MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CEFET-SC Unidade de São José

Telefonia Digital:
Comutação Digital

Curso técnico em Telecomunicações Marcos Moecke São José - SC, 2005

.............................3............2.......................1 3.................11 3...................SUMÁRIO 3....3 ESTRUTURA ESPACIAL-TEMPORAL-ESPACIAL (STS) ............ 4 3.. 2 3...............14 .............................. 8 3.....................12 BIBLIOGRAFIA.. ...........................2 COMUTADOR TEMPORAL.......................................................1 ASSOCIAÇÃO DE COMUTADORES T/S...........2..........7 3..........2 TIPOS DE COMUTAÇÃO DIGITAL...........................................2................... . COMUTAÇÃO DIGITAL .................................................................... 8 3...........3...4 USO DOS COMUTADORES EM TELEFONIA...........................1 COMUTAÇÃO ESPACIAL....3 REDES DE COMUTAÇÃO ....................3......................................................1 INTRODUÇÃO ....................... ...2 ESTRUTURA TEMPORAL-ESPACIAL-TEMPORAL (TST) ... ..................................................1 3............................................... 5 3...... 1 3.................... ...............3 COMUTADOR TEMPORAL/ESPACIAL...........

neste caso. Devido a taxa de amostragem utilizada em telefonia. e também em uma melhor confiabilidade. em telefonia. ocorre quando tanto a transmissão como a comutação são digitais. Dados.). Na comutação digital. etc. Os quadros das LMTs têm duração igual a 125 µs e V.2005 1 . O uso de circuitos digitais na comutação possibilita a formação de uma rede digital na qual qualquer tipo de informação digital pode ser transportada (Voz. Texto. cada canal de 64 kbps é denominado de porta digital. As taxas de multiplexação mais utilizadas na comutação são as de 32 canais (2 Mbps) e de 128 canais (8 Mbps). A interconexão dos sinais de voz na comutação digital é feita através da redisposição da palavra de código do time slot das linhas multiplexadas no tempo (LMT). tamanho e consumo de energia.1 COMUTAÇÃO DIGITAL Introdução O melhor uso da técnica digital. 3. Música. os ciclos de comutação se repetem a cada 125µs. uma vez que. Uma grande vantagem do uso da comutação digital se deve ao uso de circuitos digitais que resultam em uma grande redução de custo.TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC 3. Imagem. são evitadas as sucessivas etapas de conversão A/D e D/A. 3. podendo cada porta digital ser utilizada para um canal telefônico.2 Tipos de Comutação Digital.

número de portas de entrada. uma vez que as palavras de código não mudam de time slot. O comutador espacial é um circuito digital que realiza a comutação das palavras de código das LMT’s de entrada para qualquer LMT de saída sem mudar de time slot.m b. Figura 3. V. Existem dois princípios básicos de comutação digital que são largamente utilizados: • Comutação Espacial: As palavras de código apenas mudam de LMT.Princípio de comutação espacial (a) . abmna.n número de time slots de entrada por linha número de time slots de saída por linha.. sem mudar de time slot. número de linhas multiplexadas de saída.Símbolo do comutador espacial As características principais do comutador espacial são: • Não existe retardo na comutação. sem acréscimo de bits..TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC contém apenas as palavras de código PCM referentes aos canais de voz.2 . número de portas de saída.. • Comutação Temporal: As palavras de código mudam de time slot dentro da mesma LMT.. m n (b) .2005 2 . QUADRO .... número de linhas multiplexadas de entrada.1 .125µs ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 … … A … TDM1 B TDM2 .. 2 . 3 . E … B … COMUTADOR ESPACIAL C TDMm … C … B … B … TDMn A … D A … TDM2 . tsa ts1 ts2 D A … ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 … C E … tsa ts1 ts2 C … TDM1 Figura 3. 1 Comutação Espacial.

