da Fazenda. Conselho Nacional de Saúde. Secretaria do Tesouro Nacional. 5 maio 2003. de Administração Financeira Federal. do art. _______. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 21 de maio de 2001. 15 abr. 1998. Seção 1. 1. Portaria nº 916.320. Brasília. _______. 19 dez. 2001. atividade. de Contabilidade Federal e de Controle Interno do Poder Executivo Federal. a Lei nº 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.766. Seção 1. 16 set. 7 maio 2001. Aprovar diretrizes acerca da aplicação da Emenda Constitucional nº 29. III e IV. 1996. p. Portaria nº 42. operações especiais e dá outras providências. DF. Poder Legislativo. Resolução nº 322. 92. do § 1º. de 14 de abril de 1999.180. 2003. programa. 07 fev. subfunção. os Demonstrativos e as Normas de Processamento Contábeis aplicados aos Regimes Próprios de Previdência Social – RPPS. Lei Complementar nº 101. de 4 de maio de 2001. Lei nº 9. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. DF. 2000. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. DF. _______. Portaria nº 180. Portaria Interministerial nº 163. p. 5 maio 2000. p. estados. Brasília. e § 2º. Lei Complementar nº 87. Distrito Federal e municípios. 1 (Edição Extra). de 27 de fevereiro de 1967. p. Poder Executivo. _______. Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providencias.

p. Senado Federal. 2003. Seção 1. Amplia o prazo para cumprimento dos limites de endividamento estabelecidos na Resolução nº 40. Seção 1. 10 abr. VI e IX. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 21 dez 2001. p. em atendimento ao disposto no art. Poder Legislativo. 52. 1. 10 nov. do Senado Federal. Brasília. do Distrito Federal e dos Municípios. Brasília. 6. Brasília. Poder Legislativo. Seção 1. do Distrito Federal e dos Municípios. Poder Legislativo. p. DF. Resolução nº 20. DF. _______. DF. que dispõe sobre os limites globais para o montante da dívida pública consolidada e da dívida pública mobiliária dos Estados. Dispõe sobre os limites globais para o montante da dívida pública consolidada e da dívida pública mobiliária dos Estados. de 7 de novembro de 2003. de 2001. . Senado Federal. de 20 de dezembro de 2001. Resolução nº 40.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 379 _______. 2002. da Constituição Federal. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Republicação Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 5.