O Demônio do Quadro Sóror Fortuna Vocês se lembram há alguns anos atrás quando um pintor pedia na televisão que destruíssem

todas as cópias de seus quadros? Os quadros se tratavam de duas crianças chorando. Dizem que eram seus filhos que ele havia entregado a alma num pacto em troco de riqueza e embora pintasse as crianças felizes, no dia seguinte a pintura sempre aparecia com lágrimas. Naquela época tal pintor andava muito doente e pedia que queimassem seus quadros para que pudesse morrer em paz. Bom, não sei até onde esta história é verdadeira e onde começa o mito. Só sei que na casa de minha avó havia um quadro destes – uma menina chorando, igual a que mostraram na TV. A família de minha mãe é muito grande e muito festeira, como qualquer família italiana. Era costume naquela época todos se reunirem na casa dos meus avós alguns dias antes do Natal e ficávamos até passar o ano novo. Nesta época eu tinha uns doze ou treze anos. Depois que vimos a notícia na TV pedimos à minha avó que queimasse o quadro. No entanto ela disse que isso era bobagem e o quadro era muito bonitinho que não ia destruí-lo. Insistimos dizendo que o quadro chorava. Mas ela não acreditou. Na sexta-feira vimos o quadro chorando! Mas a minha avó disse que fomos nós que molhamos o quadro. Então, para confirmar, pegou o quadro, secou e colocou ao seu lado com a face virada para a parede. Quando desvirou, o quadro estava molhado no local das lágrimas, ou seja, estava chorando! Minha avó, muito assustada, resolveu destruir o quadro. Mas como sempre foi muito beata disse que tínhamos que rezar sobre o quadro antes. Foi aí que começaram os problemas... Quando ela começou a rezar sobre o quadro, este pulou literalmente de suas pernas violentamente batendo no teto da casa e caindo no chão com grande estrondo. Ficamos horrorizados. Havia na casa umas quinze pessoas e todas elas presenciaram o fato que vou descrever agora. Pegamos o quadro e fomos queimá-lo do lado de fora da casa, mas o quadro estralava, fazia barulhos estranhos e vimos quando uma nuvem negra saiu dele e entrou na casa indo direto ao quarto de um tio que ficava no fundo de um corredor. Era o quarto mais escuro da casa e este tio era o dono do quadro. Mas ele não estava presente. Vendo aquilo ficamos muito assustados. Naquela época não sabíamos o que fazer. A família de minha mãe era muito católica e tudo o que sabíamos fazer era rezar. Bom, ninguém tinha coragem de entrar no quarto e tentar expulsar o demônio de lá. Só a minha avó que foi com um terço na mão. Não sei como ela teve coragem de entrar lá, do quarto saía um vento gelado... Ela começou a demorar lá dentro e ficamos preocupados, de repente começamos a ouvir barulhos estranhos vindos do quarto e

resolvemos todos juntos, entrar para ajudá-la. Quando chegamos no meio de tal ventania, lá estava minha avó rodando como um peão no meio do quarto falando uma língua estranha e com voz de animal. Foi horrível, a entidade havia possuído seu corpo. Começamos a rezar todos juntos em círculo de mãos dadas ao redor dela. Aos poucos a ventania foi se acalmando e vimos quando o vulto negro saiu do quarto. Pensamos que estava tudo bem e que o demônio havia finalmente partido quando, todos na cozinha vimos dois olhos vermelhos como fogo nos olhado do lado de fora! Estávamos todos apavorados. Então minha avó pegou uma Bíblia e água benta e benzeu a casa e a entidade infernal sumiu de lá. Mas, apesar de tudo isso o mal ainda não havia desistido. Depois de algum tempo chegou em casa o meu tio – dono do quadro – totalmente transtornado! Possuído pelo demônio chegou gritando: “Quem destruiu o que é meu”? Pois agora eu vou destruir vocês um por um, malditos! Ele tentou agredir à todos e principalmente a minha avó. Estava irreconhecível, violento, agressivo e jurando vingança. Um detalhe importante! Ninguém tinha saído de casa e não tinha como ele saber que nós tínhamos destruído o quadro. Meus outros tios e primos tentavam segurar-lhe, mas parecia que ele tinha uma força descomunal, debatia-se compulsivamente. E nós ao redor dele rezávamos. Minha avó jogou água benta nele e ele uivava como um lobo, como se aquilo o queimasse. Depois de algum tempo, ele voltou ao normal. Chorando, não entendia o que estava acontecendo, não se lembrava de nada e nos apoiava por ter queimado o quadro. Desde este dia então ele mudou completamente, inclusive alguns problemas de saúde que tinha e não curava nunca, desapareceram completamente. Há pessoas que dizem que não acreditam nestas coisas, mas elas existem e não vão deixar de existir pelo fato de alguém não acreditar. Quem não acredita pode ser vítima de ataques espirituais tanto como quem acredita. A diferença é que este primeiro vai ser uma vítima fácil por não possuir conhecimentos suficientes para combatê-lo. Este fato destruiu a estrutura católica de minha família e de alguns vizinhos que estavam presentes. Hoje, nossa família é muito mais esclarecida e mente aberta sobre estes assuntos. Nossa Comunidade: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=518470 Nosso site: http://www.cursosdemagia.com.br

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