3 . de modo a repetir a comutação nas próximas palavras de código. qual das portas deve ser habilitada. para cada time slot. As palavras de código dos time slots das LMTE’s podem acessar qualquer LMTS no mesmo time slot. V.2005 3 .Comutador espacial com portas E. O número de posições de memória de controle é determinado pelo número de portas de saída. ts1 ts2 ts3 ts1 ts2 A B C A B TDM1 ts1 ts2 ts3 ts1 ts2 D TDM2 ts1 ts2 ts3 ts1 ts2 F E TDM3 linhas TDM de saída linhas TDM de entrada ts1 ts2 ts3 3 3 pontos de comutação memórias de controle F D ts1 ts2 ts3 ts1 ts2 A F C A F 2 2 TDM2 ts1 ts2 ts3 ts1 ts2 B E B TDM1 1 1 1 3 ts1 ts2 ts3 1 3 1 Figura 3. As portas E são controladas por uma memória que define. Um exemplo de comutador espacial pode ser construído através de portas E dispostas nos pontos de cruzamento (CROSSPOINT) das LMT’s.TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC • • sistema é sem bloqueio desde que o número de portas de saída seja maior que o número de portas de entrada. e indica para cada time slot qual porta E deve ser habilitada. sendo que existe um banco de memória de controle para cada LMTS. A memória de controle é lida de maneira cíclica em 125µs. O conteúdo das memórias de controle é determinado pelo órgão de controle (CPA) de acordo com a necessidade de cada conexão.

4 . na memória de dados. Neste caso.2005 4 . Existe uma posição de memória de dados para cada porta de V. • sistema é sem bloqueio desde que o número de portas de saída seja maior que o número de portas de entrada. O valor do atraso sempre será inferior a 125 µs. b .número de time slots (portas) de entrada. o conteúdo da memória de controle indica a posição da memória de dados que deve ser lida em cada um dos time slots da LMTS. 2 Comutador Temporal. pois as palavras de código dos time slots da LMTE podem acessar qualquer time slot da LMTS.TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC 3 . provocando um atraso variável na comutação. 2 . é cíclica. Os comutadores temporais podem ser construídos segundo dois princípios: • Escrita cíclica: A escrita das palavras PCM. • A acessibilidade é plena. e a leitura feita de acordo com a necessidade de comutação.125µs ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 … … A B C D … tsa ts1 ts2 G A B … COMUTADOR TEMPORAL ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 … … D G C B … TDM saída tsb ts1 ts2 A D G … TDM entrada Figura 3.número de time slots (portas) de saída Figura 3.Símbolo do comutador temporal As características principais do comutador temporal são: • A comutação ocorre pela redisposição dos time slot dentro da LMT. • É necessário um circuito de memória que armazene o conteúdo do time slot até que este seja lido para o time slot de saída desejado.Princípio de comutação temporal (a) a b (b) a .5 . QUADRO . O comutador temporal é um circuito digital que realiza a comutação das palavras de código dos time slots da LMTE para qualquer time slot da LMTS.

Neste caso. 2 . 3 . na memória de dados. o conteúdo da memória de controle indica a posição da memória de dados em que as palavras PCM da LMTE devem ser escritas. é feita de acordo com a necessidade de comutação. Existe uma posição de memória de dados para cada porta de saída e uma posição de memória de controle para cada porta de entrada. O comutador temporal é um circuito digital que realiza a comutação das palavras de código dos time slots da LMTE para qualquer time slot de qualquer LMTS.2005 5 . e a leitura é cíclica.TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC entrada e uma posição de memória de controle para cada porta de saída. 3 Comutador Temporal/Espacial. realizando portanto simultaneamente a comutação temporal e espacial. V. Quando a leitura é ciclica o endereço da memória de controle indica o time slot da entrada e o conteúdo indica o time slot de saída (por exemplo ts2 5 indica que o conteúdo do time slot de entrada 2 irá para o time slot 5 na saída) ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts6 ts1 ts2 … A B C D E A B 1 2 3 4 5 6 A B C D E ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts6 ts7 1 5 3 2 6 ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts6 ts7 ts1 ts2 A D C B E A D linha TDM de entrada linha TDM de saída memória de dados memórias de controle Figura 3.6 . Quando a escrita é ciclica o conteúdo da memória de controle indica o time slot da entrada e o endereço indica o time slot de saída (por exemplo ts2 5 indica que o conteúdo do time slot de entrada 5 irá para o time slot 2 na saída) • Leitura cíclica: A escrita das palavras PCM.Comutador temporal de escrita cíclica.

