Câncer de tireoide é um tumor maligno causado por um crescimento na glândula tireoide.

Ocasionado pela reprodução e crescimento descontrolados de algumas células anormais que formam um tumor. Existe um processo constante e regulado de reposição de células velhas por celular novas. Quando algumas células se tornam anormais e não acompanham o ciclo de crescimento comum, passando a crescer e a se reproduzir descontroladamente, formando um tumor. Existem 4 tipos de câncer que afetam a tireoide: Carcinoma papilar - é o tipo mais comum. Eles podem aparecer em pacientes de qualquer idade, no entanto a faixa etária predominante é de 30 a 50 anos. Carcinoma folicular – É considerado mais agressivo do que o papilar, costuma atingir pacientes mais velhos, com idade acima de 40 anos. Em dois terços dos casos o tumor não tem tendência à disseminação (ou seja, a se espalhar). Carcinoma medular - afeta as células parafoliculares. Esse tipo de câncer é muito agressivo e difícil de tratar. Carcinoma anaplásico - É muito raro. Também é o tipo mais agressivo e tem o tratamento mais difícil, sendo responsável por dois terços dos óbitos de câncer na tireoide. Há evidências de que a irradiação (exposição da radioatividade) externa na cabeça ou no pescoço pode provocar câncer de tireoide. Pessoas expostas à radiação na infância têm maior risco de desenvolver a doença. TRATAMENTO Em todos os casos de Carcinoma é utilizada a cirurgia. Depois da intervenção cirúrgica, os médicos, normalmente, prescrevem a Terapia Supressiva com Hormônio Tireoidiano (TSHT). Esse terapia consiste na prescrição de um excesso moderado de hormônio tireoidiano para suprimir a produção do hormônio estimulante da tireóide (TSH) pela hipófase . Assim, se evitará a estimulação dos tecidos remanescentes ou do carcinoma. TERAPIA COM RADIOIODO OU IODO RADIOATIVO (I131) Após a cirurgia, muitos pacientes são submetidos a um exame chamado de varredura ou cintilografia de corpo inteiro (VCI ou PCI) com radioiodo (I131). Esse monitoramento tem como finalidade identificar a permanência significativa ou não de tecido remanescente ou da possível existência de metástase (disseminação do tumor). Caso alguma das possibilidades seja detectada, os pacientes são tratados com I131 para ablação do tecido, ou melhor, para a redução do seu tamanho. Porém, é muito frequente que o iodo radioativo seja administrado após a primeira cirurgia. Para ser administrado o tratamento com radioiodo será necessária à suspensão da TSTH. Além disso, os pacientes em tratamento são orientados a ingerirem dieta com baixo teor de iodo. ORIENTAÇÃO PARA A DIETA POBRE EM IODO. Alimentos que deverão ser evitados:  Sal iodado, sal do mar;  Leite e derivados, por exemplo, queijos, sorvetes, iogurtes;  Ovos;

Comidas e medicações que contenham corantes de comidas vermelhas.php .br/alfa/tireoide/cancer-de-tireoide-2. Comidas defumadas ou em conservas. por exemplo. Sal não iodado pode ser usado sem restrição. Pães feitos com massa iodada. Chocolates. algim e alginatos. por exemplo presunto e carnes. Produtos derivados da soja. determinar se foi usado sal iodado. leite de soja e tofu. Checar os rótulos para ingredientes proibidos. Pequena quantidade de ovos e leite podem ser usada. http://www. Comidas que contenham aditivos como ágar-ágar. mariscos e algas.        Frutos do mar. cereais vermelhos ou cor-de-rosa.com. Orientações adicionais Evitar comidas de restaurantes já que não é possível. incluindo peixes. doces ou vitaminas. por exemplo molho de soja.portalsaofrancisco. Melaço.

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