As Sete Ferramentas da Qualidade

Prof. Dr. Messias Borges Silva

INTRODUÇÃO A prática na busca da solução de problemas tem mostrado que em muitas das vezes não conseguimos encontrar uma Solução Satisfatória, face a não utilização de metodologia adequada e de ferramentas que nos permitam encontrar a melhor solução, bem como entender melhor as inter-relações entre as variáveis que compõem os nossos processos de fabricação.

OBJETIVO

Proporcionar à todos aqueles que administram executam atividades dentro de industrias, empresas de prestação de serviços, etc., uma metodologia e ferramentas eficientes nos processos da melhoria da qualidade e na busca da excelência da qualidade dos produtos e serviços e do Meio Ambiente .

AS SETE FERRAMENTAS - Diagrama de Pareto Diagrama de Causa-Efeito CausaEstratificação Planilha de Verificação (CHECK-LIST) (CHECKHistograma Diagrama de Dispersão Gráficos e Cartas de Controle       - .

. É extremamente importante esclarecer o modelo de distribuição das falhas. deixando de lado os outros MUITOS DEFEITOS TRIVIAIS para serem atacados posteriormente. nos podemos eliminar quase todas as perdas concentrando nossos esforços nessas causas particulares.ANÁLISE DE PARETO O que é o Diagrama de Pareto? Problemas de qualidade aparecem sob a forma de perdas (defeituosos e seus custos). será esperado muitos poucos tipos de defeitos e seus efeitos podem ser atribuídos a pequenos números de causas. Portanto. Mais do que as perdas. se as causas desses POUCOS DEFEITOS VITAIS são identificados.

Gráfico de Pareto ISO/TS 16949:2002 .

Definição  É um gráfico de barras verticais. ISO/TS 16949:2002   . Barras: são ordenadas a partir da mais alta até a mais baixa. Traçada uma curva que mostra as % acumuladas de cada barra.

Gráfico de Pareto  Dispõe a informação de forma a tornar evidente e visual  priorização de temas! Perdas: 2 categorias: – “poucos vitais” – “muitos triviais”  ISO/TS 16949:2002 .

ISO/TS 16949:2002 .Gráfico de Pareto  Dispõe a informação de forma a permitir a concentração dos esforços para melhoria nas áreas onde os maiores ganhos podem ser obtidos.

4) Elabore um lista de verificação apropriada para coletar os dados. ISO/TS 16949:2002 .Como construir um Pareto: 1) Defina o tipo de problema a ser estudado. 3) Estabeleça o método e o período de coleta de dados. 2) Liste os possíveis fatores de estratificação (categorias) do problema escolhido.

Como construir um Pareto: 5) Preencha a lista de verificação e registre o total de vezes que cada categoria foi observada e o número total de observações. ISO/TS 16949:2002 .

Como construir um Pareto: 6) Elabore uma planilha de dados para o gráfico de Pareto: Planilha de Dados Categoria Quantidades (Totais indiv.) Totais acumulados % Total Geral % Acumuladas ISO/TS 16949:2002 .

Obs: “Outros”  deve ficar na última linha da planilha. ISO/TS 16949:2002 .Como construir um Pareto: 7) Preencha a planilha de dados. 8) Trace dois eixos verticais de mesmo comprimento e um eixo horizontal. listando as categorias em ordem decrescente de quantidade.

ISO/TS 16949:2002 .Como construir um Pareto: 9) Marque o eixo vertical do lado esquerdo (ou direito) com a escala de zero até o total da coluna Quantidade da planilha de dados. Identifique o nome da variável representada neste eixo e a unidade de medida utilizada. caso seja necessário.

Como construir um Pareto: 10) Marque o eixo vertical do lado direito (ou esquerdo) com uma escala de zero até 100%. 11) Divida o eixo horizontal em um número de intervalos igual ao número de categorias constantes na planilha de dados. Identifique este eixo como “Percentagem Acumulada”. ISO/TS 16949:2002 .

13) Construa um gráfico de barras utilizando a escala do eixo vertical do lado esquerdo.Como construir um Pareto: 12) Identifique cada intervalo do eixo horizontal escrevendo os nomes das categorias. na mesma ordem em que eles aparecem na planilha de dados. ISO/TS 16949:2002 .

Como construir um Pareto: 14) Construa a curva de Pareto marcando os valores acumulados (total acumulado ou percentagem acumulada). ISO/TS 16949:2002 . e ligue os pontos por segmentos de reta. acima e no lado direito (ou no centro) do intervalo de cada categoria.

Como construir um Pareto: ISO/TS 16949:2002 .

. podemos resolver esses tipos de problemas de forma eficiente. Pelo uso do diagrama de Pareto.Priorizamos por atacar inicialmente os POUCOS VITAIS e deixamos para uma segunda etapa os MUITOS TRIVIAIS.