.Time/Space V.. G E F B C TDM m F … C … ESPACIAL D … C D … TDM n Figura 3.. Os multiplexadores 1 T/S . provocando um atraso variável na comutação.. número de linhas TDM de saída. é necessário um circuito de memória. m a b n (b) . • sistema é sem bloqueio desde que o número de portas de saída seja maior que o número de portas de entrada.n número de time slots das TDM de entrada.Símbolo do comutador temporal/espacial As características principais do comutador T/S são: • A comutação ocorre pela redisposição dos time slots dentro das LMT’s e entre LMT’s.2005 6 ..Princípio de comutação temporal/espacial (a) . B E G … tsa ts1 ts2 D A … B … COMUTADOR TEMPORAL ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 … … A … … tsb ts1 ts2 A … TDM1 G E … TDM2 . Os comutadores temporal/espacial (T/S1) são basicamente constituídos de 3 módulos: um multiplexador digital das LMTE’s. abmna.. número de portas de entrada. • Da mesma forma que no comutador temporal.TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC QUADRO . O valor do atraso sempre será inferior a 125 µs. número de portas de saída... • A taxa de bits interna é igual a taxa de bits externa multiplicada pelo número de entradas (ou saídas). número de linhas TDM de entrada.m b.8 . • A acessibilidade é plena. Figura 3. número de time slots das TDM de saída.7 . um comutador temporal de alta velocidade e um demultiplexador para formar as LMTS’s.125µs ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 … … A … TDM1 TDM2 . pois as palavras de código dos time slots da LMTE podem acessar qualquer time slot de qualquer LMTS.

3.9 . O total de portas de saída (Ps) é limitado pelo tempo de acesso das memórias de controle (tc) (Ps < 125µs/tc).2005 7 . No caso dos comutadores T/S de escrita cíclica. O uso de associações V. sem acrescentar nenhum bit.3 Redes de comutação Em centrais de grande porte. ts1 ts2 ts3 ts1 ts2 A B A B ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts6 ts7 ts8 ts9 ts1 ts2 ts1 ts2 ts3 ts4 ts1 B G D F B B C G D E F A 8 ts1 2 ts2 ts3 1 ts4 memórias de controle 5 ts5 7 ts6 ts7 6 ts8 3 ts9 ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts6 ts7 ts8 ts1 ts2 … ts1 ts2 ts3 ts1 ts2 C D E C D A C B D F E G A C B C G D E F A BC ts1 ts2 ts3 ts4 ts1 C E A C ts1 ts2 ts3 ts1 ts2 F G F linhas TDM de entrada memória de dados linhas TDM de saída Figura 3. a multiplexação e demultiplexação geralmente são feitas diretamente durante a escrita e leitura na memória de dados. o total de portas de entrada (Pe) que podem ser comutados é limitado pelo tempo de acesso das memória de dados (td) (Pe < 125µs/2td) onde o fator 2 se deve à realização de duas operações na memória de dados (escrita e leitura) a cada 125µs. temos Pe < 125µs/tc e Ps < 125µs/2td.TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC digitais combinam as LMT’s pela intercalação de palavras de código. formadas a partir de estágios temporais e espaciais. é comum a utilização de redes de comutação. Na prática. No caso de comutadores T/S de leitura cíclica. Os comutadores T/S também podem ser construídos segundo dois princípios: escrita cíclica ou leitura cíclica.Comutador temporal/espacial de leitura cíclica.

m a b n (b) . . Neste caso. Para aumentar a quantidade de LMTS’s. Para se aumentar a quantidade de LMTE’s. 1 Associação de comutadores T/S Uma rede sem bloqueio pode ser construída pela associação em paralelo de circuitos comutadores T/S. Figura 3.. . 3 .. . é necessário que as saídas sejam normalmente de alta impedância (3-state).. .11 . . . (b) m . 3 . Figura 3.Associação em paralelo das saídas.. .Associação em paralelo das entradas. 3 . (a) . (a) . V. m a b m a b n (b) .2005 8 .10 . (a) (b) 2m a b n . (a) . . 3 .. associa-se as entradas em paralelo. .TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC pode ser feita de forma a resultar em redes sem bloqueio. associa-se em paralelo as saídas..... múltiplos estágios temporais são utilizados como estágios de entrada e saída de um comutador espacial central. a b 2n ⇔ (a) m a b n (b) . 2 Estrutura Temporal-Espacial-Temporal (TST) Nesta estrutura. (b) n ⇔ .. ou em redes com bloqueio. . (a) .