 Número total de itens inspecionados.  Período de coleta de dados.Como construir um Pareto: 15) Registre outras informações que devam constar no gráfico:  Título. ISO/TS 16949:2002 .  Objetivo do estudo realizado.

: fornecedor. método de medição. Ex. treinamento ISO/TS 16949:2002 . temperatura.Tipos de gráficos de Pareto  Efeitos: identificação do principal problema enfrentado por uma empresa. número de produtos defeituosos  Causas: identificação das principais causas de um problema. Ex.: número de reclamações de clientes.

Tipos de gráficos de Pareto ISO/TS 16949:2002 .

Tipos de gráficos de Pareto

Custos: é um importante indicador a ser considerado durante a construção de um gráfico de Pareto para a identificação dos poucos problemas vitais.

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Gráfico de Pareto para Custos

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Gráficos de Pareto

A utilização de gráficos de Pareto para comparações “antes” e “depois” permite a avaliação do impacto das mudanças efetuadas no processo.

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Gráficos de Pareto: Antes e depois ISO/TS 16949:2002 .

É conhecido como “diagrama de espinha de peixe”.1 – O que é o Diagrama de Causa-Efeito ? É um Diagrama que permite visualizar simples e facilmente cadeia de causas e efeitos do problema. . Na realidade. não utilizado somente para tratar de aspectos de características de qualidade mas também pose ser aplicado para outros campos e áreas. O Diagrama mostra a relação entre a características de qualidade e fatores.V – DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO V.

Exemplo de Diagrama de CAUSA EFEITO .

Quando a folha estiver preenchida. bem a vista dos membros do grupo. Não são permitidas criticas ou avaliações das idéias expostas. . È importante manter uma atmosfera de apoio. È permitido que a pessoa passe a vez (não apresente uma idéia). o processo. ou qualquer outro aspecto do trabalho que é realizado em conjunto. não ameaçadora. Cada problema formulado é numerado e relacionado em papel de tamanho apropriado. o ambiente de trabalho. de modo que todos os membros se sintam descontraídos para expor suas idéias.BRAINSTORMING Com as pessoas dispostas em circulo. o líder pede a cada membro que formule um problema que sente estar afetando o departamento. deverá ser dependurada na parede. o equipamento.

freqüentemente elas demonstram não ser tão irracionais quanto parece a primeira vista. Todos devem ser estimulados a participar. não devemos nos preocupar com a “qualidade”. ela vira mais tarde. .”Qualquer tipo de idéia”. A Combinação e o aperfeiçoamento de idéias anteriores (conhecidas como “ideias na garupa”) são essenciais. Se as idéias não estiverem fluindo prontamente. Nesse momento. Isto permite que as idéias sejam incubadas. uma opção é terminar a reunião. deve ser estimulada. marcando-a para o dia seguinte ou dois dias depois.A quantidade de idéias é importante.

Tempo de ciclo muito longo. 10. 3. Procedimentos em excesso.Exemplo: Problemas que estão afetando nossa qualidade. 5. Alterações em demasia. 4. 8. Necessidade de muitas aprovações. 1. 6. 7. Desconhecimento das metas globais. Sistema parado durante períodos longos. 2. Excessivas reelaborações. Especificações instáveis. 9. Escassez de peças. Ferramentas insuficientes. .

que permitirá entender a população de forma objetiva. Mas à medida que aumenta o tamanho da amostra fica difícil o entendimento da população. construímos o histograma. Quanto maior for o tamanho da amostra maior será a informação sobre a população. Para facilitar então o entendimento. se estes dados estiverem dispostos apenas em um tabela.HISTOGRAMAS Os dados obtidos a de uma amostra servem como base para a decisão sobre uma população. .

Histograma ISO/TS 16949:2002 .

Definição É um gráfico de barras no qual:  eixo horizontal: apresenta os valores assumidos por uma variável de interesse. e barra vertical: indica o número de observações na amostra ISO/TS 16949:2002  .

Histograma: Histograma: visualização da forma da distribuição de um conjunto de dados.  percepção da localização do valor central.  dispersão dos dados em torno do valor central.  ISO/TS 16949:2002 .

Objetivos  Apresentar o padrão de variação do processo. Decisão para concentração de esforços: melhorias! ISO/TS 16949:2002    . Visualização do comportamento do processo. Comparação dos resultados com os limites especificados.

8) Desenhar o16949:2002 histograma ISO/TS . 6) Calcular os limites das classes. 7) Construir uma tabela de freqüência. 3) Calcular a amplitude da amostra (R). 5) Calcular o tamanho das classes (h).Como construir um histograma: 1) Coleta dos dados. 2) Identificar o maior e o menor dos valores observados. 4) Definir o número de classes (k).