então a rede será sem bloqueio (b ≥ 2a .. O estágio de concentração é o espelho do estágio de expansão. a m n Figura 3. a b b . Se o número de time slots internos (b) é o dobro do número de time slots de entrada/saída (a) menos 1.12 .1).. V. ao contrário da comutação analógica. a composição dos estágios é feita através da seguinte seqüência: expansão do tráfego (1o estágio).TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC (a) a b (b) (b) b a (a) . O estágio de distribuição tem o número total de time slots de saída igual ao número total de time slots de entrada. Um bom grau de serviço (baixa probabilidade de bloqueio) é obtida se o número de time slots de entrada do primeiro estágio for significativamente menor que o número de time slot de saída deste estágio. sendo que o número de time slots internos é o fator que mais influencia no bloqueio. A operação de uma estrutura TST consiste em encontrar um time slot vazio no estágio espacial que possibilite a conecção do estágio temporal de entrada com o estágio temporal de saída desejado.2005 9 .Estrutura Temporal-Espacial-Temporal Esta estrutura pode apresentar bloqueio interno... Na comutação digital. distribuição (2o estágio) e concentração (3o estágio).

13 . visando uma reduçãode custo.1 > b). V. podemos afirmar que: • O fator velocidade pode ser predominante na escolha da estrutura TST. ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts1 … ABCA 3 ts1 ts2 ts3 ts1 … AB 5 CA AB H A 5 3 HABH ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts1 … DE F D 3 ts1 ts2 ts3 ts1 … D 5 EF D 3 3 EF C 5 3 ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts1 … F ECF ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts4 ts5 ts1 … GHI G 3 5 G I H DG I D 5 3 GI DG Figura 3. Ao fazermos uma comparação da estrutura TST sem bloqueio com a estrutura TS.TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC Bloqueio ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts4 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts4 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts1 … ABCA 3 ts1 ts2 ts3 ts1 … 4 ABC AB AB AB 4 3 AB ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts4 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts4 ts1 … DE F 3 ts1 ts2 ts3 ts1 … 3 4 4 DE 3 ts1 ts2 ts3 ts4 ts1 … DE 3 ts1 ts2 ts3 ts4 ts1 … DE 4 3 D ts1 ts2 ts3 ts1 … C 4 3 C C Figura 3. o estágio de distribuição espacial pode ser implementado pela associação de vários comutadores espaciais. pode-se reduzir o grau de serviço (permitindo bloqueio). • A realização da rede TS exige comutadores que possuam memórias de dados com tempo de acesso menor que na estrutura TST. • Na estrutura TST. uma vez que para um grande número de portas de entrada o tempo de acesso da memória de dados pode ser muito rápido para a tecnologia existente.Rede TST com bloqueio (2a . • Em redes de comutação de grande porte.Rede TST sem bloqueio (2a .1 = b).14 .2005 10 .

é necessário em primeiro lugar. encontrar um estágio temporal que tenha livre o time slot correspondente ao time slot utilizado no comutador espacial de entrada. 3 . tendo a função de possibilitar a mudança de time slot durante a conexão. Os estágios temporais são simétricos.Leitura cíclica ⇔ 63 (32) 64 32 32 EC ou LC 64 (32) 32 63 EC 32 LC Figura 3. 3 .TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC (32) 32 63 (63) EC 64 64 (63) 63 32 (32) LC EC . e.Escrita cíclica ou LC .Comparação das estruturas TS e TST.Estrutura Espacial-Temporal-Espacial Para se estabelecer uma conexão através da estrutura STS. a (a) (a) n k k n a a Figura 3. o time slot de saída correspondente ao time slot utilizado no comutador espacial de saída.16 . (a) (a) a .2005 11 . . 3 Estrutura Espacial-Temporal-Espacial (STS) Nesta estrutura Espacial-Temporal-Espacial. os estágios temporais estão conectados às LMT’s dos estágios espaciais de entrada e saída. O primeiro estágio espacial faz a expansão do tráfego enquanto o 3o estágio faz a concentração de tráfego (k > n). ao mesmo tempo. V.15 . .

17. No uso dos comutadores digitais para circuitos telefônicos. Desta forma. isto é.2005 12 .4 Uso dos comutadores em telefonia. 3.Rede STS com bloqueio.Rede STS sem bloqueio. é necessária uma memória de controle para cada caminho.18 . para cada ligação. é necessário o estabelecimento de dois caminhos de comutação. ou através de caminhos estabelecidos de forma simétrica ("comutação em antifase"). com o estabelecimento do V. a comutação deve ocorrer a 4 fios. A escolha deste caminhos pode ser feita através da procura de dois caminhos separados ("comutação em separado"). é necessária apenas uma memória de controle para cada par de caminhos. ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts1 … ABCA D F D 3 3 F D F CDAC ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts1 … AE CA ts1 ts2 ts3 ts1 … CE AC 3 3 ts1 ts2 ts3 ts1 … 2 3 ts1 ts2 ts3 ts1 … 3 2 ts1 ts2 ts3 ts1 … DE F D B 3 3 B F EBF Figura 3. enquanto no uso da comutação em antifase. no sentido da transmissão (de A para B) e da recepção (de B para A). No caso da comutação em separado. uma vez que.TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC Bloqueio ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts1 … AB A A A 3 3 A A ts1 ts2 ts3 ts1 … 2 2 ts1 ts2 ts3 ts1 … ts1 ts2 ts3 ts1 … 2 2 ts1 ts2 ts3 ts1 … D B 3 3 B B Figura 3.

2005 13 . n tsi tsi . . . tsi MC 0 .19 . . ts7 16 32 LC . utilizaremos uma estrutura TST com um estagio inicial de 3 matrizes temporais de leitura cíclica de 4 time slots na entrada e 6 time slots na saída. ts5 e ts6 reservados para o canal de recepção. os primeiros N time slots sejam utilizados no sentido da transmissão. esta comutação é feita fazendo com que. . 16 32 EC tsi+N MC i . Na estrutura TST. . e no estagio final 3 matrizes temporais de escrita cíclica de 6 time slots na entrada e 4 time slots na saída. 1 B ts11 tsi Figura 3. A comutação em antifase consiste em associar de forma lógica o canal de transmissão ao canal de recepção. 7 . Neste caso para estabelecer a comutação do canal de transmissão.TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC caminho de transmissão. o caminho de recepção fica automaticamente estabelecido. . ficando os time slots ts4 . o time slot i+N será utilizado no sentido inverso. um estagio central com uma matriz espacial de 3 linhas de entrada e 3 linhas de saída cada uma com 6 time slots. Para exemplificar uma comutação em antifase. n A ts7 tsi k k ts11 16 32 LC . V. em cada linha multiplex de 2N time slots do estágio espacial. 16 32 EC tsi+N 1 tsi+N .Comutação em antifase para um circuito telefônico na estrutura TST. . Deste modo. . 11 . ao ser estabelecido um caminho de transmissão através do time slot i. ts2 e ts3 do estagio central. utiliza-se apenas os time slots ts1 . enquanto os últimos N time slots no sentido inverso.

[5] www. & STRANGE. B. Artech House. A.2005 14 .: Digital Telepnony. Van Nostrand Reinhold. Erica.: Telecomunicações: evolução e revolução.M. [1] BELLAMY. 1986.TELEFONIA DIGITAL CEFET-SC Bibliografia. J. 2nd ed.cefetsc. E: Digital Telephony and Network Integration. New York.br/~moecke V. 1985.E. 1991.edu. Wiley. [2] FERRARI. 1991.sj. [4] KEISER. [3] FONTOLLIET: Telecomunication Systems.

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