Passo1: Coleta dos dados Baseada no objetivo e a variável de interesse.  ISO/TS 16949:2002 .  Registro dos dados numa folha de verificação.  Número de amostras  30.

Passo 2: Maior e menor valores Identificar o maior e o menor dos valores observados  Menor valor: XMIN  Maior valor: XMAX  ISO/TS 16949:2002 .

XMIN ISO/TS 16949:2002 .Passo 3: Cálculo da amplitude  Amplitude: representada pela letra “R” R= XMAX .

Passo 4: Definição do número de classes É a quantidade de colunas que o histograma terá.  n = número de amostras coletadas  K = número de classes  K n ISO/TS 16949:2002 .

Passo 5: Cálculo do tamanho das classes h = tamanho das classes R  R = amplitude h  K = número de classes K  “h”: deve ter a mesma precisão dos dados coletados (mesmo no de casas decimais).  ISO/TS 16949:2002 .

Classe: XMIN + h = y  2a. Classe: z + h = w  e assim por diante..  1a. Classe: y + h = z  3a..  ISO/TS 16949:2002 .Passo 6: Calcular os limites das classes Selecionar o menor valor (XMIN).

Passo 7: Construir uma tabela de freqüência  Mostra os limites de cada classe e o número de valores dentro de cada classe Tabela de Freqüência Classes Limites das classes Tabulação Freqüência ISO/TS 16949:2002 .

Tipos de Histograma ISO/TS 16949:2002 .

. média. a freqüência de observações e do lado direito a porcentagem. marcar no eixo vertical do lado esquerdo. No eixo horizontal os intervalos de classes. levantar um retângulo (barra) correspondente à freqüência de classes. registrar dados informativos: tamanho de amostra. Passo 2: Em cada intervalo de classe. desvio padrão. Passo 3: Nos espaços em branco.COMO CONSTRUIR O HISTOGRAMA Passo 1: Numa tabela quadrada.

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Obs: Este tipo é o que aparece na maior parte dos casos. A freqüência é maior no centro e torna-se gradualmente menor à medida que nos aproximamos dos extremos. .INTERPRETAÇÃO DO HISTOGRAMA a) Geral ( Simétrico): O valor médio do histograma esta enquadrado no centro da amplitude dos dados.

b) Combinado (multi-modal): Muitas classes possuem uma frequencia baixa. . Obs: Este tipo ocorre quando o número de unidades de dados incluídos nas classes varia de classe quando existe uma tendência particular em função do arredondamento dos dados.

É assimétrica. A freqüência diminui um tanto abruptamente em direção ao Aldo esquerdo (direito). .c) Positivamente Desviada (Negativamente Desviada) O Valor médio do histograma está localizado do lado esquerdo (direito) do centro da amplitude.

. A freqüência diminui abruptamente do lado esquerdo e brandamente segue em direção ao lado direito (esquerdo). È assimétrica.d) Precipício à esquerda (Precipício à direita) O valor médio do histograma está localizado longe do lado esquerdo (direito) do centro da amplitude. Obs: Este tipo ocorre freqüentemente quando 100% da classificação foi feita com dados de processo de baixa capacidade.

. Obs: Este tipo ocorre com mistura de diversas distribuições possuindo valores diferentes de médias.e) Platô: A freqüência em cada classe forma um platô pelo fato das classes possuírem mais ou menos a mesma freqüência exceto para aqueles que estão no final.

. Obs: Este tipo ocorre quando duas distribuições com diferentes valores de médias são misturados.f) Dois Picos (Bimodal): A freqüência é baixa no centro da amplitude dos dados e existe um pico de cada lado.

. como no caso de anormalidade no processo.g) Pico Iisolado: Existe um pequeno pico isolado em adição ao tipo geral. erro de medida ou inclusão de dados oriundos de diferentes processos. Obs: Este caso aparece quando existe pequenas inclusões de dados oriundos de diferentes distribuições.

A partir daí verificar se o histograma está bem localizado dentro dos limites.COMPARANDO HISTOGRAMAS COM LIMITE DE ESPECIFICAÇÃO. Se existe uma especificação devemos levantar linhas dos limites superior e inferior de especificação (LSE e LIE) no histograma para comparar a distribuição com a especificação. 1) Histograma satisfaz as especificações .

Comparações de Histogramas e Limites de Especificação ISO/TS 16949:2002 .

. Este método pode ser usado efetivamente para elevar a qualidade do produto pela redução ad variação e melhoria da media do processo. condição de operação e operadores. então as subpopulações são chamadas extratos e a divisão dos dados em estratos é chamada estratificação. Portanto. A estratificação é usualmente utilizada para matéria prima. máquina.ESTRATIFICAÇÃO Quando os valores observados estão divididos em duas ou mais subpopulações dentro da população de dados. quando os dados são estratificados de forma a separar os fatores que são causadores das variações. as causas das variações tornam-se mais facilmente detectáveis. Os valores observados são sempre acompanhados por algumas variações.

B. C e D) estão produzindo um mesmo item. . Amostras foram retiradas de tempo em tempo de cada maquina e os resultados das medidas em médias foram misturadas e registradas no gráfico abaixo.EXEMPLOS DE ESTRATIFICAÇÃO a) Uma serie de quadro de maquinas (A.

Verificamos que no período entre 12:00 e 14:00 horas tivemos valores das médias fora do limite superior de especificação. No exemplo fizemos a estratificação por máquina encontrando o seguinte: Característica . A partir daí surge a dúvida. Será que todas as máquinas estão fora ou esta desconformidade está sendo produzida por uma ou duas das máquinas? Então há a necessidade de fazermos uma estratificação dos valores encontrados por máquina.

Característica .

Concluímos então. A partir daqui resta-nos procurar a causa do problema e elimina-la. que a desconformidade está sendo gerada na máquina C. após estratificação. .

1 – O QUE É DIAGRAMA DE DISPERSÃO? Na pratica muitas vezes temos a necessidade de estudar a relação de correspondência entre duas variáveis. Por exemplo: 1) Será que a quantidade de impurezas de uma substancia pode alterar sua viscosidade? 2) Podemos executar o controle de concentração de uma substancia substituindo a concentração pela densidade que é mais fácil de se medir? O Estudo da relação entre duas variáveis é feito através do Diagrama de  Dispersão. .DIAGRAMA DE DISPERSÃO VIII.

GRÁFICO DE DISPERSÃO Y 6 4 2 0 0 2 4 6 X CORRELAÇÃO POSITIVA Y 6 4 2 0 0 2 4 6 X PODE HAVER CORRELAÇÃO POSITIVA Y 6 4 2 0 0 2 4 6 X CORRELAÇÃO NEGATIVA 0 2 4 6 X PODE HAVER CORRELAÇÃO NEGATIVA Y 6 4 2 0 0 2 4 6 X NÃO HÁ CORRELAÇÃO Y 6 4 2 0 0 2 4 6 X NÃO HÁ CORRELAÇÃO Y 6 4 2 0 ISO/TS 16949:2002 .

Exemplo: .Caso de Aplicação: a) Relação entre Característica de Qualidade e fator que a afeta. b) Relação entre duas Características de qualidade. c) Dois fatores relacionados a uma única característica de qualidade.

GRÁFICOS Tipos de gráficos utilizados . etc.GRAFICOS E CARTAS DE CONTROLE No acompanhamento de uma atividade ou processo ao longo do tempo é sempre conveniente o uso de gráficos e/ ou Cartas de Controle. afim de se obter uma informação clara e objetiva em relação ao comportamento de uma variável. atributo.

O combate as causas especiais é local (no processo). .CARTAS DE CONTROLE Proposta em 1924 por W. Na ausência das causas especiais o processo fica sob a ação das causas comuns (aleatórias) estando o processo então sob controle.A SHEWHART tem sido largamente empregadas no controle estatístico de processos (CEP) no sentido de se eliminar as variações anormais. Variações excessivas devido a causas comuns geram o processo incapaz de atender as especificações ou requisitos de engenharia. As cartas de controle têm a propriedade de detectar as chamadas causas especiais (assinaláveis) que tem a características de agir temporariamente e instabilizar o processo fazendo com que o mesmo esteja fora de controle.

Limite Inferior de Controle .Linha Média LIC.Limite Superior de Controle LM.a) FORMA DE CARTA DE CONTROLE LSC.

X – PLANILHAS DE VERIFICAÇÃO No trato com dados de medidas ou observações. para facilitar o entendimento e o uso se faz necessário o uso de planilha para registro desses dados e observações. diversos tipos de planilha que podem ser utilizados no dia a dia. . Seguem abaixo.

300 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 1 2 4 6 9 11 8 7 3 2 1 1 ESPECIF.DESVIO 5 -10 -9 -8 -7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 VERIFICAÇÕES 10 15 20 FREQÜÊNCIA ESPECIF. 8. TOTAL 55 ISO/TS 16949:2002 .

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James Harrington – O Processo do Aperfeiçoamento – McGraw Hill 1988. Messias Borges Silva – Notas de Aula. Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto – Estatística – Blucher – 1997.BIBLIOGRAFIA Hitoshi Kume – Statistical Methods for Quality Improvement Aots TOKIO – 1985. Murray R. . Massaaki Imai – Kaizen – Imam – 1988. Luiz Gonzaga Morettin – Estatística Básica – LCTE 1983. Spiegel – Probabilidade e Estatística Básica – Voleção Schaum –1978. H.